"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

REVISTA IMUNDA ATACA AS CRIANÇAS DO BRASIL


NÃO! SEU FILHO NÃO É "TRANS" - É VOCÊ QUE É UM VAGABUNDO PETISTA, DO PSOL OU DO PC do  B! SÓ ISSO !

A Revista IMUNDA comprometida com a Destruição da Infância e com a Revolução Cultural dos Vagabundos Petistas traz a seguinte matéria (veja uma prévia)

Por Giulia Vidale

12 out 2017, 19h01

As cenas com a atriz Carol Duarte na pele do extraordinário personagem transgênero ultrapassou por mais de uma vez os 40 pontos de Ibope em A Força do Querer, novela da Globo. Na próxima sexta-feira (20), a trama chega ao fim – termina a ficção, mas de modo algum o tema que ajudou a iluminar, comprovação da excelência do faro da autora Glória Perez.

Os transgêneros fazem parte do cotidiano brasileiro, e já não se pode fingir que não existem, apenas por não combinarem com o padrão. Nem são muitos – 0,5% da população mundial –, mas a dificuldade de aceitação os faz envoltos em preconceito e um mar de dúvidas. Na idade adulta, invariavelmente resulta em isolamento social. Na infância, pode ser ainda mais dramático, se não for bem compreendido.

VEJA acompanhou durante semanas o cotidiano de famílias em que há meninas que não se enxergam no corpo feminino e meninos que não estão confortáveis com o corpo masculino – conversou também com pais de transgêneros já crescidos. Alguns são realmente pequenos, de apenas 6 anos de idade. Da conversa com psicólogos, psiquiatras, endocrinologistas e educadores, brota um retrato nem sempre muito nítido. Há mais cuidado, hoje – e a novela é constatação desse avanço –, mas as dificuldades de relacionamento são imensas.

Como freio para o sofrimento, de modo a oferecer um pouco de luz na escuridão, a Sociedade Brasileira de Pediatria lançou recentemente um manual que pretende assegurar o atendimento e o acompanhamento correto de crianças e adolescentes com sinais de transtorno de gênero na rede de saúde.(???) 




Em maio deste ano, a Universidade Harvard, nos Estados Unidos, entrevistou 29 responsáveis por crianças e adolescentes trans de 7 e 18 anos para saber como eles lidaram com a condição do filho, sobretudo no início da descoberta.

Enxergar como pais e filhos lidam com isso é flagrar a história em seu berço. É também um modo de, aos poucos, ainda que lentamente, barrar a intolerância.

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