"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

sexta-feira, 27 de maio de 2016

PICARETAS DA ESQUERDA INVENTAM A "CULTURA DO ESTUPRO" NO BRASIL

Toda história cultural da Humanidade é a história da civilização vencendo a barbárie. Ser bárbaro não é uma "opção" do homem: ele está "condenado" à cultura ou ao desaparecimento. Cultura é, por definição, NEGAÇÃO da barbárie e se estuprar mulheres fosse algo "cultural capaz de definir o Islamismo" ele teria desaparecido há séculos. O que existe no RJ é uma suposta "cultura do tráfico de drogas", não do estupro. O narcotráfico, como crime, pertence a uma cultura doente como a do Brasil. Precisa dela para existir. Estuprar mulheres é algo anterior a qualquer cultura. As "culturas" surgiram porque atrocidades como estuprar mulheres foram banidas. Não existe uma "cultura da barbárie". Estuprar mulheres faz parte da história da barbárie; não da cultura. Para ser franco, não faz, sequer, parte da "cultura do narcotráfico". Quem fala em "cultura do estupro" não tem a mínima ideia do que seja cultura, não sabe o que é estupro ou não quer falar no tráfico de drogas - é só um bobalhão fazendo uso político da desgraça de uma menina carioca.
Milton Pires.

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