Dilma é uma filha da puta?

sábado, 25 de outubro de 2014

RESPOSTA AO DEPUTADO JEAN WYLLYS



MINHA RESPOSTA - "Não saiba que Jean Wyllys tinha sido criança e ido ao circo. Não sabia que tinha lido a Bíblia nem que soubesse a diferença entre uma Igreja e um Puteiro financiado pelo PSOL. Pronto falei !" (Milton Pires)

RESPOSTA DA VEJA AOS VAGABUNDOS PETISTAS

A resposta de VEJA
Sobre a fala da presidente no horário eleitoral
A presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição, ocupou parte de seu horário eleitoral para criticar VEJA, em especial a reportagem de capa desta semana. Em respeito aos nossos leitores, VEJA considera essencial fazer as seguintes correções e considerações:
1) Antecipar a publicação da revista às vésperas de eleições presidenciais não é exceção. Em quatro das últimas cinco eleições presidenciais, VEJA circulou antecipadamente, no primeiro turno ou no segundo.
2) Os fatos narrados na reportagem de capa desta semana ocorreram na terça-feira. Nossa apuração sobre eles começou na própria terça-feira, mas só atingiu o grau de certeza e a clareza necessária para publicação na tarde de quinta-feira passada.
3) A presidente centrou suas críticas no mensageiro, quando, na verdade, o cerne do problema foi produzido pelos fatos degradantes ocorridos na Petrobras nesse governo e no de seu antecessor.
4) Os fatos são teimosos e não escolhem a hora de acontecer. Eles seriam os mesmos se VEJA os tivesse publicado antes ou depois das eleições.
5) Parece evidente que o corolário de ver nos fatos narrados por VEJA um efeito eleitoral por terem vindo a público antes das eleições é reconhecer que temeridade mesmo seria tê-los escondido até o fechamento das urnas.
6) VEJA reconhece que a presidente Dilma é, como ela disse, “uma defensora intransigente da liberdade de imprensa” e espera que essa sua qualidade de estadista não seja abalada quando aquela liberdade permite a revelação de  fatos que lhe possam ser pessoal ou eleitoralmente prejudiciais.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

MATÉRIA COMPLETA SOBRE VAGABUNDOS PETISTAS NA VEJA

Petrobras

Youssef: “O Planalto sabia de de tudo!” Delegado: “Quem do Planalto?” Youssef: “Lula e Dilma”

O doleiro Alberto Youssef afirma em depoimento à Polícia Federal que o ex e a atual presidente da República não só conheciam como também usavam o esquema de corrupção na Petrobras

Robson Bonin
EM VÍDEO - As declarações de Youssef sobre Lula e Dilma foram prestadas na presença de um delegado, um procurador da República e do advogado
EM VÍDEO - As declarações de Youssef sobre Lula e Dilma foram prestadas na presença de um delegado, um procurador da República e do advogado (Ilustração Lézio Jr./VEJA)
A Carta ao Leitor desta edição termina com uma observação altamente relevante a respeito do dever jornalístico de publicar a reportagem a seguir às vésperas da votação em segundo turno das eleições presidenciais: “Basta imaginar a temeridade que seria não publicá-la para avaliar a gravidade e a necessidade do cumprimento desse dever”. VEJA não publica reportagens com a intenção de diminuir ou aumentar as chances de vitória desse ou daquele candidato. VEJApublica fatos com o objetivo de aumentar o grau de informação de seus leitores sobre eventos relevantes, que, como se sabe, não escolhem o momento para acontecer. Os episódios narrados nesta reportagem foram relatados por seu autor, o doleiro Alberto Youssef, e anexados a seu processo de delação premiada. Cedo ou tarde os depoimentos de Youssef virão a público em seu trajeto na Justiça rumo ao Supremo Tribunal Federal (STF), foro adequado para o julgamento de parlamentares e autoridades citados por ele e contra os quais garantiu às autoridades ter provas. Só então se poderá ter certeza jurídica de que as pessoas acusadas são ou não culpadas.
Na última terça-feira, o doleiro Alberto Youssef entrou na sala de interrogatórios da Polícia Federal em Curitiba para prestar mais um depoimento em seu processo de delação premiada. Como faz desde o dia 29 de setembro, sentou-se ao lado de seu advogado, colocou os braços sobre a mesa, olhou para a câmera posicionada à sua frente e se pôs à disposição das autoridades para contar tudo o que fez, viu e ouviu enquanto comandou um esquema de lavagem de dinheiro suspeito de movimentar 10 bilhões de reais. A temporada na cadeia produziu mudanças profundas em Youssef. Encarcerado des­de março, o doleiro está bem mais magro, tem o rosto pálido, a cabeça raspada e não cultiva mais a barba. O estado de espírito também é outro. Antes afeito às sombras e ao silêncio, Youssef mostra desassombro para denunciar, apontar e distribuir responsabilidades na camarilha que assaltou durante quase uma década os cofres da Petrobras. Com a autoridade de quem atuava como o banco clandestino do esquema, ele adicionou novos personagens à trama criminosa, que agora atinge o topo da República.
Comparsa de Youssef na pilhagem da maior empresa brasileira, o ex-diretor Paulo Roberto Costa já declarara aos policiais e procuradores que nos governos do PT a estatal foi usada para financiar as campanhas do partido e comprar a fidelidade de legendas aliadas. Parte da lista de corrompidos já veio a público. Faltava clarear o lado dos corruptores. Na ter­ça-feira, Youssef apre­sentou o pon­­to até agora mais “estarrecedor” — para usar uma expressão cara à pre­sidente Dilma Rous­seff — de sua delação premiada. Perguntado sobre o nível de comprometimento de autoridades no esquema de corrupção na Petrobras, o doleiro foi taxativo:
— O Planalto sabia de tudo!
— Mas quem no Planalto? — perguntou o delegado.
— Lula e Dilma — respondeu o doleiro.
Para conseguir os benefícios de um acordo de delação premiada, o criminoso atrai para si o ônus da prova. É de seu interesse, portanto, que não falsifique os fatos. Essa é a regra que Yous­sef aceitou. O doleiro não apresentou — e nem lhe foram pedidas — provas do que disse. Por enquanto, nesta fase do processo, o que mais interessa aos delegados é ter certeza de que o de­poente atuou diretamente ou pelo menos presenciou ilegalidades. Ou seja, querem estar certos de que não lidam com um fabulador ou alguém interessado apenas em ganhar tempo for­necendo pistas falsas e fazendo acu­sações ao léu. Youssef está se saindo bem e, a exemplo do que se passou com Paulo Roberto Costa, o ex-diretor da Petrobras, tudo indica que seu processo de delação premiada será homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Na semana passada, ele aumentou de cerca de trinta para cinquenta o número de políticos e autoridades que se valiam da corrupção na Petrobras para financiar suas campanhas eleitorais. Aos investigadores, Youssef detalhou seu papel de caixa do esquema, sua rotina de visitas aos gabinetes poderosos no Executivo e no Legislativo para tratar, em bom português, das operações de lavagem de dinheiro sujo obtido em transações tenebrosas na estatal. Cabia a ele expatriar e trazer de volta o dinheiro quando os envolvidos precisassem.
Uma vez feito o acordo, Youssef terá de entregar o que prometeu na fa­se atual da investigação. Ele já con­tou que pagava em nome do PT mesadas de 100 000 a 150 000 reais a ­parlamentares aliados ao partido no Congresso. Citou nominalmente a ex-mi­nistra da Casa Civil Gleisi Hoff­mann, a quem ele teria repassado 1 mi­lhão de reais em 2010. Youssef disse que o dinheiro foi entregue em um shopping de Curitiba. A senadora ne­gou ter sido beneficiada.
Entre as muitas outras histórias consideradas convincentes pelos investigadores e que ajudam a determinar a alta posição do doleiro no esquema — e, consequentemente, sua relevância pa­ra a investigação —, estão lembranças de discussões telefônicas entre Lula e o ex-deputado José Janene, à época líder do PP, sobre a nomeação de operadores do partido para cargos estratégicos do governo. Youssef relatou um episódio ocorrido, segundo ele, no fim do governo Lula. De acordo com o doleiro, ele foi convocado pelo então presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, para acalmar uma empresa de publicidade que ameaçava explodir o esquema de corrupção na estatal. A empresa quei­xa­va-­se de que, depois de pagar de forma antecipada a propina aos políticos, tive­ra seu contrato rescindido. Homem da confiança de Lula, Gabrielli, segundo o doleiro, determinou a Youssef que captasse 1 milhão de reais entre as empreiteiras que participavam do petrolão a fim de comprar o silêncio da empresa de publicidade. E assim foi feito.
Gabrielli poderia ter realizado toda essa manobra sem que Lula soubesse? O fato de ter ocorrido no governo Dilma é uma prova de que ela estava conivente com as lambanças da turma da estatal? Obviamente, não se pode condenar Lula e Dilma com base apenas nessa narrativa. Não é disso que se trata. Youssef simplesmente convenceu os investigadores de que tem condições de obter provas do que afirmou a respeito de a operação não poder ter existido sem o conhecimento de Lula e Dilma — seja pelos valores envolvidos, seja pelo contato constante de Paulo Roberto Costa com ambos, seja pelas operações de câmbio que fazia em favor de aliados do PT e de tesoureiros do partido, seja, principalmente, pelo fato de que altos cargos da Petrobras envolvidos no esquema mudavam de dono a partir de ordens do Planalto.
Os policiais estão impressionados com a fartura de detalhes narrados por Youssef com base, por enquanto, em sua memória. “O Vaccari está enterrado”, comentou um dos interrogadores, referindo-se ao que o do­leiro já narrou sobre sua parceria com o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto. O doleiro se comprometeu a mostrar documentos que comprovam pelo menos dois pagamentos a Vaccari. O dinheiro, desviado dos cofres da Petrobras, teria sido repassado a partir de transações simuladas entre clientes do banco clandestino de Youssef e uma empresa de fachada criada por Vaccari. O doleiro preso disse que as provas desses e de outros pagamentos estão guardadas em um arquivo com mais de 10 000 notas fiscais que serão apresentadas por ele como evidências. Nesse tesouro do crime organizado, segundo Youssef, está a prova de uma das revelações mais extraordinárias prometidas por ele, sobre a qual já falou aos investigadores: o número das contas secretas do PT que ele operava em nome do partido em paraísos fiscais. Youssef se comprometeu a ajudar a PF a localizar as datas e os valores das operações que teria feito por instrução da cúpula do PT.
Depois da homologação da de­lação premiada, que parece assegurada pelo que ele disse até a semana passada, Youssef terá de apresentar à Justiça mais do que versões de episódios públicos envolvendo a presidente. Pela posição-chave de Youssef no esquema, os investigadores estão con­fiantes em que ele produzirá as provas necessárias para a investigação prosseguir. Na semana que vem, Alberto Youssef terá a oportunidade de relatar um episódio ocorrido em março deste ano, poucos dias antes de ser preso. Youssef dirá que um integrante da ­coor­­denação da campanha presidencial do PT que ele conhecia pelo nome de “Felipe” lhe telefonou para marcar um encontro pessoal e adiantou o assunto: repatriar 20 milhões de reais que seriam usados na cam­panha presidencial de Dilma Rous­seff. Depois de verificar a origem do telefonema, Youssef marcou o encontro que nunca se concretizou por ele ter se tornado hóspede da Polícia Federal em Curitiba. Procurados, os defensores do doleiro não quiseram comentar as revelações de Youssef, justificando que o processo corre em segredo de Justiça. Pelo que já contou e pelo que promete ainda entregar aos investigadores, Youssef está materializando sua amea­ça velada feita dias atrás de que iria “chocar o país”.
DINHEIRO PARA O PT 
Lula Marques/Folhapress/VEJA
Alberto Youssef também voltou a detalhar os negócios que mantinha com o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, homem forte da campanha de Dilma e conselheiro da Itaipu Binacional. Além de tratar dos interesses partidários com o dirigente petista, o doleiro confi rmou aos investigadores ter feito pelo menos duas grandes transferências de recursos a Vaccari. O dinheiro, de acordo com o relato, foi repassado a partir de uma simulação de negócios entre grandes companhias e uma empresa-fantasma registrada em nome de laranjas mas criada pelo próprio Vaccari para ocultar as operações. Ele nega

ENTREGA NO SHOPPING
Sérgio Lima/Folhapress/VEJA
Alberto Youssef confirmou aos investigadores o que disse o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa sobre o dinheiro desviado da estatal para a campanha da exministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT-PR) ao Senado, em 2010. Segundo ele, o repasse dos recursos para a senadora petista, no valor de 1 milhão de reais, foi executado em quatro parcelas. As entregas de dinheiro foram feitas em um shopping center no centro de Curitiba. Intermediários enviados por ambos entregaram e receberam os pacotes. Em nota, a senadora disse que não recebeu nenhuma doação de campanha nem conhece Paulo Roberto Costa ou Alberto Youssef

ELE TAMBÉM SABIA
Sérgio Lima/Folhapress/VEJA
Durante o segundo mandato de Lula, o doleiro contou que foi chamado pelo presidente da Petrobras, José sergio Gabrielli, para tratar de um assunto que preocupava o Planalto. Uma das empresas com contratos de publicidade na estatal ameaçava revelar o esquema de cobrança de pedágio. Motivo: depois de pagar propina antecipadamente, a empresa teve seu contrato rescindido. Ameaçado pelo proprietário, Gabrielli pediu ao doleiro que captasse 1 milhão de reais com as empreiteiras do esquema e devolvesse a quantia à empresa de publicidade. Gabrielli não quis se pronunciar

CONTAS SECRETAS NO EXTERIOR
VEJA
Desde que Duda Mendonça, o marqueteiro da campanha de Lula em 2002, admitiu na CPI dos Correios ter recebido pagamentos de campanha no exterior (10 milhões de dólares), pairam sobre o partido suspeitas concretas da existência de dinheiro escondido em paraísos fi scais. Para os interrogadores de Alberto Youssef, no entanto, essas dúvidas estão começando a se transformar em certeza. O doleiro não apenas confi rmou a existência das contas do PT no exterior como se diz capaz de ajudar a identifi cá-las, fornecendo detalhes de operações realizadas, o número e a localização de algumas delas.

UM PERSONAGEM AINDA OCULTO
VEJA
O doleiro narrou a um interlocutor que seu esquema criminoso por pouco não atuou na campanha presidencial deste ano. Nos primeiros dias de março, Youssef recebeu a ligação de um homem, identifi cado por ele apenas como “Felipe”, integrante da cúpula de campanha do PT. Ele queria os serviços de Youssef para repatriar 20 milhões de reais que seriam usados no caixa eleitoral. Youssef disse que chegou a marcar uma segunda conversa para tratar da operação, mas o negócio não foi adiante porque ele foi preso dias depois. Esse trecho ainda não foi formalizado às autoridades.

Crédito: Broglio/AP/VEJA
ATÉ A MÁFIA FALOU - Tommaso Buscetta, o primeiro mafi oso a fazer delação premiada. Na Sicília, seu sobrenome virou xingamento
​Quem delata pode mentir?
Alexandre Hisayasu
A delação premiada tem uma regra de ouro: quem a pleiteia não pode mentir. Se, em qualquer momento, fi car provado que o delator não contou a verdade, os benefícios que recebeu como parte do acordo, como a liberdade provisória, são imediatamente suspensos e ele fica sujeito a ter sua pena de prisão aumentada em até quatro anos.
Para ter validade, a delação premiada precisa ser combinada com o Ministério Público e homologada pela Justiça. O doleiro Alberto Youssef assinou o acordo com o MP no fi m de setembro. Desde então, vem dando depoimentos diários aos procuradores que investigam o caso Petrobras. Se suas informações forem consideradas relevantes e consistentes, a Justiça - nesse caso, o Supremo Tribunal Federal, já que o doleiro mencionou políticos - homologará o acordo e Youssef será posto em liberdade, como já ocorreu com outro delator envolvido no mesmo caso, Paulo Roberto Costa. O ex-diretor da Petrobras deu detalhes ao Ministério Público e à Polícia Federal sobre o funcionamento do esquema milionário de pagamento de propinas que funcionava na estatal e benefi ciava políticos de partidos da base aliada do governo. Ele já deixou a cadeia e aguarda o julgamento em liberdade. O doleiro continua preso.
Até o ano passado, a lei brasileira previa que o delator só poderia usufruir os benefícios do acordo de delação ao fi m do processo com o qual havia colaborado - e se o juiz assim decidisse. Ou seja, apenas depois que aqueles que ele tivesse incriminado fossem julgados é que a Justiça resolveria se o delator mereceria ganhar a liberdade. Desde agosto de 2013, no entanto, esses benefícios passaram a valer imediatamente depois da homologação do acordo. “Foi uma forma de estimular a prática. Você deixa de punir o peixe pequeno para pegar o grande”, diz o promotor Arthur Lemos Júnior, que participou da elaboração da nova lei.
Mais famoso - e prolífero - delator da história recente, o mafi oso Tommaso Buscetta levou à cadeia cerca de 300 comparsas. Preso no Brasil em 1983, fechou acordo com a Justiça italiana e foi peça-chave na Operação Mãos Limpas, responsável pelo desmonte da máfi a siciliana. Depois disso, conseguiu proteção para ele e a família e viveu livre nos Estados Unidos até sua morte, em 2000.

DENÚNCIA CONTRA MIM NO CRM FEITA PELO DR.PAULO RICARDO BOBEK - DIRETOR DO GHC






Dr.Paulo Ricardo Bobek - CREMERS 16597
Diretor Técnico do GHC, Médico do Trabalho, 
Pediatra e Acupunturista que encaminha como 
denúncia ao CRM o Boletim de Ocorrência feito pela 
Dra. Ana Paula Ribeiro Rucks CREMERS 28817. 


EXTRATOS DE DISPENSA DE LICITAÇÃO
PROCESSO: 1074/14. DISPENSA: 554/14. OBJETO: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA REALIZAÇÃO DE SELEÇÃO PÚBLICA PARA VAGAS DA RESIDÊNCIA INTEGRADA EM SAÚDE RIS / GHC TURMA 2015. FAVORECIDOS: 08.341.725/0001-55 FUNDACAO LA SALLE. Fundamento: Art. 24 inciso: XIII a Lei 8666/93.
PROCESSO: 1191/14. DISPENSA: 617/14. OBJETO: AQUISIÇÃO DE MATERIAL MEDICO HOSPITALAR. FAVORECIDOS: 00.252.903/0001-60 ESTERILI MED ESTERILIZACAO DE PRODS. MEDICOS HOSP.; 04.078.043/0001-40 MONTEIRO ANTUNES-INSUMOS HOSPITALARES LTDA.; 08.862.233/0001-05 ZAREK DISTR. DE PROD. HOSP. LTDA.; 13.027.836/0001-21 ROBERTO GUILHERME DOS SANTOS.; 15.107.246/0001-34 MUCAMBO S/A.; 15.278.228/0001-15 PROT-MED COMERCIAL E SERVICOS LTDA - ME.; 54.446.810/0001-03 SPECTRUN BIO ENGENHARIA MÉDICA HOSPITALAR LTDA.; 61.418.042/0001-31 CIRURGICA FERNANDES COM. DE MAT. CIRURG. E HOSP.; 71.957.310/0001-47 GREINER BIO-ONE BRASIL PRODS. MEDICOS HOSP.; 82.641.325/0018-66 CREMER S/A FILIAL; 92.690.486/0001-55 SUL BRASILEIRA DE RAIOS X LTDA. Va lidade: 1 (um) mês. Fundamento: Art. 24 inciso: IV a Lei 8666/93. Valor Total R$ 20.153,90 (vinte mil, cento e cinquenta e três reais e noventa centavos). Signatários: Dr. Carlos Eduardo Nery Paes - Diretor Superintendente, Dr. Gilberto Barichello - Diretor Adm. e Financeiro e Paulo Ricardo Bobek - Diretor Técnico. Oficio nº 575C/2014
EXTRATOS DE TERMOS ADITIVOS
Espécie: Terceiro aditamento nº 468/14 ao contrato de prestação de serviços nº 349/12, entre o Grupo Hospitalar Conceição e a CWA ASSESSORIA E MONITORAMENTO DE RÁDIO E TV LTDA., CNPJ n.º 02.058.312/0001-81. Objeto: refere-se à prorrogação do prazo de vigência do contrato original em mais 12 (doze) meses, de 01/10/14 até 30/09/15, bem como ao cancelamento dos serviços, para análise de aproveitamento de mídia da Concorrência. Comparativo do GHC com os hospitais Mãe de Deus, Moinhos de Vento, Santa Casa e São Lucas da PUCRS. Em razão da prorrogação, o CONTRATANTE pagará à CONTRATADA, o valor mensal de R$ 1.800,00 (um mil e oitocentos reais). Permanecem em vigor as demais cláusulas do contrato original ora aditado.
Espécie: Terceiro aditamento nº 478/14 ao contrato de prestação de serviços n.º 329/12, entre o Grupo Hospitalar Conceição e a ANDORRA TRANSPORTES LOCAÇÃO E TURISMO LTDA. - ME, CNPJ n.º 08.307.850/0001-49. Objeto: refere-se à prorrogação do prazo de vigência do contrato original em mais 12 (doze) meses, de 28/09/14 até 27/09/15, sem alteração de valores. Em razão da prorrogação o CONTRATANTE pagará à CONTRATADA o valor mensal de R$ 10.800,00 (dez mil e oitocentos reais). Permanecem em vigor as demais cláusulas do contrato original ora aditado.
Espécie: Quarto aditamento nº 480/14 ao contrato de prestação de serviços n.º 294/11, entre o Grupo Hospitalar Conceição e a NUTRIFLACH ALIMENTOS LTDA., CNPJ n.º 06.077.360/0001-78.
Objeto: refere-se à prorrogação do prazo de vigência do contrato original em mais 12 (doze) meses, de 01/10/2014 até 30/09/2015, bem como ao reajuste dos valores pelo INPC, em 6,3335%. Em razão da prorrogação e do reajuste o CONTRATANTE pagará à CONTRATADA o Valor total estimado mensal de R$ 175.226,24 (cento e setenta e cinco mil, duzentos e vinte e seis reais e vinte e quatro centavos). Permanecem em vigor as demais cláusulas do contrato original ora aditado. Signatários: Dr. Carlos Eduardo Nery Paes -Diretor Superintendente, Dr. Gilberto Barichello - Diretor Adm. e Financeiro e Paulo Ricardo Bobek - Diretor Técnico. Oficio nº 576C/2014

20.02.2008


SIMERS denuncia fraude em concurso do GHC e pede anulação da seleção


O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS) denunciou nesta quarta, dia 20, ao Ministério Público Federal, em Porto Alegre, fraude no concurso público para médicos do Grupo Hospitalar Conceição (GHC). As provas foram aplicadas no domingo, dia 17, em Porto Alegre. 

O presidente do SIMERS, Paulo de Argollo Mendes, protocolou documentos comprovando clonagem de questões de provas de diversas especialidades médicas. Argollo enviou cópia da denúncia e dos documentos e exames para a superintendente do GHC, Jussara Cony. 

A expectativa do dirigente é que a instituição adote medidas urgentes para evitar mais prejuízos aos concursados. A seleção foi realizada para cadastro reserva dos três hospitais do maior grupo hospitalar público do Estado - Nossa Senhora da Conceição, Cristo Redentor e Fêmina. 

A Fundação Universidade-Empresa de Tecnologia (Fundatec), localizada na Capital, foi contratada para cuidar do processo. Dos 56 cargos da seleção para cadastro reserva, 27 eram de especialidades médicas. Os demais envolvem cargos para os níveis Fundamental, Médio, Técnico e Superior. Para Argollo, a irregularidade pode ter beneficiado candidatos. 

"Tudo tem de ser bem investigado e certamente pode atingir os demais cargos da seleção". O SIMERS mostrou que em três seleções para especialidades médicas o número de questões copiadas integralmente ultrapassa 50% da prova de conhecimentos específicos. 

No concurso para cirurgia plástica e hematologia e hemoterapia, metade das 16 questões de conhecimentos específicos repetia formulação de seleções públicas realizadas pelo governo do Pará em 2006 e elaboradas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). 
Já para Medicina de Família, nove das 16 questões específicas eram clonadas. Uma das médicas que denunciou a fraude ao SIMERS disse que descobriu a irregularidade ao fazer pesquisa na Internet. Quando a candidata digitou palavras-chaves das perguntas, o site Google indicou a prova elaborada pela Fundação Mariana Resende Costa, de Belo Horizonte. Nove questões estavam em uma mesma prova e mais quatro idênticas em outro teste da Fundação. 

A representação protocolada pelo Sindicato Médico solicita apuração do MPF sobre provável delito de fraude e medidas cabíveis para assegurar a lisura do concurso. Conforme Argollo, entre as medidas sugeridas está a anulação do processo seletivo. “Não há como negar a existência de graves indícios de crime contra o erário público, de fraude ao processo seletivo e contra a propriedade intelectual”, destacou o presidente do SIMERS.

Dr. Warns Ebola Endgame Could be Medical Martial Law

Dr. Warns Ebola Endgame Could be Medical Martial Law:

When flu season hits, people are going to be coming into the hospital for flu or Ebola, they're not going to know what they have….it's going to be a nightmare, every doctor I've...
Time:
09:03

O ATESTADO DE ÓBITO DA FILOSOFIA NO BRASIL

Estudantes da Unifesp publicam manifesto em apoio a Dilma: Estudantes do curso de Filosofia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) no campus de Guarulhos publicaram um manifesto em apoio à reeleição da presidenta Dilma Rousseff. Eles reconhecem os avanços obtidos nos últimos 12 anos que qualificam como a “construção de uma sociedade mais justa igualitária”.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Hangout Imperdível com Lobão, Tuma Jr., Cláudio Tognolli e Professor Ola...

LULA E DILMA SABIAM DE TUDO

Aquilo que os petistas tanto temiam desde o começo aconteceu: a operação Lava Jato bateu em Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República, e em Dilma Roussef, Eles sabiam da roubalheira vigente na Petrobras. É o que o doleiro Alberto Youssef assegurou à Polícia Federal e ao Ministério Público no curso do processo de delação premiada. Está na capa da VEJA, que começa a circular daqui a pouco. Eis a imagem. Volto em seguida.
Eu poderia engatar aqui aquela máxima de Carlos Lacerda sobre Getúlio Vargas, só para excitar a imaginação de Lula, trocando a personagem. Ficaria assim: “A Sra. Dilma Rousseff não deve ser eleita. Eleita não deve tomar posse. Empossada, devemos recorrer à revolução para impedi-la de governar.”
Mas aqueles eram tempos em que as pessoas prezavam muito pouco as instituições, a exemplo de certos partidos que estão por aí. Eu não! Eu prezo a lei e a ordem. Eu prezo a Constituição do meu país. Eu prezo os Poderes constituídos.
Se as acusações de Youssef se confirmarem, é claro que Dilma Rousseff tem de ser impedida de governar caso venha a ser reeleita, mas em razão de um processo de impeachment, regulado pela Lei 1.079, que estabelece:
Art. 2º Os crimes definidos nesta lei, ainda quando simplesmente tentados, são passíveis da pena de perda do cargo, com inabilitação, até cinco anos, para o exercício de qualquer função pública, imposta pelo Senado Federal nos processos contra o Presidente da República ou Ministros de Estado, contra os Ministros do Supremo Tribunal Federal ou contra o Procurador Geral da República.
E o texto legal estabelece os crimes que resultam em perda de mandato. Entre eles, estão:
- atuar contra a guarda e o legal emprego dos dinheiros públicos;
- não tornar efetiva a responsabilidade dos seus subordinados, quando manifesta em delitos funcionais ou na prática de atos contrários à Constituição;
- proceder de modo incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo;
Se é como diz Youssef — e lembro que ele está sob delação premiada; logo, se mentir, pode se complicar muito — , pode-se afirmar, de saída, que Dilma cometeu, quando menos, essas três infrações, sem prejuízo de outras.
Trecho do diálogo de Youssef com o juiz:
— O Planalto sabia de tudo!— Mas quem no Planalto?, perguntou o delegado.— Lula e Dilma, respondeu o doleiro.
Se Dilma for reeleita e se for verdade o que diz o doleiro, DEVEMOS RECORRER ÀS LEIS DA DEMOCRACIA — não a revoluções e a golpes — para impedir que governe. Afinal, nós estamos em 2014, não em 1954.
Por Reinaldo Azevedo

Texto da Jornalista Cláudia Collucci e Resposta do Editor do Ataque Aberto.


Cláudia Colucci - Folha de S.Paulo

 ''Tá se sentindo mal? A pressão baixou? Chama um médico cubano, fdp!'. A frase por si só é de uma intolerância absurda, mas vinda de um médico, se torna ainda mais repugnante.
Ela foi postada no perfil do Facebook de um médico gaúcho, logo após a presidente Dilma Rousseff se sentir mal enquanto dava uma entrevista na tarde desta quinta (16). Entre os seguidores, muitos também médicos, aprovação total.
Eu entenderia essa grosseria no meio de uma torcida organizada. Mas não entre médicos. Ainda que as próprias entidades médicas estejam em guerra declarada contra o governo de Dilma Rousseff, por conta do programa 'Mais Médicos', baixar o nível a esse ponto é inadmissível.
As entidades deveriam prontamente se manifestar, repudiando atitudes extremistas como essa. Calar-se diante disso é um tiro no pé da categoria. É um grande desserviço à própria imagem. Falta de respeito, seja lá para com quem for, não pega bem, senhores. Podem acreditar.
Além do mais, muitos dos doutores parecem ter se esquecido do juramento que fizeram ao se tornar médicos. 'Não permitirei que considerações de religião, nacionalidade, raça, partido político, ou posição social se interponham entre o meu dever e o meu doente', diz um trecho do Juramento de Hipócrates.
Participei da cerimônia de abertura de um congresso médico nesta semana. Nas falas, nada das novidades da área e as novas perspectivas para os pacientes. Mais parecia um palanque político antiPT.
Mas existem muitos médicos éticos e sensatos. Conheço vários. A maioria coleciona críticas à saúde pública brasileira, mas respeita uma presidente democraticamente eleita. Não é assim que deveria ser?
Como disse um amigo virtual médico: 'A destruição da imagem da classe médica pelos próprios médicos nesse processo eleitoral me deixou profunda e irremediavelmente triste'. A mim também, caro colega.

MINHA RESPOSTA À JORNALISTA Cláudia Collucci - da Folha de São Paulo

Prezada Senhora, 

No que se refere à matéria acima apresentada e que leva sua assinatura peço sua licença para fazer as seguintes considerações:

1. A mensagem de texto que a senhora menciona sem citar meu nome é de minha autoria e foi originalmente postada no Grupo de Facebook "Inglourious Doctor". O grupo, apesar do nome, NÃO é um grupo exclusivo de médicos e tem atualmente mais de 15.0000 membros.

2. A administração e a responsabilidade sobre esse grupo são EXCLUSIVAMENTE minhas. O grupo foi criado para que o Partido dos Trabalhadores, em função de sua ligação com o Foro de São Paulo, seja colocado na ilegalidade. 

3. Eu jamais pedi licença, informei, comuniquei ou solicitei aprovação de qualquer "entidade médica" para fazer QUALQUER post nesse grupo de facebook. 

4. Tudo que escrevo, tanto lá quanto nesse blog, é em primeiro lugar, feito na condição de cidadão e eleitor brasileiro sendo ato de má-fé de sua parte ou de qualquer outro jornalista acreditar que eu fale ou represente os médicos do Brasil. Clara é, portanto, sua intenção de atingir todos os médicos brasileiros no texto que escreveu. 

5. Deveriam, a senhora e seu jornalzinho, lembrar que foi Ministro da Saúde um médico acusado de fraudar Diploma de Especialista em Infectologia e responsável por trazer ao Brasil como escravos os colegas de um país que vive numa Ditadura desde 1959. 

6. Não lhe cabe, na condição de jornalista, autoridade alguma para juízo de valor emitir a respeito daquilo que se discute em "congresso médico". Aliás, não entendi como se justifica sua presença num deles. 

7. Em 20 anos de formado, jamais paciente algum fez qualquer queixa contra mim por "discriminação política" nos termos do Juramento que prestei em 1994 e que a senhora, pateticamente, resolveu citar na matéria tentando, de forma ridícula, despertar conflito entre eu e meus colegas além de demonizar ainda mais uma profissão eleita pelo PT como "inimiga do povo". 

8. Mesmo "chocada" e achando que "baixei o nível" não lhe cabe função alguma no sentido de cobrar das "entidades médicas" punição contra mim no aspecto ético. Pelo contrário, já sabemos que, mesmo sem aprovar o que fiz, disse o Senhor Presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul que não existe previsão de infração no meu caso e que ele entende que me manifestei como cidadão. 

9. Deveria a senhora, no apagar das luzes do Governo Petista, entender que antes de médico, advogado, jornalista ou professor, antes de cor da pele ou conduta sexual, antes de crença em Deus ou no Aquecimento Global, todo cidadão brasileiro tem direito de manifestar-se livremente como tal na condição de eleitor e de pagador de impostos sendo que, no caso de calúnia ou difamação contra terceiros, não há previsão de agravo no código penal pelo que fiz em virtude da minha condição de médico que a senhora insiste em ressaltar. 

10. Concluo, senhora jornalista, que seu texto é mais um fruto da seara dos "jornalistas engajados com a transformação social" e a senhora é uma triste representante de uma profissão que foi totalmente aparelhada pela mais corrupta, assassina e golpista das instituições da história politica brasileira e que, com a Graça de Deus, será varrida do poder no próximo domingo 26 - O Partido dos Trabalhadores. 

Milton Pires - cidadão brasileiro. 
Casado com Maria Luisa
Pai do Paulo Antônio e da Laura
Dono do Cachorro Confúcio.