"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

sexta-feira, 28 de abril de 2017

A GREVE DOS MADRIÕES


O Brasil tem uma aberração inexplicável: aqui existem 15.000 (SIM, QUINZE MIL) vezes mais sindicatos que na vizinha Argentina, por exemplo. Como a população da Argentina corresponde a 20% (apenas VINTE POR CENTO) da nossa (são 220 milhões de brasileiros contra 44 milhões de argentinos) resta evidente a “farra” sindicalista nacional.
Podem fazer a comparação também com uma potência de 1º mundo (o Reino Unido, por exemplo) e verão uma aberração semelhante.
O resultado não poderia ser outro, senão um gigantesco “cabide de empregos” (?) para acomodar tantos mandriões.
Eis que, com um oportunismo único, as centrais sindicais resolveram fazer uma GREVE GERAL, exatamente na sexta-feira, véspera de um feriadão. Nem o maior vagabundo teria ideia parecida, pois há a união do útil ao agradável. Ou seja, em vez de três dias de folga, por que não quatro?
Mas, o pior (ou, o mais incrível) é que estes líderes sindicais não moveram um dedo sequer para protestarem com tamanho estardalhaço contra o absurdo e altíssimo nível de desemprego no país – aproximadamente 12 milhões de pessoas sem emprego.
Que curioso!
Será que não houve nenhum movimento neste sentido pela singela razão que o causador deste fantástico e inédito índice foi o PT do Lula?
Desta forma, os pelegos da ideologia bolivariana fizeram o que mais sabem fazer: BAGUNÇA!
Para tanto, bloquearam vias e impediram àqueles que desejavam trabalhar de cumprirem suas obrigações.
Como esta GREVE é claramente abusiva e tendenciosa, sugiro aos patrões honestos simplesmente substituírem seus empregados grevistas por algum dos 12 milhões que precisam – e querem – produzir.
Talvez assim os mandriões entendessem como funciona a coerência e deixassem de ser um bando de pelegos dos bolivarianos.


Marcelo Aiquel – advogado (28/04/2017)

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