"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Petistas de Lula recebiam dinheiro sujo da Odebrecht até em puteiros, diz Marcelo Odebrecht


Petistas de Lula recebiam dinheiro sujo da Odebrecht até em puteiros, diz Marcelo Odebrecht:

MATÉRIA DO BLOG DO JORNALISTA GAÚCHO - POLÍBIO BRAGA 

Petistas de Lula recebiam dinheiro sujo da Odebrecht até em puteiros, diz Marcelo Odebrecht

Em processo contra a chapa Dilma-Temer, ex-diretor afirma que empreiteira limitou repasses a R$ 500 mil por questão logística: era a quantidade de dinheiro que cabia em uma mochila. Petistas de Lula recebiam dinheiro sujo era entregue até em puteiro (cabarés).

Para engendrar a máquina que operou R$ 80 milhões em caixa 2 só na eleição de 2014, Marcelo Odebrecht determinou um controle rigoroso dos repasses ilegais. A revelação faz parte da série de depoimentos de executivos da Odebrecht ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os depoimentos foram prestados ao ministro Herman Benjamin no processo de cassação que o PSDB ajuizou no TSE contra a chapa Dilma-Temer.

As planilhas organizadas por Benedicto Junior, com nomes, datas, cifras e senhas, são consideradas uma robusta peça de acusação contra políticos na Lava-Jato. Antes do monitoramento, a fartura de executivos oferecendo vantagens aos partidos chegou a triplicar os custos da empresa.

Para facilitar a distribuição do dinheiro, a Odebrecht fixou teto de R$ 500 mil para cada pagamento. O motivo era de utilidade prática: essa era a quantia exata que cabia, em cédulas, dentro de uma mochila. Quando a exigência era maior, fracionava-se a entrega, como nas vezes em que Mônica Moura, mulher do então marqueteiro do PT, João Santana, cobrava Migliaccio. O que ele contou:
— A gente tinha um conceito de segurança, desde o doleiro até o entregador final, de não fazer nada acima de R$ 500 mil. Só que, devido à pressão e à demanda, a gente dividia em tranches para não passar de 500. Então, era assim: "Mônica (pedia): "Preciso de R$ 1,5 milhão hoje". Ela recebia 500 de manhã, 500 à tarde e 500 à noite.

Por vezes, os pagamentos ocorriam em locais mais inusitados. Hilberto Mascarenhas, que também gerenciava o sistema de repasses, contou como combinava as entregas:
— Se fossem valores pequenos, encontravam em um bar. Você não tem ideia dos lugares mais absurdos, no cabaré.

Postado por Polibio Braga

NOTA DO EDITOR DO ATAQUE ABERTO:

É simplesmente revoltante ! É de ficar indignado com isso - A Putaria era a única Instituição séria que ainda existia no Brasil ! Até isso estes desgraçados conseguem levar para corrupção !

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