"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

REPORTAGEM DE 2011 MOSTRA COMO É O PRESÍDIO ONDE EIKE BATISTA VAI FICAR



segunda-feira, 26 de setembro de 2011


O Presídio Ary Franco no Bairro de Água Santa na Região do Grande Méier é a pior dos piores entre as Unidades Carcerárias do Sistema Prisional do Rio de Janeiro.

O Complexo penal já deveria ter sido desativado faz tempo, mas, continua lá, para a vergonha de quem não se deixa animalizar, e crê, que o Estado tem obrigação de não compactuar com a barbárie e lei do cão.

Leia o que diz a ONU sobre o nosso sistema prisional e relembre matéria aqui publicada sobre o tema.

Representante da ONU aponta falta de profissionais no sistema penitenciário do Rio e diz que tortura ainda persiste.

Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil


Rio de Janeiro - A falta de profissionais é o principal problema do sistema penitenciário fluminense, onde persistem casos de tortura e a ausência de programas de ressocialização. A avaliação é da representante do Brasil no Subcomitê de Prevenção da Tortura e outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanos ou Degradantes das Nações Unidas (ONU), Margarida Pressburger.

Ela participa hoje (26) de seminário sobre o tema na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

De acordo com a advogada, a situação mais grave é no presídio Ary Franco, na zona norte da capital, onde é "possível ter uma ideia do que acontece nas demais carceragens".

Segundo ela, a infraestrutura é inadequada e não há profissionais suficientes nas áreas de assistência social, saúde e educação. Além da dificuldade de acesso dos presos à Justiça, em função do reduzido número de defensores públicos, ela também afirma que a tortura é uma prática recorrente no local.

"Encontramos um garoto com a cara inchada, as mãos inchadas, vermelhas. Perguntamos o que aconteceu e a resposta é que ele caiu da cadeira. Há caso de prisioneiro que chegou há um ou dois dias e está todo machucado. Dizem que ele foi linchado fora do sistema", relatou Margarida, sobre as visitas a diversas unidades no estado, inclusive, para adolescentes. Ela também preside a Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio.

De acordo com ela, como a tortura é sempre mascarada das comissões que vistoriam as unidades e, em geral, os presos não denunciam por medo de represálias é muito difícil constatá-la. Para especialistas, profissionais do estado de áreas não ligadas à segurança pública, principalmente saúde, poderiam ajudar a identificar os casos. "Esses profissionais podem detectar se o preso está machucado, quando ele foi machucado e onde estava no momento da agressão. É uma pista a mais", destacou.

Segundo a advogada, em casos onde os presos se agridem mutuamente, também pode haver negligência do estado, que coloca juntos, em uma mesma cela, por exemplo, condenados de facções rivais. Para combater a prática, ela defende a vontade política dos gestores para identificar e punir exemplarmente os funcionários envolvidos em tais práticas. "Tortura tem no mundo inteiro, mas no Brasil é uma questão cultural", avalia.

Procurada pela reportagem da Agência Brasil, a Secretaria de Administração Penitenciária não respondeu às críticas do Subcomitê de Prevenção da Tortura da ONU.

Edição: Lílian Beraldo
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MASMORRAS MEDIEVAIS
http://007bondeblog.blogspot.com/2009/09/sistema-prisionalbrasileiro-masmorras.html


NOTA DO EDITOR DO ATAQUE ABERTO 

Será que NINGUÉM vê que a testemunha federal do maior escândalo de corrupção da História da Humanidade, Eike Batista, foi colocado nessa coisa aí da foto (Presídio Ary Franco) para MORRER ! Tirem o CARA DAÍ IMEDIATAMENTE !!! PELO AMOR DE DEUS !!! O cara precisa ficar dentro da Sede da PF do Rio de Janeiro !!!

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