Ataque Aberto

"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

DEPOIS DE ELEGER CAPITÃO E GENERAL, PSL VAI À CHINA PARA COMPRAR SISTEMA DE RECONHECIMENTO FACIAL DE EMPRESA CRIMINOSA.

China oferece sistema de reconhecimento facial para o Rio, diz deputada:

Na China desde o início da semana, uma comitiva de parlamentares brasileiros, a maior parte deputados federais eleitos pelo PSL, pretende iniciar pontes para a importação de tecnologias chinesas nas áreas de agricultura, saneamento básico e segurança pública.

A VEJA, a deputada eleita Carla Zambelli (PSL-SP), que integra o grupo, contou que uma dessas inovações pode ser testada no país já em 2019: o sistema de câmeras de rua com reconhecimento facial de cidadãos. “É uma tecnologia que será aplicada no Brasil de forma pro bono [sem custo], até para nós vermos como funciona, no estado do Rio de Janeiro”, diz.

Para que esse teste possa ocorrer, o grupo está fazendo a ponte entre os chineses e o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC). Durante a campanha, Witzel defendeu em diversas oportunidades a adoção, no Rio, de tecnologias do tipo, estudando uma parceria público-privada (PPP) com empresas interessadas em utilizar as imagens para a garantia da segurança patrimonial.

Se no Brasil, o sistema seria utilizado para fins de segurança pública, na China ele é a base do chamado Sistema de Crédito Social (SCS), projeto que será implementado até 2020 e utilizará registros das imagens para conferir pontos aos cidadãos do país. Jonathan Sullivan, diretor do Instituto de Políticas da China da Universidade de Nottingham, do Reino Unido, avaliou que o uso de câmeras aumentou a “capacidade de controle” do estado sobre os cidadãos.

Agricultura

Um dos temas que dominaram a conversa foi a agricultura. Representantes do governo chinês falaram aos parlamentares brasileiros sobre a responsabilidade que os dois países, que estão entre os cinco de território mais extenso no mundo, têm para com o combate à “fome mundial”, em especial o Brasil, pela quantidade de terras agricultáveis – por aqui, excluídas as áreas indígenas e em posse do Movimento dos Sem Terra (MST), são 7%, enquanto no país asiático apenas cerca de 1%.

“Se fizéssemos uma espécie de cooperação internacional, eles poderiam investir em tecnologia para que nós possamos até dobrar a nossa produção ou mais do que isso, porque nós temos condição de mais do que dobrar essa produção apenas nas terras já agricultáveis”, diz Carla Zambelli, que aponta a oportunidade, em estudo pelo Ministério da Agricultura, de expansão dessas áreas.
Nos próximos dias, os deputados irão conhecer os sistemas utilizados pelo governo da China para, com um espaço restrito, alimentar cerca de 25% dos 1,4 bilhão de pessoas que vivem no país. Entre as ideias que provocam curiosidade, estão a plantação de mudas em estufa antes de serem aplicadas à terra para aumentar a efetividade e uma análise sensorial para uma utilização mais contida de agrotóxicos apenas em áreas que demandem essa atuação.

Comitiva

O saneamento básico, com práticas chinesas para o tratamento de resíduos sólidos e uso do solo, também está em pauta. A comitiva é integrada por nove deputados eleitos do PSL, um do DEM e a senadora eleita Soraya Thronicke (PSL-MS), além de alguns assessores, como o chefe de gabinete de Alexandre Frota, Cleber Teixeira.

A viagem foi feita à convite da Embaixada da China. O organizador da viagem é o empresário Vinícius Carvalho.

NOTAS DO EDITOR:

Por Felipe Ventura

16/01/2019 às 11h20

NEWS

Um projeto de lei quer tornar obrigatório o uso de câmeras para reconhecimento facial em locais públicos, a fim de identificar criminosos e melhorar a segurança. A proposta foi elaborada por deputados federais e senadores do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro. A ideia é adotar a tecnologia de vigilância usada na China. Críticos dizem que o Partido Comunista chinês usa esse sistema como uma forma de controle social.

Proposta quer banir WhatsApp e Telegram se não quebrarem sigilo no Brasil
Autoridade Nacional de Proteção de Dados é criada por Medida Provisória



O deputado federal eleito Felício Laterça (PSL-RJ) diz ao UOL: “os chineses estão muito à nossa frente na questão da segurança pública, e como representante do estado do Rio de Janeiro essa tecnologia toda muito me interessa”.

O projeto de lei será apresentado em fevereiro, quando começa o ano legislativo. Ele prevê que as câmeras sejam instaladas primeiro na cidade do Rio: o sistema faria o reconhecimento facial das pessoas em ruas, avenidas, estações de trem e metrô e aeroportos. O equipamento também seria instalado em comunidades controladas por traficantes e milícias.

“Pretendemos dar um choque de segurança pública nas cidades com a ajuda da tecnologia e experiência chinesa”, conta Laterça ao UOL. “Nossa ideia é conseguir uma parceria com os chineses e trazer essa tecnologia.” Ainda não há estimativa de custo.

12 parlamentares do PSL, DEM e PSD embarcaram na terça-feira (15) para a China a fim de conhecer a tecnologia de vigilância usada no país. Não se trata de uma viagem oficial porque os candidatos eleitos ainda não assumiram o cargo; o convite foi feito pelo governo chinês.
China tem 170 milhões de câmeras de vigilância

Falamos por aqui sobre o sistema de vigilância da China, que possui 170 milhões de câmeras e software de inteligência artificial. A polícia chinesa até usa óculos com reconhecimento facial para monitorar os cidadãos.

No final de 2017, um repórter da BBC fez o teste: colocou sua foto no banco de dados do governo e foi andar pelas ruas como um “procurado”. Ele foi encontrado em apenas 7 minutos.





BBC News (World)

✔@BBCWorld


How long can a BBC reporter stay hidden from CCTV cameras in China? @TheJohnSudworth has been given rare access to put the world's largest surveillance system to the test

9.457
12:23 - 10 de dez de 2017
10,5 mil pessoas estão falando sobre isso

Informações e privacidade no Twitter Ads

Basicamente, se você estiver em um local monitorado por câmeras na China, seu rosto será analisado e identificado por um sistema de inteligência artificial. No ano passado, um fugitivo da polícia decidiu aproveitar um show de música pop na cidade de Nanchang, mas foi identificado em meio a 60 mil pessoas.

O sistema consegue identificar o gênero e a idade dos cidadãos, e cria um perfil com rotas mais frequentes, veículos utilizados, pessoas com as quais você se encontra e mais. Críticos dizem que o governo do Partido Comunista usa isso mesmo em quem não cometeu crimes, como uma forma de controle social.

E o sistema nem sempre funciona direito. A cidade de Ningbo usa um telão para exibir o nome e a foto de pedestres que não respeitam a lei. A empresária Dong Mingzhu foi detectada pelo reconhecimento facial da polícia, acusada de atravessar a faixa de pedestres com o sinal vermelho. No entanto, ela nem estava lá: na verdade, a câmera viu o rosto dela numa propaganda em um ônibus. (A polícia diz que atualizou o sistema para evitar erros semelhantes no futuro.)



Reconhecimento facial detecta rosto de Dong Mingzhu em um ônibus

Enquanto isso, no Reino Unido, a tecnologia de reconhecimento facial usada pela Polícia Metropolitana (Met) tem uma margem de erro altíssima: 98% dos “criminosos” detectados são falsos positivos. A campanha FaceOff defende que “o reconhecimento facial automatizado representa uma ameaça à privacidade, liberdade de expressão e direito de associação”.

Reconhecimento facial no Brasil é “caminho irreversível”

Renato Opice Blum, advogado especialista em direito digital, acredita que o reconhecimento facial no Brasil é um caminho sem volta. “Vejo esse caminho como irreversível. Assim será sempre necessária a vigilância da sociedade e atualização da legislação para evitar abusos no uso destas ferramentas”, explica ele ao UOL.

O estado do RJ vai adotar câmeras de segurança para identificar cerca de 1.100 criminosos usando a tecnologia britânica Facewatch. Enquanto isso, Curitiba vem implementando uma “muralha digital” de R$ 35 milhões, composta por câmeras que identificam rostos e placas de veículo em locais de grande circulação. E a Huawei ampliou a parceria com a cidade de Campinas (SP) para implementar um sistema de vigilância.

Blum acredita que a Lei Geral de Proteção de Dados, sancionada por Michel Temer, servirá para proteger a privacidade dos cidadãos nesses casos. Ela entra em vigor em agosto de 2020.

Urgente e gravíssimo

Olavo chama de “semianalfabetos” deputados do PSL que foram à China para lobby

Olavo chama de “semianalfabetos” deputados do PSL que foram à China para lobby:

Olavo de Carvalho chamou de "semianalfabetos" os parlamentares do PSL que foram à China, numa viagem de lobby por um sistema de reconhecimento facial que poderá ser usado no Brasil...

Acervo pessoal/Reprodução
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Google digitaliza mais de três mil obras do patrimónioportuguês

Google digitaliza mais de três mil obras do património
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As barreiras físicas deixam de ser um problema quando se pode visitar um museu ou analisar uma obra de arte virtualmente. Mais de três mil obras do património cultural português estão agora digitalizadas na plataforma Google Arts & Culture, uma parceria entre o Estado português e a empresa tecnológica que põe à disposição de qualquer um exposições e obras de 22 instituições nacionais.

Foi esta terça-feira, 15, que mais de três mil obras do património cultural português ficaram disponíveis para consulta online, um trabalho de recolha que tem vindo a ser feito desde 2017. A Google Arts & Culture, também disponível numa aplicação para smartphones, funciona em colaboração com museus e galerias espalhados pelo globo, e utiliza a tecnologia de street view para oferecer visitas virtuais e gratuitas a estes espaços e assim “proporcionar o acesso à arte e à cultura, a todos e a partir de qualquer local”, lê-se em comunicado.

Entre as mais de três mil obras, mais de mil foram capturadas no Art Camera da Google, uma câmara capaz de digitalizar com super alta resolução e revelar detalhes que poderiam passar despercebidos a olho a nu – o painel de azulejos “O Grande Panorama de Lisboa” é um dos exemplos, um documento histórico de Lisboa que pode ser contemplado virtualmente ao mais pequeno detalhe.

Por cá, estão disponíveis mais de 60 exposições e 20 tours de realidade virtual a algumas mostras e museus parceiros. É possível descobrir mais sobre a vida de Inês de Castro, mulheres portuguesas que fizeram história, descobrir os caminhos de Vasco da Gama, conhecer dez factos sobre Portugal, saber mais sobre o rinoceronte de Lisboa (história que já lhe contámos aquiou uma visita aos Painéis de São Vicente para descobrir as 60 figuras pintadas por Nuno Gonçalves.

“Com o Google Arts & Culture, estamos a disponibilizar, de forma gratuita, uma tecnologia pensada para o sector cultural. Colaboramos com as instituições para desenvolver inovações que possam facilitar o acesso à cultura, independentemente de onde estiverem”, afirma em comunicado Helena Martins, responsável de políticas públicas do Google para Portugal.

As instituições culturais parceiras do projecto são 22, sendo que 14 delas são em Lisboa: Torre de Belém, Museu Nacional de Arte Antiga, Panteão Nacional, Museu Nacional dos Coches, Museu Nacional do Azulejo, Museu do Chiado, Museu Nacional de Arqueologia, Casa Museu Dr. Anastácio Gonçalves (Casa de Malhoa), Mosteiro dos Jerónimos, Museu Nacional da Música, Palácio Nacional da Ajuda, Museu Nacional de Etnologia e Museu de Arte Popular, Museu Nacional do Traje e Museu Nacional do Teatro e da Dança. O Mosteiro da Batalha, o Museu Nacional Soares dos Reis, o Museu Nacional Grão Vasco, o Museu Monográfico de Conímbriga, o Museu Nacional Machado de Castro, o Convento de Cristo, o Mosteiro de Alcobaça e o Palácio Nacional de Mafra são os restantes parceiros em Portugal.

As colecções de Portugal: Arte e Património podem ser consultadas no site e na aplicação do Google Arts & Culture.

+ Os melhores museus em Lisboa

“Um governo de ladrões”

“Um governo de ladrões”:

Sergio Moro, em sua entrevista à GloboNews, disse que a ORCRIM lulista roubou a democracia...“Estávamos indo para uma situação de ‘cleptocracia’, um governo de ladrões. Não existe governabilidade num governo de ladrões, o que existe é descrédito, desconfiança. Chegou ao nível de o cidadão começar a desconfiar da democracia. E aquele saudosismo de regime militar, de ditadura, é provocado pela descrença na democracia.”

Leia este conteúdo na integra em: “Um governo de ladrões”

Ainda a roubalheira do PT

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 José Nêumanne no Estadão:

A recente notícia de que a Petrobrás concluiu haver sofrido prejuízo de US$ 16 bilhões (cerca de R$ 58 bilhões) na política de “nacionalização” de equipamentos da estatal trouxe à tona o que se sabia, mas sempre vale a pena recordar para não repetir: o Partido dos Trabalhadores (PT) montou uma organização criminosa multidisciplinar de dimensões inimagináveis.

Até agora, verdade seja repetida, muito pouco dos crimes de corrupção que depauperaram o Estado brasileiro na era federal petista foi apurado. O esquema era enorme e ainda tem muito por vir, delações premiadas serão fechadas e outras servirão de base para abertura de novos inquéritos. Recentemente foram noticiadas a busca e apreensão na casa do ex-ministro da Ciência e Tecnologia, na gestão Temer, Gilberto Kassab, que, por causa disso, pediu licença da chefia da Casa Civil do governo João Doria, no Estado de São Paulo. E na casa da mãe do senador Aécio Neves. O ponto de partida dessas investigações foi a delação premiada do grupo J&F, dos irmãos Batista de Anápolis (GO). Isso sem falar nos 1.829 candidatos a político e 28 partidos citados na delação do mesmo grupo empresarial e constantes da lista do ministro Edson Fachin com 108 alvos dos 83 inquéritos que a Procuradoria-Geral da República (PGR) encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) com base na delação dos 78 executivos da Odebrecht.

Em entrevista ao Estado, Roberson Pozzobon, procurador da Justiça da força-tarefa da Operação Lava Jato, de Curitiba, disse que o esquema da Petrobrás se repetia nos Estados e que haverá novidades até o carnaval. Como todos sabemos, ainda não soaram as cornetas de Momo.

Palocci fechou o terceiro acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF), no âmbito da Operação Greenfield, em Brasília, que investiga os desvios nos maiores fundos de pensão. Importantíssimo esse capítulo! Os fundos de pensão foram instrumentos do PT para chegar ao poder e de sua tentativa de nele se perpetuar. Graças ao ex-juiz Sergio Moro, ministro da Justiça de Bolsonaro, o objetivo de nunca mais deixar o poder falhou. Mas ainda há muito crime a ser apurado.

O conteúdo das delações de Palocci, que não é um zé-mané qualquer, pois foi ministro da Fazenda de Lula e chefe da Casa Civil de Dilma, é uma bomba. Mal comparando, ele foi um general civil de cinco estrelas do neopopulismo lulista e o primeiro petista de alto coturno a delatar o que viveu e acompanhou na cúpula da gigantesca organização criminosa, testemunhando suas formação e atuação. Quem viver na certa verá Palocci tocar fogo no circo e mostrar a outros a via da delação.

Convém lembrar que o Judiciário ainda não entrou na roda. O próprio Palocci já afirmou que o ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Cesar Asfor Rocha recebeu suborno de R$ 5 milhões da Construtora Camargo Corrêa para barrar a Castelo de Areia, em acerto arranjado por Márcio Thomaz Bastos.

A Lava Toga, anunciada pelo site Antagonista, vem aí. Sérgio Cabral, como anunciou o colunista do Globo Lauro Jardim, fechará delação premiada e denunciará membros do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) e do STJ. O ex-secretário da Casa Civil de Cabral Régis Fichtner também abriu a possibilidade de contar “casos” do Judiciário, incluídos episódios envolvendo o STJ. E foi solto rapidamente. Ainda segundo Lauro Jardim, o Judiciário é a prioridade número um, dois e três da Lava Jato no Rio de Janeiro em 2019. “Os procuradores querem mergulhar nas relações da organização criminosa de Sérgio Cabral com magistrados e com integrantes do Ministério Público”, ele publicou.

O mais difícil agora está sendo Cabral arrumar um advogado. Dois contratados pelo ex-governador largaram a causa quando, sem saída, este resolveu delatar o Judiciário. Hoje em dia quase não há advogado que tope ficar com o cliente quando este decide delatar, principalmente quando se propõe a denunciar tribunais superiores. Os tribunais estaduais são mais vulneráveis, pois sempre se pode conseguir defensor em outros Estados. Pelo visto, os maiorais das grandes bancas já foram alertados e não querem meter a mão em cumbuca. Nenhum deles resiste à retaliação desses tribunais: os clientes correm deles como o diabo da cruz. O Judiciário não quer saber desse assunto. Se começar, o incêndio vai longe.

O que, de fato, há a denunciar é a troca de nomeações por decisões. Em português claro, compra de sentença paga com promoção. No artigo No Supremo pela porta dos fundos (https://opiniao.estadao.com.br/noticias/espaco-aberto,no-supremo-pela-porta-dos-fundos,70002657768), abordei a lambança do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello, que, a poucos minutos do recesso de fim de ano, tentou soltar 169 mil presos, entre os quais Lula. Marco Aurélio e Luiz Fux tiveram filhas nomeadas desembargadoras por Dilma, por sugestão de Cabral. Se este não for solto, o mercado persa de nomeações pode bombar.

No mensalão, o ministro do STF Joaquim Barbosa aliviou a barra de Lula, que o indicou para a Corte. Barbosa e todo mundo sabiam quem era o chefe da quadrilha, melhor dizendo, que o mensalão não teria como ocorrer sem Lula. Alô, alô, Sergio Moro, tornado herói nacional pelo desempenho na Lava Jato, veja se não vai “barbosar” no caso do Fabrício Queiroz, hein?

Segundo a revista Crusoé, do site O Antagonista (Edição 37 do passado dia 11), “ministros de tribunais superiores têm trocado figurinhas sobre o desenrolar do acordo de delação premiada de Orlando Diniz, o ex-presidente da Fecomércio do Rio de Janeiro que despejou dinheiro em escritórios de advocacia ligados a alguns colegas de toga, especialmente do Superior Tribunal de Justiça. Há quem veja sinais de que está em curso uma articulação para que Diniz poupe, em seus depoimentos, figuras estreladas das altas cortes brasilienses. Em troca, como ‘bois de piranha’, ele entregará as cabeças de um ministro do Tribunal de Contas da União e de desembargadores do Tribunal de Justiça fluminense”. Vôte!

Se procuradores e juízes seguirem a cartilha de Moro, o que não acontece como regra, mas, por enquanto, como exceção, muito desse esquema de corrupção ainda virá à tona. Vamos convir que o conjunto de provas até agora disponíveis é uma fração pequena do total de crimes cometidos. Neste momento, convém lembrar uma das mais célebres máximas de Winston Churchill: “Agora isto não é o fim. Não é nem o começo do fim. Mas é talvez o fim do começo”. Oxalá, Xangô, meu pai!

Por último, e não menos importante, o crime não pode compensar. A ex-ministra-chefe da Advocacia-Geral da União (AGU) Grace Mendonça, que será sócia do escritório de advogados Wald (o Arnoldo da farra de Nova York), ao apagar das luzes da gestão Temer fechou um perdão com o nome de acordo de leniência com a Andrade Gutierrez. A empreiteira vai pagar R$ 100 milhões por mês, durante 16 anos, pelos danos causados à administração pública, e com isso, voltará a fazer contratos com o poder público. O valor é ínfimo em relação ao dano que causou ao País tocando obras desnecessárias e superfaturadas. A empreiteira confessou atos ilícitos relacionados a 250 pessoas físicas e 100 pessoas jurídicas, envolvendo 64 contratos fraudados. A prisão de Cesare Battisti está aí para lembrar que o criminoso italiano circulou livremente pelo Brasil sob a égide de Lula para pagar favor pessoal do petista ao ex de Marta Suplicy Luís Favre, que hospedou sua filha Lurian no apartamento dele com a mulher de então, Marília, filha de Sérgio Andrade, dono da empresa ora premiada. Só para efeito de comparação: a Petrobrás foi vítima e, ainda assim, pagou US$ 3,8 bilhões, R$ 14 bilhões ao câmbio atual, em três parcelas, para acabar com o inquérito aberto por seus acionistas minoritários nos EUA. A firma do pai de Marília, corruptora, beneficiária do esquema, pagará menos de 1% por ano do montante que a estatal teve de pagar de indenização por não avisar aos acionistas que estava sendo roubada.

Até agora a Operação Lava Jato é altamente deficitária para os cofres da viúva com a devolução à Petrobras de R$ 3 bilhões. A indenização que a petroleira pagou aos acionistas estrangeiros, praticamente à vista, é mais de cinco vezes o valor que os acordos de leniências arrecadaram. Isso sem falar no prejuízo da petroleira, muito maior, provocado pelos corruptores. Agora, a dita acusada afirma que tem todo o interesse em colaborar com a Justiça. Por que não o fez antes, não fraudando licitações? A AGU comemora esse citado acordo de leniência e alega que vai usar parte desses recursos para ressarcir a empresa de economia mista. Caberia à AGU, já que lhe falta calculadora, usar um lápis para conferir.

As empreiteiras que causaram prejuízos ao País, do Oiapoque ao Chuí, teriam de pagar por isso, incluindo os custos do acordo que a Petrobrás fez com acionistas minoritários, obras que fizeram sem necessidade e valores repassados pelo BNDES aos países que as contrataram e que nunca vão pagar. As empresas corruptoras são parte da organização criminosa que tomou o País de assalto. Assaltaram os cofres públicos para enriquecer e comprar votos. Os acordos de leniência sendo anunciados como vitória do Estado estão parecendo obras da Copa e da Olimpíada, que eram anunciadas para o bem de todos e felicidade geral da Nação, omitindo-se o que estava acontecendo por baixo dos panos.

Bruno Dantas, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), em seminário organizado pelo site Consultor Jurídico, afirmou que acordos de leniência não podem ter como objetivo salvar empresas, como apregoava Dilma, e, sim, recuperar o dano causado à população. De acordo com o ministro, “a sociedade não pode ser punida duas vezes, primeiro quando foi roubada e, segundo quando quem roubou foi anistiado”. Bruno Dantas ilustra com o caso da Odebrecht, que o presidente da empresa confessou fazer parte do esquema de propina e um diretor estatutário era o responsável por fazer os pagamentos. Para Dantas, correto é afastar os sócios dessas empresas, como se faz nos EUA: preservando a empresa, mas demitindo o empresário. Perdoar o dano é “colocar para dentro da empresa algo que ela roubou do Estado. Isso é o clássico conceito de lavagem de dinheiro”. E há que distinguir o que é multa, imposta pelo Ministério Público, e o que terá de ser ressarcido ao erário em razão do dano.

A arma de fogo é a civilização

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Artigo de Marko Kloos para o Instituto Mises

Os seres humanos têm apenas duas maneiras de lidar uns com os outros: por meio da razão e por meio da força.

Se você quer que eu faça algo por você, há duas opções: ou você me convence por meio de um argumento racional ou você recorre à ameaça de violência.

Toda e qualquer interação humana necessariamente recai em uma dessas duas categorias. Sem exceção. Razão ou força. E só.

Em uma sociedade genuinamente moral e civilizada, as pessoas interagem exclusivamente por meio da persuasão. A força não é um método válido de interação social. 

Sendo assim, e por mais paradoxal que isso possa parecer para alguns, a única ferramenta que pode remover a força dessa lista de opções é uma arma de fogo pessoal.

E o motivo é simples: quando estou portando uma arma de fogo, você não pode lidar comigo por meio da força. Você terá de utilizar apenas a sua razão e a sua inteligência para tentar me persuadir. Portando uma arma de fogo, eu tenho uma maneira de neutralizar a sua ameaça ou o seu uso da força.

A arma de fogo é o único objeto de uso pessoal capaz de fazer com que uma mulher de 50 kg esteja em pé de igualdade com um agressor de 100 kg; com que um octogenário esteja em pé de igualdade com um marginal de 20 anos; e com que um cidadão sozinho esteja em pé de igualdade com 5 homens carregando porretes. 

A arma de fogo é o único objeto físico que pode anular a disparidade de força, de tamanho e de quantidade entre um potencial agressor e sua potencial vítima.

Há muitas pessoas que consideram a arma de fogo como sendo o lado ruim da equação, a fonte de todas as coisas repreensíveis que acontecem em uma sociedade. Tais pessoas acreditam que seríamos mais civilizados caso todas as armas fossem proibidas: segundo elas, uma arma de fogo facilita o "trabalho" de um agressor. 

Mas esse raciocínio só é válido, obviamente, se as potenciais vítimas desse agressor estiverem desarmadas, seja por opção ou por decreto estatal. Tal raciocínio, porém, perde sua validade quando as potenciais vítimas também estão armadas.

Pessoas que defendem a proibição das armas estão, na prática, clamando para que os mais fortes, os mais agressivos e os mais fisicamente capacitados se tornem os seres dominantes em uma sociedade — e isso é exatamente o oposto de como funciona uma sociedade civilizada. 

Um criminoso só terá uma vida bem-sucedida caso viva em uma sociedade na qual o estado, ao desarmar os cidadãos pacíficos, concedeu a ele o monopólio da força. Quando as armas são restringidas por lei, não há nenhum motivo para se acreditar que criminosos irão obedecer a esta lei. Pessoas que utilizam armas para infringir a lei também infringirão a lei para obter armas. A máxima segue irrefutável: se as armas forem criminalizadas, apenas os criminosos terão armas.

E há também o argumento de que uma arma faz com que aquelas brigas mais corriqueiras, as quais em outras circunstâncias resultariam apenas em pessoas superficialmente machucadas, se tornem letais. Mas esse argumento é multiplamente falacioso. 

Em primeiro lugar, se não houver armas envolvidas, todos os confrontos serão sempre vencidos pelo lado fisicamente superior, o qual irá infligir lesões e ferimentos avassaladores ao mais fraco. Sempre.

Ademais, pessoas que acreditam que punhos cerrados, porretes, pedras, garrafas e cacos de vidro não constituem força letal provavelmente são do tipo que acreditam naquelas cenas fantasiosas que vêem nos filmes, em que pessoas tomam variados socos, pauladas e garrafadas na cabeça e ainda continuam brigando impavidamente, no máximo com um pouco de sangue nos lábios.

O fato de que uma arma de fogo facilita o uso de força letal é algo que funciona unicamente em prol da vítima mais fraca, e não em prol do agressor mais forte. O agressor mais forte não precisa de uma arma de fogo para aniquilar sua vítima mais fraca. Já a vítima mais fraca precisa de uma arma de fogo para sobrepujar seu agressor mais forte. Se ambos estiverem armados, então estão em pé de igualdade.

A arma de fogo é o único objeto que é tão letal nas mãos de um cadeirante quanto nas mãos de um halterofilista. Se ela não fosse nem letal e nem de fácil manipulação, então ela simplesmente não funcionaria como instrumento equalizador de forças, que é a sua principal função.

Quando estou portando uma arma, eu não o faço porque estou procurando confusão, mas sim porque quero ser deixado em paz. A arma em minha cintura significa que não posso ser coagido e nem violentado; posso apenas ser persuadido por meio de argumentos racionais. 

Eu porto uma arma não porque tenho medo, mas sim porque ela me permite não ter medo. A arma não limita em nada as ações daqueles que querem interagir comigo por meio de argumentos; ela limita apenas as ações daqueles que querem interagir comigo por meio da força.

A arma remove a força da equação. E é por isso que portar uma arma é um ato civilizado. 

Uma grande civilização é aquela em que todos os cidadãos estão igualmente armados e só podem ser persuadidos via argumentos racionais, jamais coagidos.

Moro expulsa 11 criminosos estrangeiros

Moro expulsa 11 criminosos estrangeiros:

Sergio Moro expulsou do Brasil 11 criminosos estrangeiros...

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16 de Janeiro de 1920: Entra em vigor nos Estados Unidos a Lei Seca

16 de Janeiro de 1920: Entra em vigor nos Estados Unidos a Lei Seca:

A chamada Lei Seca entra em vigor no dia 16 de Janeiro de 1920 por força da Emenda nº 18, ela estabelecia a proibição da produção, venda, transporte, importação e exportação de bebidas alcoólicas. Pouco depois inclusive a venda em bares e restaurantes foi banida.

Vigente durante treze anos, a emenda tornou-se um enorme fracasso legislativo. Em vez de acabar com os problemas sociais atribuídos à bebida, a Lei Seca só os estimulou. A medida desmoralizou as autoridades e tornou-se um incentivo à corrupção. Cidades como Chicago e Nova Iorque viram a criminalidade explodir, enquanto a máfia enriquecia com o contrabando de álcool.

Em todo o país, movimentos contra o consumo de bebidas estavam a surgir desde o século XIX. A campanha ganhou escala nacional resultando na aprovação da 18ª Emenda.  Meses depois  aprovou-se o Acto de Proibição Nacional, também designado Acto de Volstead, uma homenagem a Andrew Volstead, deputado que liderou a iniciativa. Era considerada "intoxicante" qualquer bebida que tivesse mais de 0,5% de álcool (as cervejas mais fracas têm cerca de 2%).

Qual a razão para esta poderosa nação ter dado tanta importância aos malefícios da bebida? A resposta parece residir no protestantismo,  predominante nos EUA, e que fez emergir a ideia do "Destino Manifesto": os americanos seriam o povo eleito por Deus para guiar o mundo.

Para manter a nação no caminho certo, a sobriedade deveria ser estabelecida por decreto. A eclosão da Primeira Guerra Mundial colocou, no entanto, o argumento decisivo na boca dos inimigos do álcool. Segundo eles, cereais, malte e açúcar, alimentos básicos, não poderiam ser desperdiçados no fabrico de bebidas alcóolicas em tempos de guerra. Cerveja e vinho seriam, além disso, produtos típicos da  inimiga Alemanha , o seu consumo, portanto, um acto pouco patriótico.

Apesar de ter o apoio de muitos sectores da sociedade, a Lei Seca foi ignorada por milhões de norte-americanos. Muitos iam para o Canadá e voltavam com camiões cheios de bebida. Outros faziam no quintal o próprio uísque. Havia ainda quem se passasse por padre ou médico para obter litros de vinho sacramental ou de destilados medicinais.

Rapidamente esta procura de álcool começou a ser atendida de forma organizada. Eram os gangsters da máfia italiana ou da máfia irlandesa. Antes da Lei Seca, estes mafiosos viviam do jogo e da prostituição. Passaram então a dominar também os milionários negócios com bebidas, corrompendo polícias, elegendo políticos e matando os seus concorrentes.

Em Nova Iorque, o principal mafioso era o siciliano Joseph Bonanno, apontado como o inspirador de O Padrinho, baseado no livro de Mario Puzo e que se tornou um clássico do cinema. Já Dean O'Banion inundava o norte de Chicago com cerveja e uísque vindos do Canadá, enquanto Johnny Torrio contratava polícias para proteger os seus interesses no sul da cidade.

Mas nenhum 
 gangster  foi tão lendário quanto Alphonse Capone. Filho de napolitanos, nasceu em 1899, em Nova Iorque. Conheceu Johnny Torrio aos 14 anos e, com a Lei Seca, passou a auxiliá-lo no contrabando de bebidas em Chicago. 

Quando o rival O'Banion resolveu enfrentá-los, foi morto por Al Capone. Em 1925, Torrio  aposentou-se, deixando Chicago inteira para "Al" Capone, que expandiu o seu ‘império’ para cidades como Saint Louis e Detroit.

Em 1931, graças às investigações conduzidas pelo agente fiscal Eliot Ness, líder dos "Intocáveis", grupo de agentes que combatia a máfia, Capone passou cinco anos na prisão de Alcatraz, na Califórnia.

Opera Mundi 

wikipedia(Imagens)


Ficheiro:Prohibition agents destroying barrels of alcohol (United States, prohibition era) 2.jpg
Agentes do governo no acto de confiscar  bebidas clandestinas (Chicago, 1921)


Ficheiro:The Drunkard's Progress - Color.jpg
The Drunkard's Progress: Uma litografia de Nathaniel Currier apoiando o Movimento de Temperança. 
Janeiro de 1846


Prohibition_prescription_front.jpg
Prescrição para uso medicinal de bebida alcoólica


terça-feira, 15 de janeiro de 2019

IBÉRICA



Ibérica

Milton Pires.

Silêncio absoluto na noite
gelada do inverno português.

Os carros tomam as ruas no
mais absoluto silêncio, seguros
de que estarão no mesmo lugar
amanhã lembrando que não sou
sou daqui...Névoa em toda parte.

Fantasmas me rondam e a guerra
que existe em mim já atravessou
oceanos, destruiu amizades, matou
amores...perdeu-se no tempo que
construiu minha vida, minha história
e meu passado chegando aonde se
acreditava num Mundo Plano, numa
vida plena, cheia de sentido e de
gente que buscava descobrir
o lugar em que eu nasci...

Tudo em mim é espera,
Deus me ajude…

Cascais, 16 de janeiro de 2019

Exclusivo: Levy vai abrir na internet contratos dos 50 maiores devedores do BNDES


Exclusivo: Levy vai abrir na internet contratos dos 50 maiores devedores do BNDES:

Joaquim Levy determinou à área de tecnologia da informação do BNDES que disponibilize na internet todos os contratos de empréstimos dos 50 maiores tomadores de recursos do banco nos últimos 15 anos.

Ele quer que as informações possam ser consultadas facilmente por qualquer pessoa, a partir da próxima sexta-feira.

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Arma não é mais privilégio de bandido: Bolsonaro assina decreto que facilita a posse para os cidadãos.

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Cumprindo promessa de campanha, o presidente Jair Bolsonaro assinou decreto que facilita a posse de armas e fogo - a posse, não o porte, como confunde certa imprensa alarmista:


A primeira grande medida do governo de Jair Bolsonaro (PSL) foi tomada nesta terça-feira (15): o presidente assinou o decreto que facilita a posse de armas no Brasil. Bandeira de campanha, a flexibilização da posse de armas vinha sendo discutida desde os primeiros dias do novo governo. Agora, com o decreto assinado e publicado, mudam os critérios para comprovar a “efetiva necessidade” de se ter uma arma.

O decreto de Bolsonaro altera outro, de 2004, assinado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Estão mantidas as exigências da legislação atual, como idade mínima de 25 anos para a compra e comprovação de capacidade técnica e psicológica para manusear o armamento.

Pelo decreto de Bolsonaro, cada cidadão pode ter a posse de até quatro armas de fogo. Esse número pode aumentar em alguns casos. Proprietários rurais que comprovarem a necessidade, poderão adquirir mais armas, segundo Bolsonaro.

O presidente também afirmou que, para ter direito a posse de armas, o solicitante do registro vai precisar assinar uma declaração dizendo que possui um cofre ou um lugar seguro para armazenar a arma de fogo.

“O que estamos fazendo aqui nada mais é do que restabelecer um direito deferido nas urnas por ocasião do referendo de 2005”, disse Bolsonaro, ao assinar o decreto. “O povo decidiu por comprar armas e munições e nós não podemos negar o que o povo quis naquele momento”, completou. (Gazeta do Povo).

Veja a íntegra do decreto que flexibiliza o porte de armas de fogo

Veja a íntegra do decreto que flexibiliza o porte de armas de fogo:

O decreto que flexibiliza a posse de armas de fogo no país entra em vigor após sua publicação no Diário Oficial da União. O porte de arma de fogo, ou seja, o direito de andar com a arma na rua ou no carro, não foi incluído no texto. Veja a seguir a íntegra do decreto assinado hoje (15) pelo presidente Jair Bolsonaro.

DECRETO Nº , de 2019

Altera o Decreto nº 5.123, de 1º de julho de 2004, que regulamenta a Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003, que dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas – SINARM e define crimes.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003,

DECRETA:

Art. 1º O Decreto nº 5.123, de 1º de julho de 2004, passa a vigorar com as seguintes alterações:
“Art. 12. ………………………………………………………………………………………… ………………………………………………………………………………………………………
VIII – na hipótese de residência habitada também por criança, adolescente ou pessoa com deficiência mental, apresentar declaração de que a sua residência possui cofre ou local seguro com tranca para armazenamento.
§ 1º Presume-se a veracidade dos fatos e das circunstâncias afirmadas na declaração de efetiva necessidade a que se refere o inciso I do caput, a qual será examinada pela Polícia Federal nos termos deste artigo.
………………………………………………………………………………………………………
§ 7º Para a aquisição de armas de fogo de uso permitido, considera-se presente a efetiva necessidade nas seguintes hipóteses:
I – agentes públicos, inclusive os inativos:
a) da área de segurança pública;
b) integrantes das carreiras da Agência Brasileira de Inteligência;
c) da administração penitenciária;
d) do sistema socioeducativo, desde que lotados nas unidades de internação a que se refere o inciso VI do caput do art. 112 da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990; e
e) envolvidos no exercício de atividades de poder de polícia administrativa ou de correição em caráter permanente;
II – militares ativos e inativos;
III – residentes em área rural;
IV – residentes em áreas urbanas com elevados índices de violência, assim consideradas aquelas localizadas em unidades federativas com índices anuais de mais de dez homicídios por cem mil habitantes, no ano de 2016, conforme os dados do Atlas da Violência 2018, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública;
V – titulares ou responsáveis legais de estabelecimentos comerciais ou industriais; e
VI – colecionadores, atiradores e caçadores, devidamente registrados no Comando do Exército.
§ 8º O disposto no § 7º se aplica para a aquisição de até quatro armas de fogo de uso permitido e não exclui a caracterização da efetiva necessidade se presentes outros fatos e circunstâncias que a justifiquem, inclusive para a aquisição de armas de fogo de uso permitido em quantidade superior a esse limite, conforme legislação vigente.
§ 9º Constituem razões para o indeferimento do pedido ou para o cancelamento do registro:
I – a ausência dos requisitos a que se referem os incisos I a VII do caput; e
II – quando houver comprovação de que o requerente:
a) prestou a declaração de efetiva necessidade com afirmações falsas;
b) mantém vínculo com grupos criminosos; e
c) age como pessoa interposta de quem não preenche os requisitos a que se referem os incisos I a VII do caput.
§ 10. A inobservância do disposto no inciso VIII do caput sujeitará o interessado à pena prevista no art. 13 da Lei nº 10.826, de 2003.” (NR)
“Art. 15. …………………………………………………………………………………………
Parágrafo único. Os dados de que tratam o inciso I e a alínea “b” do inciso II do caput serão substituídos pelo número de matrícula funcional, na hipótese em que o cadastro no SIGMA ou no SINARM estiver relacionado com armas de fogo pertencentes a integrantes da Agência Brasileira de Inteligência.” (NR)
“Art. 16. …………………………………………………………………………………………
………………………………………………………………………………………………………
§ 2º Os requisitos de que tratam os incisos IV, V, VI e VII do caput do art. 12 deverão ser comprovados, periodicamente, a cada dez anos, junto à Polícia Federal, para fins de renovação do Certificado de Registro.
……………………………………………………………………………………………..” (NR)
“Art. 18. …………………………………………………………………………………………
………………………………………………………………………………………………………
§ 3º Os requisitos de que tratam os incisos IV, V, VI e VII do caput do art. 12 deverão ser comprovados, periodicamente, a cada dez anos, junto ao Comando do Exército, para fins de renovação do Certificado de Registro.
………………………………………………………………………………………………………
§ 5º Os dados de que tratam o inciso I e a alínea “b” do inciso II do § 2º serão substituídos pelo número de matrícula funcional, na hipótese em que o cadastro no SIGMA ou no SINARM estiver relacionado com armas de fogo pertencentes a integrantes da Agência Brasileira de Inteligência.” (NR)
“Art. 30. …………………………………………………………………………………………
………………………………………………………………………………………………………..
§ 4º As entidades de tiro desportivo e as empresas de instrução de tiro poderão fornecer a seus associados e clientes, desde que obtida autorização específica e obedecidas as condições e requisitos estabelecidos em ato do Comando do Exército, munição recarregada para uso exclusivo nas dependências da instituição em provas, cursos e treinamento.” (NR)
“Art. 67-C. Quaisquer cadastros constantes do SIGMA ou do SINARM, na hipótese em que estiverem relacionados com integrantes da Agência Brasileira de Inteligência, deverão possuir exclusivamente o número de matrícula funcional como dado de qualificação pessoal, incluídos os relativos à aquisição e à venda de armamento e à comunicação de extravio, furto ou roubo de arma de fogo ou seus documentos.” (NR)
Art. 2º Os Certificados de Registro de Arma de Fogo expedidos antes da data de publicação deste Decreto ficam automaticamente renovados pelo prazo a que se refere o § 2º do art. 16 do Decreto nº 5.123, de 2004.
Art. 3º Para fins do disposto no inciso V do caput do art. 6º da Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003, consideram-se agentes operacionais da Agência Brasileira de Inteligência os servidores e os empregados públicos vinculados àquela Agência.
Art. 4º Fica revogado o § 2º-A do art. 16 do Decreto nº 5.123, de 2004.
Art. 5º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, de de 2019; 198º da Independência e 131º da República.

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MARGINAIS, PSICOPATAS E MACONHEIROS DO PSOL vão tentar derrubar decreto das armas no Congresso

PSOL vai tentar derrubar decreto das armas no Congresso:

O PSOL anunciou que vai apresentar um projeto de decreto legislativo para sustar pontos do de decreto de Jair Bolsonaro que facilita a compra de armas...

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Após flexibilização da posse, bancada da bala quer facilitar o porte de armas

Após flexibilização da posse, bancada da bala quer facilitar o porte de armas:

Após
Após o presidente Jair Bolsonaro ter assinado, no final da manhã desta terça-feira (15), um decreto que facilita a posse de armas no Brasil, a chamada bancada da bala no Congresso já projeta uma liberação mais ampla no país.

Os deputados querem discutir e aprovar um projeto que mude o Estatuto do Desarmamento, que não foi alvo do decreto de Bolsonaro (confira o texto na íntegra), para facilitar não apenas a posse (direito de ter a arma em casa) mas também o porte (o direito a carregar a arma consigo), entre outras alterações. Para integrantes da frente parlamentar ouvidos pelo Congresso em Foco, as regras definidas por Bolsonaro para a posse ainda são brandas e podem ser aprofundadas pelo Parlamento.

No ano passado a bancada já trabalhava pela aprovação de um projeto de lei (PL 3722/12) do deputado Peninha (MDB-SC) que reduz a 21 anos a idade mínima necessária para a posse (o decreto de Bolsonaro manteve os 25 anos) e estabelece que os interessados na compra podem responder a inquérito, o que não é permitido.

Esse texto já está pronto para ser votado em plenário. No entanto, o líder da bancada da bala, Capitão Augusto (PR-SP), acha que será possível aprovar em 2019 um projeto ainda mais completo, segundo ele, devido ao perfil mais conservador do novo Congresso.

“A gente quer mudar também o porte de armas. Mas o porte vai ter que passar por um debate maior lá na Câmara. Não dá para prever exatamente as alterações, mas nós temos um norte. É questão de regular idade mínima, quantidade de armas [que cada pessoa poderá adquirir], questão de custo, questão de validade. Serão ajustes feitos com o perfil desse novo Congresso”, diz Capitão Augusto.

“Na medida em que o governo está regulamentando a lei que já existe e nós da bancada da bala propomos uma mudança mais profunda, esse decreto [assinado nesta terça por Bolsonaro] é paliativo”, afirma o deputado.

O decreto de Bolsonaro

O texto assinado por Bolsonaro hoje derruba, na prática, a exigência de comprovação de efetiva necessidade prevista pelo Estatuto do Desarmamento. Isso porque estão isentos todos os cidadãos aptos (que tenham idade mínima de 25 anos e passem pelas avaliações de capacidade técnica e psicológica) que morem em unidades federativas com taxas superiores a 10 homicídios por 100 mil habitantes, conforme o Atlas da Violência 2018. Pelo atlas, todos os estados mais o Distrito Federal estão acima desse índice.

Saiba o que muda com o novo decreto:

Comprovação de necessidade
Como era: O estatuto exigia que o interessado comprovasse a “efetiva necessidade” de comprar armas, mas não estabelecia critérios para definir essa necessidade
Como fica: Agentes de segurança pública, militares, moradores de zona rural e donos de comércio têm automaticamente efetiva necessidade, assim como moradores de estados com mais de 10 homicídios por 100 mil habitantes (na prática, todos os estados e o Distrito Federal). Ficam mantidas exigências de idade mínima de 25 anos e de avaliações de capacidade técnica e psicológica.

Quantidade
Como era: O decreto de 2004 alterado nesta terça por Bolsonaro não previa número máximo de armas por pessoa.
Como fica: O texto determina que as medidas são válidas para até 4 armas por pessoa, e mantém a efetiva necessidade “automática” para quem pedir autorização acima desse limite, “conforme legislação vigente”.

Renovação do registro
Como era: Exigência de renovação de registro a cada 5 anos.
Como fica: Prazo é ampliado para 10 anos. Além disso, todos os que têm hoje armas legalizadas ficam com o prazo renovado automaticamente por mais 10 anos a partir desta terça-feira.

Declaração de armazenamento
Como era: Não havia um dispositivo regulando as condições da posse dentro de casa.
Como fica: Moradores de casas com crianças, adolescentes ou pessoas com deficiência devem declarar que guardam a arma em cofre ou local seguro com tranca.

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Governo quer baixar impostos sobre armas

Governo quer baixar impostos sobre armas:

Após o decreto que flexibiliza a posse de armas, o próximo passo do governo Jair Bolsonaro é reduzir a alíquota de impostos que encarecem o produto para o consumidor, informa Igor Gadelha, na Crusoé...

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VAGABUNDOS E MARGINAIS PETISTAS reagem ao decreto das armas

PT reage ao decreto das armas:

A bancada do PT já reagiu ao decreto de Jair Bolsonaro que facilita a compra de armas. No site do partido, deputados dizem que a medida vai aumentar a violência e beneficiar a indústria do setor...

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15 de Janeiro de 1759: O Museu Britânico, em Londres, é aberto ao público na Montagu House, Bloomsbury.

15 de Janeiro de 1759: O Museu Britânico, em Londres, é aberto ao público na Montagu House, Bloomsbury.:

O Museu Britânico é o repositório nacional para as relíquias da ciência e da arte. Localizado no distrito de Bloomsbury de Londres dispõe de secções de antiguidades, pinturas e desenhos, moedas e medalhas, etnografia. O local foi criado por um acto do Parlamento em 1753, quando a colecção de sir Hans Sloane, iniciada no século anterior e designada Gabinete das Curiosidades, foi comprada pelo governo, juntando-se à colecção Cotton e à biblioteca Harleian. 
O museu foi inaugurado em 15 de Janeiro de 1759 na Mansão Montagu, porém a aquisição da biblioteca de George III em 1823 obrigou-o a  expandir-se. A primeira ala do novo edifício foi concluída em 1829, o quadrângulo em 1852 e o grande e abobadado Salão de Leitura em 1857, onde Karl Marx e Friedrich Engels passavam boa parte de seu tempo. Por decisão do Parlamento em 1973, a Biblioteca Britânica foi estabelecida como entidade separada do Museu, mudando-se para novas e completas instalações em 1997.
Aquele foi o primeiro museu público do mundo. Dentre os grandes museus ingleses, é o único fundado simultaneamente com uma biblioteca, projecto semelhante ao magnífico museu de Alexandria, criado por Ptolomeu I, que era associado à mais valiosa biblioteca da antiguidade. Data da época em que a humanidade começava a reconhecer todas as potencialidades de um museu como instituição de educação geral e centro de pesquisas, muito mais que um repositório de raridades.
A iniciativa de criar foi de Sir Sloane, famoso médico nascido na Irlanda e presidente da Sociedade Real entre 1727 e 1740. No  seu testamento enumerou todos os itens do seu acervo pessoal e manifestou o desejo de oferecê-los à Coroa pelo valor simbólico de 20 mil libras esterlinas. Sem questionar, o Parlamento uniu-se à Igreja para reunir os recursos financeiros necessários para adquirir a colecção e um local para abrigá-la, tanto esta como a biblioteca cottoniana - que já havia sido adquirida em 1700. A sede encontrada foi a mansão de tijolos vermelhos, a Montagu House.
A colecção Sloane reunia mais de 69 mil itens, entre livros, manuscritos, medalhas, moedas, mapas, globos, desenhos, produtos naturais, artificiais e antiguidades. A partir do início do século XIX todo o acervo começou a ser reorganizado. A iniciativa fez com que diversas outras colecções fossem chegando, através de doações e aquisições. Paralelamente, o prédio também era ampliado e modificado. Com a reforma feita por Robert Smike entre 1823 e 1852, o prédio ganhava a forma de museu. Outra modificação importante foi feita entre 1878 e 1886 quando as pinturas a óleo foram transferidas para outras galerias nacionais, assim como as colecções de história natural, que foram reunidas no novo Museu de História Natural, em Kensington, perto do Hyde Park.
Não havia pagamento de entrada ou cobrança por qualquer serviço prestado pelo Museu Britânico. Sempre foi muito forte, também, a relação museu-biblioteca, visando facilitar o trabalho de pesquisadores, estudiosos e curiosos pois, segundo a filosofia do museu, todas as artes e ciências apresentam conexão entre si.
Além de recursos do Parlamento, o Museu Britânico sobrevivia graças a verbas provenientes do Fundo Nacional para Colecções de Arte, que recebia e administrava doações das associações de amigos de museus e galerias. Outras doações foram importantes para a sobrevivência desta instituição. Uma delas de Willian White, vizinho do museu, que deixou em testamento a sua propriedade contígua para que fosse construída uma nova ala para a biblioteca do Museu Britânico. A biblioteca teria em 1963 um novo prédio. Em consequência, o museu também se expande, passando a ocupar o antigo espaço dos livros. 
A colecção de pinturas e desenhos do museu é uma das mais famosas do mundo. A colecção de história natural foi transferida para edifícios do Museu de História Natural. Um dos mais célebres objectos em exposição na secção do Antigo Egipto é o bloco conhecido como Pedra de Roseta, fragmento de uma estela de granodiorito, cujo texto foi crucial para a compreensão moderna dos hieróglifos egípcios decifrados pelo arqueólogo francês Jean-François Champolion em 1822. Há também uma vasta colecção de múmias egípcias bem como relíquias gregas que incluem os Mármores de Elgin e uma cariátide do Erechtheum, templo da Antiga Grécia construído na face norte da Acrópole de Atenas. 
Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)



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O Museu c. 1715
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Pedra de Roseta em exposição, 1874 
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Museu Britânico


segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

CNN anuncia lançamento de canal em português no Brasil


CNN anuncia lançamento de canal em português no Brasil:

Imagem: Divulgação | CNN
Nesta segunda-feira (14), Rubens Menin, fundador da MRV e o jornalista Douglas Tavolaro, ex-VP da Record TV, anunciaram a chegada do canal de notícias CNN Brasil.

Em nota, eles dizem que uma mídia formada “por brasileiros para brasileiros”.

A CNN é um ícone global e a parceria com essa marca é o sonho de um jornalista se tornando realidade”, diz Tavolaro, CEO da CNN Brasil.

Ao portal UOL, os empresários garantiram que a linha editoral da CNN Brasil seguirá independente.

A CNN Internacional não tem qualquer participação acionária no empreendimento. Nosso objetivo é contribuir para a democratização da informação no Brasil.”, explicaram.

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DIÁLOGO DENTRO DE UM BAR ENTRE UM PORTUGUÊS E UM MÉDICO GAÚCHO EM LISBOA

Conversavam os dois sobre Política e diz o português:

portuga Acho que no final das contas, o que houve de facto é que Lula da Silva fez um bom governo para o Brasil...

médico - Verdade? Não me diga...bom, pensando bem até pode ser. Mudando de assunto: o que o senhor acha desta malta toda de brasileiros a se mudar para Portugal? Será que o país pode com tanta gente? Com tantos tipos que não se sabe bem o que fazem? Outra pergunta: não será verdade que tal facto vem se tornando cada vez mais corriqueiro? Se calhar, não é de dizer que aumentou terrivelmente?

portuga - Ah, é verdade...se calhar o senhor tem razão, sim. Preocupa-nos tanta gente a querer vir a Portugal. Mas ora pá, diga-me lá: o que tem isso a ver com nosso tema anterior?

médico - Muito simples, pá: se não fosse o governo de malditos ladrões e filhos da puta petistas a destruir meu país, hoje não teríamos tanta gente assim a querer fugir de lá para Portugal!

China ativa mísseis DF-26 ‘matadores de navios’ depois da ameaça de ‘afundar dois porta-aviões’

China ativa mísseis DF-26 ‘matadores de navios’ depois da ameaça de ‘afundar dois porta-aviões’:

Mísseis balísticos DF-26

Pequim mudou para cumprir sua ameaça de “afundar dois porta-aviões”, afirmando que ativou mísseis balísticos “matadores de navios” em resposta a um desafio da Marinha dos EUA no início da semana passada.

O serviço estatal de notícias estatais Global Times informou que seu mais novo sistema de armas de mísseis balísticos, lançado em abril do ano passado, está sendo implantado em posições mais adequadas para ataques a embarcações no Mar da China Oriental e Meridional.

O anúncio segue a ameaça de um vice-almirante chinês, que afirmou que a melhor maneira de forçar os EUA a “recuarem” das tentativas de Pequim de anexar as vias fluviais disputadas seria “afundar dois porta-aviões”. Ele se gabou de que a China poderia fazê-lo com a introdução de novos sistemas de mísseis balísticos.

Mas o anúncio da implantação ocorre poucos dias depois que um navio de guerra dos EUA passou pelo estreito de Taiwan e perto das ilhas Paracel (Ilhas Xisha) – reivindicadas pela China, Vietnã e Taiwan – para afirmar as regras internacionais do mar que governam os direitos de livre passagem.

“O momento do anúncio provocou discussões entre observadores militares chineses on-line, depois que o USS McCambell, um destróier de mísseis guiados dos EUA, invadiu as águas territoriais da China nas Ilhas Xisha no dia 7 de janeiro sem a permissão do governo chinês”, disse o governo.

Aviões militares e navios de guerra foram enviados para alertar a embarcação dos EUA, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lu Kang, em uma reunião no início da semana passada.

Mas o último informe da mídia controlada pelo Estado sobre os mísseis indica que Pequim está começando a perder sua paciência.

“O DF-26 é a nova geração de mísseis balísticos de alcance intermediário da China capaz de atingir navios de médio e grande porte no mar”, alertou o Global Times. “Ele pode transportar ogivas convencionais e nucleares.”

Os mísseis são balísticos, o que significa que eles levam suas ogivas no limite do espaço.

Estas ogivas então mergulham em velocidades muito altas em direção aos seus alvos.

Ao contrário dos mísseis de cruzeiro convencionais, de alcance mais curto, o DF-26 não será posicionado perto do Estreito de Taiwan ou nas próprias ilhas disputadas.

Em vez disso, o serviço de televisão estatal chinês CCTV informa que as armas montadas em caminhões estão posicionadas em um posto distante: “O DF-26 está ligado a uma brigada da Força de Foguetes do Exército de Libertação Popular (PLA) que opera no planalto e deserto do noroeste da China”.

“Um lançamento de mísseis móveis nas profundezas do interior do país é mais difícil de interceptar”, citou um especialista, explicando o Global Times.





Ele disse que o DF-26 tem alcance suficiente – com reputação de ser de 4.500 km – para cobrir o Mar do Sul da China, mesmo quando lançado de dentro da própria China.

“Durante a fase inicial de um lançamento do míssil balístico, ele é relativamente lento e não é difícil de detectar, tornando-se um alvo mais fácil para instalações antimísseis inimigas.

“Depois que o míssil entra em um estágio posterior, sua velocidade é tão alta que as chances de interceptação são significativamente menores.”

O informe da mídia estatal chegou a destacar que a significativa base naval dos EUA no meio do Pacífico, em Guam, estava dentro do alcance dos mísseis.

“O informe é um bom lembrete de que a China é capaz de proteger seu território”, afirmou.

Nos últimos dias, os EUA pediram a seus aliados internacionais – incluindo a Austrália – que aumentassem a pressão sobre a tentativa de Pequim de controlar as rotas marítimas e pesqueiras internacionais através de um aumento no ritmo de “operações de liberdade de navegação” (FONOPS) por seus navios de guerra.

Os EUA insistem que não estão interessados ​​em quem é o dono das ilhas.

Em vez disso, diz que quer manter a liberdade de acesso praticada através do movimentado centro comercial desde o final da Segunda Guerra Mundial.

Recentemente, no entanto, Pequim asseverou o que afirma ser a soberania tradicional sobre a totalidade dos mares do sul e leste da China. Um tribunal internacional de arbitragem rejeitou esta afirmação, mas a China optou por ignorar a decisão.

O direito internacional também não permite que os direitos territoriais sejam aplicados às águas em torno de ilhas artificiais. Pequim completou recentemente uma cadeia de fortalezas sobre os que antes eram recifes de corais e exigiu que todas as nações respeitassem sua reivindicação territorial soberana de 12 milhas náuticas (22 km) em torno delas.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lu, disse a repórteres que a China exigiu que o destróier USS McCampbell deixasse as águas ao redor das Ilhas Paracel.

“As ações relevantes dos navios norte-americanos violam as leis chinesas e internacionais, infringem a soberania da China e prejudicam a paz, a estabilidade e a boa ordem em águas relevantes”, disse Lu.

Mas as instituições legais internacionais rejeitaram essa afirmação.

“Continuaremos a tomar as medidas necessárias para salvaguardar a soberania e a segurança nacional”, acrescentou ele, referindo-se potencialmente ao anúncio posterior dos mísseis DF-26.

A discussão vem à frente das negociações comerciais entre Pequim e Washington.





FONTE: News.com.au

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China e a guerra contra os Estados Unidos

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Lou Yuan es un notable contraalmirante chino. Se distingue por su fiero nacionalismo y su ortodoxia partidista. (Su padre, en cambio, fue acusado de burgués y procapitalista por Mao). La revista Epoch Times acaba de publicar unas declaraciones suyas en las que sugiere que los misiles chinos deben barrer del mapa dos portaviones norteamericanos para que Estados Unidos sienta en carne propia la muerte de 10,000 marinos. (La dotación de cada uno de los enormes barcos puede llegar a las cinco mil almas).

La idea de destruir dos portaviones y no dos ciudades es porque Yuan, en realidad, no pretende una guerra nuclear con Estados Unidos, sino darles una lección convencional a los odiados “gringos”. Los misiles no necesariamente tienen que llevar cargas atómicas. Mi impresión es que destruir dos portaviones es un casusbelli. Washington respondería con un ataque total a China y se iniciaría la Tercera Guerra.

China no sólo rechaza los aranceles. Tal vez ése es el pretexto. Le molesta la presencia militar americana en su vecindario. Si el grito de la Doctrina Monroe (1823) fue “América para los americanos”, el de Xi Jinping es “Asia para los chinos”. A la jerarquía china le irrita que le disputen el derecho a crear islas artificiales y convertirlas en bases militares. Son muchos los agravios históricos directos e indirectos: la Guerra del Opio impuesta por los británicos. La ocupación de Japón en Taiwán y en Manchuria. El dominio estadounidense de Filipinas entre 1898 y 1946, (salvo la ocupación japonesa durante parte de la Segunda Guerra).

¿Hablaba Lou Yuan por su cuenta y riesgo? No lo creo. Es verdad que Yuan es un académico, y estos personajes tienen licencia para especular, pero sospecho que la alta dirección del Partido Comunista le pidió esa declaración y la perfilaron juntos. Es una forma de recordarle al gobierno norteamericano que con la China actual no se juega. No por gusto China es la segunda potencia militar, tecnológica y financiera del planeta.

Y acaso la primera si se mide el PIB en poder adquisitivo: China, 25 billones (trillones en inglés) frente a USA 20 billones (o trillones). Sólo que cuando se divide ese enorme PIB entre la población de los dos países, la diferencia es abismal. USA tiene casi 60 000 dólares por cada uno de sus 325 millones de habitantes, mientras China apenas llega a 17 000 para sus 1 400 millones de personas. (Taiwán, la China pequeñita e isleña, alcanzó los 50 000 dólares USA para sus 23 millones de seres: una suma que es casi tres veces la de China continental).

Pero dejémonos de ceros. Eso no sirve para explicar ningún gran conflicto. ¿Le conviene a alguien una Tercera Guerra? Realmente, a nadie. Ni siquiera a los fabricantes de armas. Probablemente mueran. Sigue siendo correcto el razonamiento del general Ike Eisenhower: si hay una nueva guerra mundial no existe forma humana de mantenerla dentro de los límites de la batalla convencional. Uno de los bandos utilizaría las arma atómicas, aunque sólo sea para dar el primer golpe.

Como la población china es tan numerosa, y como, tradicionalmente, la vida humana en China ha significado poco, Xi Jinping pudiera sentir la tentación de ir a la guerra y sacrificar mil millones de compatriotas, pero no se trata de manpowersino de la enorme capacidad de destrucción que tiene Estados Unidos. USA la emplearía a fondo. Todo lo que China ha logrado tras la muerte de Mao se evaporaría en centenares de hongos atómicos. Y todo lo que Estados Unidos ha conseguido en los últimos dos siglos también se iría a bolina. Los dos contendientes saldrían derrotados.

¿Por qué alguien querría un horrible espectáculo de esa naturaleza? Uno puede entender que los chinos sientan que ha llegado la hora de la revancha contra Occidente. Hasta el siglo XV China fue la nación más poderosa del planeta. Luego vino un cambio de paradigmas que provocó la asunción de nuevas potencias y el rezago de otras. China, España, Portugal, Turquía, fueron orilladas por Inglaterra. La revolución industrial impuso el objetivo del progreso y la prosperidad creciente como tarea de la sociedad civil y del gobierno.

Hoy China ha aprendido esa lección. Le falta por comprender que uno de los rasgos más importantes del mundo occidental es que miran al futuro incierto y no al pasado glorioso. Ésa es la clave.

Fazenda é invadida no interior do Pará e funcionários são mantidos reféns

Fazenda é invadida no interior do Pará e funcionários são mantidos reféns:

Na última sexta-feira, dezenas de homens da União Nacional Camponesa (UNC) -- alguns armados --, liderados por Francisco Leite Neto, invadiram uma fazenda no município de Itupiranga, a cerca de 50km de Marabá, no Pará...

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DOSSIÊ ANTI-PT

DOSSIÊ ANTI-PT:

Aliados do PSL que trabalharam com Michel Temer produziram um dossiê para ajudar o governo Jair Bolsonaro no processo de “despetização” de funcionários comissionados do Palácio do Planalto, informa Igor Gadelha, da Crusoé...

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Lisboa é destino obrigatório para os amantes de vinho em 2019

Lisboa é destino obrigatório para os amantes de vinho em 2019:

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Lisboa foi eleita um dos melhores destinos vínicos do ano no último número da prestigiada Wine Enthusiast, revista de referência internacional no sector vitivinícola. O artigo vem acompanhado de sugestões de passeios, dormidas ou restaurantes em toda a região.

A Região Vitivinícola de Lisboa – que inclui as denominações de origem controlada de Alenquer, Arruda, Bucelas, Carcavelos, Colares, Encostas d’Aire (Alcobaça e Medieval de Ourém), Lourinhã, Óbidos e Torres Vedras, além da indicação geográfica homónima – surge num top 10 ao lado de impérios vínicos como a região de Beaujolais, em França, ou os vales de Temecula, na Califórnia, e de Maipo, no Chile.

“A região vinícola costeira de Lisboa e as suas pequenas subpelações reflectem a diversidade vínica encontrada em todo o território nacional”, afirma a premiada crítica de vinhos Lauren Mowery, no artigo da Wine Enthusiast que justifica a escolha da capital portuguesa para a lista de destinos obrigatórios para enoturismo em 2019.

Entre elogios à intersecção entre a “preservação do património” e a “bem-vinda mudança”, a revista americana destaca “a posição de Lisboa ao longo do Atlântico”, que oferece “uma miríade de solos, microclimas e topografias”, destacando-se por exemplo as vinhas de Colares, com castas como Ramisco para “tintos saborosos” e Malvasia para “brancos salinos”. Sugere-se, por isso, uma visita à Adega Regional de Colares, que – fundada em 1931 – é a mais antiga adega cooperativa do país.

Para além de Óbidos, é ainda destaque a região de Alenquer, com “tintos robustos e encorpados de clássicos portugueses”, a partir da Touriga Nacional ou Tinta Roriz, sugerindo-se a prova de “vermelhos promissores” na Quinta do Pinto ou na Quinta do Monte d’Oiro.

“Como uma das regiões de exportação mais antigas de Portugal, as referências aos bens fermentados de Bucelas datam de séculos”, refere ainda a revista, que propõe “um mergulho profundo na uva Arinto”, por exemplo na “mansão em tons de salmão da Quinta da Romeira”, onde chegaram a repousar familiares do célebre Marquês de Pombal, famoso pelo apoio à vinha e ao incentivo à exportação.

Para além de destino obrigatório para enoturismo, Lisboa – “repleta de mercados, cafés e estrelas Michelin” – também é recomendada aos “amantes da gastronomia”. A par das melhores adegas e quintas para provar vinho, também o Time Out Market, referido como Mercado da Ribeira, surge como a primeira de mais de dez sugestões de sítios onde jantar na cidade.

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