"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Médicos Cubanos Operam com Foice e Martelo



O debate sobre a vinda dos médicos cubanos ficou ainda mais interessante agora que já podemos enxergar com mais clareza os fatos. Ótima oportunidade para não deixar a esquerda política fugir dessa discussão tão incômoda para a mesma.
Primeiramente devemos questionar o real problema da saúde brasileira. O que realmente falta para que nosso povo tenha acesso a atendimento de qualidade? Faltam macas, luvas, aspirinas, hospitais, recursos para os pobres, e mais uma lista que se segue ad infinitum. O curioso é que nessa lista, a palavra “médico” não aparece nenhuma vez. Não faltam médicos, afinal, o Brasil possui 2 médicos para cada mil habitantes, e o recomendado pela Organização Mundial de Saúde(OMS) é o número de 1 médico para cada mil habitantes. O próprio PT alegou, dez anos atrás, através de um projeto de lei do deputado Arlindo Chinaglia, que há excesso de médicos e, portanto, a criação de novos cursos de medicina ou ampliação nas vagas já existentes deveria ser dificultada. Ou seja, o governo não administra a saúde de modo satisfatório, dificulta a formação de novos médicos e aparece com um programa que traz médicos estrangeiros com a desculpa de que faltam médicos.
Se o verdadeiro problema é ineficiência estatal, por que o governo é insistente em apoiar a vinda dos médicos cubanos? Primeiro, por causa do Foro de São Paulo. Para quem não sabe, o Foro de São Paulo foi fundado por Lula e Fidel Castro e une instituições de esquerda de toda a América Latina, inclusive as FARC. O objetivo do Foro é, como o próprio Lula já disse, colocar a esquerda no poder em todo o continente e implantar o comunismo. A parceria com a ditadura socialista de Cuba é extremamente conveniente para justificar grandes somas de dinheiro indo direto para a conta bancária dos Castro. Sim, você leu corretamente, o dinheiro irá diretamente para a conta bancária dos Castro, não passará nem por uma instituição governamental cubana. Outro motivo extremamente evidente é o ganho de popularidade frente ao povo, que se manifestou pedindo melhoras na Saúde e receberá mais uma medida imediatista, clássica de governos populistas. O pior é que esse imediatismo não se encontra apenas na Saúde, mas também na educação, através de cotas, na infraestrutura, através de reparos provisórios em estradas, etc. Imediatismo este que nunca funciona, medidas “paliativas” se prolongam por décadas sem uma solução com planejamento a longo prazo.
Mas vamos supor que o problema da Saúde realmente fosse a falta de médicos. Seriam os cubanos uma boa opção? Definitivamente, não. A Venezuela importou 20 mil médicos cubanos e qual foi o resultado? Fracasso. Os médicos se mostraram despreparados, e, os que realmente tinham compromisso com a boa medicina viram as condições desumanas de trabalho, a inviabilidade
do atendimento nas regiões nas quais eles foram mandados e desertaram. Aconteceu até um caso, que ganhou certa notoriedade: uma mãe levou o filho para ser atendido por um médico cubano, alertou o médico de que esse filho era alérgico a certo remédio, e a primeira coisa que o médico fez foi injetar o tal medicamento. Cinco minutos depois o rapaz morreu, e , no dia seguinte, o médico cubano tinha sumido. Ou seja, nós vamos financiar o governo cubano, que é assassino e autoritário, consentir com trabalho semiescravo, tudo isso por um programa que está fadado a piorar a situação da saúde que já não está boa. Em recente matéria da revista VEJA a medicina cubana também se mostrou insuficiente: desde medicamentos à base de veneno de escorpião que dizem curar o câncer mas não curam nem uma gripe, até abortos em série para mascarar o índice de mortalidade infantil, a dita medicina está cheia de exemplos a não serem seguidos. John Stossel em seu programa “Twenty-Twenty: Whose Body is it Anyway?” também desmistificou todas as maravilhosas mentiras envolvendo a saúde cubana. O que ele viu não foram os hospitais de alta qualidade mostrados no documentário “Sicko” de Michael Moore, mas sim pacientes morrendo por inanição, hospitais que mais parecem criadouros de insetos e vermes, e os já citados abortos em série. Em Cuba, se um médico constata que uma criança nascerá com qualquer tipo de defeito, síndrome de Down, por exemplo, ele recebe ordens para que aborte o bebê. Se há morte logo no parto, ou até os dois anos de idade, muitas vezes a morte nem é levada em consideração para as estatísticas. Tudo isso para mascarar uma saúde pior que a brasileira.

O mais grave disso tudo é estarmos usando dinheiro que poderia estar sendo usado para dar a estrutura que nossos médicos tanto precisam para trabalhar para bancar uma ditadura sanguinária.
Cuba se mantém fazendo esse tipo de negócio: exportando mão-de-obra, apesar do tão dito embargo, e ficando com grande parte dos rendimentos do trabalho. O povo brasileiro realmente concorda com tal absurdo? As manifestações pediam melhoras na Saúde e não cubanos que sequer foram submetidos ao Revalida, teste que analisa a compatibilidade de formação de estrangeiros com o padrão brasileiro.
Qual seria a solução para a nossa saúde, então? Desestatização. Nosso governo é extremamente intervencionista e não deixa o mercado da Saúde fluir. Para se ter uma ideia, somos o país cujo governo impõe os maiores tributos sobre medicamentos. Recentemente aumentaram os tributos referentes ao chocolate, com a desculpa de que assim, o brasileiro compraria menos chocolate e ficaria mais saudável. Ora, então para quê tributam os medicamentos? Querem que os brasileiros atingidos por alguma enfermidade permaneçam doentes? Se o SUS fosse extinguido, assim como a burocracia e os impostos fossem baixados, grande parte dos brasileiros, se não todos, teriam acesso à saúde de qualidade e custo acessível. O livre mercado já provou ser o melhor prestador de serviços. E é isto que é a saúde: um serviço, não um direito. Deve haver concorrência para que a iniciativa privada do setor de saúde melhore seus serviços e baixe seus preços. Os cursos de medicina também devem ser desregulamentados, fazendo com que formemos uma quantidade imensa de médicos e a tal “falta” deles nunca mais possa ser desculpa para uma medida populista. Um bom exemplo da iniciativa privada funcionando é a saúde dos Estados Unidos, que atende seus pacientes em tempo recorde – mais rápido que qualquer outro país – e é o mais avançado em pesquisas, tanto que exporta tecnologia para países que possuem um sistema de saúde estatal como o Canadá.

Os médicos cubanos são pura desculpa do PT para financiar a ditadura castrista. O brasileiro deve enxergar esse fato com clareza. A vinda dessas pessoas para cá não é solução para problema algum, muito pelo contrário, dado o exemplo da Venezuela, pode até ser fonte de maiores problemas. Devemos defender a desestatização, a desburocratização, o livre mercado para a Saúde, só assim teremos atendimento de qualidade e por preços acessíveis. O problema é o Estado. Não será com uma medida estatal que ele será resolvido. Brasileiros, larguem seu fetichismo pelo Estado!


Escrito por Kim Kataguiri - kim.kataguiri@gmail.com

Um comentário:

  1. Muito obrigado pela divulgação! Para quem quiser acessar meu blog o link é o seguinte: textosaprendiz.blogspot.com

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