NESSE MOMENTO O BRASIL PRECISA

quarta-feira, 22 de julho de 2015

ABAIXO ASSINADO PELA PRISÃO DE LULA


Nós, cidadãos brasileiros, em virtude de todas as provas colhidas até agora, dos gigantescos escãndalos do Mensalão e do Petrolão, pedimos aos senhores a prisão imediata de Luís Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República e fundador de um partido criminoso associado ao Foro de São Paulo. Sua prisão é importante para que o mesmo não interfira nas investigações em andamento e para que fique clara, de uma vez por todas, qual foi EXATAMENTE a sua participação nos esquemas de desvio e lavagem de dinheiro que lesaram em bilhões os cofres públicos. Não há um só integrante já preso nessas investigações que não deixe, de forma clara ou insinuada, a ciência total e participação de Lula em todos esses eventos. 

Att, 

Cidadãos Brasileiros.


ASSSINE AQUI - PRISÃO DE LULA 

domingo, 5 de julho de 2015

A “Arte Útil” - Ensaio sobre o Fim da Filosofia


Milton Pires.

Disse certa vez Jorge Luís Borges que era, vejam só, muito melhor leitor do que escritor. Algo que não surpreende para quem considerava o paraíso como “uma espécie de biblioteca”, mas afirmou também que, comparando as duas atividades, achava a leitura algo mais civil e, quem sabe (acrescento eu), mais racional. Chesterton dizia que para “ser sincero é necessário ser egoísta”, definição que talvez justificasse Borges na sua comparação entre ler e escrever já que não posso acreditar que qualquer um dos dois, Chesterton ou Borges, quisesse escrever de uma maneira “não sincera”
Há nos dois atos – de ler e escrever – pelo menos pra mim, uma necessidade de solidão profunda, de uma espécie de comunhão que faço comigo quando leio e com alguma outra coisa (que não sei definir) quando escrevo. Sei por que leio; nunca sei por que escrevo. Escrevo intuitivamente, sem organização nem plano algum, numa espécie de ato fisiológico, numa tentativa de deixar algo que, uma vez no papel, sequer parece ter saído de mim. Escrevo sempre assim: para mim mesmo e de uma maneira que é,  ou “pouco civil” como dizia Borges, ou “egoísta”, como definiu Chesterton.
Independente das diferenças entre as duas coisas – ato de criar escrevendo ou de criar-se a si mesmo lendo – não tem mais este mundo a solidão necessária, o elo que defini acima como sendo comum entre as duas atividades, para que qualquer um deles possa ser completo. Essa solidão, essa privacidade urgente àquele que apela à palavra escrita para dar testemunho de sua consciência, parece ter sido esquecida num mundo em que a própria consciência se “dilui”, se perde ou se modifica, a partir de uma experiência que é, antes de tudo, coletiva; jamais individual.
Parece-me, sobretudo quando vejo os jovens, que não existe mais possibilidade de uma leitura nem de uma escrita honestas. A arte de escrever e o prazer de ler estão paralisados, presos diria eu, e quase que que engessados num estereótipo do qual jamais podem fugir. Escreve-se social ou psicologicamente, mas sempre de maneira “útil”, e não se pode ler muito longe disso. Talvez sequer se possa ler “fora” disso, haja visto que é imperativo que nos modifiquemos a nós mesmos ou a sociedade em tudo que criamos. Impossível, portanto, fazer a apologia do devaneio, do belo “per se”, que constitui, ele mesmo, a base de toda discussão filosófica no campo da estética.
Miserável é, pois, toda sociedade que contempla a arte de uma maneira utilitária, de um ponto de vista prático, quer seja ele justificado na base da psicologia ou da política. Essa necessidade de justificação é sintoma de algo muito mais grave, de muito mais “trágico”, diria eu, que é a morte da própria filosofia, pois se necessária é a solidão para que se crie e se contemple a verdadeira arte, ela também o é para que se possa pensar sobre ela, para construir um discurso original sobre o belo que, impedido de nascer, representa a impossibilidade de um discurso original sobre qualquer outro aspecto desta vida e, no final das contas, o “fim” da própria filosofia.

Para o pai

Porto Alegre, 5 de julho de 2015.

sábado, 4 de julho de 2015

COERÊNCIA DE VAGABUNDO PETISTA


MENINO DO SINAL


Menino do Sinal

Milton Pires

Tudo que tinha era pouco e
nada lhe dava alegria. Vivia
quase sozinho com outros o
seu dia a dia..
Ganhava presentes, fazia
“amigos”, em toda viagem
comprava livros. Olhando
era só mais um desses que
não chama atenção...
Mãe sozinha e nenhum irmão,
nele eu só li a tristeza (dessas
que se põem na mesa) de toda
criança que já foi feliz
Dormia rezando baixinho,
e sempre pedindo pra Deus,
“Senhor, dá um sinalzinho..”
Do meu pai que já morreu…
Porto Alegre, 4 de julho de 2015.
para o meu querido Nícolas..

Obrigado NSA e FBI

FOI GRAÇAS A DEUS QUE OS ESTADOS UNIDOS E A NSA "EXPIONARAM O BRASIL" E É POR ISSO QUE ESTAMOS CONSEGUINDO COLOCAR OS VAGABUNDOS PETISTAS NA CADEIA !

RECADO PARA A OABR


OS EMPRESÁRIOS DA MORTE.


Leudo Costa 

Não é mais novidade para ninguém a crise das Santas Casas e dos Hospitais Filantrópicos do Rio Grande do Sul. Aquilo que já era ruim, ficou pior e os motivos para isso são, além da crise que atravessa o estado, a lógica de financiamento do sistema único de saúde. A desculpa usada para explicar os problemas do SUS é exatamente aquela que se usa para defender o socialismo: “ele é perfeito, só não foi implantado corretamente”
Deixando as elucubrações teóricas de lado, na prática está acontecendo o seguinte: hospitais de pequeno porte do interior do estado estão fechando as portas. Hospitais do Vale do Rio Pardo, Centro do Estado, Serra e Litoral já restringem atendimentos ou promoveram demissões devido à crise financeira .Os problemas são provocados pela suspensão nos repasses por parte do governo do Estado e, para que o leitor se confunda, dizem os jornalistas que, também,  da União (a União jamais cumpriu a Constituição). As mais recentes restrições afetam o Hospital Santa Luzia, de Capão da Canoa, e o Hospital Nossa Senhora dos Navegantes, de Torres. Mesmo com todas as carências e limitações, estes centros de atendimento são fundamentais não para saúde, mas para SOBREVIVÊNCIA da população. O Governo Dilma Rousseff, com o apoio de governadores e prefeitos, “investiu” num megaprojeto em que, supostamente, a saúde dos brasileiros seria salva através de UPA's e médicos cubanos (unidades de pronto atendimento). A gigantesca maioria delas está, literalmente, apodrecendo. Em Porto Alegre, a menina (e para não ser machista e ferir sentimentos na Secretaria Municipal da Saúde o “menino”) dos olhos da saúde – o Hospital da Restinga – é um elefante branco que até agora não passa de mais uma UPA. UPA é todo lugar em que se atende o que não é grave o suficiente e deveria estar num posto de saúde, ou é tão grave que deveria estar num hospital. Os hospitais para onde TODOS os pacientes das UPAS estavam indo até aqui estão agonizando. Mais grave do que isso: existe um plano por parte de uma máfia da política gaúcha que tem todo interesse em que isso aconteça. Querem a falência total dos pequenos hospitais para depois comprá-los a “preço de banana”. Nesse meio tempo os pacientes vão pagar com a vida. Alguém pode aceitar que, por exemplo, uma apendicectomia (cirurgia de apêndice) não complicada, tenha que ser realizada em Porto Alegre porque o Hospital de Rio Pardo, Torres, Guaíba ou Tramandaí não vai realizar o procedimento porque não receberá o pagamento ??? Passa da hora dos responsáveis por este descalabro, por mais este genocídio brasileiro, serem presos ! Se não são todos petistas, não há dúvidas de que comungam com a visão marxista da saúde que esses bandidos vem implantando no país desde 1988. A saúde pública sempre teve três fontes de financiamento: União, Estado e Município. O Governo Federal JAMAIS aplicou aquilo que a Constituição MANDA. Até agora, todo peso do pagamento ficava nas costas dos Governadores e Prefeitos. O Estado Rio Grande do Sul foi quebrado pelo governo petista. Agora os hospitais vão fechar. Muita gente, incluindo grandes políticos e médicos canalhas frustrados por não serem políticos, estão esperando essa oportunidade para comprá-los: são Empresários da Morte.  

Porto Alegre, 4 de julho de 2015. 

WE SHALL NEVER SURRENDER !

"This country belongs to Brazilian citizens, and not to the workers' ruler party. We will fight on social networks, in the streets and soccer stadiums. We will fight with self-stickers on cars and pot-banging , we will fight in peaceful protests march and demonstrations, during weekends, holidays and also during a week-day in business workplaces, included hospitals, schools and at the factories entry main gates. We will denounce the false intellectuals , trade unions and political dishonored scoundrel. We will not negotiate it for, we will sacrifice for it, and we will not surrender now or ever, until every workers' ruler party members will  be place in jail, and or be force to leave our Country. "
Porto Alegre
July 3rd, 2015
Dr. Milton Pires .

ORAÇÃO DA SOBRIEDADE


Oração da Sobriedade..
Milton Pires
As noites e garrafas de vinhos
sofrem todas do mesmo mal:
acabam-se quando começam
a ficar boas..e fazem lembrar
certas mulheres, (as dignas e
as “à toa”) por quem tantos
de nós, pobres homens, nos
apaixonamos..
Não sabemos a quem amamos
até que um dia esse amor se
vai...e ao contrário dos copos
que amanhã enchemos e das
noites nas quais bebemos,
velamos pelo amor perdido
em versos e canções fatais
Pobre do homem que não
chora nas noites dos grandes
vinhos...dorme bem sóbrio e
sozinho..
Viveu sem amar jamais...
Porto Alegre, julho de 2015