"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

quarta-feira, 5 de julho de 2017

UM ESCLARECIMENTO NECESSÁRIO


Apesar de um “grupelho” (se não sabem o que significa, ó pobres ignaros, vão procurar num dicionário)“fingir” que não compreende os textos que escrevo, e deturpar – normalmente escondidos no anonimato que mascara aos covardes – o sentido das minhas opiniões, venho, em respeito aos que me leem, apresentar este esclarecimento que nada mais é do que um desenho destinado àqueles mal intencionados ou incultos, incapazes de interpretar uma simples opinião.

“Ele sentiu o golpe”, dirão os mais apressados. “Assustou-se com as críticas”, concluirão outros. Nem uma coisa nem outra!

Na verdade, existe um tipo de pessoa que nem o mais sutil desprezo a atinge. Além de Freud (me refiro ao Dr. Sigmund, psicanalista; e não ao Godoi, assecla do Lula da Silva), outros estudiosos da mente humana também definem esta raça medíocre a que me refiro.

Por isso, tentarei desenhar para ver se consigo ser bem entendido. Desculpando-me com todos os que sabem interpretar uma singela redação escrita na língua portuguesa, esclareço definitivamente que:

1) Eu NÃO votei no Temer;

2) Eu NÃO tenho – nem nunca tive – qualquermalvado preferido (leia-se: bandido de estimação);

3) Faço absoluta questão que a justiça dos homens (porque a justiça divina é infalível) atinja a todos os bandidos; sejam eles do PSDB, do PMDB, do PDT, do PT, do Grêmio ou do Inter; não me importa um “ovo”;

4) Se forem eles meus amigos, conhecidos, ou não, pouca diferença fará para mim;

5) Os covardes que trocam de lado no meio do caminho, não passam de uns reles “vira-casacas” que nunca terão minha admiração ou respeito;

6) Ética, moral, caráter, e retidão, não existem à venda. Ou estes atributos fazem parte da personalidade, ou jamais farão.

Então, sejam ao menos honestos consigo mesmo (já que não conseguem sê-lo nem com a sua própria consciência) e parem de “achar” – ou pior – de “insinuar” interpretações inexistentes nos meus artigos, pois estas ilações são ridículas.

Ah, as ofensas de cunho pessoal eu só respondo se e quando o autor estiver devidamente identificado. Ofensas anônimas, de origem desconhecida, simplesmente entram por um ouvido e se vão pelo outro.

Depois de “desenhar” creio que até os iletrados entenderam.

Ou ainda não?

Marcelo Aiquel – advogado (04/07/2017)

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