Ataque Aberto

"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

terça-feira, 19 de setembro de 2017

PROFESSOR É PROCESSADO PELO MINISTÉRIO PÚBLICO POR POSTAGEM EM QUE CHAMA COPO CERVEJA DE "NEGA GOSTOSA" NO FACEBOOK

ILISP - Professor é processado por “racismo” após chamar cerveja escura de “nega gostosa”
By Marcelo Faria
-19/09/2017

Um professor de geografia do Instituto Federal Fluminense (IFF) de Campos dos Goytacazes – RJ será julgado por “racismo” por ter feito um post em março de 2016 no Facebook onde chama um copo de cerveja escura de “nega gostosa”. A denúncia foi feita pelo Ministério Público Federal (MPF) à Justiça no início deste mês de setembro.

Publicação do professor no Facebook foi classificada como “racismo”

A 2ª Vara Federal de Campos acatou a denúncia do MPF ao considerar que “há indícios suficientes de materialidade delitiva e da respectiva autoria, e que a conduta do réu se encaixa em discriminação pela raça”. O juiz acrescentou que a oração “Pra ninguém achar que eu não gosto de afrodescendente. Nega gostosaaaaa!!!! Uh!!!! Foi mal” sugere que “ele não possuiria apreço por afrodescendentes, mas, quando se trata de cerveja, não teria preconceito”.

Para o MPF, a conduta é ainda mais reprovável pelo fato de ter sido veiculada na internet, atingindo um grande número de pessoas, e por ter sido “realizada por um professor, chegando inclusive a jovens em período de formação, alunos e ex-alunos do denunciado”. Segundo a denúncia do MPF, a intenção discriminatória fica evidente na frase “pra ninguém achar que eu não gosto de afrodescendente”, pois “trata-se de uma forma irônica de dizer que o professor não gostaria de afrodescendente, mas abriria uma exceção em relação à cor para a cerveja preta”.

Ainda segundo a denúncia, a expressão “Uh!!!! Foi mal”, em que o professor “se desculpa”, deixaria nítida a sua intenção de ironizar “com o nítido cunho provocativo e a intenção de zombar de um determinado grupo (no caso, pessoas negras)”.

De acordo com o advogado que formalizou a denúncia, Jorge Batista de Assis, o professor atingiu toda comunidade negra e, principalmente, as mulheres negras: “Ele agrediu, com essa conduta dolosa, consciente. Ele incorreu no crime de racismo no artigo 20, parágrafo 2º da Lei 7.716. Esse professor fez piada de cunho racista e machista ofendendo a comunidade negra e as mulheres. Não só a mulher de Campos, mas todas as mulheres negras”, afirmou. O movimento negro, ao qual Jorge é ligado, afirmou que o post do professor “objetifica as mulheres negras, tratando-as como mera forma de prazer”.




Professor que comparou cerveja escura a mulher negra se torna réu por racismo
18/09/2017 13h59
Rio de Janeiro
Raquel Júnia - 
Repórter do Radiojornalismo*


Um professor do Instituto Federal Fluminense (IFF), em Campos dos Goytacazes, no norte do estado, será investigado pelo crime de racismo. A 2ª Vara Federal de Campos aceitou denúncia feita pelo Ministério Público Federal contra o docente Maurício Nunes Lamonica.

Em março do ano passado, o professor postou mensagem nas redes sociais comparando a mulher negra a uma cerveja escura. Em uma foto segurando uma cerveja, ele disse: “Para ninguém achar que eu não gosto de afrodescendente”. E acrescentou: “Nega gostosa. Uh! Foi mal”.

Para Justiça Federal, a declaração do professor sugere desprezo pela população negra e se encaixa em discriminação pela cor de pele. Na denúncia, o MPF reforça que o racismo não está apenas na comparação entre a cerveja e as mulheres negras, mas também na ironia.

N denúncia apresentada à Justiça, os procuradores destacam também o fato de a agressão ter sido feita por um professor, que tem o papel de educar, e ter sido disseminada pela internet, com rápida repercussão.

Na época, o professor foi denunciado pela Comissão de Igualdade Racial da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Campos, que elaborou uma notícia-crime contra Lamonica.

Saiba Mais
Mulheres negras vítimas de violência denunciam casos à OEA
Mulheres negras são mais vítimas de violência que as brancas, diz promotora

Racismo coloca em risco a vida de mulheres negras

O movimento de mulheres negras chama atenção para a relação entre machismo e racismo, que reforça estereótipos de gênero e contribui para aprofundar desigualdades. A coordenadora da organização não governamental Criola, Lúcia Xavier, vem alertando para a sexualização de mulheres negras, que tem um fundo histórico, e é responsável pela desvalorização da vida delas. O resultado, afirma, está no crescente índice de violência.

Pesquisa da Organização Mundial de Saúde (OMS) constatou, por exemplo, que o número demortes violentas de mulheres negras aumentou 54% em dez anos, entre 2003 e 2013, chegando 2.875 vítimas. No mesmo período, homicídios de mulheres brancas caiu 9,8%.

Defesa

O advogado do professor do IFF, Amyr Moussalem, afirmou que Lamonica não foi notificado e prefere não se pronunciar. Ele adiantou, no entanto, que o acusado vem participando de diversas audiências sobre o tema e inclusive já se retratou publicamente.

Por meio da assessoria de imprensa, o Instituto Federal Fluminense informou que na época do ocorrido abriu um processo administrativo disciplinar para apurar a conduta do professor e decidiu pela aplicação de uma advertência. Segundo o instituto, ele ficou afastado das atividades durante o processo e atualmente voltou a dar aulas no ensino médio.

* Colaborou Isabela Vieira, da Agência Brasil

COMENTÁRIO DO EDITOR:

Deus Nosso Senhor, por favor me ajude a sair e a levar minha mulher e meus filhos para fora deste INFERNO, deste verdadeiro PESADELO que é o Brasil - sem ser China, África e Oriente Médio, eu aceito trabalhar em qualquer lugar do Mundo.

RESPOSTA PARA Drauzio Varella falando sobre Homossexualidade




JUIZ DE PORTO ALEGRE MANDA QUE PEÇA COM "JESUS GAY" POSSA SER APRESENTADA NA CIDADE.

RÁDIO GUAÍBA Justiça gaúcha garante apresentação no Porto Alegre em Cena de peça proibida em SP

Peça - um monólogo do Jo Clifford - retrata a história de Jesus Cristo como uma figura transexual

Uma decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre garantiu, na tarde de hoje, a exibição da peça “O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu” no Porto Alegre em Cena 2017. O juiz José Antônio Coitinho negou o pedido de uma advogado, em uma ação individual, para proibir a exibição da peça teatral na cidade, a exemplo do que já foi feito em Jundiaí, no estado de São Paulo. Na ocasião, o juiz paulistano afirmou que “não se olvida a liberdade de expressão (…) mas que não pode ser tolerado o desrespeito a uma crença, religião, enfim, a uma figura venerada no mundo inteiro.”
A peça – um monólogo do Jo Clifford – retrata a história de Jesus Cristo como uma figura transexual. Para Coitinho, magistrado que garantiu a exibição em Porto Alegre, “transexual, heterossexual, homossexual, bissexual, constituem seres humanos idênticos na essência, não sendo minimamente sustentável a tese de que uma ou outra opção possa diminuir ou enobrecer quem quer que seja representado no teatro”.
O juiz ainda garante que a peça propõe uma reflexão sobre o preconceito que recai sobre orientações sexuais das pessoas, e que a atriz e travesti Renata Carvalho corporifica a figura religiosa no tempo presente, com o que não pratica ilícito algum.

COMENTÁRIO - Interessante a sentença do Doutor José Antônio. Uma vez que não está presente o ato ilícito, resta portanto o PROBLEMA MORAL. Dito isso, deve o Dr.José Antônio me responder: não cabe a este juízo emitir sentença sobre "problema moral". Interessante novamente e aí me calo porque nada tenho a responder, mas fico ainda com uma pergunta para o Dr: não há ilícito e nem cabe ao juízo sentença sobre "problema moral" - muito bem. E sobre o USO DO DINHEIRO PÚBLICO como fonte de problema moral? Teria o senhor algo a responder??

General Paulo Chagas apoia General Mourão: 'Não há novidade nessa assertiva. É a obrigação de qualquer soldado em qualquer Exército do Mundo'

General Paulo Chagas apoia General Mourão: 'Não há novidade nessa assertiva. É a obrigação de qualquer soldado em qualquer Exército do Mundo':

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O general Paulo Chagas saiu em apoio ao general Hamilton Mourão, negando que haja qualquer crime ou ameaça em sua fala,  e parabenizando Mourão: "Não há novidade nessa assertiva. É a obrigação de qualquer soldado em qualquer exército do mundo!".
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2011 GRUPO TERNUMA - GENERAL HELENO DEIXA A ATIVA E ENTRA PARA HISTÓRIA


2011 - GENERAL HELENO DEIXA A ATIVA PARA ENTRAR NA HISTÓRIA


publicado ORIGINALMENTE pelo TERNUMA

Todos têm consciência de que no meio de pessoas que fazem o mesmo trabalho, alguns sempre se destacam por realizar melhor. São indivíduos que muitas vezes superam seus próprios limites em busca de um ideal. Para eles, os obstáculos e as adversidades são apenas desafios a serem vencidos. A persistência no cumprimento da missão é um traço característico de seu perfil. A nobreza de propósitos é uma constante em suas ações. É fácil reconhecer de imediato essas pessoas, porque estão sempre à frente, comandando. São chefes e condutores de homens. São líderes. Gente que move o mundo. Gente como o General de Exército Augusto Heleno Ribeiro Pereira.

A Reserva do Exército Brasileiro - orgulhosa, renovada, acalentada, esperançosa, confiante, fortalecida - perfila-se para receber o General Heleno nos seus quadros. Herdeiro cívico de Caxias, teve uma carreira onde a defesa do Brasil - e de seu Exército - foi sempre questão de honra. Princípios, valores e atributos inerentes à profissão de militar, foram por ele praticados exaustiva e exemplarmente. Nada nem ninguém foi capaz de intimidá-lo. Em sua jornada, nenhuma missão deixou de ser cumprida, apesar da imensa dificuldade de algumas delas. Principalmente, diante de inimigos traiçoeiros e desleais. Soube ser enérgico, quando necessário, sempre na dose certa. Foi chefe justo e incentivador, valorizando seus bons subordinados. Disciplinado e respeitador, nunca foi subserviente. No cenário da vida, foi ator e não apenas um mero espectador. Foi piloto, muito mais que passageiro. Foi cavaleiro e não montaria. Nele, o juramento do aspirantado sempre se fez presente. Inatacável como militar e cidadão, representa uma categoria de militar que enobrece e dignifica o Exército e a Nação.

Um implacável regulamento colocou-o na Reserva. Certamente quando atingira, em grau máximo, a sabedoria dos mais antigos, mantendo, entretanto, intocados, o entusiasmo e a vitalidade dos mais modernos. O Brasil não pode prescindir de seu patriotismo e competência, meu caro General. Novas e importantes missões poderão lhes ser atribuídas pelos homens de bem deste país. A esperança de melhores dias fará com que nos unamos em torno de brasileiros da sua estirpe. Como menciona a canção dos CPOR, somos a Reserva Atenta e Forte. Hoje, certamente bem mais atenta e muito mais forte, graças a líderes como o bravo General Heleno, símbolo de honradez e dignidade. Neste momento, o ilustre chefe militar deixa a ativa do Exército Brasileiro para entrar na História. Parabéns General Heleno. Parabéns, Brasil.

Rio de Janeiro, 04 de abril de 2011

Sérgio Pinto Monteiro - 2º Ten R/2 Art
Presidente


“ASSIM ATUA A RESERVA ATENTA E FORTE”

Agradecimento do General Heleno

Prezado MONTEIRO

Obrigado pelas palavras generosas e expressivas.

Procurei, ao longo dos meus 45 anos de serviço, honrar os valores que recebi de meus pais, pautar-me nos ensinamentos que recebi nas excelentes escolas do Sistema Militar de Ensino e seguir o exemplo e a orientação dos ilustres chefes a quem tive a honra de ser subordinado.

Comento sempre sobre as grandes amizades que fiz com companheiros R2 convocados, cuja competência, espírito militar e abnegação, confesso, me surpreenderam quando cheguei na tropa, ainda aspirante. Aprendi muito com eles e passei a respeitá-los e a entender o grande serviço que prestavam ao Exército e ao Brasil.

A partir de agora, orgulho de ombrear-me com vocês, na Reserva Atenta e Forte, que coloca sempre o BRASIL ACIMA DE TUDO.

Um fraterno abraço a todos.

Gen Heleno

URGENTE ! LULA É RÉU MAIS UMA VEZ (AGORA É A SÉTIMA)

Vagabundo Petista Alcoólatra, mandante de assassinato de prefeito e Chefe de Organização Criminosa conhecido como "Lula" torna-se RÉU mais uma vez! Agora é a SÉTIMA. O juiz Vallisney de Oliveira acaba de aceitar a denúncia do MPF contra Lula e Gilberto Carvalho, por cobrança de propina em troca da edição da MP 471/2009, que beneficiou as montadoras Caoa e Mitsubishi.

ANTAGONISTA - Exclusivo: Dilma deu aval para frear Castelo de Areia, diz Palocci


Brasil 19.09.17 17:56

Antonio Palocci disse à Lava Jato que partiu de Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil, ordem para frear a Operação Castelo de Areia.

O Antagonista apurou que a petista pressionou a PF internamente para segurar as investigações, enquanto o STJ jogou a pá-de-cal ao anular o inquérito.

No fim de semana, a Veja publicou que a Camargo Corrêa repassou R$ 50 milhões para a campanha de Dilma em 2010.

A Folha revelou dias atrás que a empreiteira teria pago R$ 5 milhões ao então presidente do STJ, César Asfor Rocha, para anular a operação.

Com base nessas informações preliminares, a Justiça de São Paulo suspendeu a destruição das provas do inquérito da Castelo de Areia.

GENERAL PAULO CHAGAS EM APOIO AO GENERAL MOURÃO


PALESTRA DO GENERAL ANTÔNIO HAMILTON MARTINS MOURÃO

Caros amigos
Mais uma tempestade em copo d’agua criada pela ansiedade de uns e pelo pavor de outros.
O Gen Mourão, em sua palestra no Grande Oriente do Brasil, não disse mais do que o óbvio, o que todo mundo já sabe ou, se não sabe, deveria saber.
Ele não fez nenhuma previsão. Não disse qual será o futuro político do Brasil, apenas, e não mais do que isso, disse que, na hipótese extrema de desordem total (“por aproximações sucessivas”), de perda do controle da situação pelas autoridades constituídas (objetivo claro da esquerda bolivariana) o Exército estará pronto para restabelecer a ordem interna no País.
E acrescentou, com ênfase e propriedade, que, em uma situação como a do cenário de um caos total, os militares não poderiam ficar inertes, aguardando ordens (de quem?) porque, acima de tudo, têm o dever de cumprir o juramento solene de dedicar-se inteiramente ao serviço da Pátria e de defender-lhe a honra, a integridade e as instituições até com o sacrifício da própria vida!
Não há novidade nessa assertiva. É a obrigação de qualquer soldado em qualquer exército do mundo! E, seguindo a máxima de que “um exército pode passar um século sem ser empregado, mas não pode passar um segundo sem estar preparado”, o EB tem planos para quaisquer hipóteses de emprego! É o seu dever profissional e patriótico.
Praticando a lealdade, o General não deixou também de citar os 3 pilares da conduta militar, estabelecidos pelo Comandante do Exército, ESTABILIDADE, LEGITIMIDADE e LEGALIDADE, em cuja interpretação lógica depreende-se que o EB não contribuirá para a instabilidade e só agirá dentro da lei e com legitimidade e, QUANDO e SE, as instituições não forem capazes de manter a estabilidade e esta, por qualquer motivo, for quebrada ou sair de controle, as FFAA, legitimamente terão que tomar a iniciativa de restabelecer o controle da situação e, principalmente, a legalidade e a ordem!
Como eu disse no início, essas simples verdades aguçam a ansiedade dos impacientes e o pavor dos promotores do caos, daí tantas conjecturas e tanto assanhamento em torno de obviedades tão simples.
Deixo aqui os meus respeitosos cumprimentos ao Gen Mourão pela forma clara com que, mais uma vez, expôs a missão das FFAA para o Brasil.
Gen Bda Paulo Chagas

'É ridículo ver corruptos cobrando providências contra um cidadão de reputação intocável, com 45 anos de serviços dedicados à Pátria', protesta General Heleno

'É ridículo ver corruptos cobrando providências contra um cidadão de reputação intocável, com 45 anos de serviços dedicados à Pátria', protesta General Heleno:

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Imagem: Produção Ilustrativa / Política na Rede
O General Paulo Chagas relatou a mensagem do General Augusto Heleno a respeito das recentes declarações do General Hamilton Mourão. 


Heleno aproveitou para protestar contra o caráter "ridículo e descarado" de políticos acusados de corrupção "pedindo a cabeça" do renomado general.
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SARGENTO CONVOCA GERAL APOIO AO GAL MOURÃO,




MENSAGEM DO GENERAL AUGUSTO HELENO PARA O GENERAL MOURÃO


GENERAL AUGUSTO HELENO
"Meu apoio irrestrito ao meu amigo de longa data e respeitado chefe militar, Gen Ex Antônio Hamilton Mourão. Em resposta a uma pergunta, colocada diante de uma plateia restrita, ele limitou-se a repetir, sem floreios, de modo claro e com sua habitual franqueza e coragem, o que está previsto no texto constitucional. A esquerda, em estado de pânico depois de seus continuados fracassos, viu nisso uma ameaça de intervenção militar. Ridículo. E mais, isso sim preocupante, o descaramento de alguns políticos, indiciados por corrupção e desvio de recursos públicos, integrantes da quadrilha que derreteu o país, cobrando providências contra um cidadão de reputação intocável, com 45 anos de serviços dedicados à Pátria. Aconselho que, pelo menos, se olhem no espelho da consciência e da vergonha. Brasil Acima de Tudo!"

AUTO-HOMOFOBIA


escrito por Adriana Lisboa*

Estou pronta pra ser apedrejada em praça pública, mas vamos lá...Aos quintos o politicamente correto.
Depois do estelionato intelectual e informativo, travestido de notícia, sobre a liminar do juiz, sobre a "cura gay", vamos a realidade dos fatos...
Um grupo de psicólogos acionou a justiça contra o CFP. Em momento nenhum, eles querem "uma cura gay". Em momento nenhum eles consideraram a homossexualidade uma doença ou uma patologia. Não existe isso. Ninguém escolhe ser gay, bi ou hetero. Ninguém é heterossexual e numa manhã de sexta-feira feira sente febre, calafrios e vira homossexual enquanto abre as cortinas de seu quarto. Do mesmo modo, nenhum gay voltando do trabalho, durante um engarrafamento, toma a heróica resolução - A PARTIR DE HOJE SOU HETEROSSEXUAL!! Isso não existe. 
Mas, não há como negar, que existem muitas e muitas pessoas, que carregam um enorme sofrimento psíquico, por não aceitarem a própria homossexualidade. É fato. O que esse grupo de psicólogos almeja é o direito de ofertar assistência psicológica para esses pacientes em conflito com a sua sexualidade. Algo que o CFP não concorda. Muitas e muitas pessoas são felizes com sua sexualidade, seja ela qual for. Outras tantas não. Mais importante que a aprovação social, vem o próprio bem estar, a paz psíquica. Não é fácil assumir a homossexualidade ou o "sair do armário". Muitas vezes mais difícil ainda é aceitar-se homossexual e estar em paz com o fato. Negar a existência deste tipo de sofrimento, bem como a oportunidade de pacificar o conflito interior é algo mesquinho.
A turma do "politicamente correto" quer mais rótulo na prateleira dos "produtos impróprios para consumo", a auto-homofobia. Em resumo, a partir do momento que você acha que é gay, existe a obrigação quase legal de ficar muito, muito feliz em ser gay. Pronto. É assim que funciona. E se você não for, certamente será patrulhado por todo o aparato policialesco do politicamente correto, como um hediondo AUTO-HOMOFÓBICO.

*Médica em Santa Catarina

Avante, General Mourão!

Avante, General Mourão!:


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Causou grande desconforto e reboliço  devastador, pior que um furacão Categoria 5, a palestra do General de Exército da Ativa, Hamilton Mourão, na Loja Maçônica Grande Oriente, em Brasília, no dia 15.09.2017, especialmente nos meios políticos e militares. O pessoal da esquerda, como a Senadora Gleisi Hoffmann, Presidente (a?) do PT, chegou a ter  ataques e crises histéricas, exigindo imediatas providências punitivas ao general pelo  Comandante do Exército, Ministro da Defesa e Presidente Temer.

Todos foram colocados na “parede” pela dita Senadora , certamente cedendo aos apelos do “reizinho” que ela pensa ter na barriga. Mas qual teria sido o “crime” do General Mourão, merecedor de punição? Em primeiro lugar o General Mourão demonstrou que realmente é um cidadão bem preparado e informado, trazendo à tona a sua enorme  bagagem de conhecimentos não só nas questões militares e políticas do Brasil, como também do Mundo, cumprindo com  maestria o extenso e complexo roteiro da sua palestra.

Terminada a minuciosa exposição, a organização do evento sorteou meia dúzia de perguntas das tantas que foram feitas para serem respondidas pelo General Mourão. Em uma delas foi perguntado sobre a possibilidade de haver uma intervenção do Poder Militar, com base no artigo 142 da Constituição, em vista da crise política enfrentada pelo país. Esse tema não estava  previsto  no roteiro da palestra. Mesmo assim, o general não deixou de responder, ficando  claro que o que ele diria não seria necessariamente a posição do Exército, e sim  somente dele.

A clara resposta dada sobre esse assunto não teve nada de “política”. Ela foi puramente “jurídica”, e seria certamente respondida de igual maneira por qualquer operador do direito “diplomado”. O general somente cometeu o “crime” de repetir o que estava escrito na Constituição.

O que está disposto no citado artigo 142 da Constituição? Simplesmente assim:  “AS FORÇAS ARMADAS,CONSTITUIDAS PELA MARINHA,PELO EXÉRCITO E PELA AERONÁUTICA.....DESTINAM-SE À DEFESA DA PÁTRIA,À GARANTIA DOS PODERES CONSTITUCIONAIS E,POR INICIATIVA DE QUALQUER DESTES,DA  LEI E DA ORDEM”.

Ora, apesar do General Mourão não ter habilitação como  operador do direito, ele deixou claro que não é  nenhum  analfabeto funcional , ou seja, aquele que  sabe ler ,mas  não compreende o que lê, como grande parte do oficialato das FA que o censurou pela palestra. Bem sabe o general, por exemplo, que a intervenção por requisição de algum dos Três Poderes somente seria exigível nas hipóteses de “garantia da lei ou da ordem”. 

Aliás, esse tipo de “intervenção” tem sido usado indiscriminadamente  pelos Presidentes da República. Usam-na até para acabar com briga da cachaceiros em botequins. A vírgula estrategicamente disposta  na redação do artigo, “in fine”, não deixa qualquer dúvida sobre essa interpretação. Nas outras duas hipóteses de intervenção (defesa da pátria e garantia do poderes constitucionais) ,não há necessidade de requisição das Forças Armadas por algum dos Três Poderes, como “burramente” tem interpretado em vários declarações à imprensa inclusive  o Comandante do Exército. Elas podem e devem agir de moto próprio.

Registre-se, por oportuno, que a alegação de eventuais restrições legais para essa atitude das FA, por decisão própria, por força da Lei Complementar 97, de 1999, que regulamenta o art. 142 da CF, não poderia prosperar devido à sua flagrante INCONSTITUCIONALIDE, infelizmente até hoje não levantada pelas entidades que poderiam e têm competência para fazê-lo. Mesmo uma lei complementar não pode alterar a constituição.
Sem dúvida os pressupostos para a intervenção constitucional motivada por ameaças aos Poderes Constitucionais e defesa da pátria, por exclusiva  iniciativa e decisão das Forças Armadas ,já estão presentes.

Os Poderes Constitucionais, representados pelo Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, foram invadidos por delinquentes de toda espécie, perdendo totalmente suas legitimidades. Por seu turno a “pátria” está sendo incontrolavelmente invadida por uma política de migrações extremamente tolerante ,justamente num momento em que o Mundo  sofre trágicas consequências, inclusive com o terrorismo, incentivado por organismos internacionais que também já  foram tomados pela nefasta  política  mundial, como a ONU e a UNIÃO EUROPEIA.

Também a soberania brasileira  está sendo compartilhada e parcialmente entregue ao FORO DE SÃO PAULO, criado por Fidel Castro e Lula, em 1990, cujas diretrizes aplicadas no Brasil persistiram mesmo após  o afastamento da Presidente Dilma, tudo acontecendo sob os olhares indiferentes e omissos das Forças Armadas.

Aos leitores  que se interessarem por esse  tema, tenho estudos anteriores já publicados, como, dentre outros: “As Forças Armadas podem intervir?” ; “Eu acuso as Forças Armadas de traição”; “Comando Militar do Sul (ou) Exército Sul-Brasileiro? “O Exército Fantoche da Hierarquia”; “...E o General Mourão amarelou” ; “Destrinchando a Intervenção do artigo 142 da Constituição”; “A incompreensão castrense da Intervenção Constitucional”; “Desobediência civil dos juízes? E dos Militares?” ; “Palavras de um tresloucado” “ Falta Macho nas Forças Armadas? “; O Exército Marionete do Presidente” .

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.


Vagabundo Petista Gilberto Carvalho, o "SEMINARISTA" ameaça os brasileiros com guerra se Lula não for candidato

Gilberto Carvalho ameaça os brasileiros com guerra se Lula não for candidato:

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Imagem: Reprodução /  Redes Sociais
O ex-ministro Gilberto Carvalho, amigo de longa data de Lula e denunciado juntamente com ele, ameaçou o povo brasileiro com a possibilidade de uma guerra caso o ex-presidente não seja candidato em 2018. Em entrevista ao blog de Marcelo Auler, Carvalho disse: "Não vamos brincar com esta história de ter eleição no ano que vem sem o Lula. Não vai ser assim. Não pensem eles que vão tirar o Lula fora do jogo, artificialmente (…) Sem isto, vai ter guerra. Uma guerra que não será feita por nós. Será feita por estes tantos que demonstraram agora, na caravana, o amor e a esperança que eles têm no Lula e por esta gente que estava aqui hoje e os tantos milhões de brasileiros que nós vamos abraçar em outras caravanas futuras".
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ATENÇÃO! É APENAS "ARTE MODERNA" - NINGUÉM PODE SE OFENDER !


segunda-feira, 18 de setembro de 2017

St. Luke Painting The Virgin Giorgio Vasari ( 30 July 1511; Arezzo, Tuscany, 27 June 1574; Florence, Italy)


Historiador Marco Antônio Villa pede a PRISÃO do Gen Mourão

New York "Crimes" - Army commander dismisses general's hint at army intervention in Brazil: reports

by REUTERS SEPT. 18, 2017, 9:45 A.M. E.D.T.
Army commander dismisses general's hint at army intervention in Brazil: reports:

SAO PAULO (Reuters) - Brazil’s Army commander dismissed a general’s suggestion that members of the Army’s High Command endorse some sort of “military intervention” if high courts fail to stem political corruption, the online services of Brazil’s two biggest newspapers said. At a gathering of freemasons in Brasília last Friday, General Antonio Hamilton Mourão had suggested his fellows at the High Command think the current timing is not favorable for military intervention but that it could eventually take place through “successive steps,” Folha de S. Paulo said. “Either institutions sort out the political problem, through the judiciary branch of power and withdrawing from public life all those elements involved in illicit acts, or then we will have to impose that,” Mourão was quoted as saying by O Estado de S. Paulo newspaper on Sunday. Army Commander Eduardo Villas Bôas dismissed Mourão’s comments by saying there is “no possibility” of a military intervention in Brazil. Bôas told Estado that since 1985, when a 21-year military dictatorship came to an end, the military was “not responsible for any source of turmoil in the nation’s life, and it will continue to be like that.” While Mourão, currently the army’s head of finance, hinted that there could come a time when the army would have to impose military action, he said it would not be to take power from civilians, Folha said. An action would aim at “telling people, ‘Beware, let’s fix this now so the country can move forward and not continue the way it is,'” the newspaper quoted him as saying. The army command did not immediately respond to request for comment. Mourão could not be found by Reuters to comment on his remarks. Mourão, in the army since 1972, was discharged from Brazil’s South Military Command and transferred to the federal capital of Brasília in 2015 for administrative work after publicly criticizing former Brazilian President Dilma Rousseff. Rousseff was impeached last year after she was found guilty of doctoring budget accounts. Her fall was accelerated by a three-year corruption scandal known as Operation Car Wash, which has ensnared top members of her Workers Party and her ruling coalition in bribery and graft acts. Reporting by Ana Mano; Writing by Guillermo Parra-Bernal; Editing by Bill Trott



A interpretação das minhas palavras é livre, falo em meu nome, diz General Mourão após mandar recado a corruptos

A interpretação das minhas palavras é livre, falo em meu nome, diz General Mourão após mandar recado a corruptos:

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Imagem: Produção Ilustrativa / Correio do Poder
O general do Exército da ativa Antonio Hamilton Martins Mourão falou por três vezes na possibilidade de intervenção militar diante da crise enfrentada pelo País, caso a situação não seja resolvida pelas próprias instituições. A afirmação foi feita em palestra realizada na noite de sexta-feira, na Loja Maçônica Grande Oriente, em Brasília, após o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciar pela segunda vez o presidente Michel Temer por participação em organização criminosa e obstrução de justiça. Janot deixou o cargo nesta segunda-feira.
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VAGABUNDO CUSPIDOR José de Abreu xinga General Mourão e desafia autoridades a prenderem o oficial do Alto Comando

José de Abreu xinga General Mourão e desafia autoridades a prenderem o oficial do Alto Comando:

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Imagem: Produção Ilustrativa / Gazeta Social
O ator José de Abreu ficou ouriçado com as declarações do general Hamilton Mourão, que disse que o Exército pode intervir se os poderes não afastarem os corruptos. Zé de Abreu exigiu a prisão do general: "Quem vai ser o machão que vai mandar prender o general abestalhado?".
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PT 'pede a cabeça' do General Mourão e exige providências imediatas do Comando-Geral do Exército

PT 'pede a cabeça' do General Mourão e exige providências imediatas do Comando-Geral do Exército:

lula-general-mourao.png
Imagem: Produção Ilustrativa / Correio do Poder
O Partido dos Trabalhadores, através de nota assinada por sua "presidenta", a senadora ré Gleisi Hoffmann, "exige imediatas providências do Comando-Geral do Exército sobre general que defendeu intervenção militar". O general em Hamilton Mourão disse “Ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso”.
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'General Mourão deu o recado aos políticos corruptos e ao Judiciário', diz Joice Hasselmann após declaração polêmica

'General Mourão deu o recado aos políticos corruptos e ao Judiciário', diz Joice Hasselmann após declaração polêmica:

joice-hasselmann-general-mourao.png
Imagem: Produção Ilustrativa / Gazeta Social
A jornalista Joice Hasselmann comentou as declarações do general Hamilton Mourão, que afirmou que o Exército está atento e agirá caso os corruptos não sejam retirados do poder. Para  a jornalista, "o General Mourão deu o recado aos políticos corruptos e ao Judiciário". 
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Militares se DIVORCIAM dos POLÍTICOS CORRUPTOS e o fim da LAVA-JATO

DO QUE FALOU O GENERAL – JORNAL DO COMÉRCIO


DO QUE FALOU O GENERAL – JORNAL DO COMÉRCIO:

DO QUE FALOU O GENERAL

As palavras do General Mourão expressam uma unanimidade do Alto Comando

em torno do compromisso da instituição Exército com o Brasil

Dr. Sérgio Paulo Muniz da Costa
18 de setembro de 2017
Jornal do Comércio
A balbúrdia política que tomou conta do Brasil é tão grande que prejudica até a compreensão de fatos evidentes que dizem respeito a todos nós.  Parece que há no País um default de bom senso e conhecimento.
Quando um ex-presidente prega, em seu exclusivo benefício, uma eleição que não está prevista em lugar algum da Constituição, simplesmente para confrontar a Lei que ele violou, a ideia toma foros de legitimidade e os golpistas por natureza comemoram.
Quando se levantam os protestos contra um presidente no exercício do mandato que tenta levar generais ao Planalto para lhe emprestarem solidariedade contra um outro poder constituído, as vivandeiras profissionais fazem cara de paisagem.
Mas quando um general de quatro estrelas afirma que o Exército tem planejamentos para atuar na eventualidade de uma falência das instituições nacionais, em um momento que o País enfrenta a mais grave crise em mais de cinquenta anos, as cassandras do pseudolegalismo se agitam.
E aí entra em ação o velho esquema movido a má fé e ignorância que se vale de desgastados clichês para fazer crer que os generais ameaçam a democracia e o Estado de Direito.      
Será? Antes de mais nada, é bom distinguir quem ameaça o quê.
De que generais precisa o Brasil?
Dos que empoleirados no poder calam e consentem ante um quadro de flagrante deterioração social e política do País? E que, anônimos e serviçais, ainda por cima criticam os que, por fé de ofício, posicionam-se diante desse quadro?
Ou o Brasil precisa dos generais que dizem o que a Nação espera ouvir: que, na hipótese de persistir a degringolada política e institucional do País, o Exército atuará de acordo com suas responsabilidades constitucionais, segundo um estudo de situação continuamente atualizado e um planejamento consistente? E que, movidos pelo dever, o fazem desassombradamente?
Persiste em largos segmentos da sociedade brasileira o desconhecimento sobre o Exército e o seu papel. Tanto daqueles que vêm pregando uma intervenção à revelia dos poderes constitucionais, quanto dos que pretendem que ele se quede mudo e omisso diante da falência desses mesmos poderes.
Mas uns e outros podem guardar suas faixas e apitos, por que não vai acontecer nem uma coisa e nem outra.
O Comandante do Exército, o General Mourão e outros chefes militares têm falado a mesma coisa: que o Exército atuará sempre de acordo com suas missões constitucionais, orientando-se em meio a essa grave crise pelos princípios da legitimidade, legalidade e estabilidade.
Que a situação é grave ninguém de bom senso e minimamente informado desconhece ou nega. Mas o que parece não estar sendo percebido pela sociedade é a extensão e agudeza dessa gravidade.
Existem interesses nacionais de grande relevância para a sociedade brasileira que não podem ser comprometidos diante de um apagão institucional.
O mais crítico, neste momento, é o da segurança, já em colapso no Rio de Janeiro, onde as Forças Armadas não vêm recebendo os recursos orçamentários mínimos para cumprir suas missões, ou pior, estão sendo colocadas à disposição de quem não tem competência alguma para empregá-las.
E diga-se, como em outras áreas públicas, recursos em montante inferior ao encontrado no apartamento de um único corrupto, o que suscita a hipótese de o crime no Brasil dispor de mais poder e recursos do que as instituições que defendem o Estado, a sociedade politicamente organizada, no caso, todos nós.
Mas se no Rio de Janeiro e em outros Estados as ameaças já são dramáticas, existem outras, menos visíveis, mas nem por isso menos importantes, que atingem a soberania, a incolumidade do patrimônio nacional e a paz social, todas inalienáveis.
O Estado de um país com o tamanho, a complexidade e a importância do Brasil não pode entrar em colapso ou ser capturado por interesses não nacionais.
Essa hipótese existe? Existe sim.
O General Mourão não precisa de intérpretes ou defensores. Nem ele falou em nome do Exército, que só se manifesta pela voz de seu Comandante. Para entender as manifestações das Forças Armadas é preciso estuda-las e compreende-las, como instituições, nas suas estruturas, culturas e missões.
As palavras do General Mourão expressam uma unanimidade do Alto Comando em torno do compromisso da instituição Exército com o Brasil. Há décadas, as Forças Armadas brasileiras não trabalham com hipóteses, mas sim com capacidades.
E o general falou da capacidade do seu Exército, do meu Exército, do nosso Exército – instituição nacional, regular e permanente, organizada com base na hierarquia e disciplina – atuar na defesa da Pátria e como última barreira  na manutenção da Lei e da Ordem.
Para decepção de golpistas, vivandeiras e cassandras, o general falou do Exército que o Brasil tem.
*As opiniões expressas em artigos são de exclusiva responsabilidade dos autores e não coincidem, necessariamente, com as do Diário do Comércio

Colunista CANALHA Ricardo Noblat de O Globo pede a prisão do General Mourão: 'Militar na ativa não pode abordar temas políticos em público. Este general merece ser preso'

Colunista de O Globo pede a prisão do General Mourão: 'Militar na ativa não pode abordar temas políticos em público. Este general merece ser preso':

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Imagem: Produção Ilustrativa / Gazeta Social


O colunista Ricardo Noblat, do  jornal O Globo, criticou duramente o general Hamilton Mourão, que afirmou que, se o Judiciário não afastar os corruptos do poder, o Exército agirá. Noblat chegou a pedir a prisão do general: "Discurso de golpista. Militar na ativa não pode abordar temas políticos em público. Este general merece ser preso".
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Un general de Brasil defendió una intervención militar para salir de la crisis

Un general de Brasil defendió una intervención militar para salir de la crisis: Es Antonio Hamilton Mourao, secretario de Finanzas del Ejército. Además, reivindicó el golpe de Estado de 1964.


Anexos originais:


Canalha do MDB convoca o "General Psicólogo" Escolhido Dilma para punir o general Mourão

Ministro convoca o comandante do Exército para avaliar punição a general Mourão:

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Imagem:  Produção Ilustrativa / Política na Rede
O ministro da Defesa, Raul Jungmann, pediu explicações ao comandante do Exército sobre a fala de um general da ativa sugerindo que pode haver intervenção militar caso o Judiciário não consiga resolver "o problema político" —uma referência à miríade de casos de corrupção em apuração no país. 


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ZOO HORA E COMUNOGAYS DESESPERADOS =- Justiça permite que psicólogos tratem homossexualidade como doença



Justiça permite que psicólogos tratem homossexualidade como doença:

O juiz federal da 14ª Vara do Distrito Federal Waldemar Cláudio de Carvalho concedeu liminar que abre brecha para que psicólogos ofereçam a terapia de reversão sexual, conhecida como cura gay, tratamento proibido pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) desde 1999. A decisão atende a pedido da psicóloga Rozangela Alves Justino em processo aberto contra o colegiado, que aplicou uma censura à profissional por oferecer a terapia aos seus pacientes.

"A fim de interpretar a citada regra em conformidade com a Constituição, a melhor hermenêutica a ser conferida àquela resolução deve ser aquela no sentido de não provar o psicólogo de estudar ou atender àqueles que, voluntariamente, venham em busca de orientação acerca de sua sexualidade, sem qualquer forma de censura", anotou o magistrado.

Leia mais China: hospital é condenado por tratamento para 'curar' homossexualidade
Site divulga abusos contra LGBTs em países onde a homossexualidade é crime Irlanda formaliza o primeiro chefe de governo assumidamente gay 




Para o CFP, a decisão liminar, proferida na sexta-feira (15), abre a perigosa possibilidade de uso de terapias de reversão sexual. Segundo a entidade, "a ação foi movida por um grupo de psicólogos defensores dessa prática, que representa uma violação dos direitos humanos e não tem qualquer embasamento científico".

Segundo o CFP,  na audiência de justificativa prévia para análise do pedido de liminar, a entidade se posicionou contrária à ação, "apresentando evidências jurídicas, científicas e técnicas que refutavam o pedido liminar". Os representantes do CFP destacaram que a homossexualidade não é considerada patologia, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) – entendimento reconhecido internacionalmente. Também alertaram que as terapias de reversão sexual não têm resolutividade, "como apontam estudos feitos pelas comunidades científicas nacional e internacional, além de provocarem sequelas e agravos ao sofrimento psíquico".

O CFP informa que o processo está em sua fase inicial e afirma que vai recorrer da decisão liminar.

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VIA FACEBOOK - "ROUANET IN RIO"


03.09.2017 - 20:15  
Rock in Rio integra calendário de eventos do programa governamental Rio de Janeiro a Janeiro (Foto: Acácio Pinheiro/Ascom MinC)
O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, esteve na Cidade do Rock, local onde será realizada a edição de 2017 do festival Rock In Rio. A visita foi na manhã deste sábado (2). Com expectativa de público de mais de 100 mil pessoas a partir do próximo dia 15 de setembro, o evento é uma das atrações do calendário de centenas de projetos estratégicos com alto potencial de geração de emprego e renda que participam do programa Rio de Janeiro a Janeiro do Governo Federal.
"É preciso pensarmos a Cultura pelo seu lado econômico, a partir da geração de recursos e empregos na realização dos eventos", defendeu Sá Leitão. A estrutura do Rock in Rio foi apresentada ao ministro pelo vice-presidente do festival, Rodolfo Medina, e pelo CEO da empresa realizadora do evento, Duda Magalhães. A secretária-executiva do Ministério da Cultura, Mariana Ribas, também participou da visita.
A Cidade do Rock ocupa praticamente a metade do complexo do Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, e reúne dois palcos, praça de alimentação e tenda de música eletrônica, dentre outros espaços de diversão e entretenimento. Segundo os organizadores do evento, cerca de 60% das pessoas que irão assistir aos shows virão de fora do Rio de Janeiro. Para trabalhar no local, foram contratados 14 mil trabalhadores de diversas áreas. 

Rio de Janeiro a Janeiro

O MinC, ao lado dos Ministérios do Turismo e do Esporte e da Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro (RioTur), coordena o eixo Emprego e Renda do programa Rio de Janeiro a Janeiro. O grupo foi criado pelo Governo Federal como uma maneira de incentivar a economia da cidade e do estado.
O apoio para a continuidade do Carnaval da cidade também faz parte dessa agenda e as possibilidades de fontes para investir os recursos necessários ao evento estão sendo avaliadas. Até o momento, a Caixa Econômica Federal irá patrocinar R$ 8 milhões via Lei Federal de Incentivo à Cultura, popularmente conhecida como Lei Rouanet. 
Estudo da Fundação Getúlio Vargas defende que um aumento de 20% no turismo local é capaz de incrementar em R$ 6 bilhões o produto Interno Bruto (PIB) do estado. Outro levantamento da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) mostra que a economia da cultura responde por 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB) do estado, valor superior à média nacional, de 2,64% do PIB.
Assessoria de Comunicação SocialMinistério da Cultura

REPORTAGEM DA FOLHA DE SÃO LULA - 'Rouanet não deve apoiar porque é pobrezinho', diz criador do Rock in Rio

Ricardo Borges/Folhapress
O empresário Roberto Medina, criador do Rock in Rio
O empresário Roberto Medina, criador do Rock in Rio
Em meio à pior crise econômica e política que o Brasil já enfrentou, Roberto Medina, 69, decidiu apostar num Rock in Rio maior e num discurso convidando seu público (700 mil ingressos vendidos) a "repensar o país".
A sétima edição nacional do festival, em setembro, ocupará um espaço com o dobro do tamanho do anterior, no Parque Olímpico da Barra -hoje uma área particular, que Medina alugou por seis anos, para montar as três próximas edições.
"A infraestrutura é muito melhor, água, esgoto. Vai ser um ganho", diz o empresário.
Seria possível duplicar o público na nova Cidade do Rock, mas ele quer testá-la antes de crescer ainda mais. Entre as novidades, arenas que receberão uma feira de games e um palco ("digital stage") onde os artistas serão youtubers como Whindersson Nunes e Christian Figueiredo.
O local sediará, em outubro, um festival de música sertaneja feminina, organizado por outra empresa. Curiosamente, Medina diz que o gênero é o único que não cabe em seu eclético evento.
O homem que já organizou uma edição "por um mundo melhor", com três minutos de silêncio pela paz, agora quer conclamar as pessoas a sair do que vê como "apatia" e fazer sua parte para vencer a crise.
Ao longo de cenários pintados de branco, estarão manchas coloridas com palavras como "dignidade", "ética", "sonhar" e "acreditar".
"Queremos abrir o Rock in Rio com um discurso simbólico. Sem falar de política, falaremos sobre a necessidade de repensarmos nosso país, de acreditar", diz Medina.
Carioca e entusiasta do Rio, Medina diz que a cidade nunca esteve tão violenta -nem mesmo nos anos 1990, quando foi sequestrado. Para ele, a saída passa pelo turismo.]
"Com uma estrutura como a gente tem no Rio hoje, a gente não estar resolvendo isso logo, me revolta. Quantas vidas a mais vamos ter de perder?"
*
Folha - Quão difícil foi fazer essa edição durante a crise?
Roberto Medina - Até o último Rock in Rio, a demanda por ingressos era muito maior do que nossa possibilidade de venda. Tava na cara que o Rio iria minguar, anunciei aqui dentro da empresa há dois anos. Então apertamos a comunicação em Minas e São Paulo, que são as maiores áreas de venda de bilhete fora do Rio. No primeiro festival, o público foi quase 100% carioca, depois foi para 70%, no último foi 55% e, agora, 39%. A outra coisa, que vem de um feeling meu, foi que deveria fazer um festival maior. Esse é o elenco mais caro que já fiz para um Rock in Rio.
Quanto custou?
Não posso dizer. Para montar o festival foram R$ 200 milhões, uns R$ 20 milhões de aumento [em relação à última edição], porque a cidade [do rock] é muito maior e os artistas foram mais caros. O preço dos artistas aumentou no mundo inteiro, porque os eventos ao vivo viraram negócios grandes para eles. Depois, aumentei mais ainda porque não admiti ter uma atração principal que não fosse top.
Qual artista custou mais?
Para os principais, foi absolutamente o mesmo valor. O dia mais caro é o do Guns n' Roses com o The Who, porque eu tive de pagar dois grandes. Eu queria trazer o Guns, foi um capricho meu, eu gosto. Não me entendo com ele [Axl Rose, vocalista da banda] há muitos anos, mas continuo a gostar. A gente briga porque ele sempre chega atrasado. Não chegar por algum problema, eu entendo. Mas não chegar porque não quer sair do quarto, eu não entendo. Ele é cheio de maluquices.
Quanto o sr. palpita na escalação dos artistas?
Mais do que meu palpite, o que vale é pesquisa. Trabalho com pesquisa o tempo inteiro, para toda a escalação. Só o palco Sunset não tem pesquisa, é o Zé [Ricardo, curador] que comanda, o feeling dele.
Neste ano haverá homenagem ao samba. Tem algum gênero musical que não cabe no Rock in Rio?
O sertanejo eu acho que não tem a ver. Tem alguns mitos em relação ao festival. Um deles é que ele era de rock. Isso é uma burrice absoluta, nunca foi rock. O primeiro já tinha Elba Ramalho, Alceu Valença, jazz.
O sr. foi acusado de ter preconceito com o funk, houve uma polêmica com a Anitta.
Não tenho afinidade com a música dela, não achei que encaixava, mas ela está indo para um caminho pop que a aproxima mais do Rock in Rio, como a própria Ivete [Sangalo] entrou nesse caminho. Não tenho nada contra, estou conversando com ela. Almocei com ela outro dia e fiquei impressionado. Ela é uma empresária, tem uma visão de marketing.
Estou trabalhando uma ideia de fabricar uma favela dentro do próximo festival. Colorida, mais bonita, mais romântica, para ter a música da favela, fazer uma seleção [de artistas] nelas, empolgar o pessoal de lá. Trazer os botequins também.
O sr. acha que seu festival é acessível para os moradores de favelas?
Primeiro, a música da favela está sendo consumida pela elite. Segundo, é claro que, para a maioria, não [é acessível]. O valor do Rock in Rio [R$ 455 por dia] e de qualquer evento de grande porte. Só que você pode pagar em oito vezes, sem juros. É mais barato que qualquer outro. Isso é um mérito da comercialização. Só é possível ser tão barato em relação ao que a gente entrega porque é um projeto que abraça a marca [os patrocinadores]. Isso é outra grande besteira que eu escuto, algumas pessoas dizem que ele é muito comercial.
Por que essa crítica é besteira?
Graças a Deus é muito comercial, porque isso permite que tanta gente veja um troço dessa categoria, faz o preço ser diluído. Não fosse isso, o ingresso custaria R$ 1.000. Depois, se você prestar atenção, é o festival com menos anúncio na área do palco. O palco é sagrado, até 15 metros de distância em cada lado não tem nada. Você não tem ideia do dinheiro que já me ofereceram pra colocar alguma coisa ali.
E por que o sr. não aceita?
Porque ali é arte, é puro. A propaganda é na cidade [do rock]. Ali é o artista, o mundo dele. É um conceito meu, acho que não deve.
O evento se paga antes de começar?
Sim, totalmente. A bilheteria responde por 45%, 50% [os ingressos já se esgotaram]. A edição de 2001 não se pagou antes do início, mas já foi legal. Dali em diante, todas se pagaram antes do início.
E por que, mesmo assim, recorreu à lei de incentivo em duas edições?
Não recorro mais porque não preciso bater boca, mas tá errado, totalmente errado [não usar o incentivo]. Com o dinheiro incentivado eu vou expandir meu projeto, vou para a Argentina, para a Rússia. Eu já teria aberto o projeto na Argentina neste ano, não fosse o problema econômico do país. Não tenho recurso para construir toda a Cidade do Rock na Argentina, então o [presidente Mauricio] Macri, que eu conheci, ia construir. Parou por causa do problema econômico, está certo. Mas, se eu tivesse capital de alguma forma para fazer a cidade, eu ia fazer, porque lá vende mais bilhete do que aqui. Teria alavancado a imagem do Brasil em outro país, ia ser um sucesso.
O sr. não conseguiu patrocinadores lá?
Para fazer a cidade [do rock], não. Não tinha um lugar pronto, e construir uma é muito difícil.
Não poderia ter feito num estádio, como fez no Maracanã em 1991?
Nunca faria isso, de jeito nenhum. Não gostei de 1991. Foi o melhor casting [elenco de artistas] e o pior projeto. O Rock in Rio não é para ficar vendo o palco. Você vê o que é hoje: o cara fica lá na roda-gigante, vai passear, é festa. Pesquisa do Ibope mostrou que 55% das pessoas vão ao festival por causa da experiência. A gente precisa de festa, isso eu tinha claro desde o primeiro Rock in Rio.
Que diferença faria para o festival se você não tivesse usado incentivos fiscais?
Não sei te responder. O que eu acho é o seguinte: quando começa a ter essa conversa, parece coisa de Estado velho. Nós damos espaço, emprego e divulgação para os artistas brasileiros, levamos eles para fora. Incentivar o sujeito que não tem uma receita de sucesso é jogar dinheiro fora. Não precisa ser grande, mas tem que ser sucesso. Acho ruim a lei de incentivo patrocinar porque o cara é pequenininho, porque é pobrezinho. Não, ele tem que mostrar que é competente. Não estou fazendo porque não quero discutir, mas essa política está totalmente errada.
O que tem de perguntar, na hora de dar o incentivo, é "o que você está fazendo na área social com seu projeto?". Pode pesquisar: vai ser difícil encontrar, no mundo, um projeto que desembolsa pra valer, do dinheiro próprio. Eu plantei um milhão e meio de árvores [num projeto na Amazônia], eu abri 70 salas de aula, formei 4.000 caras. Quando eu vou falar desse assunto para a opinião pública, eu estou forçando um deputado que tem voto a ter política pública para esse assunto, eu ponho o trombone em cima disso.
Por que a decisão de fazer a abertura do festival com tons de mobilização?
Estamos numa época extremamente complicada e as pessoas estão apáticas. A gente está numa situação de penúria até de vozes para brigarem pelo Rio. O que eu estou tentando levar é entusiasmo e crença de que a gente pode fazer. Não vamos resolver todos os problemas, mas podemos resolver uma parte.
Eu mesmo, fiquei esses últimos três meses direto nessa coisa de segurança, calendário turístico, porque a cidade está sem receita para sair disso daqui. Não é mais um problema político só, até porque nossas representatividades estão muito frágeis. É um problema da sociedade civil. A mim, coube um pouco de responsabilidade nisso porque é óbvio que o negócio do Rio é o entretenimento. A cidade está pronta, tem R$ 25 bilhões investidos aqui nos últimos quatro anos, o sonho do Rio era ser o que ele é hoje, em termos de infraestrutura. Não aproveitar isso é de uma incompetência impressionante, de todos nós. Agora, sem segurança, não tem como levantar esse calendário.
Por que o sr. acha possível fazer isso agora, num momento de crise, se não se aproveitou a exposição e atração da Copa-2014 e da Rio-2016?
O ser humano se acomoda, a população ia tocando a vida. A vida não está sendo tocada agora, estamos perdendo três, quatro pessoas mortas por dia. Na Espanha, em Portugal, quando tem crise, você deixa de ir ao restaurante, ao cinema. Aqui, as pessoas morrem. A sociedade está apavorada. Falta uma política de entretenimento. Ninguém fez a Olimpíada ou a Copa do Mundo como um projeto de entretenimento e negócios no Estado. Estamos com 8% de ocupação nos hotéis da Barra e 30% no resto da cidade. O "break even" [ponto de equilíbrio, em termos de finanças] de um hotel é 50%. Isso tudo vai ser demolido.
No caso do Rio, como não há uma estrutura empresarial para alavancar nada na área de entretenimento e turismo, são poucas empresas, pequenas e médias, a primeira coisa necessária é explicar para a população o que o município deve fazer. Fiz um estudo com a Fundação Getúlio Vargas que mostrou que, se aumentássemos o turismo em 20%, geramos 92 mil empregos a mais e um impacto de R$ 6,5 bilhões na economia.
Calculamos um valor de R$ 200 milhões de investimento [da prefeitura] para fazer um calendário [de eventos] e propaganda, comunicar de modo claro. Quando acabei o plano, as coisas começaram a se deteriorar mais rapidamente, então hoje você não tem como botar o plano na rua sem ter segurança, porque ninguém vem aqui.
O sr. levantou o Rock in Rio sem dinheiro público. Por que seu plano atual depende dele?
Porque eu não resolvo o problema do Rio sozinho. Tem de ter um programa. A economia está esfacelada, você perdeu os grandes patrocinadores, o Rock in Rio é uma exceção absoluta no Brasil. Não achava que fôssemos chegar neste ano ao nível de patrocínio que tivemos na última edição, e foi exatamente igual, R$ 106 milhões.
Por que o sr. deixou o Conselho de Turismo do Rio, criado na gestão Crivella?
Eu entreguei o plano [de investimento em entretenimento e turismo], está lá. Quando o Boni [José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, empresário e diretor de TV] saiu, porque ficou triste com o negócio do Carnaval [o corte do subsídio da prefeitura às escolas de samba], eu já estava com vontade de sair do dia a dia. O que eu posso fazer é torcer. Porque o Rio não merece. Me incomoda a cidade estar feia, não estar acontecendo. Me faz mal. Não desisto de lutar para fazer esse lugar ser minimamente decente para se viver.
O sr. foi sequestrado nos anos 1990. Hoje a violência está pior?
Com certeza. Nós estamos absolutamente abandonados. Perdemos a mais básica segurança, a de ir e vir. Nunca vi uma situação tão deprimente. A gente está num caos que, se não acordarmos... Está ruim de sair na cidade. Não tem como dar certo assim. Esse quadro não pode continuar.
Haverá algum esquema de segurança especial para o festival?
Temos sempre um projeto de trânsito com a Prefeitura e um protocolo de segurança com a polícia. Eu vejo pelo histórico que, em momentos de pico de violência, não acontece nada em evento nenhum. Não só no Rock in Rio, mas Réveillon, Carnaval. A mobilização é tão grande em torno do evento que não rola nada.
Como o país e o Rio chegaram a esse estado? De quem é a culpa?
Não temos sido muito felizes na hora de votar. Votei no Sérgio Cabral e foi uma grande decepção. Como votei no Collor, trabalhei na campanha dele e foi uma decepção. Por isso me afastei das campanhas políticas. Do ponto de vista profissional é extremamente interessante, mas você coloca sua alma numa crença e, se aquilo não acontece, é um desastre pessoal. Nunca mais faria.
Sua empresa está disputando a conta de publicidade da Presidência. Não teme se envolver com um governo investigado?
Em qualquer profissão é possível trabalhar com o poder público de forma correta. Mas o país chegou a um ponto insustentável. Tomara que essa coisa que tá acontecendo possa mudar, mas não tenho certeza. E o mais angustiante é que eu acho que ninguém tem certeza que isso tudo que estamos sofrendo possa mudar o futuro.
Qual a responsabilidade do empresariado nacional na corrupção?
Tenho posições muito radicais sobre isso que prefiro não externar. Acho que estamos vivendo um momento extremamente ruim, e o Rock in Rio tem uma responsabilidade nessa área, nossa história é uma de crença. A emoção está aflorada, e a gente pode usar a emoção para falar de uma coisa boa, falar de futuro, de acreditar. O entusiasmo transforma as coisas. As pessoas deixaram de acreditar. Estamos precisando estimular essas empresas novas que estão batendo cabeça.
Já cogitou entrar para a política?
Nunca. Vou te contar uma coisa perversa da política: se você for mau caráter e eu, não, você vai me ganhar num debate, porque vai mentir. É difícil para um cara de bem, que não tem essa coluna vertebral que o político tem. É um outro tipo de bicho.
É uma visão desesperançosa. Como esperar políticos decentes, se a lógica é essa?
Acho que estamos nesse caminho, estranhamente. Repara só o que está acontecendo: há um processo complexo em que estamos discutindo a fundo a questão da seriedade [dos políticos]. Depois, vamos ter uma próxima campanha presidencial sem dinheiro, mais igualitária. Digo a você o seguinte: qualquer cara pode ser eleito.
Para quem vai seu voto?
[João] Doria. É um empresário bem-sucedido, não precisa disso [da política como sustento], já disse que não buscará reeleição. Conheço ele desde quando comecei na propaganda. Ele espelha um pouco essa oportunidade que estamos tendo, onde qualquer um pode ser presidente. Outro dia estava falando com o Carlos Augusto Montenegro [presidente do Ibope] e ele dizia isso, qualquer pessoa tem cacife hoje para chegar. Estamos num momento em que temos de torcer para dar certo. Se vai, não sabemos. Eu acho que sim.
O sr. tem acompanhado a administração dele em São Paulo?
Não. Mas vejo todos os posts dele [em redes sociais].
E vai votar nele para presidente baseado em quê?
Acredito, nesse momento, que ele é o cara. A eleição está caminhando para ele, está vestindo ele. Vamos ter um ano aí para ver. E tem o seguinte: a gente vai votar em quem? Quem são os outros caras que vão surgir? Eu não sei. Poucos nomes estão sendo conversados.
O ex-ministro Joaquim Barbosa seria um bom candidato?
Seria um tremendo candidato, pela questão ética. O que tem de se pensar é o seguinte: será que esse cara administra? Não basta ser ético. A Marina [Silva] também é, mas tem de provar que é competente e tem ideias importantes para implementar no Brasil.
O sr. acha que o Lula disputará a próxima eleição?
Acho que não, viu. Acho que ele não disputa por todos os problemas jurídicos que tem. E, se disputar, perde. Vai para o segundo turno com certeza, mas tem um nível de rejeição que acho que não será presidente.
Eduardo Paes é seu candidato ao governo do Estado do Rio?
Não sei. Ele fez uma administração muito competente, votei nele para prefeito, mas ele escolheu muito mal [o candidato a sucessor, Pedro Paulo].
O sr. votou no Crivella?
Votei. Ali era complicado, o [Marcelo] Freixo [que disputou o segundo turno] tinha uma visão de Estado, Estado, Estado e eu penso exatamente o contrário: o Estado tem que cuidar da educação, saúde e segurança e deixar o resto para a iniciativa privada e mercado, que é mais competente.
A última crise econômica dos Estados Unidos mostrou os perigos da falta de regulação do Estado.
É verdade, mas eles construíram uma grande nação com a iniciativa privada. Nenhum projeto é único e inabalável. Acho que saúde, educação e segurança são deveres do Estado. Agora, se pudéssemos privatizar todo o resto, seríamos outro país. Sabe qual foi a minha relação com o Estado americano quando fiz o Rock in Rio lá [em Las Vegas, 2015]? Nenhuma. Aqui é uma confusão, é tanta lei que você pira. Quando entrei na publicidade, minha agência tinha, de cem pessoas, três na contabilidade e administração. Hoje são 90, porque é tanta encrenca que arrumaram que você não consegue fazer a essência, que é criar.
O que o sr. acha do governo Temer?
Não sei. Não quero dar opinião sobre isso. Estou pedindo ajuda para o Rio [na questão da segurança], não posso criar incompatibilidade com ninguém. Acho que ele deveria ter assumido, como assumiu [a presidência, substituindo Dilma Rousseff], mas o governo de hoje poderia estar numa situação bem melhor. Aconteceram fatos importantes, que eu não vou comentar, e de novo estamos com um problema grava na nação, e temos ainda um ano e meio para uma eleição direta. Acho que vamos sair melhores disso, mas estamos vivendo um momento complexo. O que acontece é o seguinte: a gente tem que cobrar esses caras [governo federal], que têm que salvar as pessoas daqui [Rio]. A imprensa tem culpa também, tem que cobrar, não só noticiar as mortes. Eu estou empurrando como posso. A responsabilidade é de quem? Ah, quebrou o Estado. Dane-se. E vocês, do governo federal? Têm de fazer alguma coisa.
Considera um erro sua parceria com Eike Batista [que comprou 50% do Rock in Rio e depois vendeu]?
Não. Acho que foi uma infelicidade. Erro, não. Ele ganhou dinheiro, eu perdi muito tempo. Tive uma identidade com ele quando o conheci, porque ele falava do Rio loucamente, me apaixonei pelo cara. Aí teve aquele problema [Eike se desfez de vários negócios para pagar dívidas, após a derrocada da petroleira OGX], eu comprei 30% da parte dele, ele vendeu o resto para um fundo árabe. Nesse momento em que eu comprei as ações dele, fiz uma proposta na qual ele ganhou 60% a mais do que havia investido. Eu fiquei feliz porque ele ganhou isso, na verdade queria comprar tudo, não só os 30%. Tive pouco convívio com ele, mas todo convívio que tive foi absolutamente positivo.
ROCK IN NÚMEROS
Orçamento R$ 200 milhões
Patrocínios R$ 106 milhões
Público 100 mil pessoas por dia/700 mil total (ingressos esgotados)
Quatro palcos principais + duas arenas
Destaques Lady Gaga (15/9), Maroon 5 (16/9), Justin Timberlake (17/9), Aerosmith (21/9), Bon Jovi (22/9), Guns n' Roses e The Who (23/9), Red Hot Chili Peppers (24/9)