Ataque Aberto

"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

sábado, 28 de março de 2020

Entrevista, Osmar Terra, deputado federal do RS - Tem que abrir tudo imediatamente, inclusive escolas e restaurantes

Entrevista, Osmar Terra, deputado federal do RS - Tem que abrir tudo imediatamente, inclusive escolas e restaurantes:

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ENTREVISTA

Osmar Terra, ex-ministro dos governos Temer e Bolsonaro, ex-secretário estadual da Saúde nos governos Rigotto e Sartori, atual deputado federal pelo RS.

O senhor foi o primeiro a chamar a atenção para o fato de que o vírus chinês não exige medidas drásticas de contenção e de restrição severa às atividades humana e econômica.

Sim. E insisto com isto. Tem que abrir tudo imediatamente, embora confinando idosos e grupos de risco apartados, bem como adotando medidas mitigatórias. É isto.

Inclusive escolas ?

Tudo, mas principalmente escolas. Crianças não ficam doentes com este vírus.

Mas transmitem ?

Como são os casos de vírus que causam surtos, epidemias ou pandemias. Foi assim no caso do H1N1, cujo número de mortos é superior às piores estatísticas sobre este caso do vírus chinês.

E aí ?

E aí que não tem como evitar que ele se propague. É uma força da natureza. Vamos prevenir e tratar, mas ele cumprirá um ciclo,cujo pico poderá ocorrer dentro de duas a três semanas no Brasil e depois cairá.

E então ?

Este verdadeiro pânico foi criado artificialmente, mas as pessoas já perceberam que vão morrer com a falta de empregos (as empresas vão todas quebrar e o governo ficará sem receita para atender a população) e portanto de renda, sem poder adquirir o básico para sobreviver.

Quem criou ?

É só olhar a TV e ver quem defende ardorosamente o confinamento de quase todo mundo, com paralisação da economia, tudo sem prazo e de modo geral e irrestrito.

THE LANCET: COVID-19: learning from experience.

EDITORIAL| VOLUME 395, ISSUE 10229, P1011, MARCH 28, 2020
Over the past 2 weeks, the coronavirus disease 2019 (COVID-19) pandemic has marched relentlessly westward. On March 13, WHO said that Europe was now the centre of the pandemic. A few days later, deaths in Italy surpassed those in China. Iran and Spain had also reported over 1000 deaths as of March 23, and many other European countries and the USA reported increasing numbers of cases, heralding an imminent wave of fatalities. Following the sweep of COVID-19 is a series of dramatic containment measures that reflect the scale of the threat posed by the pandemic. Lockdowns that seemed draconian when instigated in Wuhan only 2 months ago are now becoming commonplace. However, many countries are still not following WHO's clear recommendations on containment (widespread testing, quarantine of cases, contact tracing, and social distancing) and have instead implemented haphazard measures, with some attempting only to suppress deaths by shielding the elderly and those with certain health conditions.
The initial slow response in countries such as the UK, the USA, and Sweden now looks increasingly poorly judged. As leaders scramble to acquire diagnostic tests, personal protective equipment, and ventilators for overwhelmed hospitals, there is a growing sense of anger. The patchwork of harmful initial reactions from many leaders, from denial and misplaced optimism, to passive acceptance of large-scale deaths, was justified by words such as unprecedented. But this belies the damage wrought by SARS, Middle East respiratory syndrome, Ebola virus, Zika virus, the 2009 H1N1 influenza pandemic, and a widespread acceptance among scientists that a pandemic would one day occur. Hong Kong and South Korea were tested by these previous emerging infections, leaving them better able to scale up testing and contact tracing.
Globally, many people are afraid, angry, uncertain, and without confidence in their national leadership. But alongside these dark sentiments, images of solidarity have emerged. Health workers have shown an incredible commitment to their communities and responded with compassion and resolve to tackle the virus despite challenging and sometimes dangerous conditions. Neighbours have organised to support vulnerable people; businesses and national governments have stepped up to provide support for those who need it and strengthen social security and health services. The pandemic has also brought examples of international solidarity, with the sharing of resources, information, and expertise from countries further ahead in the epidemic, or with better results in controlling the spread. China's experience will be crucial to understanding how to lift restrictions safely.
Inevitably, the next wave of infections will hit Africa and Latin America. The Africa CDC has reported cases in 41 countries; Brazil, Mexico, and Peru have all reported hundreds or thousands of cases. Most African or Latin American countries have only tens or hundreds of ventilators, and many health facilities do not have even basic therapies such as oxygen. Fragile health-care systems would soon be overwhelmed should infection spread widely. People living in poor, overcrowded, urban areas are especially vulnerable; many do not have basic sanitation, could not self-isolate, and have no paid sick leave or social security. In response to the threat, WHO has launched the COVID-19 Solidarity Response Fund, which has raised more than US$70 million, and some regional organisations have taken strong proactive action, sharing information and receiving donations of testing kits and medical supplies. Many national governments have responded swiftly, but many are yet to take the threat of COVID-19 seriously—eg, ignoring WHO's recommendation on avoiding mass gatherings. Brazil's President Jair Bolsonaro has been strongly criticised by health experts and faces an intensifying public backlash for what is seen as his weak response.
Alongside the deep distress felt as many countries experience a peak in cases or brace for it, there is also a growing understanding about the importance of the collective and community. Europe and the USA have shown that putting off preparation, in either the hope of containment elsewhere or a mood of fatality, is not effective. It is imperative that the global community takes advantage of this spirit of cooperation to avoid repeating this error in more vulnerable countries. WHO has provided consistent, clear, and evidence-based recommendations; communicated effectively; and navigated difficult political situations shrewdly. The world is not lacking effective global leadership. The central role played by WHO in coordinating the global response must continue, and countries and donors need to support WHO in these efforts.

Revista científica inglesa afirma que Bolsonaro dá resposta fraca à Covid-19

Revista científica inglesa afirma que Bolsonaro dá resposta fraca à Covid-19:

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A revista científica britânica The Lancet criticou em editorial publicado na edição desta semana os líderes governamentais que não tratam com seriedade a ameaça que a Covid-19 representa. O presidente Jair Bolsonaro é o único que tem o nome citado no texto.
Leia mais (03/27/2020 - 17h04)

Revista científica cita Bolsonaro e critica países que não levam a sério a ameaça da Covid-19

Revista científica cita Bolsonaro e critica países que não levam a sério a ameaça da Covid-19: 'The Lancet' diz que presidente brasileiro tem 'resposta fraca' ao vírus e que está passando por intensa reação pública e sendo criticado por especialistas. Comunidade médica reage às declarações de Bolsonaro sobre coronavírus
A revista científica "The Lancet", uma das mais respeitadas do mundo entre os cientistas, publicou um posicionamento nesta sexta-feira (27) no qual critica as respostas de alguns governos que não foram rápidos ao exigir o isolamento da população devido ao coronavírus Sars-CoV-2. O único presidente citado diretamente foi Jair Bolsonaro.
"Muitos governos federais responderam rapidamente, mas muitos ainda não levam a sério a ameaça da Covid-19 - por exemplo, ignorando a recomendação da Organização Mundial da Saúde contra aglomerações. O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, tem sido fortemente criticado por especialistas da área da saúde e enfrenta uma intensa reação pública por sua fraca resposta", disse o texto da "The Lancet".
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A revista chama a atenção para países como os Estados Unidos, Reino Unido e Suécia que tiveram respostas lentas e hoje criticadas. Também diz que "inevitavelmente" a próxima onda de infecções irá atingir a África e a América Latina. Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças, braço do órgão dos Estados Unidos baseado na África, já detectaram a doença em 41 países do continente. Brasil, México e Peru já relatam milhares de casos.
"A maioria dos países africanos ou latino-americanos tem apenas dezenas ou centenas de ventiladores e muitas unidades de saúde não possuem terapias básicas, como o suporte de oxigênio. Os sistemas frágeis de saúde logo serão sobrecarregados se a infecção se espalhar amplamente. As pessoas que vivem em áreas urbanas pobres e superlotadas são especialmente vulneráveis. Muitos não têm saneamento básico, não podem se isolar e não têm licença médica paga ou previdência social", completaram os editores da revista.
Pronunciamento criticado
Na noite da última terça-feira, Jair Bolsonaro fez um discurso que gerou uma repercussão de especialistas, políticos e até aliados. O presidente pediu a "volta à normalidade", o fim do "confinamento em massa" e disse que os meios de comunicação espalharam "pavor".
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), divulgou uma nota na qual classificou a fala de Bolsonaro como "grave" e disse que o país precisa de uma "liderança séria". O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o pronunciamento "foi equivocado ao atacar a imprensa, os governadores e especialistas em saúde pública". Veja mais posicionamentos.
Líderes globais ressaltam cuidados para evitar coronavírus
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Sem isolamento e ações contra a Covid-19, Brasil pode ter até 1 milhão de mortes na pandemia, diz estudo

Sem isolamento e ações contra a Covid-19, Brasil pode ter até 1 milhão de mortes na pandemia, diz estudo: Estudo liderado pelo Imperial College de Londres foi assinado por 50 cientistas, incluindo um grupo relacionado à Organização Mundial da Saúde (OMS). Milhões de vidas podem ser salvas se países agirem para conter coronavírus, diz estudo
Um estudo liderado pelo Imperial College de Londres faz uma estimativa de como os diferentes países do mundo seriam afetados pela pandemia do coronavírus Sars-CoV-2. Ao analisar o impacto em 202 países, eles concluíram que, se os governos adotarem medidas rigorosas cedo, como testes de diagnóstico, isolamento de doentes e distanciamento social para frear a disseminação do vírus, 38,6 milhões vidas podem ser salvas. Isso representa uma redução de mortalidade de cerca de 95%.
O Brasil está entre os países citados. Em caso de nenhuma estratégia de isolamento e de enfrentamento da pandemia, o Brasil poderia ter mais de 1,15 milhão de mortes devido à Covid-19. Com estratégias de supressão rígidas para toda a população, que são aquelas que buscam bloquear a circulação do vírus, o estudo diz que o número de mortes pode ser reduzido para 44,2 mil.
Foi o Imperial College o instituto responsável por outro estudo que virou um marco na pandemia: um modelo matemático deu um panorama extremamente sombrio de como a doença ia se propagar pelo país, como ia impactar o sistema público de saúde (o SUS do Reino Unido, chamado de NHS) e que até 250 mil pessoas poderiam morrer. Depois do estudo, a estratégia do governo britânico mudou, abandonando a "imunização de rebanho".
Para o Brasil, no novo estudo, o cenário sem qualquer medida de enfrentamento aponta:
Mortos: 1,15 milhão
Infectados: 187,7 milhões
Hospitalizações: 6,2 milhões
Casos graves: 1,5 milhão
Assinam o estudo quase 50 cientistas, incluindo um grupo relacionado à Organização Mundial da Saúde (OMS). Em um cenário com a implementação de medidas parciais de isolamento para a população, com restrições a eventos e aglomerações, o número de mortes cai para 627 mil, e o de infectados para 122 milhões.
Há, ainda, um cenário com isolamento imposto somente para idosos:
529 mil mortos
120 milhões de infectados
3,2 milhões de hospitalizações
702 mil casos graves
"Nós estimamos que a ausência de intervenções resultaria em 7 bilhões de infecções e 40 milhões de mortes no mundo todo pela Covid-19 neste ano. Estratégias de mitigação focadas na blindagem a idosos (redução de 60% dos contatos sociais) e desaceleração, mas não interrupção, da transmissão (redução de 40% dos contatos sociais para uma população mais ampla) poderiam reduzir esse ônus pela metade, salvando 20 milhões de vidas", disseram os autores.
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"No entanto, prevemos que, mesmo nesse cenário, os sistemas de saúde em todos os países será sobrecarregado rapidamente. É provável que esse efeito seja ainda mais grave em contextos de baixa renda, lugares onde a capacidade é mais baixa".
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REVISTA VEJA - Bolsonaro já não governa e Mourão engraxa suas botas

Bolsonaro já não governa e Mourão engraxa suas botas:

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Jair Bolsonaro não faz a menor ideia do que seja o Imperial College of London, uma instituição britânica fundada em 1907 com foco em ciência, engenharia e medicina e respeitada no mundo inteiro. Se soubesse, não ligaria, como não liga para esse troço chamado de museu, espaço de velharias. Ou para galerias de arte com quadros sem graça e esculturas muitas vezes deformadas.

Livros? Queixa-se de que têm muitas letrinhas. Nem o livro de memórias do coronel torturador Brilhante Ulstra ele leu, embora um exemplar repouse intocado na mesinha de cabeceira do seu quarto de dormir no Palácio da Alvorada. Não é o lugar onde Bolsonaro sente-se mais à vontade, como já disse. Prefere o closet onde Michelle, sua mulher, guarda vestidos e sapatos.

Mas foram estudos do Imperial College of London os responsáveis pela conversão à realidade de Boris Johnson, o primeiro-ministro do Reino Unido que teimava em ignorar a ameaça do coronavírus. Por sinal, Johnson pegou a doença, assim como seu ministro da Saúde e o príncipe Charles, herdeiro do trono inglês. A Rainha passa bem, refugiada em um castelo distante de Londres.

O Imperial College calcula que haveria em pouco tempo até 1 milhão de mortos se o isolamento social rigoroso decretado pelos governadores fosse trocado pelo isolamento social a meia bomba para idosos e infectados proposto por Bolsonaro. O que previsão tão catastrófica como essa significa para o presidente mais preocupado com a Economia do que com a vida das pessoas?

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Nada. Infelizmente, nada, a julgar pelo que ele disse, ontem, em linha com declarações feitas em outras ocasiões. Disse: “Alguns vão morrer? Vão morrer, ué. Lamento. Essa é a vida, é a realidade”. E lembrou que não se para a fabricação de carros só porque eles matam 60 mil pessoas por ano. O mesmo raciocínio se aplicaria às armas, florestas queimadas, meio ambiente degradado.

A reação ao comportamento de Bolsonaro como exterminador do futuro está sendo de tal maneira forte que já se pode concluir que ele perdeu mais uma batalha – essa, talvez, a que o impeça de completar o mandato ou de ser candidato à reeleição. Os ministros que o cercam estão estupefatos com tudo os que ele tem dito e feito nos últimos 15 dias, e temem seus próximos passos.

Nem eles entendem por que Bolsonaro mais uma vez atravessou a rua para pisar em uma casca de banana – e que casca! Qual o seu plano? Qual o seu objetivo? Que vantagens imagina extrair do que se assemelha a delírios de uma pessoa com medo, com muito medo e descontrolada? Bolsonaro já não governa. Governa uma coligação formada pelo Congresso e a Justiça.

É uma situação que não pode durar até 2023 quando ele teria de vestir a faixa presidencial pela segunda vez ou transferi-la ao seu sucessor. Bolsonaro voltou a falar em golpe militar quando provocado por José Luiz Datena, apresentador de programa na Bandeirantes. Datena perguntou se ele pretendia dar um golpe. Resposta: “Quem quer dar o golpe jamais vai falar que quer dar”.

O que falou Bolsonaro, até outro dia causaria celeuma, ocuparia largo espaço no noticiário e provocaria discussões intermináveis que não chegariam a lugar algum – mas agora, não. Ninguém quer mais escutá-lo. O que se escuta só confirma a opinião consolidada a seu respeito. Mais uma pesquisa, a do Instituto Ideia Big Data, apontou que a popularidade de Bolsonaro está ladeira abaixo.

A pergunta que mais se ouve em cada canto de Brasília, em cada endereço da Avenida Brigadeiro Faria Lima, o mais importante centro financeiro do país, e em cada telefonema disparado do exterior para cabeças coroadas da República é: O que vai acontecer com Bolsonaro? Ou então: Até quando ele desfrutará das miçangas do poder apesar de não mais exercê-lo de fato?

Invariavelmente, a resposta é: Não sei. De todo modo, o general Hamilton Mourão, o vice-presidente que Bolsonaro qualificou de “tosco” em conversa com Datena, engraxa suas botas de montar, põe em ordem seus ternos, cavalga para manter-se em forma e recebe visitas acompanhadas à distância por espiões da Agência Brasileira de Informação, aparelho a serviço da família Bolsonaro.

Coronavírus: Quase 50% dos casos graves no Brasil estão abaixo dos 60 anos

Coronavírus: Quase 50% dos casos graves no Brasil estão abaixo dos 60 anos: 17032020---pedestres-utilizando-mascaras A campanha do governo federal chama de "raros" os casos fatais do novo coronavírus. Segundo o último levantamento por faixas etárias da população, disponibilizado pelo Ministério da Saúde, mortes de menores de 60 anos representam 10% do total no Brasil. Entretanto, quando se trata de casos graves, jovens e adultos representam quase a metade.

A Heart Attack? No, It Was the Coronavirus

A Heart Attack? No, It Was the Coronavirus:



Cardiologists are seeing infected patients whose worst symptoms are not respiratory, but cardiac.

Mortes suspeitas acendem alerta sobre total de vítimas de covid-19 no Brasil

Mortes suspeitas acendem alerta sobre total de vítimas de covid-19 no Brasil:

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Familiares esperam até duas semanas por respostas para o teste de covid-19; histórias de possíveis vítimas sem diagnóstico oficial por escassez e demora nos resultados põem em xeque estatísticas de mortos.

Morre, no Rio, o artista plástico Daniel Azulay

Morre, no Rio, o artista plástico Daniel Azulay:

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O artista lutava contra uma leucemia e contraiu o novo coronavírus


Brasil tem mais de 11 milhões vivendo em casas "superlotadas", mostra pesquisa

Brasil tem mais de 11 milhões vivendo em casas "superlotadas", mostra pesquisa:

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Evitar aglomerações está entre as formas de prevenção contra o novo coronavírus.


Sair do isolamento agora é querer voltar a mundo que não existe mais, diz virologista Atila Iamarino

Sair do isolamento agora é querer voltar a mundo que não existe mais, diz virologista Atila Iamarino:

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Preocupação deveria ser em preparar a economia para resistir à quarentena. Isolamento é forma de ganhar tempo para pensar outras medidas, diz biólogo especialista em vírus.


Brasil tem mais de 11 milhões vivendo em casas "superlotadas", mostra pesquisa

Brasil tem mais de 11 milhões vivendo em casas "superlotadas", mostra pesquisa: Evitar aglomerações está entre as formas de prevenção contra o novo coronavírus.


600 mil

600 mil: 600 mil casos diagnosticados de Covid-19.

"Alguns vão morrer", responde Jair Bolsonaro.


Previsão Sul – Instabilidade aumenta sobre a Região

Previsão Sul – Instabilidade aumenta sobre a Região:



Devido ao surto do COVID-19, nossos boletins estão sendo gravados em home office, sem apresentadora nos vídeos. Dessa forma, protegemos a saúde dos nossos funcionários e seus familiares. Agradecemos a compreensão. #juntosadistancia

28 de Março de 1810: Nasce Alexandre Herculano, historiador, romancista e político liberal português, último presidente do Município de Belém, autor de "Eurico, o Presbítero", renovador da historiografia portuguesa.

28 de Março de 1810: Nasce Alexandre Herculano, historiador, romancista e político liberal português, último presidente do Município de Belém, autor de "Eurico, o Presbítero", renovador da historiografia portuguesa.:

Poeta, romancista, historiador e ensaísta português, Alexandre Herculano de Carvalho e Araújo nasceu a 28 de Março de 1810, em Lisboa, e morreu a 13 de Setembro de 1877, em Santarém.

A sua obra, em toda a extensão e diversidade, ostenta uma profunda coerência, obedecendo a um programa romântico-liberal que norteou não apenas o seu trabalho mas também a sua vida.

Nascido numa família modesta, estudou Humanidades na Congregação do Oratório, onde se iniciou também na leitura meditada da Bíblia, o que viria a marcar a sua mundividência. Impedido por dificuldades económicas e familiares de frequentar a Universidade, preparou-se para ingressar no funcionalismo, frequentando um curso prático de Comércio e estudando Diplomática na Torre do Tombo, onde aprendeu os rudimentos da investigação histórica. Por esta altura, com 18 anos, já se manifestava a sua vocação literária: aprendeu o francês e o alemão, fez leituras de românticos estrangeiros e iniciou-se nas tertúlias literárias da marquesa de Alorna, que viria a reconhecer como uma das suas mentoras. Em 1831, envolvido numa conspiração contra o regime miguelista, foi obrigado a exilar-se, primeiro em Inglaterra (Plymouth) e depois em França (Rennes).

No exílio, aperfeiçoou o estudo da história, familiarizando-se com as obras de historiadores como Thierry e Thiers, e leu os que viriam a ser os seus modelos literários: Chateaubriand, Lamennais, Klopstock e Walter Scott. Em 1832, participou no desembarque das tropas liberais em Mindelo e na defesa do Porto, onde foi nomeado segundo-bibliotecário e encarregue de organizar os arquivos da biblioteca. Entre 1834 e 1835, publicou importantes artigos de teorização literária na revista Repositório Literário, do Porto, (posteriormente compilados nos Opúsculos). Em 1836, por discordâncias com o governo setembrista, demitiu-se do seu cargo de bibliotecário e publicou o folheto A Voz do Profeta. Em Lisboa, dirigiu a mais importante revista literária do Romantismo português, O Panorama, para que contribuiria com diversos artigos, narrativas e traduções, nem sempre assinados. Em 1839, aceitou o convite de D. Fernando para dirigir as bibliotecas reais da Ajuda e das Necessidades, prosseguindo os seus trabalhos de investigação histórica, que viriam a concretizar-se nos quatro volumes da História de Portugal, publicados no decurso das duas décadas seguintes. Foi precisamente por essa altura que se envolveu numa polémica com o clero, ao questionar o milagre de Ourique, polémica que daria origem aos opúsculos Eu e o Clero e Solemnia Verba. Eleito deputado pelo Partido Cartista em 1840, demitiu-se no ano seguinte, desiludido com a actividade parlamentar.

Voltou à política em 1851, fundou o jornal O País, mas logo se desiludiu com a Regeneração, manifestando o seu desagrado pela concepção meramente material de progresso de Fontes Pereira de Melo. Em 1853, fundou o jornal O Português, e dois anos depois foi nomeado vice-presidente da Academia Real das Ciências e incumbido pelos seus consórcios da recolha dos documentos históricos anteriores ao século XV - tarefa que viria a traduzir-se na publicação dos Portugaliae Monumenta Historica, iniciada em 1856. Neste mesmo ano tornou-se um dos fundadores do partido progressista histórico e em 1857 atacou a Concordata com a Santa Sé. Em 1858, recusou a cátedra de História no Curso Superior de Letras. Entre 1860 e 1865, envolveu-se em nova polémica com o clero, quando, ao participar na redacção do primeiro Código Civil Português, defendeu o casamento civil. Em 1865, fruto das suas reflexões, saíram os Estudos sobre o Casamento Civil. Em 1867, desgostoso com a morte precoce de D. Pedro V, rei em quem depositava muitas esperanças, e desiludido com a vida pública, retirou-se para a sua quinta em Vale de Lobos (comprada com o produto da venda das suas obras), onde se dedicaria quase exclusivamente à vida rural, casando com D. Maria Hermínia Meira, sua namorada da juventude.

Apesar deste novo e voluntário exílio, continuou a trabalhar nos Portugaliae Monumenta Historica, interveio em 1871 contra o encerramento das Conferências do Casino, orientou em 1872 a publicação do primeiro volume dos Opúsculos e manteve correspondência com várias figuras da vida política e literária. Morreu de pneumonia aos 67 anos, originando manifestações nacionais de luto.

Alexandre Herculano. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012. 
wikipedia (imagem)

Alexandre Herculano

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Alexandre Herculano, por João Pedroso

ALERTA TOTAL - O Lixo da Medicina Brasileira resolve defender Bolsonaro

O Lixo da Medicina Brasileira resolve defender Bolsonaro:

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Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Milton Pires

Alguns médicos brasileiros são capazes de tudo, nós já o sabemos. Isso não é porque são médicos; mas porque são brasileiros.

O Brasil é um país onde a vida não vale NADA, nem mesmo para alguns médicos.

Alguns médicos brasileiros, graças a Deus uma minoria, foram capazes de auxiliar torturadores do DOPS e do DOI-CODI, foram capazes de apoiar Dilma e Lula, de apoiar a vinda dos médicos cubanos, e agora a entrada de brasileiros formados em Medicina na Bolívia…Alguns são capazes de apoiar o estelionato da Telemedicina...

Por que, pergunto eu, alguns médicos não seriam capazes de apoiar Bolsonaro? Por que não diriam que tem mesmo que “acabar com a quarentena” e que o Brasil “tem que voltar a trabalhar”??

Não se enganem com essa gente: eles são predominantes donos de EMPRESAS de exploração do trabalho de colegas, ou gente ligada a empresários, ou ao próprio Governo Bolsonaro.

Essa gente, porque de médicos não merecem o título, não tem vergonha de ficar contra a Sociedade Brasileira de Infectologia, contra a Associação Médica Brasileira nem contra TUDO que está se fazendo no país que tem a melhor Medicina do Mundo – os Estados Unidos.

Não interessam os tanques andando por Nova York nem Nova York inteira dentro de casa – os interesses dos empresários que são amigos de Bolsonaro são maiores do que tudo! Nojento é escutá-los dizer que estão pensando no “desemprego” e na “fome dos pobres”.

Depois de eu escrever isso essa ralé ainda vai ter a audácia de me chamar de “petista”. Essa gente não tem vergonha de nada. Não tem vergonha dos pacientes, dos colegas, dos familiares idosos. Nada lhes interessa.

Colocam despudoradamente o Brasil perante uma escolha de Sofia – ou ficam em casa e o Brasil vai morrer de FOME ou saem para trabalhar e o Brasil vai morrer por causa do vírus. Escrevem isso achando que Economia e Saúde tem a mesma importância...pior: escrevem isso como se o Brasil tivesse opção de “escolher”entre Economia e Saúde.

No fundo, no fundo essa ralé sabe que vão acontecer as duas coisas: SABE que milhares de pessoas vão morrer e sabe que a economia do Brasil TAMBÉM vai ser afetada com desemprego, com recessão, com fome...graças a irresponsabilidade do Governo de um louco que a nossa própria classe salvou depois da facada e que diz que agora tudo não passa de uma “gripezinha”.

A loucura de Bolsonaro não é diferente daquela dos Vagabundos Petistas, da ralé do PSOL e da escória do PC do B.

Bolsonaro é Dilma fazendo flexões e, a exemplo dos médicos que defenderam a louca estocadora de vento, quem defende o “atleta da gripezinha” não é muito melhor, não.

Fiquem quietinhos aí...Talvez o Conselho Federal de Medicina não escreva aquilo que vocês tem que ler…

Mas eu vou escrever, sim!

Milton Simon Pires é Médico. Editor do Ataque Aberto.

sexta-feira, 27 de março de 2020

SOLIDARIEDADE DO BRASIL COM OS MÉDICOS!


“Alguns vão morrer? Vão, ué, lamento. Essa é a vida”

“Alguns vão morrer? Vão, ué, lamento. Essa é a vida”:

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Em entrevista a Datena, Jair Bolsonaro comparou a pandemia do novo coronavírus com as mortes no trânsito.

"Alguns vão morrer? Vão morrer, ué, lamento. Essa é a vida, é a realidade. Nós não podemos parar a fábrica de automóveis porque tem 60 mil mortes no trânsito por ano, está certo?"...

FRASE QUE ESTE EDITOR IMEDIATAMENTE LEMBROU: 

"Aqueles que têm má saúde física e mental não devem perpetuar seus sofrimentos nos corpos de seus filhos.“ —  Adolf Hitler, livro Mein Kampf Fonte: "Mein Kampf"

Referência: https://citacoes.in/autores/adolf-hitler/

CARTA ABERTA AO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO.

Excelentíssimo Sr. Presidente da República, Jair Bolsonaro.

Quase sete anos atrás, em julho de 2013, eu escrevi uma carta aberta à então Presidente da República, Dilma Rousseff, que obteve grande repercussão entre o meio médico. Não foi publicada por nenhum grande jornal do país. Essa também não vai ser, não se preocupe.

Sabemos, o senhor e eu, que o senhor não vai me responder. Não faz mal nenhum. Dilma também não me respondeu e isso não me impediu de continuar escrevendo.

O senhor já me conhece (ou deveria me conhecer). Já lhe escrevi antes. Não tenho paciência para me apresentar outra vez e repetir a ladainha sobre aquilo que PT, PSOL e PC do B fizeram comigo depois da carta que escrevi para Dilma. Vamos ao que interessa.

Eu e milhões de brasileiros ajudamos o senhor a se eleger.

É meu direito e meu dever lhe cobrar. Eu não tenho partido nenhum. Todo mundo já sabe que eu não sou de Esquerda, o que não sabem é que não pertenço a isso que o senhor e a ralé da Política Brasileira que o senhor levou para o Governo (em nome da tal "governabilidade") chamam de “Direita”.

Eu lhe pergunto, Presidente: o senhor não tem vergonha na cara de deixar Mandetta chamar estudantes do quinto ano de Medicina, de 22 ou 23 anos de idade, e colocá-los em postos de saúde para atender pacientes com suspeita de COVID-19?

O senhor não tem vergonha na cara de bancar o médico e todos os dias dizer bobagens e mais bobagens sobre cloroquina? Quem é o senhor na vida para dizer se cloroquina é ou não é a cura para a COVID-19?

O senhor não se envergonha de colocar falsos médicos cubanos, os mesmo falsos médicos cubanos trazidos por Alexandre Padilha e Dilma, para atender pacientes com COVID-19 em postos de saúde no SUS?

O senhor prometeu aos médicos que lhe salvaram a vida que eles, falsos médicos cubanos, não atenderiam no SUS sem fazer o Revalida. O senhor pensa que alguém aqui é estúpido de acreditar que “tudo foi coisa do Congresso”?

O senhor quer que eu diga explicitamente numa outra carta QUEM dentro do SEU Governo combinou tudo isso com o Congresso, seu hipócrita??

O senhor não se sente constrangido em dizer que o brasileiro é um povo que “entra no esgoto, que pula no esgoto e não acontece nada” ??

O senhor, Presidente Bolsonaro, representa para os eleitores sérios do Brasil, eleitores que lhe apoiaram, que rezaram pelo senhor quando foi esfaqueado, que estiveram nas ruas fazendo campanha pelo senhor, aquilo que Lula e Dilma representavam para Esquerda!

Quem é o senhor na vida para dizer que o “isolamento horizontal” tem que acabar? O único isolamento horizontal que o senhor conhece é aquele de um corpo dentro de um caixão, Presidente!

Eu lhe avisei, em carta que escrevi em 2018, antes ainda do senhor ser esfaqueado e eleito, que corria risco de vida, eu implorei para que o senhor NÃO colocasse de maneira nenhuma médicos com história de corrupção na vida pública nem com ligação à Esquerda Brasileira (coisa que no fundo é a mesma coisa) dentro do seu Ministério!

Eu lhe disse com todas as letras que a Rede Hospitalar Brasileira havia sido destruída pela Esquerda e que o Brasil havia sido transformado num gigantesco posto de saúde. Por que o senhor não tomou providência imediata sobre isso depois que assumiu?

O que o senhor sabe de Medicina? Quem lhe disse que existe “grupo de risco” para infecção pelo Sars-Cov2? O que o senhor sabe a respeito de Terapia Intensiva? Quem lhe disse que um aparelho de ventilação mecânica é igual a um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ou que UTI é a mesma coisa que um Hospital?

Nós salvamos sua vida em Juiz de Fora, senhor Presidente. Por que o senhor está desprezando tudo aquilo que a Sociedade Brasileira de Infectologia, a Associação Médica Brasileira, o Conselho Federal de Medicina e tantas outras entidades médicas estão lhe recomendando fazer? Quem são as “autoridades” que orientam o senhor sobre aquilo que está acontecendo?

Mandetta e Gabbardo é que não podem ser, isso o Brasil inteiro já percebeu. Quem o senhor escuta como conselheiro na questão da epidemia? Olavo de Carvalho? Rodrigo Constantino? Luciano Hang? Winston Ling ou Alan dos Santos?

Outra pequena dúvida:

O senhor sabe perfeitamente bem que não existe “escolha de Sofia”, que não há dilema algum entre manter a Economia ou a Vida dos brasileiros. Sabe que essa encruzilhada só existe porque o país vem sendo roubado há séculos por gente que se diz de “direita” ou de “esquerda” (alguns deles o senhor chamou para seu Governo) e que seus amigos empresários não querem perder dinheiro, senhor Presidente!!!

O que o senhor acha de eu atacar os empresários que lhe cercam? Vai dizer que eu sou de “esquerda”? Seus filhos vão me responder na redes sociais? Experimentem !

O senhor já sabe que eu estive dentro de um Grupo Hospitalar de Porto Alegre que era controlado pelo PC do B, sabe que eu fui médico intensivista (médico de UTI) lá e sabe o que aconteceu comigo.

Quer que eu lhe conte aquilo que aconteceu comigo na Prefeitura de Porto Alegre durante o período de 16 anos em que os Vagabundos Petistas governaram a Pyongyang dos Pampas onde eu moro?

Não vai ficar mal para algumas pessoas que o senhor mesmo levou para dentro do seu Ministério da Saúde? Fique bem quietinho aí e pense bem antes de responder, Sr.Presidente!

No momento e que lhe escrevo, inicia-se (ou dizem que se inicia) pelo Brasil uma carreata de pessoas que querem voltar a trabalhar.

O governador de Santa Catarina e jornalistas puxa-sacos, alguns até daqui da Pyongyang dos Pampas, estão dando apoio total. Dizem que até o senhor está dando apoio a essa gente.

O Brasil tem, Presidente Bolsonaro, dois grandes problemas, um deles é a COVID-19, o outro é o senhor!

O que o senhor está fazendo é criminoso, o senhor transformou o Brasil numa nau à deriva. Cada prefeito, governador, secretário estadual ou municipal da saúde faz o que quer enquanto Henrique Mandetta passa a maior vergonha de sua vida como médico tentando equilibrar aquilo que o mundo civilizado INTEIRO está fazendo com as barbaridades que o senhor diz sobre isolamento vertical, transversal ou diagonal...e com as sandices que profere sobre cloroquina…

Diz o senhor que seu exame “deu negativo para o coronavírus”, diz também que “a COVID-19 é uma gripe”, que a “quarentena não é necessária” e que o “remédio é pior do que a doença”, que vai “haver uma catástrofe econômica maior do que a de saúde pública”.

Se isso que o senhor está dizendo é verdade, porque o senhor não coloca uma máscara (destas que o SUS fornece, quando fornece, para técnicos de enfermagem, estudantes de Medicina e falsos médicos cubanos) e passa um dia numa Emergência de qualquer hospital do SUS em São Paulo ou Rio de Janeiro?

Diz o senhor, bancando o machão, que está disposto a entrar no metrô de Brasília, não é? Isso não vale! Quero que entre numa emergência do SUS e fique lá.. junto com médicos, enfermeiras, técnicos e pacientes tossindo que estão lá dentro!

O senhor não tem vergonha na cara, Presidente, o senhor É a vergonha! O senhor é a vergonha de todas as pessoas de bem que, como eu, acreditaram que o senhor poderia se tornar um Presidente diferente dos Vagabundos Petistas que destruíram a Nação. O senhor não passa de uma Dilma Rousseff fazendo flexões.

Hoje um vagabundo petista qualquer me “cobrou” em rede social se eu “teria coragem ou não” para lhe escrever uma carta como fiz para a quadrúpede petista, para o animal estocador de vento, que destruiu o Brasil. A resposta para ele é esta carta que o senhor está lendo!

A sua resposta, a resposta que o senhor merece, virá em 2022. O senhor quer outro mandato, não quer? A história vai lhe dar a resposta necessária.

A verdade é, como disse São Tomás de Aquino, filha do tempo.

Cordiais Saudações,

Porto Alegre, 27 de março de 2020.

Milton Pires.
CREMERS 20958
Médico, Porto Alegre. RS.

Londonist In Your Living Room 27 March 2020: Bringing You The Best Of London

Londonist In Your Living Room 27 March 2020: Bringing You The Best Of London:



What a great logo. And a great cause. See below.

Ways to help, and reasons to be cheerful


  • Clap for NHS: Last night's 8pm round of applause for the NHS seems to have been a roaring success. Many people have posted videos of the city (and country) coming together to show our appreciation for the nation's carers, medics and other NHS workers.

  • Compassion London: This new charity was set up by Leon Aarts and Annabel Karmel to bring thousands of meals to vulnerable groups. Working with The Yum Yum Food Company and an army of volunteers, they're busy feeding the needy. But they need more funding. "Getting a meal to someone in need costs about £2.50. One donation of just £10 enables us to feed a family of four. £100 will help us feed at least 40 children a hot delicious meal". Give generously, or volunteer, here.

  • NHS food discounts: While many bars, restaurants and cafes have closed, some remain open for takeaway or delivery. Among them, a healthy number are offering discounts to our valiant frontliners of the NHS. We've compiled a list, and are looking for any additions.

  • NHS free beer: On a related theme, a London brewery is suggesting you "buy the NHS a beer" to say thank you. Gipsy Hill brewery has set things up so you can add £5 to a growing bar tab. Once the taproom reopens, anyone with NHS ID can claim a free pint until the tab runs out. Great idea, as it'll also help keep one of our favourite breweries afloat.


  • Donate a dinner: Caterer Jimmy Garcia is keeping his chefs busy preparing meals for the vulnerable. His #DonateADinner initiative has seen hundreds of meals delivered to the most vulnerable in Wandsworth. They need donations to keep the drive going, and you can help here.

  • Stream theatre: The National Theatre has announced online screenings of some of its hit plays. Each Thursday from 2 April, you'll be able to stream a play via YouTube for free. Performances include One Man Two Guvnors, Jane Eyre, Treasure Island and Twelfth Night, with more to come. The NT joins other theatres in putting performances online, including the Royal Opera House and Shakespeare's Globe.

  • Stay in, work out: Need a break from Joe Wicks? The new Stay In, Work Out initiative from Sport England rounds up dozens of suggestions for keeping fit and healthy while trapped indoors (and, yes, Mr Wicks is on there too). "Join the movement" via its website, Facebook, Twitter or Instagram.


  • Blitz walk: This is rather good. Steve Hunnisett is a guide with a particular interest in the war years. He's conducting virtual tours of central London, looking at the places that were devastated during the two world wars. Follow him on Twitter to learn a bit of history about some very familiar locations.

  • London readings: Jenny Draper is another tour guide determined not to twiddle her thumbs. She's got a big stack of London books to enjoy, and she's going to read out excerpts live every day at 4pm on Instagram @jrennocks. Topics covered so far include an interview with a Victorian mudlark from Henry Mayhew's London Labour and the London Poor, and Ian Mortimer's explanation of the Black Death from his Time Traveller's Guide to Medieval England.

Latest London coronavirus news



Two metre guidance painted onto the ground in Finsnbury Park.
  • The UK has recorded it largest leap in a single day of deaths from coronavirus, from 578 to 759 with 11,658 confirmed cases. Prime Minister Boris Johnson is among those to contract the disease.
  • It's not just retired NHS staff who are heading back to work. The Met has now called for PCs and sergeants who left the force in the past five years to return to a paid or voluntary role.

  • London's hospices are in urgent need of funding, as charity shops close and traditional sources such as the London Marathon dry up.
  • Meanwhile, Battersea Cats and Dogs Home has closed to the public for the first time in its history. It comes at a time when animals are more likely to be mistreated or neglected, and the centre fears it will have a huge challenge on its hands when it does reopen.

  • Open Garden Squares has announced its cancellation. Although it would not have taken place until June, and is mostly an outdoor pursuit, it's difficult to see how it could have gone ahead if the current lockdown rules are still in place. The organisers remain hopeful that they can stage an alternative event later in the year.
  • The entrance to Nightingale Hospital — formerly the ExCel conference centre — is already in place, just days after its commission was announced by the government.
Entrance to the NHS Nightingale Hospital at the ExCeL centre is ready. pic.twitter.com/ZGhki9jGh7

— Ted Jeory (@TedJeory) March 26, 2020

And in other news

A weekly update of London's transport news, including how to apply for a rail ticket refund amid coronavirus.

Fact of the day


Florence Nightingale, after whom new hospital NHS Nightingale is named, was born 200 years ago this year. Known as 'the lady of the lamp', she is usually depicted carrying a Persian-style oil lamp like the one shown above, or else a simple candle. In reality, the nurse would have used a Fanoos lamp, which looked like a cylindrical accordion. One from her Scutari hospital can be seen in the Florence Nightingale Museum (when it's open).

Anexos:

Restaurants, Bars And Shops Doing Discounts For NHS Staff

Restaurants, Bars And Shops Doing Discounts For NHS Staff:



Photo: Yard Sale
The coronavirus pandemic has put immense pressure on NHS workers. As a way to say thank you, many restaurants and cafes are offering special deals and freebies to those working on the frontline against Covid-19.

Note: Lots of businesses that were offering NHS staff discounts — such as Pret and Itsu — have now shut their doors. This is a list of places that are still open as of Thursday 26 March.

Yard Sale Pizza

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A post shared by Yard Sale Pizza (@yardsalepizza) on Mar 20, 2020 at 10:45am PDT
Beloved east and north London mini-chain Yard Sale Pizza is offering 50% off for collection and 25% off for delivery for all NHS staff. Yard Sale is also delivering free pizzas to hospitals it has shops near: the Royal London, Whipps Cross and Homerton.

Yard Sale Pizza, multiple locations.

Leon

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A post shared by LEON (@leonrestaurants) on Mar 25, 2020 at 11:02am PDT
While other major chain cafes have closed their doors, Leon remains open in the hope it can provide NHS staff and essential services somewhere to grab a bite to eat and drink. All meals for NHS staff are at 50% off. Also noteworthy is that some of their restaurants have now been transformed into mini supermarkets.

Leon, various locations.

By Chloe

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KALE ON ME ����⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ��@whatsopheats

A post shared by by CHLOE. ���� (@eatbychloeuk) on Mar 21, 2020 at 5:30am PDT
Even in these trying times always remember that #HealthIsWealth. So for all those NHS staff sticking rigidly to their plant-based diets throughout the lockdown, they'll be glad to hear that By Chloe will give them a 50% discount.

By Chloe, locations in Tower Bridge, Oxford Circus and Covent Garden

Big Drop Brewing Co

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A post shared by Big Drop Brewing Co. (@bigdropbrewco) on Mar 18, 2020 at 7:17am PDT
There's nothing like a cold beer waiting in the fridge to greet you at the end of another taxing day. But you don't want to have even the slightest hint of a hangover tomorrow (especially when your job is so vital), so decide to opt for an alcohol free option. That's where Big Drop Brew Co come in: not only for NHS staff, but also those in all the emergency services, and health and social care professionals. They're offering 30% off on delivery for all the aforementioned groups.

Big Drop Brewing Co, delivering to all of London and nationwide.

Ladies and Gentlemen


NHS workers might want a meal or a beer after a long shift. But what about when they need to really celebrate? Like kicking-off a two day break. Or maybe it's your birthday. Something like that calls for cocktails! Luckily Ladies and Gentlemen — the bars that live in old converted loos — are giving NHS workers two free cocktails per order. And when you need to kick back into work gear, fear not, because there's more than booze on offer — they also do Aryuvedic juices too.

Ladies and Gentlemen, Kentish Town and Camden Town.

The Athenian


Fancy some souvlaki or gyro to power you through the day? Look no further than The Athenian, as the Greek street food specialists are doing delivery. Mmmm... we can smell the halloumi from here. 50% off for NHS staff.

The Athenian, various locations.

Coal Office

The most exciting restaurant in Coal Drops Yard has transformed into a Fresh Food Hub, selling produce from nearby farms, bread baked daily, and Liberty Wines. It's open noon-7pm daily and doing a 50% discount for all NHS staff.

Coal Office, King's Cross

Know any other businesses offering discounts to NHS staff? Shout them out in the comments below or get in touch.

Keep up to date on all the latest London coronavirus news here.

Anexos:

A Corrupção da Inteligência – Flávio Gordon

A Corrupção da Inteligência – Flávio Gordon:

Baixar-Livro-a-Corrupcao-da-Inteligencia


Livro que se propõe a explicar a atual crise brasileira. Na última década, os brasileiros se viram submetidos a um processo de corrupção sem precedentes. Entre mensalões e petrolões, a nação viu corruptos e corruptores descreverem esquemas que possibilitaram o desvio de bilhões dos cofres públicos e a transformação do Estado em instrumento útil aos interesses mais sórdidos. O Brasil que o PT criou é perigoso, feio, miserável e insustentável. Mas o que tornou isso possível? O que levou figuras como Lula e Dilma Rousseff ao poder? O que entorpeceu a alma da sociedade brasileira para que ela se permitisse representar por tais líderes? Quais são as raízes da crise que aflige a nação? E qual foi o papel dos intelectuais brasileiros? Estas são algumas das perguntas que o antropólogo e analista político Flávio Gordon tenta responder nesta investigação.

Heróis da História – Will Durant

Heróis da História – Will Durant:

Baixar-Livro-Herois-da-Historia-Will-Dur


De Buda a Confúcio, de Jesus a Martinho Lutero, de Péricles a Aristóteles, de Nero a Alexandre. A História contada a partir da vida de seus grandes homens foi o inestimável legado do historiador norte-americano Will Durant. Descobertos pelo editor John Little vinte anos após a morte de Durant (1885-1981), os originais de Heróis da História constituem uma síntese perfeita do grandioso trabalho de uma vida inteira. Desde a publicação de A História da Filosofia (1926), Will Durant notabilizou-se por traduzir aquilo que estava restrito à academia para o grande público. Foi essa a ideia que permeou a escrita de A História da Civilização. Ao longo de cinco décadas e com a parceria de sua esposa, Ariel, Durant escreveu um dos maiores e mais abrangentes estudos sobre a humanidade, premiado com o Pulitzer em 1968: nos onze volumes de A História da Civilização, o autor disseca acontecimentos e personagens com um estilo de narrativa apaixonante e único em sua clareza, características que fazem de sua obra uma leitura fascinante.

PETISTA "TESTA" O EDITOR DESTE BLOG PARA VER SE ELE TEM "DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS" E RECEBE A RESPOSTA.


Harvard libera mais de 100 cursos virtuais gratuitos

Harvard libera mais de 100 cursos virtuais gratuitos: Para quem deseja aproveitar os dias em casa para melhorar o currículo, a Universidade de Harvard, uma das mais renomadas do mundo, liberou gratuitamente mais de 100 cursos na HarvardX, plataforma de ensino online. Os programas de aulas duram entre seis e quinze semanas e abordam várias áreas do conhecimento.

Harvard libera mais de 100 cursos virtuais gratuitos


Apesar da tensão, a
quarentena pode ser um bom período para adquirir conhecimento e melhorar o
currículo. Para ajudar, a Universidade de Harvard, uma das mais renomadas do
mundo, liberou gratuitamente mais de 100 cursos em sua plataforma de ensino
online, HarvardX. Para ter acesso às aulas, basta fazer um cadastro no site da
instituição.

Os cursos são ministrados
por professores de Harvard e duram entre seis e quinze semanas. São abordadas
diferentes áreas do conhecimento, como literatura, educação, física,
programação, direito, geografia, música, arquitetura e outros. “Obras-primas da
literatura moderna”, “Dados Científicos: Probabilidade” e “Fundamentos da
Neurociência” são exemplos de cursos ofertados.

“Aproveite os cursos
on-line gratuitos em uma variedade de áreas. A Universidade de Harvard é
dedicada à excelência no ensino, aprendizagem e pesquisa, e ao desenvolvimento
de líderes que fazem a diferença globalmente”, diz o site da instituição. As
aulas são ministradas em inglês, com legendas disponíveis no mesmo idioma.

Clique para acessar: Harvard libera mais de 100 cursos online gratuitos

A VERDADE COMEÇA A APARECER - 10 vezes mais internações por problemas respiratórios

10 vezes mais internações por problemas respiratórios:

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A Fiocruz divulgou que as internações por problemas respiratórios aumentaram 10 vezes neste mês em comparação com os anos anteriores...Segundo a pesquisa, 2.250 pessoas foram internadas com síndrome respiratória aguda grave entre os dias 15 e 21 de março. A média semanal em outros anos era de 250 a 300 internações para os meses de fevereiro e março.

Mãe conta como adolescente francesa de 16 anos morreu de quadro fulminante da Covid-19

Mãe conta como adolescente francesa de 16 anos morreu de quadro fulminante da Covid-19:

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A angústia dos franceses aumenta com a morte de uma adolescente de 16 anos, Julie, vítima do novo coronavírus. Ela morreu na terça-feira (24) no Hospital Necker de Paris, especializado em doenças infantis, 24 horas depois de ser hospitalizada com insuficiência respiratória.

Brasil tem 3,6 mil respiradores fora de operação

Brasil tem 3,6 mil respiradores fora de operação:

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Governo Bolsonaro coloca FALSOS MÉDICOS cubanos para atender brasileiros durante Epidemia de COVID19

Governo abre edital que permite reincluir 1.800 cubanos no Mais Médicos:

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O governo federal abriu um edital nesta quinta-feira (26) para reincluir no Mais Médicos 1.800 cubanos que ficaram no Brasil após o rompimento dos contratos entre Cuba e Opas (Organização Pan-americana de Saúde) em 2018.O documento, publicado em edição extra do Diário Oficial da União desta quinta, prorroga por mais dois anos os contratos dos profissionais.
Leia mais (03/26/2020 - 19h54)