"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

domingo, 19 de agosto de 2018

Texto original de Francisco Eduardo Costa Cardoso, Professor Titular de Neurologia da UFMG

(Publicado pelo Conselho Federal de Medicina)
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Na antiga União Soviética (URSS) existia uma figura no serviço público de saúde denominada "Feldsher", ou Feldscher em alemão, cujo significado literal era "aparador do campo".
Os feldsher soviéticos eram profissionais da saúde, formados em "saúde básica", que intermediavam o acesso do povo à medicina oficial, em especial nas áreas remotas, rurais e periferias soviéticas, sendo uma espécie de práticos de saúde, ou paramédicos como são chamados hoje em dia, e exerciam cuidados básicos em clínica, obstetrícia e cirurgia às populações dessas regiões.

Sua inspiração e nome derivavam dos feldscher alemães que surgiram no século XV como operadores de saúde (cirurgiões barbeiros) e com o tempo se espalharam ao longo do que foi o império prussiano e territórios eslavos, compondo a linha de frente também nas forças militares, sendo uma espécie de força militar médica nesses exércitos eslavos e saxões.
Em vários países foram adotados como profissionais da linha de frente, atuando sempre nos cuidados básicos e em alguns casos chegando a se especializar em alguma prática específica, como optometria, dentista e otorrinolaringologia.
Na Rússia começaram a se popularizar a partir do século XVIII.

Diferentemente dos médicos, os feldsher possuíam uma formação mais curta e limitada. A duração do curso era em 4 anos e envolvia basicamente treinamento em ciências básicas e treinamento simples em ciências médicas clínicas, em especial medicina interna, serviço de ambulância e emergência pré-hospitalar e sempre tinha um espaço para treinamento militar, em campo de treinamento do exército, pois os feldsher estavam na linha de frente da nação, nas fronteiras. Eram 8 anos de colégio mais 4 em treinamento prático, considerados, portanto de nível técnico. Era um treinamento um pouco melhor que a de enfermeira, cujo foco era mais os cuidados básicos de saúde e técnicas/procedimentos de enfermagem.

Os médicos soviéticos, ao contrário, levavam pelo menos 10 anos de colégio mais 7 anos de faculdade com carga horária total pelo menos duas vezes maior (estudavam todos os sábados). Apesar do tamanho valor de formação, seus salários eram ridículos, pois o regime socialista os considerava "servos do povo".

O sistema cubano de ensino médico reproduziu, a partir do encampamento da Revolução Cubana pela URSS em 1961, esse sistema de formação em saúde.
Os médicos cubanos, de verdade, ficam lá em Cuba, em sua maioria.
O que Cuba "fabrica" aos milhares, todos os anos, com projetos como a ELAM e demais faculdades, em cursos de 4 anos, não são nada além da versão cubana dos "feldsher" soviéticos.
São paramédicos treinados para atuar em linha de guerra, campos remotos e áreas desprovidas em geral.

A diferença é que Cuba "chama" esses feldsher de "médicos", inflando artificialmente a sua população de médicos. Com essa jogada, Cuba possui um dos maiores índices de médicos por habitante do planeta.
E isso permitiu outra coisa ao regime cubano: Usar esses feldsher como agentes de propaganda de sua revolução e seus interesses não apenas dentro, mas fora de seu território.

Ao longo de décadas o regime cubano vem fazendo uso do empréstimo de mão-de-obra técnica, paramédica, porém "vendida" como médica, para centenas de países a um custo bilionário que fica todo com o regime cubano. Literalmente, como na URSS, os feldsher são "servos do povo" (no caso, leia-se "povo" como Partido Comunista de Cuba).

Recentemente, em seu governo, a presidente Dilma lançou um demagógico e absurdo projeto de "resgate da saúde" do povo brasileiro, às custas apenas da presença de "médicos" em locais desprovidos do mesmo, aliás, por culpa do próprio governo.

Ao invés de pegar os médicos nacionais, recém-formados ou interessados, e criar uma carreira pública no SUS e solidificar a presença do médico nesses povoados, ela resolveu importar feldsher cubanos a um preço caríssimo, travestidos de médicos, ao que seu marketing chamou de "Mais Médicos". Diante da recusa inicial, simulou-se uma seleção de nacionais, dificultada ao extremo pelo governo, para depois chamar os feldsher.

O objetivo aqui é claro: O alinhamento ideológico entre os regimes, o uso de "servos do povo" para fazer propaganda do governo, encher o bolso dos amigos cubanos de dinheiro e evitar a criação de uma carreira pública que poderia ser crítica e demandadora de recursos. Como não podiam se assumir como fedlsher, jogaram um jaleco, os chamaram de médicos e os colocaram para atuar como médicos de verdade.

Por isso as “cubanadas” não param de crescer. Por isso os erros bizarros, os pânicos diante de pacientes sintomáticos. Os cubanos não são médicos, são feldsher - agentes políticos com treinamento prático em saúde - que vieram ao Brasil cumprir uma agenda política e, segundo alguns, eventualmente até mesmo militar.

São paramédicos. Isso explica as "cubanadas". Se houvesse decência no Ministério da Saúde brasileiro,   ele retiraria o termo "médico" desse programa, e seria mais honesto. Mas honesto não ganha eleição nesse país."

A Responsabilidade pela Crise em Roraima e a Obrigação de Fechar a Fronteira com a Venezuela.


Milton Pires.

Como tudo no Brasil é “reflexo da sociedade como um todo”, como tudo faz parte do “contexto histórico” e, como numa sociedade onde todos são iguais, ninguém é culpado de nada, escrevo para dar “nome aos bois” naquilo que está acontecendo em Roraima.

O responsável final, o principal culpado pelo ataque e pelo espancamento do comerciante Raimundo Nonato na cidade de Pacaraima (RR), é o chefe de quadrilha e presidente do Brasil deixado pelos Vagabundos Petistas, Michel Temer.

É ele quem deveria ter atendido aos apelos da Governadora de Roraima, Suely Campos, para fechar a fronteira com a Venezuela ou providenciar para que cada imigrante desesperado fosse devidamente  enfiado dentro das sedes estaduais e municipais do PT, PSOL e PC do B.

Os Vagabundos Petistas e a ralé do PSOL e PC do B que os acompanha sustentaram o genocídio e a tragédia da Venezuela com dinheiro público ROUBADO dos brasileiros e mandado para os cofres de vermes como Hugo Chavez e Nicolás Maduro.

Enquanto a situação não se resolve, a imprensa Vagabunda Petista, toda Rede Globo e demais picaretas ficam fazendo aquilo que o chinelão, o imbecil tupiniquim, mais gosta de ouvir aos domingos – o discurso de “solidariedade”.

Aliás, nada mais chique do que ser solidário com a tragédia que está acontecendo em Roraima quando você é um vagabundo petista que mora em São Paulo, Rio de Janeiro ou Porto Alegre e assiste ao Fantástico domingo à noite.

Depois é só ir para Copacabana com velas nas mãos cantando “Imagine” em apoio aos venezuelanos: aí fica fácil falar em “xenofobia”, “fascismo” e “preconceito”.

Difícil, desesperador neste momento, é ser brasileiro em Pacaraima e ter três bandidos como Michel Temer, Raul Jungmann e Aloysio Nunes tomando as decisões sobre milhares de pessoas que entraram numa cidadezinha de aproximadamente 15 mil habitantes que fica na fronteira do nada com coisa nenhuma. Nós NÃO estamos na década de setenta, a Venezuela NÃO é o Cambodia e o Brasil NÃO é a Tailândia.

Entre os venezuelanos e os brasileiros, meu compromisso, o compromisso de todos nós, deve ser com os brasileiros e o ladrão do MDB deixado no poder pelos Vagabundos Petistas tem obrigação de fechar a fronteira antes que aconteçam mais mortes.

Dilma é a mais perfeita besta quadrada



Com um punhado de palavras - escreve Augusto Nunes -, Dilma ergueu em meio minuto três monumentos à cretinice:

Uma das estrelas da missa negra celebrada em louvor do pedido de registro da candidatura de Lula, Dilma Rousseff não negou fogo. Com um punhado de palavras, ergueu em meio minuto três monumentos à cretinice.

O primeiro tem uma frase só: “É inadmissível que a forma que regule a prisão do presidente Lula seja extremamente restritiva”. Tradução: para Dilma, o chefão merece uma forma de prisão que elimine quaisquer restrições ao direito de ir e vir confiscado pela Justiça.

O segundo tem duas frases: “Ele não pode estar condenado à solitária. Ele não pode estar condenado a receber visitas de umas poucas pessoas”. Tradução: para o neurônio solitário, o número de visitas a Lula deve ser ilimitado. Um criminoso que foi presidente merece receber quem quiser, quando quiser e, nos fins de semana, ser exposto à visitação pública.

Terceiro grande momento do besteirol produzido pela pior governante de todos os tempos: “Afinal de contas, Lula tem paradeiro certo, sabido e está cumprindo pena”. Tradução: Dilma acha que, por estar preso numa cadeia que todo mundo sabe onde fica, Lula deve ficar em liberdade.

Decididamente, Dilma é uma sumidade da subespécie batizada por Nelson Rodrigues com magnífica precisão: uma perfeita besta quadrada.

Esquerdas fracassadas e corruptas: dolorosas experiências na América Latina.

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Eduardo Ponce Vivanco

Con la prepotencia de la calle y el peso de tantas derrotas electorales, el Partido Trabalhista (PT) lanzó la candidatura de Lula desde la cárcel donde se encuentra por corrupto y corruptor. Felizmente, la Fiscal General ha impugnado esa barbaridad porque después de sentencias en dos instancias (la segunda aumentó la condena) el exsindicalista no es elegible como candidato ni lo será por ocho años más de los doce que pasará entre rejas, luego de quebrar al país. Fracaso y corrupción de la izquierda en Brasil, país líder de la inmoralidad política regional.

Gracias a las agendas del ordenado chofer de los Kirchner —la pareja presidencial que coronó la reelección conyugal— el peronismo argentino enfrenta su propio Lava Jato. Muchos se preguntan si ellos inspiraron a Lula o fue a la inversa. Pero a los sistemas gemelos de los dos grandes partidos socialistas del Atlántico, Argentina suma los $ 59 millones de sobornos de Odebrecht. Fracaso y corrupción de la izquierda en el segundo país de Sudamérica.

Sobre la narcotiranía chavista que oprime y hambrea a Venezuela con la astronómica inflación del millón por ciento, solo hay que agregar que se concretó ¡al fin! la primera incautación millonaria de CITGO, poderosa empresa de PDVSA que comercializa los hidrocarburos venezolanos en EE.UU. A esa sentencia judicial en favor de una empresa deudora, seguirán muchas otras contra CITGO en EE.UU. Fracaso e infierno de la izquierda en Venezuela.

El castrismo acaba de renovar la tiranía comunista en Cuba, inventando fórmulas constitucionales para disfrazar la dictadura de partido único, seguir negando todas las libertades y fortalecer a la segunda generación de la dinastía Castro. ¿Cuánto sobrevivirán sin el petróleo regalado del chavismo exangüe? Fracaso y corrupción donde la propina de un turista en dólares vale más que el sueldo o la ración mensual de un cubano oprimido.

Y qué decir de la pobre Nicaragua, donde la pareja presidencial Ortega se apropió del país en nombre del neosandinismo, que ametralla el levantamiento popular contra Daniel y su esposa/vicepresidenta. Fracaso y corrupción de la izquierda en Nicaragua.

Ecuador liquidó la “Revolución Ciudadana” del histérico y corrupto Rafael Correa (con orden de detención de Interpol). Su herencia de sobornos, endeudamiento público y prepotencia han obligado a rectificaciones indispensables a quien fue su segundo, el ahora presidente Lenin Moreno, del que Correa es enemigo mortal. Pero Moreno no se define ni se atreve a hacer las correcciones de política económica y política exterior que Ecuador necesita. Con timidez, ha adelantado su interés en la liberal Alianza del Pacífico, sin precisar cómo pretende participar en ella. Fracaso y corrupción de la izquierda en Ecuador.

El tremendismo aymara de Evo Morales lo condena a intentar reelecciones en cadena sin asumir que su pueblo ya votó contra él en un importante referéndum. Sin valedores como la Venezuela chavista o Lula, sin una vecina socialista en Chile (Bachelet), con el ALBA en ruinas y la inminente posibilidad de que la sentencia de la Corte de La Haya no haga más que dejar su (teatralizada) controversia en el plano estrictamente bilateral que le corresponde, el extraño reinado altiplánico de Evo podría estar cerca de su fin. Sin sucesor a la vista y con acusaciones de corrupción, la experiencia izquierdista en Bolivia terminará en otro fracaso.

No hablemos de México porque no lo entendemos. Lo único claro por ahora es que AMLO no asumirá el mando presidencial hasta el 1 de diciembre, y que Trump lo “ama” tanto como a Kim Jong Um y Putin. Pero sí debemos hablar de Chile, Colombia y la Alianza del Pacífico; de su seguro fortalecimiento con cinco importantes miembros asociados de Asia y Oceanía, así como de la proyección internacional que Vizcarra daría al Perú si asumiera su presidencia temporal genuinamente decidido a engrandecerla y hacerla brillar en el mundo.

Sería bueno para el Perú y para él que no resulte solo un político sumergido en lo doméstico, sino un estadista personalmente presente en nuestra dimensión internacional. Es su responsabilidad.

A PERSEGUIÇÃO AOS MÉDICOS BRASILEIROS E A DEVIDA RESPOSTA.

Cada vez que um Prefeito, um Secretário da Saúde, um Vereador de merda qualquer, jogar o nome de um Médico Brasileiro que atua no SUS na Imprensa Vagabunda para ser humilhado, para ver sua vida profissional liquidada, para ver seus filhos envergonhados, sua família sofrendo, seus colegas se afastando, ele precisa ter a certeza ABSOLUTA de que vai ter resposta IMEDIATA através da mesma imprensa, da internet e das redes sociais. Ele precisa saber que será ESMAGADO, que sua administração, seus roubos, suas patifarias, seus estelionatos, serão TODOS denunciados sem piedade alguma e que sua carreira na Política NUNCA mais será a mesma.

FOICEBOOK - Trump alerta sobre censura a páginas e pessoas de direita: 'nós não vamos deixar isso acontecer'

Trump alerta sobre censura a páginas e pessoas de direita: 'nós não vamos deixar isso acontecer':

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Imagem: Reprodução / Redes Sociais
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertou as redes sociais que o comportamento de censurar seletivamente pessoas de direita não será tolerado. Trump foi enfático: "Falando em alto e bom tom em nome do governo Trump, nós não vamos deixar isso acontecer". 
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SOBRE O DEBATE DA RECORD E AS ELEIÇÕES.

Caros(as) amigos(as)

Ontem, antes de se iniciar o debate na Rede TV, onde eu e alguns amigos estávamos presentes, assistimos  a uma cena que causou indignação e ao mesmo tempo revolta...

A direção da Rede TV, segundo informações adversas e por pressões de forças ocultas, colocou entre os púlpitos dos presenciáveis ali presentes, antes do início do debate, um púlpito vazio, ou seja, sem a presença de Lula, uma espécie de homenagem ao ex presidente, preso e condenado a mais de 12 anos de cadeia.

Não fosse o nosso amigo Bolsonaro, "embrabecer" e, como diz nossa gíria de boiadeiro, “virar o arreio” e NÃO admitir uma estupidez e tamanho desrespeito ao Estado Democrático de Direito, afirmando duramente caso não retirassem o púlpito do molusco, iria se retirar da Rede TV e não participaria do debate...

Por pouco teríamos a cena mais patética e escandalosa das comunicações, já vista no Brasil em debates, ou seja, uma espécie de homenagem a um “fora da Lei”, preso e condenado, que representa o pai da corrupção, o pai da vergonha denominada Foro de São Paulo.

Resultado: Jair Messias Bolsonaro endureceu, mostrou mais uma vez pulso forte, mostrou acima de tudo que tem caráter e coragem e a Rede TV e suas forças ocultas “afinaram” e retiram o púlpito, que representaria a imoralidade escancarada em que este país está se transformando.

Aqui aproveito para alertar a todos: vacilem, deixem de levar a sério estas eleições, e verão a probabilidade de forças demoníacas chegarem ao poder e, definitivamente, transformar nossas vidas num verdadeiro pesadelo, a exemplo de alguns países e da nossa destruída vizinha Venezuela e sua ditadura bolivariana; ontem ficou explícito o que pensam alguns dos concorrentes ao cargo de presidente do Brasil.

Digo isso mais claramente para os três nomes que lideram a corrida Presidencial, depois de Bolsonaro: Marina Silva, Ciro Gomes e Geraldo Alckmin, óbvio deixando de fora o bandido e fora da Lei que, mesmo preso, em todos os cenários das pesquisas, seria eleito depois de tanto desgoverno, o Presidente do Brasil, sem contar alguns que ali nem deveriam estar presentes, dizendo tantas besteiras e estupidez, pois nem sequer aparecem nos números...
Que país é este? Que Nação é esta?
Que Povo é este???

Reflitam amigos e amigas, e vamos à luta, sair dos blá blá blá desse whatzap e trabalharmos duramente para elegermos a única salvação das atuais e futuras existências desta Nação: JAIR MESSIAS BOLSONARO.

Luiz Antonio Nabhan Garcia
Presidente da União Democrática Ruralista - UDR

19 de Agosto do ano 14: Data provável da morte de Octávio César Augusto, primeiro imperador romano

19 de Agosto do ano 14: Data provável da morte de Octávio César Augusto, primeiro imperador romano:

Gaius Julius Caesar Octavianus (63 a. C.-14 d. C.), sobrinho-neto de Júlio César, cujo assassinato se encarregou de vingar, tornar-se-ia, mercê do seu génio político, o primeiro imperador romano. Como Júlio César, viria a fazer parte, logo após a sua morte, do panteão dos deuses de Roma.
Seu pai fora senador e pretor. Morrera, porém, quando Augusto tinha apenas quatro anos de idade. Assim, a sua entrada na vida pública contou sobretudo com o apoio de Júlio César, que, no seu testamento, o tomaria como filho adoptivo e herdeiro.
Com tal patrocínio, a carreira política de Augusto foi fulgurante desde o início. Em 43 a. C. formou com Lépido e Marco António o segundo triunvirato, tendo os três homens dividido entre si o governo do território do império. O triunvirato duraria oficialmente dez anos, mas a influência real de Lépido apagar-se-ia antes do termo desse período. Deste modo se tornava evidente a disputa entre Augusto e Marco António pelo domínio de Roma. Em 31 a. C., Augusto declara guerra a Cleópatra, a quem o seu adversário se aliara. Com a conquista do Egipto no ano seguinte, Marco António e a rainha suicidar-se-iam.
A partir de então, sem rivais a enfrentar, Augusto pôde começar, com um talento político e organizativo ímpar, a dispor de novo as estruturas do império de tal modo que garantia para si o controlo efectivo dos poderes essenciais ao mesmo tempo que mantinha as instituições republicanas. Assim, durante largos anos ostentou apenas os títulos de cônsul e tribuno, não havendo, contudo, dúvidas de que o seu poder era virtualmente ilimitado. Mais tarde assumiria também a direcção do culto religioso romano.
Enquanto os seus generais iam alargando os limites territoriais do império, sobretudo no continente europeu, Augusto consolidava o poder central e organizava a administração no que dizia respeito ao emprego de funcionários, à cobrança de impostos, à emissão de moeda e à manutenção da ordem pela frota e pelas legiões de Roma. Desta forma, o exercício do poder absoluto por Augusto coincidiria com uma época de paz e estabilidade interna no império (a chamada 
pax romana), época bem diferente do período conturbado das guerras civis que a precederam. Época áurea do império em vista da ordem social estabelecida e da extensão territorial alcançada, foi também notável pelas grandes obras realizadas (inúmeros templos foram erigidos, fez-se uma extraordinária rede de estradas) e pelas suas manifestações culturais, sobretudo no campo da literatura, em que se distinguiram autores como Virgílio, Horácio e Tito Lívio.
Octávio faleceu a 19 de Agosto do ano 14, preparou cuidadosamente a sucessão, tendo deixado o governo do império a Tibério Augusto, seu filho adoptivo.
Octávio César Augusto. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. 
wikipedia (Imagens)
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A estátua Augusto de Prima Porta



Ficheiro:Augustus Bevilacqua Glyptothek Munich 317.jpg


Busto de Augusto com a coroa cívica

Áureo de Octávio, c. de 30a. C.

File:Octavian aureus circa 30 BCE.jpg




Assassinato de Júlio César,pai adoptivo de Octávio - Jean-Léon Gérôme

File:Jean-Léon Gérôme - The Death of Caesar - Walters 37884.jpg



sábado, 18 de agosto de 2018

Moradores de Roraima ateiam fogo a abrigo de venezuelanos

Moradores de Roraima ateiam fogo a abrigo de venezuelanos:

Moradores do município de Pacaraima (RR), fronteira com a Venezuela, se revoltaram e atearam fogo a pertences de venezuelanos nesse sábado (18).

O ato, em revolta à presença dos refugiados no local, foi realizando na frente do Comando Especial de Fronteira do Exército.

Segundo a Polícia Militar, o protesto aconteceu por causa de um assalto na noite anterior (sexta, 17). Quatro venezuelanos teriam assaltado e espancado um comerciante local, provocando revolta entre os moradores da cidade.

A manifestação começou pacífica, mas terminou em violência com os moradores tacando fogo aos pertences dos refugiados e os expulsando de barracas e abrigos. A polícia de Roraima teve de pedir reforço.

Em nota, o governo de Roraima informou ter enviado reforços da PM para conter os ânimos, bem como profissionais de saúde e medicamentos para suprir as necessidades do hospital de Pacaraima. O governo também pede para que a fronteira com a Venezuela seja fechada e maior atuação do governo federal para lidar com a questão humanitária.

“É preciso que o Exército Brasileiro garanta a ordem na fronteira com a Venezuela”, diz trecho da nota.

Com informações da Agência Brasil.

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Após assalto violento, moradores de Paracaima (RR) expulsam venezuelanos

Após assalto violento, moradores de Paracaima (RR) expulsam venezuelanos:

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Imagem: Reprodução / G1
A cidade de Pacaraima, na fronteira de Roraima com a Venezuela, registra um tumulto na manhã deste sábado (18) com atos de violência e destruição em acampamentos de imigrantes venezuelanos, informou o Exército por meio da Força-tarefa Logística Humanitária.
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CORREIO DO POVO - Trump critica "censura" de vozes conservadoras nas redes sociais

Trump critica "censura" de vozes conservadoras nas redes sociais: Contas do teórico da conspiração de extrema direita Alex Jones foram proibidas ou limitadas.

O jornal que já foi o "Correio do Povo" e hoje é só um  puxadinho da Esquerda Gaúcha comandado por Juremir Machado da Silva traz matéria sobre as críticas (que por sinal este editor subscreve) de Donald Trump contra a Ditadura da Esquerda Americana na Imprensa e nas Redes Sociais. Trump, coitado, nem consegue imaginar o que significa tentar ser de direita aqui no Brasil.

18 de Agosto de 1850: Morre o escritor francês Honoré de Balzac

18 de Agosto de 1850: Morre o escritor francês Honoré de Balzac:

Escritor francês, nasceu a 20 de maio de 1799, em Tours, e morreu a 18 de agosto de 1850, na Rua Fortunée (hoje Rua de Balzac), em Paris. Quando Balzac nasceu, o pai tinha 53 anos e a mãe 21. Foi mandado para o colégio entre os oito e os catorze anos. Com a queda do governo napoleónico a família mudou-se de Tours para Paris, local onde Balzac frequentou mais dois anos de escola e passou os três anos seguintes a trabalhar no escritório de um advogado. A personalidade de Balzac ficaria marcada pela ausência de afeto maternal. Todo o seu trabalho literário se desenvolveu no ambiente de uma família burguesa representativa da mutação dos tempos. O Antigo Regime tinha sido derrubado com a Revolução Francesa.

Honoré de Balzac decidiu aos vinte anos dedicar-se à literatura. Como escritor de Cromwell (1819) e outras trágicas peças não foi além de um insucesso absoluto. De seguida escreveu romances sob pseudónimos. Como as suas obras tinham pouco êxito, lança-se nos negócios em 1825. Associa-se a um livreiro e torna-se impressor, mas em 1828 acaba por arruinar a família. Esta experiência dolorosa vai influir na obra literária. Em 1829, a publicação de duas obras deram o mote para o início do sucesso da sua carreira: les Chouans, um romance de amor que conta a história da insurreição dos camponeses de Breton contra a França revolucionária de 1799, e la Physiologie du mariage, um ensaio humorístico e satírico. Um ano depois publica Scènes de la vie privée, obra que veio aumentar a sua reputação. Estas histórias contadas por Balzac eram, na sua maior parte, estudos psicológicos baseados em conflitos entre pais e filhos. É um escritor que observa muito detalhadamente a fachada social. É como um cientista, deve muito ao positivismo de Comte (observação e experiência). Escreve o que pensa da sociedade, mas de um modo desapaixonado.

Balzac passou a maioria do seu tempo em Paris. Frequentou os salões parisienses e investiu esforços para se tornar uma figura deslumbrante da cidade das luzes. Estava ávido de fama, fortuna e amor. Encetou um conjunto de relações amorosas com mulheres da aristocracia do seu tempo. Entre 1828 e 1834 teve uma existência verdadeiramente tumultuosa. A ostentação da vida social que cultivava era um modo de se descontrair da sua enorme capacidade de trabalho, cerca de 14 a 16 horas por dia, tempo passado a escrever com uma pena de ganso e vestido com uma toga branca, quase monástica, e sempre acompanhado pelo café, o seu vício. Estes anos foram também de intensa atividade jornalística. Entre 1832 e 1835 produziu mais de vinte trabalhos dos quais se destacam: le Médecin de campagne (1833), Eugénie Grandet (1833, Eugénia Grandet), l'Illustre Gaudissart (1833) e Père Goriot (1835, Pai Goriot) uma das suas obras-primas. Neste romance reaparecem pela primeira vez personagens de romances anteriores. Tenta construir um universo coerente de seres e situações que formem um todo. O ano de 1834 marca o clímax na carreira do escritor, quando decidiu publicar uma série de livros onde retrataria a sociedade do seu tempo dividida em três categorias de romances: em Etudes analytiques retrata os princípios que governam a vida e a sociedade, em Etudes philosophiques revela as causas do determinismo da ação humana e em Etudes de murs mostra os efeitos dessas causas e divide-as em seis scènes - privadas, provinciais, parisienses, políticas, militares e rurais. Este projeto resultou num total de 12 volumes escritos entre 1834/37. Em 1840 juntou todos os volumes e mais alguns escritos posteriores, reunindo-os numa obra que intitulou la Comédie humaine (A Comédia Humana). A edição definitiva, de 24 volumes, só foi editada entre 1869 e 1876.

No período entre 1836 e 1839 escreveu le Cabinet des Antiques (1839) e as primeiras duas partes de Illusions perdues, considerada uma obra-prima, que só ficou concluída em 1843. Este livro conta a história de um jovem provinciano que vem para Paris e que, ao confrontar-se com uma nova realidade, abala as suas ideias românticas. Não há tema mais balzaquiano do que o de um jovem provinciano ambicioso que luta no mundo competitivo e adverso da grande cidade de Paris. Balzac admira estes indivíduos e tem especial atração pelo tema que coloca em conflito o indivíduo com a sociedade. As personagens balzaquianas são continuamente afetadas pelas pressões derivadas das dificuldades materiais e das ambições sociais. Ainda durante a década de trinta escreveu alguns romances relacionados com psicologia, mística e temas eróticos. A variedade de temas transformou Balzac no supremo observador e cronista da sociedade francesa contemporânea. Os seus romances são inigualáveis quer na vitalidade e na diversidade narrativas, quer no interesse obsessivo pelas várias vertentes da vida, o contraste entre os hábitos e costumes da cidade e da província, a indústria, o comércio, a arte, a literatura, a cultura, a intriga política, o amor romântico, os escândalos na aristocracia e na alta burguesia. A maioria destes assuntos estavam ainda por explorar na ficção francesa.

A história que Balzac se propôs escrever é sobretudo uma história da sociedade burguesa, não negligenciando o indivíduo nos seus silêncios e nas suas elipses. Balzac tinha um extraordinário poder de observação, memória fotográfica e capacidade intuitiva para perceber as atitudes dos outros, os seus sentimentos e motivações. O romance balzaquiano faz com que o leitor descubra a alma e os sofrimentos incógnitos, em particular os sofrimentos de abandono e de humilhação. Os seus romances são interditos a leitores unidimensionais.
Honoré de Balzac. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
wikipedia (Imagens)




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O jovem Balzac na década de 1820, desenho atribuído a Achille Devéria


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Balzac em 1842.
Pintura realizada após daguerreótipo de 1842 de Louis-Auguste Bisson
 

VÍDEO PARA ENLOUQUECER QUALQUER VAGABUNDO PETISTA - Debate rede tv Jair Bolsonaro e cabo Daciolo.

Lucidez (Ao Vivo) Jorge Aragão

LASANHA OU ENDOCARDITE


Thanks to Lisa Chequer, MD (Hobart, NZ)

OS DESESPERADOS

         Já faz um tempo que – completamente desestabilizados – os lulopetistas tem protagonizado trapalhadas dignas de uma “comédia pastelão” (ou seria uma comédia mortadela”?)
         Falo do festival de asneiras jurídicas escritas pelo seu advogado principal (o engomadinho); dos mais de 100 Habeas Corpus impetrados (incluindo aí, aquele golpe patrocinado por W. Damous e P. Pimenta com o apoio indispensável do petista Rogério Favreto), todos negados; e do desrespeito com que os petralhas (me refiro aos politicamente importantes, e não á “ralé” bolivariana) tratam o Judiciário brasileiro. Numa interpretação parcial destes, só entoam “vivas” á Justiça, quando (e só nesta hipótese) esta atende a algum dos esdrúxulos pedidos do seu chefe.
         Mas, no momento em que se imagina o fim dos ridículos e risíveis requerimentos, surgem mais dois (isso já beira apsicopatia!):
         No primeiro, os advogados do preso condenado pediram o desbloqueio de R$ 16 milhões, referentes ao patrimônio de Lula.
         Só que (num lance de amadorismo puro, assim como a tal certidão de bons antecedentes) o próprio PT declarou á Justiça Eleitoral que o patrimônio do “safado” é de R$ 7,9 milhões. E onde fica a diferença (R$ 8,1 milhões á maior, em prol do condenado preso)?
         É muita mentira; é estelionato caracterizado!
         A segunda não passa de desespero total: “arranjaram” um cobaia/laranja para impugnar a candidatura de Bolsonaro. O argumento é hilário. Que o candidato Bolsonaro seria réu perante o STF.
         No eventual caso de sucesso – automaticamente – esta impugnação sepultaria a intenção do Lula “safado” de concorrer.
         NUNCA VI TANTA BURRICE JUNTA!
         E, mais: com 13 candidatos registrados, somente a candidatura do favorito foi impugnada?
         Nem nos “Trapalhões” (programa de humor da Rede Globo) assisti a tamanha trapalhada.
         Na realidade, não é trapalhada não.
         É desespero!

         Marcelo Aiquel – advogado (17/08/2018)

RESPOSTA PARA O PATIFE DO "CINQUENTA TONS DE TEMER"


Não existem “50 tons de Temer” coisa nenhuma !!! O que existe são “50 tons do Foro de SP” - existe o tom limpinho e cheiroso do PSDB, existe o tom de troglodita alcoólatra de sindicato do PT, existe o tom que fuma maconha e dá a bunda do PSOL, o tom verde de uma imbecil da floresta que é líder do Khmer Verde...todos estes “tons” tem como base tom de merda, de lixo e corrupção chamado MDB – que sempre apoiou todos eles.

Jimi Hendrix Stockholm 1969

INFERNO E RAZÃO.


Cobra na rua: a nova lenda da imprensa internacional é que Lula é preso político.

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J. R. Guzzo, na edição impressa de Veja que estará nas bancas a partir de amanhã: "ninguém está ligando para o Brasil como ele é. O Brasil do Zé Carioca é muito mais interessante":

O tempo passa, o mundo gira, a tecnologia tornou o homem de hoje mais bem informado do que jamais foi desde que escrevia nas paredes da caverna, mas continua não existindo no universo força alguma capaz de fazer a humanidade saber com um mínimo de exatidão o que acontece no Brasil. Entenda-se, aí, os países bem-sucedidos — aqueles com renda per capita acima de 40 000 dólares por ano, acostumados a viver sob o império da lei e capazes de ganhar prêmios Nobel em assuntos sérios como física, química ou economia. Dos demais, é inútil falar. Nem sabem onde fica o Brasil e, quando por acaso ficam sabendo de alguma coisa, nunca se interessam em saber mais. Nossa real carência, desde sempre, é o vasto pouco-caso que o mundo civilizado demonstra em informar-se um pouco melhor sobre o Brasil. É desagradável. Naturalmente, isso não torna o Brasil pior do que é, nem melhor — e, além disso, a imensa maioria da população não se incomoda nem um pouco com a desinformação do mundo externo a nosso respeito. Se milhões de brasileiros não conhecem os fatos mais rudimentares sobre o próprio país, por que raios iriam lamentar a ignorância dos suecos ou dos esquimós a respeito do que acontece aqui? Mas, para o Brasil mais instruído, que foi à escola, viaja e conversa sobre política, esse desinteresse universal é uma coisa que incomoda. Justo hoje, no prodigioso mundo da comunicação absoluta em que vivemos? É humilhante.

O mundo desenvolvido, hoje, não é ignorante das mesmas coisas que ignorava no passado, como resultado direto do que sua grande imprensa escrevia sobre o Brasil. Mas, por causa do que essas mesmas fontes lhe dizem atualmente, continua imaginando que existem por aqui os fenômenos mais extraordinários. Já não se fala mais, hoje em dia, que há cobras gigantes no meio da rua em Copacabana, que o brasileiro passa a vida dormindo nas calçadas com um sombreiro mexicano na cabeça, nem que a capital do Brasil é a cidade de Bolívia. O que mudou foram as áreas sobre as quais a mídia internacional joga os seus fachos de escuridão. Fiel ao espírito dos tempos, a ignorância de hoje tornou-se politicamente correta. Não há mais interesse em dizer que você pode ser comido por uma onça ao atravessar o Viaduto do Chá. O que excita o comunicador de Primeiro Mundo, agora, é a divulgação do disparate com conteúdo político e social; isso faz parte dos seus deveres de soldado da resistência mundial em favor dos mais pobres, da igualdade, da preservação da natureza etc. etc.

A cobra de Copacabana na versão de 2018 é a lenda, promovida à categoria de verdade científica pela melhor imprensa internacional, segundo a qual o ex-presidente Lula é um “preso político”. Anda de mãos dadas, nas mesmas páginas, com a fábula de que houve um “golpe de ­Estado” no Brasil, que derrubou a presidente popular Dilma Rousseff e age, no momento, para impedir que Lula concorra à eleição presidencial de outubro próximo. Praticamente não se diz, em nenhuma notícia, que Lula está preso porque foi condenado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, em processo legal iniciado com a sua denúncia, em setembro de 2016, e concluído com a sua condenação definitiva, em janeiro de 2018. É quase impossível, da mesma forma, encontrar qualquer menção ao fato de que o ex-presidente usou durante esse período todos os meios de defesa possíveis na legislação universal; contestou todas as decisões do juízo, apresentou dezenas de recursos e não foi capaz de demonstrar, em nenhum momento, a mínima irregularidade legal no seu julgamento. Também não se diz, em lugar nenhum, que Dilma foi deposta pelo voto de quase três quartos do Congresso Nacional, após um processo de impeachment monitorado em todos os detalhes pelo Supremo Tribunal Federal — e durante o qual não se encontrou até agora uma única ilegalidade de fundo ou de forma.

O que a imprensa mundial diz ao público é que Lula está preso porque lidera “todas as pesquisas”; se estivesse solto, seria candidato a presidente e ganharia a eleição, e “não querem” que isso aconteça, porque ele voltaria a ajudar os pobres. Quem “não querem”? E o que alguém ganharia ficando contra “os pobres”? Não há essas informações. Também não há nenhuma palavra sobre o fato de que a presidência de Lula foi o período de maior corrupção já registrado na história mundial — realidade comprovada por delações, confissões e devolução de bilhões em dinheiro roubado.

Mas e daí? Ninguém está ligando para o Brasil como ele é. O Brasil do Zé Carioca é muito mais interessante.

Publicado em VEJA de 22 de agosto de 2018, edição nº 2596

ANOS DE AMOR LUZ



ANOS DE AMOR LUZ

Milton Pires

As plêiades, as supernovas
e os buracos negros, os
quasares nas infinitas
distâncias...Tudo está
mais perto de mim do
que tu. Somos feitos de
de singularidades: meu
tempo não é o teu, teu
espaço não existe em
mim e, sendo assim…
pelo universo afora,
somos o mais puro
e completo, o mais
eterno e infinito...

desencontro…

agosto de 2018.

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

OS MARGINAIS NO BRASIL.


O BRASIL tem dois tipos de marginais: os que não conseguem conviver em Sociedade e os que GOVERNAM a Sociedade. (Milton Pires)

A FRASE QUE MARCA AS DUAS PRIMEIRAS DÉCADAS DO SÉCULO XXI

A frase que, na minha modesta opinião, DEFINE as primeiras duas décadas do século XXI:


“A Imprensa é Inimiga do Povo” 

(Donald Trump)

O BRASIL PERPLEXO COM A ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS.


Milton Pires. 

É estarrecedora a decisão do Comitê de Direitos Humanos da Organização da Nações Unidas (ONU) de recomendar que Lula participe da eleição de outubro.

Todo Brasil, a Nação inteira que busca desesperadamente por emprego, com aproximadamente vinte milhões de pessoas na ociosidade sem conseguir pagar as contas, criar os filhos, comprar comida...o país que é massacrado por mais de sessenta mil assassinatos por ano está perplexo. Nos hospitais públicos e UPAS  imundas os pacientes agonizam em macas, policiais são mortos como bichos e professores apanham de alunos viciados em crack.

Sabemos quem são os responsáveis por esta herança maldita. Sabemos o que Lula e o Regime Petista fizeram com Brasil.

Os brasileiros, através de Oswaldo Aranha, fazem parte da própria história de uma organização que nasceu em 1947 sob os escombros de um mundo destruído pela loucura totalitária dos regimes nazista, fascista e do imperialismo japonês.

A ONU surgiu, entre outras coisas, para impedir a possibilidade de um escândalo de corrupção como aquele que o PT produziu no Brasil – hoje, com o aparelhamento comunista, com a Ditadura do Partido Democrata e do lixo do Foro de SP, sabemos que ela falhou.

Lula é um criminoso – um criminoso de Guerra que deveria, depois de Curitiba, ser julgado em Genebra, Haia ou Paris – a mesma Paris que sediou conversações em que a ONU tantas vezes fez questão de fazer vista grossa para o genocídio perpetrado no Cambodia por Pol Pot no seu delírio de Khmer Vermelho.

Quem faz vista grossa para o Cambodia, para Cuba e para Venezuela, quem não é notícia mundial denunciando o horror do campos da Coreia do Norte deveria se calar – lembrem primeiro dos policiais e da população civil massacradas no Brasil, lembrem da condição dos pacientes nos hospitais e de todos os outros presos que vivem em masmorras de tuberculose, AIDS, estupros e uso de drogas.

Só depois de falar sobre  isso tudo e fazer “recomendações” públicas é que vocês podem ter a audácia de defender o amigo de vocês, chefe de quadrilha, que está na cadeia e que, se Deus quiser, deverá ficar lá até a morrer.

17 de agosto de 2018.

Itamaraty diz que decisão da ONU sobre Lula não tem efeito

Itamaraty diz que decisão da ONU sobre Lula não tem efeito:

O governo brasileiro considerou “sem efeito juridicamente vinculante” a decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU de garantir ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seus direitos políticos, mesmo condenado e preso. Por meio de nota, Ministério das Relações Exteriores afirmou que as conclusões do comitê têm apenas caráter de recomendação.

O Itamaraty sublinhou que a delegação permanente do Brasil em Genebra não foi previamente avisada de sua manifestação sobre o caso do ex-presidente nem recebeu do comitê pedidos de informação sobre o mesmo processo. Também declarou que o órgão da ONU não é integrado por países, mas por “peritos que exercem a função em sua capacidade pessoal”.

A recomendação do Comitê de Direitos Humanos da ONU, se cumprida, garantiria a Lula o direito de concorrer nas eleições deste ano e acesso à imprensa e a membros do seu partido, apesar de preso nas instalações da Polícia Federal em Curitiba após ter sido condenado a 12 anos e um mês de prisão em processo da Operação Lava Jato.

A deliberação será encaminhada pelo Itamaraty para o Judiciário, que deverá providenciar uma resposta ao comitê da ONU. A decisão preliminar desse órgão, com sede em Genebra, divide juristas ouvidos por VEJA.

Paulo Borba Casella, diretor do Departamento de Direito Internacional da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, afirma ser essa decisão preliminar e sem consequências práticas até que o governo brasileiro se manifeste oficialmente e haja uma revisão.

Em sua opinião, o Brasil deve se manifestar ao comitê o mais rapidamente possível para confirmar que todo o processo legal do caso do tríplex no Guarujá – que levou Lula à prisão – foi seguido, com amplo direito à defesa, e para sublinhar que a condenação do ex-presidente se deu em duas instâncias da Justiça e foi respaldada pelas cortes superiores – o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF).

“Quem está condenado e preso tem seus direitos políticos prejudicados”, assinalou.

Segundo Casella, situação similar ocorreu depois da aprovação da reforma trabalhista pelo Congresso, quando a Organização Internacional do Trabalho (OIT) manifestou preliminarmente ser contrária às mudanças sob o argumento de que elas feriam os direitos dos brasileiros. No plenário da organização, depois das explicações de Brasília, concluiu-se que não houve ilegalidade.

Para o especialista em Direito Internacional, a iniciativa dos advogados de defesa de Lula de levar seu caso ao comitê foi uma “manobra que surtiu efeito”. A matéria, certamente, será revista.

Valério Mazzuoli, professor-associado de Direito Internacional Público da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), concorda que a decisão do comitê foi uma “medida precária e de caráter liminar”.  “A decisão do comitê é legítima, o que não significa que o ex-presidente seja elegível em razão da condenação dele em segunda instância”, afirmou. “Ele pode participar do pleito. Mas o comitê não muda em nada a decisão da lei brasileira de que ele foi condenado em duas instancias e está inelegível.”

Mazzuoli sublinhou que os tratados de direitos humanos valem mais que as leis e devem ser respeitados. Nesse caso, o comitê diz que o ex-presidente pode concorrer – mas nada diz sobre Lula assumir a Presidência da República se for eleito em outubro.

O comitê decidiu a questão com base no Protocolo Facultativo ao Pacto de Direitos Civis e Políticos, que reconhece a jurisdição do Comitê de Direitos Humanos. O documento foi ratificado pelo Brasil em 1992. Dezesseis anos depois, o Supremo alocou os tratados no nível supralegal, o que lhes deu precedência sobre as leis brasileiras. Por isso, explica Mazzuoli, “não há como dizer que a decisão não vale”.

O artigo 5 do Protocolo Facultativo estabelece que o comitê, após receber as queixas e denúncias, dará seis meses ao Estado acusado para emitir uma resposta. Depois disso, toma uma decisão a portas fechadas. Se responder rápido ao comitê, como recomenda Casella, o governa tenderá a remover possíveis ruídos do processo eleitoral. Se deixar para o último dia, a eleição e posse do novo presidente já terão ocorrido.

Anexos originais:


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Comité da ONU pede ao Brasil que garanta direito de Lula da Silva se candidatar

Comité da ONU pede ao Brasil que garanta direito de Lula da Silva se candidatar: O Comité de Direitos Humanos da ONU pediu hoje ao Brasil que permita que o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva possa exercer todos os seus direitos políticos como candidato enquanto estiver na prisão.


Anexos originais:


Itamaraty diz que conclusões de comitê da ONU não têm efeito jurídico

Itamaraty diz que conclusões de comitê da ONU não têm efeito jurídico:

O Itamaraty soltou nota na tarde desta sexta-feira (17) informando que “tomou conhecimento, sem qualquer aviso ou pedido de informação prévios, de deliberação do Comitê de Direitos Humanos relativa a candidatura nas próximas eleições”.

A nota faz referência ao pedido do Comitê de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) para que as autoridades brasileiras garantam os direitos políticos do ex-presidente Lula.

O órgão da ONU se manifestou em resposta a um pedido da defesa do ex-presidente, mas o caso ainda é avaliado pelo órgão. Segundo o Comitê, há indícios de violação do art. 25 do Pacto Internacional sobe Direitos Civis e Políticos, do qual o Brasil é signatário.

O órgão também pede que as autoridades permitam ao petista ser candidato à Presidência da República até que todos os recursos de sua condenação sejam analisados. O mérito será analisado em 2019.

Segundo o Itamaraty, “as conclusões do Comitê têm caráter de recomendação e não possuem efeito juridicamente vinculante”.

Em nota, os advogados de Lula repercutiram a decisão do comitê. “Nenhum órgão do Estado Brasileiro poderá apresentar qualquer obstáculo para que o ex-presidente Lula possa concorrer nas eleições presidenciais de 2018 até a existência de decisão transitada em julgado em um processo justo, assim como será necessário franquear a ele acesso irrestrito à imprensa e aos membros de sua coligação política durante a campanha”, afirmaram.

Lula foi condenado a 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá. O petista está preso na Superintendência Regional da Polícia Federal em Curitiba desde 7 de abril de 2018.

Na última quarta-feira (15), o PT registrou a candidatura de Lula no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No mesmo dia, o Ministério Público Eleitoral entrou com uma petição para impugnar a candidatura do petista. O relator das ações é o ministro Luís Roberto Barroso.

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Ministro das Relações Exteriores diz que Justiça Eleitoral, e não ONU, decide sobre candidatura de Lula

Ministro das Relações Exteriores diz que Justiça Eleitoral, e não ONU, decide sobre candidatura de Lula:

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Imagem: Evaristo Sá / AFP
O ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, disse que a decisão sobre participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições presidenciais do Brasil cabe à Justiça Eleitoral e não à Organização das Nações Unidas (ONU). Aloysio afirmou ao jornal O Globo que o documento do Comitê de Direitos Humanos da ONU pedindo que Lula participe como candidato e possa dar entrevistas tem apenas caráter de recomendação.
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Urgente: Ministro do TSE nega recurso de Lula para participar de debate da RedeTV

Vagabundo Petista Presidiário quebra a cara mais uma vez com a Justiça Brasileira. 

SALVARBrasil 17.08.18 18:06

O ministro Sérgio Banhos, do TSE, acaba de negar recurso da defesa de Lula contra a decisão monocrática que rejeitou a participação do presidiário no debate presidencial da RedeTV.

Banhos disse que “o pedido de reconsideração formulado não há como ser acolhido, em razão da ausência de plausibilidade jurídica”.

Em resumo, escreveu, “é mero inconformismo”.

POLÍBIO BRAGA - O eixo do mal se juntou todo contra Bolsonaro, não é FHC ?

O DESESPERO DA IMPRENSA COM BOLSONARO

A imprensa corrupta e vagabunda petista do Brasil já entrou na fase de dizer que, "segundo as pesquisas", Bolsonaro já está no segundo turno...rsss. Mentira: eles sabem que o cara ganha no primeiro turno se "nada for feito"...

17 de Agosto de 1962: Ao tentar atravessar o Muro de Berlim, Peter Fechter, de 18 anos, é morto, tornando-se uma das primeiras vítimas dos guardas de fronteira da Alemanha Oriental.

17 de Agosto de 1962: Ao tentar atravessar o Muro de Berlim, Peter Fechter, de 18 anos, é morto, tornando-se uma das primeiras vítimas dos guardas de fronteira da Alemanha Oriental.:

No dia 17 de Agosto de 1962, guardas da Alemanha Oriental matam o jovem Peter Fechter, de 18 anos, que tentava fugir saltando o Muro de Berlim em direcção a Berlim Ocidental.
O incidente de 1962 ocorreu quase um ano após o início da construção do Muro de Berlim. Em Agosto de 1961, as autoridades de Berlim Oriental começaram a estender rolos de arame farpado através da fronteira entre Berlim Oriental e Berlim Ocidental. Apenas em questão de dias, um muro de blocos de betão era erguido, com guaritas de vigilância. Nos meses que se seguiram, mais arame farpado, metralhadoras, holofotes, guardas fronteiriços, minas e barreiras de betão
 foram postos, separando completamente as duas metades da cidade. Funcionários norte-americanos, ingleses e franceses condenaram a acção do governo da Alemanha Oriental, mas nada fizeram para evitar a construção. 

No dia 17 de Agosto de 1962, dois jovens de Berlim Oriental tentaram escalar o muro e passar para o outro lado. Um deles conseguiu escalar e, embora tenha sofrido vários cortes, conseguiu passar para Berlim Ocidental. Enquanto polícias no lado oeste observavam a cena petrificados, o segundo jovem foi alvejado por metralhadoras cujos tiros partiam do lado oriental. O rapaz caiu mas conseguiu levantar-se novamente, alcançar o muro e tentar a escalada. Mais tiros foram ouvidos. O jovem foi ferido nas costas, gritou e caiu de costas no muro. Durante uma hora, permaneceu estendido,  a gritar por socorro. 


Uma multidão furiosa de cidadãos berlinenses ocidentais bradava aos homens da segurança oriental para socorrê-lo, porém parecia que estavam contentes em ver o rapaz morrer. Finalmente, ele morreu no próprio local. Os guardas orientais correram então até onde o corpo jazia e removeram-no numa viatura.

Durante a existência do Muro de Berlim (1961 a 1989), cerca de 136 pessoas foram mortas a tentar passar do Leste para o Oeste de Berlim. Os dirigentes da Alemanha Oriental sempre alegaram que o muro foi erguido para proteger o regime e a economia das perniciosas influências da cultura e do capitalismo da Alemanha Ocidental. Os ocidentais respondiam, no entanto, que nos cerca de 30 anos em que perdurou o muro ninguém foi fuzilado tentando entrar em Berlim Oriental.

Em 1997, dois dos guardas que atiraram contra Peter Fechter foram levados a julgamento e condenados por homicídio. Erich Schreiber e Rolf Friedrich tieveram penas de 21 e 20 meses de prisão, respectivamente. 
Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)
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Peter Fechter
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Memorial a Peter Fechter em Berlim


quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Secretaria da Saúde de Porto Alegre deve Explicações sobre Médico do Município cuidando de Petistas em Greve de Fome em BRASÍLIA.

Circula pela redes sociais os Posts abaixo que este Editor recebeu e que questionam qual a situação funcional de um médico do Município de Porto Alegre que está em Brasília. 


PIADA DO DIA - Divulgar mentira eleitoral dá cadeia

Num país cuja Imprensa é tão vagabunda e corrupta que chega ao ponto de fazer "pesquisa" com nome do Presidiário que lhe deu dinheiro?

Divulgar mentira eleitoral dá cadeia:

O artigo 323 do Código Eleitoral prevê detenção de até 1 ano para quem divulgar propaganda eleitoral com fatos inverídicos sobre partidos ou candidatos capazes de influenciar o eleitor...

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ANTAGONISTA DEBOCHA DOS ELEITORES DE BOLSONARO - Os bolsominions vão marchar até o STF?

De uma coisa o "Antagonista" pode ter certeza: se os eleitores do Bolsonaro forem até Brasília, será com dinheiro próprio; não com dinheiro Público.

Os bolsominions vão marchar até o STF?:

Luiz Fux marcou para 28 de agosto os depoimentos dos deputados Onyx Lorenzoni e Pastor Eurico como testemunhas de defesa de Jair Bolsonaro na ação por apologia ao estupro de Maria do Rosário...

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UMA EXCELENTE NOTÍCIA - Delegado é substituído por coronel da reserva no setor de inteligência do Rio

Delegado é substituído por coronel da reserva no setor de inteligência do Rio:

Ancelmo Gois informa que o coronel da reserva do Exército Augusto Cesar de Brito Naylor será anunciado hoje como novo subsecretário de Inteligência da Secretaria de Estado de Segurança do Rio...

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OFÍCIO EM QUE RAQUEL DODGE PEDE IMPUGNAÇÃO DA CANDIDATURA DE VAGABUNDO PETISTA LULA.


STF marca depoimentos no caso em que Bolsonaro é réu por dizer que Maria do Rosário não merece ser estuprada

STF marca depoimentos no caso em que Bolsonaro é réu por dizer que Maria do Rosário não merece ser estuprada:

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Imagem: Nelson Almeida / AFP
O STF marcou para 28 de agosto os depoimentos dos deputados Onyx Lorenzoni e Pastor Eurico como testemunhas de defesa de Jair Bolsonaro no caso em que ele é réu por dizer que a deputada Maria do Rosário não merece ser estuprada.
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16 de Agosto de 1900: Morre o escritor e diplomata português José Maria Eça de Queiroz, autor de "Os Maias"

16 de Agosto de 1900: Morre o escritor e diplomata português José Maria Eça de Queiroz, autor de "Os Maias":

Escritor português, José Maria Eça de Queirós nasceu a 25 de novembro de 1845, na Póvoa de Varzim, filho de um magistrado, também ele escritor, e morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris. É considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.

Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70, já então aglutinados em torno da figura carismática de Antero de Quental, e onde acedeu às recentes ou redescobertas correntes ideológicas e literárias europeias: o Positivismo, o Socialismo, o Realismo-Naturalismo, sem, contudo, participar ativamente na que seria a primeira polémica dessa geração, a Questão Coimbrã (1865-1866).

Terminado o curso, iniciou a sua experiência jornalística como redator do jornal O Distrito de Évora (1866) e como colaborador na Gazeta de Portugal, onde publicou muitos dos textos - indiciadores de uma nova estilística imaginativa - postumamente reeditados no volume das Prosas Bárbaras. Em 1867 fundou o jornal O Distrito de Évora. No final desse ano, formou-se o "Cenáculo", de que viriam a fazer parte, nesta primeira fase, além de Eça, Jaime Batalha Reis, Ramalho Ortigão, Oliveira Martins e Salomão Saragga, entre outros. Após uma viagem pelo Oriente, para assistir à inauguração do canal de Suez como correspondente do Diário Nacional, regressou a Lisboa, onde participou, com Antero de Quental e Jaime Batalha Reis, na criação do poeta satânico Carlos Fradique Mendes e escreveu, em 1870, em parceria com Ramalho Ortigão, o Mistério da Estrada de Sintra. No ano seguinte, proferiu a conferência "O Realismo como nova expressão da Arte", integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola, com influência das doutrinas de Proudhon e Taine. No mesmo ano, iniciou, novamente com Ramalho, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa. Em 1872, iniciou também a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocuparia o cargo de cônsul sucessivamente em Havana (1872), Newcastle (1874), Bristol (1878) e Paris (1888). O afastamento do meio português - aonde só ia muito espaçadamente - não o impediu de colaborar na nossa imprensa, com crónicas e contos, em jornais como A Atualidade, a Gazeta de Notícias, a Revista Moderna, o Diário de Portugal, e de fundar a Revista de Portugal (1889), dando-lhe um critério de observação mais objetivo e crítico da sociedade portuguesa, sobretudo das camadas mais altas. Aliás, foi em Inglaterra que Eça escreveu a parte mais significativa da sua obra, através da qual se revelou um dos mais notáveis artistas da língua portuguesa. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa, de onde se destacam O Primo Basílio (1878), O Crime do Padre Amaro (2.ª edição em livro, 1880), A Relíquia (1887) e Os Maias (1888), este último considerado a sua obra-prima. Parte da restante obra foi publicada já depois da sua morte, cuja comemoração do seu centenário teve lugar no ano 2000.

Na obra deste vulto máximo da literatura portuguesa, criador do romance moderno, distinguem-se usualmente três fases estéticas: a primeira, de influência romântica, que engloba os textos posteriormente incluídos nas Prosas Bárbaras e vai até ao Mistério da Estrada de Sintra; a segunda, de afirmação do Realismo, que se inicia com a participação nas Conferências do Casino Lisbonense e se manifesta plenamente nos romances O Primo Basílio e O Crime do Padre Amaro; e a terceira, de superação do Realismo-Naturalismo, espelhada nos romances Os Maias, A Ilustre Casa de Ramires e A Cidade e as Serras.

Bibliografia: Da imensa bibliografia de Eça de Queirós salientam-se O Mistério da Estrada de Sintra, 1870 (romance); O Primo Basílio, 1878 (romance); O Crime do Padre Amaro, 2.ª ed., 1880 (romance); O Mandarim, 1880 (conto); A Relíquia, 1887 (romance); Os Maias, 1888 (romance); Uma Campanha Alegre, 1890-1891 (crónicas); A Correspondência de Fradique Mendes, 1900 (romance, edição póstuma); A Ilustre Casa de Ramires, 1900 (romance, edição póstuma); Prosas Bárbaras, 1903 (crónicas, edição póstuma); Cartas de Inglaterra, 1905 (folhetins, edição póstuma); Ecos de Paris, 1905 (folhetins, edição póstuma); Notas Contemporâneas, 1909 (crónicas, edição póstuma); Últimas Páginas, 1912 (crónicas, edição póstuma); A Capital (romance, edição póstuma)
Eça de Queirós. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011.
wikipedia (Imagens)

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Eça de Queirós, c.1882

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Capa da primeira edição do volume I, em 1888