"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

23 de Fevereiro de 1916: Primeira Guerra Mundial. Portugal apreende os navios alemães nos portos portugueses, para "serem colocados ao serviço da causa luso-britânica".

23 de Fevereiro de 1916: Primeira Guerra Mundial. Portugal apreende os navios alemães nos portos portugueses, para "serem colocados ao serviço da causa luso-britânica".: A salva de 21 tiros dada no rio Tejo pelo navio Vasco da Gama, da Marinha de Guerra, marcou o final da tarde de 23 de Fevereiro de 1916, altura em que Portugal tomou posse dos 38 navios alemães ancorados em Lisboa. O primeiro foi o Santa Úrsula, depois rebaptizado deEstremadura, com 3771 toneladas brutas. O acto, com pormenores beligerantes, foi seguido depois em outros portos, e conduziu à declaração de guerra por parte da Alemanha.

O primeiro passo para o envolvimento oficial de Portugal na I Guerra Mundial, envolvendo num conflito directo com as forças do Kaiser e com o Império Austro-Húngaro, tinha sido dado no início de Fevereiro de 1916. No dia sete desse mês, o Governo republicano publicou uma lei onde, entre outros aspectos, ficava estabelecido que poderia requisitar, “em qualquer ocasião”, as “matérias-primas e os meios de transporte que forem indispensáveis à defesa ou economia nacional, que se encontrem nos domínios da República”.
No dia 23 foi dado o segundo passo, com a entrada a bordo nos navios alemães ancorados em Lisboa. Na mão, os emissários portugueses levavam uma carta pró-forma de notificação da requisição dos navios, com base numa lei publicada nesse mesmo dia. Esta alegava que a requisição se tornara necessária devido à falta de navios para transporte marítimo, o que dificultava o acesso do país a muitos produtos indispensáveis para a subsistência da população (facto que já dera origem a vários distúrbios em diversas localidades). De acordo com nova lei, que conta com a assinatura de Bernardino Machado (presidente) e Afonso Costa (chefe do Governo), caberia ao Ministério da Marinha avaliar os navios e todos os seus pertences.
Ao todo, foram apreendidos 72 navios e respectivas cargas, espalhados por todos os territórios portugueses, como Angola e Moçambique , mas com destaque para Lisboa (onde estavam mais de metade). No Porto, por exemplo, estava apenas uma embarcação, o Vesta. Diversos vapores precisaram de reparações, já que, embora sem incidentes, o processo de requisição confrontou-se com peças escondidas ou danificadas pelas tripulações alemãs.
As relações comerciais entre Portugal e a Alemanha tinham-se intensificado no virar do século, à medida que o Kaiser tentava ganhar espaço no palco europeu e mundial.
Em 1910, dois anos após a assinatura de um acordo comercial entre os dois países, os alemães ultrapassam os ingleses. Nesse ano, conforme destaca Sacuntala de Miranda, “para 906 navios britânicos, com tonelagem de 1.594.969, entram em Portugal 723 navios alemães, com tonelagem de 1.598.449”. Por essa altura, a Alemanha tinha doze linhas de navegação comercial a fazer escala regular em Lisboa, e vários cidadãos alemães viviam na capital portuguesa e na cidade do Porto. 
Quando se dá a requisição dos navios, que tinham ficado estacionados nos portos portugueses com o eclodir da guerra, a decisão já estava mais do que tomada ao nível do governo de Afonso Costa, em articulação com os ingleses. Era só uma questão de saber quando é que se avançava. Publicamente, numa entrevista ao jornal O Século, a 10 de Fevereiro, o deputado Leote do Rego defende de forma vincada o “aproveitamento temporário” dos vapores alemães. “O governo não deve hesitar em fazê-lo, embora preze aos germanófilos, aos seus falsos medos de zeppelins, de complicações, de açoites de qualquer Von, medos que se escondem atrás das lamúrias de certos loiros Falstaffs, sobre a sorte dos pobres soldadinhos, que terão de deixar o amanho das suas vinhas.”
Os receios ingleses
O governo de Afonso Costa, formado nos finais de 1915, queria entrar no conflito ao lado dos aliados, promovendo assim o regime republicano e protegendo os territórios em África. A falta de navios por parte dos ingleses acabou por proporcionar essa intervenção. O historiador Luís Alves de Fraga refere que, após várias negociações, o gabinete de guerra britânico invocou, a 16 de Fevereiro, de modo formal, a aliança com Portugal para requisitar os navios alemães.
Existiam no entanto, vários receios por parte do gabinete de guerra britânico. Num relatório classificado como “secreto”, datado de dia 12 de Fevereiro e onde se analisam as possíveis consequências da iniciativa portuguesa, refere-se ser provável que tal acto justifique a declaração de guerra por parte da Alemanha. Esta, por sua vez, poderia levar a confrontos em Moçambique (como aconteceu) mas poderia também levar Espanha a apoiar a Alemanha e o Império Austro-Húngaro.
O clero espanhol, constatava o relatório, era fortemente pró-alemão, e esta poderia ser uma ocasião para a Espanha tentar voltar a deter o domínio da Península Ibérica. “Se o exército espanhol é mau, o português é certamente muito pior”, sublinhava-se, realçando que, com a requisição dos navios, a Inglaterra ficava moralmente responsável por apoiar Portugal, o que poderia implicar o envio de “uma considerável força expedicionária para Portugal”, numa nova frente de combate.
A requisição dos navios poderia “envolver a Grã-Bretanha em pesadas responsabilidades militares”, e proporcionar a Portugal a justificação para pedir empréstimos de grande dimensão. “Se os navios em questão são tão essenciais para o esforço de guerra de modo a justificar o preço que poderá ter de ser pago é uma questão para ser decidida pelo governo de sua majestade”. A Espanha acabou por se manter neutral, aliviando assim o nível de risco.
A falta de navios de transporte era encarada como um grave problema pelo lado inglês. Um outro documento do gabinete de guerra, este classificado de “muito secreto” e datado de 11 de Fevereiro, alertava para o facto de o Almirantado ter informado que havia sérios atrasos no programa de construção naval, devido, nomeadamente, à falta de pessoal qualificado. “Tendo em conta a actual insuficiência de tonelagem disponível e a probabilidade de maior actividade por parte dos submarinos inimigos no curto prazo”, o gabinete de guerra defende que a resolução deste problema é de “importância primordial”.
Conforme refere Luís Alves de Fraga, a apreensão dos navios alemães fornece a Portugal uma tonelagem bruta superior à da marinha mercante nacional. No entanto, o acordo com a Inglaterra pressupunha a passagem para os britânicos da maior parte dos navios, embora navegassem com bandeira portuguesa. Foi, aliás, a passagem de muitos das embarcações para as mãos inglesas que levou Portugal ao estado de guerra com a Alemanha. A 2 de Março de 1916, Sidónio Pais, então responsável da República portuguesa junto do governo do Kaiser, enviou um telegrama para Lisboa onde sustentava que ainda se podia chegar a uma solução pacífica caso fosse “assegurado que navios não se destinam a inimigos da Alemanha”. Uma semana depois, no dia 9, o ministro plenipotenciário alemão em Portugal, o barão Otto Karl Von Rosen, entregou finalmente a declaração de guerra do seu país.
Diferentes destinos
Depois de ter cedido os navios à Grã-Bretanha, como estava estipulado, à disposição do governo republicano ficaram embarcações que somavam 85.208 toneladas, o equivalente a 35% do total. Em troca, Portugal entraria na Guerra com o apoio inglês, o que significava apoiar a formação e manutenção de um corpo expedicionário e um empréstimo financeiro, 25 anos após a bancarrota do país.
Vários dos navios apreendidos sofreram um destino algo irónico, afundados por submarinos alemães. Foi o caso do Leça e do Cascais, alvos, em Dezembro de 1916, dos torpedos lançados pelo UC 18, comandado por Wilhelm Kiel, perto da costa francesa.
Entre os navios que acabaram por ficar em mãos portuguesas houve destinos diversos. Alguns, poucos, serviram de apoio à Armada portuguesa, como o cruzador auxiliar Gil Eanes. Vários entraram para a empresa de Transportes Marítimos do Estado. Há, ainda, casos especiais, como o do Flores, que após ter sido devolvido pelos ingleses foi utilizado pela Marinha Portuguesa como navio-escola com o nome de Sagres (o actual navio foi construído também na Alemanha, mas em 1937).
Após a declaração de guerra da Alemanha o Governo republicano muda, inevitavelmente, de tom. A 20 de Abril são banidos os súbditos alemães de ambos os sexos, aos quais são dados cinco dias para saírem do país. A excepção são os homens entre 16 e 45 anos, que, para não poderem participar no esforço de guerra, “serão conduzidos para o lugar que for designado pelo Governo”. Ou seja, são aprisionados.
Proíbe-se todo o comércio com o inimigo e inicia-se uma intervenção sobre os bens dos cidadãos tidos como súbditos da Alemanha. Quanto à carga dos navios apreendidos, estabelece-se que “as mercadorias sujeitas a deterioração, ou de difícil guarda e conservação, podem ser vendidas em hasta pública por intermédio das alfândegas”, com o respectivo encaixe financeiro a ficar depositado na Caixa Geral de Depósitos (CGD).
Embora fosse difícil perceber quem eram os verdadeiros proprietários das mercadorias (se alemães ou se estas tinham sido pagas por um outro país, aliado ou neutral), foram vendidos diversos produtos que estavam nos navios, como aveia, sacas de café, placas fotográficas, barricas com anilina ou cimento, tabaco e tanques com ferro galvanizado.
Pelo meio, houve uma carga mais preciosa: a bordo do Cheruskia (depois Leixões), um dos navios apreendidos em Lisboa, estavam diversas peças arqueológicas de Assur, antiga Mesopotâmia, como uma estátua suméria e pequenas placas com inscrições cuneiformes e um cofre com mais de 3000 anos. O espólio, reencaminhado para a Universidade do Porto, era suficientemente importante para, após o final da guerra, em 1926, as autoridades alemãs o quererem reaver. Em troca, deram cerca de 600 várias outras peças de valor histórico, com destaque para o espólio egípcio. Hoje, parte dessas peças estão expostas no Museu Natural da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.
O ataque aos “bens dos inimigos”
A necessidade de organizar o que eram os bens de cidadãos residentes em Portugal considerados agora adversários, levou, a 4 de Maio de 1917, à criação da Intendência dos bens dos inimigos. A este organismo, que funcionou no âmbito do Ministério das Finanças, cabia “superintender a administração dos bens arrolados” e “promover a liquidação dos bens dos inimigos sempre que dela não resulte inconveniente”.
O processo foi tudo menos simples e rápido e marcou fortemente, pela negativa, diversas famílias enraizadas no país, algumas das quais com grande peso na sociedade portuguesa, como os Burmester e os d’Orey. Neste último caso, os membros da família eram descendentes de um exilado alemão que se instalara em Portugal 65 anos antes. Logo no dia em que foi publicada a lei que estabeleceu quem era considerado súbdito inimigo, três membros da família d’Orey, Rui, Waldemar e Guilherme (irmãos), apresentaram, como refere Maria João da Câmara, autora de um livro sobre os Orey, um requerimento no Ministério dos Negócios Estrangeiros no qual reafirmam a nacionalidade portuguesa. No entanto, não há resposta, e têm de sair do país. Estes responsáveis pela empresa de transportes de pessoas e mercadorias, que estavam ligados também ao comércio de ferro, “vêem-se obrigados a partir para Espanha, a 10 de Maio de 1916, rumo a Pontevedra”. A firma, que mantém a sua actividade, fica então nas mãos de um depositário-administrador, José Augusto Prestes, ficando José Antunes dos Santos como gerente.
Um documento da Intendência dos bens dos inimigos, cujo arquivo está hoje na Torre do Tombo (mas ainda em fase de tratamento), demonstra que, no início de Junho, Waldemar d’Orey e outro membro da família entregam um pedido de subsídios de alimento. A análise do valor a atribuir ficava a cargo de José Augusto Prestes. Pelo meio, e segundo Maria João da Câmara (que é também bisneta do fundador da firma), José Antunes dos Santos tentava “adquirir a empresa através de manobras pouco edificantes”.
Após uma recolha de assinaturas onde se pedia a revogação da expulsão dos membros desta família, “com dezenas de carimbos de firmas lisboetas”, a interdição acaba por ser retirada a 20 de Outubro. É o regresso dos Orey, cerca de seis meses depois. Diferente destino tiveram várias outras empresas.
Evitar especulações
Ao todo, foram abertas 1148 cadernetas individuais na CGD, ligadas a contas bancárias de pessoas identificadas como inimigas do Estado (incluindo pessoas e empresas portuguesas que tinham relações próximas com os indivíduos referenciados pelas autoridades). Nessas contas constam valores em numerário, títulos e objectos preciosos arrolados e depositados no banco público pelos respectivos depositários-administradores. No arquivo da Intendência dos bens dos inimigos estão também cerca de 890 processos ligados aos arrolamentos dos bens. Entre as empresas e instituições afectadas, além da família Burmester, estão o Clube Alemão de Lisboa, o Deutsche Bank, a Igreja Evangélica Alemã, a Bayer, a Siemens, o Colégio Alemão e o Consulado Alemão, apenas para dar alguns exemplos. São vendidos móveis e imóveis, além de diversos produtos (como sal, vinhos em pipas e garrafas, cortiça, produtos químicos, couros e automóveis). Aos antigos donos eram devolvidos objectos como roupas, retratos e quadros de família.
As hastas públicas devem ter sido aproveitadas por algumas pessoas em negócios pouco claros, já que, no final de Setembro de 1917, são dadas indicações para que uma venda de activos de uma empresa fosse feita em bloco para evitar conluios e especulações que resultassem “na adjudicação dos bens do inimigo por preço diminuto ou muito inferior ao seu valor”.
Pelo meio houve casos em que os antigos proprietários tentaram passar a tempo a propriedade, no papel, para cidadãos não conotados com o inimigo, colocando assim os seus bens a salvo. No arquivo da Intendência dos bens inimigos é relatado um caso, da firma Wimmer, na qual, segundo o documento enviado ao Tribunal do Comércio de Lisboa, se recorreu a “verdadeiras manigâncias para simular passagens de negócios a outras entidades”.
Neste processo, nem a CUF, um dos maiores grupos empresariais naquela época, ficou imune. A Inglaterra suspeitava das simpatias alemãs de Alfredo da Silva, e já tinha congelado as importações de produtos do patrão da CUF. A pressão aumentou com a declaração de guerra da Alemanha. Foi exigido o afastamento do alemão Martin Weinstein, sócio e amigo de longa data de Alfredo da Silva. Weinstein vende as suas acções a Alfredo da Silva e parte para Madrid onde virá a falecer.
A contra-gosto, o empresário português acede a uma análise do seu grupo, que conta com a participação do presidente da Câmara do Comércio Inglês, Garland Jayne. No dia 10 de Março de 1916, fica inscrito nas actas da empresa que “o Sr. Garland Jayne (...) disse que quer pela inspecção do perito contabilista, quer pelo que ele estava vendo agora, reconhecia que na CUF havia e há sempre a maior correcção, não tendo ela feito coisa alguma contrária aos interesses da Grã-Bretanha e dos seus aliados”. O perigo fora afastado.
Pagar no futuro
Pesando apenas as questões económicas do impacto e do envolvimento de Portugal na 1ª Guerra Mundial, fica evidente que as contas do país ficaram a perder.
Com a requisição dos navios alemães ficou aberta uma linha de crédito inglesa para o esforço de guerra, cuja soma, em 1918, segundo o historiador António José Telo, era de 15,6 milhões de libras. Sete anos depois, esse valor subira para 22,7 milhões de libras, devido aos juros acumulados e ausência de amortizações. Ou seja, um aumento de 45,5%.
Os encargos começaram logo em 1914-1915, com a inscrição de despesas extraordinárias para “material de preparação para a guerra”. O Orçamento do Estado para 1916-1917, datado de 26 de Maio de 1916, refere a abertura de uma conta especial, no Ministério das Finanças, de 75 milhões de escudos. Esta, denominada de “despesas excepcionais resultantes da guerra”, era a conta à qual seriam deduzidas “todas as despesas de carácter militar, económico e financeiro, não compreendidas no orçamento normal do Estado”. As despesas ordinárias para 1916-1917 estimadas para a Metrópole eram de 77,7 milhões de escudos. A dívida pública era então de 30,6 milhões. Dos 75 milhões disponíveis para a guerra, as principais fatias cabiam ao Ministério da Guerra (40 milhões), ao Ministério da Marinha (12 milhões) e ao Ministério das Colónias (10 milhões).
No orçamento do ano seguinte (1917-1918), datado de 6 de Setembro de 1917, as “despesas excepcionais”, “durante o estado de guerra e por motivo de guerra”, eram já de 150 milhões de escudos, cabendo ao Ministério da Guerra 100 milhões. As colónias ficavam agora com 20 milhões e a Marinha com outros 8 milhões (parte dos quais seria para pagar o início da construção de três submarinos). Para tal, o governo ficava autorizado a realizar “empréstimos e outras operações de crédito”.
Em 1918-1919 (já com o conflito terminado), o valor das despesas extraordinárias com a guerra é de 100 milhões de escudos. Nesta altura era já Sidónio Pais quem governava, ficando o Ministério da Guerra com 59,6 milhões, o das Colónias com 15 milhões e, em terceiro lugar, no lugar da Marinha, vinha o Ministério das Finanças, com 10,3 milhões de escudos. Entre as suas despesas inscritas estava a contabilização dos “juros e amortizações da dívida de guerra”. A dívida pública era agora contabilizada em 31,6 milhões de escudos, pouco mais do que em 1916-1917. Que as contas ligadas à guerra ficaram algo descontroladas é evidenciado por uma lei de 7 de Janeiro de 1924, onde se estipulava que, a partir da publicação desse decreto, passava a ser “absolutamente proibido requisitar ao Ministério das Finanças (...) quaisquer importâncias em conta da verba descrita no Orçamento do Estado, sob a rubrica ‘despesas excepcionais resultantes da guerra’”. De acordo com a nova lei, ficavam “civil e criminalmente responsáveis os organismos do Estado e respectivos funcionários que procederem em contrário”.
As contas de Salazar
Em 1926, oito anos depois do fim da guerra, ainda foi aberto “um crédito especial” de 2,2 milhões de escudos para liquidar “todas as despesas excepcionais” anteriores ao ano económico de 1924-1925. Já em Março de 1927, após a queda do regime republicano (na sequência do golpe militar de 28 de Maio de 1926), e de acordo com um outro decreto, faz-se a “consolidação” nas contas públicas da dívida de guerra contraída por Portugal junto da Grã-Bretanha.
Era, refere-se, “necessário proceder às indispensáveis operações de escrita a fim de se transferir da conta ‘operações de tesouraria’ para a competente conta de receita e despesa, inscrevendo-se, consequentemente, no Orçamento Geral do Estado, em receita, a soma a consolidar avaliada no citado acordo de 20.133.589 libras”. Feito o câmbio, eram 90,6 milhões de escudos (numa conta que não sugere a inclusão de juros). Ao Ministério das Finanças era aberto um crédito de 11,8 milhões de escudos, soma que ficou inscrita sob uma nova rubrica: “Dívida de guerra de Portugal à Grã-Bretanha, primeira prestação da anuidade de 1927”. O empréstimo ia demorar a ser pago.
Entre 1919-1920 e 1920-1921 a dívida pública mais do que duplicou, chegando ao redor dos 50 milhões de escudos. Em 1921-22 já era superior a 100 milhões, chegando a 1928-1929 acima do patamar dos 400 milhões de escudos. Nem tudo, obviamente, foi por causa do envolvimento directo na guerra (há todo o ambiente económico derivado do conflito mundial, como o aumento de preços e diferenças cambiais, com destaque para os produtos alimentares, num ambiente de crise económica e financeira) mas este está certamente incluído nas contas da derrapagem.
No final de 1939, quando a Europa vivia o início de uma 2ª Guerra Mundial, e certamente por causa disso, Salazar manda os organismos públicos fazerem um levantamento urgente sobre as repercussões da guerra de 1914-1918 nas receitas e despesas do Estado. A análise feita pela Direcção Geral da Contabilidade Pública refere que o conflito “pouco influenciou as receitas do Estado”, e, num comentário critico, sublinha que “só desde princípios de 1918 começaram a ser publicados vários diplomas com a intenção especial de ocorrer às excessivas despesas do Estado que de ano para ano vinham aumentando em sensível progressão”.
Nesse ano, tomam-se medidas como a subida dos direitos sobre alguns tipos de tabacos e imposto de selo, “aumentam-se em 5% as taxas do imposto de rendimento sob os vencimentos dos funcionários públicos”, e é instituído “o imposto sobre os lucros excepcionais derivados do estado de guerra” do qual “não consta, porém”, execução em contas públicas.
Os organismos públicos do Estado Novo destacam que após ter sido “declarada a guerra entre Portugal e a Alemanha, em 1916, é que começam verdadeiramente as despesas excepcionais resultantes da guerra e se começa a esboçar o agravamento do custo de vida”. Ao mesmo tempo, não terá havido a preocupação em “procurar aumentar as receitas públicas para fazer face ao aumento das despesas públicas”.
A ideia geral, refere-se, é que depois do fim da guerra os preços voltariam a estabelecer-se tal como antes de 1914. No entanto, é no início do ano económico de 1918-19 que “as despesas públicas começam propriamente a sofrer a influência da guerra”. Em 1919-1920, as receitas do Estado ascendem a 217,2 milhões de escudos, dos quais 8,3 milhões são receitas extraordinárias derivadas do conflito. Já as despesas somam 315,8 milhões de escudos, dos quais 87,8 milhões são encargos da guerra devidos pelos ministérios da Guerra e das Finanças. 
As últimas indemnizações
Na década de 1930 já os cidadãos alemães tinham recebido os “bens imobiliários e créditos não cobrados que se achavam sequestrados e arrolados”. No entanto, faltava ainda pagar diversas indemnizações a cidadãos portugueses lesados pelo conflito.
Um advogado, Levy Marques da Costa, publica uma petição em Junho de 1934 sobre os “sinistrados civis portugueses da Grande Guerra” (como em Angola e Moçambique), que depois irá remeter a Salazar, e onde dá conta que Portugal já recebera da Alemanha 2,3 milhões de escudos (embora as indemnizações ficassem bastante abaixo do esperado por Portugal). Aos sinistrados que ainda não tinham sido ressarcidos o Estado devia cerca de 22,6 milhões de escudos. “Os encargos da guerra, qualquer que seja a sua natureza, que não puderem ser pagos pelas indemnizações obtidas do inimigo, devem ser suportados por toda a Nação”, defende Levy Marques da Costa.
Finalmente, no Verão de 1937, já com a guerra civil a atravessar Espanha, é publicada uma lista com mais de 300 nomes de pessoas e entidades, civis e militares (ou seus familiares), com o valor da respectiva indemnização a ser paga. É o caso, por exemplo, de Francisco Marques Vieira, residente na vila de Chibia (sul de Angola, perto de Lubango) e que foi um dos vários civis afectados por “prejuízos materiais causados pelo combate de Naulila, e conjuntamente pela subsequente revolta indígena”. Duas décadas depois da intervenção militar de Portugal na I Guerra Mundial, as contas ainda estavam a ser fechadas.
Fonte: Público



O vapor “Cisne”, junto de um vapor alemão, conduzindo as forças da marinha que tomaram posse dos navios alemães, Março de 1916 




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MILITANTE PETISTA QUE CHEGOU AO CARGO DE PROCURADORA DIZ QUE "CRIANÇA NÃO PERTENCE À FAMÍLIA"



Militante da Revolução Cultural Criminosa Petista dentro do MP e contrária ao "Escola Sem Partido" diz que "criança não pertence à família"

No debate sobre escola sem partido, a procuradora Deborah Duprat afirmou que os filhos não pertencem a seus pais, nunca vi tamanho absurdo. Sorte que o advogado da escola sem partido, Nagib soube defender com fatos e argumentos a escola sem partido, deixando a procuradora e o deputado com cara de tacho.

RESPOSTA DO EDITOR:

Muito bem, é a posição dela, nada contra. Fica apenas o aviso - Tente se aproximar ou mexer com os meus filhos ou ensinar petismo, gayzismo, uso de drogas, ateísmo, satanismo ou filha da putismo a eles ou tirar, de mim e de minha esposa, a guarda e o cuidado deles, e aí a confusão entre nós vai ser muito grande - eu lhe garanto. 

ZERO HORA - Sordidez sem limite

Sordidez sem limite:

As redes sociais estão dando curso a uma sordidez poucas vezes vista na história política nacional. Conhecida por sua atuação em defesa dos direitos humanos, a deputada Maria do Rosário (PT) está sendo vítima de um ataque torpe valendo-se de sua filha de 16 anos. Um site hospedado fora do Brasil divulgou fotos da adolescente que passaram a ser compartilhadas por críticos das posições políticas da deputada.

Extraídas do Instagram da menina (um perfil fechado), as fotos foram publicadas com legendas que acusam a deputada de não cuidar da filha. Maria do Rosário acionou a Polícia Federal para identificar os responsáveis pela publicação, que afronta o Estatuto da Criança e do Adolescente. À coluna, a deputada manifestou indignação:

— Usaram fotos antigas, com legendas distorcidas, para me atacar. Vou proteger a minha filha e não permitirei que esses bandidos atinjam minha família.

Maria do Rosário também divulgou nota em seu perfil no Facebook:

"Minha filha está sendo vítima de criminosos nas redes sociais. Como mãe, não medirei esforços para protegê-la, como faço todos os dias da minha vida. Já tomei as medidas cabíveis e estou fazendo todas as denúncias possíveis para que os bandidos que atacam minha família sejam identificados e severamente responsabilizados. Nenhuma família merece passar por isto.

Eu e o meu esposo Eliezer Pacheco estamos indignados e repudiamos com veemência os atos criminosos de quem manipula imagens e informações, expondo uma menina de 16 anos.

Sabemos que todos os pais e mães têm preocupação com a exposição de seus filhos e filhas na Internet. Não há dúvida que este tipo de divulgação manipulada gera efeitos gravemente nocivos de dimensão imensurável às vítimas.

É revoltante que minha filha seja atacada pelas minhas posições e por minha atuação em defesa da dignidade humana. Não permitirei que minha filha seja desrespeitada.

Aos que têm o objetivo de me prejudicar e atingir minha família, afirmo que não conseguirão. 

Maria do Rosário"

POLÍBIO BRAGA - Maria do Rosário aciona Polícia Federal para investigar exposição de imagens da filha Maria Laura

Maria do Rosário aciona Polícia Federal para investigar exposição de imagens da filha Maria Laura:

A reprodução do Instagram mostra um Pug forçado a fumar maconhaA imagem é do Google.

A deputada federal Maria do Rosário, PT do RS, resolveu politizar seu drama familiar e afirmou hoje que vai acionar a Polícia Federal para apurar postagens na internet que dão conta de que a sua filha, de 16 anos, seria anoréxica e usuária de drogas.Um blog, intitulado facanacaveira.net , replicada por outros blogs e sites, usa imagens da filha da deputada em poses eróticas, usando drogas, fazendo um cão fumar maconha e replicando notas sobre uma notícia de tentativa de suicídio. São postagens do Instagram da própria Maria Laura.

As fotos estão todas disponibilizadas também no site de buscas do Google. Basta clicar em "Maria do Rosário e filha Maria Laura". No You Tube, "comerciais" também mostram o cenário. Tudo viralizou na Internet. Até abaixo assinados recolhem apoios para responsabilizar a deputada pelo que acontece.

Através das redes sociais, a deputada afirmou que não medirá esforços para proteger a filha e afirmou que ela está sendo vítima de criminosos.

O que disse Maria do Rosário:

- Eu e o meu esposo Eliezer Pacheco estamos indignados e repudiamos com veemência os atos criminosos de quem manipula imagens e informações, expondo uma menina de 16 anos.Sabemos que todos os pais e mães têm preocupação com a exposição de seus filhos e filhas na Internet. Não há dúvida que este tipo de divulgação manipulada gera efeitos gravemente nocivos de dimensão imensurável às vítimas.

SOBRE A ORIGEM DAS FOTOS DA FILHA DE MARIA DO ROSÁRIO

Estão chegando ao Editor do Ataque Aberto informações de que o responsável pela postagem das fotos da filha de Maria do Rosário na internet é EMERSON EDUARDO RODRIGUES conforme afirma o site em que as imagens foram postadas inicialmente: http://imgur.com/a/ntaKt

O professor Allan dos Santos, que aparece em vídeo que circula pela internet comentando as fotos, NÃO é o responsável pela divulgação inicial das mesmas. 

AINDA SOBRE A FILHA DA DEPUTADA MARIA DO ROSÁRIO


A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) deveria estar na cadeia há muito tempo. Ela integra uma Organização Criminosa disfarçada de Partido Político e associada ao tráfico de cocaína na América Latina. 
Sua filha adolescente, por outro lado, não tem absolutamente NADA a ver com isso que escrevi e está sendo vítima de uma campanha criminosa nas redes sociais.
Todo aquele que ataca os adolescentes e as crianças, doentes ou não, faz parte de uma legião de pedófilos, vagabundos, pederastas, viciados e tarados de todos os tipos. Era exatamente este tipo de psicopata que tinha espasmos de prazer em afogar pessoas e submetê-las a choques elétricos no DOPS e no DOI-CODI. Foi esse tipo de monstro que colocou a bomba dentro do Aeroporto de Guararapes. Foi esse tipo de vagabundo que esmagou a cabeça do Tenente Alberto Mendes Júnior e foi, mais tarde, exatamente este tipo de ralé que formou a organização criminosa petista da qual Maria do Rosário faz parte hoje.
Quem postou as fotos da filha da deputada é um marginal que merece a cadeia - não interessa qual a sua posição política. Não há diferença entre ele (ou ela, ou elxs como dizem as aberrações que invadiram as Universidades) e os próprios vagabundos petistas que ele tenta atacar usando as imagens da menina. 

PS - não adianta alguém dizer que este é um post politicamente correto. Ele é só correto sem ser político. Como diria o Lula: enfiem o politicamente no c*. JAMAIS se atrevam a atacar as crianças perto de mim: NÃO ME INTERESSA se a criança é neta de um alcoólatra, ladrão de 9 dedos que manda matar prefeitos ou de um picareta de cursinho de "filosofia online" que quer outra Inquisição Católica aqui no Brasil...ATAQUEM CRIANÇAS e, COMIGO, vocês vão se dar mal - eu garanto !

TERRORISTA ITALIANO, CESARE BATTISTI, PEDE REMÉDIO AO SUS NO BRASIL

Acusado de terrorismo italiano vive perto de nós: Battisti mora em Rio Preto
Reportagem revela que Cesare Battisti se casou e leva vida pacata em bairro. Ele pediu remédio ao SUS
Publicado em: 22 de fevereiro de 2017 às 13:40



(Allan de Abreu , colaborou Vinicius Marques- Diário da Região)

Qualificado de terrorista pelo governo italiano, Cesare Battisti, 62 anos, mora em Rio Preto. Ele e a mulher Priscila, rio-pretense, mudaram-se para a cidade há pouco menos de um mês para que o ex-militante comunista, condenado à prisão perpétua por quatro assassinatos na Itália nos anos 70, faça um tratamento contra a hepatite C.Battisti tem passado por consultas periódicas na Unidade Básica de Saúde (UBS) do Jardim Americano. Ele deseja conseguir, via SUS, tratamento à base de três medicamentos: sofosbuvir, daclatasvir e simeprevir.

O problema é o alto custo do tratamento completo, de três meses, avaliado em R$ 330 mil. Por ironia, Battisti, a mulher e o filho de três anos moram em uma casa simples a pouco mais de cem metros da delegacia da Polícia Federal, no bairro Jardim Municipal. A mesma PF que o prendeu duas vezes, a última em 2015. Na garagem do imóvel alugado fica estacionado o veículo do casal, um Chevrolet Prisma, em nome de Battisti, com placa de Embu das Artes, na Grande SP, cidade onde o italiano morava antes de se mudar para Rio Preto.

Segundo os vizinhos, o casal leva uma vida discreta. Priscila trabalha fora e Battisti fica a maior parte do tempo dentro de casa. Só costuma sair para levar e buscar o filho pequeno em uma creche a poucas quadras de distância. “Eles não falam com ninguém, são muito na deles”, diz um morador próximo. Battisti viveu por dez anos em união estável com outra brasileira, Joice Lima, no litoral paulista. Eles se casaram em 2015, em cerimônia discreta. Mas, em maio do ano passado, um exame de DNA confirmou um filho do italiano com a rio-pretense Priscila.

A reportagem solicitou uma entrevista a Battisti. Mas, segundo sua atual mulher, ele não quer falar. “Ele não pode dar declarações, principalmente sobre política”, disse Priscila. O motivo do silêncio pode estar na Justiça. Em março de 2015, quando morava em Embu das Artes, o ex-militante chegou a ser preso pela PF após a juíza Adverci Rates Mendes de Abreu, do Distrito Federal anular o ato de permanência de Battisti no Brasil e decretar sua deportação para a França, seu último país.

Após quatro dias na prisão, o italiano foi solto graças a um habeas corpus, e desde então aguarda o julgamento do recurso em liberdade. A decisão da juíza não conflita com a do Supremo Tribunal Federal (STF), que em 2009 acatou pedido de extradição feito pelo governo italiano - no ano seguinte, porém, o então presidente Lula negou a extradição, e Battisti segue no Brasil. “A extradição difere da deportação.

A primeira depende de uma requisição do país de origem, tramita necessariamente na Justiça e, no caso de Battisti, está encerrada, enquanto a segunda é uma decisão administrativa contra estrangeiros que vivem irregularmente no País”, explica George Augusto Niaradi, presidente da Comissão de Relações Internacionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em São Paulo. O fato de Battisti ter um filho brasileiro não influencia em uma possível deportação, segundo Niaradi. Mas, uma vez no exterior, Battisti pode solicitar o reingresso no País, com base no conceito jurídico de reunião familiar.

Battisti vive no Brasil há 13 anos

Pode-se dizer tudo de Cesare Battisti, menos que teve uma vida monótona. Nascido em uma pequena cidade próxima a Roma, Battisti militou no Partido Comunista Italiano já na juventude. Na década de 70, no entanto, mergulhou na luta armada da organização Proletários Armados do Comunismo (PAC). Em 1978 e 79, a organização assassinou quatro italianos, entre eles um policial, um agente penitenciário e um militante do fascismo. No fim de 1979, Battisti foi preso por roubo e participação em grupo armado, mas fugiu da cadeia dois anos depois e se refugiou na França.

Alguns anos mais tarde, integrantes do PAC fizeram delação premiada e apontaram o envolvimento direto de Battisti nos quatro homicídios. Mesmo foragido, o ex-militante foi condenado à prisão perpétua, com restrição ao banho de sol - ele sempre negou participação nesses crimes. Em 2004, a Justiça da França determinou a extradição de Battisti, mas à época ele já não estava mais no país. Havia fugido para o Brasil, onde passou a viver na clandestinidade até ser preso, três anos mais tarde, pela Polícia Federal no Rio de Janeiro.

Foram três anos na Penitenciária da Papuda, em Brasília, à espera de julgamento, pelo STF, do pedido de extradição enviado pelo governo italiano. O Supremo concordou com a extradição, mas o então presidente Lula, a quem caberia a última palavra, vetou a medida. A decisão foi duramente criticada pelo governo e pela imprensa do país europeu. Battisti é autor de três livros publicados no Brasil, entre eles “Minha fuga sem fim.”

FONTE DA MATÉRIA VOTUPORANGA TUDODIÁRIO DA REGIÃO

PF deflagra Operação Blackout, 38º fase da Lava Jato

PF deflagra Operação Blackout, 38º fase da Lava Jato:



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São cumpridos 15 mandados de busca e apreensão e 2 mandados de prisão preventiva no Estado do Rio


BLACKOUT (PF TRABALHA ATÉ NO ESCURO)

BLACKOUT (PF TRABALHA ATÉ NO ESCURO):

Brasil 23.02.17 06:47

A PF está cumprindo 15 mandados de busca e apreensão e 2 de prisão preventiva no Rio de Janeiro.

"A operação Blackout tem como alvo a atuação de operadores financeiros identificados como facilitadores na movimentação de recursos indevidos pagos a integrantes das diretorias da Petrobras.

O nome Blackout é uma referência ao sobrenome de dois operadores".

O prédio da PF sofreu um incêndio, mas o pessoal trabalha até no escuro.

FONTE - ANTAGONISTA

URGENTE: 38° FASE DA LAVA JATO

URGENTE: 38° FASE DA LAVA JATO:

PF nas ruas.

É a 38° fase da Lava Jato...



ESQUERDA VAGABUNDA DA INTERNET COMEÇA A EXPLORAR DRAMA PESSOAL DE MENINA DOENTE

A imundície petista que se apresenta como Diário que se Acha o Centro do Mundo publicou a matéria abaixo explorando os ataques de psicopatas contra filha da Deputada Maria do Rosário. Segundo o vagabundo petista que escreve a matéria, Jair Bolsonaro é o responsável por este tipo de covardia.Tomara que tome o devido processo - não há diferença nenhuma entre um marginal que escreve o que está abaixo e os próprios bandidos que atacaram a menina: são manifestações diferentes do mesmo fenômeno. Um sonha com o DOPS, o outro sonha com o GULAG.

O bolsonarismo é pai dos ataques hediondos a Maria do Rosário e sua filha. 

Por Kiko Nogueira


Postado em 22 Feb 2017
Maria do Rosário
Maria do Rosário

A deputada Maria do Rosário emitiu uma nota sobre a campanha difamatória contra ela e sua filha de 16 anos.
“Minha filha está sendo vítima de criminosos nas redes sociais. Como mãe não medirei esforços para protegê-la, como faço todos os dias da minha vida. Já tomei as medidas cabíveis e estou fazendo todas as denúncias possíveis para que os bandidos que atacam minha família sejam identificados e severamente responsabilizados. Nenhuma família merece passar por isto.
Eu e o meu esposo Eliezer Pacheco estamos indignados e repudiamos com veemência os atos criminosos de quem manipula imagens e informações, expondo uma menina de 16 anos.
Sabemos que todos os pais e mães têm preocupação com exposição de seus filhos e filhas na Internet. Não há dúvida que este tipo de divulgação manipulada gera efeitos gravemente nocivos de dimensão imensurável às vítimas.
É revoltante que minha filha seja atacada pelas minhas posições e por minha atuação em defesa da dignidade humana. Não permitirei que minha filha seja desrespeitada.
Aos que têm o objetivo de me prejudicar e atingir minha família, afirmo que não conseguirão.”

Rosário afirmou que vai acionar a Polícia Federal. Desde sua discussão com Jair Bolsonaro, quando ele lhe disse que ela “não merecia ser estuprada”, Rosário se tornou um alvo preferencial de fascistas.
Em 2015, contou que ouviu de um sujeito num shopping de Porto Alegre uma ameaça. “A sua hora de morrer vai chegar”, falou um homem acompanhado de uma criança, segundo Rosário.
O site delinquente que expôs as imagens da garota se chama “Faca na Caveira”. É hospedado na Austrália. Ela é chamada de “anorexa [sic] e drogada”. Há menções a uma tentativa de suicídio.
É uma cloaca nazista. Se a PF se mexer um milésimo do que a polícia paulista se mexeu para encontrar o hacker das fotos de Marcela Temer, encontra os responsáveis.
Representam a fina flor do pensamento bolsonarista. Matérias em defesa da liberação de armas, resenhas de munições, elogios a Trump, ao pai Jair e a gente como o deputado federal Paulo Martins, do PSDB do Paraná, ex-apresentador de TV demitido do Jornal da Massa.
Uma outra página, chamada Ataque Aberto, tem comentários a respeito do caso. “Teoria da conspiração da cracuda”, escreve alguém. “Mate uma esquerdista degenerada hoje mesmo”, diz outro.
Esse é o tipo de degenerado que saiu do esgoto junto com o processo de impeachment. Hoje, seu candidato aparece em pesquisas mais bem colocado que Aécio Neves.
Parabéns, mais uma vez, uma eterna vez, aos envolvidos.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Homem que publicou fotos da filha de Maria do Rosário se identifica e solta um vídeo explicativo

Homem que publicou fotos da filha de Maria do Rosário se identifica e solta um vídeo explicativo:
Ressalva: O Diario do Brasil errou! Allan não é o responsável pela divulgação das fotos da menor. Ele apenas fez um vídeo onde faz uma análise sobre o assunto.

A deputada petista Maria do Rosário (RS) divulgou hoje (22) uma nota para denunciar que sua filha de 16 anos está sendo vítima de crimes nas redes sociais

A deputada argumentou que a filha está sendo exposta nas redes sociais com imagens e informações distorcidas.

Um homem chamado Alan dos Santos assumiu a autoria do vídeo e explicou os motivos que o levaram a fazer as postagens:

“Eu queria que o caso chegasse até a justiça para que ela perdesse a guarda da filha. A garota está anoréxica e é usuária de drogas”



*** não cabe ao Diário do Brasil fazer juízo de valores, apenas expor os fatos. Mas na nossa opinião se trata de um problema particular de família ***

FONTE - DIÁRIO DO BRASIL

Ressalva: O Diario do Brasil errou! Allan não é o responsável pela divulgação das fotos da menor. Ele apenas fez um vídeo onde faz uma análise sobre o assunto.

POLÍBIO BRAGA - Reinaldo Azevedo diz que direita xucra ataca a honra da família de Maria do Rosário

Reinaldo Azevedo diz que direita xucra ataca a honra da família de Maria do Rosário: Reinaldo dá novo coice de burro.



O jornalista Reinaldo Azevedo não quis publicar as fotos que recebeu, mostrando poses e informações das mais variadas consequências, todas da filha da deputada Maria do Rosário, Maria Laura. Ele não quis dizer o nome da deputada e nem quis publicar as fotos. A própria deputada identificou-se, conforme nota abaixo. Ele coloca em dúvida a veracidade de tudo,


POLÍBIO BRAGA - Maria do Rosário aciona Polícia Federal para investigar exposição de imagens da filha Maria Laura

Maria do Rosário aciona Polícia Federal para investigar exposição de imagens da filha Maria Laura: A deputada federal Maria do Rosário, PT do RS, afirmou hoje que vai
acionar a Polícia Federal para apurar postagens na internet que dão conta de
que a sua filha, de 16 anos, seria anoréxica e usuária de drogas. Um blog, intitulado facanacaveira.net , replicada por outros blogs e sites, usa imagens da filha da deputada em poses eróticas, usando drogas, fazendo um cão fumar maconha e replicando


Astronomers discover 7 Earth-like planets orbiting nearby star

Astronomers discover 7 Earth-like planets orbiting nearby star: Astronomers have found at least seven Earth-like planets orbiting the same star 40 light-years away, NASA announced at news conference Wednesday.

Anexos originais:


NASA Announces a Single Star Is Home to At Least 7 Earthlike Planets

NASA Announces a Single Star Is Home to At Least 7 Earthlike Planets:



The galaxy is getting very crowded. There may be 300 billion stars in the Milky Way, but until just over 20 years ago, we knew of only one of them that was orbited by planets. In the years since, the galactic census has exploded, with more than 4,700 confirmed or candidate planets discovered so far and astronomers concluding that every star in the galaxy is parent to at least one world.

What has always been harder to spot are Earthlike planets — relatively small ones with a rocky surface, orbiting their sun at the not-too-close, not-too-far distance that would allow liquid water to exist. Today, however, that changed in a big way, as NASA announced that a single star relatively close to Earth is home to no fewer than seven Earthlike planets. If you’re looking for extraterrestrial life, there may be no place better.

The new findings, published in the current issue of Nature, are the result of more than six years of study of the small star Trappist-1, located just over 39 light years from Earth — barely one town over in a galaxy that measures 100,000 light years across. The star got its name from a rough acronym of the telescope in the Chilean desert that has studied it the most: the Transiting Planets and Planetesimals Small Telescope. As the name suggests, the Trappist telescope looks for planets by watching for the portion of their orbit in which they transit — or pass in front of — their star, causing a tiny but regular dimming in starlight.

Three Earthlike planets were discovered around Trappist-1 early in 2016 using this method. That prompted the astronomers who made the find — led by Michaël Gillon of the University of Liège in Belgium — to bring in some bigger guns. Conducting more surveys with ground-based telescopes in Morocco, Hawaii, South Africa, Spain and Liverpool, as well as with NASA’s orbiting Spitzer Space Telescope, the investigators found four more planets. All seven except the outermost one are closely grouped, and all orbit Trappist-1 at the right, cozy distance to sustain biology, at least theoretically.

“The planets form a very compact system,” said Gillon during a teleconference prior to the paper’s release. “They are very close to their star and are reminiscent of the system of moons that orbit Jupiter. They could have liquid water and life.”

In a solar system like ours, very close to the sun is not the best place to live if you’re looking to harbor life. Consider Mercury, our innermost planet, where surface temperatures reach 800º F (430º C). Never mind water surviving; at that heat, lead melts.

Trappist-1, however, is nothing like the sun. It’s what’s known as a red dwarf, a very small, comparatively cool star, barely 11% of the radius of our sun and less than half its 10,000º F (5,500º C) surface temperature. Historically, astronomers ignored red dwarfs in their search for habitable planets. If the only star you know of that has given rise to life is a larger, yellow, so-called M class sun like ours, why look at ones that are so much smaller and cooler? But if you huddle up close to an M dwarf you can soak up all the light and warmth you need. What’s more, there are at least three time more red dwarfs in the galaxy than all other classes of stars combined.

“If you draw a 30 light-year bubble around our sun,” said Harvard University astronomer David Charbonneau in a conversation with TIME, “you’d take in about 20 sun-like stars and 250 red dwarfs.”

Even better, a planet around a red dwarf is often easier to spot than one around a bigger star, since it is larger relative to its smaller parent. “These planets are 80 times easier to study in front of a red star than they are in front of a yellow one,” says Gillon.

By no means is life anything like a sure thing in the Trappist-1 system. For one thing, the planets are so close to their sun that they are almost certainly tidally locked, which means that they keep one side forever facing toward the solar fires and one side away, the way the moon does with the Earth. That creates a stark temperature differential in the two hemispheres of the world, with one perhaps too hot for life to thrive and one too cold. Still, if any of the planets has an atmosphere — a big if — the heat and the cold could mix and moderate, at least in the regions that are forever fixed in dawn or dusk.

Another problem could be in the nature of red dwarfs themselves. They tend to be more volatile than M class stars, producing more solar flares, which blast out heat and radiation — an especially dangerous state of affairs for a planet in a tight orbit. But not all red dwarfs are equally turbulent, says Gillon, and Trappist-1 is “a very quiet star.”

If there is life on any of the planets, it could be discovered relatively soon. Sending a spacecraft to visit is out of the question, of course. Even traveling at the speed of light, which is nearly 671 million miles per hour (1.1 billion k/h), the ship would take 39 years to make the journey. The fastest spacecraft ever built, the New Horizons probe to Pluto and beyond, is creeping along at about 36,000 mph (59,000 k/h).

Instead, the hunt for life on the newly discovered planets will be conducted by both orbiting and Earth-based telescopes, which will study the spectrum of Trappist-1’s starlight as it streams through the atmospheres of any of the planets during their transits. Different chemicals absorb different wavelengths of light and if you know what you’re looking for, you can pick out not just the presence but the concentrations of organic gasses like oxygen, carbon dioxide, carbon monoxide and especially methane. The closer that chemical fingerprint comes to matching that of Earth’s atmosphere, the likelier it is something’s living on one of the other worlds.

So epochal a discovery could be made within the decade, the Trappist-1 team believes, especially when the James Webb Space Telescope — the much more powerful follow-on to the Hubble Space Telescope — goes into service in 2018. And if the seven planets don’t harbor life yet, they still have plenty of time. Trappist-1 is very young, just 500 million years old, compared to our 4.5 billion-year-old sun. That makes the sun middle-aged with only another 5 billion or so years left to it. Red dwarfs, however, burn through their hydrogen fuel much more slowly.

“Trappist-1 will live for one thousand billion years,” says Gillon. If life is going to emerge in the system, it has all the time it needs.




Anexos originais:
trappist-1.jpg?quality=85

Mensageiro Sideral: Astrônomos encontram sistema planetário com sete mundos rochosos, quiçá habitáveis

Mensageiro Sideral: Astrônomos encontram sistema planetário com sete mundos rochosos, quiçá habitáveis:



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Com coletiva organizada pela Nasa e publicação simultânea na revista científica "Nature", um grupo de astrônomos acaba de anunciar uma descoberta extraordinária: um sistema com sete planetas, dos quais todos eles, em princípio, poderiam conservar água em estado líquido em sua superfície - condição tida pelos cientistas como essencial para a vida. Três deles em(...) ... Leia post completo no blog
Leia mais (02/22/2017 - 15h00)


Seven Earth-sized planets found orbiting single star

Seven Earth-sized planets found orbiting single star:



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Seven planets orbiting a single star have been discovered in a solar system 40 light-years from Earth.


ESQUERDA VAGABUNDA PETISTA FALANDO EM "ASSÉDIO SEXUAL" DURANTE O CARNAVAL


Num país onde a Infância é como essa na foto, como é possível "assediar sexualmente" uma MULHER durante o Carnaval ??? Ninguém tem vergonha na cara de falar em "assédio sexual" durante uma putaria financiada com dinheiro público, do tráfico de cocaína e do jogo do bicho??

VEJAM A REPORTAGEM PAGA POR ONGS E BLOCOS DE VAGABUNDOS PETISTAS NA BAND MINAS

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017 - 15h34 

Atualizado em terça-feira, 21 de fevereiro de 2017 - 15h34

Blocos fazem campanha contra o assédio sexual

Integrantes de pelo menos 30 blocos de rua na cidade resolveram se mobilizar para combater problema vivido por oito em cada dez mulheres e que se repete com frequência na época do Carnaval

Redação Band Minas 
redacaomg@band.com.br

Com o mote ‘Tira a mão: é hora de dar um basta’, mulheres ligadas a diversos blocos do Carnaval em BH lançaram ontem uma campanha contra o assédio sexual durante a folia na cidade. Pesquisa divulgada pela organização internacional ActionAid, em 2016, mostrou que 86% das brasileiras já sofreram assédio em público, situação que se repete corriqueiramente durante o Carnaval.

A iniciativa da campanha surgiu depois de comentários misóginos em matérias online sobre desfiles de blocos formados apenas por mulheres no pré-Carnaval em BH. “Não queríamos precisar falar sobre isso, mas é necessário. Nós (mulheres) ainda vamos para o Carnaval preocupadas com a roupa, com ir sozinha, beber e por onde andar. A gente quer se divertir sem medo”, comenta Renata Chamilet, uma das organizadoras da campanha. Além de um vídeo e um spot para rádio, foram criados banners da campanha contra o assédio, que podem ser compartilhados pelas redes sociais. O material está disponível no Facebook, na página As Minas do Carnaval de Belô.

Os mais de 30 blocos participantes da iniciativa vão ler o texto da campanha nos trios elétricos antes de seus respectivos desfiles durante o Carnaval e também vão executar uma marchinha composta e interpretada por Brisa Marques, alusiva à campanha.

NOTA PÚBLICA DE MARIA DO ROSÁRIO E COMENTÁRIO DO EDITOR DO ATAQUE ABERTO


NOTA PÚBLICA
"Minha filha está sendo vítima de criminosos nas redes sociais. Como mãe não medirei esforços para protegê-la, como faço todos os dias da minha vida. Já tomei as medidas cabíveis e estou fazendo todas as denúncias possíveis para que os bandidos que atacam minha família sejam identificados e severamente responsabilizados. Nenhuma família merece passar por isto.
Eu e o meu esposo Eliezer Pacheco estamos indignados e repudiamos com veemência os atos criminosos de quem manipula imagens e informações, expondo uma menina de 16 anos.
Sabemos que todos os pais e mães têm preocupação com a exposição de seus filhos e filhas na Internet. Não há dúvida que este tipo de divulgação manipulada gera efeitos gravemente nocivos de dimensão imensurável às vítimas.
É revoltante que minha filha seja atacada pelas minhas posições e por minha atuação em defesa da dignidade humana. Não permitirei que minha filha seja desrespeitada.
Aos que têm o objetivo de me prejudicar e atingir minha família, afirmo que não conseguirão."

Maria do Rosário


COMENTÁRIO DO EDITOR: 

DUVIDO que possa existir alguém que tenha mais NOJO e RAIVA de Maria do Rosário e de QUALQUER PETISTA do que EU !

Não se trata dela merecer ou não - o que estão divulgando, com as fotos da filha dela, é de uma BURRICE fenomenal. Quem fez isso vai se dar mal - podem ter certeza. Leiam AQUI meu post sobre a "Armadilha da Filha da Maria do Rosário"

É CRIME o que estão fazendo com as fotos da menina. Ninguém consegue ver que, ou é coisa do PRÓPRIO PT, ou de PSICOPATAS NEONAZISTAS ou RACISTAS ou algo deste tipo??

(estes sim: a direita xucra como o funcionário do FHC, Reinaldo Azevedo, diz)

Lamentavelmente, NESTE CASO, a Maria do Rosário está com TODA razão, sim ! Não há outra coisa a ser dita.

POLÍBIO BRAGA - Filas de espera começam a assombrar usuários da Unimed em Floripa e Porto Alegre

Filas de espera começam a assombrar usuários da Unimed em Floripa e Porto Alegre: A Unimed de Florianópolis, a maior de Santa Catarina, viu aprofundar sua crise financeira no ano passado, quando perdeu 28,6 mil clientes, queda de 12,4% (230 mil para 201 mil clientes), muito maior do que a perda média das demais operadoras de planos de saúde, que foi de 1,7%. O número de médicos também despencou (1.751 para 1.661).

Já existem filas de espera nos atendimentos dos consultórios, o que também costuma acontecer em outras cidades, inclusive Porto Alegre, mas neste caso, apenas em algumas especialidades. O serviço SOS Unimed de Porto Alegre é perfeito.

1,5 milhão de catarinenses possuem planos privados de saúde.

A Agência Nacional de Saúde atribui a crise da Unimed Florianópolis à recessão e à má gestão. Ela tem uma dívida de R$ 126 milhões, fechou no ano passado uma unidade de pronto atendimento na Capital e fechará o hospital de São José.

Postado por Polibio Braga

22 de Fevereiro de 1732: Nasce George Washington, primeiro presidente dos EUA

22 de Fevereiro de 1732: Nasce George Washington, primeiro presidente dos EUA:

Primeiro presidente dos Estados Unidos da América, era filho de Augustine Washington e de Mary Ball Washington, tendo nascido na Virgínia (Westmoreland County) a 22 de Fevereiro de 1732, e falecido a 14 de Dezembro de 1799, em Mount Vernon. Fazendo parte de uma família tradicional e abastada, a sua educação foi bastante completa. Em 1748 tornou-se zelador das propriedades de Shenandoah Valley pertencentes a Lord Fairfax e mais tarde de todo o condado de Culpeper. A guerra movida contra a pretensão francesa de domínio do vale do Ohio, que se desenrolou entre 1754 e 1763, inaugurou a ascensão militar de Washington, tendo com a missão ao Fort Boeuf (1753) conseguido o lugar de tenente coronel. O diário desta empresa foi também publicado em Williamsburg, logo após o seu retorno. Contudo, o domínio de Inglaterra sobre as colónias americanas começou a causar revoltas, tendo então Washington iniciado a sua atividade política na Assembleia de oposição da Virgínia, que protestava perante o agravamento das tributações impostas e falta de liberdade de ação. Em 1774 foi ele que representou a Virgínia no Primeiro Congresso Continental de Filadélfia, que se reuniu para discutir as medidas a tomar contra os colonizadores. No Segundo Congresso Continental, que se realizou no seguinte ano, foi já eleito cabeça do exército que seria formado para a Guerra da Independência (1775-1783). Reuniu o dito exército e com ele ganhou as batalhas de Trenton e Princeton, em 1776, praticando uma guerra de guerrilha até que a Espanha e a França entraram em cena, constituindo um decisivo peso para a vitória americana, na batalha de Yorktown, em 1781. Dois anos depois era reconhecida a independência, Washington foi presidente da Convenção Constitucional de Filadélfia, em 1787, e fez com que a nova Constituição fosse aprovada por todos os estados em 1789. A partir desta data (30 de Abril de 1789) tornou-se presidente dos Estados Unidos, tendo sido reeleito em 1892 e recusado um terceiro mandato. Fundou a cidade de Washington em 1793 e praticou uma política de desenvolvimento económico com base capitalista e de colonização de zonas até então de exclusivo povoamento índio (como o Tenessee e o Kentucky). Assinou também um acordo de paz com a Grã-Bretanha em 1794, chamado o "Jay's Treaty", o que provocou o descontentamento do partido democrata republicano liderado por Thomas Jefferson por considerar tal tratado uma ingratidão para com os franceses (que tinham prestado auxílio durante a Guerra da Independência) e subserviente em relação aos antigos colonizadores. Foi por esta razão que estalou a "Revolta do Whiskey", na Pensilvânia. George Washington casou com uma viúva, Martha Dandridge Custis. Faleceu em 1799 em Mount Vernon (para onde se tinha retirado após o termo da sua presidência, em 3 de Março de 1797).
George Washington. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
wikipedia (Imagens)



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Retrato de George Washington - Gilbert Stuart


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Retrato de George Washington -John Trumbull


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 Tomada de posse de George Washington como presidente dos EUA Ramon de Elorriaga