"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

quarta-feira, 31 de maio de 2017

VAGABUNDOS COMUNISTAS DO MEC ENTREGAM LIVRO COM "ESTORINHA DE INCESTO" PARA CRIANÇAS DE 6 A 8 ANOS NO ESPÍRITO SANTO.

Segundo o cretino que escreveu a matéria na CBN Vitória o livro gerou "polêmica" 

Livro infantil gera "polêmica" ao citar matrimônio entre pai e filha

Para o delegado da DPCA, a abordagem surpreende negativamente e não deve ser levada a crianças

Publicado em 31/05/2017 às 17h17
Atualizado em 31/05/2017 às 18h17

Rádio CBN Vitória

Kaique Dias

kbenfica@redegazeta.com.br

Um livro infantil distribuído recentemente pelo Ministério da Educação (MEC) a escolas públicas do Brasil criou uma grande polêmica entre professores e profissionais de educação no Espírito Santo. Nele, há um conto que fala do pedido de casamento de um pai para uma das filhas. No final, ela acaba morrendo presa por não aceitar o pedido.

O livro “Enquanto o sono não vem” é destinado a alunos de primeiro ao terceiro ano, entre 6 e 8 anos. Nele o conto intitulado “A triste história de Eredegalda” fala de um rei que pede uma das três filhas em casamento. A proposta do pai é que a mãe da menina seja criada deles. Ao recusar o convite do pai, a história conta que a menina é presa em uma torre, onde passa sede. Ao pedir à mãe e às duas irmãs para beber água, ela não recebe ajuda por ameaças de morte do pai.

No final ela acaba aceitando o convite do pai de se casar, mas ele resolve fazer um desafio com três cavaleiros: o que chegasse primeiro com um jarro d’água ganharia a mão da filha. Essa oferta, no entanto, não é explicada na história. O conto mostra que a menina morreu antes. Leia o conto na galeria abaixo:

Foto:

Conto cria polêmica entre professores
Foto: Reprodução

A professora Fernanda Appel ficou surpresa com o tipo de abordagem. Para ela, o conto pode até afastar crianças da leitura. “Se na história existe isso, pode achar que é uma coisa normal. Ela tenta denunciar, mas não é atendida. Cadê o encantamento? A criança nessa fase está no conto de fadas”, analisou.

VITÓRIA
A Prefeitura de Vitória informou, na tarde desta quarta-feira (31), que está retirando os livros das escolas municipais e que os mesmos serão remetidos ao MEC com um parecer técnico pedagógico.

Para o titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), Lorenzo Pazolini, a abordagem surpreende negativamente e não deve ser levada a crianças. “Muitas dessas viveram ou presenciaram cenas de abuso. E reviver isso dentro da sala de aula traz um sofrimento com consequências dentro e fora da sala. É claro que é um conto, mas a mente de uma criança é vasta”, ressalta.

RESPOSTA DO MEC
O Ministério da Educação (MEC) confirmou a presença do livro no Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), mas disse que o processo foi realizado na gestão anterior, em 2014. Na nota, o MEC diz que está revendo todo o processo de seleção dos livros visando a melhoria da qualidade da educação. O MEC não citou o livro específico.


RESPOSTA DO EDITOR DO ATAQUE ABERTO:

Era uma vez um Ministério da Cultura beeeeeeeeeem  graaannnnde e bonito todo feito de dinheiro roubado de um país muito pobre e muito burro...Um dia as pessoas malvadas do país foram lá e tocaram fogo no Ministério da Cultura que distribuía livros de pais que brincavam de mamãe com suas próprias filhas...Quem pagou para arrumar tudo foram as pessoas boazinhas e burras..Aí, um dia,  as pessoas que eram burras e boas, estudaram, deixaram de ser burras e tocaram, elas mesmas, fogo no Ministério da Cultura ...as pessoas comunistas que estavam lá ficaram sem emprego e foram chupar pau na rua para ganhar dinheiro e comprar comida ...e o país viveu Feliz para Sempre...

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