quinta-feira, 2 de outubro de 2014

O CRIME DO DR.MILTON - PARTE V

http://www.gilneilima.com/#!O-CRIME-DE-MILTON-PIRES-PARTE-V-A-HORA-DA-ORQUESTRA/cjds/336C7D40-185D-427A-89EE-415E439BA461


O CRIME DE MILTON PIRES - PARTE V - A HORA DA ORQUESTRA

Por Gilnei Lima


                           Alguns jornalistas gostam de "surpresas", principalmente se elas chegam em primeira mão, transportadas pelas energias ocultas das criaturas do além. De um ultraplanisfério. De um cosmos paralelo, materializando-se para desvendar as ações famigeradas que são orquestradas contra opositores do famigerado aparelho do Estado de Penúria. Penúria é novo codinome de Pindorama, a Terra Brazilis. Estou de posse do PAD 51/14 (processo administrativo disciplinar) movido pelo GHC - Grupo Hospitalar Conceição - contra Milton, O Monstro, que se transmuta no médico Dr. Milton Simon Pires.

Interrompo a edição deste texto para uma reflexão de última hora.

Repentinamente surgiu um questionamento novo. Milton tem o sobrenome "Simon", o que faz dele um descendente judeu. Como temos um governo Xiita, que fala em "dialogar" com o mais cruel e sangrento grupo assassino dos últimos tempos, que vêm literalmente arrancando cabeças de judeus e cristãos, o Estado Islâmico, talvez tenhamos encontrado um dos pilares da avalanche que desaba sobre Milton Pires.

Como a imaginação às vezes nos privilegia, começo a cogitar uma dose dupla de horror ao médico, cuja reputação vem sendo assassinada:
1) A oposição ao regime político ditatorial-bolivariano-socialista-comunopetista.
2) Sua ascendência advinda das vertentes de Adonai, na terra prometida. Israel.

Conjecturas, conjecturas.

Como estamos na quinta epístola da saga vivida pelo profissional da saúde, que é médico intensivista da UTI do Hospital Nossa Senhora da Conceição, já sabemos qual é o objetivo da "orquestração" de um suposto crime - se colar, colou - ou, no mínimo, de uma grande falta disciplinar, que leve Milton, O monstro a ser "desligado à bem do serviço público". Quanto à isto, todos já sabem. O que não sabem é que um novo produto surgiu no dia de hoje.

Consta, à folha nº 20 de respectivo PAD, que no dia 18 de julho de 2013, teria sido aplicada uma advertência por escrito ao nosso personagem, cujo juridiquês da assessoria da "Orquestra", digo, jurídica do hospital nos diz:

[Antes, um aparte - observem o topo do documento onde consta justamente a palavra 'orquestra'. Sugestivo, não?]

"Visto que, nos termos do devido processo, na manhã do dia 18 de julho de 2013, por volta das 9:00h da manhã "em discussão sobre organização e distribuição da assistência médica daquele dia para a área 3 da UTI, o profissional em questão [Milton, O Monstro] agiu de forma inadequada, com postura não esperada para o adequado convívio entre os profissionais médicos, com exposição desnecessária de sua colega de trabalho, gerando constrangimentos,invocando sentimentos de desrespeito e humilhação ao utilizar palavras e argumentos desagregadores"

[Registro que, ao ler essa última frase, fiquei com a voz embargada, lembrando de Chiquititas]

"Acrescenta ainda a senhora Cláudia de Fátima da S. Terra (assistente de coordenação da Unidade de Pessoal do HNSC), que subscreve a advertência em 7 de agosto que - 'Nós só esperamos que tome as providências necessárias a fim de que não se repitam as irregularidades acima discriminadas, pois poderá acarretar-lhe penalidades mais severas conforme o Artigo 482 e alíneas da CLT'."


Como se não bastassem todas estas orquestrações, que partem de Boletim de Ocorrência policial com denúncias falsas, feitas mais de vinte e quatro horas depois do médico fazer queixa policial com mesmo teor, só que ao inverso. Agora brota um processo administrativo disciplinar, parecendo escola de ensino fundamental, e não uma das mais conhecidas instituições hospitalares do país, fundada por Jair Boeira de Almeida, que deve revolver-se em seu mausoléu.

Talvez seja ele, o velho Jair, que vem me trazendo estas informações, em minha sessão mediúnica diária. Então me deparo com esta novidade, a de hoje, da advertência "fake", que ainda tem a cara de pau de apontar, em manuscrito que o médico Milton Pires negou-se a assinar o recebimento da advertência escrita e que, os fatos nela narrados tem como "testemunhas os rotineiros médicos e enfermeiros da manhã das áreas 3 e 4 no dia 18 de julho de 2013".

Ora, vamos começar a falar um pouco mais sério. Será que esse pessoal tão amador, mas visivelmente perigoso, não percebe que a cada dia se enrolam mais em seus próprios tentáculos?

De tudo que se colhe até aqui, nada resulta em certezas, exceto a de que há um enorme esquema de difamação e injúria.

De crimes contra a honra, a dignidade, a reputação pessoal e profissional de um médico, que se mantém firme em sua posição de opositor ao regime ditatorial e espúrio, que governa uma grande instituição de saúde, transformada em aparelho político, que é de domínio público; que inúmeras vezes relatou publicamente os desmandos, desvios de materiais, equipamentos e medicamentos adquiridos para a sociedade com o dinheiro "arrancado" da sociedade, na forma de impostos; que os funcionários do GHC, em greve ocorrida em março de 2014, ostentavam faixas nas quais denunciavam os assédios morais, pressões políticas, perseguições e outras ações similares ao que ocorre agora com este médico.

Um servidor público que não se curva à partidarização da saúde pública, tampouco beija os anéis do papado socialista e os denuncia.

O crime de Milton Simon Pires é ser oposição às ideologias que amordaçam e fazem das pessoas que recorrem ao SUS, seus reféns. Pior: reféns doentes, carentes e desesperados, em muitos casos, já que sua atividade como cardiologista e médico de cuidados intensivos é justamente na UTI do Hospital Conceição.

As perguntas que restam de tudo que vem sendo relatado, ainda são lacunas em branco. São incógnitas em uma equação insolúvel, cujo resultado é zero de honestidade.

Portanto, ficam as perguntas cujas respostas são segredo de Estado para ocultar a farsa da "orquestra" (registro novamente: veja o sugestivo nome do 'sistema' no topo dos documentos):

- Poderia o prestigiado hospital dizer qual o nome da colega do médico, funcionária do hospital, que este teria ofendido?

- Poderia o Hospital dizer quais são as testemunhas secretas (entre médicos e enfermeiros das áreas 3 e 4) desse terrível ato do terrível Dr. Milton?

- Quem é a pessoa por trás da caligrafia que escreveu que o médico "negou-se a assinar a advertência" e quem é essa citada testemunha nisso?

A direção do GHC, particularmente do Hospital Nossa Senhora da Conceição, resiste em reconhecer que este é um fato público, "dito como verdadeiro" e ocorrido em uma instituição pública, e não em um terreiro de uma roça qualquer, invadida pelo MST. O GHC não é terra desapropriada para servir aos interesses de um partido político e seus sequazes comparsas e serviçais.

O médico Dr. Milton Simon Pires não é empregado de um partido! Ele presta seus conhecimentos e práticas da boa medicina, sob o juramento de Hipócrates, aos cidadãos brasileiros, e não a um grupo de hipócritas.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

APELO PÚBLICO


"Quando um vagabundo petista impede um médico de trabalhar num hopital e o suspende por 60 dias, quando bandidos que pertecem a um partido que mata prefeitos não deixam o MInistro Joaquim advogar, quando terroristas tentam revogar a lei da anistia ou psicopatas se masturbam em público com a estátua de Nossa Senhora, somos TODOS nós que estamos sendo ameaçados..todos nós estamos sendo atingidos e abertamente avisados daquilo que se aproxima. Domingo é a nossa última chance de mudar isso..Ajudem a VARRER os vagabundos petistas do Governo Brasileiro..Só depende de nós.."
Milton Pires..

terça-feira, 30 de setembro de 2014

O CRIME DE MILTON PIRES - A SAGA CONTINUA


Por Gilnei Lima*

No próximo dia 08 de outubro, às 13:30h, no teatro GHC, acontece a estreia do espetáculo macabro-tragicômico Vamos tentar esfolar Milton o Monstro, tendo como protagonista o médico Milton Simon Pires, que aceitou o desafio de vestir a pele da personagem "Eu por mim mesmo".

Na data da estreia, talvez sob novo governo bolivariano, ainda sem definição da titularidade, mas para regozijo e deleite da direção do Grupo Hospitalar Conceição, que estará e êxtase caso isso se confirme, com o "segundo tempo" entre Dilma e Marina, quando estas deverão combinar como repartirão o país para vende-lo em pequenos lotes a outros países com governos ditatoriais.

O roteiro da encenação foi escrito com a colaboração de uma médica, cúmplice da direção artística da entidade, e devidamente registrado na Delegacia Especial de Atendimento à mulher. A trama descreve uma grave acusação contra Milton - o Monstro, onde este ameaça denunciar a médica ao Cremers, por sua atitude nada educada de gritar com Milton - o Monstro, dentro da UTI, na presença de pacientes em estado grave.

No segundo ato, Milton - o monstro, se dirige até a sala de "estar médico" e faz a ameaça de denunciar a médica neurossensível (neurastênica - neurótica - cúmplice) ao Conselho Regional de Medicina. Então, feito esta ameaça terrível e avassaladora, Milton - o Monstro, retira-se da sala e some nos sombrios corredores do macabro hospital.

Momentos mais tarde, como se surgisse do nada, talvez do aquém ou do além, onde vivem as criaturas das sombras, Milton - o Monstro teria dado um encontrão, causando pré-orgasmo quase fatal na médica. Esta, sentindo-se insultada por não ter atingido o clímax, corre até a delegacia de proteção à mulher e diz que Milton - o Monstro a agrediu com um "encontrão".

As autoridades policiais, aterrorizadas com as alegações, querem conduzir a médica "vítima" ao Departamento Médico Legal para exames em seu corpo aviltado. É neste momento que a médica soluça, derrama uma singela lágrima e recusa o exame, porque, infelizmente, Milton - o Monstro não deixou suas marcas em seu virginal corpo ardente.
-----------------
Se retirarmos o sentido lírico do texto acima, esta é a descrição do Boletim de Ocorrência registrado na DEAM, de Porto Alegre, cujo acusado, de fato, é Milton - o Monstro.

(recebemos cópia do boletim de registro de ocorrência, bem como o termo de intimação para interrogatório disciplinar no GHC)

*jornalista

RESPOSTA AO BOLETIM DA DRA. ANA PAULA RIBEIRO RUCKS

AGORA UMA "SURPRESA" PRA VOCÊS..OBSERVEM A DATA e HORA EM QUE FOI FEITO POR MIM MESMO, MILTON PIRES E OS TERMOS USADOS E COMPAREM COM O BOLETIM DA DRA. ANA PAULA

Registro de Ocorrência de Infração Penal - Ofensa
N° protocolo 2014 0904 3477 321

Atenção. Documento para conferência de dados, sem validade legal.


Aguarde retorno da Delegacia Online para saber se o seu registro foi deferido.


Fato ocorrido em 03/09/2014 às 15:30 h

Rua Carlos Trein Filho, 596, Bairro Cristo Redentor, Ponto de Referência: UTI AREA 3 HNSC
Porto Alegre RS, Brasil
Descrição do Fato

Houve ofensas a alguém. Foram atribuídas ofensas à reputação da vítima no meio social em que ela
vive. Haviam pessoas presentes no momento da ofensa. A vítima não foi agredida fisicamente.
Informa o depoente que na tarde do dia 3 de setembro desempenhava suas atividades como médico
rotineiro da UTI 3 do Hospital Nossa Senhora da Conceição quando, atendendo paciente de nome
Luciana (box 144) em insuficiência respiratória aguda a médica ANA PAULA RIBEIRO RUCKS -
CREMERS 28817, perante a equipe que prestava assistência à referida paciente afirmou que
"estavam deixando a mesma esgualepar-se" dando claramente a entender que o depoente teria sido
omisso no seu atendimento como médico intensivista. Relata ainda que, após o fato, avisou (em
ambiente SEM TESTEMUNHA) a referida médica que, incorrendo na mesma atitude mais uma vez,
seria denunciada ao Conselho Regional de Medicina. Procedidas as ações necessárias para que a
paciente fosse colocada em suporte ventilatório mecânico, quando estava saindo do box, levou um
encontrão da médica no corredor da UTI. Informa ainda que, em função do ocorrido, afastou-se do
trabalho em licença.

REGISTRADO COMO DEFERIDO  DIA 4 DE SETEMBRO ÀS 10:04 H.

Protocolo número 2014 0904 3477 321


TERMOS DO BOLETIM DE OCORRÊNCIA DA DRA.ANA PAULA RIBEIRO RUCKS

CONFORME JÁ PUBLICADO, SÃO OS TERMOS DO BOLETIM REGISTRADO ÁS 16:55 DO DIA 4 DE SETEMBRO DE 2014 DE AUTORIA DA DRA.ANA PAULA RIBEIRO RUCKS

"Relata a vítima, médica intensivista do Hospital Conceição, que sentiu-se ameaçada por um colega de trabalho, também médico, intensivista da UTI do referido hospital. Segundo relata, o acusado era responsável pelo atendimento do leito 1144. Relata a vítima que a paciente estava em um quadro de disfunção ventilatória e, preocupada com a situação da paciente, perguntou ao colega se poderia instalar a ventilação não invasiva com o que Milton prontamente concordou. Diz que, logo em seguida, o acusado foi reavaliar a paciente e ela observou que o mesmo estava procedendo com entub ação endotraqueal. Diz que, em seguida, foi para a sala dos médicos e quando estava sozinha no local o acusado adentrou e disse-lhe: vou aproveitar que tu está aqui sozinha e te falar: a próxima vez que tu gritar na UTI dizendo que uma paciente minha está esgualepada, vou te denunciar para o CREMERS. A vítima informa que em momento algum gritou na UTI e pediu para o acusado para que ele repetisse o que ele havia dito, pois gravaria com seu celular. Assim, relata que o acusado deixou rapidamente a sala. Diz ainda que, logo em seguida ao passar pelo corredor, foi esquivar-se do acusado o qual lhe deu um encontrão de ombros. A vítima diz que sentiu-se ameaçada tanto pelas palavras ditas pelo colega quanto pela atitude física agressiva de dar-lhe um encontrão. Diz que depois soube que o acusado havia deixado os pacientes sob a responsabilidade de outro médico e deixou o plantão na UTI. A vítima diz que está temendo por sua integridade física. Sentindo-se ameaçada e intimidada pelo colega, ora acusado. Dispensa encaminhamento ao DML visto afirmar não possuir lesões. Manifesta o desejo de representar criminalmente contra o acusado. Nada mais. 

ORGÃO DE DESTINO INICIAL - DEAM / PORTO ALEGRE - DELEGACIA DE POLÍCIA ESPECIALIZADA NO ATENDIMENTO À MULHER

BOLETIM DE OCORRÊNCIA POLICIAL FEITO PELA DRA.ANA PAULA RIBEIRO RUCKS CONTRA O DR.MILTON PIRES


COMUNICAÇÃO DE ABERTURA DE PROCESSOA ADMINISTRATIVO CONTRA O DR.MILTON PIRES RECEBIDA HOJE


segunda-feira, 29 de setembro de 2014

ASSÉDIO MORAL NO HOSPITAL CONCEIÇÃO EM PORTO ALEGRE


Foto feita por mim no dia 31 de março de 2014 na entrada do Hospital Conceição. Essa faixa foi colocada pelos funcionários bloqueando a entrada principal da instituição dirigida pelos vagabundos do PT e do PC do B que me acusam de "bater em mulher"....- como eu digo..."eu adoro surpresas"...