"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

quarta-feira, 31 de maio de 2017

VAGABUNDOS COMUNISTAS DO MEC ENTREGAM LIVRO COM "ESTORINHA DE INCESTO" PARA CRIANÇAS DE 6 A 8 ANOS NO ESPÍRITO SANTO.

Segundo o cretino que escreveu a matéria na CBN Vitória o livro gerou "polêmica" 

Livro infantil gera "polêmica" ao citar matrimônio entre pai e filha

Para o delegado da DPCA, a abordagem surpreende negativamente e não deve ser levada a crianças

Publicado em 31/05/2017 às 17h17
Atualizado em 31/05/2017 às 18h17

Rádio CBN Vitória

Kaique Dias

kbenfica@redegazeta.com.br

Um livro infantil distribuído recentemente pelo Ministério da Educação (MEC) a escolas públicas do Brasil criou uma grande polêmica entre professores e profissionais de educação no Espírito Santo. Nele, há um conto que fala do pedido de casamento de um pai para uma das filhas. No final, ela acaba morrendo presa por não aceitar o pedido.

O livro “Enquanto o sono não vem” é destinado a alunos de primeiro ao terceiro ano, entre 6 e 8 anos. Nele o conto intitulado “A triste história de Eredegalda” fala de um rei que pede uma das três filhas em casamento. A proposta do pai é que a mãe da menina seja criada deles. Ao recusar o convite do pai, a história conta que a menina é presa em uma torre, onde passa sede. Ao pedir à mãe e às duas irmãs para beber água, ela não recebe ajuda por ameaças de morte do pai.

No final ela acaba aceitando o convite do pai de se casar, mas ele resolve fazer um desafio com três cavaleiros: o que chegasse primeiro com um jarro d’água ganharia a mão da filha. Essa oferta, no entanto, não é explicada na história. O conto mostra que a menina morreu antes. Leia o conto na galeria abaixo:

Foto:

Conto cria polêmica entre professores
Foto: Reprodução

A professora Fernanda Appel ficou surpresa com o tipo de abordagem. Para ela, o conto pode até afastar crianças da leitura. “Se na história existe isso, pode achar que é uma coisa normal. Ela tenta denunciar, mas não é atendida. Cadê o encantamento? A criança nessa fase está no conto de fadas”, analisou.

VITÓRIA
A Prefeitura de Vitória informou, na tarde desta quarta-feira (31), que está retirando os livros das escolas municipais e que os mesmos serão remetidos ao MEC com um parecer técnico pedagógico.

Para o titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), Lorenzo Pazolini, a abordagem surpreende negativamente e não deve ser levada a crianças. “Muitas dessas viveram ou presenciaram cenas de abuso. E reviver isso dentro da sala de aula traz um sofrimento com consequências dentro e fora da sala. É claro que é um conto, mas a mente de uma criança é vasta”, ressalta.

RESPOSTA DO MEC
O Ministério da Educação (MEC) confirmou a presença do livro no Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), mas disse que o processo foi realizado na gestão anterior, em 2014. Na nota, o MEC diz que está revendo todo o processo de seleção dos livros visando a melhoria da qualidade da educação. O MEC não citou o livro específico.


RESPOSTA DO EDITOR DO ATAQUE ABERTO:

Era uma vez um Ministério da Cultura beeeeeeeeeem  graaannnnde e bonito todo feito de dinheiro roubado de um país muito pobre e muito burro...Um dia as pessoas malvadas do país foram lá e tocaram fogo no Ministério da Cultura que distribuía livros de pais que brincavam de mamãe com suas próprias filhas...Quem pagou para arrumar tudo foram as pessoas boazinhas e burras..Aí, um dia,  as pessoas que eram burras e boas, estudaram, deixaram de ser burras e tocaram, elas mesmas, fogo no Ministério da Cultura ...as pessoas comunistas que estavam lá ficaram sem emprego e foram chupar pau na rua para ganhar dinheiro e comprar comida ...e o país viveu Feliz para Sempre...

A CRIAÇÃO DO MUNDO


to Anelisa Chequer, from Down Under
thank you very much indeed !

A CONSTITUIÇÃO E OS DESIGUAIS

Reza a Carta Magna, no seu artigo 5º (DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS) que: “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, ...”.

Este é um princípio que deveria viger, caso este fosse um país sério. Mas, todos nós sabemos que – em realidade – não é bem assim que funcionam as coisas no nosso pobre Brasil.

Nesta semana, por exemplo, estourou a notícia de que o ex-ministro da Fazenda dos governos petistas de Lula da Silva e Dilma Rousseff teria uma conta bancaria – não declarada – no exterior.

O senhor Guido Mantega, com sua fala mansa e língua presa, confessou ser o titular da conta (e do dinheiro – cerca de DOIS milhões de reais) e pediu desculpas ao povo brasileiro por ter escamoteado a falcatrua.

Ora, se um cidadão qualquer “se equivocar” e declarar ao IR um recibo médico contendo um erro de 100 reais, imediatamente é processado, sofre uma penhora “on line” (BACENJUD), e passa a ser alvo de uma devassa completa, por que razão o senhor Mantega não recebe o mesmo tratamento? Ele, por acaso, é melhor do que você?

Montado na sua costumeira arrogância e prepotência, ainda zombou dos pobres mortais alegando que o depósito era fruto de herança. Com isto se configuraram, data vênia, dois crimes: 1º) a ausência de declaração dos valores recebidos – com o respectivo recolhimento do imposto correspondente (se houver); e, 2º) lavagem de dinheiro, por levar a quantia para o exterior através de meios não oficiais.

Aliás, crimes semelhantes aos praticados pelos “criminosos” Eduardo Cunha e Paulo Salim Maluf, hoje condenados, para gáudio dos mortadelas e petistas em geral.

Depois de ter sido denunciado em mais de uma delação como o “operador do caixa 2 do PT”, o escroto ainda tem a petulância de dizer que não espera perdão pelo seu ato infracional.

Bom, era só o que falta para a bagunça completa, ele ser perdoado pelas autoridades. Afinal, o senhor Mantega não pode alegar desconhecimento da lei. Pois, além de ter sido o “mandachuva” da economia nacional nos dois últimos governos federais, também é um mestre em economia.

Mas, o se poderia esperar de um sujeito que usou uma delicada cirurgia da esposa para evitar ser preso? Pior, só se tivesse feito campanha política em pleno velório de mulher, como seu chefe.

Repito: o que se poderia esperar de um sujeito cujo comportamento espelha a sua índole?

A Lava Jato tem o dever de trancafiá-lo numa cela, antes que o PT o sirva como alimento aos peixes. O “língua presa” é um arquivo ambulante e perigoso, profundo conhecedor das falcatruas realizadas, e membro ativo da ORCRIM petista.

E assim, de passo em passo, o castelinho de cartas da companheirada vai se desmontando.

Ele é apenas mais um cidadão “das relações íntimas” do Lula da Silva a ser flagrado. Virá mais uma delação por aí? Ah, com certeza vai ser mais uma mentira, porque NADA que os amigos contam sobre o Lula e a Dilma é verdade...

Vocês não acham muita coincidência só as denúncias contra os “outros” serem reais?

Ou: que perseguição abominável a PF está fazendo ao ser vivo mais honesto do planeta.

Só resta, agora, aplicar a regra constitucional da igualdade!

Marcelo Aiquel – advogado (31/05/2017)

O ANTAGONISTA - PF deflagra segunda fase da Carne Fraca e prende ex-superintendente

Brasil  11:56


A Polícia Federal deflagou, nesta manhã, a segunda fase da Operação Carne Fraca.
Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva.
O ex-superintendente regional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás, segundo a PF, foi pego em interceptações telefônicas destruindo provas da Carne Fraca.
Ele já é réu por ter participado de um esquema de corrupção para impedir a interdição de uma empresa. Agora responderá por obstrução de Justiça.

Delegado que comandava inquérito sobre morte de Teori Zavascki é assassinado

Delegado que comandava inquérito sobre morte de Teori Zavascki é assassinado:



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Local onde ocorreu a troca de tiros na madrugada desta quarta-feira
Imagem: Cristiano Estrela / Agência RBS
Os dois delegados da Polícia Federal (PF) assassinados na madrugada desta quarta-feira no Bairro Estreito, em Florianópolis, atuavam no Rio de Janeiro. Elias Escobar e Adriano Antônio Soares estavam na cidade, segundo a assessoria de imprensa da PF, para um curso da instituição. Os dois tinham funções importantes dentro da corporação, principalmente Adriano, que em janeiro foi designado para comandar o inquérito que apura a morte do ministro Teori Zavascki, ocorrida em janeiro deste ano.
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Delegado da PF que investigava morte do ministro Teori Zavascki foi assassinado em Santa Catarina

Delegado da PF que investigava morte do ministro Teori Zavascki foi assassinado em Santa Catarina:

A PF informou que as vítimas estavam na cidade de Florianópolis (SC) para participar de um curso

De acordo com o jornal “Zero Hora”,  Adriano Antonio Soares estava acompanhado de outro policial federal e ambos foram baleados após um ‘suposto’ desentendimento em uma casa noturna.
Adriano era chefe da PF em Angra dos Reis e estava na corporação desde 1999.
O delegado era designado para investigar a morte do ministro Teori Zavascki (STF), morto em janeiro num acidente de avião em Paraty-RJ.
Elias Escobar, que chefiou a PF em Niterói e Volta Redonda, acompanhava Adriano no momento e também foi baleado e morto.
Segundo a PM, a ocorrência ocorreu perto das 2 horas da madrugada […] uma terceira pessoa também foi atingida pelo tiroteio e está internada em estado grave.
A Polícia Civil, juntamente com a Polícia Federal, irá investigar o caso.

Delegado da PF do caso Teori morto a tiros em casa noturna de Florianópolis

Delegado da PF do caso Teori morto a tiros em casa noturna de Florianópolis:



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Adriano Soares, que chefiava a Polícia Federal em Angra dos Reis, conduzia as investigações sobre o acidente aéreo que matou em janeiro o ministro relator da Lava Jato no Supremo, se envolveu em uma discussão no bairro Estreito na madrugada desta quarta-feira, 31; outro delegado também foi baleado e morto


Faculdade de Gilmar anuncia Temer em evento patrocinado pelo governo

Faculdade de Gilmar anuncia Temer em evento patrocinado pelo governo: Uma faculdade que tem como sócio o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), anuncia a presença do presidente Michel Temer em um seminário patrocinado pelo governo. Gilmar é presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), corte que começa a julgar no dia 6 uma ação que pode cassar Temer.
Leia mais (05/30/2017 - 23h06)

Faculdade de Gilmar anuncia Temer em evento patrocinado pelo governo antes do próprio Gilmar Mendes, presidente do TSE, julgar Michel Temer ! 

CAMILA MATTOSO
DE BRASÍLIA30/05/2017 23h06

Uma faculdade que tem como sócio o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), anuncia a presença do presidente Michel Temer em um seminário patrocinado pelo governo. Gilmar é presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), corte que começa a julgar no dia 6 uma ação que pode cassar Temer.

De acordo com a programação do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), Temer participará da cerimônia de abertura do seminário, marcado para os dias 20 e 21 de junho, pouco mais de dez dias após a retomada do julgamento do TSE.

O evento é chamado de "7º Seminário Internacional de Direito Administrativo e Administração Pública -Segurança Pública a Partir do Sistema Prisional". O anúncio no site da faculdade de Gilmar estampa propaganda da Caixa Econômica Federal e o logo oficial do governo federal.

O banco informou à Folha que vai repassar R$ 90 mil de patrocínio. O apoio do governo se dá pela participação da Caixa, segundo a assessoria da Presidência.

Além de Temer, os ministros Torquato Jardim (Justiça) e Raul Jungmann (Defesa) aparecem como participantes da mesa de abertura do seminário, assim como o próprio Gilmar Mendes. Torquato tomará posse no cargo nesta quarta (31), às 10h, em cerimônia para sacramentar a substituição do ministro Osmar Serraglio, que foi demitido e voltou ao mandato de deputado.

Na lista de palestrantes também estão a presidente do STF, Carmen Lúcia, o ministro da corte Alexandre de Moraes, o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, e o general Sergio Etchegoyen, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Para acompanhar o seminário, alunos e ex-alunos da escola precisam levar cinco quilos de alimento não perecíveis -exceto sal-, estudantes de outros locais têm de pagar R$ 50 e profissionais em geral são cobrados no valor de R$ 300.

Gilmar Mendes tem refutado nos últimos meses que sua relação com Temer terá influência no julgamento do tribunal. O ministro já esteve em reuniões privadas com o presidente no Palácio do Jaburu e chegou a pegar carona num avião presidencial para Lisboa para participar de um evento em janeiro.

Na ocasião, negou conflito de interesse, afirmando que "se fosse para combinar uma coisa espúria, obviamente, pode fazer isso em qualquer lugar. Não precisa ir a Portugal".

ABUSO DE PODER

Sete ministros do TSE vão participar do julgamento da ação que pede a cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer por abuso de poder político e econômico na eleição de 2014.
Como presidente, Mendes é quem comanda a sessão.

Na segunda (29), o ministro afirmou à Folha que "o TSE não é joguete nas mãos do governo".

A declaração foi dada em meio às informações de que Temer escalou Torquato Jardim para o Ministério da Justiça para ser um interlocutor do governo no Supremo e no tribunal eleitoral.

Gilmar afirmou ser natural que um ministro peça vista do processo na semana que vem, ou seja, mais tempo para analisar os autos. "Num julgamento complexo é normal pedir vista. Mas, se alguém fizer isso, não será a pedido do Palácio", disse o ministro.

OUTRO LADO

Procurado, o ministro afirmou, por meio da assessoria, que caberia ao IDP se manifestar sobre os patrocínios. Negou, porém, que haja conflito de interesses.

"O ministro não é administrador do IDP, portanto não acompanha questões administrativas do Instituto. A própria Folha realiza eventos com patrocínio de diferentes empresas sem que haja questionamento de conflito de interesse ou suspeita de comprometimento da imparcialidade do jornal", disse.

Em nota enviada pela gerência de comunicação e eventos, o instituto declarou que "todas as autoridades que participarão do seminário foram formalmente convidadas pelo IDP, seguindo as regras de protocolo".

Argumentou que a Caixa patrocina seus eventos desde 2001. "Assim como outras empresas estatais como o Banco do Brasil, os Correios, a Eletrobrás, entre outras, que foram administradas nestes 16 anos por governos antagônicos entre si, além de inúmeras empresas privadas", disse.

Segundo a nota, "não existe limitação legal ou ética em um banco público patrocinar um seminário sobre tema tão relevante às instituições financeiras, como é a Segurança Pública".

"Da mesma forma que a Folha de S.Paulo não se sente impedida de buscar patrocínios para os eventos que promove ou em anúncios publicitários, entre empresas que precisará denunciar em suas páginas, como aquelas envolvidas na Operação Lava Jato e em outras graves denúncias que os leitores esperam ver publicadas nas páginas do jornal com absoluta isenção", afirmou.

"Um evento acadêmico é campo de debate de ideias para a busca de soluções, do aprimoramento das instituições, não é uma banca para a troca de favores, nem para a Folha de S.Paulo, nem para o IDP", disse o IDP.

A Caixa informou que "as negociações foram conduzidas por equipes técnicas. Não houve qualquer pedido do presidente ou de outra autoridade". Segundo a assessoria do Planalto, "ainda não há confirmação da presença do presidente" na abertura do evento.

Sobre os patrocínios, respondeu que não houve interferência de Temer. "Desde 2009 empresas estatais como Correios, Banco do Brasil, Caixa, Eletrobrás e Petrobras patrocinam eventos do IDP", disse. Segundo a presidência, de 2009 a 2016, os patrocínios ao instituto somaram R$ 2,64 milhões, sendo R$ 180 mil em 2017.

MPF confirma leniência da JBS

MPF confirma leniência da JBS:

O MPF acaba se soltar uma nota oficial confirmando a notícia do acordo de leniência da JBS, antecipada por O Antagonista.

Confira os detalhes:



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O ANTAGONISTA - Palocci delata Lula


Palocci delata Lula:


Além de delatar André Esteves e Abílio Diniz, Antonio Palocci está delatando também – é claro – seu chefe, Lula.
Em particular, a conta Amigo, em que era depositada a propina da Odebrecht, e o esquema da Sete Brasil, revelado por Renato Duque.

MPF fecha com JBS o maior acordo de leniência da história mundial, de R$ 10,3 bilhões

MPF fecha com JBS o maior acordo de leniência da história mundial, de R$ 10,3 bilhões:



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Imagem: Lucas Tavares / Folhapress
Os integrantes da força-tarefa das operações Greenfield, Sépsis e Cui Bono, juntamente com os procuradores responsáveis pela Bullish e Carne Fraca, chegaram a um entendimento com o grupo J&F, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, sobre o acordo leniência na noite desta terça-feira (30). A holding se comprometeu a pagar  R$ 10,3 bilhões. A quantia deverá ser quitada em 25 anos, a partir de dezembro deste ano. O total estipulado na negociação representa 5,62% do faturamento do conglomerado dos irmãos Batista. De acordo com o MP, o documento será assinado nos próximos dias.
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Palocci quer prisão domiciliar para delatar banco, grandes empresários e Lula

Palocci quer prisão domiciliar para delatar banco, grandes empresários e Lula:



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Imagem: Reprodução / Redes Sociais
Em acordo de delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato, o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci tenta negociar que a sua pena seja cumprida em um ano de prisão domiciliar, com foco em depoimentos que envolvam banqueiros, empresários e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As informações são do jornal Folha de S. Paulo. 


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Palocci quer prisão domiciliar para delatar banco, grandes empresários e Lula

Palocci quer prisão domiciliar para delatar banco, grandes empresários e Lula:



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Imagem: Reprodução / Redes Sociais
Em acordo de delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato, o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci tenta negociar que a sua pena seja cumprida em um ano de prisão domiciliar, com foco em depoimentos que envolvam banqueiros, empresários e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As informações são do jornal Folha de S. Paulo. 


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31 de Maio de 1859: O Big Ben entra em funcionamento.

31 de Maio de 1859: O Big Ben entra em funcionamento.:

O célebre relógio da Torre Santo Estevão da Parliament House, de 98 metros de altura, perto da Abadia de Westminster em Londres, entrou em funcionamento no dia 31 de Maio de 1859. Ele é composto por quatro mostradores de 7 metros de diâmetro e de um sino que pesa 13,5 toneladas. O sino é chamado de Big Ben como uma espécie de homenagem a Benjamin Hall, o ministro de Obras Públicas, de exagerada corpulência. 

Após um incêndio que destruiu boa parte do Palácio de Westminster – sede do Parlamento britânico – em Outubro de 1834, um aspecto relevante do projecto do novo palácio era um grande relógio no alto de uma torre. O astrónomo real, Sir George Airy, queria que o relógio tivesse uma precisão extrema, enquanto muitos relojoeiros consideravam que essa meta era impossível, Airy contava com a ajuda de Edmund Beckett Denison, um conceituado advogado conhecido pela sua experiência em relojoaria.

O projecto de Denison, construído pela companhia E.J. Dent & Co., foi finalizado em 1854. Cinco anos mais tarde, a própria torre Santo Estevão foi concluída. Pesando mais de 13 toneladas, o enorme sino foi transportado pelas ruas de Londres até à torre por 16 cavalos, sob a aclamação de espectadores que ali se encontravam. Uma vez instalado, o Big Ben dobrou a primeira badalada em 31 de Maio de 1859. Exactos dois meses depois, no entanto, o pesado badalo desenhado por Denison rachou o sino. Três anos mais  passaram até que um badalo mais leve fosse acoplado e o relógio pudesse funcionar normalmente como previsto.

O nome "Big Ben" originalmente designava apenas o sino, porém mais tarde passou a  referir-se a todo o relógio. Existem duas histórias principais a respeito de como se adoptou o nome de Big Ben. Muitos afirmam que a denominação se deve ao loquaz Benjamin Hall, o popular ministro de Obras Públicas à época da construção. Outra história famosa conta que o nome do sino se devia ao famoso pugilista peso-pesado Benjamin Caunt.
Mesmo depois de uma bomba ter destruido o plenário da Câmara dos Comuns durante a Segunda Guerra Mundial, a torre de Santo Estevão resistiu e o Big Ben continuou a funcionar normalmente. A sua famosa precisão cronométrica é regulada por uma pilha de moedas colocadas no imenso pêndulo do relógio, garantindo um movimento constante e regular dos ponteiros do relógio.
À noite, as quatro faces do relógio, cada qual com 7 metros de diâmetro, são iluminadas. Para conhecimento público, uma luz sobre o Big Ben também permanece acesa quando o Parlamento está em sessão.  


 Fontes: Opera Mundi
 wikipedia (imagens)
File:Big-ben-1858.jpg
O Big Ben representado na revista The Illustrated News of the World, Dezembro de 1858
London_Big_Ben.jpg

File:Clock Tower - Palace of Westminster, London - May 2007.jpg



terça-feira, 30 de maio de 2017

Desorientado, irmão de Suzane von Richthofen é levado a hospital de SP

Desorientado, irmão de Suzane von Richthofen é levado a hospital de SP: Andreas Albert von Richthofen, 29, irmão de Suzane von Richthofen, foi encaminhado ao Hospital do Campo Limpo, na zona sul de São Paulo, após ser flagrado desorientado, pulando o portão de uma casa na região de Santo Amaro, também na zona sul.
Leia mais (05/30/2017 - 19h41)

Frequentador da Cracolândia, irmão de Suzane von Richthofen é internado em surto psicótico
Andreas von Richthofen, de 29 anos, foi internado nesta terça no Hospital do Campo Limpo, na zona sul

O Estado de S.Paulo

30 Maio 2017 | 19h44
Atualizado 30 Maio 2017 | 22h13

Reprodução de imagem do engenheiro Manfred Von Richthofen e sua mulher Marisia com os filhos Suzane e Andreas Foto: Sergio Castro/Reprodução/Estadão

SÃO PAULO - Andreas von Richthofen, de 29 anos, irmão de Suzane von Richthofen, foi internado nesta terça-feira, 30, no Hospital do Campo Limpo, na zona sul de São Paulo, após ser abordado pulando um muro de um imóvel na região da Cracolândia, no centro. Aparentemente em surto psicótico, ele foi levado ao hospital, onde acabou sendo internado. O paciente deve ser transferido ainda nesta terça para um hospital psiquiátrico.

Richthofen havia sido abordado por equipes de Saúde da Prefeitura no dia anterior. A ele, foi oferecido cuidados e tratamento médico, mas o paciente recusou. Richthofen estava frequentando a Cracolândia. O local era usado por ele como ponto de abastecimento, para compra de droga. A região enfrentou uma operação policial no domingo, 21, quandos os dependentes se espalharam por outros pontos da região, criando "fluxos" paralelos, mas ainda assim adquirindo e consumindo drogas.

De acordo com o jornal O Globo, a médica que atendeu Andreas relatou que os sintomas eram condizentes com "abuso de substâncias ilícitas". A reportagem relatou que, quando chegou ao hospital ele estava sujo, com os cabelos compridos e roupas em frangalhos e tinha múltiplos ferimentos pelo corpo, mas em nenhum deles precisou levar pontos. O portal G1 publicou que o jovem teria contado à equipe médica ser usuário esporádico de álcool e maconha, mas afirmou que não consumiu nenhuma das substâncias recentemente.

Entrevista. Ao Estado, em 6 de março de 2015, Andreas falou pela primeira vez sobre o assassinato dos pais - a irmã, Suzane, e Daniel e Cristian Cravinhos foram condenados a 38 anos de prisão pelas mortes. Quando os pais Manfred e Marísia foram mortos na casa onde moravam, em 2002, Andreas tinha 15 anos. Há dois anos já era formado em Farmácia e doutor em Química Orgânica pela Universidade de São Paulo (USP), continuava loiro, mas com cabelos e barba mais escuros.

Sobre os assassinatos, evitou expor como se sentia, resumindo a dizer que o caso era "nojento". Ele disse que se sente ferido toda vez que a imprensa divulgava informação sobre a morte dos pais, sobre os assassinos Daniel e Cristian Cravinhos ou os desdobramentos do caso.

Por manter bom comportamento, Suzane, de 33 anos, obteve o benefício da saída temporária do Dia das Mães neste ano. Do lado de fora da Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé, no Vale do Paraíba, Suzane foi recebida com um abraço e um beijo do namorado. Foi a terceira saída temporária da condenada.
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Irmão de Suzane vivia longe dos holofotes e já quis deixar opaís


Irmão de Suzane vivia longe dos holofotes e já quis deixar o
país:

Andreas Albert von Richthofen, irmão mais novo de Suzane von Richthofen, condenada em 2006 pela morte dos pais, foi retirado da Cracolândia e internado em um hospital na Zona Sul de São Paulo, nesta terça-feira. Conhecido Brasil afora desde o assassinato dos pais, quando tinha 15 anos, o rapaz, agora com 29 anos, sempre se manteve longe dos holofotes, evitando exposição e a imprensa.

Após a morte dos pais Manfred e Marísia, na casa da família, no bairro do Brooklin, em São Paulo, Andreas foi morar com um tio, o médico ginecologista Miguel Abdalla Neto, que manteve a guarda do sobrinho até que ele atingisse a maioridade. Formou-se em Farmácia e tem doutorado em Química Orgânica, ambos pela Universidade de São Paulo (USP).

Quebrou o silêncio em conversa entrevista para a Rádio Estadão, em 2015, quando contou que vivia bem, sem namorada e sem filhos. Ele afirmou que pensava em se mudar do Brasil, já que por aqui o sobrenome Richthofen tem muito peso. Na ocasião, ele se recusou a falar sobre o crime de sua irmã, executado junto com os irmãos Christian e Daniel Cravinhos, mas disse que se sentia “ferido” quando a imprensa falava do tema ou dos “assassinos” de seus pais.

Por meio da Rádio Estadão, Andreas também divulgou uma carta endereçada ao promotor Nadir de Campos Jr., que havia afirmado em uma entrevista ao programa SuperPop, da RedeTV!, que Manfred tinha desviado recursos durante as obras do trecho Oeste do Rodoanel, feitas pela Dersa, onde ele trabalhava. Na carta, ele pedia que Campos Jr. apresentasse provas que corroborassem as acusações feitas durante o programa ou então que se calasse, “para não permitir que a baixeza e crueldade deste crime manche erroneamente a reputação de pessoas que nem aqui mais estão para se defender”.

Na carta, Andreas também dizia entender que a “raiva e indignação” do promotor “para com estes três assassinos seja imensa”. “Muito da sociedade compartilha esse sentimento. E eu também. É nojento.”

Também em 2015, chegou ao fim a ação que tratava da herança de Manfred e Marísia. Andreas foi confirmado como o único herdeiro – o juiz José Ernesto de Souza Bittencourt Rodrigues, da 1ª Vara da Família e Sucessões de São Paulo, considerou Suzane “indigna” do direito à herança. Na época do crime, a herança foi avaliada em 3 milhões de reais, mas em valores atualizados em 2015 era estimada em 10 milhões de reais.

Anexos originais:
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HITLER E O TRIPLEX DE LULA !

UMA DEFINIÇÃO GENIAL DE MARIA DO ROSÁRIO


Fachin envia a Moro inquérito sobre os US$ 150 milhões de Lula na Suíça e advogado se desespera

Fachin envia a Moro inquérito sobre os US$ 150 milhões de Lula na Suíça e advogado se desespera:



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Imagem: Reprodução  / Redes Sociais
A decisão do relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luis Edson Fachin, de enviar para o Juiz Sérgio Moro, em Curitiba, as partes da delação de Joesley Batista que se referem ao ex-presidente Lula, especialmente a conta na Suíça que recebeu U$ 150 milhões destinados a ele e à ex-presidente Dilma, gerará talvez a mais importante investigação sobre o ex-presidente dentro da Operação Lava-Jato.
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NO BRASIL, SÓ É MULHER "DE VERDADE" QUEM TEM A AUTORIZAÇÃO DO PT


A CRACOLÂNDIA (E A PÁTRIA DOS IMBECIS)


A CHAVE PARA O COLOCAR OS DOIS VAGABUNDOS NA CADEIA

Os bandidos vagabundos e ladrões petistas, Lula e Dilma tinham contas na Suíça onde estavam recebendo 1% de toda roubalheira do BNDES. As contas estavam em nome do bandido da JBS - Joesley - e os saques eram feitos pelo canalha petista Guido Mantega. Agora é possível entender por que, afinal, o Minsitério Público fez um acordo tão generoso com Joelvis & Jopresley !


ANTAGONISTA - Rastreando as contas de Lula e de Dilma



Joesley Batista depositava 1% de propina sobre os financiamentos do BNDES em duas contas: uma de Lula, outra de Dilma Rousseff.
Mervel Pereira comentou que, “através de acordos internacionais mantidos com o governo da Suíça, será possível rastrear o dinheiro e cruzar os depósitos e retiradas com os acontecimentos econômicos e políticos do país. Mesmo a conta estando em nome de Joesley Batista, será possível identificar laranjas e destinatários, especialmente quando as remessas saíram da Suíça diretamente para outras contas no exterior.
Joesley, além de revelar ao Ministério Público que os saques das contas na Suíça para Lula e Dilma eram controlados por Mantega, contou também que certa vez fez um favor pessoal ao ex-ministro: a seu pedido comprou 5 milhões de dólares em títulos de dívida da empresa Pedala Equipamentos Esportivos, pertencente a um sócio do filho do ex-ministro, Leonardo Mantega”.
O Antagonista denunciou o caso aqui:

é claro que a notícia (das tais contas de Lula e Dilma) já havia saído há mais tempo mas o que o ANTAGONISTA escreveu dessa vez é que, aparentemente, o tal "Joelvis" ou "Jopresley" tem as PROVAS dessa coisa toda....e, pelo jeito, ENTREGOU isso.....


Da Suíça para Curitiba

POR MERVAL PEREIRA

A decisão do relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luis Edson Fachin, de enviar para o Juiz Sérgio Moro, em Curitiba, as partes da delação de Joesley Batista que se referem ao ex-presidente Lula, especialmente a conta na Suíça que recebeu U$ 150 milhões destinados a ele e à ex-presidente Dilma, gerará talvez a mais importante investigação sobre o ex-presidente dentro da Operação Lava-Jato.

Não é à toa, portanto, que o advogado Cristiano Zanin apresentou imediatamente um agravo regimental no STF contra essa decisão. Alegando que Joesley "fez duas referências genéricas ao nome de Lula em sua delação, sem qualquer base mínima que possa indicar a ocorrência dos fatos ou, ainda, a pratica de qualquer ato ilícito".

Não é o que acha o Procurador-Geral da República Rodrigo Janot que, ao justificar o que muitos consideram uma excessiva benevolência do Ministério Público no acordo de delação premiada com a JBS, ressaltou que pela primeira vez há informações sobre contas no exterior para o ex-presidente Lula e sua sucessora.

“Que juízo faria a sociedade do MPF se os demais fatos delituosos apresentados, como a conta-corrente no exterior que atendia a dois ex-presidentes, fossem simplesmente ignorados?”, escreveu Janot, justificando o perdão judicial que concedeu a Joesley e aos executivos da JBS que fizeram a delação premiada.

O controlador da JBS revelou no depoimento que de tempos em tempos levava para o ex-ministro Guido Mantega o extrato das duas contas, para fazer o acompanhamento dos saques. O dinheiro representava porcentagens de negócios do grupo feitos com o beneplácito de Mantega, e ficava depositado na Suíça à disposição dos dois ex-presidentes e seus prepostos, sempre sob orientação de Mantega.

Era uma conta-corrente que funcionava à exemplo da que a empreiteira Odebrecht mantinha para Lula e outros dirigentes do PT. Assim como a Odebrecht, também Joesley Batista e seu grupo tinham a planilha com os dias dos saques e dos depósitos e a identificação de quem fazia a retirada.

Através de acordos internacionais mantidos com o governo da Suíça será possível rastrear o dinheiro e cruzar os depósitos e retiradas com os acontecimentos econômicos e políticos do país. Mesmo a conta estando em nome de Joesley Batista, será possível identificar laranjas e destinatários, especialmente quando as remessas saíram da Suíça diretamente para outras contas no exterior.

O ex-ministro Guido Mantega, por exemplo, diante de tantas revelações, resolveu confessar ontem que tem uma conta não declarada no exterior de U$ 600 mil. Joesley, além de revelar ao Ministério Público que os saques das contas na Suíça para Lula e Dilma eram controlados por Mantega, contou também que certa vez fez um favor pessoal ao ex-ministro: a seu pedido comprou 5 milhões (não está claro se em euros ou reais) em títulos de dívida da empresa Pedala Equipamentos Esportivos, empresa pertencente a um sócio do filho do ex-ministro, Leonardo Mantega.

Em outra ocasião, disse que transferiu para uma conta no exterior, a mando de Mantega, outros 20 milhões de euros. Esse dinheiro poderá ser rastreado pelas autoridades suíças, e conexões com possíveis fornecedores de campanhas políticas ou pessoas relacionadas a Lula e Dilma poderão ser identificadas.

Um caso insólito que Joesley revelou ao Ministério Público foi a utilização de uma conta sua em Nova York para receber depósitos e fazer pagamentos para o ex-tesoureiro do PT João Vaccari. A conta corrente era administrada por um funcionário dele, de nome Denilson, e por um emissário de Vaccari: João Guilherme Gushiken, filho do ex-ministro Luiz Gushiken.

O controlador da JBS apresentou ao Ministério Público extratos dessa conta que indicam retiradas em nome de “Luís Carlos, da Petros”, ou Luís Carlos Fernandes Afonso, que presidiu o fundo de pensão da Petrobras de 2011 a 2014.

O fato de ter usado o sistema bancário americano para fazer algumas transações com dinheiro de origem ilegal certamente trará muitos problemas para Joesley Batista. Os executivos da Odebrecht, por exemplo, evitavam usar bancos nos Estados Unidos justamente pelo rigor da legislação.

As conexões internacionais dos investigadores brasileiros certamente ajudarão a rastrear o dinheiro na Suíça e nos Estados Unidos. E aqui no Brasil esses pagamentos e recebimentos poderão terminar por definir a responsabilidade de cada um no esquema de corrupção montado durante os governos Lula e Dilma.

O ANTAGONISTA - A mais importante investigação sobre Lula

Brasil  08:21


Lula quer fugir de Moro mais uma vez.
Como disse Merval Pereira, “a decisão de Edson Fachin de enviar para o juiz Sergio Moro as partes da delação de Joesley Batista que se referem a Lula, especialmente a conta na Suíça que recebeu US$ 150 milhões destinados a ele e à ex-presidente Dilma, gerará talvez a mais importante investigação sobre o ex-presidente dentro da Lava Jato.
Não é à toa, portanto, que o advogado Cristiano Zanin apresentou imediatamente um agravo regimental no STF contra essa decisão”.

é claro que a notícia (das tais contas de Lula e Dilma) já havia saído há mais tempo mas o que o ANTAGONISTA escreveu dessa vez é que, aparentemente, o tal "Joelvis" ou "Jopresley" tem as PROVAS dessa coisa toda....e, pelo jeito, ENTREGOU isso.....

O GOLPISMO DAS CELEBRIDADES EM COPACABANA

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por Percival Puggina. Artigo publicado em 29.05.2017

Quando se trata de juntar gente para dizer que o povo comparece a seus eventos, a esquerda reúne companheiros de viagem, pilotos de vôo pelos ares da utopia, figurinhas carimbadas, cantores, atores, músicos e promovem grande espetáculo. Alguma conta no exterior paga os cachês ou o crédito fica gerado e certificado para futuros resgates.

Então, pequenas multidões são atraídas pela oportunidade de um show que seria totalmente grátis não fora o dever de escutar discursos políticos proferidos por pessoas cujo pouco conhecimento enche a paciência antes de encher uma xícara de cafezinho. Sem artistas e celebridades, vai-se o público. Cria-se, então, um insolúvel mistério: quem é que estava ali, mesmo? A permanência dessa dúvida nos eventos da esquerda é uma clamorosa denúncia do esvaziamento de suas pautas e de sua credibilidade.

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A concentração ocorrida em Copacabana neste último domingo reuniu numa dessas aglomerações algo entre 10 mil e 30 mil pessoas. A turma do palanque queria diretas já. Ali estavam, pelo que li, Caetano Veloso, Criolo, Mano Brown, Maria Gadu, Milton Nascimento, Gregório Duvivier, Sophie Charlotte, Daniel Oliveira, Maria Casadeval, Antônio Pitanga, Bete Mendes e Zezé Motta. Não sei se alguém se deixa conduzir pelas posições políticas desse pessoal, mas o evento em si, misturando música, dança de rua e diretas já, como afirmei antes, tem o peso político de uma rolha.

Por outro lado, os oradores, ao apelarem para a ruptura com a ordem constitucional, alegam uma suposta ilegitimidade do Congresso para cumprir o preceito que determina eleição indireta se a vacância ocorrer depois da primeira metade do mandato presidencial. Ora, a legitimidade do Congresso só foi contestada pelo PT após o impeachment da presidente Dilma; e se ele é ilegítimo para cumprir o preceito constitucional e promover a eleição indireta, onde irá buscar legitimidade para alterar a Constituição e romper a periodicidade das eleições presidenciais?

Sublinhe-se: foi para evitar casuísmos golpistas, voltados a atender interesses de oportunistas como os que recheavam o palanque de Copacabana, que os constituintes de 1988 definiram a periodicidade das eleições como cláusula pétrea da Carta maior da República.

Mas não podemos querer que a turma daquele palanque entenda e se conforme com isso, não é mesmo?

A ‘praia de Lula’ fica a 5 minutos do triplex noGuarujá

Lula SítioA ‘praia de Lula’ fica a 5 minutos do triplex no
Guarujá
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Lula e Léo Pinheiro conversam na beira da piscina do sítio em Atibaia (Polícia Federal/Reprodução)
A fotografia que mostra Lula e Léo Pinheiro conversando na beira da piscina do sítio em Atibaia é mais uma prova de que o ex-presidente trata a verdade a socos e pontapés — tanto diante de plateias amestradas quanto durante interrogatórios em tribunais. No depoimento a Sérgio Moro, ele admitiu que teve encontros com o chefão da OAS, mas só em São Bernardo e no Instituto Lula. Foi desmoralizado pela imagem armazenada no computador de Paulo Gordilho, ex-diretor da empreiteira, que Lula também jura não conhecer.

Nenhuma surpresa. Sem ficar ruborizado, o torturador de fatos incômodos continua garantindo que não é o dono do sítio visitado por integrantes de seu esquema de segurança, entre 2012 e 2016, nada menos que 111 vezes. Bom de bico e ruim de álibi, não conseguiu explicar até agora nem as viagens a Atibaia nem os motivos que levaram a Odebrecht e a OAS a investirem uma bolada e tanto na reforma de uma propriedade rural que, segundo a papelada suspeitíssima providenciada pelo amigo Roberto Teixeira, pertence a um amigo de um filho do verdadeiro proprietário.

“Não é assunto para discutir agora”, desconversou o depoente em Curitiba. Ele também gostaria de deixar para depois o caso do triplex no Guarujá — outra maracutaia que até um detetive estagiário saberia desvendar em poucas horas. “Era muito pequeno para uma família de cinco filhos e oito netos”, repetiu na conversa fiada que Moro ouviu pacientemente, durante a qual tirou da manga a carta que lhe parecia decisiva: “Percebi que aquele apartamento era praticamente inutilizável por mim, pelo fato de eu ser uma figura pública e só poderia ir naquela praia numa segunda-feira ou numa quarta-feira de cinzas”.

O argumento faria sentido se Lula tivesse imaginado algum dia frequentar a praia em frente do triplex. Ele pretendia continuar desfrutando das areias do Forte dos Andradas, uma propriedade do Exército situada a menos de 5 minutos de carro do Edifício Solaris. Lula virou freguês do lugar quando estava no Planalto, e continuou aparecendo por lá depois de deixar a Presidência. Em 2011, por exemplo, a convite do então ministro da Defesa, Nelson Jobim, ele, Marisa Letícia, filhos, noras e netos passaram mais de 12 dias no local, com todas as despesas pagas pelo dinheiro dos impostos. Uma reportagem do jornal O Globo revelou que o forte fora reformado para aumentar o nível de conforto do visitante em sua terceira temporada no lugar.

A curta distância entre o triplex e a praia preferida de Lula é mais uma coincidência? Confrontado com a pergunta, o réu que de tudo sabe dirá novamente que nunca soube de nada.


LULA

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Notificado por deputada, Danilo Gentili rasgadocumento

Notificado por deputada, Danilo Gentili rasga
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Afeito a comprar brigas nas redes sociais, Danilo Gentili publicou um vídeo em sua página no Facebook em que aparece rasgando uma notificação extrajudicial enviado a ele pela deputada federal Maria do Rosário (PT-RS). No clipe, ele rasga o documento e depois o esfrega em suas partes íntimas. Em seguida, ele o envia de volta à deputada. “Para a Maria do Rosário e para qualquer outro deputado de qualquer outro partido, eu pago o seu salário. Então eu decido se você cala ou não a boca, nunca o contrário”, diz o apresentador do SBT ao final do vídeo.

Procurada por VEJA, a assessoria de comunicação de Maria do Rosário afirma que a notificação pedia que Gentili excluísse de seu perfil no Twitter algumas mensagens em que o apresentador cita a deputada, chamando-a de “falsa”, “cínica” e “nojenta”. Após a repercussão do vídeo do humorista, Maria do Rosário afirmou em seu perfil no Twitter: “Sofri outro ataque daquele que se diz comediante. Comprova viés machista e autoritário. Criminoso vai responder à Justiça. E assim será”. A assessoria da deputada não soube informar quais medidas ela tomará contra Gentili.O comediante respondeu, também no Twitter. “Mas vai pagar o seu advogado com o dinheiro da empreiteira Engevix ou vai usar o meu próprio dinheiro que paga o seu salário?”, escreveu. Procurado, o advogado do apresentador, Gustavo de Castro Afonso, afirmou que ainda não tinha conhecimento da notificação e que não poderia comentar o assunto.

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Guido Mantega, ex-ministro de Lula e Dilma, confessa ter conta não declarada no exterior

Guido Mantega, ex-ministro de Lula e Dilma, confessa ter conta não declarada no exterior:

Guido Mantega foi o Ministro da Fazenda a ocupar o cargo por mais tempo, de 2006 a 2015, nos governos de Lula e Dilma Rousseff. Ele também foi citado em delações e, agora, por meio de petição enviada a Sergio Moro, confessou à justiça possuir uma conta no exterior que não foi declarada.
Segundo informações da Veja, o ex-ministro alega que o valor seria referente à venda de um imóvel, herdado de seu pai.
O total é de US$ 600 mil dólares, mais de R$ 1,9 mi.

JBS: uma empresa que cresceu à sombra do PT

Linha de produção da JBS Friboi no Paraná (Foto: RODRIGO FONSECA/AFP)
JBS: uma empresa que cresceu à sombra do PT:

ESTRAGOU

Linha de produção da JBS Friboi no Paraná. A empresa apareceu em cinco investigações da Polícia Federal (Foto: RODRIGO FONSECA/AFP)


Na carta que divulgou ao fim do dia mais conturbado do ano até agora, Joesley Batista, presidente afastado e controlador da J&F, pede “desculpas aos brasileiros pela corrupção praticada” e encerra com uma promessa intrigante. O empresário afirma que o grupo, um colosso de R$ 174 bilhões em receitas e 270 mil funcionários, no Brasil menor apenas que a Petrobras, vai virar as inúmeras páginas de corrupção que escreveu “acordando cedo e trabalhando muito”. Não que os irmãos Joesley e Wesley não trabalhem duro. Ainda jovens, abandonaram os estudos para acompanhar na labuta o pai, José Batista Sobrinho, que construiu do zero um pequeno grupo de frigoríficos no Centro-Oeste do país. Antes de completar 20 anos, receberam duas unidades, então chamadas Friboi, nas quais trabalharam arduamente. Nos últimos dez anos, porém, a dupla se tornou mais apressada e a adotar atalhos para chegar aonde pretendiam.

>> Joesley Batista: O mais perigoso delator

Os irmãos passaram a usar dois apoios para o crescimento do negócio. Um foi um fenômeno econômico global – o superciclo de valorização de matérias-primas, que impulsionou o agronegócio brasileiro. Outro foi uma rede de conexões políticas. Os efeitos econômicos do superciclo, que perdurou de 2003 a 2013, foram catalisados pela política do governo do PT de formação de campeões nacionais. No capitalismo de compadrio que orientou a aplicação dessa estratégia, grupos privados foram selecionados para receber apoio de acordo com seu potencial de expansão global  – e, fica cada vez mais claro, disposição para financiar o partido.

>> As provas contra Temer e o PT

Quando nada disso bastava, dinheiro não faltava aos Batistas para comprar apoio, por meio legal – em 2014, foi o maior doador de campanhas do país, com R$ 370 milhões – ou, como Joesley admite nas gravações, ilegal. Num dos vídeos, Joesley conta, por exemplo, que chegou a subornar deputados para que votassem a favor de Dilma Rousseff em seu processo de impeachment. Isso se confirma nas investigações sobre o grupo e, agora, na delação premiada que os irmãos acabam de fazer para se livrar do risco de prisão e perda financeira.

Há dez anos, a Friboi já era uma empresa de porte. Fizera algumas aquisições no exterior e acabara de concluir uma bem-sucedida abertura de capital na Bolsa. Com essas credenciais, Joesley e Wesley apresentaram-se ao BNDES pedindo dinheiro para comprar a americana Swift, então a maior processadora de carnes do mundo. Saíram de lá com muito mais. O BNDESPar decidiu não só financiá-los, mas tornar-se seu sócio. Injetou US$ 750 milhões para a operação e adquiriu fatia do capital. A Friboi parecia a empresa certa para assumir o papel de campeã nacional. Tornou-se o caso mais vistoso do modelo, abandonado a partir de 2011, no primeiro mandato de Dilma Rousseff. Com a crise fiscal que se anunciava, ficou difícil defender a torra de R$ 400 bilhões em recursos públicos no que ficou conhecido como Bolsa Empresário.

>> "Ele [Temer] atende você a hora que você quiser", disse deputado a Joesley

Antes disso, porém, entre 2008 e 2009, a Friboi, já JBS, pediu dinheiro ao banco mais duas vezes para novas aquisições no exterior. O BNDES pressionou para que levassem ativos do concorrente Bertin. As aquisições, turbinadas por cerca de R$ 10 bilhões do BNDES, em valores atuais, tornaram o JBS o maior processador de carne do mundo. O BNDES, ainda hoje, tem 23% de suas ações.

Encorpada, a JBS começou também a expandir o leque de negócios, sob a empresa guarda-chuva chamada J&F, iniciais dos nomes de José e Flora, pais de Joesley e Wesley. Comprou marcas de produtos de limpeza e higiene da Hypermarcas. Criou um banco, o Original. Comprou o Canal Rural. Ampliou, com a criação da Eldorado Celulose, um ramo antes insignificante no grupo, graças ao dinheiro de fundos de pensão da Caixa Econômica e do FGTS. Aproveitou as dificuldades da Camargo Corrêa, depois da Lava Jato, e comprou dela a Alpargatas, dona das Havaianas, com empréstimo da Caixa. Entrou no setor de energia. Em 2014, a J&F desbancou a Vale do ranking de maior empresa privada brasileira. A partir daí, a empresa passou a chamar a atenção mais por pendências com a Justiça do que pelos feitos no mundo dos negócios.

>> Joesley espionou procuradores até durante negociação de delação

No ano seguinte, investigações tocadas por policiais e procuradores começavam a encontrar indícios de corrupção de agentes públicos em diversos órgãos e instâncias. Nos últimos dez meses, empresas e sócios da J&F foram alvos de cinco operações da Polícia Federal. A Sepsis, deflagrada a partir da Lava Jato em julho, investiga uma suspeita de favorecimento à Eldorado na liberação de recursos do FGTS, com pagamento de propina ao ex-deputado  Eduardo Cunha, hoje preso. Dois meses depois, na Operação Greenfield, policiais voltaram ao grupo à procura de provas sobre a suspeita liberação de R$ 550 milhões pelos fundos de pensão Petros e Funcef, respectivamente da Petrobras e da Caixa, também para a Eldorado. A Justiça afastou os irmãos do comando do grupo e bloqueou seus bens. Eles se comprometeram a não atrapalhar investigações e a pagar fiança para voltar às atividades.

>> “Vai acabar todo mundo preso”, disse Joesley Batista no fim de abril

Em janeiro deste ano, o grupo foi alvo da Operação Cui Bono, que investiga fraude em liberação de crédito da Caixa. Em março, a Seara, integrante do grupo, foi abatida na Operação Carne Fraca, sob acusação de corrupção de fiscais do Ministério da Agricultura. O grupo teve de fechar temporariamente 33 dos 36 frigoríficos, devido à queda na importação. Em abril, a Justiça manda, novamente, Joesley deixar o Conselho de Administração da J&F, por suspeita de tentativa de atrapalhar a Greenfield. Atualmente, o Tribunal de Contas da União se debruça sobre as quatro operações de crédito fechadas com o BNDES entre 2007 e 2009, por indícios de irregularidade. A apuração serviu de base à quinta e mais recente operação que alvejou o grupo, a Bullish, no dia 12 de maio.

O cerco havia levado Joesley e mais cinco executivos a acertar delação premiada com a Procuradoria-Geral da República em abril. No cardápio de denúncias, apresentaram os áudios explosivos contra o presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves (PSDB-MG). Nas gravações, Joesley pede favores para demandas do grupo em órgãos como o Cade (responsável por defender o nível de concorrência no mercado) e a Comissão de Valores Mobiliários (que fiscaliza o mercado de capitais). Isso elimina qualquer dúvida sobre os métodos desleais que levaram a J&F à condição de maior empresa privada brasileira.

>> Confira imagens do aparelho que gravou Temer

A carta de Joesley pede desculpas e promete abandonar as práticas ilegais. O grupo concluiu um acordo de leniência com as autoridades e se compromete a ajudar nas investigações. Ao delatar, os sócios da J&F aceitaram pagar R$ 225 milhões, uma multa irrisória para o tamanho do grupo.

>> A política paralisa a economia

A relativa facilidade com que o grupo se livrou de investigações criminais no Brasil pode não se repetir nos Estados Unidos, onde a empresa tem uma operação grande e planejava uma oferta de ações. A J&F contratou o escritório de advocacia Trench, Rossi & Watanabe para defendê-la junto às autoridades nos Estados Unidos. À frente, estará o ex-­procurador da Lava Jato Marcelo Miller, desligado do MPF há apenas dois meses para ingressar no escritório.

Justiça põe Vaccari e mais 13 no banco dos réus por rombo de R$ 402 mi em fundo de pensão

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Justiça põe Vaccari e mais 13 no banco dos réus por rombo de R$ 402 mi em fundo de pensão:

Juiz Vallisney de Oliveira, de Brasília, recebe denúncia criminal contra ex-tesoureiro do PT, ex-dirigentes do FUncef e executivos da Engevix

Justiça põe Vaccari e mais 13 no banco dos réus por rombo de R$ 402 mi em fundo de pensão

Justiça põe Vaccari e mais 13 no banco dos réus por rombo de R$ 402 mi em fundo de pensão:

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Imagem: Luis Macedo / Câmara dos Deputados
O ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, condenado por corrupção na Lava Jato, virou réu, mais uma vez, nesta segunda-feira, 29, no âmbito da Operação Greenfield, por decisão do juiz Vallisney  10ª Vara Federal de Brasília. Além do petista, também são alvo da ação outras 13 pessoas – entre elas, diretores do Funcef – fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal. Vaccari e o lobista Milton Pascowitch são acusados de receber propinas de R$ 5,9 milhões da Engevix.
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30 de Maio de 1640: Morre o pintor holandês Peter Paul Rubens

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30 de Maio de 1640: Morre o pintor holandês Peter Paul Rubens:

No dia 30 de maio de 1640, morre em Antuérpia o célebre pintor barroco holandês Peter Paul Rubens. Multifacetado, produziu obras consideráveis em diversos géneros. Aceitou pintar um bom número de retratos, porém de instinto mais inclinado aos grandes trabalhos do que às pequenas curiosidades, realizou enormes projectos religiosos, pinturas mitológicas e importantes séries de imagens históricas.
Pela sua erudição, era apreciado por diversas personalidades do seu tempo. Além do flamengo, falava francês, alemão, italiano, espanhol e latim. Chegou a compor uma importante missão diplomática e ostentou um estatuto inigualável junto aos seus contemporâneos.
Peter Paul Rubens nasceu na Vestfália, no Sacro Império Romano Germânico. O seu pai, Jan Rubens, era um próspero advogado protestante, que foi obrigado a deixar  Antuérpia com a sua família devido a perseguições religiosas. Em 1589, dois anos após a morte do pai, Rubens e a sua mãe retornam a Antuérpia, onde se baptizou como católico.
Entre 1589 e 1598, seria aluno de alguns dos mais eminentes pintores de sua época, como Adam van Noort e Otto van Veen. Seguindo conselhos dos seus mestres, parte para a Itália e lá permanece de 1600 a 1608 para estudar as obras da Renascença. 
Foi pintor oficial da corte de Alberto e Isabel, regentes dos Países Baixos espanhóis, entre 1609 e 1621. Para recompensar os seus esforços na negociação de um tratado de paz entre Espanha e Inglaterra, o rei Carlos I outorgou-lhe o título de cavaleiro.
A maior das suas encomendas foi feita por Felipe IV da Espanha, que pediu 60 telas para o seu pavilhão de caça, a Torre de La Parada. O conjunto seria conhecido como As Metamorfoses. Pode-se também citar a decoração da Galeria Médicis no Palácio de Luxemburgo, um ciclo decorativo sobre a vida da rainha de França e viúva de Henrique IV, Maria de Médicis, pintado entre 1622 e 1625.
No final do ano de 1635, Rubens iria pintar o Julgamento de Páris, inspirado a partir do Julgamento de Páris de Rafael. A única diferença foi que Rubens se baseou no reflexo da obra do pintor italiano num espelho. Quando Maria de Médicis partiu para o seu último exílio, foi Rubens quem a acolheu e a protegeu até ao fim. Faleceria dois anos após a morte do pintor. Rubens adoeceria e padeceria lentamente em 1640. Foi sepultado na igreja de Sint-Jacobs de Antuérpia.
Não foi somente um artista de renome mas também um diplomata e um hábil negociador. O seu atelier em Antuérpia mobilizava talentos muito diversos, como Frans Snyders, pintor de animais. Os seus colaboradores mais importantes foram Jacob Jordaens e Antoine Van Dyck. A sua obra artística foi imensa, composta de um grande acervo de pinturas e desenhos.
Um dos seus grandes admiradores, o famoso pintor Eugène Delacroix, designava-o de “Homero da pintura”. Rubens encarna a primazia da cor na história da arte do século XVII. Nesse sentido, dá sequência às lições dos grandes venezianos, tornando-se um dos pintores mais importantes da arte mundial.
Fontes:Opera Mundi
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Duplo retrato de Rubens e sua esposa Isabella Brant
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Retrato de Maria Ana de Espanha, Rainha da França