Dilma é uma filha da puta?

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

TERMO DE DECLARAÇÃO - Dra. Ana Paula Ribeiro Rucks - CREMERS 28817


Ana Paula Ribeiro Rucks 

Ao 09 dias do mês de outubro do ano de 2014, na Assessoria Jurídica do GHC, às 9:00, aí reunida a Comissão de Sindicância, instituída pela Portaria 433/14, instaurada pela Diretoria do GHC, incumbida de apurar possíveis irregularidades constantes no Processo 49./14, com a presença de Maria Luiza Alves de Souza, Presidente, Bruna Gomes Borges e Décio Ignácio Angnes, membros da presente sindicância, compareceu a funcionária ANA PAULA RIBEIRO RUCKS (CP 29733), brasileira, solteira, inscrita no CPF sob nº 976.698.140-04, registrada no CREMERS sob o número 28817, medica, lotada na UTI do HNSC, residente e domiciliada na Rua General Vitorino, 216, apto. 604, Centro Histórico, Porto Alegre/RS a fim de prestar depoimento sobre os fatos relacionados no mencionado processo. Aos costumes disse nada. Avertida sobre falso testemunho e prestado compromisso legal, passou a ser inquirida pela Comissão, por intermédio do Presidente. Perguntada respondeu que trabalha na UTI desde fevereiro de 2012, que está subordinada ao Dr. Willian (coordenador da UTI), que ficou sabendo da solicitação de testemunhas, que foi o coordenador que chamou a depoente para conversar a respeito, que através do Dr. Milton, a depoente já sabia que havia uma ação contra o hospital, que o coordenador da UTI solicitou que a depoente fosse como testemunha, que a depoente não aceitou, que realmente se sente intimidada pelo Dr.Milton, que há algum tempo, durante o turno da tarde, o ambiente de trabalho é tenso, que a depoente faz o mesmo horário que o Dr. Milton, que embora trabalhem em áreas distintas da UTI, que tem área de convivência em comum, que é o estar médico, que está desestabilizada com a situação com o Dr. Milton , que está tomando medicação por conta disso, que está procurando assessoria jurídica, que acha incrível como tomou uma proporção imensa tal situação, que a intimidação é tamanha, que os colegas não entram na sala de estar enquanto o Dr. Milton lá está, que a depoente trouxe documentos, os quais serão juntados aos autos, que o Dr.Willian entendeu o motivo pelo qual a depoente não quis testemunhar no processo trabalhista, que houve um momento que o Dr. Milton teve acesso aos depoimentos dos funcionários da UTI prestados na Junta Recursal, que o Dr. Milton atribuía autoria a cada um desses depoimentos, constrangendo profissionais que lá estavam trabalhando, que este fato foi antes do requerimento de testemunhas pela assessoria jurídica do hospital, que Dr. Milton, certa vez, referiu que “ia pegar o hospital”, que não sabe dizer se algum colega seu, na UTI, se colocou à disposição para testemunhas a favor do hospital, que acha que o Dr. Milton não tem boa relação com ninguém, acha que todas as pessoas que tentam se adequar ao jeito dele, a fim de evitar conflitos, que as pessoas procuram manter uma convivência adequada para atender os pacientes, que em nenhum momento se tem laço de amizade com o Dr. Milton, que o Dr. Milton é agressivo na forma como expõem suas ideias, que sabe que Dr. Milton teve conflitos com duas enfermeiras, Susi Carmona, da qual ocasionou mudança da área 4 para a área 3, durante o turno da manhã, que depois entrou em conflito com a Dr Berenice e com enfermeira Anelise, o que motivou sua transferência para o turno da tarde, que quem promove essas transferências é coordenador da UTI no sentido de apaziguar os conflitos, que o comportamento do Dr. Milton vem a prejudicar o trabalho na UTI, que prejudica no sentido de que ele propicia um ambiente de trabalho ruim, que intimida as pessoas, que não o considera um bom médico, que reputa ele tecnicamente limitado, que a conduta dada pelos colegas anteriores é sempre mantida, que no seu turno o Dr. Milton não acrescenta nada em prol dos paciente, que sobrecarrega os colegas, que enquanto o Dr. Milton se encontra no estar médico fica falando sobre política e ocopa o computador do estar médico, impedindo as pessoas de usá-lo para visualizar os exames dos pacientes. Declarou ainda a depoente, por livre e espontânea vontade, que quer um ambiente bom para trabalhar e cuidar dos pacientes. Do que, para constar, lavrou-se esse termo que depois de lido e achado conforme, vai assinado por todos. Eu, Bruna Gomes Borges, na qualidade de secretária, o digitei e subscrevi.


 Porto Alegre, 09 de outubro de 2014.  

TERMO DE DECLARAÇÃO - NARA AZEREDO - COREN 76.420

Enfermeira Nara 

Ao 09 dia do mês de outubro de 2014, na Assessoria Jurídica do GHC, às 10:00, aí reunida a Comissão de Sindicância , instituída pela Portaria nº433/14, instaurada pela Diretoria do GHC, incumbida de apurar possíveis irregularidades constantes no processo 49/14, com a presença de Maria Luiza Alves de Souza, Presidente, Bruna Gomes Borges e Décio Ignácio Angnes, membros da presente sindicância, compareceu A funcionária NARA SELAIMEN GAERTNER DE AZEREDO (CP 20504), brasileira, casada, inscrita no CPF sob número 387.220.700-87, registrada no COREM sob o nº76.420, enfermeira, lotada na UTI do HNSC, residente e domiciliada na Rua Coronel Armando Assis, nº123, Três Figueiras, Porto Alegre/RS, a fim de prestar depoimento sobre os fatos relacionados no mencionado processo. Aos costumes disse nada. Advertida sobre falso testemunho e prestado o compromisso legal, passou a ser inquirida pela Comissão por intermédio do Presidente. Perguntada respondeu que labora na UTI há 25 anos, que é a coordenadora de enfermagem da UTI, que nesse cargo de coordenação está desde 2010, que conversou com o Dr.Willian sobre a possibilidade de testemunhar a favor do hospital na ação proposta pelo Dr. Milton, que a depoente poderia ajudá-lo para ver quem estava disposto a depor, em relação ao pessoal da enfermagem, que não teve êxito porque ele é muito truculento, principalmente com as mulheres, que hoje na UTI as pessoas tem medo do Dr.Milton, que se refere a todos os profissionais que trabalham com o Dr. Milton na UTI, que desde o recurso da junta recursal quando da avaliação insuficiente do Dr.Milton, ele, com posse desses depoimentos, os lia e atribuía autoria às pessoas, que o Dr.Milton costuma dizer “que a depoente, a Dilma e o Dr. Willian vão se foder”, que o Dr.Milton trabalha na UTI área 03, na qual tem bloqueio epidemiológico, que lá o Dr.Milton não cumpre as normas institucionais recomendadas pelo controle de infecção, que não costuma usar luvas e que entre um paciente e outro não lava as mãos, que a enfermeira Shana o repreendeu e depois, nas situações que ele trocava o avental, ia atrás da enfermeira para avisá-la, de forma intimidadora, que se nós fossemos intimar as pessoas para depor contra o Dr.Milton ninguém iria vir, por medo e intimidação, que a depoente confirma a afirmativa do Dr.Willian, acostada à fl. 04, que classifica o Dr.Milton como um médico ruim, que o Dr. Milton não examina o paciente, ele não vai ver o doente, que suas evoluções são muito breves, que se vale de recursos “recorta” e “cola”, que lembra de um paciente que era do Dr. Milton, que esse passou o paciente para outra área, alegando que a área 04 não poderia atender o paciente, que o Dr. Milton não é bom médico e que não sabe tratar de paciente em estado grave, que as enfermeiras repreendiam em relação ao manuseio do paciente de forma múltipla com o mesmo aparato de isolamento, que o Dr.Milton não respeita as regras institucionais no tocando ao bloqueio epidemiológico, que a depoente sabe de relatos contando que o Dr. Milton chutava lixeiras na UTI, como forma de intimidação da equipe, que o Dr. Milton é uma pessoa “que não está nem aí” com UTI, que ele não tem vínculo afetivo com o hospital, que ele está sempre falando mal da instituição. Declarou ainda a depoente, por livre e espontânea vontade, que o Dr. Milton tem que ser demitido, porque não tem condições de trabalho com esse profissional, que estão apavorados se ele voltar para a UTI. Do que, para constar, lavrou-se este termo que depois de lido e achado conforme, vai assinado por todos. Eu, Bruna Gomes Borges, na qualidade de secretária o digitei e subscrevi.

Porto Alegre, 09 de outubro de 2014.


Depoimento do Dr.Willian Victor Dalprá - CREMERS 24785

Willian Víctor Dalprá - CREMERS 24785

"....no período que o Dr.Milton está afastado por conta do PAD, as pessoas estão trabalhando e sentindo-se muito melhor, que o afastamento do Dr.Milton é exemplar, que com isto estão resgatando o bom ambiente de trabalho."

(Dr.Willian Víctor Dalprá - CREMERS 24785 em depoimento a Comissão do Processo Administrativo 51/14)

AVISO AO PT


A CHARGE DO SPACCA


COMUNICADO AO SINDICATO MÉDICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

Prezada Dra. Denise Teixeira - OAB-RS 42.117
Cumpre informar que, nos autos do processo administrativo que agora respondo, a senhora e o Sindicato Médico do Estado do Rio Grande do Sul são acusados pelo Dr.Willian Victor Dalprá - CREMERS 24785 de "quebra de sigilo de informações" referente a documentos expedidos pela junta recursal formada no sentido de questionar a avaliação prévia. Junto as provas em anexo.
Att,
Milton Pires


Dr.Willian Victor Dalprá


á 


Memorando feito por mim contra Dra.Ana Paula Ribeiro Rucks - CREMERS 28817

Apresento abaixo o memorando feito por mim contra a Dra. Ana Paula Ribeiro Rucks - CREMERS 28817 e entregue ao coordenador da UTI do Hospital Conceição - Dr.Willian Victor Dalprá - CREMERS 24785 Esse documento não consta no processo montado contra mim e, até onde sei, absolutamente nenhuma providência foi tomada. Observem que ele teve o cuidado de assinar, no dia 17 de setembro (quando de fato lhe foi apresentado) na parte posterior da folha e afirma ali (no mesmo dia) "informo que foi encaminhado para o setor de recursos humanos a situação em questão"



Sucessão de fraudes

ESCRITO POR OLAVO DE CARVALHO | 29 OUTUBRO 2014 
Houve fraude nas eleições presidenciais de 2014? Sem o menor temor de errar, afirmo categoricamente: Houve não uma, nem duas, nem mil, mas a mais longa e assombrosa sucessão de fraudes que já se observou na história eleitoral de qualquer país, em qualquer época.
Essa afirmação, que soará hiperbólica aos ouvidos de quem não conhece os fatos o suficiente para poder medi-la, traduz uma verdade literal e simples que qualquer um, se quiser investigar um pouco em vez de julgar sem conhecimento de causa, poderá confirmar por si próprio.
Primeira série de fraudes:
A Lei dos Partidos Políticos de 1995, Art. 28, alínea II, afirma taxativamente que será cassado o registro de qualquer partido que se comprove subordinado a uma organização estrangeira.
O PT, segundo a propaganda do seu III Congresso, reconhece o Foro de São Paulo como “coordenação estratégica da esquerda latino-americana”. Ao subscrever e colocar em prática as decisões das assembléias gerais do Foro, esse partido reconhece sua subordinação a um plano internacional que não somente jamais foi discutido ou aprovado no nosso Parlamento, como também advoga, sem dar disto a menor ciência ao povo brasileiro, a dissolução da soberania nacional mediante a integração do país num monstrengo internacional chamado “Pátria Grande”, cuja capital é Havana e cuja língua oficial é o portunhol.
A sra. Dilma Rousseff, em especial, chegou a ser louvada pelo ditador venezuelano Hugo Chávez como “grande patriota... patriota da Pátria Grande”. Será possível não entender que ninguém pode ser ao mesmo tempo um patriota da pátria brasileira e um servidor leal da organização internacional empenhada em engolir essa pátria e governá-la desde assembléias e em reuniões secretas realizadas em Havana, em Caracas ou em Santiago do Chile?
Quando digo “reuniões secretas”, não é uma interpretação que faço. É o traslado direto da confissão cínica apresentada pelo sr. Luís Inácio Lula da Silva, não numa conversa particular, mas em dois discursos oficiais transcritos na página da Presidência da República (v. um deles em http://www.olavodecarvalho.org/semana/050926dc.htm).
Se ainda vale o princípio de que de duas premissas decorre uma conclusão, esta só pode ser a seguinte: O PT é um partido ilegal, que não tem o direito de existir nem muito menos de apresentar candidatos à presidência da República, aos governos estaduais ou a qualquer câmara estadual ou municipal.
Segunda série de fraudes:
Tão óbvia e gritante é essa conclusão, que para impedir que o cérebro nacional a percebesse foi preciso ocultar da opinião pública, durante dezesseis anos seguidos, a mera existência do Foro de São Paulo, para que pudesse crescer em segredo e só se tornar conhecido quando fosse tarde demais para deter a realização dos seus planos macabros. Nesse empreendimento aliaram-se todos os órgãos da “grande mídia”, reduzindo o jornalismo brasileiro a uma vasta e abjeta operação de desinformação e forçando o povo brasileiro, em sucessivas eleições, a votar em candidatos cujo programa de ação desconhecia por completo e, se o conhecesse, jamais aprovaria.
Terceira série de fraudes:
O Foro de São Paulo é a mais vasta, mais poderosa e mais rica organização política que já existiu no continente. Seu funcionamento – assembléias, grupos de trabalho, publicações, viagens e hospedagens constantes para milhares de agentes – é inviável sem muito dinheiro que até hoje ninguém sabe de onde vem e cuja origem é feio perguntar. É praticamente impossível que verbas do governo brasileiro não tenham sido desviadas em segredo para essa entidade. É mais impossível ainda que grossas contribuições não tenham vindo de organizações de narcotraficantes e seqüestradores como as Farc e o MIR chileno, que ali são aceitas como membros legítimos e tranqüilamente discutem, nas assembléias, grupos de trabalho e encontros reservados, a articulação dos seus interesses criminosos com o de partidos políticos como o PT e o PC do B.
Quarta série de fraudes:
A sra. Dilma Rousseff, servidora dessa geringonça imperialista, jamais poderia ser candidata a qualquer cargo eletivo no Brasil. Urnas que votam sozinhas ou que já chegam à seção eleitoral carregadas de quatrocentos votos para a candidata petista, como tantos eleitores vêm denunciando, são apenas subfraudes, ou pedaços de fraudes, em comparação com a fraude magna que é a presença, na lista de candidatos presidenciais, da agente notória e comprovada de um esquema estrangeiro empenhado em fagocitar e dissolver a soberania nacional.
Quinta série de fraudes:
Eleição com contagem de votos secreta não é eleição, é fraude. O sistema de ocultações montado para isso, sob a direção de um advogadinho chinfrim sem mestrado, sem obra notável publicada e sem qualquer currículo exceto serviços prestados a um dos partidos concorrentes, viola um dos princípios mais elementares da democracia, que é a transparência do processo eleitoral. Como observou uma advogada que tentou denunciar em vão a anomalia imposta ao eleitor brasileiro, “é o crime perfeito: o acusado se investiga a si próprio”.
Que mais será preciso para concluir que, sob todos os aspectos, a eleição presidencial de 2014 foi em si uma fraude completa e majestosa, coroamento da longa sucessão de fraudes em série em que se transformou a política brasileira desde o ingresso do PT no cenário eleitoral?
Publicado no Diário do Comércio.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Dra.Ana Paula Riberiro Rucks - CREMERS 28817 - denuncia esse Blog por "publicações questionáveis" sobre o GHC


Dra.Ana Paula Ribeiro Rucks - CREMERS 28817

Segundo informação procedente da Comissão formada no Processo Administrativo 51/14, declarações dadas pela Dra.Ana Paula Ribeiro Rucks (foto acima) sobre este blog dão conta de que informações "questionáveis" tem sido publicadas por este editor. Declara portanto a Sra. Bruna Gomes Borges (secretária e membro da Comissão) que "em razão da ampliação do PAD procedeu à pesquisa em Sistema Informatizado acessando endereço. http://ataqueaberto.blogspost.com.br/ e concluiu que o conteúdo veiculado é de autoria do funcionário Milton Simon Pires que figura na condição de acusado no presente processo administrativo"..Afirma ainda, a competente pesquisadora e secretária, que o material coligido foi impresso e será acostado aos autos para ciência de todos os membros da Comissão Processante, bem como do acusado para que possa exercer seu direito de defesa, o qual é assegurado pela Constituição Federal." 





RESPOSTA A SENHORA BRUNA GOMES BORGES, DRA. ANA PAULA RIBEIRO RUCKS E COMISSÃO DO PAD 51/14 - Confirmo que TODO material, com raríssimas exceções,  aqui postado é de minha autoria e informo à senhora e à distinta Comissão desse PAD que, para sua tranquilidade,  todo ele foi devidamente entregue conforme orientado à Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio Grande do Sul. 

Artigo de Graça Salgueiro na VEJA sobre o Dr.Milton passa a constar como "prova" no PAD contra o Dr.Milton !

Fantástico ! Grupo Hospitalar Conceição (em Porto Alegre - RS) passa a usar artigo da Revista VEJA escrito pela Jornalista Graça Salgueiro sobre a perseguição ao Dr.Milton Pires, médico intensivista no Hospital Conceição, como "prova" contra o próprio Dr. Milton ! A prova está aí: a folha 121 do Processo Administrativo contra o médico traz a matéria da Jornalista (em defesa do médico) como "prova" - sabe Deus de quê - contra ele...rsss..