NESSE MOMENTO O BRASIL PRECISA

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

COMUNISTAS COM MEDO DE LEVAR CALOTE DE COOPERATIVISTAS

Governo teme calote das Unimeds em todo o Brasil

No Rio Grande do Sul seriam R$ 30 milhões, entre débitos tributários e previdenciários.
A dívida das Unimeds com a União ultrapassou R$ 1,247 bilhão e o medo de calote assombra o governo. A informação foi divulgada pelo jornal Valor Econômico. O montante se refere a débitos tributários e previdenciários que estão inscritos na dívida ativa. Segundo o jornal, como o sistema de cooperativas de saúde está pulverizado no país, o mesmo ocorreu com as dívidas e as dificuldades de cobrá-las se espalharam. Um dos casos que têm recebido atenção especial do governo é o da Unimed de Brasília, cujo pedido de insolvência foi acatado pela Justiça. O débito com a União ultrapassa R$ 426 milhões, praticamente 90% do valor se deve ao não repasse ao governo de imposto retido. O Valor Econômico lembra que outro caso que ganhou evidência é o da Unimed Paulistana, em São Paulo. A cooperativa da cidade de São Paulo obteve recentemente uma liminar em ação cautelar impedindo a liquidação extrajudicial decretada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A Unimed Paulistana tem uma dívida de cerca de R$ 163 milhões com a União. Esta Unimed também está tentando, por via judicial, chamar para o processo de liquidação a que está submetida, todo o Sistema Unimed, de maneira a que seus prejuízos não recaiam, integralmente, sobre os seus 2 600 sócios cooperados. Segundo levantamento obtido pelo Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor Econômico, a dívida das Unimeds estaria espalhada por todo o país. No Ceará, a dívida da empresa com a União atingiu R$ 263 milhões e em Pernambuco já está em R$ 85 milhões. No Rio de Janeiro, em mais de R$ 127 milhões. Em Minas Gerais, superam R$ 79 milhões. No Rio Grande do Sul, seriam R$ 30 milhões e no Paraná, R$ 25 milhões. No Pará, é superior a R$ 49 milhões. Além da dificuldade de cobrança por causa de uso de diferentes CNPJs pelo país – cada Unimed constitui uma empresa independente e tem CNPJ individual para cada cooperativa – a dívida das Unimeds cresceu assustadoramente por causa de procedimentos que seriam reconhecidos como criminosos pela Fazenda. Uma das práticas, seria a cooperativa se apropriar de um dinheiro que não seria dela, mas dos trabalhadores. O governo perdeu a tributação das cooperativas e não consegue cobrar a dívida, que deve se transformar num “esqueleto”, com decisões que blindam o patrimônio das cooperativas frente a penhoras e tentativas de cobrança pela Fazenda. O temor de calote do governo é real e a expectativa é de que outras empresas de plano de saúde percorram o mesmo caminho da Unimed de Brasília e entrem na Justiça com pedido de insolvência. Uma vez declarada como insolvente, as penhoras que haviam sido determinadas anteriormente para a Unimed Brasília pagar a dívida são suspensas. Com isso, a cooperativa deve, mas não paga os credores públicos. No caso de Brasília, o juiz da Vara de Falências do Distrito Federal, Edilson Enedino, suspendeu a penhora de dois imóveis que a Unimed foi obrigada a colocar à venda para quitar suas dívidas. Os terrenos no local onde funcionou o Hospital Planalto foram avaliados em R$ 75 milhões e terminaram vendidos, em leilão, por apenas R$ 37 milhões. Em dezembro, a Procuradoria Geral da União (PGFN) entrou com recurso na Vara de Falências para que o dinheiro do leilão seja usado para restituir a União de impostos retidos na fonte que não foram repassados. A legislação garante que os recursos do leilão sejam destinados para restituir o governo. Mas o juiz ainda não tomou uma decisão final. Procurado, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) informou que o juiz não se posiciona sobre casos específicos. Se conseguir um parecer favorável, o governo poderá receber todo o valor do leilão do imóvel de R$ 37 milhões, o que amenizaria as perdas aos cofres públicos e daria um alívio à equipe econômica nesse cenário de forte recessão e, consequentemente, de perdas de receita. A estratégia poderá ser usada para a cobrança de outros planos de saúde que tiverem sua insolvência decretada. A maior parte da dívida das Unimeds está travada na Justiça. O Valor chama a atenção para as notícias de patrocínios das Unimeds a eventos internacionais, a times de futebol e uma campanha de publicidade na televisão. Procurada para se pronunciar sobre as dívidas com a União, a Unimed Brasil informou que acompanha a gestão operacional das 350 cooperativas que integram o Sistema Unimed e oferece apoio na adequação dos planos econômico-financeiros das operadoras, respeitando a autonomia administrativa de cada uma delas. “Apesar do setor de saúde suplementar possuir reservas técnicas na ordem de 40%, que constituem valores considerados como necessários e suficientes para o pagamento futuro de contingências, a incorporação de novas tecnologias, inflação oficial e judicialização são alguns dos fatores que contribuem diretamente para a instabilidade econômica de operadoras de planos de saúde e de cooperativas médicas”. A Unimed do Brasil também informou que em 2014 as cooperativas do Sistema Unimed registraram faturamento de R$ 43,9 bilhões. “A Unimed tem modelo de negócios e perfil mercadológico diferente de seus concorrentes, uma vez que investe constantemente em recursos próprios como construções e ampliações de hospitais e laboratórios”, diz a nota enviada pela Unimed ao Valor Econômico.
FONTE DA NOTÍCIA - DESACATO

blog do Jornalista Polibio Braga: Governo teme calote de R$ 1,2 bilhão das Unimeds. ...

O governo federal passou ao jornal Valor a informação de que as Unimeds já devem R$ 1,2 bi aos cofres públicos, sem perspectiva de que possam honrar o débito.

No RS, a Unimed já estaria devendo R$ 30 milhões.

Quem declarar insolvência, não será executado.

BRASIL RECONHECE O VALOR DO NIÓBIO

Vitória da Mangueira e o Brasil reconhece o valor do "Nióbio"...
Acima, uma foto do "Seu" Nióbio...
Graaaaande "puxador" de Samba...
beijo "no seu coração" Seu Nióbio..

A PESTE

This is a detail from Jan Brueghel the Elder's The Triumph of Death (1597), tackling a subject better known by the famous version of his father Pieter Bruegel (c.1562). Jan Brueghel lived in Italy (Naples, Rome and Milan) between 1589 and 1596 and he was a friend of Rubens. His studio was in Antwerp and that is where he died in 1625 (his death is often attributed to cholera but this disease did not arrive in Europe till 1830). Today the painting above is in Museum Joanneum in Graz, Austria.

Prefeito Galinhati veta lei que manda reforçar segurança para profissionais da saúde que atendem feridos com armas de fogo


Fortunati veta lei que manda reforçar segurança para profissionais da saúde que atendem feridos com armas de fogo:

O prefeito José Fortunatti vetou projeto que obrigava os estabelecimentos de saúde que atendem feridos a arma de fogo, a colocarem equipamentos para reforçar a segurança dos profissionais de saúde, como câmeras de monitoramento e seguranças armados. A nova lei atenderia principalmente o HPS, o Cristo Redentor, o Postão da Cruzeiro e o Vila Nova. A aprovação do projeto havia recebido o apoio da secretaria de Saúde, que agora manifestou-se contra o projeto.

O vereador Alberto Kopittke mandou dizer o seguinte ao editor:

- Não me surpreendo, uma vez que a prefeitura nega-se a tomar qualquer atitude sobre a crise da segurança pública que a cidade vive.

A Câmara poderá derrubar o veto de Fortunati. 

NOTA DO EDITOR DO ATAQUE ABERTO - Como disse uma bandida petista e suposta médica que foi minha chefe em 2002 no PACS quando EU MESMO já pedia isso - "Uma coisa assim pode inibir a população de comparecer na UPA" - Detalhe - hoje ela faz parte do SIMERS 

FIM DA ESTUPIDEZ

Verdadeiro Festival de putaria, baixaria, sujeira, obscenidades, transmissão de doenças, lavagem de dinheiro do tráfico, desperdício de dinheiro público (dentre outras coisas) conhecido como "Carnaval" oficialmente encerrado. Cada imbecil que participou disso vai ter que esperar até o ano que vem. Desejo, sinceramente, que HOJE mesmo o imbecil precise ser atendido pelo SUS, precise ser atendido numa Delegacia de Polícia ou precise fazer a matrícula de seu filho numa Escola Pública.
Milton Pires.

Roger Scruton: Por que os músicos precisam da filosofia?

Por Roger Scruton [*]
12660401_757122817721823_1691184988_nNem tanto — devo admitir — quanto os filósofos precisam da música, mas mesmo assim a necessidade é verdadeira. No passado, a nossa cultura musical teve um firme alicerce na igreja, nas salas para concerto e nos lares. A prática comum da harmonia tonal unia compositores, intérpretes e ouvintes através de uma linguagem comum e as pessoas tocavam os instrumentos em seus lares com um sentido íntimo de pertencimento à música que faziam, assim como a música lhes pertencia. O repertório não era controverso, tão pouco, sobretudo, desafiador, e a música assumia seu devido lugar nas cerimônias e comemorações da vida comum, ao lado de rituais do dia a dia das religiões e em formas de boas maneiras.
Não mais vivemos naquele mundo. Poucas pessoas tocam instrumentos e a música nos lares surge de máquinas digitais, controladas por botões que não exigem cultura para serem pressionados. Para muitas pessoas, especialmente os jovens, a música é uma forma de apreciação solitária a ser absorvida sem julgamento e armazenada sem esforço no cérebro. As circunstâncias da criação musical, por esse motivo, mudaram radicalmente, e isso se reflete não apenas no conteúdo banal da melodia e da harmonia na música popular, mas também no sumiço da melodia e da harmonia no repertório ‘clássico moderno’. Liberta de seus velhos fundamentos institucionais e sociais, a nossa música se lança tanto pela estratosfera modernista, onde somente as ideias podem respirar, quanto permanece ligada à vida terrena, através de mecanismos repetitivos do pop.
Com o grave fim do repertório, portanto, as ideias assumiram o controle. Não é música o que ouvimos no mundo de Stockhausen, mas filosofia — uma filosofia menos valorosa, certamente, mas filosofia mesmo assim. E o mesmo se aplica às outras formas de arte que são dissociadas de seus alicerces culturais e religiosos. A arquitetura de Le Corbusier, Bauhaus e Mies van der Rohe é uma arquitetura de ideias e, quando a futilidade das ideias deixa evidente que elas foram substituídas por outras ideias, elas se tornam igualmente alheias à arquitetura como uma disciplina estética, mas, sobretudo e, inquestionavelmente filosóficas. A arquitetura de objetos de Zaha Hadid e Morphosis não é emitida de uma imaginação visual treinada, ou de um verdadeiro amor pela composição, mas a partir de rabiscos num computador em resposta às ideias. Existe uma filosofia por trás disso, e se as pessoas comuns protestarem que isso não parece certo, que não serve ou que seja ofensivo a todos os padrões naturais da harmonia visual, elas irão obter uma resposta fragmentada dessa filosofia, na qual os conceitos abstratos acabam com as exigências do bom gosto visual. Esses edifícios — dirão a elas — fornecem um uso pioneiro de espaço, abrem novos caminhos, são um desafio emocionante à ortodoxias, identificando-se com a vida moderna. Porém, o porquê dessas propriedades serem virtudes ou como elas se tenham dado a conhecer no resultado são perguntas sem respostas.
12696100_757123437721761_1123198041_nEsse mesmo tipo de filosofia arruinada tem dominado o repertório clássico moderno. Pouquíssimos compositores possuem dons filosóficos e outros poucos ainda tentam justificar sua música em termos filosóficos — a grande exceção foi Wagner que, apesar de sua vasta produção literária, sempre permitiu que sua musicalidade instintiva prevalecesse quando fosse confrontada por suas teorias filosóficas. Mas é justamente a falta de reflexão filosófica que tem levado a arena musical a ser invadida por ideias simplistas. Sem os fortes alicerces promovidos por uma cultura viva de produção musical, a filosofia é o único guia que temos; e quando a boa filosofia está ausente, a ruim ganha espaço.
O pior exemplo disso — e este é um exemplo cuja influência é quase tão forte hoje como foi logo após a Segunda Guerra Mundial — é a “Filosofia da Nova Música”, de Theodor Adorno, publicada pela primeira vez em 1947. Nesse livro, Adorno desenvolve a filosofia de um grande compositor — que quase teve sucesso em fazer o que Wagner não conseguiu — que foi substituir a realidade da música por uma ideia abstrata disso. O serialismo dodecafonista de Schoenberg foi baseado num conjunto de ideias claramente em confronto, mas que, por causa da pretensão do sistema, puderam esmagar as objeções hesitantes de meros amantes da música. Aqui vão algumas dessas ideias:
  • a escala diatônica produz diapasões que poderiam ser obtidos de outras formas e ainda serem usados para fazer uma música inteligível e agradável;
  • melodias poderiam ser construídas sem o uso de escalas, e sem um modo ou tonalidade;
  • as doze notas da escala cromática poderiam ser usadas de tal forma que nenhuma delas se sobressairia como tônica, ou de alguma forma privilegiada;
  • para que isso seja possível é necessário elaborar um arranjo permutativo, em vez de um arranjo sucessivo de diapasões;
  • as harmonias, construídas simultaneamente, abolirão a distinção entre consonância e dissonância, abrindo o caminho a novas formas de sequência harmônica.
12674617_757126711054767_1518800753_nTodas essas suposições envolvem uma intrusão arbitrária de pensamento abstrato no campo do conhecimento empírico, afetando, dessa maneira, a sabedoria que fora adquirida lentamente através de séculos e que não foi, de forma alguma, o produto de um único pensamento. O fato de que não há evidência para elas não conta em nada, uma vez que são filosóficas, parte de uma tentativa a priori de elaborar uma alternativa à música existente. Para Adorno, elas prometiam a renovação da música, a quebra de uma tradição que se tornara banal e afetada por clichês, e a esperança de um novo começo face ao declínio cultural. Esses pensamentos eram feridas em uma filosofia que combinou o Marxismo da Escola de Frankfurt, a denúncia da cultura popular e a adulação intelectual de tudo que fosse recôndito, imprevisível e difícil de seguir. Adorno tinha o dom — o mesmíssimo dom que Schoenberg teve — de mascarar suas visões idiossincráticas como verdades necessárias, e de vestir especulações incomprovadas sob roupagens de autoridade sacerdotal. Ele foi o defensor de uma ortodoxia intimidadora. Não obstante, os argumentos presentes — tanto no livro de Adorno quanto nos artigos originais de Schoenberg — ainda são de uma retórica egoísta, que assume o que eles estabelecem como provas.
A filosofia só pode ser refutada por outra filosofia; e a filosofia oposta não tem estado próxima. Tudo o que temos recebido de Darmstadt e seus sucessores é uma reiteração de clichês apresentados por Adorno, em especial o clichê de que a organização musical em nossa tradição é fundamentalmente arbitrária e que pode ser refeita de acordo com outras regras — permutativas, aleatórias, em séries e daí por diante — enquanto envolve as percepções e interesses que surgem há séculos nas salas de concerto. Esse clichê comete o erro de paradigma da filosofia, que é o de opor-se a uma verdade empírica através de uma mentira a priori.
12669919_757124251055013_457869495_oNão há, de fato, nada arbitrário com a escala diatônica ou o lugar da tônica dentro dela. Enquanto pode haver outras escalas — algumas que soam estranhas aos ouvidos ocidentais — são todas tentativas de se dividir uma oitava para oferecer pontos significativos de pausa e encerramento, e de preservar as harmonias naturais adquiridas através de sequências harmônicas. A escala diatônica é um de vários modos derivados da música de igreja medieval, e sua história não é uma história de invenção arbitrária, mas de uma descoberta gradual. O círculo de quintas, a escala cromática, a modulação, a voz principal e a harmonia triádica — todos são descobertas, representando em cada estágio um avanço no espaço tonal compartilhado. O resultado não é um produto de decisão ou de um plano; é tão natural e embutido na nossa experiência quanto um pilar ou uma viga na arquitetura, ou como fritar e assar na cozinha. Se os compositores querem propiciar o novo, então eles devem reconhecer essa qualidade natural, não se opor. Mesmo assim, a oposição natural tornou-se uma ortodoxia e, quando questionados a explicarem e justificarem essa oposição, os compositores irão, inevitavelmente, apoiar-se sobre algumas variantes da filosofia de Adorno. A música para as salas de concerto vem, crescentemente, seguindo o padrão de Gruppen, de Stockhausen: elaborar efeitos de som, que são organizados por sistemas arcanos de ritmo e altura, onde nenhum ouvido normal possa reconhecê-los como música, mas no qual vêm com notas intimidadoras de um programa explicando por que isso não importa e por que um ouvido normal é um impedimento para a música criativa em qualquer caso.
O que eu disse sobre a peça altamente pretenciosa de Stockhausen será tratado como reacionário e ignorante. Adorno e seus seguidores acusam seus oponentes de ‘não compreenderem’, de estarem parados no tempo e resistirem ao curso da história. Uma espécie de esnobismo anti-burguês infesta as páginas de Adorno, assim como as páginas de seu herói, Karl Marx. A doutrina dos Jovens Hegelianos sobre o curso progressivo da história sobrevive na sua filosofia de música, apesar da contestação esmagadora através da própria história. Uma das grandes realizações de Wagner foi levar a doutrina dos Jovens Hegelianos a sério, adaptá-la a um drama musical de proporções titânicas e permitir que sua música pudesse refutá-la. Ao final, essa é uma das lições mais importantes do“Anel de Nibelungo”. O artista-herói, que está prestes a conduzir um mundo novo de emancipação, ao golpear a lança dos nossos acordos anteriores destrói, dessa maneira, a ordem moral da qual ele depende. Eis a tragédia de Siegfried.
Não é de admirar que Adorno tenha sido tão pessimista sobre o “Anel de Nibelungo”, a composição mais moderna de seu tempo, que mostra em detalhes o porquê de ser contra a natureza para se tornar um modernista. Precisamos voltar a percorrer o terreno completamente coberto por aquela grande obra de arte e levantar, novamente, a questão que importa: como reconciliar a criatividade do futuro com o legado de nossos acordos históricos? Essa questão foi levantada por outros compositores também — especialmente por Hans Pfitzner, em “Palestrina”. E essa ópera contém as sementes de uma outra filosofia diferente daquela outrora imposta por Adorno ao público musical, uma filosofia também aflorada através de T.S. Eliot em seu grande ensaio “Tradição e Talento individual”. De acordo com essa filosofia oposta os artistas verdadeiros não são os antagonistas da tradição, mas seus últimos defensores. Eles pertencem ao futuro porque são guardiões do passado.
[*] Roger Scruton. “Why Musicians Need Philosophy”. Future Symphony Institute.
Tradução: Felipe Galves Duarte
Revisão: Rodrigo Carmo

INFECÇÃO PELO VÍRUS ZIKA E LESÃO OCULAR EM BEBÊS

Ocular Findings in Infants With Microcephaly Associated With Presumed Zika Virus Congenital Infection in Salvador, Brazil

Bruno de Paula Freitas, MD1; João Rafael de Oliveira Dias, MD2; Juliana Prazeres, MD2; Gielson Almeida Sacramento, BS3; Albert Icksang Ko, MD3,4; Maurício Maia, MD, PhD2; Rubens Belfort Jr, MD, PhD2
JAMA Ophthalmol. Published online February 09, 2016. doi:10.1001/jamaophthalmol.2016.0267

Importance  The Zika virus (ZIKV) has rapidly reached epidemic proportions, especially in northeastern Brazil, and has rapidly spread to other parts of the Americas. A recent increase in the prevalence of microcephaly in newborn infants and vision-threatening findings in these infants is likely associated with the rapid spread of ZIKV.
Objective  To evaluate the ocular findings in infants with microcephaly associated with presumed intrauterine ZIKV infection in Salvador, Bahia, Brazil.
Design, Setting, and Participants  Case series at a tertiary hospital. Twenty-nine infants with microcephaly (defined by a cephalic circumference of ≤32 cm) with a presumed diagnosis of congenital ZIKV were recruited through an active search and referrals from other hospitals and health unities. The study was conducted between December 1 and December 21, 2015.
Interventions  All infants and mothers underwent systemic and ophthalmic examinations from December 1 through December 21, 2015, in the Roberto Santos General Hospital, Salvador, Brazil. Anterior segment and retinal, choroidal, and optic nerve abnormalities were documented using a wide-field digital imaging system. The differential diagnosis included toxoplasmosis, rubella, cytomegalovirus, herpes simplex virus, syphilis, and human immunodeficiency virus, which were ruled out through serologic and clinical examinations.
Main Outcomes and Measures  Ocular abnormalities associated with ZIKV.
Results  Twenty-three of 29 mothers (79.3%) reported suspected ZIKV infection signs and symptoms during pregnancy, 18 in the first trimester, 4 in the second trimester, and 1 in the third trimester. Of the 29 infants (58 eyes) examined (18 [62.1%] female), ocular abnormalities were present in 17 eyes (29.3%) of 10 children (34.5%). Bilateral findings were found in 7 of 10 patients presenting with ocular lesions, the most common of which were focal pigment mottling of the retina and chorioretinal atrophy in 11 of the 17 eyes with abnormalities (64.7%), followed by optic nerve abnormalities in 8 eyes (47.1%), bilateral iris coloboma in 1 patient (2 eyes [11.8%]), and lens subluxation in 1 eye (5.9%).
Conclusions and Relevance  Congenital infection due to presumed ZIKV exposure is associated with vision-threatening findings, which include bilateral macular and perimacular lesions as well as optic nerve abnormalities in most cases.

RAINHA DO BRASIL


CARNIVAL IN BRAZIL

by Chef Mueller,
A quick message in attention to our unique dim glowing milky way galaxy in our lovely solar system, included some ET's out there connected to a Google's English translator. What our citizens of the world and outer just saw in past days from Brazil's biggest socialist sexual solicitation event, included a V.I.P blow job package conducted exclusively from Rousseff's well selected full-time prostitutes' coalition within Brazil's territory, commonly recognized to all the people abroad as simple carnival festival, covered by CNN's and BBC's associate press. They're are indeed the true shadowed scums' face of Brazil spread out on the streets, and the most importantly, they certainly didn't came from Zika's ground zero outbreak. In fact, it is just an assemblage composed mainly by a crowd of imbeciles, who alleged been immune from a viral infection .