Ataque Aberto

"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

A favela em Porto Alegre

A favela em Porto Alegre:

A TV Globo mostra o ‘acampamento’ da Via Campesina em Porto Alegre.

A capital gaúcha ganhou uma favela.

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VAGABUNDO PETISTA LULA VAI DENUNCIAR TRF-4 À ONU


LULA VAI DENUNCIAR TRF-4 À ONU:

Lula vai denunciar o TRF-4 à ONU.

“Prevendo uma derrota nesta semana”, diz a Folha de S. Paulo, “a defesa de Lula marcou novo ato público para debater o caso ‘nos âmbitos nacional e internacional’, dia 29, em São Paulo, quando deve ser anunciada uma nova petição do ex-presidente à ONU.”

Isso explica a iniciativa do condenado de levar o advogado australiano Geoffrey Robertson para o julgamento.

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GAZETA DO POVO - Cotas para transgêneros: decadência da universidade pública.

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Cotas para transgêneros: decadência da universidade pública.:

A intenção original das ações afirmativas, de onde os progressistas brasileiros importaram a ideia do sistema de cotas nas universidades, foi a de reparar um sistema de segregação que durou até a década de 1960 nos Estados Unidos. Lá, o governo violava a noção de igualdade ao tratar negros como cidadãos inferiores, que eram impedidos de frequentar certas universidades e escolas, e de ocupar certos cargos. 

Pode-se discutir se esta era a melhor solução para remediar o problema. Mas, de fato, havia uma razão clara para a adoção de um sistema de cotas, posteriormente convertido nas chamadas ações afirmativas.

No Brasil, a adaptação dessa ideia sempre foi problemática.

Primeiro, porque não houve, após a abolição da escravidão, um sistema oficial que impedisse os negros ou indígenas de frequentar instituições de ensino. 

Em segundo lugar, por causa da falta de delimitação clara entre brancos e negros. 

Agora, parece que o próximo passo das universidades públicas é estender a transexuais e transgêneros o critério diferenciado de seleção que já é aplicado (por lei federal) a alunos de baixa renda, oriundos de escolas públicas, negros e indígenas.

E isto gera ainda mais problemas.

Como mostrou a Gazeta do Povo, uma das pioneiras nesse quesito é a Universidade Federal do Cariri (UFCA). Inicialmente, a reserva de vagas será aplicada apenas no mestrado e no doutorado. Outras instituições, como a Universidade Federal da Bahia, debatem o assunto.

O problema se torna evidente no critério de seleção: basta se autodeclarar transexual ou transgênero para concorrer uma das vagas reservadas. Ou seja: especialmente no caso dos transgêneros, em que não é preciso ter qualquer aparência externa característica, é impossível haver um exame objetivo. Bastará a um homem dizer que, em sua mente, é uma mulher.

Pessoas que se identificam como transexuais ou transgêneros sempre puderem ir à escola, ter empregos e concorrer livremente no vestibular (que, a propósito, impede discriminação porque os candidatos não são identificados, ao contrário do sistema americano). Não há empecilhos no sistema legal que os impeçam de chegar a uma universidade. 

Além disso, diferentemente da negritude, o transexualismo não necessariamente é permanente: não há ex-negros, mas existem pessoas que acreditam ser transgêneros e depois deixam de se identificar como tal. 

O que se fará com um aluno que, porventura, declarar-se transgênero, for aprovado pelo sistema de cotas e depois decidir que deixou de sê-lo? 

Por fim, há um debate mais profundo a ser feito.

Se a função da universidade é combater desigualdades ou fazer a "justiça social", é o caso de se indagar por que ainda existe um processo competitivo de seleção, em vez de um sistema que distribua as vagas àqueles considerados mais oprimidos e desfavorecidos. 

Se o mérito intelectual ainda é um fator relevante, e se o sistema de cotas é mesmo a melhor forma de corrigir injustiças, melhor seria restringir o sistema de cotas àqueles que mais precisam. E, como os dados mostram, a barreira econômica, não o preconceito, é o principal entrave no acesso à educação de qualidade. (Gazeta do Povo).

POLÍBIO BRAGA - Esta foto mostra o enorme fracasso do primeiro grande ato público do lulopetismo em Porto Alegre

Esta foto mostra o enorme fracasso do primeiro grande ato público do lulopetismo em Porto Alegre:

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As bandeiras vermelhas do PT e seus aparelhos MST, Via Campesina, UNE, CUT, Fetrafi et caterva, só atrapalharam o trânsito. 

A foto ao lado é da RBS. O fotógrafo Ronaldo Bernardi conseguiu um ângulo mais poderoso da marcha dos lulopetistas em direção a Porto Alegre, pela BR-290.

A foto na nota abaixo, menos expressiva, foi postada no Facebook da senadora Gleise Hoffmann, que participa da CONTINUE LENDO

Cármen Lúcia suspende a posse de Cristiane Brasil


Cármen Lúcia suspende a posse de Cristiane Brasil:

De plantão no STF, Cármen Lúcia suspendeu a posse de Cristiane Brasil no Ministério do Trabalho. Temporariamente.

Carminha disse:

“Pelo exposto, com base no poder geral de cautela (caput do art. 297 do Código de Processo Civil) e nos princípios constitucionais da segurança jurídica e da efetividade da jurisdição, que seriam comprometidos com o ato de posse antes de se poder examinar a suspensão das decisões de primeira e de segunda instâncias que a impediam neste momento, defiro parcialmente a providência liminar para a suspensão do ato de posse até que, juntadas as informações, incluído o inteiro teor do ato reclamado, seja possível a análise dos pedidos formulados na presente reclamação, sem prejuízo de reexame desta decisão precária e urgente.”

Nem na garagem do Jaburu, Cristiane.

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22 de Janeiro de 1561: Nasce o ensaísta, filósofo e político inglês Francis Bacon

22 de Janeiro de 1561: Nasce o ensaísta, filósofo e político inglês Francis Bacon:

Filósofo inglês, nascido em Londres a 22 de janeiro de 1561 e falecido a 9 de abril de 1626, na Torre de Londres, era filho de Sir Nicholas Bacon (Guarda do Grande Selo) e de lady Anna Cook, sendo esta uma senhora rigorosamente puritana e seguidora de Calvino. Foi a sua mãe uma das grandes influências na sua forma de pensar e na escrita, contrabalançada pela família paterna, mais ligada ao mundo da corte. Dada a sua ascendência nobre, a partir dos quinze anos foi enviado para Cambridge, onde estudou Escolástica e Filosofia no Trinity College. Assim que a sua formação terminou, em 1577, começou a trabalhar no meio diplomático, concretamente em França e com o embaixador inglês Sir Amyas Paulet. Retornou pouco depois a Inglaterra, uma vez que a família passava por uma crise financeira, e iniciou a sua formação em Direito na Gray's Inn (onde lecionaria a partir de 1589). Concluiu a mesma em 1582 e dois anos depois foi deputado no Parlamento, seguindo-se a nomeação de Conselheiro da Coroa. O seu papel foi menos brilhante nas circunstâncias que levaram o conde de Essex à morte: o conde tinha protegido Bacon quando as críticas à política de impostos da rainha Isabel I o retiraram da cena pública, tendo inclusivamente dado ao advogado uma propriedade com um palacete. No entanto Essex foi acusado de traição, de apoiar o rival escocês que pretendia ocupar o trono onde se sentava a rainha, e Bacon, depois de tentar em vão que Essex desistisse da sua simpatia, acusou-o e, consequentemente, o conde foi condenado à morte. Bacon foi depois conselheiro do rei Jaime I, que lhe deu o título de "Sir", de barão de Verulamo e de visconde de Saint Alban, foi Guarda do Grande Selo, Lorde Protetor (1617) e, no seguinte ano, Lorde Chanceler. Com uma lealdade ao rei incontestável, acreditou no absolutismo monárquico, o que provocou uma onda de descontentamento por todo o reino, sobretudo no seio do Parlamento. O Chanceler foi então acusado de receber presentes da parte de pessoas interessadas em processos litigiosos sobre os quais ele opinava, sendo exonerado de todos os seus cargos em 1621 e encarcerado na Torre de Londres. Faleceu cinco anos depois. A face filosófica de Bacon baseou-se na tentativa de marcar um ponto de viragem e criar uma nova conceção, chamada Instauratio magna scientiarum, cuja passagem à escrita não foi concluída. Anti-escolástico e profundamente empirista, preconizava uma utilização do conhecimento científico que permitisse ao Homem dominar a Natureza. Para tal era necessário que determinados preconceitos ou "ídolos" (da tribo - como a alquimia e a astrologia -, da caverna - as imposições da sociedade -, da vida pública - má utilização da linguagem - e da autoridade - submissão plena à mesma), como explica nas suas obras, fossem mitigados ou ultrapassados, diluindo a sua importância. O domínio do conhecimento científico passava pela superação desses ídolos. Assim sendo, criou um método para estudar os fenómenos da Natureza e chegar ao conhecimento verdadeiro através do empirismo. Além da Instauratio magna scientiarum (composta por seis partes, escreveu diversas obras no âmbito da filosofia, como Novum organum, Meditationes Sacrae, New Atlantis, De fluxu et refluxu, Cogitationes de natura rerum, Inquisitio de motu e De interpretatione naturae. Produziu igualmente escritos de teor jurídico (Cases of treason, The elements of de common lawes of England e The learned reading os Sir Francis bacon upon the statute of uses) e literário (Colours of good and evil, History of Henry VII, De sapientia veterum e Essays).
Francis Bacon (filósofo). In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
wikipedia (Imagens)


Ficheiro:Francis Bacon, Viscount St Alban from NPG (2).jpg
Sir Francis Bacon


File:Frontispiece to 'The History of the Royal-Society of London'.jpg


Frontispício  da História da Royal Society de Londres. Bacon surge à direita

domingo, 21 de janeiro de 2018

O EDITOR VOLTA A APRESENTAR A FOTO DO RESPONSÁVEL POR TUDO QUE VAI ACONTECER EM PORTO ALEGRE A PARTIR DE AMANHÃ.


Eduardo Villas Bôas

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Eduardo Villas Bôas
Nome completoEduardo Dias da Costa Villas Bôas
Dados pessoais
Nascimento7 de novembro de 1951 (66 anos)Cruz AltaRio Grande do Sul
Vida militar
ForçaCoat of arms of the Brazilian Army Exército Brasileiro
Anos de serviçoDesde 1 de março de 1967 (50 anos)
HierarquiaGeneral do Exército.gif General de exército
Comandos
Eduardo Dias da Costa Villas Bôas(Cruz Alta7 de novembro de 1951) é um general de exércitodo Exército Brasileiro. É o Comandante do Exército Brasileirodesde 5 de fevereiro de 2015.[1]

Carreira militar[editar | editar código-fonte]

Ingressou no Exército em 1 de março de 1967, na Escola Preparatória de Cadetes do Exército, em Campinas - SP. Em 1970, ingressou na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) onde, em 15 de dezembro de 1973, foi declarado Aspirante-a-Oficial da Arma de Infantaria, onde obteve a 7ª colocação de uma turma de 125 cadetes.[2] Foi promovido ao posto de 2º Tenente em 31 de agosto de 1974 e a 1º Tenente em 31 de agosto de 1976.
Foi promovido ao posto de capitão em 31 de agosto de 1978, realizou o curso da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, e foi designado instrutor da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN).

Oficial superior[editar | editar código-fonte]

Foi promovido a major em 31 de agosto de 1986 e a Tenente-Coronel em 30 de abril de 1991. Realizou o curso da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME) e foi instrutor chefe do Curso de Infantaria da AMAN.
Ainda como Oficial Superior, foi chefe da Assessoria de Atividades Especiais do Comando de Operações Terrestres (COTER). No exterior, exerceu a função de Adjunto do Adido junto à Embaixada do Brasil na República Popular da China.
Ascendeu ao posto de Coronel em 30 de abril de 1996.
Foi comandante do 1º Batalhão de Infantaria de Selva e, posteriormente, realizou o Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia da Escola Superior de Guerra. Em seguida, foi chefe da Assessoria Parlamentar do Gabinete do Comandante do Exército.[3]

Oficial General[editar | editar código-fonte]

Promovido a General de Brigada em 31 de março de 2003,[4] foi nomeado Chefe do Estado-Maior do Comando Militar da Amazônia.[5] Posteriormente, entre 2005 e 2008, exerceu o cargo de Comandante da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais.
Em 31 de março de 2008, ascendeu ao posto de General de Divisão[6] e foi designado para trabalhar no Estado-Maior do Exército (EME)[7], onde assumiu as funções de 3º Subchefe (doutrina), 7º Subchefe (planejamento estratégico), chefe da Assessoria Especial de Gestão e Projetos e, finalmente, Vice-Chefe.
Atingiu o posto máximo da carreira, em 31 de julho de 2011, quando foi promovido a General de Exército.[8]
No período de agosto de 2011 a abril de 2014 exerceu a função de Comandante Militar da Amazônia. Nesse período, recebeu o título de Cidadão de Manaus, concedido pela Câmara Municipal daquela cidade.[9]
Após o CMA nomeado Comandante de Operações Terrestres, entre 8 de abril de 2014 e 15 de janeiro de 2015.[10][11]
Em 7 de janeiro de 2015, foi escolhido como Comandante do Exército Brasileiro e em 5 de fevereiro de 2015 recebeu, oficialmente, o cargo do General de Exército Enzo Martins Peri.

LÍDER DE MOVIMENTO TERRORISTA CONVOCA BANDIDOS PARA "BATALHA" EM PORTO ALEGRE.




RÁDIO GUAÍBA - TERRORISTAS DO MST COMEÇAM A MONTAR ACAMPAMENTO EM PORTO ALEGRE.

21 janeiro 2018 - 17:20

Integrantes do MST iniciam acampamento em Porto Alegre para julgamento de Lula. Estrutura será montada no Anfiteatro Pôr do Sol e terá a participação de mais de 200 trabalhadores rurais sem terra



Acampamento está sendo erguido em Porto Alegre. Foto: divulgação

Os movimentos da Frente Brasil Popular iniciaram na tarde deste domingo (21) no Anfiteatro Pôr do Sol a montagem da estrutura do Acampamento Democracia e em Defesa do direito de Lula ser Candidato. Os caminhões descarregam durante todo o dia as estruturas e mais de 200 trabalhadores rurais sem terra estão envolvidos na construção das tendas para plenária de debates, alojamento das caravanas, cozinha e centro de saúde. O início da jornada será na segunda-feira (22), com a marcha de camponeses da Via Campesina, na BR-116, na Ponte do Guaíba até o local do acampamento. Além disso, a partir das 14h, haverá um seminário sobre arbitrariedades do processo contra o presidente Lula.

Já na terça-feira (23), os acampados farão uma marcha até o auditório Dante Barone, na Assembleia Legislativa, para o ato das mulheres pela democracia, a partir das 10h. À tarde, o coordenador do MST e da Frente Brasil Popular, João Pedro Stedile, participa de seminário sobre a conjuntura brasileira.

Segundo a assessoria do Movimento, o grande ato terá concentração a partir das 17h na Esquina Democrática, onde acontecerá o ato político, que será seguido por uma marcha pelo centro até o Anfiteatro Pôr do Sol, onde acontecerá a Grande Vigília pela democracia, que acompanhará a 2 quilômetros do TRF 4 o julgamento do ex-presidente Lula.



POLÍBIO BRAGA - Gaúchos partem para Porto Alegre de relho nas mãos

Gaúchos partem para Porto Alegre de relho nas mãos:

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Francisco Lopes, ao lado, cavalga para chegar cedo em Porto Alegre. Ele vem de relho na mão direita.

Esta foto ao lado é do gaúcho bombachudo Francisco Lopes. Ela foi enviada para que a sargento Flávia Regina postasse no seu Facebook o que ele fez ontem mesmo.

O Face da sargento promove um concurso das melhores fotos de gaúchos com rebenque nas mãos.

O objetivo do concurso é mostrar quem melhor está preparado para dar reposta a qualquer ato de violência que os lulopetistas decidirem promover em Porto Alegre.

No link a seguir, os leitores poderão verificar trocas de postsentre lulopetistas que estão viajando para Porto Alegre. O leitor perdeberá que por orientação da senadora Gleise Hoffmann, presidente nacional do PT, todos devem evitar camisas vermelhas, porque o PT acha que os manifestantes que defendem o TRF4 tentarão confundi-los.

A manifestação de apoio aos juízes do TRF4, portanto à legalidade, em Porto Alegre, foi agendada para esta terça-feira, 18h, no Parcão.

CLIQUE AQUI para ler a conversa dos lulopetistas.

às 1/21/2018 02:42:00 PM

JORNAL FRANCẼS, "LE DEFÉCATION", PUBLICA ENTREVISTA COM VAGABUNDO PETISTA ANTES DA CONDENAÇÃO NO TRF-4


Ai, gentiiii...meu Deuzducéu, chega a ser "podre de  tão chique". SE saiu no "Le Defécation", então é porque Lula é inocente..É tudo "preconceito de vocês contra o Lula que eu sei, tá??

Lula : «Ceux qui m’accusent savent qu’ils ont menti»


Tradução minha para vocês "trogloditas da Extrema Direita que não sabem Francês"

"Os filha da puta que me acusa, sabe que tão mentindo pra caralho..." (Lula)

Par Chantal Rayes, Correspondante à Sao Paulo — 19 janvier 2018 à 19:26

Luiz Inácio Lula da Silva, dans son bureau de l’institut qui porte son nom, à São Paulo, le 5 juillet 2016.




Luiz Inácio Lula da Silva, dans son bureau de l’institut qui porte son nom, à São Paulo, le 5 juillet 2016. Photo Felipe Redondo pour Libération
L’ancien chef de l’Etat brésilien, mouillé dans un scandale de corruption, saura mercredi si sa condamnation est confirmée et s’il peut se présenter à la présidentielle pour laquelle il est donné favori. Il a reçu «Libération» à São Paulo.


Mercredi, la huitième chambre de la cour d’appel de Porto Alegre décidera du sort de Luiz Inácio Lula da Silva, ancien président du Brésil et favori des sondages pour la présidentielle d’octobre (34 à 37 % des intentions de vote). La cour devra confirmer ou non la condamnation de Lula, le 12 juillet dernier, à neuf ans et demi de prison par le magistrat Sérgio Moro, chargé de l’enquête dite Lava Jato sur les détournements chez le géant national du pétrole Petrobras. Le leader de gauche serait le propriétaire d’un triplex construit par l’entreprise OAS en échange de contrats avec le groupe pétrolier. Si la sentence est confirmée, il serait légalement empêché de se présenter. A la veille de son procès, Lula a reçu Libération, ainsi que cinq autres journaux étrangers (le New York Times, El País, La Nación, Die Zeit et le Guardian), au siège de l’institut qui porte son nom, à São Paulo.
Vous ne semblez pas croire à la neutralité des juges qui examineront votre recours…

Si je ne faisais pas confiance à la justice, je ne serais pas un démocrate. Or ce procès est fondé sur un article mensonger du journal O Globoaffirmant que cet appartement m’appartient, puis sur une enquête de la police fédérale, et enfin une accusation du ministère public qui le sont tout autant. Plus grave encore, cette accusation mensongère a été jugée recevable par le juge Moro. Cela me fait supposer qu’il y a des arrière-pensées politiques, parfois mêlées à de la haine.
Que demandez-vous ?

J’exige de ceux qui m’accusent qu’ils présentent des preuves matérielles que cet appartement m’appartient. Si leur objectif est de m’empêcher de disputer la présidentielle, l’existence de preuves me discréditerait totalement envers le peuple… Si la cour d’appel juge sur la base des éléments du dossier, je n’ai aucun doute que je serai acquitté. Mais si la motivation politique prévaut, je pourrais être condamné.
Dans ce cas, renonceriez-vous à votre candidature ?

Renoncer ne fait pas partie de mon vocabulaire. J’affronte neuf autres procédures judiciaires la tête haute. Ce n’est pas Lula qui est jugé mais bien notre gouvernement. Je me bats pour prouver mon innocence. Je ne cherche pas à disputer la présidentielle pour échapper à une condamnation [les procès sont suspendus pendant l’exercice du pouvoir, ndlr]. C’est l’inverse : je veux être acquitté pour mieux me porter candidat. Ceux qui m’accusent sont plus inquiets que moi. Ils savent qu’ils ont menti. Moi, j’ai la tranquillité des innocents. Mercredi sera donc un jour comme les autres. Vendredi, je partirai pour Addis-Abeba, pour le sommet de l’Union africaine. S’il est un parti qui a combattu la corruption, c’est bien le Parti des travailleurs (PT). Nous avons créé tous les mécanismes nécessaires. Mais il y a une «judiciarisation» de la politique, une politisation de certains membres de la justice. C’est pour dénoncer cela que je vais parcourir le pays.
D’où vient cette haine dont vous parlez ?

L’ascension d’une part significative des pauvres pendant les douze ans de pouvoir du PT a déplu à beaucoup de monde. Nous avons transformé ces pauvres en citoyens. Ils ont pu aller au restaurant, prendre l’avion, acheter des voitures, des ordinateurs et des téléphones portables modernes. Tout ce qui était réservé aux 35 % de Brésiliens les plus aisés devenait soudain à la portée de tous ou presque… La haine a également été attisée par les médias dans leur couverture des accusations de corruption. Dans notre cas, 50 centimes ont un poids beaucoup plus grand que les millions au profit de la droite.
Une élection sans vous serait-elle une fraude, comme l’affirme votre parti ?

Ça le serait bien évidemment, si j’étais empêché de me porter candidat par une décision politisée de la justice. Susciter une procédure judiciaire pour éliminer une candidature est peu démocratique. Si j’avais 1 % d’intentions de vote, personne ne chercherait à m’empêcher d’être candidat. Ils veulent tenter d’éviter que le peuple soit le juge ultime.
Comment parler d’acharnement judiciaire contre vous ? La droite est aussi visée par Lava Jato…

La corruption était tellement flagrante qu’il n’y avait plus moyen de la cacher. Mais les deux premières années d’enquête, il n’y en avait que pour le PT. Quand la gloire est montée à la tête des garçons [les jeunes procureurs en charge de l’opération Lava Jato], ils ont tenté de détruire la politique brésilienne. Le problème, c’est l’immense carnaval autour de l’opération anticorruption. C’est que des juges se laissent influencer par l’opinion publique.
Pourquoi les milieux d’affaires s’inquiètent-ils de votre possible retour au pouvoir ?

Les banques et le marché ont gagné beaucoup d’argent sous le PT (2003-2016). Alors, aujourd’hui, quand je lis que le «marché» a peur de Lula, je suppose qu’il s’agit de yuppies de 29 ans qui font du terrorisme électoral et spéculent pour gagner de l’argent. Ça me fait penser à cet économiste de la Banque mondiale qui a menti sur les chiffres du Chili pour porter préjudice à l’ex-présidente Michelle Bachelet. Les gens sérieux savent que le PT est capable de générer de la croissance. Je suis fier de dire que le pays n’avait jamais connu une telle période de prospérité que sous notre égide. Nous avons augmenté les salaires douze années de suite et créé 22 millions d’emplois sans provoquer d’inflation. C’est l’entrée des pauvres sur le marché consommateur qui a boosté la croissance et je suis sûr que nous pouvons réenclencher la dynamique. Si nous l’emportons, la gauche pourrait même gagner à nouveau dans d’autres pays de la région.
Vous n’avez aucune autocritique à faire, pas de regrets ?

Si, je regrette de n’en avoir pas fait davantage. Nous aurions pu par exemple mieux lutter contre l’analphabétisme et démocratiser les moyens de communication, monopolisés par une poignée de grandes familles. Cela dit, nous avons fait beaucoup de choses en peu de temps. Nous avons par exemple doublé, d’environ 4 à 8 millions, le nombre de jeunes à l’université. Ça reste peu par rapport à l’Argentine ou au Chili, mais le Brésil a été le dernier pays d’Amérique du Sud à se doter d’universités. La première a été fondée en 1920.
Pourquoi le PT compte-t-il tant de figures, vous notamment, accusées de corruption ?

Après le «Mensalão» [scandale d’achat de voix impliquant le PT en 2005], nous nous sommes attachés à mieux gouverner. Et nous avons écarté les personnes en cause. Le PT ne vole pas. Si un de ses membres - et ils sont près de 2 millions - commet des erreurs, pour peu que celles-ci soient avérées, nous ne le protégeons pas.
Comment reconstruire un parti qui a subi de lourdes défaites aux municipales de 2016 ?

Selon les sondages, le PT jouit encore d’une grande crédibilité, très supérieure à celle des autres partis. 7 % des 150 millions d’électeurs se disent sympathisants. Ça fait du monde. Notre parti reste le plus fort du pays. Ça ne l’empêche pas de perdre des scrutins. Nous sommes massacrés par la presse depuis 2005. Je pense cependant que le PT recueillera le plus grand nombre de suffrages aux élections générales d’octobre.
Vous semblez prêt à vous allier aux partis qui ont soutenu la destitution de Dilma Rousseff, votre successeure…

Le parti saura s’incliner face aux réalités régionales. Comment rompre avec le PMDB [parti de l’actuel président, Michel Temer, qui a fait destituer Rousseff] dans le Minas Gerais alors qu’il nous soutient dans cet Etat ? Faire des alliances n’est pas une question de principes mais de conjoncture politique. Le PT ne peut pas laisser tout le monde s’allier contre lui. C’est exactement ce que veulent nos adversaires. Or, nous voulons revenir au pouvoir et gouverner.
Que comptez-vous faire si vous êtes élu ?

Des choses faisables. Ils [ses adversaires] essaient de vendre l’idée que Lula serait devenu plus radical, mais ce n’est pas le cas. Je suis juste plus mûr, plus expérimenté. Nous devons défendre notre bilan mais aussi dire ce que nous voulons pour l’avenir. Ma candidature n’aurait de sens que si je peux mener une politique différente. Les réformes du gouvernement de Michel Temer [refonte du code du travail et des retraites, plafonnement des dépenses sur vingt ans via un amendement constitutionnel] ont été menées pour répondre aux seuls intérêts du marché. Des acquis sociaux ont été perdus. Si on ne discute pas d’un référendum révocatoire de ces réformes, le Brésil redeviendra un pays pour les 35 % de citoyens aisés.

Critiquer la politique d’austérité, n’est-ce pas aussi nier le délabrement des finances publiques ?

Qu’on ne vienne pas me parler de responsabilité budgétaire. Je suis bien placé pour savoir qu’on ne peut pas dépenser plus qu’on ne gagne. Le problème, c’est qu’on ne discute pas des priorités. L’éducation, par exemple, n’est pas une dépense mais un investissement dans notre avenir. Parfois, augmenter la dette en vaut la peine s’il y a une contrepartie. Le Brésil ne devrait pas avoir peur. Il dispose de la quatrième réserve internationale au monde, avec 378 milliards de dollars. Or, le projet actuel [de Temer] se résume à se défaire du patrimoine public. Il faut avoir de l’audace, un projet.



O Editor apresenta, abaixo, a tradução para pessoas "inferiores da Direita" que não sabem FRANCÊS, sugere-se ler tomando pequenas doses de vinho branco e comendo sorvete de pistache (dar a bunda e fumar maconha é opcional, mas ajuda)...Acredita-se que o próprio Juremovsky tenha sido chamado com urgência para ajudar a traduzir...Meu Deus do Céu...que coisa "chique"....



A quatro dias do julgamento em segunda instância no Tribunal Regional Federal de Porto Alegre (TRF 4), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – condenado a nove anos e meio de prisão por corrupção no caso do triplex de Guarujá –, reuniu a imprensa internacional em seu instituto, em São Paulo, para denunciar "mentiras" relatadas nas investigações. Na França, a entrevista é publicada neste sábado (20) no jornal Libération.

A correspondente do Libération em São Paulo, Chantal Reyes, conduziu a entrevista na expectativa de que Lula fizesse uma autocrítica sobre seus erros e os do Partido dos Trabalhadores nos últimos 15 anos. Mas o ex-presidente está convencido de que não é o momento de dar o braço a torcer e se concentra em sua defesa, denunciando a Lava Jato como uma operação com fins políticos.

Depois de reiterar sua confiança na justiça "como um bom democrata", Lula diz que o processo do triplex é fundamentado em um artigo mentiroso do jornal O Globo, que afirmou que o apartamento em questão pertence a ele. Essa acusação falsa, de acordo com o petista, foi encampada pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, além de ter sido aceita pelo juiz Sérgio Moro. "Isso me faz supor que havia segundas intenções políticas, misturadas com ódio", destaca.

Lula exige que as instâncias que o acusam apresentem as provas materiais de que o apartamento pertence a ele. "Se o objetivo é o de me impedir de disputar a eleição presidencial, a existência de provas vai me desacreditar totalmente diante do povo", argumenta. Na avaliação do petista, se o tribunal de Porto Alegre julgá-lo com base nos elementos do processo, "serei sem dúvida absolvido". "Se a motivação política prevalecer, serei condenado", sinaliza.

"PT foi o partido que mais combateu a corrupção"
O ex-presidente (2003-2011) insiste que o que está em julgamento não é sua pessoa, e sim o governo petista. Ele garante que a intenção de disputar a eleição presidencial não é um subterfúgio para escapar de uma condenação.

"Enfrento nove outros processos judiciais de cabeça erguida. Luto para provar a minha inocência. É justamente o contrário: quero ser absolvido para ser candidato. Os que me acusam sabem que mentiram", enfatiza, acrescentando que o Partido dos Trabalhadores foi a legenda que mais combateu a corrupção no Brasil. Lula retoma a tese defendida por alguns juristas, intelectuais e jornalistas de que houve uma "judicialização" da política, "a politização de alguns membros da Justiça".

O ódio contra os governos petistas, segundo Lula, foi provocado pela ascensão significativa dos pobres na pirâmide social brasileira durante os 12 anos em que o Partido dos Trabalhadores esteve no poder, além de uma cobertura tendenciosa da mídia às acusações de corrupção.

Quando questionado por que razão o PT teria sido mais injustiçado do que partidos de direita também denunciados na Lava Jato, Lula explica que a corrupção havia chegado a um ponto tão flagrante que "se tornou impossível escondê-la". No entanto, ele considera que só o PT esteve na mira da mídia durante os dois primeiros anos das investigações. Para Lula, existe um "carnaval" em torno da Lava Jato e "os juízes são influenciados pela opinião pública".

"Yuppies fazem terrorismo eleitoral"

Sobre o receio manifestado pelo setor empresarial em relação a um possível retorno do PT ao poder, Lula diz que os bancos ganharam muito dinheiro nos últimos anos e atribui o clima de medo a "yuppies de 29 anos que fazem terrorismo eleitoral e especulam nos mercados para ganhar mais dinheiro".

Questionado se não é capaz de fazer uma autocrítica, se não se arrepende de alguma coisa, Lula responde que seu arrependimento é de não ter feito mais para lutar contra o analfabetismo e pela democratização dos meios de comunicação, "monopólio de algumas grandes famílias".

"O PT não rouba"

Lula declara que "o PT não rouba" e fez a limpeza necessária afastando as pessoas implicadas no escândalo do Mensalão. "Se um dos membros do partido - e somos 2 milhões - comete erros, não o protegemos." Para o ex-presidente, a legenda ainda conta com grande credibilidade, muito superior à de outros partidos. Ele acredita que "mesmo sofrendo um massacre da imprensa, desde 2005, o PT receberá sua maior votação nas eleições de outubro".

Indagado sobre seus planos se for eleito, Lula diz que pretende realizar uma política diferente. Sugere, por exemplo, a convocação de um referendo para revogar as reformas aprovadas no governo de Michel Temer, como as novas regras trabalhistas e a PEC do limite de gastos do governo federal durante 20 anos, "feitas para atender a interesses dos mercados.

"A educação, por exemplo, não é uma despesa e, sim, um investimento no futuro do país. Aumentar a dívida, às vezes, vale a pena quando existe uma contrapartida. O Brasil não deveria ter medo. O país dispõe da quarta maior reserva internacional do mundo, um fundo de US$ 378 bilhões. O projeto atual [de Temer] se resume a se desfazer do patrimônio público. É preciso ter audácia, um projeto", conclui o petista.

Aos 72 anos, Lula só pensa em disputar sua sexta eleição presidencial.

* Jornalistas do New York Times, El País, La Nación, Die Zeit e The Guardian também participaram da entrevista ao lado da correspondente do Libération.

MARCELO AIQUEL - UMA PÁTRIA DE JURISTAS


         É impressionante como – assim, não mais do que de repente – surgiram milhões de expertsem direito, palpitando (totalmente sem conhecimento de causa) sobre o julgamento do Lula no TRF4.
         Além das besteiras que recebem e repetem sem pudor, parece que cada brasileiro virou um exímio advogado, profundo conhecedor da lei processual, no caso a penal, esquecendo – por hora – da outra “paixão nacional”, que é discutir futebol como se técnico fosse.
         Mas, o mais curioso é ver advogados “de verdade”, formados, opinando sem sequer conhecer sequer a capa do referido processo penal.
         E dizem, com cara de quem “sabe tudo”, que não há provas; ou que a sentença do Juiz Sergio Moro contém falhas.
         Estes se esquecem completamente do juramento que fizeram ao “colar grau” ou receber a carteira da OAB.
         Olha, não conheço o processo, porém o citado magistrado tem um currículo impecável e raramente vê o Tribunal modificar suas decisões, o que evidencia sua correção ao condenar os réus que julga, como o famoso réu Lula.
         Compreendo que muitos fanáticos pensem diferente de mim, pois a sua cegueira e a fé compulsiva na ideologia que comungam lhes tira todo o equilíbrio para interpretar algo simples. Imaginem uma coisa técnica como uma sentença judicial.
         É gente que não dá um “pum” sem antes consultar um advogado para saber sobre seus direitos. Mas, que agora, discute leis e processo como se tivesse estudado toda a vida.
         O que não é nada complicado para um povo que até deu nome à pátria de chuteiras.

         Marcelo Aiquel – advogado (21/01/2018)