"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

A PORNOCHANCHADA DO PSOL


         Ontem à noite, quem estava assistindo televisão no horário nobre (quando muitas famílias ainda se reúnem para assistir novelas; noticiários; e jantar), foi surpreendido com a invasão na programação da televisão por um programa do PSOL, contendo cenas recheadas de mentiras grosseiras e que “entrou” nas casas destas famílias, sem pedir licença.
         Todos que não dispõe de um sistema de TV a cabo tiveram que “engolir” – por minutos – aquele show de mediocridade. Ou então, correram para desligar seus aparelhos, a fim de salvar as crianças de escutar o “velho mantra” daqueles políticos que são especialistas em destilar raiva e ódio (sempre com excesso de recalque) a cada aparição.  
         Além dos personagens conhecidos do PSOL que figuraram no filme, a película apelativa também fez uma claríssima apologia ao racismo, em evidente confronto de classes por meio de comentários jocosos comparando negros e brancos.
         Não bastasse, o programa tratou o atual Presidente da República como uma pessoa que foi empossada de maneira ilegal, inobstante aquele político ter feito parte oficial da chapa vencedora do pleito eleitoral (apoiada pelo PSOL), ademais do embasamento constitucional da nomeação. Ou seja, desrespeitaram – como sempre – a Constituição Federal e ignoraram uma posse legitimada pela Justiça (ou aquele ato não foi comandado pelo presidente do STF?).
         A pornochanchada ainda teve o desplante de apresentar alguns parlamentares do PSOL em situação bem diversa do usual (por exemplo: o Jean Wyllys não cuspiu em ninguém!), recebendo pessoas “do povo”, sorridentes e simpáticos em ambientes internos da Câmara dos Deputados, onde o ingresso do público não é permitido.
         Pelo menos pouparam os assistentes de ter que escutar a figura repugnante da gaúcha Luciana Genro desfiar seu colar de ódio no programa, e mostraram somente alguns deputados que repetiram as tradicionais “frases feitas” e não se cansaram de omitir a verdade ao dizerem mentiras.
         Além de tudo isto, o programa ainda trouxe um filme de ficção, onde uma pessoa (afrodescendente, é claro, pois faz parte do histórico do PSOL fomentar a ideologia do racismo na luta entre as classes) passava por inúmeras dificuldades que nenhum membro do partido conseguiu corrigir até hoje, mesmo tendo governado por 4 anos a maior cidade do país.
         Enfim, pretendem os políticos aumentarem – ainda mais – as verbas partidárias para, sobrando dinheiro, abusarem da legislação vigente e “enfiarem goela abaixo” da população programas de tão baixo nível como o apresentado ontem na TV, pelos raivosos do PSOL.
         Marcelo Aiquel – advogado (25/08/2017) 

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