"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

domingo, 22 de outubro de 2017

Foto mostrando simplicidade do juiz Sergio Moro faz sucesso na internet

Foto mostrando simplicidade do juiz Sergio Moro faz sucesso na internet:

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Imagem: Produção Ilustrativa / Gazeta Social
Uma fotografia do juiz Sérgio Moro conversando com uma senhora na rua está circulando na internet e fazendo sucesso entre os internautas. Nos comentários, os internautas enfatizam a simplicidade do juiz que está mudando a história do combate à corrupção no Brasil. 
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ARTISTAS DA GLOBO SE REVOLTAM C/ MARCO FELICIANO - CAETANO VELOSO

Imprensa mente e promove a cultura do estupro para defender Caetano, acusa promotor

Imprensa mente e promove a cultura do estupro para defender Caetano, acusa promotor:

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Imagem: Produção Ilustrativa / Correio do Poder
O procurador Ailton Benedito criticou matéria do grupo UOL/Folha que defendeu que, antes de 2009, manter relações com menores de 14 anos não era estupro. O promotor explica que o Código Penal de 1940 já tipificava como estupro o sexo com menores de 14 anos: "Os artistas fingem não saber, mas adulto praticar sexo com menor de 14 anos era estupro pelo Código Penal de 1940 (arts. 213 e 224)". E acrescenta: "As Fake News promovem cultura do estupro, mentindo que os arts. 213 e 224 do Código Penal e 1940 não se aplicavam a artistas globais".
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REVISTA VEJA - Acusado de pedofilia, Caetano processa MBL e Frota, que provoca



Acusado de pedofilia, Caetano processa MBL e Frota, que provoca:

Paula Lavigne e Caetano Veloso foram à Justiça conta o Movimento Brasil Livre (MBL) e o ator pornô Alexandre Frota, que acusam o músico de pedofilia.

Paula Lavigne fez uma publicação no final da noite deste sábado, no Instagram, confirmando a notícia, que já circulava. E, na manhã deste domingo, Alexandre Frota voltou a provocar o músico no Twitter. O ator pornô publicou um vídeo da famigerada performance do MAM em que uma garota toca o pé de um homem nu. O vídeo, cuja divulgação o Ministério Público vem condenando e também pode resultar em processo para Frota, ganhou trilha de Leãozinho, um clássico de Caetano.

Alexandre Frota compartilha vídeo da performance do MAM com música de Caetano Veloso (Reprodução/Twitter)
Frota ainda provocou ao dizer que, no processo que o casal move contra ele, chamará a própria Paula Lavigne como testemunha de defesa. Fato público, Caetano Veloso começou a namorar a mulher quando ela tinha 13 anos. Ele tinha 40. A relação, no entanto, teve o consentimento dos pais dela, responsáveis por Paula à época.

Minha testemunha de defesa no processo que Caetano Veloso move contra mim será a própria mulher dele Paula Lavigne .
— Alexandre Frota (@alefrotabrasil) October 22, 2017
A campanha contra Caetano Veloso e Paula Lavigne é impulsionada por diversos posts do MBL, mesmo grupo que pediu o boicote à exposição Queermuseu: Cartografias da Diversidade Brasileira, abortada em Porto Alegre pelo Santander Cultural depois de críticas de grupos ultra-conservadores na internet. No perfil oficial do MBL no Twitter, é possível ver em inúmeros posts a hashtag “Caetanopedófilo”.

MBL ataca o casal Paula Lavigne e Caetano Veloso, acusado de pedofilia (Reprodução/Instagram)
Kim Kataguiri, um dos líderes do MBL, já havia se manifestado de forma irônica, neste sábado, sobre o processo movido por Paula e Caetano, que, segundo ele, pedem 100.000 reais na Justiça por difamação.

Nada melhor do que acordar sendo processado pelo Caetano Veloso e pela Paula Lavigne ❤❤❤ Bom dia!
— Kim Kataguiri (@kimpkat) October 21, 2017
Pior é que eles estão pedindo 100 mil reais. Coitados, só vão achar minhas contas ����
— Kim Kataguiri (@kimpkat) October 21, 2017

Após protesto contra censura, Masp abre mostra sobre sexualidade


Após protesto contra censura, Masp abre mostra sobre sexualidade:

Na noite desta quinta (19), grupos de artistas se reuníram em frente ao Museu de Artes de São Paulo (Masp) em protesto contra a censura e em apoio à exposição História da sexualidade, em cartaz no museu a partir desta sexta (20). A manifestação foi organizada por vários grupos, entre eles o coletivo #343Artes, que surgiu como resposta aos ataques a mostras de arte pelo país.

Na programação do Masp desde 2016 dentro do projeto “Histórias da Sexualidade”, que também inclui ciclo de palestras sobre o tema, a exposição reúne mais de 300 obras que trabalham o tema do corpo da arte pré-colombiana à arte moderna, da popular à contemporânea, da sacra à conceitual, incluindo arte africana, asiática, europeia e das Américas. A mostra foi antecedida por dois seminários internacionais sobre sexualidade realizados em setembro de 2016 e em maio de 2017.

Em dois andares, os visitantes podem ver desde os clássicos, como Egon Schiele, Renoir, Degas, Manet, Ingres, Poussin, Picasso e Gauguin (alguns pertencentes ao acervo do museu), até contemporâneos como Ana Mendieta, Rego Monteiro, Marta Minujin, Leticia Parente, Valie Export e Adriana Varejão. Desta, inclusive, foi selecionada a obra Cena de interior 2, que integrava o Queermuseu.













  • 'I Love To Beat You' (1969 – 1970), de Dorothy Iannon (Reprodução)










  • 'Moema' (1866), de Victor Meirelles (Reprodução)










  • 'Himeneu Travestido Assistindo a uma Dança em Honra a Príapo' (1634-1638), de Nicolas Poussin (Reprodução)










  • 'Sem Titulo', de José Antonio da Silva (Reprodução)










  • 'Angélica Acorrentada' (1859), de Jean-Auguste-Dominique Ingres (Reprodução)










  • 'Foto Experiência n. 3' (1956), de Flávio de Carvalho (de saia) (Reprodução)










  • 'Cena de Interior II' (1994), de Adriana Varejão (Reprodução)


O próprio museu fixou a idade mínima de 18 anos para visitação, restringindo o acesso de menores mesmo acompanhados de responsáveis, em conformidade com o guia prático de classificação indicativa do Ministério da Justiça. A medida é inédita na história do Masp e acontece pouco depois do cancelamento da mostra Queermuseu, em Porto Alegre, e dos ataques à performance La bête, no MAM, em São Paulo.

Entre os 150 nomes da coletiva há artistas europeus, africanos, asiáticos e latino-americanos. É o caso, por exemplo, do indiano Bhupen Khakhar, ou dos japoneses Keisai Eisen e Kohei Yoshiyuki. A curadoria é assinada por Adriano Pedrosa, Lilia Schwarcz, Pablo León de la Barra e Camila Bechelany. As obras estão divididas em nove eixos temáticos e não-cronológios, como “religiosidades”, “jogos sexuais”, “corpos nus” e “voyeurismos”.

Além de pinturas há também vídeos, desenhos, esculturas, fotografias e fotocópias. O objetivo da mostra, segundo o museu, é discutir sexualidade e apontar para a importância de sua diversidade em tempos que o debate entre liberdade de expressão e direitos individuais encontra-se ameaçado por manifestações violentas e embates públicos.

História da sexualidade
Onde: Masp – av. Paulista, 1.578, São Paulo – SP
Quando: até 14/2; ter. a dom. das 10h às 18h; qui. das 10h às 20h
Quanto: R$ 30 (inteira)

O post Após protesto contra censura, Masp abre mostra sobre sexualidade apareceu primeiro em Revista Cult.

The Mystic Marriage of St. CatherineVeronese, c. 1550-1560

The Mystic Marriage of St. CatherineVeronese, c. 1550-1560:

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The Mystic Marriage of St. Catherine

Veronese, c. 1550-1560

Crucifixion of the Hof AltarpieceHans Pleydenwurff, 1465

Crucifixion of the Hof AltarpieceHans Pleydenwurff, 1465:

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Crucifixion of the Hof Altarpiece

Hans Pleydenwurff, 1465

The Lute PlayerWillem van Mieris, 1711

The Lute PlayerWillem van Mieris, 1711:

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The Lute Player

Willem van Mieris, 1711

Momento MoriWilliam Michael Harnett, 1879

Momento MoriWilliam Michael Harnett, 1879:

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Momento Mori

William Michael Harnett, 1879

Madonna and Child with St Andrew and St LawrenceNiccolo...

Madonna and Child with St Andrew and St LawrenceNiccolo...:

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Madonna and Child with St Andrew and St Lawrence

Niccolo Rondinelli

At the Foot of the CliffWilliam Adolphe Bouguereau, 1886

At the Foot of the CliffWilliam Adolphe Bouguereau, 1886:

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At the Foot of the Cliff

William Adolphe Bouguereau, 1886

Family PortraitFrançois Hubert Drouais, 1756

Family PortraitFrançois Hubert Drouais, 1756:

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Family Portrait

François Hubert Drouais, 1756

'O juiz vai me chamar e perguntar por que Caetano é pedófilo? Vou responder que ele, com 40 anos, tirou a virgindade de uma menor de 13', diz Alexandre Frota

'O juiz vai me chamar e perguntar por que Caetano é pedófilo? Vou responder que ele, com 40 anos, tirou a virgindade de uma menor de 13', diz Alexandre Frota:

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Imagem: Produção Ilustrativa / Gazeta Social
O ator Alexandre Frota explicou como pretende se defender do processo movido contra ele por Caetano Veloso: "O juiz vai me chamar e perguntar: por que Caetano é pedófilo ? Vou responder: ele, com 40 anos, tirou a virgindade de uma menor de 13. Simples".
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Ex-mulher de Caetano Veloso, Paula Lavigne se pronuncia sobre campanha 'Caetano Pedófilo'

Ex-mulher de Caetano Veloso, Paula Lavigne se pronuncia sobre campanha 'Caetano Pedófilo':

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Imagem: Produção Ilustrativa / Correio do Poder
A empresária Paula Lavigne, ex-mulher e empresária do cantor Caetano Veloso, manifestou-se sobre a popularidade da hashtag #CaetanoPedofilo, que "explodiu" nas redes sociais. Lavigne afirmou que decidiu processar pessoas que teriam iniciado uma campanha difamatória contra o casal. A ameaça de processos fez com que a hashtag se popularizasse ainda mais, com os internautas lembrando que foi Paula Lavigne quem admitiu à imprensa ter perdido a virgindade aos 13 anos de idade, quando o cantor fazia 40 anos. 
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Literatura Fundamental 04 - Hamlet - John Milton

Literatura Universal - Dom Quixote de La Mancha - Maria Augusta da Costa...

Literatura Fundamental 12 - Eneida - Paulo Martins

22 de Outubro de 1721: Pedro, O Grande, proclama-se czar de todas as Rússias.

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Pedro, o Grande - Godfrey Kneller 

22 de Outubro de 1721: Pedro, O Grande, proclama-se czar de todas as Rússias.:

No fim do século XVII, a dinastia dos Romanov deu à Rússia um czar tão poderoso quanto Ivan, o Terrível, mas sem o  seu espírito destruidor. Era Pedro, o Grande, o pai da Rússia moderna. De infância difícil, como Ivan, assistiu a uma luta pelo poder seguida de mortes nos corredores do Kremlin, quando o seu pai morreu. Obrigando-o a  refugiar-se nos arredores de Moscovo na sua maioridade, pois Sofia, sua irmã mais velha e tutora, não lhe passou o ceptro, ambicionava ser czarina.

Ao percorrer o campo, aproveitou o seu tempo livre observando e adquirindo conhecimentos práticos, como construir uma casa em alvenaria, consertar sapatos, extrair dentes cariados e mesmo fundir um canhão.
Medindo mais de 2 metros, Pedro tornou-se um verdadeiro gigante provido de uma força lendária ao dobrar pesados pratos de prata e abater árvores a machadadas em segundos. O seu apetite era imenso, em refeições sem cerimónias na companhia de artistas ingleses, escoceses, suíços, dinamarqueses, que viviam em Moscovo. Foi o maior incentivador da vodca ao organizar campeonatos, bebia 3 litros de uma só vez.

Ao  aperceber-se  que a Rússia era socialmente e tecnicamente atrasada, resolveu abrir uma janela para o Ocidente, já como czar, a fim de dotar o país de ideias europeias de progresso. Não sem antes recolher a irmã Sofia aos costumes no Convento das Carmelitas. Empreendeu um périplo de 18 meses pela Europa, em que se fez passar por marinheiro e trabalhar como carpinteiro num estaleiro da Holanda, aprendeu a retalhar a gordura da baleia, estudou anatomia e cirurgia observando dissecação de cadáveres, visitou museus e galerias de arte.


Ao surgirem notícias de que inimigos das novas ideias queriam depô-lo, retornou com a revolta já subjugada, o que não foi suficiente para conter a sua fúria. Fez queimar em praça pública todos os prisioneiros, um por um, e, na aproximação da morte, cortava-lhes a cabeça para expô-las e dar exemplo. O que não impediu de começar simbolicamente o processo de modernização do país ao ordenar a todos os homens que desbastassem o comprimento da barba, com as suas próprias mãos cortava a barba dos nobres da corte. Os longos hábitos dos homens deveriam dar lugar aos sobretudos e as damas abandonar os véus para comparecer nas recepções com vestidos justos e bem decotados, como se usava em França. Os filhos da aristocracia seriam confiados a governantas que os familiarizariam com o francês e o alemão.

Buscou nos Urais, na riqueza dos seus recursos naturais, o tesouro de pedras preciosas que ergueria seu império à altura de um reino burguês distanciado do rústico que imperava na corte, do ortodoxamente rudimentar. Às novas terras conquistadas, crescia o interesse na demanda por joias e na acumulação que reluzia o esplendor das monarquias absolutistas dos anos 1500 a 1700, quando a exploração atingiu o seu ápice.

Facilitou a construção de fábricas e escolas para ensinar matemática, navegação, astronomia, medicina, geografia, filosofia e política. Lançou o primeiro jornal russo. Imprimiu 600 obras e construiu um teatro em Moscovo, ainda de pé na Praça Vermelha. A convicção dele era a de que o mal resultava da ignorância, o conhecimento possuía um efeito libertador ao forjar uma nova alma, sem desconfiar que contribuía decisivamente para o início de formação de consciências críticas que marcaram a Rússia na revolta contra a injustiça e a opressão.


Em 1709, os suecos, que vinham de invadir a Polónia e a Saxónia, voltaram à carga visando a Ucrânia, quando, em Poltava, se desenrolou uma das batalhas mais decisivas da história da Rússia. Aliada aos saxões, polacos e dinamarqueses, afastou o perigo de uma dominação sueca sobre a Europa do Norte e territórios bálticos para sempre. A vitória permitiu a conquista da janela sobre o Ocidente, o Báltico assegurava uma via de comunicação utilizável durante todo o ano com o resto da Europa. Pedro já havia começado a construir um porto ao qual se devia dar o nome de seu santo padroeiro, portanto, o seu. Foi chamado de São Petersburgo.

São Petersburgo nasceu de um sonho extravagante de Pedro, o Grande, fazendo-a cultivar um ar de superioridade sobre a sua grande irmã, Moscovo.
O lugar escolhido parecia ser pior do que se podia imaginar, um pântano na desembocadura do Neva, lá onde o rio alcança o golfo da Finlândia. Pedro mandou vir da França e da Itália inúmeros arquitectos e artistas para construir uma cidade. Com a maior urgência, ela cresceu sobre as ossadas de milhares de servos, de prisioneiros de guerra, recrutas requisitados do exército, tantas foram as mortes por causa do árduo trabalho em cavar canais e secar pântanos para fixar as fundações.

Ao fim de 9 anos, ergueram-se 25 mil casas, Pedro, o Grande,  tornou-a capital da Rússia. Com uma rede de canais como os de Amsterdão e grandes avenidas arborizadas, a altura das casas variava segundo a classe social dos seus ocupantes. Um andar com quatro janelas e uma clarabóia, para os comuns, e dois níveis com sacada, para os ricos comerciantes.

Com o intuito de se vingar das ameaças sofridas na puberdade em Moscovo, e tomado por um maligno prazer, removeu a corte real em 1712 para os pântanos ainda fétidos de São Petersburgo. Deveriam abandonar os castelos moscovitas medievais para construir novas mansões, segundo as estritas directivas arquitectónicas do czar, que redesenhava projectos, supervisionava material de construção e adequação de estátuas e plantas. A ordem era de povoar a cidade com milhares de servos dos seus domínios.

Considerando que Moscovo era o centro nevrálgico da Igreja Ortodoxa, Pedro aproveita o ensejo para desvincular a Igreja do Estado. Constrói a catedral de São Pedro e São Paulo, ao melhor estilo católico, projectada por arquitectos italianos, e dá largos passos na aproximação às ideias do Ocidente.

O Imperador de todas as Rússias, seu novo cognome em 1721, procurou rivalizar com Versalhes ao erigir o palácio de verão Peterhof - denominação alemã alterada em 1944 para Petrodvorets -, com magníficos jardins e chafarizes que permitiam satisfazer a sua atracção por brincadeiras: os esguichos jorravam repentinamente e molhavam os distraídos enredados em filosofia ou intrigas. Recepções e bailes de máscaras prenunciavam o ingresso da licenciosidade e costumes escandalosos para padrões ortodoxos, já que Moscovo apenas celebrava um número restrito de austeras festas religiosas.

Foi em Peterhof que o czar teve uma desavença tempestuosa com o seu único filho, nascido do seu primeiro casamento com uma mulher que nunca amou e que ele encerrou, por fim, num convento. A sua segunda mulher, com a qual viveu 23 anos, era uma camponesa analfabeta, amante de um oficial, que lhe deu 12 filhos, dos quais somente 2 filhas sobreviveram. Alexis, o herdeiro do trono,  converteu-se num instrumento nas mãos de conservadores que urdiam a deposição de Pedro e da capital.

Ao responder de forma evasiva a questões que envolviam o poder, o czar acusou o seu filho de conspiração e o herdeiro foi feito prisioneiro para obrigá-lo a entregar a sua alma. Pedro morreu sem designar sucessor em 1725, em consequência de doença contraída no mergulho nas águas geladas do golfo da Finlândia para socorrer pescadores .

Pedro faria com que a Rússia deixasse de olhar para o seu umbigo e se permitisse tirar proveito de novas influências que arejassem a essência da sua alma.  Simplificou o alfabeto russo e aumentou a possibilidade de aprender, permitida pela leitura mais fácil. Ao imprimir livros e jornais, retirou a Rússia do atraso  em termos de alfabetização.
Fecundo o fruto dos seus esforços de modernização em inúmeros campos, contudo, também causaram uma ruptura social. A uma nobreza europeizada  opunham-se camponeses e o clero que resistiam de todas as maneiras a mudanças. O fosso iria aumentar meio século mais tarde sob o reino de uma czarina, Catarina, a Grande.
wikipedia (imagens)
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Pedro, o Grande -Paul Delaroche

Pedro medita no projecto da construção de São Petersburgo - Alexandre Benois
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sábado, 21 de outubro de 2017

O ANTAPEDÓFILO - Caetano Veloso processa MBL

Caetano Veloso processa MBL:

Caetano Veloso e Paula Lavigne estão processando o MBL e Alexandre Frota porque o cantor foi chamado de “pedófilo”. Cada um quer uma indenização de 100 mil reais.

Caetano Veloso tirou a virgindade de Paula Lavigne quando ela contava 13 anos e ele, 40.

Na época, não era crime previsto em lei ter relaçōes sexuais com menores de 14 anos — e, convenhamos, Paula Lavigne sempre foi adulta.

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��ESPETACULAR - JEAN WYLLYS NÃO QUER QUE VOCÊ VEJA ESSE VÍDEO

Chamado de pedófilo, Caetano Veloso processa MBL e Alexandre Frota

Chamado de pedófilo, Caetano Veloso processa MBL e Alexandre Frota: Caetano Veloso e Paula Lavigne, empresária e mãe dos filhos do cantor, estão processando o MBL (Movimento Brasil Livre) e o ator Alexandre Frota.
Leia mais (10/21/2017 - 17h43)


#CaetanoPedofilo em PRIMEIRO LUGAR NO TWITTER - SITE DIZ QUE CANTOR PROCESSA ALEXANDRE FROTA E MBL

Internautas sobem tag #CaetanoPedofilo após cantor processar Frota e MBL

10/21/2017 11:39:52 AM
Internautas sobem tag #CaetanoPedofilo após cantor processar Frota e MBLCaetano Veloso moveu ação após ser acusado de pedofilia (Reprodução/Instagram)
Um grupo de internautas fez com que a hashtag #CaetanoPedofilo, em menção ao cantor Caetano Veloso, se tornasse o assunto mais comentado do Twitter na manhã deste sábado (21). Os comentários, críticos ao artista, estão sendo feitos após ser divulgado que ele processou o ator Alexandre Frota e membros do Movimento Brasil Livre (MBL), por, supostamente, acusarem-no de ser pedófilo.


A ação, segundo o site Brasil 247, foi movida por Caetano Veloso e Paula Lavigne, sua empresária e ex-esposa. O texto diz que a ação judicial responsabiliza seis réus por 24 publicações consideradas ofensivas, com supostas acusações de que Caetano Veloso seria pedófilo, que teriam ferido a honra do ex-casal.
Ainda segundo o site Brasil 247, a ação foi protocolada no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro no último dia 9 de outubro e ainda espera pela manifestação inicial de defesa dos réus. Foi feito, também, um pedido de tutela antecipada e tramitação de urgência - ou seja, o juiz pode solicitar, provisoriamente, a retirada do conteúdo considerado ofensivo antes dos réus se manifestarem.



Após ter sido divulgado que a ação foi protocolada na Justiça, internautas se manifestaram em apoio ao MBL, por meio da hashtag #CaetanoPedofilo no Twitter. No geral, os usuários da rede social afirmam que Caetano Veloso não poderia processar tantas pessoas ao mesmo tempo e reforçam a acusação de que Caetano Veloso seja pedófilo, citando que a relação entre Paula Lavigne e o cantor teve início quando ela tinha 13 anos de idade.

"Homem de 40 anos + menina de 13 = PEDOFILIA", disse um internauta. "Caetano Veloso defende artista nu ser tocado por criança no museu. Caetano transou com uma garota de 13 anos. Entenderam?", afirmou outro. "Caetano querendo censurar os outros? Novidade?", comentou um terceiro.

Até o momento, Caetano Veloso não se manifestou oficialmente sobre o assunto. Veja a repercussão: 

Papa FRANCISCOVSKY pede clero unido no Brasil diante de 'escandalosa corrupção' (AGORA QUE O PT NÃO É MAIS GOVERNO)

COMPANHEIRO CAMARADA PAPA FRANCISCO PRIMEIRO APAVORADO 

Papa pede clero unido no Brasil diante de 'escandalosa corrupção':

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Imagem: Reprodução / Redes Sociais


Em reunião com a comunidade do Pontifício Colégio Pio Brasileiro de Roma neste sábado (21), o papa Francisco alertou para a necessidade de união do clero no Brasil em razão da “escandalosa corrupção” que, simbolizada na classe política, tem submetido a população brasileira a uma crise duradoura e multifacetada. Segundo informações da agência espanhola Efe, o pontífice da Igreja Católica disse também que a sociedade dá sinais de desesperança no futuro, e que isso tem que mudar.
“Neste momento difícil de sua história nacional, quando tantas pessoas parecem ter perdido a esperança em um futuro melhor pelos enormes problemas sociais e por uma escandalosa corrupção, o Brasil precisa que suas curas sejam sinais de esperança. Os sacerdotes precisam enfrentar lado a lado os obstáculos, sem cair nas tentações do protagonismo ou de fazer carreira”, discursou o religioso, para quem o povo brasileiro precisa de um povo clero “unido, fraterno e solidário”.
“Tenho certeza de que o Brasil superará sua crise e confio que vocês atuarão nisso como protagonistas”, acrescentou. A fala foi dirigida a estudantes e membros do Pontifício Colégio Pio Brasileiro, recebidos pelo papa por ocasião do 300º aniversário da descoberta da imagem de Nossa Senhora de Aparecida, padroeira do Brasil.

Pois é: pedir "fim da da corrupção no Brasil" é fácil. Quero ver pedir para afastar as crianças de exposições com vagabundos pedófilos petistas nús e pedir para NÃO assistirem novela da Globo!

Joio descartado
Argentino, Francisco faz a exortação em um momento de franco descrédito da classe política junto à opinião pública, na contramão dos mandatários que procuram honrar a função – algo que o Prêmio Congresso em Foco tem feito em suas dez edições, de maneira a ressaltar a importância do envolvimento do cidadão no sentido de separar o joio do trigo na esfera pública. Na histórica premiação deste ano, a solenidade ficou marcada pelo grito de “ditadura nunca mais”, vocalizado pelos mestres de cerimônia, Patrícia Marins e Sylvio Costa.
Diretora da agência de comunicação InPress Oficina e uma das organizadoras do evento, Patrícia destacou a importância do Poder Legislativo para a democracia. Sylvio, fundador do Congresso em Foco, por sua vez disse que os políticos envolvidos em atos ilícitos devem ser punidos nas urnas, pelo Judiciário e pelo próprio Congresso Nacional, mas enfatizou que não se pode condenar todo o Parlamento, como instituição, pelas falhas dos seus integrantes.
Tais falhas têm sido recorrentes. Escândalos relativamente recentes – como o que ficou conhecido por “anões do orçamento” e, poucos anos depois, o “mensalão” – agora parecem ser casos menos graves que o “petrolão”, a Operação Lava Jato, dado o montante de dinheiro público desviado por corruptos e corruptores (no caso em questão, executivos de empresas como Odebrecht e JBS). Deflagrada em março de 2014, a Lava Jato já resultou em dezenas de prisões e condenações na primeira instância, mas nenhum político com mandato sequer começou a ser julgado. Protegidos pelo foro privilegiado, eles têm se beneficiado por brechas jurídicas e prescrições de punibilidade, em razão da morosidade do Supremo Tribunal Federal, onde são investigados de maneira exclusiva.

O papa Francisco defendeu neste sábado (21) a necessidade da união do clero no Brasil diante da "escandalosa corrupção" ocorrida no país durante um encontro com a comunidade do Pontifício Colégio Pio Brasileiro de Roma.


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Literatura Universal - Odisséia (Homero) - André Malta - Pgm 02

Literatura Universal - Ilíada (Homero) - André Malta - Pgm 01

Literatura Fundamental 01 - Divina Comédia - Pedro Heise

Da Vinci: a anatomia de um gênio

Da Vinci: a anatomia de um gênio:

Uma reportagem desta edição de VEJA mergulha no universo do mestre renascentista Leonardo da Vinci (1452-1519) a partir de um livro lançado mundialmente na semana passada. De autoria do americano Walter Isaacson, veterano jornalista da revista Time e da rede CNN, a biografia Leonardo da Vinci (Intrínseca) elucida mistérios sobre a vida do artista e investiga como se deu a construção de seu talento múltiplo. Isaacson mostra que Da Vinci comunga um traço eloquente com outros gênios que ele biografou – como Steve Jobs (1955-2011), fundador da Apple e criador do revolucionário iPhone, e também do físico alemão Albert Einstein (1879-1955), que estabeleceu os princípios da teoria da relatividade e da física quântica. Desde cedo, todos essa figuras geniais enquadravam-se na notória categoria dos desajustados. Da Vinci nasceu de uma aventura fortuita de seu pai. Isso acarretou a mágoa de nunca ter sido legitimado nem ter tido direito à herança. Mas o fato de não ser filho “oficial” de um bem colocado tabelião o livrou da obrigação de seguir tal profissão — e óbvio que Da Vinci, com sua mente hiperativa e dispersiva, nunca poderia ser feliz numa função cartorial modorrenta. Como Einstein ou Jobs, ele não se dobrava à figura da autoridade. O renascentista adotou a tática típica de sua época de conquistar as graças de patronos poderosos — da família Médici, em Florença, a Ludovico Sforza, duque de Milão que teria mandado envenenar o sobrinho para tomar o poder, até o sanguinário César Bórgia. Nunca, porém, topou pintar o que não lhe apetecia, e conservou consigo por toda a vida parte substancial de suas obras-­primas, incluindo a Mona Lisa.

No caso de Da Vinci, porém, fala-se de um tipo de genialidade peculiar. Que um Einstein tinha uma capacidade de raciocínio muito superior à das pessoas em geral é fato. Mas Da Vinci era um fenômeno de outra natureza. “O que fez de Leonardo um gênio e o diferenciou do restante das pessoas que são apenas ex­traor­dinariamente inteligentes foi a criatividade, a habilidade de aplicar a imaginação ao intelecto”, diz o biógrafo. Nesse sentido, Da Vinci foi um gênio do tipo “gente como a gente”. Autodidata e sem educação formal, ele se valeu de uma ferramenta prosaica — a curiosidade — para pavimentar o caminho rumo à genialidade. “O fato de Leonardo não ser apenas um gênio mas também extremamente humano faz com que ele nos pareça mais acessível”, escreve Isaacson. Da Vinci revelava-se falho, inseguro e altamente dispersivo. Apesar desses traços mortais, ele acabou passando à história na condição de uma das mentes mais excepcionais da humanidade.

O livro de Isaacson apresenta, em suas 640  páginas, mais do que uma radiografia do homem que se tornou o símbolo da inquietude renascentista, ao se devotar com igual ímpeto à arte, à ciência, à engenharia e à criação de armas de guerra, entre mil outras áreas de interesse. Sua trajetória ensina, sobretudo, como as pessoas podem extrair pílulas inspiradoras de seu modo de encarar a vida. “Todos nós podemos fazer o mesmo copiando as atitudes de Da Vinci, em qualquer idade”, disse Isaacson em entrevista exclusiva a VEJA. Seguindo a receita de Da Vinci para investigar qualquer fenômeno, o autor foi direto à fonte: usou como base de seu livro as anotações nas mais de 7 000 páginas de escritos deixados pelo próprio Da Vinci. É uma massa de informação tão notável quanto o conjunto de e-mails de Steve Jobs a que Isaacson teve acesso. Com desenhos, estudos científicos e anotações espelhadas — quer dizer, registradas da direita para a esquerda, com as letras ao contrário —, essas notas alimentaram os mistérios e enigmas sobre o pintor que desaguariam num best-seller conspiratório como O Código Da Vinci, de Dan Brown. O fato de ser gay e filho ilegítimo — e também canhoto e vegetariano — certamente moldou a figura anticonvencional de Da Vinci. Mas o ingrediente fundamental para delinear o gênio era sua postura perante o mundo: sua curiosidade buscava abarcar todas as coisas, dos grandes fenômenos atmosféricos às engrenagens das máquinas, estabelecendo analogias desconcertantes e avançadíssimas.

The Royal Hunt of Dido and AeneasFrancesco Solimena,...

The Royal Hunt of Dido and AeneasFrancesco Solimena,...:

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The Royal Hunt of Dido and Aeneas

Francesco Solimena, c. 1712-1714

The Loves of Jupiter - Leda and the SwanCorreggio, c. 1531-1532

The Loves of Jupiter - Leda and the SwanCorreggio, c. 1531-1532:

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The Loves of Jupiter - Leda and the Swan

Correggio, c. 1531-1532

The Seven Cardinal Sins - Otto Dix, 1933

The Seven Cardinal SinsOtto Dix, 1933:

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The Seven Cardinal Sins

Otto Dix, 1933

The Kiss, marble copy 1929Auguste RodinRodin Museum,...

The Kiss, marble copy 1929
Auguste Rodin
Rodin Museum,...
:

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The Kiss, marble copy 1929
Auguste Rodin
Rodin Museum, Philadelphia

A “Intervenção” via Bolsonaro?

A “Intervenção” via Bolsonaro?:


Entrevista de Jair Bolsonaro ao site O Antagonista




Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

“A Intervenção Militar poderá vir, mas através de um militar eleito”. Esta previsão de Jair Bolsonaro eletrizou ontem o mercado financeiro e as redes sociais. O presidenciável, que agora começa a ser levado a sério, antecipou ao jornalista Cláudio Dantas, do site O Antagonista, que pensa em contar com pelo menos cinco generais em seu eventual governo. Bolsonaro já escalou, de imediato, o General de Exército Antônio Hamilton Martins Mourão: “Não há dúvida de que ele terá uma vaga no meu governo. Ele é aquela figurinha carimbada”.

Essa nova tese de uma “Intervenção”, através da escolha pelo voto em Jair Bolsonaro para o Palácio do Planalto, tem tudo para botar fogo no fla-flu eleitoral de 2018. As pesquisas medem, porém não revelam, de propósito, que a intenção de votar em Bolsonaro cresce tanto quando a “tese da Intervenção”, em suas duas modalidades: a Militar (diretamente, o que é menos provável) ou a Constitucional (apoiada pelos Generais, porém tocada por imposição da vontade popular, cujas pré-condições estão sendo alimentadas para ocorrer). Agora, Bolsonaro antecipa, abertamente, que, se vencer, terá a legitimidade do voto para decretar a Intervenção.


Os membros da zelite tupiniquim insistem em fazer a leitura errada do fenômeno Bolsonaro. Eles insistem na burrice de tentar carimbar Bolsonaro como um personagem caricato e maluco de extrema direita. Os críticos sem noção da realidade não compreendem que Bolsonaro corporifica algumas das mais fortes vontades do eleitorado: a tentativa de apostar em um candidato corajoso e com honestidade para promover mudanças no Brasil. Mesmo que tal desejo seja ilusório, Bolsonaro leva vantagem sobre os demais adversários, justamente porque é deputado federal há vários anos, porém até agora não surgiram denúncias de participação em armações políticas ou esquemas de corrupção.

Até agora, Bolsonaro não tem falado besteira – ao contrário dos críticos emocionais dele. Bolsonaro é hoje um indivíduo perseguido pela máquina judiciária. O Ministério Público Federal o denunciou ao Supremo Tribunal Federal por aquela polêmica política idiota gerada pela deputada petista Maria do Rosário. Todo mundo sabe que Bolsonaro não fez “apologia ao estupro”, e todo mundo também viu que foi Maria do Rosário quem o xingou de estuprador. Injustamente, Bolsonaro se tornou réu no Supremo Tribunal Federal – só que não por crime de corrupção...

Do jeito que o filme do STF ficou queimado com o Caso Aécio Neves, qualquer punição injusta imposta a Bolsonaro tem tudo para provocar uma reação inimaginável de indignação na maioria da sociedade. É imprevisível qual será o ato de revolta a uma decisão política, ideológica e, porque não dizer, estúpida da Corte Suprema contra Bolsonaro. Imagina a interpretação legal permitir que o réu e condenado Lula da Silva possa disputar a Presidência da República, enquanto uma decisão suprema condena Bolsonaro e o tira da disputa?  

O sistema fará de tudo para sabotar Bolsonaro. Seu principal calcanhar de Aquiles é não ter uma base partidária confiável que lhe garanta a indicação para disputar a eleição. Apesar disto, o nome de Bolsonaro está popularmente consolidado como candidato com potencial para a vitória. Bolsonaro incorpora o tema da Segurança (na ordem do ano eleitoral). Muito corretamente, Bolsonaro tem dito que não basta combater a corrupção, mas sim definir mecanismos que impeçam a ação dos corruptos, preventivamente. Aí fica aberto o caminho para um debate sobre mudanças estruturais.

Bolsonaro levará seus adversários e inimigos ao desespero se entrar fundo no debate sobre mudanças na estrutura do Estado-Ladrão brasileiro. A reinvenção do Brasil, pela via da Intervenção Constitucional, é um assunto imprescindível. Começam a amadurecer as pré-condições para as mudanças desejadas. As lideranças das Forças Armadas clamam pelo amplo debate para a formulação de um Projeto estrutural de Nação para o Brasil.

O candidato Jair Bolsonaro tem a obrigação de marchar nesse sentido. O candidato Ciro Gomes, por iniciativa de seu ideólogo Roberto Mangabeira Unger, promete entrar no debate sobre o que chama de “Projeto Interno Forte”. Os segmentos pensantes da sociedade brasileira precisam ir além da mera futrica ideológica, polarizada na falsa batalha com os rótulos imprecisos de direita e esquerda. Já passou da hora de definirmos que Brasil queremos e podemos construir.

Felizmente, está sendo questionada a hegemonia institucional criminosa na máquina estatal brasileira. A maioria da sociedade não suporta mais o Estado-Ladrão. No entanto, ainda é preciso debater as soluções práticas e concretas para a afetiva implantação de um Estado Democrático, baseado na segurança do Direito, no respeito e obediência consciente a leis que tenham mais legitimidade que (a mera) legalidade.

Por isso é fundamental a formulação de uma nova Constituição. A tarefa não é para políticos profissionais. É uma missão para cidadãos que dominem conceitos políticos, econômicos e sociais corretos. Temos de ir muito além do mero fla-flu eleitoral... Do contrário, em 2018, vamos repetir o mais do mesmo.  


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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 21 de Outubro de 2017.

Empresa de sócio de filho de Lula era fachada para receber dinheiro da Oi, diz ex-diretor

Empresa de sócio de filho de Lula era fachada para receber dinheiro da Oi, diz ex-diretor:

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Imagem: Raquel Cunha / Folhapress
Marco Aurélio Vitale, por sete anos diretor comercial do grupo empresarial de Jonas Suassuna, disse em entrevista à Folha que firmas foram usadas como fachada para receber recursos da Oi direcionados a Fábio Luís Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula, e seus sócios.

Mais informações »


21 de Outubro de 1805: Morre o almirante Nelson no decurso da Batalha naval de Trafalgar

21 de Outubro de 1805: Morre o almirante Nelson no decurso da Batalha naval de Trafalgar:

No dia 21 de Outubro de 1805, o almirante inglês Horácio Nelson morre em plena Batalha Naval de Trafalgar.  Nelson destacou-se durante as Guerras Napoleónicas e conquistou a sua maior vitória na célebre batalha que o levou à morte.
A bordo da embarcação Raisonnable, o jovem Nelson tornou-se grumete aos 12 anos e foi promovido a capitão aos 20 anos, na fragata Hinchinbrooke. 
Em 1794, após o cerco de Calvi, no qual perdeu um olho, participou das batalhas do Cabo de São Vicente e de Santa Cruz de Tenerife. Nelas lutou contra o exército espanhol aliado da França, o que lhe custou o seu braço direito, mas rendeu-lhe o posto de contra-almirante, por ter tomado dois navios inimigos. 
Em 1 de Agosto de 1798, surpreendeu a frota francesa do Leste, que fugia de Aboukir, reduzindo-a a nada, condenando ao fracasso toda a expedição que rumava para o Egipto, comandada pelo general Napoleão Bonaparte. Dirigiu-se em seguida a Nápoles, enquanto, na França, a dinastia Bourbon acabava de começar a guerra com os grupos que contestavam o seu poder. 
Nelson travou, então, uma ligação tumultuosa com Lady Hamilton, esposa do embaixador britânico, e também denunciou o armistício concluído pelo Cardeal Ruffo em comunhão com os revolucionários. Forçou-os à rendição incondicional e mandou prender o almirante Caracciolo.
Nomeado vice-almirante, barão do Nilo, duque de Bronte e par da Grã Bretanha, bombardeou Copenhaga e destruiu a frota dinamarquesa em 2 de Abril de 1801. Quando a Inglaterra estabeleceu uma terceira coligação contra a França, retomou o comando da esquadra do Mediterrâneo e impôs o bloqueio da frota francesa em Toulon durante 22 meses. 
Quando o almirante Villeneuve, comandante da frota francesa, conseguiu romper o cerco, dirigindo-se às Antilhas, Nelson retornou apressadamente à Europa com o objectivo de desimpedir o canal da Mancha.  Ao assumir o comando da frota do Mediterrâneo a bordo da nau  HMS Victory, passou mais de dois anos a navegar, só retornando a Merton, Inglaterra, por obrigações de saúde. 
Em 13 de Setembro de 1805, após dois meses de recuperação, é convocado para lutar contra as frotas francesa e espanhola que se tinham aliado e refugiado no porto de Cádiz. Nelson parte então para a batalha, ignorando que esta seria a sua derradeira. Napoleão havia novamente reunido forças para invadir as Ilhas Britânicas, contando com uma frota de 33 navios composta por soldados franceses e espanhóis. 
Em 19 de Outubro as frotas francesa e espanhola deixaram Cádiz e Nelson, a bordo do navio Victory e ao lado de 27 embarcações inglesas,  enfrenta-as. Pouco antes de começar a batalha, o almirante envia uma das suas últimas mensagens codificadas à frota. “England expects that every man will do his duty” (A Inglaterra espera que cada homem cumprirá com o seu dever).  Esta frase tornar-se-ia imortalizada no acervo popular britânico, sendo citada, parafraseada e referenciada até aos dias de hoje.  
Em Trafalgar, a estratégia vitoriosa de Nelson consistiu em alinhar as suas embarcações em várias colunas, a fim de que, a cada lado de um navio francês passassem dois ingleses.  Depois de destruir o navio francês Bucentaure, o Victory defrontou-se com o Redoutable, que contra atacou, causando a morte de um dos marinheiros mais conceituados da história. 
Uma bala de mosquete, disparada por um atirador desde a gávea do Redoutable, alcançou o almirante, atravessando um pulmão e alojando-se finalmente numa vértebra. Nelson caiu sobre o piso da ponte de comando e, ao ser transportado para a cabine, disse: “finalmente, acabaram comigo”. No entanto, para evitar que a tripulação se desmotivasse a cara de Nelson foi coberta com um pano, encobrindo seu sofrimento.  
A batalha  prolongou-se por mais três horas, o almirante Nelson morreu sabendo que tinha alcançado a sua maior vitória. As suas derradeiras palavras foram: “Graças a Deus, cumpri com meu dever”. Após o pronunciamento, perdeu a consciência e foi declarado morto, às 16h30 do dia 21 de Outubro de 1805.  
O Victory seguiu rumo a Gibraltar, carregando o corpo de Nelson que se mantinha conservado num barril de conhaque. O cadáver foi então enviado para Londres e enterrado na catedral de S. Paulo. 
Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)
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Nelson é atingido, no convés. Obra de Denis Dighton
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The Death of Nelson (pormenor) porDaniel Maclise (Câmara dos Lordes, Londres)


21 de Outubro de 1805: Vitória da armada britânica, comandada pelo almirante Horácio Nelson, na Batalha de Trafalgar, sobre a aliança franco-espanhola.

21 de Outubro de 1805: Vitória da armada britânica, comandada pelo almirante Horácio Nelson, na Batalha de Trafalgar, sobre a aliança franco-espanhola.:

Batalha de Trafalgar foi uma batalha naval que ocorreu entre a França e Espanha contra o Reino Unido, em 21 de outubro de 1805, na era napoleónica, ao largo do cabo de Trafalgar, na costa espanhola. A esquadra franco-espanhola era comandada pelo almirante Villeneuve, enquanto que a britânica era comandada pelo almirante Nelson, para muitos o maior génio em estratégia naval que já existiu.

A vitória da batalha naval pelos ingleses sobre as frotas francesa e espanhola era a sequela do falhanço do esquema de Napoleão para invadir a Inglaterra. O almirante Nélson parte de Portsmouth a 15 de setembro, chegando a Cádis a 29. A primeira tarefa de Nélson foi induzir o general Villeneuve a enviar a sua frota para o mar, o que aconteceu, tendo esta operação sido liderada pelo próprio Napoleão e onde este acabaria por ser derrotado pelas tropas inglesas.
As forças de Napoleão em Trafalgar, e apesar do muito espaço de manobra, não conseguiram escapar às táticas de Nélson (este tinha já infligido uma derrota a Napoleão na Batalha das Pirâmides - 1798), uma mistura de inspiração e originalidade. Nélson conseguiu resolver o quebra-cabeças que atormentava os almirantes britânicos há um século - nomeadamente prevenir que as frotas francesas ficassem intactas. Por esta razão, Trafalgar é considerada como a maior das batalhas navais e Nelson como o maior dos almirantes.




Batalha de Trafalgar. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
wikipedia (Imagens)

Arquivo: Joseph Mallord William Turner 027.jpg

A Batalha de Trafalgar - Joseph Mallord William Turner
Arquivo: A Batalha de Trafalgar por William Clarkson Stanfield.jpg
A Batalha de Trafalgar - Frederick Clarkson Stanfield
Arquivo: HoratioNelson1.jpg
Almirante Nelson


Geddel diz que Temer o indicou para Caixa

Geddel diz que Temer o indicou para Caixa:

O ex-ministro Geddel Veira Lima foi indicado em 2011 para o cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa pelo então vice-presidente Michel Temer.

Foi o que confirmou o próprio Geddel à Polícia Federal em julho, segundo a Folha, uma semana após ter sido autorizado a deixar a Papuda para cumprir prisão domiciliar.

“Geddel disse que assumiu o cargo por indicação da presidência do PMDB, que na época era exercida pelo hoje presidente da República.

Ele negou qualquer participação dos então deputados federais peemedebistas Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves na indicação.”

É por essa e, decerto, outras que Renan Calheiros alfineta Temer:





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UM RECADO DIRETO PARA RALÉ QUE SE DIZ "ARTISTA" NO BRASIL


sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Atirador diz ter se inspirado em ataques de Columbine e Realengo


Atirador diz ter se inspirado em ataques de Columbine e Realengo:

Em depoimento prestado à Delegacia Estadual de Apuração de Atos Infracionais (Depai) de Goiás nesta sexta-feira, o menino de 14 anos que matou dois alunos a tiros no Colégio Goyases, em Goiânia, disse que planejava a ação havia dois meses e que se inspirou nos ataques de Columbine (EUA) e de Realengo (Rio de Janeiro).

“Ele (atirador) se inspirou em duas tragédias. Uma delas nos EUA, em Columbine, e outra em Realengo, aqui no Brasil. Dessa inspiração fez nascer a ideia de matar alguém”, afirmou o delegado Luiz Gonzaga Junior.

Ocorrido em abril de 1999, o massacre na Columbine High School, no Colorado, foi considerado um dos ataques a escola mais sangrentos da história dos EUA. Na época, dois alunos com armamento pesado invadiram o colégio e mataram doze estudantes e um professor. Além disso, deixaram mais 21 pessoas feridas.

Já o de Realengo, na Zona Sul do Rio, aconteceu em 2011. Um ex-aluno da escola municipal Tasso da Silveira – Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos – invadiu uma sala de aula atirando e matou doze adolescentes.

Segundo o delegado, o atirador disse no depoimento que foi com a intenção de matar apenas o colega que fazia bullying contra ele. Mas depois de matar esse aluno, o menino de 14 relatou ter tido vontade de matar mais.

Tímido e reservado

O suspeito era considerado tímido e reservado, permanecia quase sempre afastado dos colegas, sendo que parte destes faziam bullying com ele por causa de um suposto mau cheiro.

O relato é de Thiago Barbosa, pai de Hyago Marques Barbosa, de 13 anos, um dos feridos pelos disparos que teriam vindo de um estudante de 14 anos. Thiago contou a VEJA ter ouvido de colegas do filho que o atirador passou por uma situação de tensão no ambiente escolar.

Momentos antes do episódio, alunos entregaram jocosamente ao atirador um desodorante, como forma de ironizá-lo em razão do apelido de “fedorento” que haviam atribuído a ele. “Meu filho me conta tudo, ele já tinha me dito que tinha esse menino na sala, que era mais reservado, ficava na dele”, contou.

O tiroteio deixou dois mortos, João Vitor Gomes e João Pedro Calendo, com idades entre 10 e 12 anos. Outros quatro estudantes ficaram feridos – além de Hyago, Lara Fleury Borges, de 14 anos, Marcela Rocha Macedo, de 13 anos, e Isadora de Morais Santos, de 14 anos. O ataque teria ocorrido por volta das 11h40, cerca de vinte minutos antes do fim das aulas, quando o autor dos disparos teria saído e voltado à classe.