"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

sexta-feira, 31 de março de 2017

'É impossível não sentir vergonha do que acontece no Brasil', diz ministro do STF e a RESPOSTA DO EDITOR

'É impossível não sentir vergonha do que acontece no Brasil', diz ministro do STF:



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Imagem: Reprodução / Jota
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), fez a palestra de encerramento do seminário “Diálogo entre Cortes: fortalecimento da proteção dos direitos humanos”, no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília.

O ministro mencionou a "impressionante quantidade de coisas erradas" no noticiário: "Não é pontual: Petrobras, BNDES, Caixa, TCE. Tudo contaminado pelo vício da vantagem indevida". Barroso disse que é impossível não sentir vergonha do que acontece no Brasil.
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RESPOSTA DO EDITOR DO ATAQUE ABERTO

Vergonha o Brasil precisa ter de sua atuação no Supremo Tribunal Federal como Ministro nomeado por uma marginal, terrorista e estelionatária que destruiu a Nação durante o Regime Petista. Vergonha nós temos que ter de um esquerdista travestido de "Juiz" que defende a legalização das drogas num País Governado por Amigos dos Traficantes e que tem, na maior cidade do Mundo abaixo da linha do Equador, um território dominado por zumbis viciados em crack, cocaína, maconha, heroína, ..enfim: qualquer tipo de droga que se possa imaginar. Vergonha nós precisamos ter de suas sentenças prolixas, de seu linguajar hegeliano que mais bem parece ter saído de uma letra de música de Caetano Veloso, de sua retórica relativista por conveniência, de seus aforismas sociológicos que exalam o fedor da Nova Esquerda Ocidental e dos delírios de Michel Foucault, e que reduzem a pó o conceito natural de Justiça de uma sociedade cristã, profundamente conservadora e que sonha, permanentemente,  com juízes melhores do que o senhor ! (Milton Pires)

'O pior dos crimes do Regime Militar foi dar anistia aos bandidos que hoje nos governam', endossa Sheherazade

'O pior dos crimes do Regime Militar foi dar anistia aos bandidos que hoje nos governam', endossa Sheherazade:



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Imagem: Montagem / Folha Política
A jornalista Rachel Sheherazade, em suas redes sociais, compartilhou uma frase do filósofo Olavo de Carvalho, que disse: "Crimes na ditadura militar existiram? Com certeza. O pior foi dar anistia a todos os bandidos que hoje nos governam". A anistia, negociada ao fim do regime militar, foi "ampla, geral e irrestrita", perdoando igualmente torturadores e terroristas. 


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Ministra que soltou mulher de Cabral já negou prisão domiciliar a mãe de 2 crianças

Ministra que soltou mulher de Cabral já negou prisão domiciliar a mãe de 2 crianças:



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Imagem: Roberto Jayme / TSE
A ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Maria Thereza de Assis Moura, que autorizou a prisão domiciliar de Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB-RJ), negou um pedido semelhante feito no ano passado pela defesa de uma mulher – mãe de duas crianças – presa em flagrante com porte de drogas.
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Odebrecht depositou propina para Aécio em NY, diz delator

Odebrecht depositou propina para Aécio em NY, diz delator:



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Imagem: Reprodução / Redes Sociais
A revista Veja, em artigo assinado por Renato Onofre, traz detalhes da delação do ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Junior, um dos 78 executivos da empreiteira a firmar acordo de delação com a Justiça. A delação do executivo diz respeito ao senador Aécio Neves, que seria o receptor de R$ 70 milhões, depositados em uma conta em Nova York, operada por sua irmã, Andrea Neves. 

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Paraguay: manifestantes tomaron el Congreso e incendiaron el edificio

Paraguay: manifestantes tomaron el Congreso e incendiaron el edificio: Se oponen a un polémico proyecto que habilita la reelección presidencial y que hoy fue votado en forma sorpresiva por el Senado.


Anexos originais:


PARAGUAIOS NÃO SÃO BRASILEIROS VAGABUNDOS - ATACANDO E INCENDIANDO O CONGRESSO, FIZERAM AQUILO QUE NÓS JÁ DEVERÍAMOS TER FEITO AQUI !


20:57 31.03.2017(atualizado 21:22 31.03.2017)
Manifestantes invadiram o prédio do Congresso do Paraguai e incendiaram parte do edifício nesta sexta-feira (31) em meio a violentas manifestações contra uma votação secreta do Senado no início do dia para aprovar um projeto de lei que permitiria ao presidente Horacio Cartes concorrer à reeleição.

"O edifício do Senado está em chamas, enquanto alguns parlamentares aindas estão dentro", informou a rádio 970 AM através do Twitter.

A situação levou o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Velázquez, a suspender a sessão programada para este sábado, na qual a Câmara iria votar o projecto aprovado pelos senadores.

"Dado o cenário de eventos que aconteceram no Congresso Nacional desde a sexta-feira, se tomou a decisão de cancelar a reunião especial que estava agendada para o sábado de manhã", disse Velazquez, segundo o jornal ABC Color.

Em uma sessão considerada irregular, 25 dos 45 senadores do Paraguai aprovaram nesta sexta-feira um projecto de emenda constitucional para permitir a reeleição presidencial, proibida de forma taxativa pela Constituição do país.

FONTE - SPUTNIK NEWS

NOTA DO EDITOR DO ATAQUE ABERTO

A imprensa vagabunda petista vai tentar transmitir ao Brasil a ideia de que aquilo que está acontecendo no Paraguai é uma "violência terrível" por parte do povo e que representa o fim da Democracia. Não tem nada de violento nem de fim da Democracia. O povo de lá não é violento - é o daqui que é COVARDE. Senadores vagabundos se reuniram lá para fazer aquilo que, no Brasil, seus colegas marginais fazem todos os dias com votações secretas e golpes contra o povo. Nós já deveríamos ter atacado o nosso próprio Congresso há muito tempo ! 

Manifestantes invadem e incendeiam o Congresso do Paraguai após aprovação de reeleição a portas fechadas

Manifestantes invadem e incendeiam o Congresso do Paraguai após aprovação de reeleição a portas fechadas:



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Imagem: Reprodução / Telefuturo
Manifestantes invadiram o Congresso do Paraguai após senadores, partidários do presidente Horacio Cartes, aprovarem nesta sexta-feira a reeleição presidencial em uma reunião a portas fechadas. Após a decisão, protestos tomaram as ruas da cidade causando confrontos com a polícia.


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Paraguay senators vote in secret to allow presidential re-election

Paraguay senators vote in secret to allow presidential re-election: ASUNCION (Reuters) - Violent protests erupted in Paraguay's capital on Friday as the South American country appeared headed for a constitutional crisis after a group of senators voted behind closed doors for a bill that would allow President Horacio Cartes to run for re-election.


A CRISE DO HOSPITAL SÃO PAULO

'Falta tudo. Um dia é gaze, em outro é luva', diz médico do Hospital São Paulo
Unidade, ligada à Unifesp, suspendeu internações não emergenciais a partir desta sexta; pacientes relatam precariedade

Priscila Mengue ,
O Estado de S. Paulo

31 Março 2017 | 20h20
Foto: FELIPE RAU/ESTADÃO

Hospital São Paulo suspendeu internações não emergenciais
Em crise econômica, o Hospital São Paulo, vinculado à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), suspendeu internações eletivas (não urgentes). Funcionários e pacientes que utilizam o centro médico, considerado de referência em atendimento de urgência de alta complexidade na região, reclamam das más condições da unidade e da falta de insumos e equipamentos.

Moradora do Jardim São Jorge, a diarista Silmaria Gomes Santos se deslocou mais de 18 quilômetros para realizar um exame de raio X no Hospital São Paulo na manhã de sexta-feira, 31. Na sala de exame, se deparou com um "ambiente sombrio", com o piso danificado e equipamentos enferrujados e remendados com fitas. "Os funcionários fazem o que podem, mas a situação é bastante precária", opina.

Situação semelhante foi enfrentada pela aposentada Lisaura, portadora de fibrose cística, lúpus e esclerose múltipla. Há duas semanas, ela foi ao Hospital São Paulo fazer um exame de sangue, que não pode ser realizado por causa da falta de tubos para a coleta de amostras. "Também já aconteceu de não ter reagente. Daí não tem o que fazer. O médico que vai avaliar", relata.

Segundo dois médicos residentes, que não quiseram se identificar, problemas no abastecimento de materiais e insumos são frequentes há cerca de quatro anos. "Falta tudo. Não tem como dizer o que é mais grave. Tem dia que é gaze, outro que é luva cirúrgica, material para esterilização, seringa, e isso se repete todo dia", comentam eles, que frequentam o local há cerca de 10 anos.

A falta de materiais também foi apontada pelo técnico em enfermagem Francisco Brandão, de 56 anos e que trabalha no local há 30. "Pacientes que têm mais condições compram a própria gaze, seu micropore, às vezes até para outros que precisam", diz. Segundo ele, não é incomum casos de cirurgias serem suspensas por falta dos insumos necessários.

Funcionário do setor de Ergonomia, ele relata que conseguiu a doação de uma esteira em 2016, que seria capaz de testar pacientes com até 200 kg. O equipamento teria ficado, contudo, quatro meses parado por falta de verba para um técnico instalar o programa dos exames, o que, segundo ele, acabou sendo realizado voluntariamente por um médico. "Dizem que a verba chega, mas a gente não sabe o que é feito. Deveria haver uma auditoria dos gastos da direção", reivindica.

Voluntária há 12 anos no local, Esther Luchessi comenta que a espera de atendimento por horas já resultou na revolta e até agressões de pacientes. Há alguns meses, a aposentada Rosa Maria Aparecida da Silva, de 66 anos, diz, por exemplo, que teve que se exaltar para conseguir trocar o gesso quando quebrou o pé, pois, inicialmente, os profissionais que a atenderam queriam colocar o mesmo gesso após o terem retirado.

À espera de atendimento para a mãe, Maria Aparecida Rodrigues dos Santos diz não ter sido avisada sobre a impossibilidade de internação para casos que não são de urgência. "É preocupante. A minha mãe está com 97 anos e a gente depende exclusivamente de atendimento público. Se ela precisar ser internada e não for aqui, não sei o que vai ser da gente", relata.

Nesta sexta-feira, após a decisão de suspender as internações eletivas, houve redução de 40% no número de atendimentos em relação à quinta-feira, segundo a Unifesp. No ano passado, o hospital realizou 263.318 atendimentos de urgência e emergência - um aumento de 60% em relação ao ano de 2010. A universidade não comentou os relatos de precariedade e falta de insumos na unidade.

Em nota, a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo informou que a unidade segue atendendo os casos mais graves e urgentes, com risco de morte, da região para o qual é referência. "Casos de menor complexidade e gravidade estão sendo regulados para outras unidades", informa a pasta. A Secretaria também esclarece que, em relação às cirurgias eletivas, os pacientes que já foram encaminhados para a unidade são de responsabilidade do hospital.

Maiakóvski para o STF


por Milton Pires

Na primeira noite eles se aproximam
e mantém os direitos políticos
de Dilma Rousseff depois do
Impeachment
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem;
pisam na Lei, soltam o Goleiro Bruno e
matam nossa
Constituição,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho no STF,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
manda soltar Lula depois
que Moro e o TRF-4 tinham
determinado a sua prisão.
E já não podemos dizer nada.

A TRAIÇÃO DA CLASSE MÉDICA E A CUMPLICIDADE DE SEUS ÓRGÃOS REGULADORES COM UM GOVERNO DE MARGINAIS


Um Estudo Psiquiátrico : O papel do Advogado do Diabo : defendendo os médicos que estão assumindo, de modo muito mais precário, os empregos de médicos demitidos sumariamente na Prefeitura de Goiânia.


por Marcelo Caixeta, médico psiquiatra.

Por um lado, é muito bom ver a união da classe médica contra o Governo, no caso da Prefeitura de Goiânia, que vem precarizando o trabalho médico. Antes tarde do que nunca. Antes agora - por motivos materialistas - do que nunca - por motivos idealistas . O Conselho de Medicina parece ter optado por processar aquele médico que assumir, em condições mais precárias, os postos de médicos demitidos 

No entanto, agora fazendo o papel do “advogado do Diabo”, gostaria de ter resposta para algumas questões : 

1/ Por que Conselhos Médicos, Entidades Médicas, não processaram os médicos que : 

1.a - assumiram responsabilidades de assinar as condutas dos técnicos em Medicina de Cuba que o Governo colocou para trabalhar como médicos ? 

1.b – médicos que ensinam Medicina para não-médicos, ganhando muito dinheiro com isso ? Por exemplo, a própria USP vive oferecendo cursos de conteúdo psiquiátrico para não-médicos. 

Recentemente mesmo estava dando um curso de psiquiatria forense (que é uma sub-especialidade de uma especialidade médica) para não-médicos. 

1.c- médicos diretores de Congressos que aceitam não-médicos tendo aulas de Medicina, e onde também rola muito dinheiro e poder ? Por exemplo, aproximadamente 30% dos freqüentadores do grandioso Congresso de Psiquiatria são compostos por psicólogos.... 

1.d- médicos-políticos, p.ex. Alexandre Padilha, que, renitentemente, atentam contra a Ética Médica, por exemplo, colocando não-médicos para fazerem trabalhos médicos, retirando médicos de unidades de urgência, oferecendo cotas políticas para aprovação em concursos médicos, etc ? 

1.e- médicos do Governo que desmantelam os serviços da medicina liberal, fechando hospitais e jogando milhares de doentes nas ruas ? Por exemplo, coordenadores de saúde mental que fecham hospitais psiquiátricos conveniados ao SUS para dar cabides de empregos para não-médicos em “ambulatórios de saúde mental” ? Ou , por exemplo, médicos gestores que fazem “dumping”, isto é, inauguram serviços públicos, p.ex., UPAs, Hospitais municipais ou regionais, patrocinam o fechamento de serviços conveniados ou filantrópicos, e depois que o serviço público mostra que não funciona a população fica sem nenhum nem outro. 

1.f- usam os planos de saúde ou grandes grupos hospitalares ou empresariais para explorarem outros médicos ? 

1.g – os médicos gestores públicos que colocam os colegas para trabalhar em condições sub-humanas, sub-científicas ? Por ex., quase todas unidades de saúde funcionando sem diretoria médica, com diretores não-médicos, sem condições materiais, sem exames, medicamentos adequados, pacientes internados em condições sub-humanas, etc. Um simples exemplo, o pronto-socorro psiquiátrico público de Goiânia, não tem carbonato de lítio ( um dos três medicamentos mais usados em psiquiatria ) há anos e anos... Por que nunca, mas nunca mesmo, vimos médicos responsáveis por isso processados por negligência ? 

1.h- médicos donos de faculdades de papel, de mentirinha, ou professores que fingem que ensinam ? Professores que aceitam medicina ser ensinada por não-médicos, só para abaixar custos ? Professores que deixam alunos se formarem sem lhes fornecerem hospitais, cirurgias, aulas práticas, ensino ambulatorial ? ( p.ex., estou tratando de um aluno de medicina traumatizado porque levou pau em uma faculdade cuja aulas e provas de cardiologia eram dadas , aplicadas e corrigidas por um farmacêutico ).

1.i – Por que nenhuma Entidade vem a público quando o Governo fecha hospitais não-estatais ? Por exemplo, esses dias, fechou-se em Goiânia um hospital que empregava aproximadamente 200 médicos. Esses dias nosso hospital mesmo fechou uma ala, asfixiada pelo Governo, que dava emprego para 5 médicos. Nenhuma linha sobre isso. Por que ? Porque não são empregos no Governo. Os médicos, como disse acima, e abaixo, estão preocupados com empregos “no Governo”, e não se importam , ou fazem vistas grossas para os empregos que o próprio Governo está dizimando na iniciativa privada. Agora estão sobrando apenas empregos no Governo, e se o patrão é único, ele pode escravizar. E se ele pode escravizar, ele pode precarizar o trabalho como quiser... 

2/ Nada disso acontece, ao meu ver, porque o objetivo de “processar médicos que fazem contratos precários com o poder público” não é o de defender uma “boa prática médica”, e sim defender a excelência de empregos públicos, a excelência de salários públicos, benesses públicas. 

3/ Isso acontece por causa da cultura brasileira, da cultura de nossa classe média, cujo objetivo é “arranjar-se no Governo”, em qualquer Governo. Não temos a cultura coletivista, não temos a cultura empreendedora, não temos a política da inovação individual, do crescimento intelectual/técnico/empresarial. Nossa cultura é única : “tentar arrumar um emprego bom no Governo”. Por isso, nenhum dos médicos citados acima ( do item 1.a. até 1.i.) é processado, pois nada disso acima mexe com o fundamental : “salários e benesses no Governo”. 

4/ Essa política de só ter olhos para empregos e benesses no Governo, no entanto, é fadada ao fracasso. Um dos motivos é porque , ao meu ver, é superficial, não vê o problema em profundidade. Outro motivo, ao meu ver, é porque é anti-ética, voltada para benefícios empregatícios ou pecuniários e não o benefício “ideológico” de melhorar a Medicina, tanto para o médico quanto para o paciente. 

5/ O que não é moral não subsiste, isso quem ensina não é a Religião, é a História. Não é moral preocupar-se mais com salários do que com condições de trabalho. Um exemplo de que essas políticas ( p.ex., processar médico que trabalha precarizado ) não-morais não irão subsistir é o seguinte : a inexorável Lei do Mercado ( excesso de médicos, falta de locais para trabalhar, pois tais locais vem sendo dizimados pelo Governo ) irá colocar médicos para atender no Governo a 150 , 100 reais, um plantão de 12 horas, como já ocorre em muitos lugares no Brasil. 

6/ Como o Governo vem se transformando no “único patrão”, mesmo via indireta das Organizações Sociais, é o Governo que, como patrão único, irá ditar todas as normas, inclusive as normas precarizadas de salários e de condições de trabalho, exploração, etc. Tanto mais quanto foi o próprio Governo que promoveu, maquiavelicamente, o aumento explosivo de faculdades de medicina, justamente com o intuito de oferecer muita mão-de-obra barata e fragilizada. 

7/ O que tentei mostrar é que, quando não se luta numa base moral, numa base ideológica, numa base racional, profunda, depois não adianta querer atuar na superfície, não adianta querer corrigir lá na ponta um problema que já fincou raízes profundas. E o problema médico no Brasil já fincou raízes mais do que profundas, sem que nenhum dos responsáveis tomasse qualquer providência. Agora, ao meu ver, é uma injustiça , querer punir os “mortos-de-fome” que estão dispostos a trabalharem por merrecas... Podem punir médicos, “des-precarizar” algum contrato público, mas isso é maquiagem, é questão de tempo para que o Todo-Poderoso Governo arrume outro jeito de exercer sua Escravidão. 

Contra esse, como mostrei, ninguém quer lutar. Pelo contrário, médicos e suas Entidades, até hoje, só quiseram compor com ele. Até hoje não enxergaram que a traição, de agora em diante, será o moto perpétuo. Portanto, finalizando, a traição da classe não vem de seus componentes mais fragilizados; a traição vem de seu “Amigo mais Poderoso”. 

Cabral delata juízes, desembargados e membros do MP: ao todo, 97!


Aparentemente tendo compreendido que não há mais saída, o bandido carioca ligado ao jogo do bicho e ao tráfico de drogas, Sérgio Cabral, pretende revelar a participação dos marginais do Poder Judiciário e do Ministério Público do RJ no esquema criminoso. Leia abaixo o que escreve a respeito o picareta e funcionário do PSDB na Revista VEJA, Reinaldo Azevedo.

Cabral delata juízes, desembargados e membros do MP: ao todo, 97!:

Segundo quem está por dentro do assunto e não costuma errar, neste exato momento, Sérgio Cabral, ex-governador do Rio, está fazendo o primeiro depoimento de sua delação premiada.

A julgar pelo procedimento adotado pela moral profunda da Lava Jato, o prêmio de Cabral será gigantesco, né?, já que o Paradigma Sérgio Machado prova que quanto mais bandido, mais benefícios se recebem.

Conhecem aquela piada do tenor que, coitado, arrancava as últimas reservas de ar de pulmões já cansados, sob uma intensa vaia da plateia?

O homem se cansou da humilhação e dos tomates e disse, no palco do Scala, de Milão: “Aspetta il barítono!!!”. Em tradução livre: “Ah, tão me achando ruim, né? Esperem o barítono”.

A Lista de Janot vem causando movimentos sísmicos desagradáveis na política? Pois esperem para ver a “Lista de Cabral”!!! A terra pode tremer de verdade. Escombros à vista!

Quem tem acesso a coisa assegura que ela inclui 97 nomes — 97!!! — de juízes, desembargadores e membros do Ministério Público”.

A coisa vai ser feia. Como já resta claro a esta altura, existiu o petrolão, sob o comando de uma verdadeira organização criminosa, com a sua devida hierarquia, e havia o “esquema do Rio”. Ali, Cabral conseguiu, vamos dizer, a sua independência. Ele chefiava uma espécie de enclave dentro do esquema geral.

Arquivado em:Brasil, Política

Anexos originais:

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NOTA DO EDITOR DO ATAQUE ABERTO

Sobre esta matéria, cabe apenas um comentário - perto dos vagabundos comunistas colocados por Lula e Dilma dentro do STF, da Polícia Federal e do MPF, os juízes do Rio de Janeiro são apenas crianças atrevidas que fizeram uma arte...Nada de mais grave..

SILÊNCIO ENSURDECEDOR


Há cinquenta e três anos, estávamos no “olho-do-furacão”. Como esquecer os dias de tensão vividos, como jovem Tenente, na então 6ª Companhia de Polícia do Exercito, situada na Praça do Portão da cidade de Porto Alegre/RS. Nela, LAMARCA, colega de turma, iniciou um inventário de crimes e traições, aos companheiros, ao Exército e ao Brasil, auxiliando, em dezembro daquele ano, a fuga de um militar da aeronáutica, recolhido preso à disposição da Justiça Militar . Na época, o inquérito policial não apurou a traição. Hoje, não há dúvida.

As estridentes sirenes dos “Choques”, abrindo espaços nos velozes deslocamentos para receber no aeroporto o presidente JOÃO GOULART, que se deslocava de ( Brasília/Rio) para Porto Alegre, na frustrada tentativa de manter-se no poder, ainda soam nos nossos ouvidos. Seu carbonário cunhado, LEONEL BRIZOLA, sem sucesso, tentava reeditar a Cadeia da Legalidade de 1961, sugerindo, até, que praças assassinassem seus superiores “ golpistas”. 

Testemunha da derradeira reunião ocorrida na residência do então Comandante do III Exército, General LADÁRIO PEREIRA TELES, o Capitão Comandante da Companhia, RAUL JOSÉ RIBEIRO informou que GOULART, depois de atritar-se com o belicoso cunhado, resolvera não resistir, homiziando-se no vizinho Uruguai. Era a vitória do movimento cívico-militar, sem reação. 

Sobre essa importante quadra da vida nacional, um silêncio constrangedor; constata-se que um pacto, tacitamente acordado, por editores e jornalistas engajados, é cumprido religiosamente pela imprensa do país. Os sucessos do movimento moralizador que colocou o país na senda do desenvolvimento e da ordem com o apoio maciço da sociedade brasileira, propositalmente esquecidos. Hoje, a história vem sendo contada pelos vencidos de ontem, que continuam, ao que parece, adeptos do credo maldito. Só vale falar mal, denegrir e desdenhar, o movimento cívico-militar de 1964.

O planejado ESQUECIMENTO não surpreende; afinal, não faz muito tempo, a principal Rede de informação do país, a GLOBO, apologista da benéfica intervenção militar na alvorada do movimento ( basta ler o editorial do dia), veio a público desculpar-se pelo EQUÍVOCO cometido. Quanta hipocrisia :“Vão-se os anéis, mas ficam os dedos”. E, também, as impressões digitais.

Como velho soldado que viveu as incertezas e angústias daquele momento, obrigo-me a relembrar o histórico e salvador movimento que reuniu expressiva participação dos brasileiros conscientes sobre os perigos que nos rondavam. A vizinha Colômbia é o exemplo vivo: até hoje convive com embaraços para exterminar a nefasta atuação das FARC. Obrigo-me, portanto, a relembrar hoje, a memória dos companheiros mortos, que perderam suas vidas lutando contra fanáticos e terroristas para impedir que, aqui, fosse implantado um regime semelhante ao que, hoje, infelicita a pobre Venezuela. 

Esperamos que pelo menos nos quartéis e estabelecimentos de ensino militares, alunos, cadetes, soldados, praças e jovens oficiais, recebam de seus chefes, através de palestras, as informações verdadeiras . Seria um sonho esperar que universitários brasileiros, doutrinados, na maioria, por seus professores marxistas, essas mesmas informações. 

Esse SILÊNCIO que ensurdece e constrange quem viveu aqueles dias, não pode, por omissão indesculpável, por interesses menores ou por medo de represálias, ser ouvido dentro dos muros das inexpugnáveis cidadelas do castro. 

Porto Alegre, 31 de março de 2017

CARLOS AUGUSTO FERNANDES DOS SANTOS- militar reformado

"A Alma de Nietzsche" reinterpreta o clássico 'Além do Bem e do Mal'

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Divulgação


Professores de filosofia mergulham na obra de Nietzsche e oferecem uma nova interpretação sobre livro do autor
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Leia mais (03/30/2017 - 16h18)


Der Jongleur, 1874


Der Jongleur, 1874
Fritz Beinke

1873

oil on canvas

(collaboration from Steve Miner)



O pintor alemão Fritz Beinke frequentou a Academia de Artes de Düsseldorf, onde teve aulas com Karl FerdinandSohn (1805-1867) e Eduard Bendemann (1811-1889), entre outros. Fato seguido por uma série de viagens de estudos através da Alemanha e do norte da Itália. As cenas de gênero por Ludwig Knaus (1829-1910) revelou uma importante fonte de inspiração e, finalmente, levou a sua especialidade: a pintura de gênero. Fritz Beinke era um seguidor da Escola de Dusseldorf e suas obras hoje estão principalmente em coleções privadas.

Eduardo Cunha, Who Led Impeachment Drive Against Rival in Brazil, Gets a 15-Year Jail Term


Jornal Oficial da Esquerda do Planeta Terra, órgão de imprensa máximo dos judeuzinhos comunistas de NY, o New York Crimes faz questão de anunciar - "Eduardo Cunha, que liderou o Impeachment contra sua Rival no Brasil, pega 15 anos de Cadeia" 


Eduardo Cunha, Who Led Impeachment Drive Against Rival in Brazil, Gets a 15-Year Jail Term

By DOM PHILLIPS - MARCH 30, 2017
CONCEIÇÃO DO CAPIM, Brazil — Eduardo Cunha, the conservative Brazilian political leader who led the push in 2016 to oust Dilma Rousseff, Brazil’s former president, was sentenced on Thursday to more than 15 years in prison.
A federal judge in Brazil found him guilty of corruption, money laundering and illegally sending money abroad, all in connection with a sprawling graft investigation involving the state-run oil company Petrobras.
In handing down one of stiffest penalties meted out to a top political figure in Brazil in recent years, the judge said Mr. Cunha violated his “enormous” responsibilities as a lawmaker.
“There can be no more serious offense than the betrayal for personal gain of a parliamentary mandate and the sacred trust of the people,” said the judge, Sergio Moro, a leading figure in the investigation who has become something of a hero to graft-weary Brazilians.
Mr. Cunha is the highest-profile politician to be sentenced as a result of the Operation Car Wash investigation into corruption at Petrobras, which has shaken Brazil’s political and business establishments to their core. He was convicted of charges that included receiving bribes during Petrobras’ acquisition of a Benin oil field for $35.5 million in 2011, and of money laundering crimes between 2011 and 2014.
The sentencing marked a new low point in the fall of Mr. Cunha, who only months ago wielded immense influence as the speaker of the lower house of Congress, where he orchestrated and oversaw the impeachment of Ms. Rousseff last year on accusations of manipulating the budget to disguise mounting economic problems.
Mr. Cunha, who gained notoriety for his conservative views as an evangelical Christian radio commentator, resigned his speaker role in July amid charges that he took as much as $40 million in bribes for himself and allies. He was expelled from Congress in September and arrested the following month.“There has never been such a rapid fall,” said Maurício Santoro, a political scientist and professor of international relations at the State University of Rio de Janeiro. “He has gone from being one of the most powerful politicians in Brazil to this.”
Mr. Cunha was also a leading figure in the Brazilian Democratic Movement Party of President Michel Temer, whose beleaguered government has grappled with one corruption scandal after another, as Brazil’s three-year recession has worsened and the president has sunk in opinion polls.
Mr. Cunha’s lawyers said they would appeal the decision, though he will remain imprisoned pending the appeal.
“This judge is in no condition to judge any action against me because of his partiality and political motivation,” Mr. Cunha wrote on Thursday from inside the jail in Curitiba, Brazil, where he is being held, according to the Folha de S.Paulo newspaper. He accused Judge Moro of using him as a “trophy.”
The lengthy prison term may serve as an incentive to other politicians facing investigation in the Petrobras scandal to seek plea deals. Such deals by those accused have played a pivotal role as the investigation advanced, and a collaboration by Mr. Cunha could prove a threat to Mr. Temer, who has already been accused in leaked testimony of soliciting illicit campaign funds by one collaborator.
“Fifteen years is very tough sentence,” said Mr. Santoro. “It is a very powerful mechanism for politicians to do deals.”


A ESCOLHA DE SOFIA DENTRO DE UM HOSPITAL.


Escrito por Dra.Adriana Lisboa
Médica em Santa Catarina

Essa noite, a equipe do hospital onde atuo como diretora técnica, se viu obrigada a fazer a "Escolha de Sofia", o drama da guerra...
Numa UTI lotada, sem vagas, necessitar de um leito pra um paciente com 31 anos, chocado, as portas da morte e não ter. E não ter em nenhum outro hospital. E não ter nenhuma resposta, nenhuma esperança...nada! Colocamos um paciente a mais, num leito que não existe. Uma gambiarra, um "puxadinho"...e quilos de stress pra toda a equipe, mais risco, mais dúvidas, mais angústias...
E os reais responsáveis por tudo isso? Dormem em berço esplêndido. Em seus lençóis de seda, nas suas belas mansões, desfrutando do luxo e da opulência desnecessária, desmerecida, patrocinada por todos nós, pelos nossos impostos, pelo dinheiro público, que nos arranca o equivalente a cinco meses do nosso suado e honesto trabalho!
Sim. A corrupção mata. Mata pela desassistencia, pelo desespero, pela chance perdida...mata a esperança, a qualidade, o futuro. Mata a vontade. Nessas horas, torna-se palpável e material, a roda de desgraças que o governo exercido pelos maus e desonestos, pode causar.
A culpa não é do médico, do enfermeiro, do hospital...a culpa é sua que se cala! A culpa é sua que vota mal! A culpa é sua que minimiza a lei! A culpa é sua que troca o bem coletivo, por um carguinho comissionado ou por uma vantagem pessoal qualquer!
Antes de votar, lembre-se que todos somos obrigados a arcar com as consequências das suas escolhas estúpidas! Mais cedo ou mais tarde...

Homenagem a Todos Aqueles que Lutaram e Morreram para que o COMUNISMO não tomasse conta do Brasil


Em nome de todo Brasil, o Editor agradece aos militares que morreram e lutaram contra assassinos, assaltantes e sequestradores cujo objetivo era transformar o Brasil ou numa Pequena China ou numa Grande Cuba. Mais tarde, os bandidos comunistas que sobreviveram desistiram da luta armada e, associados aos primeiros traficantes de drogas da década de 70, aos pederastas, estelionatários, maconheiros do meio universitário, jagunços e capangas alcoólatras de Sindicatos,  padres pedófilos de extrema esquerda e todo tipo de aberração capaz de definir-se como aquilo que Hannah Arendt chamava de ralé, formaram a Organização Criminosa que se apresentou sob alcunha de Partido dos Trabalhadores - O resto da História, todos conhecemos. 

A VERDADE É COMO A FÊNIX

A VERDADE É COMO A FÊNIX:

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A VERDADE É COMO A FÊNIX

 Revista do Clube Militar (março de 2017) https://pt.calameo.com/read/0018195984628328ae360

Gen Bda R1 Luiz Eduardo Rocha Paiva

Para infelicidade da esquerda socialista, a verdade sobre a reação democrática à tentativa de golpe comunista pela aliança Jango, Brizola e Prestes, começou a emergir há algum tempo. A reação democrática desaguou no Movimento Civil-Militar de 31 de Março de 1964, apoiado por toda a nação, daí não ter havido reação nem derramamento de sangue.
Da mesma forma, a sociedade vem tomando consciência de que a esquerda radical adotou, em seguida, a luta armada para implantar uma ditadura totalitária no Brasil e não para defender a democracia e a liberdade, como alguns de seus remanescentes, mentalmente condicionados, e outros inocentes úteis insistem em tentar iludir a nação, por meio de uma narrativa a cada dia mais desgastada.

Por outro lado, fica patente a diferença entre o que fez o regime militar pelo desenvolvimento nacional de 1964 a 1984 e o que fez a esquerda de 1994 a 2012, afundando o país e abalando a crença no regime democrático.

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O Brasil vive um processo permanente de revolução socialista, iniciado nos anos 1920 com a criação da Seção Brasileira da Internacional Comunista, filiada ao Partido Comunista da União Soviética (PCUS), daí ela ter mudado o nome para Partido Comunista Brasileiro (PCB), a fim de disfarçar a traidora submissão a um partido estrangeiro. Para se filiar ao PCUS, o futuro PCB se submeteu às 21 condições impostas pela matriz. Entre elas, destaquem-se: combinar ação legal com ação ilegal; fazer ampla campanha de agitação e propaganda com ênfase nos exércitos; ser um partido internacional, renunciando ao patriotismo e ao pacifismo social; e obedecer ao PCUS. Assim, o socialismo já nasceu incompatibilizado com o Exército Brasileiro, considerando seu patriotismo, ser fiador da coesão e da paz interna e sua total lealdade à nação.
A revolução socialista teve quatro tentativas de tomada do poder. A primeira em 1935, com a Intentona Comunista liderada por Luís Carlos Prestes, empregou a via violenta, modelo bolchevista (golpe de Estado direto). A segunda, intensificada de 1963 a 1964, adotou a via pacífica (golpe de Estado preparado), usando a infiltração nas instituições, a subversão (agitação e propaganda) e pressões de base e de cúpula. Chegou ao governo, mas não tomou o poder. A terceira tentativa já vinha sendo preparada, mas se intensificou entre 1966 e 1976, adotando a via violenta, no modelo maoísta da luta armada (revolução prolongada). A quarta tentativa teve o seu embrião no início dos anos 1960 e continua nos dias atuais. Segue a via pacífica gramcista, que preconiza controlar a sociedade antes de conquistar o Estado e tomar o poder. Estava no governo com o PT, mas ainda não tomara o poder, embora tenha contaminado profundamente a sociedade com o gramcismo dissociador de valores morais, continue ocupando amplos espaços na administração do Estado e domine o sistema de ensino, os meios acadêmicos e culturais e a mídia. Dessa forma, controla os formadores de opinião e tem forte influência nos meios políticos e na sociedade. Todas as tentativas tiveram matrizes externas. As duas primeiras em Moscou, a terceira em Moscou, Pequim e Havana e a quarta segue, hoje, o Foro de São Paulo. Portanto, nada têm de nacionalistas ou patrióticas, pois são internacionalistas de nascença.
Penso que as ideologias predominantes no Brasil sejam as socialistas - marxista e fabianista (a nacional-socialista é irrelevante); as democráticas - democrata social e liberal moderada (de centro); e a capitalista libertária (Estado mínimo e mercado autorregulado).
A socialista marxista e a capitalista libertária são materialistas, ateístas, sectárias, radicais e relativizam os valores, levando ao dogmatismo e fanatismo. Pretendem atender às aspirações da sociedade pela lei positiva, pelo planejamento centralizado (socialista) ou pelo mercado autorregulado (capitalista libertária), desprezando a lei natural. Ideologias radicais são ideais de viés econômico, que impõem políticas radicais para concretizá-las.
A socialista fabianista nasceu na Inglaterra em 1884, como alternativa ao marxismo revolucionário, e preconiza a transição do capitalismo para o socialismo por meio de reformas pacíficas e sucessivas sem a violência revolucionária. No entanto, apoia e faz alianças com esquerda marxista, pois ambas são socialistas. No Brasil, seus quadros estão mais concentrados na social democracia, leia-se PSDB.

O Centro Democrático engloba o liberalismo moderado e a democracia social, que combinam, com maior ou menor ênfase o liberalismo econômico com amplas políticas sociais. No Centro Democrático, estão os conservadores, que admitem o progresso calcado no saber anterior, tradição, valores e experiência acumulada, mas não em ideologias radicais utópicas extremistas. Tende mais à centro direita (ver quadro a seguir).

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Nas últimas décadas, o Brasil viveu sob a nefasta aliança entre a esquerda socialista e uma liderança patrimonialista corrupta, com o resultado que todos sabemos. A nação precisa compreender a necessidade imperiosa de se livrar da irrecuperável liderança política fisiológica, bem como de neutralizar o poder da esquerda socialista, pois ambas são fatores determinantes de nosso atraso e falência moral.

Tal qual uma fênix, a verdade vai renascendo das cinzas onde a hipocrisia e a falsidade da esquerda socialista pretenderam sepultá-la.

Saiba quem foi Dom Hélder Câmara, antigo integralista e santo do pau oco

Saiba quem foi Dom Hélder Câmara, antigo integralista e santo do pau oco:



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Segredos do Exército São Revelados por um Oficial

Publicado em 02 de September de 2008 por Félix Maier
Prezados leitores de Webartigos,

O texto abaixo é um depoimento histórico importante, escrito pelo general Durval Andrade Nery.

Aos poucos, os militares estão criando coragem e escrevendo suas memórias, desmistificando os terroristas de ontem que hoje se apresentam como cândidos anjinhos que queriam defender a democracia - vale dizer a "democracia" cubana. Na verdade, esses facínoras que defendem a Peste Vermelha não passam de autênticas vestais grávidas.

Atenciosamente,

Félix Maier

*

Estamos retransmitindo, para seu conhecimento, a verdade sobre o que os terroristas fizeram no passado e que hoje se vangloriam de terem sido perseguidos pela Revolução, recebendo populdas indenizações  do Estado,  que quem paga é você.

Analise e veja a diferença entre o que aconteceu e o que eles contam.
(Depoimento de quem viveu aqueles dias)

"... Retornando da Amazônia, pretendia iniciar a minha preparação para realizar o concurso para a Escola de Estado-Maior. Tinha que estudar e a minha nomeação para instrutor da EsAO era um ótimo negócio. Quando fui surpreendido com a retificação da minha nomeação, à revelia, agora para ser ajudante-de-ordem, e responsável pela segurança do General Humberto de Souza Mello, novo Comandante do II Exército - São Paulo - na fase em que a guerrilha estava no auge. Foi um tempo difícil. A guerrilha urbana organizada pelo baiano Carlos Marighella, mesmo depois da sua morte, executou 65 missões naquele período em que estive como responsável pela segurança do Comandante do II Exército. Caímos em duas emboscadas e eu pude presenciar o que ocorria em São Paulo. Era uma guerrilha bem organizada, que contava com pessoal preparado e farto material.

Marighella editou o manual mais completo de guerrilha urbana que o mundo conhece, o Mini-manual do Guerrilheiro Urbano. Quando fui para a Escola das Américas - onde funcionava e ainda funcionam todos os cursos que um exército precisa desde a formação de comandante, de liderança, de administração até o curso de formação de sargentos, comandos, guerra na selva etc. - em um dado momento, ao entrar na biblioteca para fazer pesquisas para as minhas aulas e encontro, como best-seller, o livro de guerrilha do Marighella. Não existe, até hoje, um manual melhor de guerrilha urbana. Outra ação violenta da guerrilha em São Paulo foi o assassinato do industrial dinamarquês naturalizado brasileiro, Henning Albert Boilesen, que era o presidente do Grupo Ultra, morto pelos terroristas no dia 15 de abril de 1971. Considerado pelos extremistas da esquerda, como colaborador do Governo.

Acontecia que, nesta mesma ocasião, elementos que tinham ido para a Europa, alguns exilados, outros exilados voluntários. Organizaram um grupo em Paris, com a missão de denegrir a imagem brasileira. Não era só criticar o governo revolucionário. Era desacreditar a imagem brasileira. O chefe desse grupo era Dom Helder Câmara, que se transferiu para Paris e chegou a se lançar candidato ao Prêmio Nobel da Paz por indicação de três governos do norte da Europa.

Diante desse fato o presidente Médici ligou-se com o Comandante do II Exército e deu a seguinte ordem: fale com o Boilesen, chame-o ao seu quartel-general e dê a missão de levar aos governos nórdicos, inclusive o dinamarquês, onde ele tinha as suas origens, o "dossiê" do Dom Helder Câmara. Mostre quem é esse padre, o que ele está fazendo, o que já fez - ex-integralista, comunista - essa "figura impoluta" da Igreja. Quem chamou o Boilesen fui eu. Levei-o para a reunião. Ajudei-o a preparar o "dossiê" que era trabalho de ajudante-de-ordem. Ele foi para a Europa, apresentou o documento para os três presidentes e os três países retiraram a proposta de Helder Câmara para o prêmio Nobel da paz.

De imediato, fomos informados no Brasil da ordem dada pelo grupo de Paris: "Matar o Boilesen". Eles deram a ordem se não me engano para o Lamarca. Recebi a missão de chamar o Boilessen, de novo. Nós o ensinamos a atirar, para a sua defesa pessoal. Foi escalado um elemento da Polícia Civil para ser o seu segurança - motorista dele. Ele treinava no estande de tiro da 2a Divisão de Exército, no quartel do Ibirapuera. Foi-lhe recomendado cuidado. Sabia-se que eles, os guerrilheiros, tinham ordem para matá-lo. Um dia, esse homem vai à casa da filha, entra numa rua que era mão única, um quarteirão que, naquele dia, havia uma feira, só dava uma passagem e a emboscada - se não me engano foi à quinta tentativa dos guerrilheiros - foi semelhante àquelas que fizeram para o Comandante do II Exército, nas quais caímos por duas vezes, mas conseguimos sair.

O itinerário do Comandante do II Exército só era conhecido pelo motorista e na hora. Eram sete, oito itinerários diferentes quando ele fazia o seu deslocamento da casa para o quartel e vice-versa. O Boilesen, naquele dia, entra na rua da feira - só tinha uma passagem. Dispensou o motorista e ninguém entendeu o porquê. O motorista pediu uma dispensa e, também, não sabemos por que foi dispensado. Ele foi dirigindo. Entra na residência da filha, tira o paletó e deixa a arma em cima da mesa, fala com a filha veste o paletó e sai sem a arma. Foi emboscado na esquina com a Alameda Casa Branca. Levou dezenove tiros, quinze na cabeça. Duas senhoras que estavam na feira também foram atingidas. Assim, era São Paulo. A guerrilha urbana ali era perversa. Este fato realmente repercutiu e, por isso, nós nos envolvemos bastante nessas operações.

Os assaltos a bancos se multiplicavam, o dinheiro roubado - desapropriado, como eles diziam - era depositado até em contas particulares como a que o Marighella mantinha no exterior. Jovens sonhadores e ávidos por aventuras eram recrutados para ações noturnas de propaganda, pichando paredes. Escalados para dirigir os carros nessas horas, muitas vezes eram surpreendidos quando percebiam que a missão daquela vez era um assalto a banco. Propositadamente, o líder deixava cair no local do assalto a carteira de identidade do jovem estudante que estava no volante do carro da quadrilha e tinha sido convidado para pichar um muro e não para assaltar um banco. A surpresa maior era na manhã seguinte. Os jornais publicavam a foto do jovem agora assaltante de banco, identificado por ter "deixado" cair a sua identidade. Percebendo a "armação" para envolvê-lo nas ações criminosas e sem saída, o jovem procurava a liderança que dizia: "sujou", você terá que "esfriar" por um tempo, "desaparecer", não se preocupe, vamos levar você para o interior. E, assim, mais um estudante era levado para a guerrilha de Xambioá no sul do Pará. Envolvidos de uma maneira desleal, ardilosamente planejada para ações criminosas contra seu país, por um grupo que pretendia derrubar o governo para implantar um regime totalitário comunista que foi repudiado pelo povo, até na própria União Soviética. Esses jovens, agora com identidade falsa, desconhecida até por seus familiares. Ao enfrentarem as forças da lei nos combates travados em São Paulo e Xambioá, alguns morreram e foram enterrados com a identidade que portavam. É fácil concluir que apenas os chefes das guerrilhas, responsáveis pela troca das identidades dos jovens, hoje considerados desaparecidos, têm condições de informar o verdadeiro nome de cada um para ajudar na identificação do nome "usado na guerrilha", com o qual provavelmente foram enterrados.

Na fase mais crucial da guerrilha de São Paulo, quando cresceram os assaltos a bancos, os seqüestros, os assassinatos de pessoas inocentes na rua como o da jovem que o Lamarca escolheu para provar sua condição de ótimo atirador -era instrutor de tiro - e numa atitude covarde matou-a com um tiro, logo após assaltar um banco. Com a intensificação das ações de guerrilha em todo o País, principalmente no Rio e São Paulo as Forças Armadas ficaram em desvantagem, alguns homens foram abatidos, era preciso uma ação mais enérgica nos combates. Isso aconteceu no mesmo dia da morte do Cabo de uma das equipes que, em perseguição ao "Japonês", companheiro de Lamarca no roubo das armas do Hospital Militar de São Paulo e da guerrilha em Registro. O Cabo morreu porque se aproximou para prender o Japonês com a arma abaixada. Foi morto por uma rajada de metralhadora desferida pelo Japonês através da porta do carro. Ato contínuo o comandante do II Exército, General Humberto de Sousa Mello, determinou que eu transmitisse uma ordem ao comandante da Operação Bandeirante (Maj Ustra), para reunir a tropa e, na presença de todos, exigiu mais treinamento, mais atenção nas ações. Disse ainda, "Já estou cansado de enterrar homens sob meu comando. Exijo mais energia na execução das ações. É preciso agir de acordo com as técnicas antiguerrilhas aprendidas. Quando sob a mira das armas dos guerrilheiros, tinham que ser mais rápidos e atirar para matar". Eu ouvi, estava presente. O General Humberto estava angustiado com a morte dos seus subordinados. Era um veterano de 1930. Tinha sido Secretário de Segurança de Pernambuco. Conhecia as técnicas dos comunistas para a tomada do Poder.

Desta maneira e neste contexto, a guerrilha começou a perder terreno até ser totalmente eliminada em São Paulo. É preciso lembrar que nesta fase, ninguém, nenhuma pessoa inocente, morreu de bala perdida nas ruas de São Paulo. A Revolução de 1964 foi vitoriosa, derrotados foram aqueles que pretendiam subjugar o povo brasileiro impondo um regime odioso marxista-leninista.
Vale lembrar que o General Humberto, cumprida a missão em São Paulo e após uma breve passagem por Brasília, como Ministro Chefe do Estado Maior das Forças Armadas, passou para a reserva aos 66 anos, retirando-se para sua residência, no Rio. Já na primeira semana, começou a receber ligações ameaçadoras com o seguinte teor: "Já sabemos onde você mora, aproveite que esse é o seu último fim de semana. Cumprimentos da guerrilha". Foram duas semanas de ameaças diárias, para o casal. Tomou uma decisão. Iria se mudar. Seria preciso um empréstimo bancário para a entrada num apartamento. Procurou um banco. Resposta do gerente: "O senhor não tem renda familiar para um empréstimo". Nesta hora, ele se deu conta da situação financeira dos militares, afinal tinha atingido o último posto da carreira. Não desistiu, ao sair em busca de outra solução. Teve seu carro, que era dirigido pelo seu motorista, violentamente fechado por outro, próximo ao Canecão, na saída do Túnel Novo, Zona Sul do Rio de Janeiro. A ação foi visivelmente intencional, pretendiam fazer parar o carro do General Humberto. Seria uma ação terrorista? Um seqüestro? Com a freada brusca, o general foi violentamente projetado sobre o painel do carro, batendo com a cabeça. Em ação rápida, o motorista subiu na calçada, tomando a direção contrária, conseguindo assim, fugir do local e retornando à residência. Horas depois, o General Humberto entrava em coma com derrame cerebral vindo a falecer no Hospital Miguel Couto onde fora internado. Era realmente o seu último fim de semana..."
  
Obs.: Texto recebido de meu amigo Zeca Neves (F. Maier).

"Com a internet, não existe mais segredo se duas pessoas conhecem um mesmo assunto" (Luiz Jardim, oficial-superior e cientista político, atualmente cursando a ESG, a qual, segundo ele, hoje se transformou em um antro de esquerdistas).
Revisado por Editor do Webartigos.com


31 de Março de 1596: Nasce o filósofo e matemático francês René Descartes, autor de "O Discurso do Método".

31 de Março de 1596: Nasce o filósofo e matemático francês René Descartes, autor de "O Discurso do Método".:

Nascido em La Haie (França) em 1596, é considerado o inaugurador da época moderna da história da filosofia e primeiro representante da corrente racionalista, tendo colocado como núcleo da pesquisa filosófica o problema do conhecimento.Opondo-se veementemente à tradição escolástica de influência aristotélica, Descartes, sob inspiração do rigor demonstrativo das deduções matemáticas, foi movido pela preocupação de encontrar um fundamento absoluto e irrefutável para as ciências, que pudesse simultaneamente servir-lhes de princípio unificador, na tentativa de criar um sistema universal do saber.

Com esse objetivo, procede à articulação das regras a que deve obedecer o método «para bem encaminhar a razão e procurar a verdade nas ciências»:

- regra da evidência: «recusar todos os preconceitos, não tomando como verdadeira nenhuma coisa sem que a conheça evidentemente como tal e se apresente ao meu espírito tão clara e distintamente que dela não possa duvidar».

- regra da análise: «dividir cada um dos problemas que se me apresente no maior número de parcelas possível».

- regra da síntese: «conduzir os raciocínios ordenadamente, partindo dos mais simples para os mais complexos».

- regra da enumeração: «proceder a enumerações tão completas e revisões tão gerais que possa estar certo de nada haver omitido».

Procurando, no entanto, um suporte metafísico para o seu sistema, parte de uma posição de ceticismo em que põe em causa a fiabilidade dos sentidos e considera como ilusório o mundo sensível; chega mesmo a considerar a possibilidade da inexistência de Deus, substituindo-o por um «génio maligno» cuja astúcia o poderia induzir em erro até nas verdades mais seguras das ciências dedutivas (dúvida hiperbólica). No entanto, é este mesmo processo que o conduz à verificação de uma evidência que admite incontestável - até ao duvidar, a consciência tem de existir -, formulada na célebre asserção «Penso, logo existo». O vigor com que tal constatação se apresenta na consciência serve-lhe como primeiro critério de verdade, levando-o a propor que, «regra geral, todas as coisas que sejam concebidas de forma tão clara e tão distinta serão igualmente verdadeiras».

Encontrada na afirmação da substancialidade do eu pensante («res cogitans») uma base suficientemente firme para o seu sistema, falta a Descartes, no entanto, ultrapassar o puro solipsismo que dela advém. Para o realizar, apoia-se na análise dos conteúdos da consciência pensante e, em particular, na constatação da presença nesta da ideia de um ser perfeito. Admitindo que as ideias podem ter três origens - os sentidos, a própria consciência ou uma instância superior -, conclui que a ideia de um ser perfeito não pode surgir dos sentidos, pois estes não podem dar origem a nada com maior realidade objetiva (i. é, das representações acidentais dos sentidos não pode provir a ideia de uma substância). Do mesmo modo, não pode ter origem na própria consciência, visto que a ideia de um ser perfeito não pode provir de uma substância imperfeita (o efeito não pode ser superior à causa). Portanto, a ideia de ser perfeito só pode estar presente na consciência enquanto ideia inata, por ação direta de Deus que, consequentemente, tem de existir e, devido à sua perfeição, não deverá ser fonte de qualquer malícia, pelo que se pode, finalmente, afastar a hipótese do «génio maligno» e pôr de parte o ceticismo inicial. A prova da existência de Deus reveste-se, portanto, de uma dupla função: como garantia da realidade do mundo sensível e da validade objetiva do conhecimento.

Do encontro da substancialidade do eu pensante deriva o dualismo ontológico de Descartes, que separa radicalmente a «res cogitans» (substância espiritual e livre) da «res extensa» (substância material, mecanicamente determinada por Deus). Esta última, caracterizada pela extensão e pelo movimento, torna-se passível de conhecimento quantitativo, i. é, de uma abordagem matemática, relegando para o domínio da pura fantasia a física de tradição aristotélica, centrada em conceitos de ordem quantitativa e num esquema explicativo baseado na causalidade final.

Personagem de interesses diversos, Descartes notabilizou-se também nas ciências, tendo sido o criador da geometria analítica. Pretendendo colocar-se em rutura com todo o pensamento anterior, esconde importantes influências, em especial as de Santo Agostinho (que segue uma via próxima na afirmação da irredutibilidade do eu pensante) e Santo Anselmo (no qual inspirou a prova para a existência de Deus). Tendo morrido em Estocolmo em 1650, ficou para a filosofia como o grande impulsionador da autonomização do sujeito-razão.Obras de Descartes:

Compendium musicæ (1618); Studium bonæ mentis, perdido (1620-25); Regulæ ad directionem ingenii, incompleta e publicada postumamente (1627-28); De la divinité, perdido (1628-29); Monde, não publicado (1632-33); Discours de la Méthode pour bien conduire sa raison et chercher la vérité dans les sciences. Plus la Dioptrique, les Météores et la Géométrie, qui sont des essais de cette méthode, Explication des engins par l'aide desquels on peut avec une petite force lever un fardeau fort pesant, Essais (1637); Meditationes de prima philosophia, in qua Dei existentia et animæ humanæ a corpore distinctio demonstratur (1642); Principia philosophiæ (1644); Méditations métaphysiques, Principes de philosophie, traduzidos do latim (1647); Description du corps humain (1647-48); Notæ in programma quoddam, Manuscrit de Göttingen, esta última só descoberta em 1895 (1648); Les passions de l'âme (1649); La Recherche de la vérité par la lumière naturelle (?).René Descartes. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.

wikipedia (Imagens)



Ficheiro:Frans Hals - Portret van René Descartes.jpg
Retrato de René Descartes - Frans Hals
René Descartes (à direita) com a rainha Cristina da Suécia


File:René Descartes i samtal med Sveriges drottning, Kristina.jpg