quinta-feira, 28 de agosto de 2014

AVISO AOS VAGABUNDOS PETISTAS


"A todos os assassinos, traficantes, estelionatários e vagabundos petistas que acabaram com a Profissão Médica no Brasil: Vocês vão passar pela vergonha de serem CORRIDOS do governo federal por uma criatura vinda do mato...por uma mulher que ofende todas as faxineiras e empregadas domésticas quando é comparada com elas e que ama mais os bichos e as plantas do que o seu "semelhante" da Assembléia de Deus..Vocês, seus miseráveis vagabundos, vão ser derrotados pela criatura que vocês mesmos criaram e não estava dentro do avião que vocês, que já eram assassinos de prefeitos, derrubaram em Santos..."

Milton Pires

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

A Unidade da Experiência da Salvação – A Chegada do Khmer Verde

Marina Silva em 1986 no Acre liderando Camponeses 

Milton Pires

No dia 13 de agosto de 2014, a morte do candidato à presidência da república, senhor Eduardo Campos, trouxe mais uma vez ao cenário político a possibilidade de Marina Silva ocupar o cargo supremo do executivo nacional. O que apresento nas próximas linhas é um apanhado histórico e crítico daquilo que penso ser, do ponto de vista teórico, a base do seu pensamento político e tomarei como ponto de partida o conceito de “ecoteologia” segundo as definições de Afonso Murad (ver. Revista Pistis Prax., Teol. Pastor., Curitiba, v. 1, n. 2, p. 277-297, jul./dez. 2009). Uma comparação entre o fanatismo ecológico no Brasil e o genocídio perpetrado pelo Khmer Vermelho no Camboja é a conclusão que faço no final.
Ecoteologia é, antes de tudo, um conceito revolucionário naquilo que se refere à teologia tradicional. Trata-se de um nova interpretação da mensagem divina que, desde a Gênese até o Apocalipse, modifica a ideia básica do projeto de salvação contida na mensagem dos profetas, de Jesus Cristo e, finalmente, dos apóstolos afirmando que a própria natureza e todos os seres que dela fazem parte serão salvos no fim dos tempos e no Segundo Advento. Nas palavras de Afonso Murad: “ o eixo temático da ecoteologia consiste na forma de compreender a relação entre criação, graça e pecado e entre encarnação, redenção e consumação, ou seja: a unidade e a interdependência dos elementos que constituem a experiência de salvação cristã e, no interior dessa reflexão, proclamar como todos os seres participam do projeto salvífico de Deus.” Diz o autor mais adiante que “naturalmente, isso tem impacto na percepção sobre o valor da materialidade”.
Naquilo que se refere à Marina Silva, o conteúdo escatológico do seu pensamento pode ser percebido em declarações como essa: "Hoje, todos nós sabemos que somos finitos como raça. E, além de não saber como lidar com a imprevisibilidade dos fenômenos climáticos, temos pouco tempo para aprender como fazê-lo.” Observe-se portanto que, ao participar simultaneamente do debate ecológico e da comunidade religiosa formada no Brasil pela “Assembleia de Deus”, a política transformou-se para Marina Silva e a sua “Rede” numa espécie de interface..num campo onde o “discurso da salvação” adquire aquilo que se convencionou recentemente chamar de “transversalidade” ou seja: pode pautar o debate sobre o “futuro desse mundo material” e daquilo que eventualmente poderá substituí-lo por ocasião do Apocalipse e do Segundo Advento.
O termo “Khmer Rouge”, (Khmer Vermelho em francês) foi cunhado pelo chefe de estado cambojano Norodom Sihanouk e foi mais tarde adotado pela comunidade anglófona. A expressão se referia, de uma forma pejorativa, a uma sucessão de partidos comunistas no Camboja que evoluíram para se tornar o Partido Comunista da Kampuchea (CPK) e mais tarde ao Partido do Kampuchea Democrático. A organização foi conhecida também como Partido Comunista Khmer e Exército Nacional do Kampuchea Democrático. Estima-se que o Khmer Vermelho tenha provocado através de execuções, torturas, trabalhos forçados e, sobretudo da fome, a morte de cerca de 5 milhões de cambojanos. Seus líderes principais chamavam-se de “irmãos” e tinham como meta transformar o país numa sociedade ABSOLUTAMENTE agrária (sem dúvida alguma uma proposta bastante “ecológica”) em que a economia deveria ser baseada no escambo e toda forma de “cultura tradicional” destruída para que o Camboja voltasse a um período (mais importante) dos séculos XIII ao XV em que era conhecido como Reino de Angkor. Não há dúvida, observem, que tratava-se então em 1975 quando o Khmer toma a cidade de Phnom Penh, de um projeto de “salvação nacional”.
Há, em toda história política brasileira, um gosto mórbido pelo messianismo..pelos projetos que, se não mergulharam o país em tantas revoluções armadas como em outras partes do mundo, ofereceram sempre “soluções esotéricas” e “mágicas” e que encantaram (e continuam encantando) o povo com seus “enviados divinos”. Marina Silva é mais um desses personagens que, de tempos em tempos, surge para dominar o inconsciente coletivo dos brasileiros. Ela substituiu Campos para apresentar-se como uma “ungida” capaz de encontrar o “meio termo entre Dilma e Aécio” e nos conduzir no caminho da “salvação” juntamente com todos os animais, plantas, rios e florestas da Amazônia Brasileira. Seu apelo é tão forte que faz com que todas os seus eventuais eleitores esqueçam os seus quase 23 anos de petismo, sua participação no governo desse regime criminoso e o atrevimento e a audácia de uma proposta que visa reinterpretar toda mensagem cristã sobre o outro mundo para ressuscitar toda mensagem revolucionária nesse aqui: só poderemos viver nesse mundo nos preparando para salvação no outro. Nessa salvação levaremos conosco os animais e toda floresta..Nossos “guias” são Marina Silva e os “irmãos da Rede”..Aproxima-se do Brasil a chegada do Khmer Verde.

Porto Alegre, 27 de agosto de 2014. 

domingo, 24 de agosto de 2014

TRANSMISSÃO DO EBOLA POR AEROSÓIS

The public has been misinformed regarding human-to-human transmission of Ebola. Assurances that Ebola can be transmitted only through direct contact with bodily fluids need to be seriously scrutinized in the wake of the West Africa outbreak...

The United States Army Medical Research Institute of Infectious Diseases conducted a monkey to monkey Ebola study in December 1995, published in The Lancet, Vol. 346. (Here is a link to the abstract, but the entire article must be purchased.) Several Rhesus monkeys were infected with Zaire Ebola by intramuscular injection while three control Rhesus monkeys were kept in cages separated 10 feet from the infected monkeys. All of the injected monkeys died of Ebola by day 13 and 2 out of 3 control monkeys died of Ebola by 8 days after that. The authors of this study concluded that:
"The exact mode of transmission to the control monkeys cannot be absolutely determined, although the pattern of pulmonary antigen staining in one of the control monkeys was virtually identical to that reported in experimental Ebola virus aerosol infection in rhesus monkeys, suggesting airborne transmission of the disease via infectious droplets... Fomite or contact droplet transmission of the virus between cages was considered unlikely. Standard procedures in our BL4 containment laboratories have always been successful in the prevention of transmission of Ebola or Marburg virus to uninflected animals. Thus, pulmonary, nasopharyngeal, oral, or conjunctival exposure to airborne droplets of the virus had to be considered as the most likely mode of infection... Our present findings emphasize the advisability of at-risk personnel employing precautions to safeguard against ocular, oral, and nasopharyngeal exposure to the virus."
Another NHP to NHP (monkey-to-monkey) study was published in July of this year. Rhesus monkeys were infected with Ebola via intramuscular injection and they were terminated on day 6 after becoming unresponsive, but without developing vomiting, diarrhea, or apparent respiratory illness. Ebola virus was detected in their blood, and genetic fragments of Ebola were found in their nose, mouth, and rectum, but no intact infectious Ebola virus was found. Control Cynomolgus monkeys were caged 1 foot away from the infected Rhesus monkeys but did not become infected with Ebola. This experiment is not a helpful comparison in human to human Ebola infections which are characterized by GI (vomiting & diarrhea) and respiratory (cough and expectoration of sputum) shedding of the intact infectious virus. The monkeys in this year’s study simply died too fast, not allowing time for them to shed infectious Ebola particles. It goes without saying that monkeys which do not shed infectious Ebola particles cannot transmit Ebola to other monkeys. Had this year’s rhesus monkeys been infected by the nasal route, as was the case in a pig-to-monkey experiment in 2012, or if they had lived up to 13 days as in the 1995 study, allowing time for intact infectious Ebola virus to appear, and thus more closely matching human Ebola disease, then we may well have seen monkey-to-monkey airborne transmission of Ebola. The authors of this study concluded that:
“NHPs [non-human primates such as monkeys] are known to be susceptible to lethal EBOV infection through the respiratory tract [just like humans] putting the onus of the transmission on the ability of the source to shed infectious particles.”
We know that airborne transmission of Ebola occurs from pigs to monkeys in experimental settings. We also know that healthcare workers like Dr. Kent Brantly are contracting Ebola in West Africa despite CDC-level barrier protection measures against physical contact with the bodies and body fluids of Ebola victims, so it only makes sense to conclude that some -- possibly many -- of these doctors, nurses, and ancillary healthcare workers are being infected via airborne transmission. It makes perfect sense that sick humans, as they vomit, have diarrhea, cough, and expectorate sputum, and as medical procedures are performed on them, have the ability to shed infectious Ebola particles into the air at a similar or higher level compared to Sus scrofa(wild boar) in the pig-to-monkey study.
Dr. Brantly acquired Ebola while strictly following CDC guidelines (simple mask, goggles, or face shield, gloves, gown, leg covering, shoe covers), so it is likely he became infected by inhaling contaminated droplet nuclei into his lungs or having them settle into his conjunctival (eye) sacs despite the use of CDC level protection against direct contact. Dr. Brantly apparently did not use a full-face respirator with P-100 filters, but rather a simple or N-95 face mask. An interviewer noted that
“Brantly says he isn't sure how he got infected. He's certain he didn't violate any [CDC] safety guidelines.”
It is pretty clear from the current West African Ebola outbreak, particularly in the case of Dr. Kent Brantly and the doctors and nurses working with Dr. Callahan in previous Ebola epidemics, that Ebola-infected human beings are very good at shedding Ebola particles, particularly in the hospital setting. People gravely ill with Ebola are in no way comparable to the Ebola-infected monkeys described in this year’s experimental laboratory setting.
Aerosol-generating medical procedures such as surgical operations, endotracheal intubation, airway suctioning,and the operation of mechanical ventilators or BiPap devices place healthcare workers at very great risk, and I suspect even bathing patients is likely to generate infectious airborne droplets into the air. “Casual contact” or spending hours in the same room with Ebola patients also places medical personnel at significant risk, even with the CDC-recommended protective measures listed above. In retrospect it is clear that Dr. Brantly was not at “low risk”, as the CDC would have us believe. As Dr. Michael V. Callahan observed first-hand, and as the case of Dr. Brantly demonstrates, the current CDC guidelines are inadequate for preventing nosocomial transmission of Ebola from patients to medical workers.
It is not feasible for all medical workers in the United States to use "spacesuits" with a self-contained breathing apparatus air supply, as used in BL4 labs and at hospitals specially equipped for Ebola, but at a minimum, the American healthcare system should immediately upgrade respiratory / eye protection to full face mask respirators with P-100 filters for known or suspected cases of Ebola.
The primary mode of person-to-person Ebola transmission is through direct contact with the body or body fluids of Ebola victims, but it is unwise to ignore the airborne mode. Current evidence supports healthcare workers using a higher level of airway and eye protection than is currently recommended. Although less airborne than Influenza, it is reasonable to conclude that the West African strain of Ebola is at times spread by airborne means since over 170 medical workers have been infected to date, with 81 dead. These victims were using CDC level protective measures against direct contact with the bodies and body fluids of Ebola patients, leaving airborne transmission as the remaining alternative mode. Simple face masks, and N-95 masks as well, are not good enough to filter out Ebola contaminated airborne particles, and they do not have silicon rubber seals against the face to prevent entrainment (leaking) of contaminated room air in clinic and hospital settings. Likewise, goggles and face shields are inferior in eye protection compared to full face respirators with P-100 filters. Since CDC-level respiratory/eye precautions for Ebola are inadequate for healthcare workers in West Africa, I assume they will also be inadequate in the United States.
If Ebola comes here via infected individuals from affected overseas areas, and spreads from these cases to American medical personnel, the damage to our society would be greatly magnified. Not only would we lose doctors, nurses and other medical workers who could no longer provide care to Ebola victims (not to mention loss of care for the normal influx of patients), the medical team would its self become sources of Ebola transmission to others. Considering the deadly virulence of the Ebola virus, with a 50-90% death rate, it be behooves us to err on the side of safety rather than on the side of risk by increasing the level of respiratory and eye protection for our medical teams.

Read more: http://www.americanthinker.com/2014/08/airborne_transmission_of_ebola.html#ixzz3BLauAPFB
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OFÍCIO AO COMANDANTE DO EXÉRCITO


Exmo.Sr.Comandante do Exército,
General Enzo Martins Peri,
Pelo presente apresento minhas mais sinceras congratulações no que se refere ao ofício pelo senhor encaminhado a todas as organizações militares no dia 25 de fevereiro do presente ano no sentido de que nenhuma delas entregue documentos relacionados ao período da história nacional transcorrido entre 1964-1985. Aos que lhe acusarem de esconder crimes de tortura e ocultação de cadáver responda altivamente que procura o senhor evitar que outros sejam perpetrados pela legião de vagabundos petistas assassinos e traficantes que há muito tempo rasgaram nossa Constituição e nada mais procuram - através da Comissão Nacional da Verdade - do que vingança e humilhação contra as Forças Armadas que nos defenderam do comunismo.
Cordiais Saudações,
Pires, MS - 2º Ten Med RNR - V COMAR - Base Aérea de Canoas.
Porto Alegre, 24 de agosto de 2014.
PS - Se, pressionado pela terrorista que nos governa, o senhor voltar atrás na sua decisão, dirija-se por favor à Puta que o Pariu.

sábado, 23 de agosto de 2014

Alerta Total: O testamento político de Carlos Marighela

Alerta Total: O testamento político de Carlos Marighela: Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net Por Carlos I. S. Azambuja Os estudantes e os intelectuais de classe média – e não as...

Aristóteles e o Balde de Gelo – A Caridade na Condição de Acidente.


Milton Pires

Untraceable” (que chegou ao Brasil como “Sem vestígio”) é um filme americano de 2008. Não cabe aqui fazer uma resenha, elogio ou crítica dele. Digo apenas que trata-se de uma situação em que uma agente do FBI precisa encontrar um assassino serial cujo “modus operandi” consiste em transmitir a execução de suas vítimas pela internet. Ele faz aquilo que se chama popularmente de “streaming” das execuções e, numa lógica perversa, a vítima morre mais ou menos rapidamente de acordo com o número de acessos dos visitantes da página.
Seis anos depois do lançamento do filme, uma campanha cujo objetivo é levantar fundos para pesquisa e tratamento de uma doença chamada esclerose lateral amiotrófica (ELA) tomou conta da rede mundial de computadores. Conhecida como “Ice Bucket Challenge” (desafio do balde de gelo) ela consiste na divulgação de vídeos curtos em que pessoas famosas pelos mais diversos motivos aceitam ter um balde de gelo e água derramados sobre suas cabeças em “prol das vítimas da ELA”. Uma vez filmadas, o vídeo entra para internet. Assistindo o vídeo, você estará contribuindo para “pesquisa da cura da ELA”.
Antes de escrever esse pequeno artigo, procurei fazer na internet um levantamento das manifestações contrárias à “mania do balde de gelo”. Algumas são hilárias: li por exemplo que “água está sendo desperdiçada”..li sobre eventuais “reações vasovagais (termo da fisiologia) que podem tornar um banho gelado perigoso” ..enfim: li tanta besteira que percebi finalmente a chance que todas elas forneciam à algumas pessoas (algumas delas inclusive neurologistas que atendem pacientes vítimas da ELA) de bradar à plenos pulmões: “Milton, antes de criticar lembre: a campanha está funcionando! Dinheiro está sendo levantado! Pesquisas (na verdade pesquisas com embriões..rsss..mas isso é outro assunto) estão sendo financiadas!” Confrontado com essa última frase que traz em si o peso dos fatos e não das opiniões, a chance de que qualquer pessoa possa permanecer contra o “desafio do balde de gelo” parece ínfima, não parece?? Quem, com um mínimo de vontade de ajudar pessoas doentes, com “responsabilidade social” poderia ainda se opor??
Meus caros amigos, quando escreveu “Ética a Nicômano”, Aristóteles deixou claro que virtude é a disposição de um indivíduo de praticar o bem; e não é apenas uma característica acidental da ação. Trata-se de uma verdadeira inclinação: virtudes são todos os hábitos constantes que levam o homem para o caminho do bem. Há diferentes usos do termo relacionado à força, à coragem, ao poder de agir, à eficácia de um ato ou à integridade da mente. Quando li o que foi escrito como crítica à campanha do balde do gelo, não encontrei em parte alguma referência às intenções daqueles que assistem os vídeos. Encontrei elogios àqueles que se submeteram ao desafio, mas nenhuma observação sobre quem foi assisti-lo na internet. Vocês sabem por quê? Respondo eu o seguinte: porque a GIGANTESCA maioria das pessoas que foi ver esse tipo de estupidez não tinha a mínima intenção de ajudar ninguém com ELA, infarto agudo do miocárdio ou hemorroidas. Não passam de milhões e milhões de pessoas que, não querendo permanecer isoladas, diferentes ou desinformadas..não querendo ficar “por fora” do que “rola” na web “precisavam ver o vídeo” em que Bill Gates, Gisele Bundchen ou George Bush ficavam aparentemente, sem sentido algum, ensopados.
Quando terminei o parágrafo acima, não pude deixar de me colocar na posição de leitor..no espanto de quem lendo aquilo pensou com seus botões: temos aqui uma pessoa (mais grave ainda: um médico como o Milton) que não acredita mais na bondade...que já não crê mais no sentido da caridade e da boa ação e, tomado de mágoa com o resto da humanidade, já não pode mais aceitar que existam pessoas de bem. Para esses, minha resposta há de ser – essa sim – um verdadeiro “balde de gelo”. Creio em Deus Nosso Senhor e, por nele acreditar, aceito acima de tudo a bondade e a caridade como características fundamentais do ser humano. Não vejo, em toda teoria que se construiu a respeito do “mal em si” mais do que um acidente..mais do que um internauta do filme de 2008 que, sem vontade de matar, acelerou a execução que era transmitida pela internet. Lembro por outro lado que nos encaminhamos para um mundo em que o inverso pode acontecer..um mundo em que alguém, supostamente, pode praticar o “bem sem querer”..e que nesse “bem sem querer” eu jamais vou acreditar pois diz minha fé que o verdadeiro bem implica, como Aristóteles deixou sugerido ao seu filho (e mais tarde Kant), o “querer”..que a “boa ação nasce da boa intenção do seu agente”.
Penso eu que se um dia esquecer do que escrevi, vou acreditar que toda verdadeira caridade – que deve ser sempre feita em silêncio – pode não passar de um evento comum num mundo mais comum ainda ..num mundo que é, ele mesmo,  um balde de gelo e onde impera, dois mil anos depois de Aristóteles, a Caridade na Condição de Acidente.

Porto Alegre, 23 de agosto de 2014.

The truth behind the ALS Ice Bucket Challenge

The truth behind the ALS Ice Bucket Challenge

If you’ve been on any form of social media over the past few weeks, you’ve most likely seen videos of people being doused by large buckets of ice water, often with the assistance of their all-too-willing family members and friends. The videos are both hilarious and inspiring.
Patriots take the bucket challengeLast night I was watching a preseason NFLgame, and they took time during the broadcast to show footage of various commentators, players, and coaches being drenched in cold water and then challenging other people to do the same.
Celebrities, politicians, sports figures, policemen, firefighters, pastors, priests, and thousands of other people are engaging in what is becoming one of the most successful nonprofit, viral fundraising campaigns in modern history — the ALS Ice Bucket Challenge.
ALS stands for amyotrophic lateral sclerosis, but it’s morecommonly known as Lou Gehrig’s disease — a progressive neurodegenerative disease that affects nerve cells in the brain and the spinal cord. It is a fatal condition and impacts some 30,000 Americans at any given time.
The success of the Ice Bucket Challenge has been amazing. TheALS Association reports it has raised over $15.6 million dollars in donations as of August 18th, compared to $1.8 million during that same time period last year. This social media campaign continues to pick up steam, so The ALS Association could reap unprecedented dollars and new donors in the coming weeks and months. America continues to show that it is the most compassionate, most generous population on the planet.
Bill Gates in the Ice Bucket ChallengeI desperately want a cure for ALS to be found. From what I understand, the suffering, pain, and degenerative nature of the disease are horrible. It wreaks havoc on its victims and their families across the country.
What most people don’t realize, however, is that The ALS Association supports and is currently engaged in embryonic stem cell research. In other words, they support the practice of killing unborn embryos for medical research.
The ALS Association website states, “Adult stem cell research is important and should be done alongside embryonic stem cell research as both will provide valuable insights. Only through exploration of all types of stem cell research will scientists find the most efficient and effective ways to treat diseases.”
Our friends at American Life League contacted The ALS Association to inquire if they are currently engaged in embryonic stem cell research. They replied,
The ALS Association primarily funds adult stem cell research. Currently, The Association is funding one study using embryonic stem cells (ESC), and the stem cell line was established many years ago under ethical guidelines set by the National Institute of Neurological Disorders and Stroke (NINDS); this research is funded by one specific donor who is committed to this area of research. In fact, donors may stipulate that their funds not be invested in this study or any stem cell project. Under very strict guidelines, The Association may fund embryonic stem cell research in the future.
Make no mistake; embryonic stem cell research is simply abortion by another name.
In the process of extracting cells from an embryo’s body for medical research purposes, the embryo is killed. That means our increasingly utilitarian society allows the killing of helpless, voiceless members of the human race in order to perform medical research that will supposedly cure its more developed members.
Those of us who recognize that all life is sacred — regardless of size, location, level of development, or degree of dependency — must vehemently object to killing human embryos for any reason, including medical research.
Plus, no significant progress or cure has been found by using embryonic stem cells, whereas substantial progress has been made with adult stem cells (which involves no killing of human beings). And yet, even if there had been progress in the research using embryonic stem cells, here at Online for Life we’d argue that the killing of one human being to improve the medical prognosis of another human being is a morally indefensible position.
Now, before the flood of angry emails hit my desk, let me assert one more time — I want researchers to find a cure for ALS. I’m not saying we shouldn’t work ardently to cure ALS, MS, cancer, and other debilitating diseases. To do so at the expense of other innocent, voiceless human beings, however, is morally indefensible. It is using abortion as a tool to supposedly further a humanistic, utilitarian agenda.
Before you douse yourself in cold water, consider contacting the ALS Association urging them to discontinue their embryonic stem cell research program and their support of the practice in general. As an organization committed to improving the quality of life of those victims suffering from ALS, they should also be committed to protecting every other member of the human race, including the unborn.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

A PROFECIA


“Nós veremos a maior coalização de traficantes, estelionatários disfarçados de "evangélicos" e esquizofrênicos de ecologistas, de toda História Ocidental mobilizada para que os vagabundos petistas consigam derrotar o neto de Tancredo Neves - um doido viciado em cocaína capaz de bater na namorada em público e que JAMAIS será capaz de representar o que quase 14.000 pessoas aqui querem para o Brasil. Tudo isso será fiscalizado por um vagabundo petista que jamais conseguiu passar numa prova para juiz e hoje preside o TSE - Dias Toffoli...”

Milton Pires...