"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

sexta-feira, 26 de maio de 2017

URGENTE: 41° FASE DA LAVA JATO


URGENTE: 41° FASE DA LAVA JATO:

Lava Jato nas ruas! 41° fase!

Nova fase da Lava-Jato investiga exploração de poços de petróleo na África

São cumpridos 13 mandados judiciais no Distrito Federal, no Rio de Janeiro e em São Paulo

Por: Estadão Conteúdo e Zero Hora

26/05/2017 - 07h31min | 
Atualizada em 26/05/2017 - 09h06min

Conforme o site G1, um dos alvos de condução coercitiva é a filha do lobista Jorge Luz, Fernanda Luz — ela não foi encontrada em casa. Jorge e o filho, Bruno Luz, foram presos durante na 38ª fase da Lava-Jato, em fevereiro. Segundo a PF, os lobistas atuavam como representantes do PMDB junto à Petrobras.
Também é alvo da ação desta sexta-feira Álvaro Gualberto Teixeira de Melo. Os outros investigados ainda não tiveram os nomes divulgados.
A Operação Poço Seco investiga a suspeita de que a compra de direitos para explorar poços de petróleo em Benim tenha sido utilizada para obter recursos que seriam utilizados no pagamento de vantagens indevidas a um ex-gerente da área internacional da Petrobras.
Em março deste ano, o juiz federal Sergio Moro condenou o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por crimes de corrupção, de lavagem e de evasão fraudulenta de divisas, a 15 anos e quatro meses de prisão em ação penal sobre propinas na compra do campo petrolífero de Benim, em 2011, pela Petrobras.
Os presos serão levados para a Superintendência da PF em Curitiba. Os suspeitos deverão ser investigados por corrupção, fraude em licitações, evasão de divisas e lavagem de dinheiro, entre outros crimes.
O nome da nova fase da Lava-Jato, "Poço Seco", é uma referência aos resultados deficitários do investimento realizado pela Petrobras na aquisição de direitos de exploração de poços de petróleo em Benim.
Fase anterior
Deflagrada em 4 de maio, a última fase da Lava-Jato mirou três ex-gerentes da área de Gás e Energia da Petrobras, suspeitos de terem recebido mais de R$ 100 milhões em propina de empreiteiras contratadas pela estatal. No âmbito da Operação Asfixia, também são investigados operadores financeiros que utilizaram empresas de fachada para intermediar o pagamento do dinheiro ilícito.
Na ação, os agentes da PF cumpriram 16 mandados de busca e apreensão, dois de prisão preventiva, dois de prisão temporária e cinco de condução coercitiva em São Paulo, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro.

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