"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Vagabundos Petistas que destruíram a UFRGS - "Estamos pedindo socorro", diz reitor da UFRGS sobre déficit de R$ 20 milhões


Primeiro gastaram TUDO que podiam fazendo "pesquisa com ratos viciados em videogame", fumaram maconha de 2003 até 2016, fecharam o trânsito por causa das lésbicas do Nepal...enfim: DESTRUÍRAM a Universidade Brasileira aparelhando com PT, PSOL e PC do B até os flanelinhas que cuidam dos carros na frente da UFRGS - agora vem se queixar de que "estão sem dinheiro"

"Estamos pedindo socorro", diz reitor da UFRGS sobre déficit de R$ 20 milhões:

Os cortes nos recursos destinados às universidades federais trazem perspectivas preocupantes para os próximos meses. Um levantamento feito pela Globo News aponta cortes de 20% na UFRGS, maior instituição federal do Rio Grande do Sul. Sem recursos, serviços terceirizados e manutenção predial e de equipamentos estão ameaçados. Em entrevista ao Gaúcha Atualidade, o reitor da universidade, Rui Vicente Oppermann, expôs o problema e pediu ajuda:

— Estamos pedindo socorro. Recebemos R$ 7 milhões do governo para compra de livros, equipamentos, manutenção de edificações. Mas com esse valor nem arriscamos a começar alguma coisa.

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Oppermann também criticou a promessa do ministro da Educação, Mendonça Filho, de oferecer um acréscimo na verba.

— Com o que nós temos, mesmo com a liberação de recursos que estão prometendo de 85%, veja bem, é 85% de um valor já capenga.

Segundo estimativa do reitor, o aperto nas finanças deve resultar em um déficit de R$ 20 milhões até o fim do ano, montante que deve ser levado até 2018. A falta de recursos preocupa o administrador, que afirmou que serviços terceirizados e de manutenção devem ser cada vez mais enxugados.

Por outro lado, ele desmentiu boatos de que o vestibular de 2018 estaria em risco. Oppermann garantiu a realização das provas e as vagas oferecidas até então.

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Em um processo de enxugamento que vem desde 2014, a UFRGS já conseguiu reduzir, nos últimos dois anos, R$ 40 milhões dos seus custos. Para o reitor, a acusação de "má administração" das federais feita pelo ministro não é uma realidade.

— Não é verdade que não fazemos esses cuidados. A universidade não é supermercado que vende coisas e tem lucro. Não podemos olhá-la sob a ótica da iniciativa privada.

Uma das alternativas estudadas por Oppermann para custeio de restaurações nos prédios da UFRGS são os fundos patrimoniais. Ele disse que já conversou com a senadora Ana Amélia Lemos, autora de proposta neste sentido, para tratar do assunto. Se aprovada, a universidade passa a gerenciar as doações.

Embora as pesquisas sejam financiadas por valores extra-orçamentários, cortes feitos pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações colocam em risco bolsas de iniciação científica e manutenção de novos projetos.

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