"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

terça-feira, 4 de abril de 2017

Dupla de Marginais "Feira" e "Xepa" confirmam participação de Bandida Vagabunda Petista Dilma Rousseff em Esquema Monstruoso de Corrupção


MATÉRIA DE POLÍBIO BRAGA

PGR confirma delação premiada de João Santana e Mônica Moura. Dilma está frita.

O ex-marqueteiro do PT e a mulher confirmaram ao juiz federal Sérgio Moro que o pagamento de US$ 4,5 milhões feito pelo engenheiro Zwi Skornick foi de caixa dois da campanha presidencial de Dilma Rousseff, em 2010."Foi caixa dois mesmo", garantiu Mônica em audiência na Justiça Federal em julho de 2016. João e Mônica também confirmaram depósitos da Odebrecht em contas da Suiça, tudo para pagar campanha de Dilma. A delação sobre isto foi reafirmada no TSE pelo próprio Marcelo Odebrecht.

O publicitário e ex-marqueteiro do PT João Santana e a mulher dele, Mônica Moura, fecharam acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República dentro da Operação Lava Jato. A informação foi dada pelo vice-procurador-geral eleitoral, Nicolao Dino, em sessão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta terça-feira (4).

Durante a sessão, na qual os ministros decidiram suspender o julgamento da chapa Dilma-Temer, Dino falava sobre novas tomadas de depoimentos no caso quando se referiu a Santana e Moura.

"Considerando que é relevante, sim, a colheita da prova, que seja realizada a inquirição do senhor Guido Mantega, se afigura também, não menos importante, que se inquiram também o senhor João Cerqueira Santana, a senhora Mônica Regina Moura e também o senhor André Luís Reis Santana. E digo isso diante da recentíssima notícia de que as pessoas agora nominadas celebraram acordo de colaboração premiada com a Procuradoria Geral da República. Acordo esse que se encontra submetido ao Supremo Tribunal Federal", afirmou o vice-procurador eleitoral.

De acordo com a força-tarefa da Lava Jato, foram encontrados indícios de que Santana recebeu US$ 3 milhões de offshores ligadas à Odebrecht, entre 2012 e 2013, e US$ 4,5 milhões do engenheiro Zwi Skornicki, entre 2013 e 2014. De acordo com a Polícia Federal e com o Ministério Público Federal (MPF), o dinheiro é oriundo de propina de contratos na Petrobras.

Postado por Polibio Braga

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