"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

terça-feira, 31 de outubro de 2017

A foto do terrorista de Nova York


A foto do terrorista de Nova York:

A rede americana CBS divulgou uma foto que seria de Sayfullo Saipov, o homem de 29 anos nascido no Uzbequistão e acusado de matar, com um caminhão, oito pessoas em Nova York.

Localização do "Uzbequistão" no Planeta Terra

Segundo a polícia, ele estava morando em Nova Jersey, perto de NY, e não na Flórida, de onde era sua carteira de motorista.

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PARA MINISTRO DA SAÚDE, EXISTEM HOSPITAIS DEMAIS NO PAÍS

POLÍCIA MILITAR DO RJ RESPONDE AO MINISTRO DA JUSTIÇA


REPÚDIO ÀS DECLARAÇÕES 
DO MINISTRO DA JUSTIÇA

As declarações do Ministro da Justiça, Torquato Jardim, vinculando comandantes de batalhões da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro ao crime organizado, são de uma irresponsabilidade inadmissível e merecem o nosso mais veemente repúdio.

Ao generalizar acusações sem qualquer base comprobatória contra uma instituição bicentenária, as declarações do Ministro Jardim revelam, no mínimo, desrespeito e desprezo ao esforço descomunal empreendido por milhares de policiais militares que, não obstante a dificuldades de toda ordem, não têm medido esforços para defender a sociedade do nosso estado.

Vale lembrar que até a presente data, perdemos 113 companheiros de farda, vítimas de um quadro de violência formado por inúmeras variáveis e sobre o qual a Polícia Militar não pode ser responsabilizada.

Muito pelo contrário, no enfrentamento diário aos criminosos, somente este ano efetuamos mais de 20 mil prisões e apreendemos mais de cinco mil armas de fogo. A grande maioria dessas armas é fabricada em outros países. Fuzis com alto poder ofensivo e pistolas sofisticadas chegam às mãos de criminosos por uma articulação do tráfico internacional de armas, cuja repressão transcende a atuação das forças de segurança estaduais.

Em relação à morte do Coronel Luiz Gustavo Teixeira, citada também nas declarações do Ministro Jardim, cabe esclarecer que o oficial de conduta ilibada estava uniformizado, pois voltava de uma cerimônia de posse em outro batalhão da Corporação. E foi assassinado numa tentativa de assalto, como quase todos os policiais militares, que, ao se depararem com criminosos, não têm outra alternativa senão matar ou morrer. A banalização da vida, revelada nesse crime hediondo, é resultado também de um código penal anacrônico, cuja revisão também não é atribuição da esfera estadual.

Por fim, vale registrar ainda nossa repulsa a denúncias contra uma Corporação que não aceita e pune com todo rigor qualquer desvio de conduta em suas fileiras, como pode ser comprovado pelo trabalho da Corregedoria Interna da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.


FONTE - PMERJ

Vídeo: confusão entre taxistas e motoristas de Uber

Vídeo: confusão entre taxistas e motoristas de Uber:

Logo depois de relativa calmaria, a polícia precisou intervir com spray de pimenta para que não houvesse confronto entre taxistas e motoristas de Uber na Esplanada dos Ministérios.

O repórter Diego Amorim filmou parte da ação policial. Clique no vídeo abaixo para ver.



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A decisão de Moro de investigar as palestras de Lula

A decisão de Moro de investigar as palestras de Lula:

Muita gente deve estar se perguntando por que as palestras de Lula ainda não tinham virado alvo de investigação da Lava Jato.

O Antagonista também.





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NYPD Responding to Reports of Gunshots in Lower Manhattan

Testemunhas dizem que motorista saiu da caminhonete que usou para atropelar pessoas berrando "Allahu akbar"

NYPD Responding to Reports of Gunshots in Lower Manhattan:

The New York Police Department said Tuesday afternoon they were responding to reports of shots fired in Lower Manhattan. One person has been taken into custody, police said.

“We are responding to reports of shots fired in lower Manhattan. More details when they’re available,” J. Peter Donald, Assistant Commissioner for Communication & Public Information for the NYPD wrote on Twitter at 3:21 P.M.

The NYPD added that pedestrians should avoid the areas of Chambers Street and West Street. “Expect many emergency personnel in the area,” the NYPD wrote.

We are responding to reports of shots fired in lower Manhattan. More details when they’re available
— J. Peter Donald (@JPeterDonald) October 31, 2017
Due to police activity, avoid the area of Chambers Street/West St.
One person is in custody. Expect many emergency personnel in the area. pic.twitter.com/rSECr0LRCN
— NYPD NEWS (@NYPDnews) October 31, 2017
A spokesman for New York Mayor Bill de Blasio said that he had been briefed on the incident, and that there is no active threat.

This is a breaking news story and will be updated.

Shots fired in Manhattan. One person in custody

Shots fired in Manhattan. One person in custody: The New York Police Department is responding to reports of shots fired in lower Manhattan, according to J. Peter Donald, a spokesperson for the NYPD.






NYPD responds to reports of shooting near prestigious Lower Manhattan high school

NYPD responds to reports of shooting near prestigious Lower Manhattan high school: The New York City Police Department is responding to reports of a shooting in Lower Manhattan, a few blocks from the World Trade Center Memorial.


Comando da PM no Rio é acertado com deputado estadual e crime, diz ministro

Comando da PM no Rio é acertado com deputado estadual e crime, diz ministro:

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Imagem: Reprodução
O ministro Torquato Jardim (Justiça) faz um diagnóstico aterrador do setor de segurança pública no Rio de Janeiro. Declara, por exemplo, que o governador fluminense, Luiz Fernando Pezão, e o secretário de Segurança do Estado, Roberto Sá, não controlam a Polícia Militar. Para ele, o comando da PM no Rio decorre de “acerto com deputado estadual e o crime organizado.” Mais: “Comandantes de batalhão são sócios do crime organizado no Rio.”


Mais informações »


“Comandantes de batalhão são sócios do crime organizado”, diz ministro da Justiça




“Comandantes de batalhão são sócios do crime organizado”, diz ministro da Justiça:

Em entrevista a Josias de Souza, o ministro da Justiça, Torquato Jardim, fez duras críticas a Luiz Fernando Pezão e à segurança pública do Rio de Janeiro.

Torquato afirmou que o governador do estado e o secretário de Segurança, Roberto Sá, não têm nenhum controle sobre a Polícia Militar.

Segundo o ministro, o comando da PM fluminense decorre de “acerto com deputado estadual e o crime organizado”.

“Esse coronel que foi executado (na última quinta-feira)… Ninguém me convence de que não foi acerto de contas. Ninguém assalta dando dezenas de tiros em cima de um coronel à paisana, num carro descaracterizado. O motorista era um sargento da confiança dele.”

Torquato Jardim ainda disse:

“Comandantes de batalhão são sócios do crime organizado no Rio.”

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Gilmar: “A transferência não se justifica no interesse da segurança pública”


Gilmar: “A transferência não se justifica no interesse da segurança pública”:

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Urgente: Gilmar suspende transferência de Cabral


Urgente: Gilmar suspende transferência de Cabral:

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URGENTE - Gilmar suspende transferência e Sérgio Cabral vai continuar no RJ

Gilmar suspende transferência e Sérgio Cabral vai continuar no RJ:

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acolheu nesta terça-feira, segundo o jornal O Estado de S.Paulo, o pedido do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB) para não ser transferido de uma cadeia pública na capital fluminense para um presídio federal em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

A transferência havia sido determinada pelo juiz federal Marcelo Brêtas após uma audiência em que Cabral citou a família do magistrado ao se defender da acusação de lavar dinheiro de corrupção através da compra de joias. Brêtas entendeu a afirmação do ex-governador, de que seus familiares trabalham no ramo de bijuterias, como uma ameaça à sua integridade física e dos seus parentes, decidindo que ele deveria ser transferido.

Gilmar foi designado relator do habeas corpus de Sérgio Cabral por já ter julgado outras matérias decorrentes do braço fluminense da Operação Lava Jato, comandada por Brêtas em primeira instância. Na ocasião, o ministro negou o pedido de Carlos Emanuel de Carvalho Miranda, apontado pelo Ministério Público Federal (MPF) como operador de propinas de Cabral, e o manteve preso.

O magistrado entendeu que a observação de Cabral poderia ser interpretada como uma ameaça e atendeu ao pedido do MPF, segundo o qual o ex-governador teve acesso indevido a informações dentro da cadeia. “Eu não recebi com bons olhos o interesse manifestado do acusado de informar que a minha família trabalha com bijuteria, por exemplo. Isso é o tipo da coisa que pode, subliminarmente, ser entendida como algum tipo de ameaça”, afirmou o juiz federal.

Anexos originais:


Teste nuclear na Coreia do Norte matou mais de 200 pessoas. Situação poderá causar uma guerra com a China

Teste nuclear na Coreia do Norte matou mais de 200 pessoas. Situação poderá causar uma guerra com a China:




A TV japonesa Asahi informou na manhã de hoje (31) que o último teste nuclear realizado na base de testes norte-coreana de Punggye-ri, nordeste do país, deixou mais de 200 vítimas fatais.
No início de setembro, a Coréia do Norte detonou um dispositivo nuclear sob uma montanha.
Especialistas avaliam ser uma bomba de hidrogênio, dez vezes mais poderosa do que as primeiras bombas atômicas lançadas no Japão no final da Segunda Guerra Mundial.
Desde então, imagens de satélite revelaram que a montanha acima do local de testes já sofreu uma série de deslizamentos de terra resultantes de uma série de explosões.
Fontes norte-coreanas disseram à TV Asahi que, inicialmente um dos túneis matou 100 trabalhadores e outras 100 pessoas que trabalhavam no resgate desses trabalhadores.
Além disso, com a base de testes comprometida, o material radioativo deixado pela explosão corre um sério risco de causar um incidente internacional de grandes proporções.
“Se os detritos do teste chegarem à China, Pequim poderá entender isso como um ataque a seu país e uma provável guerra será praticamente inevitável.” disseram os especialistas.



Up to 200 killed at North Korea's nuclear test site: report

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Up to 200 killed at North Korea's nuclear test site: report:

Japanese broadcaster TV Asahi said the unfinished tunnel collapsed at the mountainous Punggye-ri site.

North Korea Nuclear Disaster: Hundreds Dead at Missile Testing Facility

North Korea Nuclear Disaster: Hundreds Dead at Missile Testing Facility: Experts warn radioactive fallout could affect entire continent


200 feared dead after tunnel collapses at North Korean nuclear test site, Japanese TV claims



200 feared dead after tunnel collapses at North Korean nuclear test site, Japanese TV claims:

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About 200 people are feared dead in North Korea after underground tunnels at a nuclear test site that was feared to be unstable reportedly collapsed, crushing 100 people in the initial cave-in and 100 others when the tunnels again gave way on top of rescuers.

ALERTA TOTAL - Abuso de Autoridade

Abuso de Autoridade:
Novo%2Blivro%2Bem%2Blan%25C3%25A7amento.

Novo livro em lançamento

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Henrique Abrão e Laércio Laurelli

Cogita-se a mudança de uma lei que completou meio século de vigência o diploma 4898/65, por meio do Projeto de Lei número 280/16 aprovado no Senado e agora em debate na Camara dos Deputados, criada comissão que irá enfrentar espinhoso tema. Algumas reflexões se fazem necessárias para que tenhamos a exata noção da pretensão do parlamento brasileiro.

De costa para a cidadania e a sociedade, a ambição não é simplesmente de mudanças, porém de um rigorismo para que os responsáveis pelas apurações de graves crimes sejam  alinhados ao patrulhamento ideológico constante da legislação. Depois de tantos avanços e com a rara oportunidade de aprovar as dez medidas anticorrupção  o que fora pulverizado, o Parlamento se ocupa de um aniquilamento da atividade investigatória, respingando o seu descontentamento na polícia, no ministério público e na justiça.

Acaso não sejam feitas as mudanças esperadas, o primeiro movimento será em direção à inconstitucionalidade legal a fim de ser declarada pelo Supremo Tribunal Federal. Não é aceitável ou minimamente responsável
querer derrubar em pleno voo de brigadeiro a armada que combate sem tréguas crimes do colarinho branco, de lavagem de dinheiro e mais especificamente de corrupção.

Esses delitos não representam apenas um desvio sistêmico mas a própria mentalidade que se formou para saquear cofres públicos e esvaziar os serviços em detrimento da população mais carente e a sanha tributária não para de avançar pelo gasto desmesurado e roubo desenfreado. O que se busca com uma nova legislação, a pretexto do diploma não condizer com o seu tempo é a formalização de uma camisa de força, do engessamento e de se tolher a própria interpretação e livre manifestação no processo.

Esse embate que poderá ser artificialmente criado desaguará numa luta sem ganhadores, e o maior perdedor, de novo,será a sociedade civil e o
contribuinte, eis que não terão recuperados dinheiro desviado e punidas condutas desairosas. Estamos atravessando um mar tempestuoso revestido de denúncias que afetam o parlamento, suas principais lideranças, que autoridade moral se extrai para uma reforma a título de correção de rumo do abuso de autoridade?

O mesmo sucedeu na Itália da operação mãos limpas, acantonados e encurralados pelo aumento vigoroso da pressão de uma magistratura independente e autonomia mudaram as leis e o fizeram com intuito de aumentar o tempo de tramitação do processo criminal a fim de que deflagrasse impunidade e muitas vezes a prescrição etária. Não se difere muito aqui no Brasil quando quadrilhas envolvidas em múltiplas operações feitas pela polícia federal partem a passos largos para o revide o encontro de contas e a séria espada de damocles que o movimento pendular se desagradar poderá dar ensejo à ação visando apurar abuso de autoridade.

Discute-se a legitimidade para a ação específica, seu prazo prescricional e o que pode ser entendido e compreendido em sentido técnico jurídico como abuso de autoridade. O comportamento de um determinado magistrado que durante um interrogatório sofresse veladas ameaças e fosse subjugado pelo ataque insano de um determinado réu e imediatamente regrasse sua transferência de cárcere estaria a pontuar algum elemento dessa natureza?

Absolutamente não, ao dar uma determinada decisão o magistrado parte da fundamentação,do livre convencimento e da verdade tanto formal mas também material, se não agíssemos dessa forma ficaríamos calados e na provocação barata de causar um caos processual com a subversão da ordem e de valores. Não se pode dar conceito flexível ao abuso de autoridade e muito menos permitir interpretação ampla,mas sim teleológica, de tal sorte que um magistrado que ouvisse o conselho tutelar, o MP, e
órgãos técnicos para tirar uma criança de pais dependentes químicos isso também poderia estar no conceito de abuso de autoridade?

Definitivamente não, o que se perseguiu foi a mantença num lar substituto e depois pela adoção da criança cujos pais não tinham capacidade
alguma de orientação e de manutenção do pátrio poder. O que se aguarda é que a legislação não sirva de amparo e meio de fuga para retrocesso e refugar o excelente trabalho de depuração dos desmandos do poder econômico e político. Sem uma correção de rumo e de norte a legislação representa uma provocação e tem destino certo a fim de minar os efeitos benéficos do combate à corrupção, pois que amanhã quem ousar prender preventiva ou cautelarmente ou bloquear eventualmente sequestrar bens e patrimônio, tudo isso gerará um destemor para o fogo de encontro mormente se no futuro houver  a absolvição.

Colocar todos no mesmo establisment não parece ser adequado e conforme a liberdade,autonomia e soberania dos órgãos de investigação, ainda que a legislação em vigor transpusesse mais de cinquenta anos de vigência não quer dizer e muito menos significa que a letargia agora seja desviada para alcançar autoridades ilibadas e comprometidas com o interesse público.

A sociedade precisa estar atenta e sempre vigilante a fim de que o produto, o resultado final de anos atrás dos culpados não se volte contra aqueles que mediante sacrifícios quiseram virar a página malsinada da corrupção e entregar à população uma Nação estritamente ética, com percepções claras sobre o amanhã e sobre a necessidade ímpar de punição e o fim
do foro privilegiado, o que primacialmente é o vilão de todos os males da impunidade que colocar nas mãos da sociedade civil a conta para ser paga.

Carlos Henrique Abrão (ativa) e Laércio Laurelli são Desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo.



Literatura Fundamental 33 - Os Lusíadas - Alcir Pécora

31 de Outubro de 1517: Martinho Lutero dá início à reforma protestante com as suas 95 teses.

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Martinho Lutero prega no Castelo Wartburg - Hugo Vogel

31 de Outubro de 1517: Martinho Lutero dá início à reforma protestante com as suas 95 teses.:

Martinho Lutero (1483-1546) era pregador da igreja de Wittenberg desde 1514. Lutero queria encontrar na Sagrada Escritura a chave para decifrar a relação de Deus com os seres humanos – uma relação que já estava esclarecida há muito para a Igreja Romana: Deus comunicava-se com os homens através do papa em Roma e através dos padres e bispos apontados por este como seus substitutos. Com isso, a Igreja em Roma reivindicava para si o monopólio sobre a exegese da Bíblia, impondo sanções em caso de eventuais infracções das normas bíblicas.
O Novo Testamento de Martinho Lutero consistia numa reinterpretação dos Evangelhos, da qual derivou um outro paradigma cristão. Para ele, não existia nenhuma "estação apostólica intermediária" na relação entre Deus e o homem. As únicas coisas que contavam eram a Sagrada Escritura ("primado da Escritura"), Jesus Cristo ("primado de Cristo") e a misericórdia divina ("primado da misericórdia e da fé").
O que desencadeou a Reforma foi o comércio de indulgências, cuja arrecadação era voltada para a reconstrução da Basílica de São Pedro em Roma. Além disso, o dinheiro angariado também deveria financiar a luxuosa vida do papa Leão X (1475-1521).
Quando Martinho Lutero escreveu as famosas 95 teses na sua residência sacerdotal em Wittenberg, a sua intenção era apenas combater os desmandos na Igreja de Roma (secularização, desrespeito em relação ao celibato). Não pretendia entrar em conflito com o papa, nem fundar uma Igreja própria. Sendo assim, ele não chegou a pregá-las na porta da igreja de Wittenberg naquele 31 de Outubro de 1517; Lutero simplesmente as enviou a amigos "para fins de disputa".
Naquele dia, ele não actuou como um revolucionário, mas somente como um monge indignado e preocupado com a salvação das almas de sua paróquia. Foi a reacção às teses rapidamente propagadas que transformou o monge indignado num revolucionário, responsável por uma confusão duradoura no mundo medieval e por um impacto ímpar na história.
O papa Leão X tentou disciplinar o monge de Wittenberg através da excomunhão, anátemas e um julgamento realizado em frente à Dieta de Worms, em Abril de 1521. Tudo isto sem êxito. Marinho Lutero não abjurou as suas teses em Worms. Ele foi banido por decreto imperial e declarado "fora da lei" a partir de então.
Na fuga dos perseguidores da Inquisição, pôde contar com a ajuda de uma grande parte da população e do príncipe saxão Frederico III, o Sábio (1463-1525). O príncipe eleitor escondeu-o no castelo de Wartburg, onde Lutero – sob a identidade de "fidalgo Jörg" – traduziu o Novo Testamento para o alemão. As suas doutrinas  propagaram-se rapidamente pelo continente europeu.


Fontes: DW
wikipedia (Imagens)
Martinho Lutero em 1529 - Lucas Cranach

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As 95 teses de Martinho Lutero

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

SÉRGIO CABRAL VENCEU! Pedido de Cabral para não ser transferido será julgado por Gilmar

Pedido de Cabral para não ser transferido será julgado por Gilmar:

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), será o responsável por decidir se o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), será transferido da cadeia pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte do Rio, ao presídio federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

Gilmar foi designado relator do habeas corpus da defesa de Cabral porque ele já tinha sido o responsável por um pedido de liberdade de um dos investigados no braço fluminense da Operação Lava Jato. Na ocasião, o ministro negou recurso de Carlos Emanuel de Carvalho Miranda, apontado pelo Ministério Público Federal como um dos operadores de propinas pagas a Sérgio Cabral, e o manteve preso.

A decisão de transferir o ex-governador do presídio federal foi tomada na semana passada pelo juiz Marcelo Bretas, responsável pelos processos da Lava Jato no Rio. Durante o interrogatório de Cabral como réu em um processo em que ele é acusado de lavar dinheiro por meio da compra de joias, o peemedebista argumentou que “não se lava dinheiro” deste modo e provocou Bretas, afirmando que ele “tem relativo conhecimento sobre o assunto porque sua família mexe com bijuterias”.

O magistrado entendeu que a observação de Cabral poderia ser interpretada como uma ameaça e atendeu ao pedido do MPF, segundo o qual o ex-governador teve acesso indevido a informações dentro da cadeia. “Eu não recebi com bons olhos o interesse manifestado do acusado de informar que a minha família trabalha com bijuteria, por exemplo. Isso é o tipo da coisa que pode, subliminarmente, ser entendida como algum tipo de ameaça”, afirmou o juiz federal.

No pedido ao STF, a defesa de Sérgio Cabral argumenta que “se as declarações feitas pelo beneficiário desta ordem podem ser tidas como ácidas ou polêmicas, não se pode tomá-las como desrespeitosas ou ameaçadoras, como se tem entendido, e muito menos como ensejadoras de uma condição carcerária mais gravosa para o paciente, que precisa continuar no Rio de Janeiro, como dito, para melhor se defender dos 15 processos que por lá tramitam em seu desfavor”.

Não há prazo para a decisão de Gilmar Mendes sobre o pedido da defesa de Sérgio Cabral, que já foi rejeitado pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) e pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Crítica a Bretas

Em agosto, em outro habeas corpus da Operação Lava Jato, Gilmar Mendes ironizou o juiz federal Marcelo Bretas. O ministro havia determinado a soltura do empresário do setor rodoviário Jacob Barata Filho, preso pela Operação Ponto Final, uma das fases da Lava Jato no Rio, e o juiz voltou a decretar a prisão preventiva de Barata Filho.

Após determinar, novamente, que o empresário deixasse a cadeia, Gilmar afirmou que “isso é atípico e, em geral, o rabo não abana o cachorro, é o cachorro que abana o rabo”. Além disso, o ministro se referiu aos procuradores da República da Lava Jato no Rio como “trêfegos e barulhentos”.

Os investigadores pediam a suspeição de Gilmar Mendes para atuar no caso, argumentando que o ministro e sua mulher, Guiomar Mendes, foram padrinhos do  casamento da filha de Jacob Barata Filho com um sobrinho de Guiomar.

Anexos originais:


ESTÁ RESOLVIDO, VAI FICAR NO RJ - Gilmar vai julgar habeas corpus de Cabral

Gilmar vai julgar habeas corpus de Cabral:
Ministro Gilmar Mendes durante sessão da 2ª turma, 12/09/2017

O habeas corpus pedido pela defesa de Sérgio Cabral para tentar evitar sua transferência para o presídio de segurança máxima de Campo Grande (MS) foi distribuído ao ministro Gilmar Mendes, que é o responsável no STF pelos casos da Operação Calicute.

Gilmar, entretanto, não decidirá hoje o tema.

LEIA MAIS: 

Cabral pede ao STF para não sair do Rio


Justiça de SP veta show de Caetano em invasão de sem-teto no ABC

Justiça de SP veta show de Caetano em invasão de sem-teto no ABC:

A Justiça de São Paulo proibiu no final da tarde desta segunda-feira o show que o cantor Caetano Veloso faria esta noite na Ocupação Povo Sem Medo, uma megainvasão promovida pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Teto (MTST), com cerca de 8.000 famílias, em uma área de 72.000 metros quadrados – suficiente para abrigar dez campos oficiais de futebol – em um bairro de classe média e média alta de São Bernardo do Campo.

A decisão, da juíza Ida Inês Del Cid, da 2ª Vara da Fazenda Pública de São Bernardo do Campo, atende a pedido do Ministério Público Estadual, que alegou que a área é invadida, que a invasão é ilegal  – há uma ordem judicial de reintegração de posse pendente – e que o local não tem estrutura para comportar um show desse porte, além de não ter as autorizações necessárias.

A juíza, que disse que a polícia pode ser acionada para o impedir o show “caso necessário”, elogiou Caetano ao dizer que no local “não há estrutura para shows, ainda mais de artista tão querido pelo público, por interpretar canções lindíssimas, com voz inigualável”.

Além disso, a intervenção judicial veio após a prefeitura ter impedido a entrada na invasão de um gerador que seria utilizado no show e de a Guarda Civil Municipal e a Polícia Militar terem sido destacadas para impedir que a apresentação de Caetano acontecesse.

Logo depois de a prefeitura vetar a entrada do gerador, artistas que estavam no assentamento e que são solidárias ao se-teto foram ao Paço Municipal tentar, sem sucesso, fazer o prefeito Orlando Morando (PSDB) recuar na decisão e permitir ao show – na comitiva, estavam as atrizes Sônia Braga, Leticia Sabatella e Alline Moraes e a produtora Paula Lavigne, mulher de Caetano.

Assim que a prefeitura se mostrou disposta a impedir o show, o MTST publicou em sua página oficial que o show estava confirmado e que ocorreria nem que fosse com “banquinho, violão e megafone”.  Caetano, até agora, não se manifestou sobre a polêmica.

– (Reprodução//Justiça de SP veta show de Caetano em invasão de sem-teto no ABC/Reprodução)

Caetano engajado

A decisão de Caetano de apoiar os sem-teto veio numa sequência de engajamento político do músico, que já havia cantado em um show/manifestação em Copacabana, em maio deste ano, pela convocação de eleição direta para a Presidência da República e também tinha apoiado um protesto no Rio na semana passada pela saída do presidente Michel Temer (PMDB) do cargo.

“Estamos juntos em defesa das causas que são justas. O terreno da #OcupaçãoPovoSemMedo, em São Bernardo do Campo, está sem uso há 40 anos, com mais de R$ 500 mil de dívida de IPTU, descumprindo todas as leis sobre direito a propriedade e a Constituição”, escreveu Caetano Veloso em sua conta no Instagram.

Tanto ele quanto Paula Lavigne convidam os apoiadores da causa tanto para o show quanto para uma marcha prevista para terça-feira, que irá da invasão ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista no Morumbi, zona sul de São Paulo.

O artista plástico Vik Muniz e a produtora Paula Lavigne em barrado da Ocupação Povo Sem Medo, em São Bernardo do Campo (Reprodução/Reprodução)
No domingo, Lavigne foi ao acampamento junto com o artista plástico Vik Muniz, que foi premiado no Festival de Sundance pelo documentário “Lixo Extraordinário”, que mostra a rotina de catadores de material reciclável no então maior aterro sanitário do país, no Jardim Gramacho, em Duque de Caxias (RJ).

Veja aqui a íntegra da decisão judicial:



Anexos originais:


Justiça proíbe show de Caetano Veloso em acampamento de sem-teto em SP

Justiça proíbe show de Caetano Veloso em acampamento de sem-teto em SP:



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Uma decisão judicial proibiu a realização do show de Caetano Veloso programado para as 19h desta segunda-feira (30) no acampamento do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto) em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.
Leia mais (10/30/2017 - 18h25)


"Direita" já tem "BENÇÃO" de Filósofo para APOIAR BOLSONARO - Puxa, que Alívio! Graças a Deus!


BOLSONARO E OS COVARDES

Por: Olavo de Carvalho

Só pessoas totalmente lesadas das faculdades mentais não entendem que a segurança vem antes da economia. Isso inclui toda a classe política brasileira, com exceção do Bolsonaro. Eis por que vou votar nele e aos outros não darei sequer um minuto de atenção.

Quanto mais dinheiro você ganha, mais complicada se torna a sua vida econômica e mais você precisa de ajuda profissional para administrá-la. Aí você começa a achar tudo isso a coisa mais importante do universo. Mas até um mendigo precisa de proteção contra o crime.

Pensem o que bem desejem do Jair Bolsonaro, mas contestem, se puderam, as seguintes afirmações:

1 – Ele é um dos RARÍSSIMOS políticos que jamais se envolveram em qualquer esquema de corrupção.

2 – Ele é o ÚNICO presidenciável que dá mais ênfase à segurança pública do que à economia, isto é, o único que tem senso das proporções no julgamento das urgências nacionais.

3 – Ele é o ÚNICO presidenciável que jamais cortejou a elite esquerdista hegemônica, muito menos a mídia.

4 – Ele é o ÚNICO presidenciável que não modera o seu discurso pelos cânones da etiqueta esquerdista.

Provem que algum outro candidato tem essas qualidades, e talvez eu o considere um concorrente à altura do Bolsonaro.

Nenhum político, empresário ou figurão qualquer que empregue seguranças armados tem o direito de ser desarmamentista. Isso não deve ser nem matéria de discussão.

Façam uma lista de figurões desarmamentistas que têm seguranças armados, e os denunciem dia e noite, para que sejam vaiados onde quer que apareçam. Isso sim é importante.

Desarmamentismo é genocídio.

Conteste isto racionalmente, se puder: Não estou alinhado a direita nenhuma, mas não mudei em nada a minha convicção de que, num país saudável, devem existir uma esquerda e uma direita, ambas com o direito a uma quota igual de radicalismo. Se a esquerda tem o direito de fazer a apologia do Che Guevara, do Mao Dzedong e do Nicolas Pauduro, por que alguém deve ser proibido de dizer umas palavrinhas em favor do Coronel Ustra, que perto deles é um menino-passarinho? Direitista que quer ver a direita submetida às regras da guerra assimétrica é um comunista disfarçado ou, na mais branda das hipóteses, um idiota desprezível, um escravo mental da hegemonia esquerdista.

Quem denuncia “falsas direitas” se autonomeia fiscal da ortodoxia direitista. Vejo nisso dois problemas: (1) Essa ortodoxia não existe. (2) Esse é o último emprego que eu desejaria no mundo.

Quer o chamem de “bolsominion” por ser eleitor do Bolsonaro, ou de “falso direitista” por preferir outro candidato, a resposta oficial, nos dois casos, deve ser:
— É o cu da mãe.

O direitista incapaz de entender o que está realmente em jogo, pronto a submeter-se portanto às regras da guerra assimétrica, não é um “falso direitista”. É simplesmente um bobo.

Se alguém foi torturado numa repartição chefiada pelo Coronel Ustra, este é obviamente responsável, na justiça civil, pelo ressarcimento dos danos sofridos, mas isso não equivale nem de longe a uma condenação na Justiça Penal por CRIME DE TORTURA. Chamá-lo de torturador é CRIME DE CALÚNIA — e ele foi muito bobo de não processar, um por um, os que cometeram esse crime, que a hegemonia esquerdista acabou legitimando como prática normal e até meritória. Todo direitista que caia nessa armadilha e saia repetindo que o Bolsonaro “elogiou um torturador” é um escravo mental da esquerda, um idiota útil em toda a linha.

Pior ainda: os que receberam a indenização eram membros do PC do B, o partido maoísta, apologistas portanto do MAIOR TORTURADOR E GENOCIDA DE TODOS OS TEMPOS.

Mesmo considerando que o Bolsonaro é incomparavalmente mais culto do que o Lula (ninguém chega a capitão sem ter cursado escola militar), admitamos a premissa vulgar de que ele não tem cultura. Segue-se inevitavelmente a pergunta: Se a esquerda tem o direito de elegar um presidente inculto e ainda considerar isso um mérito, por que a direita não pode fazer o mesmo? Negá-lo é submeter-se à guerra assimétrica.

O Laudo Paroni tem razão: Com tantos comunistas barbaramente torturados na ditadura, como é que não apareceu até agora um único olho furado, um único dedo cortado, uma unha faltante, uma sequela qualquer nem mesmo de ordem neurológica, uma porra de uma cicatrizinha de merda?

Possuir armas não é só uma questão de necessidade, mas de dignidade. Quem se recusa a ter armas transfere a outros o dever de matar e morrer para defendê-lo. Nem velhinhas frágeis têm o direito de pensar assim, quanto mais homens adultos e fortes.

A coisa que dá a idéia mais aproximada do que significa “imensurável” é o ódio que os covardes têm aos corajosos. A presença de um homem de coragem obriga os outros a agir como se fossem corajosos também. O covarde jamais perdoará esse crime. Homem que é homem não fica suplicando por um macho fardado que o proteja. Quem confia a proteção da sua família integralmente ao Estado não merece ter família. Não sei qual dos dois é pior: o Estado que deixa o cidadão desprotegido ou o que o impede de proteger-se. Mas o Estado brasileiro faz as duas coisas.

CAETANO VELOSO FAZ SHOW EM OCUPAÇÃO DE MOVIMENTO TERRORISTA MTST EM SÃO PAULO

SITE VAGABUNDO PETISTA, PORTAL VERMELHO, DIZ QUE #CaetanoPedofilo VAI FAZER SHOW PARA TERRORISTAS HOJE EM SÃO PAULO

30 de outubro de 2017 - 15h28 

Em apoio, Caetano Veloso faz show em ocupação do MTST em São Bernardo

MTST
  

O cantor e compositor Caetano Veloso vai fazer um show gratuito hoje (30), às 19h, na ocupação Povo sem Medo, no Jardim Planalto, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. O evento, que contará com a participação de outros artistas, será em apoio às 8 mil famílias que vivem no local há quase dois meses, organizadas pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), na maior ocupação da América Latina atualmente. O palco será montado na Rua João Augusto de Souza, próximo ao portão 5 da fábrica da Scania. Caetano já participou de um vídeo de apoio ao movimento no início da ocupação.

O movimento prepara também uma grande manifestação para amanhã, a partir das 6h. Os moradores vão marchar da ocupação até o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, no Morumbi, zona sul da capital paulista. A ideia é pressionar o governo de Geraldo Alckmin (PSDB) por uma solução negociada para a reivindicação de moradia das famílias. Às 13h, o movimento vai encontrar apoiadores, que estão sendo convidados a se juntar à marcha a partir da estação Morumbi, da linha 9-Esmeralda da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

“Faremos uma mobilização que vai marcar a história em São Paulo e no Brasil. Vai ser a grande marcha dos sem teto. São mais de 20 quilômetros, horas e horas de marcha, com milhares de trabalhadores que vão buscar o seu direito à moradia”, disse Guilherme Boulos, coordenador nacional do MTST, em vídeo convocando os apoiadores. O objetivo é cobrar do governador Alckmin a desapropriação do terreno para construção de moradias populares.

O movimento também quer a imediata construção de moradias em terrenos da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano já destinados, assim como a manutenção do programa Casa Paulista. Outros atos já foram realizados na prefeitura de São Bernardo e na sede da construtora MZM, dona do terreno. A empresa tem uma dívida de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de cerca de R$ 500 mil, relativa à área ocupada, segundo o movimento.

No último dia 2, a 20ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) decidiu suspender a reintegração de posse da área abandonada há mais de 30 anos. Os magistrados determinaram que o Grupo de Apoio às Ordens Judiciais de Reintegração de Posse (Gaorp) do TJ-SP organizasse reuniões entre os sem teto, o governo de São Paulo, o governo federal, a prefeitura de São Bernardo e a construtora MZM para tentar chegar a um acordo sobre a área e a reivindicação das famílias.

O MTST também articula apoio à ocupação por meio de uma página na internet, buscando arrecadar alimentos, colchões, produtos de higiene e equipamentos de uso geral. “Ocupar não é uma escolha, é uma falta de escolha. Ninguém leva seus filhos para ficar no barraco de lona, pra ficar pisando no barro, porque gosta. Quem está hoje na ocupação é porque não tem outra alternativa para morar. Estão desempregadas, ou o aluguel toma grande parte do salário e não conseguem se sustentar. A crise bateu para todo mundo, mas você pode colaborar”, diz o manifesto de apoio.

Além de Caetano Veloso, também estarão presentes na ocupação Povo Sem Medo de São Bernardo do Campo a atriz Alinne Moraes, Sonia Braga, Leticia Sabatella, Marina Person, Paula Lavigne e outros artistas.

FONTE DA NOTÍCIA IMUNDA - PORTAL VERMELHO

#LeidoRetrocesso


Desembargador contrário a Moro e à Lava Jato foi filiado ao PT por quase 20 anos

Desembargador contrário a Moro e à Lava Jato foi filiado ao PT por quase 20 anos:

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Imagem: Sylvio Sirangelo / TRF4

30 de Outubro de 2017 às 06:22
O único juiz do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) a votar pela abertura de processo disciplinar contra Sergio Moro, sob a alegação de "índole política", foi filiado ao PT por quase 20 anos.
Autor do voto contra Moro e principal crítico da Lava Jato no TRF-4, o magistrado Rogério Favreto ocupou cargos no governo de Luiz Inácio Lula da Silva e em outras administrações petistas antes de ingressar no tribunal.
Seu posicionamento contra o juiz da Lava Jato ocorreu no processo em que se discutia a conduta de Moro de tornar públicas as gravações de telefonemas de Lula com a ex-presidente Dilma Rousseff.
Favreto entrou no PT em dezembro de 1991, segundo dados fornecidos à Folha pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Questionado pela reportagem, o magistrado afirma que se desfiliou em 2010, antes de virar juiz. Sua mãe e uma de suas irmãs também foram filiadas à sigla.
Hoje, ele é um dos relatores de processos cíveis da Lava Jato na corte de Porto Alegre, responsável por rever as decisões da primeira instância de Curitiba. O tribunal ainda não analisou o mérito de nenhum deles, que tramitam de forma mais lenta que os criminais.
Como atua na área cível do TRF-4, Favreto não julgará o recurso apresentado por Lula no processo criminal relativo ao tríplex de Guarujá (SP).
Gaúcho de Tapejara, o juiz tem se colocado como voz dissonante a respeito da operação na corte. Ao contrário do relator dos processos criminais, João Pedro Gebran Neto, que exalta os efeitos da operação, Favreto é crítico, em decisões e declarações, aos procedimentos adotados pela força-tarefa do Ministério Público Federal em Curitiba e por Moro.
Passou a defender que um magistrado não pode se contaminar "pela opinião pública" ou ter medo de ser "contramajoritário".
"Vejo muitos colegas em todas as áreas, especialmente no Ministério Público, mas também na magistratura, muito seduzidos porque vai ter uma divulgação, vai ter uma visibilidade e isso vai contaminar e tirar a credibilidade da sua decisão", disse à Folha.
Era advogado antes de ser nomeado por Dilma Rousseff ao TRF, em 2011, escolhido em lista tríplice.
Chegou a trabalhar em um escritório de advocacia sindical nos anos 1980, com José Fortunati, que foi prefeito da capital (2010-16). Hoje no PDT, Fortunati era filiado ao PT.
Depois, Favreto foi procurador-geral da capital em três gestões petistas. Em 2005, ingressou na Casa Civil do governo Lula. De 2007 a 2010, foi secretário da Reforma do Judiciário no Ministério da Justiça, comandado por Tarso Genro, de quem foi procurador-geral em sua gestão na Prefeitura de Porto Alegre.
Em seu discurso de posse no TRF-4, descreveu Fortunati e Genro como "amigos".
Favreto afirma que não tem envolvimento com política partidária atualmente e seria "o primeiro a se dar por suspeito" caso julgue o caso de alguém com quem tenha relação pessoal.
HABILIDADE POLÍTICA
Uma de suas decisões de repercussão relativas à Lava Jato é de agosto. O tribunal decidiu manter bens da Odebrecht bloqueados em julgamento ligado ao acordo de leniência (espécie de delação de empresas) da empreiteira, negociado com os procuradores.
Favreto seguiu a decisão dos colegas, mas apresentou um voto separado recheado de críticas à força-tarefa e à campanha das "dez medidas contra a corrupção".
"Esse apressado pacote de medidas, mais atento aos deleites e vaidades de alguns representantes do Ministério Público Federal (...), não evoluiu sequer nas medidas que se faziam necessárias e adequadas, permitindo até retrocesso em outros movimentos legislativos, face à inoportunidade e falta de habilidade política na sua condução", disse no voto.
Indagado, exemplifica que um desses retrocessos é a discussão da lei de abuso de autoridade.
Mas seu voto que mais atraiu atenção é de setembro do ano passado. Quando 19 advogados entraram com pedido de abertura de processo disciplinar contra Moro pela divulgação do áudio de conversas entre Lula e Dilma Rousseff, Favreto foi o único dos 14 juízes que se posicionou favorável à medida. Disse que o juiz teria sido influenciado por "fatores externos".
"São conhecidas as participações do magistrado em eventos públicos liderados pelo Sr. João Doria Junior, atual candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PSDB e opositor notável ao governo da ex-presidente Dilma Rousseff", argumentou.
Procurado pela reportagem, Moro informou que não iria se manifestar.
A força-tarefa da Lava Jato afirmou que não iria comentar as opiniões de Favreto e "reconhece a legitimidade de visões eventualmente divergentes, ainda que delas possa discordar".
Sobre as campanha das "dez medidas contra a corrupção", apontou que ela apresentou o maior pacote anticorrupção da história brasileira e dedicou esmerados esforços para que as propostas fossem conhecidas, debatidas, aperfeiçoadas e aprovadas.
IMPEDIMENTO
Rogério Favreto afirma que nunca atuou diretamente com os ex-presidentes Lula e Dilma, por isso não havia impedimento para que julgasse o caso de Moro.
"Não tenho nenhuma intimidade. Os poucos contatos que tive foram despachos formais", disse.
"Nunca ocupei cargos de confiança diretos deles. Não havia nenhum impedimento, estava apreciando a questão do magistrado. Apenas indiquei que havia elementos que justificavam a abertura de um processo disciplinar."
Favreto tem defendido cautela em relação a posicionamentos do próprio tribunal, como a prisão após decisão de segunda instância. A prática é aplicada pela turma que analisa ações penais da Lava Jato desde antes de determinação do STF neste sentido.
"Desde que haja motivos que fundamentem, o juiz pode determinar a prisão. Como uma regra, temo muito pelo risco de injustiças, de nós estarmos decidindo hoje por um clamor popular ou clamor social, de parte da mídia", afirmou. Para ele, o juiz deve evitar ser "contaminado por opinião externa".
O magistrado disse que uma "inovação positiva" da Lava Jato é "um viés que ataca os corruptores pela primeira vez", mas tem ressalvas.
"O que me preocupa é que está parecendo que o Judiciário deve ser o grande órgão responsável pelo combate à corrupção. Esse não é o papel do Judiciário. O papel do Judiciário é julgar os casos concretamente, com as provas, com a lei, com a Constituição. É preciso compreender o limite da nossa atuação, que não pode extrapolar o processo", afirmou.
O presidente do TRF-4, Thompson Flores, já defendeu que processos da Lava Jato, como o do tríplex, devam ser julgados antes do período eleitoral.
Questionado sobre as declarações, Favreto informou que não comentaria a fala do colega, mas se posicionou sobre o tema. "Eu acho que, particularmente, em nenhum processo devemos ter nenhuma vinculação externa sob pena de a gente prejudicar a sua tramitação, o seu fluxo e a qualidade da decisão", disse. (BOCÃO NEWS)
O único juiz do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) a votar pela abertura de processo disciplinar contra Sergio Moro, sob a alegação de "índole política", foi filiado ao PT por quase 20 anos.
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Literatura Fundamental 20 - Os Sertões - Leopoldo Bernucci

Gilmar Mendes é vaiado e escrachado em estádio de futebol: 'Corrupto, lixo vagabundo'; veja vídeo

Gilmar Mendes é vaiado e escrachado em estádio de futebol: 'Corrupto, lixo vagabundo'; veja vídeo:

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Imagem: Produção Ilustrativa / Correio do Poder
Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, presidente do São Paulo, e Gilmar Mendes, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), foram hostilizados pela torcida que compareceu ao clássico entre São Paulo e Santos no Pacaembu, neste sábado. Os dois, que não estavam juntos, mas dividiam o mesmo espaço no estádio, viraram alvos da torcida presente assim que foram vistos. 


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A SUPREMA BAIXARIA


O artigo de hoje é um lamento!
Lamento pelo “show de hipocrisia” ocorrido na votação sobre o futuro do presidente TEMER (o vice da Dilma e ex-queridinho do PT), e pelo “show de horror” da discussão entre ministros do Supremo.
Da votação na câmara, comentários são dispensáveis. Mas do outro episódio cabe dizer:
Ah, que saudades do STF de outrora, da “casa que honrava o bom direito”; do mais que “confiável guardião da Justiça e das instituições”; do grande “salvaguarda da Constituição Federal”.
Um Tribunal que acolheu muitos importantes e qualificados mestres juristas, como Paulo Brossard de Souza Pinto; Nelson Hungria; João Leitão de Abreu; Francisco Rezek; Aldir Passarinho; Ayres Britto; Carlos Thompson Flores; José Paulo Sepúlveda Pertence; José Carlos Moreira Alves; Aliomar Baleeiro; entre outros tantos; não merecia presenciar o “bate boca” (feio, chulo, e rasteiro, como briga de botequim de fim de linha) entre dois de seus membros atuais.
Foi à legítima discussão entre o “manco” e o “coxo” – em algo nunca visto – onde não faltaram levianas e irresponsáveis acusações diretas de protecionismo explícito a bandidos condenados, que teriam sido postos em liberdade por força de decisões com as digitais dos debatedores.
A “chinelagem” foi tamanha, que – certamente – nem no meio das mais selvagens torcidas organizadas de futebol, se possa assistir a tanto desrespeito e descontrole emocional.
Afinal, exatamente de quem o país mais espera uma postura acadêmica e civilizada, se vê este comportamento de baixíssimo nível.
Que vergonha!
Imagino só o que possa pensar “alguém do povo”, totalmente estranho ao modo de ser deste poder e que enxerga num ministro da Corte Suprema uma pessoa inatacável e séria. Nunca um descontrolado que solta o verbo (típico de briga em saída de colégio) ao ser ofendido por um colega.
Esta “aula de mau comportamento” espelha com perfeição o caos institucional que o Brasil mergulhou, onde as “autoridades” não mantém – sequer – uma postura digna à altura do cargo que exercem.
Depois disso, creio que resta muito pouca esperança de conserto em médio prazo destas coisas equivocadas que acontecem no nosso país.
Se os membros da suprema corte agem assim, o que esperar do cidadão comum?
A triste conclusão: Tá tudo “dominado e bastante contagiado”!

Marcelo Aiquel – advogado (29/11/2017)

30 de Outubro de 1811: Sai a primeira edição de "Sensibilidade e Bom Senso", de Jane Austen.

30 de Outubro de 1811: Sai a primeira edição de "Sensibilidade e Bom Senso", de Jane Austen.:

Sensibilidade e Bom Senso foi o primeiro romance publicado pela autora inglesa Jane Austen, em 1811. Tendo sido a primeira versão escrita em 1797, com o título Elinor and Marianne, o romance era, originalmente, composto por uma série de cartas trocadas entre as duas irmãs, sendo depois alterado na forma para publicação.
O romance era inicialmente atribuído a "uma Senhora", tendo o nome da autora continuado a ser negligenciado mesmo nos seus trabalhos mais tardios, que a ela se referiam como "a autora de Sensibilidade e Bom Senso", ou qualquer outro livro.
O romance conta a história de duas irmãs, Elinor e Marianne Dashwood, e dos seus enlevos amorosos com, respetivamente, Edward Ferrars e o Coronel Brandon. Com a morte do pai, as duas irmãs são deixadas em má situação financeira, já que a herança que recebem é parca, em contraposição com o que acontece ao seu irmão John Dashwood, a quem é legada a propriedade da família. Como este se recusa a ajudá-las, as irmãs são forçadas e desembaraçar-se.
Pelo facto de Elinor ser descrita como tendo bom senso e prudência, é sobre ela que recai a responsabilidade de olhar pela sua irmã mais nova, Marianne que, por seu lado, é uma criatura emocional, sensível e pouco moderada.
Marianne apaixona-se então loucamente por um forasteiro, de nome Willoughby, mas a relação entre ambos está condenada à partida, já que o estranho lhe é infiel. Elinor acaba por casar com Edward, e Marianne, permanece em casa com a mais nova das três irmãs, Margaret. Alguns anos depois Marianne entende que é altura de fazer uma reflexão sobre a sua atitude perante a vida, o que implica ter de tomar decisões importantes quanto à sua inteligência emocional.
Não sendo considerada como uma das melhores obras de Jane Austen, já que a caracterização das personagens é, por vezes, monótona, as duas heroínas demasiadamente extremistas e com falta de dimensão e o desenlace tido como pobre, o romance é tido como valioso, na medida em que reflete os começos da autora no seu desenvolvimento como romancista de sucesso.
Sensibilidade e Bom Senso. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
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Retrato de Jane Austen feito pela sua irmã Cassandra