"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

A PSICOPATIA DO LULA


Ainda me recordo das aulas de Medicina Legal lá nos idos de 1970, na faculdade, quando o professor Dr. Lubianca nos ensinava sobre os desvios de conduta. Entre eles, a psicopatia.

Como nada mudou desde então, quem agia com indícios de psicopatia naquele longínquo tempo, continua sendo identificado como um PSICOPATA até os dias de hoje.

Lembrei-me de tudo isso ao assistir o lamentável “palanque eleitoral” montado pelo crápula do Lula da Silva, no velório da sua esposa, ontem.

Pois, somente um sujeito altamente PSICOPATA poderia comportar-se desta reprovável forma num momento tão delicado e íntimo quanto é o ato religioso de despedida de uma pessoa, antes de ser cremada ou sepultada.

Sem o menor sentimento de remorso (que é uma das características principais da psicopatia), o energúmeno ex-presidente da República aproveitou-se, de forma oportunista e desrespeitosa, da cerimônia de adeus da sua mulher para – sem nenhum pudor, como lhe é normal – fazer um constrangedor discurso de apologia à sua “injusta perseguição”.

Aliás, respeito que ele jamais teve em relação á mãe de seus filhos.

Ora, só um PSICOPATA poderia agir assim. Egoísta ao extremo, nem se importou da dor dos familiares e “mandou ver”, soltando o verbo contra os adversários.

Ou seja, ele sabe que tem poucos dias para tentar escapar dos diversos processos que responde, e se utiliza de todas as oportunidades para – demagogicamente – buscar justificativas (geralmente pífias) e causar a compaixão das pessoas.

Enfim, o PSICOPATA novamente só consegue enganar os idiotas e tolos que veem nele um herói.

Marcelo Aiquel – advogado (05/02/2017)

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