Ataque Aberto

"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

sexta-feira, 22 de junho de 2018

DIREITO DE GREVE DO SERVIDOR PÚBLICO – DIÁLOGO ENTRE PLATÃO E UM MILITANTE DO PARTIDO NOVO



Partido Novo – Oi, Tio Platão...Tudo bem?

Platão – Anh? Ah, sim, sim...Tudo bem…

Partido Novo – Tio, você viu que os médicos, professores e policiais querem fazer greve no Serviço Público? Isso é o FIM DA PICADA! Servidor público não pode fazer greve, você não acha?

Platão – Não...na verdade não acho, não. Acho até que o servidor público é o ÚNICO que deveria ter seu direito de greve assegurado! Azar dos outros todos! Pelos outros eu não me interesso...

Partido Novo – Sério, tio? Ai, tio, credo, cruzes, pra que ser desse jeito tão assim com as pessoas? Ai que horror! O senhor não acha que a “sociedade civil como um todo” vai ser prejudicada se ficar sem os “serviços essenciais” ??

Platão – Mas é claro que acho! Aliás, a ideia é EXATAMENTE essa: prejudicar a sua “sociedade civil” como um todo!

Partido Novo – Ai, cruzes, tio, que horror...Como assim???

Platão – Ai, meu saco...Já vi que isso vai levar tempo. Vamos lá: em primeiro lugar, não existe isso que você chama de “servidor” e isso que você chama de “sociedade civil”

Partido Novo – Como assim??

Platão – o Servidor Público É PARTE da sua “sociedade civil como um todo”! Serviço Público é (ou deveria ser) a Sociedade Servindo a si mesma através do Estado! O Servidor Público é, em primeiro lugar, parte da Sociedade; só depois é que ele é parte do Estado.

Partido Novo – Ah, mas o senhor tem prova disso?

Platão – Tenho, sim! A prova é que se o Servidor Público fizer greve, ele SE PREJUDICA junto com todo resto da Sociedade! Filho de policial e de professor depende de serviço público e já tá cheio de médico usando o SUS também !

Partido Novo – Ah, pois é...Eu não tinha pensado nisso..Mas como o senhor acha que a gente pode melhorar esses problemas todos com os “serviços essenciais”??

Platão – Em primeiro lugar vocês tem que CONSIDERÁ-LOS essenciais: vocês, na sua maioria, são vagabundos chinelões que só pensam em Carnaval, bunda de mulher, churrasco e futebol. Vocês não dão a mínima para mais nada até que a “neném” da Vagineide fique “encatarrada” ou “pressão mínima da Dona Nhanhá passe da máxima”

Partido Novo – Ai, tio...não é bem assim, não, tá? A gente paga impostos, então tem direito a serviços, né??

Platão – Não, não tem, não!

Partido Novo – Mas por que não, meu Deus??

Platão – Porque além de pagar impostos você VOTAM nos caras que vão decidir o que fazer com o dinheiro dos impostos!. Aí funciona da seguinte maneira: vocês não querem nem saber se os caras vão pagar nem quanto vão pagar para médicos, policiais e professores. Se vocês tiverem churrasco, bunda de mulher, Carnaval e futebol, não faz mal nenhum que os caras que VOCÊS elegeram gastem o dinheiro da Saúde, Educação e Segurança com putas, barcos, viagens e depois venham falar em “mosquito da gripe” ou “toxoplasmose da água” - vocês não dão a mínima!

Partido Novo – Ai, tio, mas então como solucionar isso? O que você faria em primeiro lugar?

Platão – Em primeiro lugar eu deixaria TODOS os funcionários públicos fazerem greve quando bem quisessem, só que eu faria o seguinte: o cara que é funcionário público não pode fazer mais absolutamente NADA na vida para ganhar dinheiro. Se ele é PM, não pode ser leão de chácara em boate no Centro de Porto Alegre. Se ele é professor da Rede Pública, não pode dar aula no Rosário e no Anchieta. Se ele é médico da Unidade de Saúde Mao Zedong, não pode ter consultório no Moinhos de Vento! A única coisa que um funcionário público pode ter de privada na sua vida são as relações com a mulher dele e seus filhos; mais NADA. Em segundo lugar, mesmo mantendo a estabilidade de todos eles, eu criaria uma carreira de progressão com salários diferentes! Quanto mais o cara estudar e melhorar, mais ele ganha no serviço público.

Partido Novo – Ai, tio...cruzes...ai que horror...Pra que ser “tão assim”?? Outra coisa: se você fizer isso, não vai sobrar NINGUÉM no Serviço Público: todo mundo larga e vai fazer outra coisa, tá??

Platão – Exatamente! É essa a ideia!! É isso mesmo!!

Partido Novo – Tio, você é louco...que horror! E aí ? “Como fica”?? (assim mesmo sem o “é que”)

Platão – Aí a sociedade de vocês que só pensa no pé do Neymar, na Marielle, em bunda de mulher, Carnaval e futebol vai ter que decidir quanto vai pagar para um policial, um professor ou um médico do serviço público, meu chapa !

Partido Novo – Ai, tio..mas é que a gente quer “diminuir o Estado”, você quer aumentar, né?

Platão – não mesmo! Pra começar, já vimos que a minha definição de Estado, Sociedade e Servidor Público é diferente da sua. Em segundo lugar, VOCÊ identifica o Servidor Público como parte do Estado! Eu; como parte da Sociedade…

Partido Novo – Pois é ...isso é verdade...como isso aconteceu, tio?

Platão – Isso aconteceu depois que os Vagabundos Petistas chegaram ao Poder. Na opinião de vocês, que são a turminha da Revolta de Atlas, TODO SERVIDOR PÚBLICO é Vagabundo Petista: isso não é verdade e vocês vão ter que aprender isso por bem ou por mal.

Partido Novo – Ai, mas então o senhor não acha que tem que diminuir o Estado?

Platão – De jeito nenhum! Primeiro vocês tem que definir O QUE é o Estado, qual a função dele e depois ver que tamanho ele tem. Vocês tem um dos MENORES Estados do Mundo. O Estado Brasileiro é minúsculo! O que vocês tem é uma Gigantesca Organização Criminosa que serve como cabide de empregos para bandidos!

Partido Novo – Mas então, tio? Não é esse Estado Gigante que forneceu as condições para toda essa Corrupção ???

Platão – Mas é claro que não! Foi a Corrupção que forneceu as condições para que o Estado ficasse gigantesco !!! Vocês querem que o Estado Brasileiro INTEIRO seja perfeito, barato e possa caber num aplicativo do celular do Rodrigo Constantino! Não vai dar certo.

Meu querido, vou terminar por aqui: agora eu tenho que dar aula na Academia de Atenas, eu não tenho nenhum outro emprego e chego sempre na hora certa. Além disso, mais tarde eu preciso continuar escrevendo aquele meu livro, "A República". Adeus !

REVISTA BULA - As 21 cidades com melhor qualidade de vida do mundo

As 21 cidades com melhor qualidade de vida do mundo:



As 21 cidades com melhor qualidade de vida do mundo


Todos os anos é divulgado um ranking com as cidades que possuem a melhor qualidade de vida em todo o mundo. Elaborado pela empresa de consultoria Mercer, a seleção analisa 450 cidades, e leva em conta uma gama de aspectos, tais como: ambiente político e social, ambiente econômico, ambiente sociocultural, condições de saúde pública, escolas e educação, lazer, bens de consumo, infraestrutura de habitação e meio-ambiente. Em 2018, muitas cidades se mantiveram na mesma posição que alcançaram no ano anterior. No entanto, houve algumas surpresas. A primeira colocação é ocupada por Viena, na Áustria; seguida de Zurique, na Suíça; e Auckland, na Nova Zelândia.

21 — Perth, Austrália


Perth, Austrália


Perth possui algumas das praias mais bonitas da Austrália, além de uma das melhores qualidades de vida do mundo. Durante o verão, ela se converte em um reduto artístico e cultural, e se destaca também por baixíssimos índices de criminalidade.
20 — Hamburgo, Alemanha


Hamburgo, Alemanha


Hamburgo se tornou um centro de mídia, indústria e cidadania. Além disso, abriga o segundo banco mais antigo do mundo: o Berenberg Bank. Economia e política são estáveis.
19 — Ottawa, Canadá


Ottawa, Canadá


Considerada a cidade mais educada do Canadá, Ottawa tem instituições de educação, pesquisa e cultura de referência em todo o mundo. Além disso, os seus índices de desemprego são muito baixos.
18 — Luxemburgo, Luxemburgo


Luxemburgo, Luxemburgo


A capital do pequeno país europeu que faz fronteira com Bélgica, França e Alemanha mostra que tamanho não é documento. A cidade possui uma economia ascendente, e baixíssimos índices de criminalidade.
17 — Toronto, Canadá


Toronto, Canadá


A capital financeira do Canadá possui uma crescente cena de entretenimento, abrigando festivais de cinema e de arte famosos. A multiculturalidade aliada à segurança pública também são outros destaques.
16 — Melbourne, Austrália


Melbourne, Austrália


A cidade é um dos melhores lugares do mundo no que se refere à educação e saúde. Aspectos que a fazem ocupar a 16ª posição do ranking em qualidade de vida desde 2017.
15 — Wellington, Nova Zelândia


Wellington, Nova Zelândia


A segunda cidade mais populosa da Nova Zelândia, Wellington possui um forte cenário cultural, gastronômico e tecnológico. Além da qualidade de vida, ela já foi considerada a cidade mais “descolada” do planeta.
14 — Berna, Suíça


Berna, Suíça


Berna é a segunda cidade mais segura do mundo. Sendo assim, não é difícil imaginar o porquê de ela figurar no ranking. Infraestrutura e estabilidade econômica são outros de seus destaques.
13 — Berlim, Alemanha


Berlim, Alemanha


A capital da Alemanha possui boas oportunidades de emprego, alto padrão de moradia, excelente segurança pública e muitas opções de atividades artísticas e culturais.
12 — Amsterdã, Holanda


Amsterdã, Holanda


Combinando vida moderna e urbana, Amsterdã apresenta opções descontraídas de recreação e lazer. Desde 2017, ela ocupa a mesma posição do ranking.
11 — Sydney, Austrália


Sydney, Austrália


O centro financeiro da Austrália possui uma cena cultural em ascendência e alguns dos melhores restaurantes do país. Além disso, o transporte público é de qualidade e a cidade é bastante segura.
10 — Basileia, Suíça


Basileia, Suíça


Menos conhecida do que Genebra e Zurique, Basileia também se destaca em qualidade de vida. A cidade é pequena, com cerca de 165 mil habitantes, mas tem tudo o que é necessário para quem busca viver bem.
9 — Copenhague, Dinamarca


Copenhague, Dinamarca


Recentemente classificada como um dos lugares mais felizes para se viver, Copenhague possui uma cena gastronômica excelente, que aliada ao ritmo de vida descontraído, eleva a qualidade de vida da população.
8 — Genebra, Suíça


Genebra, Suíça


Berço da Organização Mundial de Saúde, da Organização Mundial Comércio e do Foro Econômico Mundial, Genebra, assim como Zurique, se destaca pela infraestrutura e estabilidade política e econômica.
7 — Frankfurt, Alemanha


Frankfurt, Alemanha


Considerada uma colmeia de empregos e serviços, Frankfurt atrai trabalhadores pelas oportunidades que oferece e também pelo estilo de vida com qualidade e segurança.
6 — Düsseldorf, Alemanha


Düsseldorf, Alemanha


Apesar de ser conhecida principalmente como centro comercial e industrial, Düsseldorf também possui uma cena artística e cultural vibrantes, que ajudou a impulsioná-la no ranking.
5 — Vancouver, Canadá


Vancouver, Canadá


Um caldeirão cultural que atrai pessoas do mundo todo, em especial da Ásia, Vancouver frequentemente é considerada a melhor cidade da América do Norte para se viver. Os seus pontos fortes são a diversidade cultural, o ambiente político estável e os benefícios sociais.
4 — Munique, Alemanha


Munique, Alemanha


Desde 2017, a segunda cidade mais conhecida da Alemanha mantém o quarto lugar no ranking. A sua economia estável está entre os principais fatores que elevam a qualidade de vida de seus habitantes.
3 — Auckland, Nova Zelândia


Auckland, Nova Zelândia


Com uma economia bem equilibrada e excelente segurança pública, Auckland também está entre as cidades classificadas como as melhores do mundo para se viver. Entre os seus pontos fortes, está também o serviço médico e de saúde de altíssima qualidade.
2 — Zurique, Suíça


Zurique, Suíça


O maior centro cultural da Suíça tem tudo o que é necessário para uma vida com qualidade, em especial uma excelente infraestrutura de habitação e estabilidade do sistema econômico e político. No entanto, o custo de vida é mais elevado, o que a coloca em segundo lugar.
1 — Viena, Áustria


Viena, Áustria


Considerada a melhor cidade do mundo para se viver, Viena possui uma grande cena artística, cultural e gastronômica, transporte público de excelente qualidade e uma segurança pública invejável.

22 de Junho de 1633: A Inquisição obriga Galileu Galilei a negar os modelos cosmológicos comprovados pelo autor de "Mensageiro Sideral" e "Duas Novas Ciências".

22 de Junho de 1633: A Inquisição obriga Galileu Galilei a negar os modelos cosmológicos comprovados pelo autor de "Mensageiro Sideral" e "Duas Novas Ciências".:

No dia 12 de Abril de 1633 iniciava-se o processo contra Galileu Galilei. Galileu, possuindo muitos privilégios junto da cúria, em vez de ocupar uma cela, residia no apartamento do procurador fiscal, uma espécie de hospedaria do palácio do Santo Ofício, providência de excepcional deferência para um acusado de excepção.

Durante o processo, o comportamento do papa foi aparentemente parcial. Em vez de ter deixado o inquérito seguir o seu curso normal junto do Santo Ofício, chamou a si a instrução, ocultou as denúncias e nada deixou transparecer além da suspeita para justificar o processo, pois queria livrá-lo de uma condenação grave.
O cientista prestou declarações diante do Tribunal da Inquisição afirmando:

“Eu, Galileu, filho do falecido Vincenzo Galilei, florentino, de setenta anos de idade, intimado pessoalmente à presença deste tribunal e ajoelhado diante de vós, Eminentíssimos e Reverendíssimos Senhores Cardeais Inquisidores-Gerais contra a gravidade herética em toda a comunidade cristã, tendo diante dos olhos e tocando com as mãos os Santos Evangelhos, juro que sempre acreditei, que acredito, e, mercê de Deus, acreditarei no futuro, em tudo quanto é defendido, pregado e ensinado pela Santa Igreja Católica e Apostólica. Mas, considerando que (... ) escrevi e imprimi um livro no qual discuto a nova doutrina (o heliocentrismo) já condenada e aduzo argumentos de grande força em seu favor, sem apresentar nenhuma solução para eles, fui, pelo Santo Oficio, acusado de veementemente suspeito de heresia, isto é, de haver sustentado e acreditado que o Sol está no centro do mundo e imóvel, e que a Terra não está no centro, mas move-se ; desejando eliminar do espírito de Vossas Eminências e de todos os cristãos fiéis essa veemente suspeita concebida mui justamente contra mim, com sinceridade e fé verdadeira, abjuro, amaldiçoo e detesto os citados erros e heresias, e em geral qualquer outro erro, heresia e seita contrários à Santa Igreja, e juro que no futuro nunca mais direi nem afirmarei, verbalmente nem por escrito, nada que proporcione motivo para tal suspeita a meu respeito."

No dia 22 de Junho de 1633, numa sala do convento dominicano de Santa Maria Sopra Minerva, em Roma, encerrava-se um dos episódios mais discutidos da história. Galileu era considerado culpado, teve que abjurar publicamente o heliocentrismo (terá murmurado ironicamente: "eppur si muove" - "e, no entanto, ela move-se") e foi condenado a prisão perpétua, mas por ordem do papa, em vez de ser encarcerado nas celas do palácio do Santo Ofício, pôde imediatamente instalar-se na residência do embaixador e em seguida cumprir a pena sob a forma de prisão domiciliar em sua casa.

As suas obras foram incluídas no Índex dos livros proibidos pela Igreja, juntamente com as de Kepler e Copérnico.
É necessário salientar que não foi somente pelos católicos que a tese de Galileu foi condenada, mas também pelos protestantes.
Lutero julgava que as ideias de Copérnico eram ideias de louco, que tornavam confusa a astronomia. Em 1662, a Faculdade de Teologia protestante da Universidade de Estrasburgo afirmou estar o sistema de Copérnico em contradição com a Sagrada Escritura. Em 1679, a Faculdade de Teologia protestante de Upsala (Suécia) condenou Nils Celsius por ter defendido o sistema de Copérnico. Ainda no século XVIII a oposição luterana contra o sistema de Copérnico era forte: em 1744 o pastor Kohlreiff, de Ratzeburg, pregava energicamente que a teoria do heliocentrismo era abominável invenção do diabo.
wikipedia (imagens)


Ficheiro:Galileo facing the Roman Inquisition.jpg
Galileu frente ao tribunal da Inquisição romana - Cristiano Banti


 c

Arquivo: Galileo diante do Santo Office.jpg


Galileu diante do Santo Ofício -Joseph Nicholas Robert-Fleury

Três mitos do socialismo desmentidos pelo pesadelo da Venezuela

AFP_1653AB-RhBGHmHixPdTK9WeS4S1qHP-1200x
Os mitos sobre a suposta grandeza do socialismo se negam a desaparecer, mesmo depois de o socialismo ter feito dezenas de milhões de vítimas. Texto de Barry Brownstein, publicado pela Gazeta do Povo:

A história nos oferece inúmeros exemplos de déspotas cruéis que governaram sob diversas ideologias coletivistas. Hitler, Mao, Stalin, Pol Pot e, hoje, Kim Jong Un e Nicolás Maduro, podem ter dado nomes distintos às suas ideologias coletivistas, mas estas resultaram na morte de incontáveis milhões de pessoas e em sofrimento interminável para os sobreviventes.

Fato preocupante, a maioria das pessoas da geração do milênio preferiria viver sob o socialismo ou o comunismo. Economicamente analfabetos e indiferentes à história, eles se aferram à fantasia de que, se as pessoas certas chegassem ao poder, eles poderiam viver em sua utopia imaginária, onde a sociedade seria organizada de acordo com seus desejos e caprichos. 

O jornalista Anatoly Kurmanaev cobre a Venezuela e vive no país há cinco anos. Ele descreveu sua experiência do derretimento do país em um ensaio recente para o Wall Street Journal, “The Tragedy of Venezuela”. 

Kurmanaev cresceu na Rússia na década de 1990 e testemunhou “corrupção, violência e degradação”. Diz que “o colapso da Venezuela está sendo muito pior que o caos” que ele viveu em primeira mão na Rússia. 

Em meu próprio ensaio para a FEE “Venezuela’s Road to Literal Serfdom”, tratei das ilusões que as pessoas nutrem em relação ao socialismo. Através do trabalho de repórter de Kurmanaev, podemos mergulhar mais fundo nos mitos sobre o socialismo aos quais muitos ainda aderem. 

Primeiro Mito: os coletivistas se preocupam mais com os pobres 

Não existe varinha mágica capaz de transformar as melhores intenções dos coletivistas em bons resultados. Milton Friedman observou: “O poder concentrado não se torna inofensivo pelas boas intenções daqueles que o criam”. 

Não podemos medir intenções, mas podemos atestar resultados. Os capitalistas tiraram bilhões de pessoas da pobreza, enquanto os coletivistas levaram milhões de pessoas à morte pela fome. A liberdade enriquece; a força empobrece. Em “Free to Choose”, Friedman escreveu: “Uma sociedade que põe a liberdade em primeiro lugar acabará, como subproduto afortunado, com mais liberdade e mais igualdade”. 

Kurmanaev observa como a fachada de boas intenções ruiu na Venezuela: 
“O que chamou minha atenção ao chegar foi quão pouco os socialistas se importavam com mesmo uma aparência de igualdade. Eles chegavam a coletivas de imprensa em favelas em comboios de SUVs blindados, novos em folha. Faziam visitas televisionadas a fábricas decrépitas usando relógios Rolex e carregando bolsas Chanel. Levavam jornalistas a campos petrolíferos decrépitos pertencentes ao Estado, transportando-os em jatinhos particulares com porta-papel higiênico folheados a ouro... 
Na Venezuela, vi crianças abandonarem escolas que tinham deixado de servir refeições; vi professores que trocaram os livros didáticos por picaretas para trabalhar no garimpo perigoso. Vi fotos de carcaças de cavalos na escola de veterinária da maior universidade do país – animais abatidos e consumidos devido à escassez de alimentos.” 
Kurmanaev diz: “O chamado governo socialista não fez nenhum esforço para proteger de cortes a saúde e a educação, os dois supostos pilares de seu programa”. Como se pudesse existir uma forma benigna de socialismo, ele acrescenta: “Aquilo não era socialismo. Era uma cleptocracia – o governo de ladrões.” 

Não existe socialismo benigno. Segundo o professor de direito Ilya Somin, o socialismo é sempre “o governo composto por ladrões violentos”; 

“A repressão e a ‘má gestão’ por parte de ditadores são caracteríscas de Estados socialistas em todo o mundo. Os países escandinavos, às vezes citados como exemplos de socialismo bem-sucedido, na realidade não são socialistas, porque neles os meios de produção não pertencem ao Estado. Sob muitos aspectos, eles têm mercados mais livres que os da maioria das outras nações ocidentais.” 

Segundo Mito: os bem-intencionados resolvem problemas que o mercado não é capaz de superar 

Recebemos os líderes que nossas crenças produziram. Em “O Caminho da Servidão”, Hayek destaca que as pessoas atribuem a culpa de seus problemas ao “sistema” e “querem ser exoneradas da escolha difícil que os fatos duros muitas vezes lhes impõem”. Assim, elas “se dispõem a acreditar que não é realmente necessário fazer uma escolha, mas que esta lhes é imposta meramente pelo sistema econômico específico sob o qual elas vivem”. 

Em seu livro “The Essential Hayek”, o grande educador econômico Don Boudreaux escreve: 
“Se o governo continua determinado a proteger contra as consequências negativas das transformações econômicas todos aqueles que suplicam por essa proteção, seus poderes devem necessariamente ser ampliados até restar pouca liberdade de ação aos indivíduos.” 
Boudreaux explica como obstruir transformações produz pobreza: 
“Infelizmente, pelo fato de o crescimento econômico ser uma transformação econômica que exige o deslocamento temporariamente doloroso de recursos e trabalhadores de indústrias mais antigas que perderam rentabilidade para indústrias mais novas, a prevenção de todo declínio na renda das pessoas não pode deixar de também obstruir o crescimento econômico. A economia se torna ossificada, estática e estagnada. Assim, proteger todos os cidadãos a todo momento contra o risco de queda em sua receita significa não apenas ser controlado por um governo imensamente poderoso e que age praticamente sem restrições, mas também a erradicação de toda perspectiva de crescimento econômico. Inevitavelmente, esse caminho pavimentado com a boa intenção de proteger todos os produtores contra perdas conduz não apenas à servidão, mas também à pobreza ampla.” 
Será que é leviano argumentar que o mercado vai resolver nossos problemas? Boudreaux explica por que, em lugar de serem levianos, aqueles que promovem o processo de descoberta empreendedora estão encaminhando a sociedade para a rodovia que levará ao alívio das dificuldades. 

“Dizer ‘deixemos que o mercado cuide disso’ é rejeitar a regra centralizada e tamanho único ditada pelos especialistas. É endossar um arranjo incomensuravelmente complexo para lidar com o problema. Recomendar o mercado de preferência à intervenção governamental é reconhecer que nem aquele que recomenda o mercado nem mais ninguém possui informação e conhecimentos suficientes para determinar ou prever quais métodos são os melhores para lidar com o problema. 

De fato, recomendar o mercado é recomendar que se deixe que milhões de pessoas criativas, cada uma com perspectivas, conhecimentos e insights diferentes, contribuam suas ideias e seus esforços voluntariamente para lidar com o problema. É recomendar não uma solução única, mas um processo descentralizado que atrai muitos experimentos concorrentes e então descobre as soluções que funcionam melhor sob as circunstâncias em questão.” 

Kurmanaev foi a um evento promovido pelo Banco Central da Venezuela. Imaginou que ouviria planos do banco para melhorar a economia. Em vez disso ele se viu, às 10h da manhã, numa festa na praia, com vodca e rum correndo soltos. Nelson Merentes, o diretor do BC, estava ali. Kurmanaev o encontrou “sacudindo maracas e dançando com um bando de moças de shortinho”. 

Um incidente como esse não prova muita coisa, mas em “O Caminho da Servidão” Friedrich Hayek mostrou por que no coletivismo “os piores chegam ao topo”. 

Quer maior receita de desastre que essa? Os “piores” planejando a vida das outras pessoas. 

Terceiro Mito: a economia prospera sob o socialismo 

Kurmanaev diz o seguinte a respeito da economia venezuelana: 

“Até o final de 2018 ela terá encolhido estimados 35% desde 2013, a maior contração nos 200 anos de história do país e a recessão mais profunda no mundo em décadas. Entre 2014 e 2017, o índice de pobreza subiu de 48% da população para 87%, segundo pesquisa das maiores universidades do país. Cerca de nove em cada dez venezuelanos não comem o suficiente para satisfazer suas necessidades nutricionais básicas. Crianças morrem de desnutrição e de falta de remédios. ... 

Caracas é há anos uma cidade perigosa, porém dinâmica, mas a crise a converteu em um set de filmagem de um filme sobre zumbis. Quando fui morar no bairro de Chacao, na zona leste da cidade, as ruas eram cheias de barracas de alimentação, cafés e lojas de imigrantes portugueses, italianos e sírios. Grupos de jovens e idosos ficavam na rua até a madrugada, tomando cerveja e jogando conversa fora. 

Hoje, porém, as ruas de Chacao ficam vazias depois do anoitecer. Quase não há mais iluminação pública, e as únicas pessoas na rua após as 20h são crianças de rua que vasculham sacos de lixo.” 

Em um primeiro momento, parecia que o socialismo produziria um almoço gratuito. 

“Os pobres recebiam alimentos subsidiados e habitação gratuita. A classe média ganhava até US$ 8.000 anuais em créditos gratuitos em seus cartões de crédito, para viajar e fazer compras. E os ricos e pessoas com contatos políticos desviavam até US$30 bilhões por ano de dólares fortemente subsidiados, por meio de empresas de fachada.” 

O professor Boudreaux explica o colapso inevitável de uma economia sem “direito à propriedade privada, sem liberdade de contratos, sem a vigência das leis e sem a soberania dos consumidores”: 
“É indispensável para a criação, manutenção e crescimento da prosperidade ampla um sistema econômico que utilize os recursos escassos com a maior eficácia possível para criar produtos e serviços que satisfaçam o maior número possível de demandas do consumidor. Na medida em que o sistema econômico encoraja ou até permite o desperdício de recursos produtivos, esse sistema deixa de alcançar a prosperidade máxima possível. Se grandes depósitos subterrâneos de petróleo permanecem sem ser detectados porque o sistema econômico não recompensa adequadamente o esforço humano necessário para localizar e extrair esse petróleo, a população deixará de ter acesso ao combustível, lubrificantes, plásticos, medicamentos e outros produtos úteis que poderiam ter sido criados a partir desse petróleo, mas não foram.” 
A partir das cinzas 

Churchill acertou quando disse: “O socialismo é uma filosofia do fracasso, o credo da ignorância e o evangelho da inveja. Sua virtude inerente é a divisão igual da miséria, exceto para os que administram o governo.” 

Kurmanaev comenta que o impacto do socialismo sobre os venezuelanos é visível em toda parte à sua volta, “na pele murcha dos vizinhos, nos olhos embaçados de zeladores e seguranças, nas brigas das crianças que disputam mangas de um pé próximo”. Ele prossegue: 
“É profundamente deprimente assistir a pessoas que você conhece irem emagrecendo e perdendo seu ânimo de viver, dia após dia, ano após ano. Quando penso nos meus cinco anos na Venezuela, o que me marcou mais não foi o tempo que passei cobrindo tumultos, protestos de rua violentos e gangues armadas. Foi o declínio lento das pessoas que encontrava no meu dia a dia.” 
Ele compartilha uma história dolorosa, mas que nos infunde esperança: 
“Um dia vi um operário da construção, um homem magro e de meia-idade numa lambreta velha, parar ao lado de um menino que vasculhava um saco de lixo na rua. O homem o chamou: ‘Rapaz!’, ele disse num sotaque de classe trabalhadora. Abriu sua mochila gasta, tirou a única coisa que havia lá dentro – uma marmita de plástico com macarrão e feijão – e a entregou ao menino. Provavelmente teria sido a única coisa que o próprio operário teria para seu almoço.” 
O relato de Kurmanaev me lembrou de “Em Busca de Sentido”, de Viktor Frankl. O autor relata casos de prisioneiros em campos de concentração que ainda tinham o poder de “escolher seu próprio caminho, entregando seu último pedaço de pão a outro”. 

Frankl ensinou que sempre há uma escolha a ser feito. Os venezuelanos parecem ser prisioneiros da cleptocracia de Maduro. A política da inveja criou as condições de seu longo declínio; eles, e apenas eles, possuem o poder de abandonar sua mentalidade socialista. Quando o fizerem, sairão de seu pesadelo nacional. 

Barry Brownstein é professor emérito de economia e liderança na Universidade de Baltimore e autor de “The Inner-Work of Leadership”.
©2018 Foundation for Economic Education. Publicado com permissão. Original em inglês

quinta-feira, 21 de junho de 2018

CAPA CORRETA DA REVISTA TIME


VÍDEO - VAGABUNDO BRASILEIRO ASSEDIA CRIANÇA RUSSA.




AVISO - “Lula poderá se candidatar”

Brasil 21.06.18 10:17

Se a Segunda Turma do STF soltar Lula, sua candidatura estará garantida.

O advogado Gustavo Badaró disse para o Estadão:

“Se o Supremo conceder cautelar para o Lula, essa medida terá duplo efeito: do ponto de vista penal, ele estará solto, e do ponto de vista eleitoral, enquanto não for julgado recurso no Supremo, ele poderá ser candidato.

O artigo 26-C da lei da Ficha Limpa diz que, mesmo condenado em segundo grau, o réu pode pedir a suspensão do efeito dessa condenação. Se for dada a suspensão, ela pode se candidatar enquanto o recurso não for julgado”.

21 de Junho de 1839: Nasce o escritor brasileiro Machado de Assis

21 de Junho de 1839: Nasce o escritor brasileiro Machado de Assis:

Joaquim Maria Machado de Assis, cronista, contista, dramaturgo, jornalista, poeta, novelista, romancista, crítico e ensaísta, nasceu na cidade do Rio de Janeiro no dia 21 de Junho de 1839. Filho de um operário mestiço de negro e português, Francisco José de Assis, e de D. Maria Leopoldina Machado de Assis. Perdeu a mãe muito cedo e foi criado pela madrasta, Maria Inês, também mulata, que se dedica ao menino e o matricula na escola pública, única que frequentará o autodidacta Machado de Assis.

Criado no morro do Livramento, consta que ajudava na missa na igreja da Lampadosa. Com a morte do pai, em 1851, Maria Inês, à época morando em São Cristóvão, emprega-se como doceira num colégio do bairro, e Machadinho, como era chamado, torna-se vendedor de doces. No colégio tem contacto com professores e alunos e é até provável que assistisse às aulas nas ocasiões em que não estava a trabalhar.

Mesmo sem ter acesso a cursos regulares, empenhou-se em aprender.  Consta que, em São Cristóvão, conheceu uma senhora francesa, proprietária de uma padaria, cujo forneiro lhe deu as primeiras lições de Francês. Contava, também, com a protecção da madrinha D. Maria José de Mendonça Barroso, viúva do Brigadeiro e Senador do Império Bento Barroso Pereira, proprietária da Quinta do Livramento, onde os seus  pais trabalharam.

Aos 16 anos, publica o seu primeiro trabalho literário, o poema "Ela", na revista Marmota Fluminense, de Francisco de Paula Brito. A Livraria Paula Brito acolhia novos talentos da época, tendo publicado o citado poema e feito de Machado de Assis seu colaborador efectivo.

Com 17 anos, consegue emprego como aprendiz de tipógrafo na Imprensa Nacional, e começa a escrever durante o tempo livre.  Conhece o então director do órgão, Manuel António de Almeida, autor de Memórias de um sargento de milícias, que se torna seu protector.

Em 1858 volta à Livraria Paula Brito, como revisor e colaborador da Marmota. Lá constrói o seu círculo de amigos, do qual faziam parte Joaquim Manoel de Macedo, Manoel António de Almeida, José de Alencar e Gonçalves Dias.

Começa a publicar obras românticas e, em 1859, era revisor e colaborava com o jornal Correio Mercantil.   
O seu primeiro livro foi impresso em 1861, com o título Queda que as mulheres têm para os tolos, onde aparece como tradutor.  No ano de 1862 era censor teatral, cargo que não lhe rendia qualquer remuneração, mas possibilitava-lhe  ter acesso livre aos teatros. Publica o seu primeiro livro de poesias em 1864, sob o título de Crisálidas.

Agosto de 1869 marca a data da morte do seu amigo Faustino Xavier de Novais, e, menos de três meses depois, em 12 de Novembro de 1869, casa-se com Carolina Augusta Xavier de Novais.

Nessa época, o escritor era um típico homem de letras brasileiro bem-sucedido, confortavelmente amparado por um cargo público e por um  casamento feliz que durou 35 anos. D. Carolina, mulher culta, apresenta Machado aos clássicos portugueses e a vários autores da língua inglesa.A sua união foi feliz, mas sem filhos. A morte da sua esposa, em 1904, é uma sentida perda, tendo o marido dedicado à falecida o soneto Carolina, que a celebrizou.

O seu primeiro romance, Ressurreição, foi publicado em 1872.  Com a nomeação para o cargo de primeiro oficial da Secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, estabiliza-se na carreira burocrática que seria o seu principal meio de subsistência durante toda sua vida.
  
Em 1881, com a posse como ministro interino da Agricultura, Comércio Obras Públicas do poeta Pedro Luís Pereira de Sousa, Machado assume o cargo de oficial de gabinete.
Publica, nesse ano, um livro extremamente original, pouco convencional para o estilo da época: Memórias Póstumas de Brás Cubas -- que foi considerado, juntamente com O Mulato, de Aluísio de Azevedo, o marco do realismo na literatura brasileira.
  
Apoiou a ideia de Lúcio de Mendonça de criar uma Academia Brasileira de Letras e no dia 28 de Janeiro de 1897, quando se instalou a Academia, foi eleito presidente da instituição, cargo que ocupou até sua morte, ocorrida no Rio de Janeiro em 29 de Setembro de 1908.

 Fontes:www.releituras.com
 wikipedia (imagens)


Machado-450.jpg
Machado de Assis
A_Panelinha.jpg
de pé: Rodolfo AmoedoArtur AzevedoInglês de SousaBilac,VeríssimoBandeiraFilinto de AlmeidaPassosMagalhães,BernardelliRodrigo OctavioPeixoto; sentados: João Ribeiro, Machado de Assis,Lúcio de Mendonça e Silva Ramos

Beatles / Dear Prudence, Rishikesh '68

quarta-feira, 20 de junho de 2018

'Que venham as Forças Armadas para colocar ordem nessa bagunça toda e que façam uma limpeza geral nestes bandidos corruptos do Executivo, Legislativo e Judiciário', defende Levy Fidelix

'Que venham as Forças Armadas para colocar ordem nessa bagunça toda e que façam uma limpeza geral nestes bandidos corruptos do Executivo, Legislativo e Judiciário', defende Levy Fidelix:



fidelix-for%25C3%25A7as-armadas.png
Imagem: Produção Ilustrativa / Política na Rede
O presidente do PRTB e presidenciável Levy Fidelix pronunciou-se sobre as manifestações que acompanharam a greve dos caminhoneiros e pediu a renúncia do presidente Michel Temer: "Chegou a hora de apearmos do poder estes que há tanto tempo têm levado nosso País ao caos econômico e à desintegração social. Vamos dar um basta nisso tudo. Que a dupla Temer/Meirelles e todo o governo renunciem já", propôs.
Mais informações »


A TRAGÉDIA DE OUTUBRO DE 2018



Milton Pires. 

O Brasil tem uma uma Organização Criminosa dentro do Executivo, do Legislativo e do Judiciário. SE esta Organização conseguir os votos (eletrônicos e sem comprovante) para se reeleger em outubro, que NINGUÉM venha me dizer que a responsabilidade foi do "povo" que os escolheu! Não mesmo!  

Não venham com este tipo de bobagem, porque a resposta é a seguinte: Os "responsáveis" foram os covardes no comando da Marinha, Exército e Aeronáutica que disseram que o Brasil vivia "normalidade institucional" e mais meia-dúzia de metidos a "liberalóides" que chamaram os Intervencionistas de "loucos" e insistiram com a ideia de permitir e participar das eleições como se tudo estivesse perfeitamente "normal". 

Ontem Gleisi Hoffmann foi absolvida. Ao que tudo indica, na semana que vem, há uma grande chance do bandido Lula ser libertado. Não venham dizer que a responsabilidade por isso é do "povo" nem dos "intervencionistas". 

São VOCÊS, vocês que se dizem "não petistas", vocês que falam em "renovação", vocês que se dizem "liberais", que dizem "defender a Democracia", os responsáveis pela "tragédia do outubro vermelho" que está se armando.

"Ah, mas o Bolsonaro vai vencer a Eleição, tá?" Vai, sim! E eu com isso que ele vai vencer a Eleição?? 

Ele vai vencer a eleição de outubro e Governar o Brasil com Toffoli mandando no STF e o MDB (para variar) mandando no Congresso??

É isso que vocês querem?? E vocês ainda tem audácia de dizer que os Intervencionistas é que são "loucos"???

20 de junho de 2018.

"FAMOSOS" DO BRASIL SE MANIFESTAM CONTRA ATITUDE DE TORCEDORES NA RÚSSIA.


Toda a obra de Frida Kahlo para acesso online

Toda a obra de Frida Kahlo para acesso online:



Toda a obra de Frida Kahlo para acesso online


O Google Arts & Culture, plataforma criada pelo Google em parceria com instituições de arte de diferentes países, disponibilizou a maior coleção artística e biográfica de Frida Kahlo para acesso gratuito. Além de obras de arte da pintora mexicana, foram disponibilizados também ensaios biográficos, cartas, esboços, ilustrações e outros documentos. Intitulada “Faces de Frida”, a coleção é definida como “um olhar mais atento à vida, arte, amor e legado de Frida através dos olhos de especialistas e daqueles que foram influenciados por sua arte”.

As obras e documentos que compõem a coleção são oriundos de mais 33 museus, localizados em sete países. Dentre as instituições participantes, as principais são as mexicanas: Museu Dolores Olmedo, Museu Frida Kahlo, Archivo General de la Nación, Museo Casa Estudio Diego Rivera y Frida Kahlo, Instituto Tlaxcalteca de la Cultura; e as estadunidenses: Archives of American Art, Smithsonian Institution, National Museum of Women in the Arts, e The Henry Ford.

Para visualizar o conteúdo basta acessar o site do projeto, buscar pela coleção “Faces de Frida”, e explorar o material disponibilizado. Há textos, imagens e vídeos relacionados ao trabalho e à vida da artista. Além, é claro, de imagens de suas principais obras e outros documentos que fazem parte do acervo dos museus parceiros.

Clique no link para acessar: Toda a obra de Frida Kahlo para acesso online

STJ define que homem tem direito de visitar cão que mora com ex-mulher



STJ define que homem tem direito de visitar cão que mora com ex-mulher:

A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por 3 votos a 2, que um homem tem o direito de visitar uma cadela de estimação que ficou com a ex-mulher após a separação. Apesar de permitir a convivência do ex-companheiro com a cadela, o colegiado descartou igualar a posse de animais com a guarda de filhos. É a primeira vez que o tema foi tratado por uma Corte superior.

A decisão abre precedente importante no Judiciário, mas não tem efeito vinculante, ou seja, não precisa ser obrigatoriamente seguida por todos os juízes. O entendimento firmado na turma foi o de que os animais, mesmo considerados bens que são propriedade de alguém, não podem ser vistos como meras “coisas inanimadas”. É preciso, segundo o tribunal, levar em conta o vínculo afetivo com o bicho nas questões judiciais.

O caso analisado era sobre um casal que manteve união estável em São Paulo por mais de sete anos. Os dois viviam em regime de comunhão universal de bens e, enquanto estavam juntos, compraram uma cadela yorkshire. Eles se divorciaram em 2011, quando afirmaram que não havia bens para serem partilhados, o que deixou de lado naquele momento a discussão sobre a cadela.

O homem recorreu à Justiça sob alegação de que, após a separação, foi impedido de manter contato com a mascote na casa de Luciana. No processo, disse haver “verdadeiro laço afetivo” com o animal e ser responsável pelos gastos com a cadela. Segundo ele, a restrição a visitas causava “intensa angústia”.

“Eles não tinham filhos. O animal era como um membro da família”, diz Franco Mauro Russo Brugioni, advogado do autor da ação. Já Adriana Cury, que defende a mulher, afirmou que a posse da cachorra foi definida durante a separação e que o regime de visitas (a cada 15 dias) seria prejudicial ao animal.

Debate

O ministro Luís Felipe Salomão, relator do caso, afirmou que as regras jurídicas dos bens não são suficientes para resolver a questão atualmente. “A despeito de animais, possuem valor subjetivo único e peculiar, aflorando sentimentos bastante íntimos em seus donos, totalmente diversos de qualquer outro tipo de propriedade privada”, escreveu.

No STJ, posicionaram-se pelo direito de visita os ministros Salomão, Antônio Carlos Ferreira e Marco Buzzi. Foram contrários os ministros Lázaro Guimarães e Isabel Gallotti. Na prática, o STJ manteve a decisão (favorável ao ex-marido) do Tribunal de Justiça de São Paulo, que havia fixado visitas em finais de semana intercalados, feriados prolongados e nas festividades de fim de ano.

Repercussão

Para o advogado Luiz Kignel, especialista em Direito de Família e sócio do PLKC Advogados, a nova realidade precisa ser verificada a cada caso. “A verdade é que em muitos núcleos familiares um animal continua sendo animal, mas ele passa a fazer parte das relações afetivas. Ele é um catalisador das relações afetivas da família. Não dá para ter uma regra aqui. O animal doméstico faz parte do núcleo familiar sem ser membro da família. Portanto, não é sempre que ele poderá ser tratado como um bem partilhável”, analisa.

Para Kignel, a decisão do STJ é muito importante. “Não há fundamento jurídico – e na minha opinião também de razoabilidade – de atribuir ao animal o tratamento de guarda de filhos. Mas foi de muita sensibilidade conferir o direito de visitas regulares porque o relacionamento construído entre um cônjuge e o animal tem valor intangível que deve ser protegido”, analisa.

Lucas Marshall Santos Amaral, do Departamento de Direito de Família do Braga Nascimento e Zilio Advogados, diz que equiparação de animais de estimação com crianças e adolescentes, para fins de guarda e convivência familiar, é um tema muito delicado. “Pela falta de legislação específica, muita gente insiste na opinião de que não se deve aplicar a equiparação, inclusive pelos problemas que isso poderá gerar”, afirma.

Ainda de acordo com o especialista, até mesmo a lista de animais de estimação vem aumentado a cada dia. “É realidade. Não dá para deixar passar. O Código Civil usa o termo ‘filho’, ao tratar da guarda e convivência. A lei e o próprio Poder Judiciário já ratificaram que filho não é só aquele com quem se possui laços consanguíneos. Portanto, se o tema é afeto, certamente o melhor amigo do homem é um bom ser a se chamar de filho, pois, tratados como, já são”, diz.

Pensão

Nos casos sobre animais domésticos que chegam à Justiça, a maioria dos casais disputa a guarda ou a definição de um esquema de visitas. O caso da advogada Margaret Coura foi além: ela obteve o direito de receber uma espécie de pensão para cuidar de seis cães e uma gata que mantinha com o ex-companheiro.

Segundo a advogada, os animais foram adquiridos ou acolhidos nos 22 anos em que viveu com o ex-companheiro. “A maioria foi resgatada da rua e um até foi ele quem trouxe”, diz ela, de 58 anos. O casal dividia todos os cuidados – como levar ao veterinário. “O custeio dos animais é dispendioso e, considerando que foram adquiridos durante a vigência (da união estável), a responsabilidade se perpetua após a separação.”

A decisão, proferida este ano pela 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, levou em consideração que cada animal tem despesa média de 300 reais. Por isso, determinou que cada uma das partes deveria ser responsável por metade do valor, o que resultou em uma “pensão”, por parte do ex-companheiro, de 1.050 reais.

(com Estadão Conteúdo)

AO CORPO DIPLOMÁTICO DA FEDERAÇÃO RUSSA EM TERRITÓRIO BRASILEIRO E AO POVO RUSSO.



Dito já foi, há muito tempo, que o juízo de síntese é superior ao de análise. A inteligência, a própria complexidade da razão humana, se mostra não na capacidade explicativa, mas na que elabora em poucas palavras o “resumo” de uma situação.

Decorre do exposto acima, digo eu, que a capacidade sintética de uma afirmação, de um “juízo de elaboração”, envolve “ligar pontas”, estabelecer elos de conexão entre aquilo que o vulgo diz não ter “nada a ver” e os elementos fáticos do que lhe é dado como novo, do que aparece como notícia.

Se um grupo de brasileiros viaja para outro país, cerca uma jovem que não fala sua língua e a convence, naquilo que diz ser uma “brincadeira”, a repetir barbaridades contra si mesma em português, o que pode haver “por trás disso”?

Lembrem: nós, os brasileiros, somos os habitantes do país que procura o que “está por trás” dos fatos. Sempre há, acreditamos nós, alguma coisa “por trás” do que aconteceu, não é mesmo?

É! É claro que é, sim! A ironia, aquilo que talvez seja a prova universal da nossa estupidez, é que quando não existe NADA por trás nós insistimos nos juízos analíticos e, quando há; apresentamos imediatamente as mais estúpidas sínteses possíveis!

O fato ocorrido na Rússia mal tinha “terminado de acontecer” e nós já tínhamos explicações prontas: a legião de psicopatas feminazis e os vagabundos petistas de plantão afirmavam tratar-se de “machismo” e “assédio contra a mulher”, os envolvidos diziam ter sido uma “piada de mau gosto” e essa coisa que alguns chamam de “direita brasileira” (na verdade bobalhões liberalóides) veio com o argumento de que “existem coisas mais importantes acontecendo” no país.

O que a ralé, a escumalha, a malta, a escória de novos ricos brasileiros que dirigem Mercedes Benz (com adesivo “Deus é Fiel” e escutando “Jojô Todinho”) protagonizou na Copa da Rússia perante às câmeras de TV do Mundo inteiro foi:

1. fato de implicação diplomática para o Brasil porque submete ao vexame, ao constrangimento público, a imagem de duzentos milhões de brasileiros ali representados por meia dúzia de bêbados.

2. fato que compromete, na Rússia, a segurança de outros brasileiros que, sem ter “nada a ver” com a situação, passaram a ficar sujeitos às represálias dos russos depois daquilo que brasileiros fizeram com uma conterrânea sua.

3. fato que evidencia a miséria, a tragédia cultural de uma Nação que, depois de treze anos de Regime Petista, só consegue dizer que “tem coisa mais importante acontecendo” ou interpreta a falta de caridade, o abuso da inocência, à luz de categorias criadas por vagabundos petistas para uso político.

Nós não somos, afirmo eu, capazes de fazer a interpretação correta e o mea-culpa daquilo que aconteceu na Rússia. Somos carentes, somos privados dos elementos necessários para fazer esta interpretação.

Para entender o que os vagabundos fizeram na Rússia teríamos que ter uma noção de “Pátria”, uma ideia de “Nação” - nós não temos! Não somos uma Nação; somos um “bando” de gente reunida numa determinada área geográfica onde cada um cuida do seu rabo e não vai sentir vergonha alguma em nome de uma “algo” chamado “Brasil.”

Teríamos que ter, em segundo lugar, a capacidade de empatia: teríamos que imaginar turistas russos no Brasil fazendo uma menina brasileira repetir “Buceta Rosa” em russo na frente das câmeras – nós não temos!

Teríamos, em terceiro lugar, que imaginar como se sentiram a menina russa, seu pai e sua mãe quando entenderam o que aconteceu: nós não temos e nem queremos ter – eles que “se fodam”.

Teríamos, em quarto lugar, que ter uma Imprensa de Verdade – não uma legião de gays comunistas, maconheiros e cheiradores de cocaína dentro das redações da Globo, Folha de SP, BAND e RBS que não sabem mais o que fazer para soltar Lula, ver Marielle Franco canonizada e Márcia Tiburi governando o Rio de Janeiro.

O que aconteceu na Rússia foi a consequência óbvia, a manifestação natural de um tipo de pessoa que vem de uma sociedade em que se enfiam estátuas de Nossa Senhora na bunda em pleno calçadão de Copacabana, em que crianças são levadas por suas mães para tocarem em homens nus em museus, em que professores levam surras homéricas de alunos das escolas públicas, em que pacientes são atendidos por falsos médicos, em que um bêbado analfabeto e ladrão manda a Justiça “enfiar o processo no cu”, em que uma ladra búlgara preside o país vendo cães invisíveis e saudando a mandioca...Um país em que onze canalhas dentro do Supremo Tribunal Federal rasgam a Constituição a cada vinte e quatro horas...em que o voto é obrigatório, em que não se pode ter arma, em que se pensa no retorno da contribuição sindical...um país do Lula, FHC, Aécio, Gleisi, Renan, Jucá, Eliseu Padilha, Sarney, Paulo Pimenta, Maria do Rosário...um país em que mais de sessenta mil pessoas são assassinadas por ano e quase dois terços da população quer deixar para morar em outro país…

O que se viu na Rússia foi a consequência natural das novelas imundas da Rede Globo, do prazer que sentimos ao ver pessoas caindo e se machucando em acidentes domésticos quando um gordo cretino e corrupto nos mostra isso durante todas as tardes de domingo…

O que nós vimos os vagabundos fazerem com a menina da Rússia foi, Deus que me perdoe, a consequência, o resultado natural, a manifestação mais pura e legítima da nossa cultura em 2018...a expressão máxima e mais pura daquilo que somos atualmente: – brasileiros...

Em nome de toda pessoa nascida no Brasil com um mínimo de decência, de honra e vergonha na cara, ao saudar e cumprimentar todo corpo diplomático da Federação Russa em território nacional, apresentamos aos senhores as nossas mais sinceras desculpas.

Cordiais Saudações,

Milton Pires.
Médico.

Porto Alegre, 20 de junho de 2018.

EUA abandonam o Conselho dos Direitos Humanos da ONU

EUA abandonam o Conselho dos Direitos Humanos da ONU:

nikki-haley.jpg
Imagem: Shannon Stapleton / Reuters
Os Estados Unidos oficializaram a saída do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), que acontece na metade de um mandato de três anos.
Mais informações »


20 de Junho de 1492: Surge o primeiro globo terrestre, apelidado "Maçã do Mundo"

20 de Junho de 1492: Surge o primeiro globo terrestre, apelidado "Maçã do Mundo":

Em Nuremberga, no dia 20 de Junho de 1492, ou seja, algumas semanas antes da descoberta do "Novo Mundo", o cartógrafo e navegador Martin Behaim conclui a construção do primeiro globo terrestre. Em colaboração com o pintor Georg Glockenthon, Behaim  construiu-o entre 1491 e 1493 aquando da sua permanência em Nuremberga, denominando-o  “Erdapfel”, ou seja, “maçã do mundo”. O original está hoje em exibição no Germanisches Nationalmuseum de Nuremberga e é uma das obras de arte mais descritas da Europa.

O Globo de Behaim, também conhecido como Globo de Nuremberga, seguiu a ideia de um globo construído por volta de 1475 para o papa Sisto IV, porém melhorando a representação e incluindo meridianos e a linha do Equador. Este globo, de cerca de 50 centímetros de diâmetro, encontra-se conservado na sua cidade natal.
A rotundidade da Terra, posta em evidência dois mil anos antes, não era já dúvida para ninguém. Entretanto, houve necessidade de mais meio século para compreender, a partir de Copérnico, que a Terra é que gira em torno do Sol e é só um planeta no meio de outros.
É certo que os Sumérios, devotados à astronomia e que viviam na Mesopotâmia 3 mil anos antes de Cristo, representavam a Terra como um disco chato pousado sobre um oceano sem limites.
Foi somente no século V a.C., no tempo de Péricles, que filósofos gregos como Pitágoras e Parménides começaram a representar a Terra sob a forma de uma esfera, cuja representação lhes parecia coerente com a curvatura do horizonte.
Por volta de 230 a.C., o astrónomo e matemático Eratóstenes confirma brilhantemente a rotundidade da Terra e, ademais, mede a sua circunferência com incrível precisão. Num primeiro momento, atenta no solstício de verão o momento em que o Sol está no seu zénite e se reflectia nas águas de um poço muito fundo na cidade de Syene, hoje Assuão, Egipto, que ficava exactamente no limite da zona tropical e no mesmo meridiano de Alexandria. Num segundo tempo, no mesmo dia do ano e no mesmo momento mede em Alexandria, a mil quilómetros a norte, a sombra projectada por uma vara na vertical.
Conhecendo a distância entre as duas cidades e desprezando a diferença de inclinação dos raios solares, deduz que nosso planeta tem uma circunferência de 250 mil estádios, ou seja, praticamente 40 mil quilómetros, medida muito próxima da actualmente admitida.
Geografia de Cláudio Ptolomeu, um grego de Alexandria, retoma as conclusões dos sábios que lhe antecederam. Graças a essa obra bem conhecida dos eruditos da Idade Média, a rotundidade da Terra iria ser ensinada nas universidades ocidentais a partir do século XIII e somente religiosos sectários ou ignorantes a negariam ou ignorariam.
Em 1410, o teólogo francês Pierre d'Ailly publica uma obra de cosmografia de grande difusão: Imago Mundi. Continuamente reeditada e enriquecida durante todo o século XV, sintetiza a visão medieval do mundo.
Segundo a Imago Mundi, as terras emergentes, todas reagrupadas na metade norte do globo terrestre, estão cercadas por um imenso rio, o “Mar Oceano”, salpicado de ilhas cada qual com uma singularidade, com habitantes como pigmeus, ciclopes, cinocéfalos — homens com cabeça de cão — antropófagos, etc. O equador marca o limite que é impossível ao homem ultrapassar.
À época de Cristóvão Colombo, os eruditos, navegantes e geógrafos conheciam tão bem o Imago Mundi quanto a geografia de Ptolomeu. Indagavam-se somente sobre a extensão do “Mar Oceano” que supostamente separava a Europa da Ásia.
Ora, Ptolomeu, na sua célebre Geografia, estabeleceu para a circunferência da Terra um valor claramente inferior ao de Eratóstenes, da ordem de 180 mil estádios ou 33 mil quilómetros.
Com base nisso, o astrónomo florentino Paolo Toscanelli produziu em 1468, para atender o rei de Portugal, uma carta que mostrava a Europa separada do Extremo Oriente por um oceano de somente 10 mil quilómetros de extensão. Esse mapa induziria Colombo a erro, subestimando drasticamente a distância que separava, a oeste, a Europa do Extremo Oriente. De todo modo, o navegador genovês ousaria empreender a viagem que o levaria a descobrir um Novo Mundo.
wikipedia (imagens)




Behaims_Erdapfel.jpg
O Globo de Nuremberga

640px-Martin_Behaim_Winsor.jpg
Martin Behaim