Ataque Aberto

"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

quarta-feira, 27 de maio de 2020

AS MÔNADAS.


As Mônadas.

(Milton Pires)

Tu e eu somos sempre um,
sem início, meio ou fim. Sou
eu que agora estou em ti, és
tu que já estás em mim, sem
hora de nenhum lugar, iguais
a si mesmo e sós, contínuos do
“ato puro em si” onde antes e
depois não há…

Limites do mais puro Amor,
nada nos antecedeu, nada há
de ficar depois...três já não
existe mais

Um é igual a dois...

Porto Alegre, 27 de maio de 2020.

Sara Winter ameaça ministro do STF

Covid-19: Ministério da Saúde omite mortes há 9 dias em suas redes sociais

Covid-19: Ministério da Saúde omite mortes há 9 dias em suas redes sociais:



Desde o dia 18 de maio, o Ministério da Saúde está omitindo das suas redes sociais --Twitter, Facebook e Instagram-- o total de mortes provocadas pela Covid-19 registrado diariamente no país...

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Anexos:

10 vinhos baratos (e bons) para apreciar sem sair de casa

10 vinhos baratos (e bons) para apreciar sem sair de casa: Além de ser um símbolo da alegria, é comprovado cientificamente que uma ou duas taças de vinho por dia fazem bem à saúde. E, como os tempos atuais não permitem extravagâncias, a Bula reuniu em uma lista dez ótimos rótulos de diferentes nacionalidades, para apreciação caseira. Todos com preços acessíveis.

10 vinhos baratos (e bons) para apreciar sem sair de casa


Ficar em casa pode ser bem menos entediante com a companhia de um bom vinho. Além de ser um símbolo da alegria, é comprovado cientificamente que uma ou duas taças por dia fazem bem à saúde. E, como os tempos atuais não permitem extravagâncias, a Bula reuniu em uma lista dez ótimos vinhos com preços que variam, entre R$ 30 e 70. Os rótulos escolhidos possuem boas avaliações e são encontrados facilmente à venda em supermercados ou na internet, sem que você precise sair de casa para comprá-los. A seleção abrange bebidas de diferentes países, desde exemplares franceses até vinhos produzidos na serra gaúcha.

Premier Rendez-Vous Merlot Cabernet Sauvignon

Este é um típico vinho francês de bistrô: agradável, versátil e frutado. Elaborado com um blend de uvas Merlot e Cabernet Sauvignon, revela agradáveis notas de ameixas maduras com toques de pimenta. Acompanha carnes vermelhas grelhadas, massas com molhos à base de tomate, queijos amarelos, vegetais e cogumelos.
Château Los Boldos — Tradition Réserve Assemblage

Elaborado com as castas nobres da província chilena de Cachapoal, este vinho conta com refinamento de seis meses em barricas de carvalho francês. É forte e encorpado, ideal para dias frios. Possui notas de frutas vermelhas, madeira e especiarias. Combina com carnes assadas, como steak bovino e cortes de cordeiro.
Infinitum Primitivo IGT

Produzido na região da Puglia, na Itália, este vinho tinto agrada os mais diferentes paladares. Com leve doçura e refrescância, possui notas de frutas vermelhas maduras, chocolate e toques de eucalipto e canela. Harmoniza bem com carnes vermelhas grelhadas, carne suína com molhos agridoces, embutidos e queijos.
Herdade do Rocim Mariana Tinto

O nome deste vinho é uma homenagem à freira Mariana, do convento de Beja, que escrevia cartas apaixonadas para um soldado espanhol. Suas notas defumadas lembram frutas vermelhas, negras e especiarias. Produzido na região do Alentejo, em Portugal, harmoniza bem com massas e carnes vermelhas.
Casa Perini Chardonnay

Elaborado com uvas Chardonnay, este vinho gaúcho não passa por barrica de carvalho, sendo uma opção leve e refrescante, com acidez equilibrada. Tem coloração amarelo-palha e aroma que lembra frutas tropicais. Possui notas florais e de mineralidade. Combina com carnes brancas, frutos do mar e massas com molho branco.
Yellow Tail Shiraz

Com coloração rubi intensa, este vinho é elaborado com uvas da variedade Shiraz e produzido pela Vinícola Casella, da Austrália. É um vinho fresco e fácil de beber, com notas fortes de frutas vermelhas, baunilha e especiarias. Harmoniza bem com carnes, massas com molhos condimentados e lombo de porco.
Miolo Reserva Merlot

Com o objetivo de preservar a intensidade das uvas Tannat, este vinho gaúcho é amadurecido apenas em tanques de aço inox. É intenso e encorpado, mas com acidez equilibrada. Possui aromas de frutas vermelhas maduras e notas mentoladas. Acompanha bem carnes assadas ao ponto, massas com ragu e queijos maturados.
Aurora Reserva Tannat

Produzido com uvas Tannat da serra gaúcha, este é um vinho intenso e concentrado. É amadurecido por dez meses em barris de carvalho francês. Seus aromas remetem a frutas negras, especiarias e grãos torrados de café. Mostra toda sua personalidade acompanhando queijos fortes e carnes como carré de cordeiro e costela bovina.
Punti Ferrer Carmenére

Produzido na região do Valle de Rapel, no Chile, este vinho é 100% composto de uvas Carmenére. Apresenta aromas de frutas vermelhas frescas, com leve toque mentolado. Suas notas remetem a ameixas maduras e especiarias. Acompanha carnes vermelhas grelhadas, queijos de média maturação e massas com molhos intensos.
Anciano Classico Tempranillo

Este é um ótimo exemplar dos vinhos espanhóis elegantes e tradicionais, feito por uma família local especializada em vinhos há várias gerações. De vermelho rubi intenso, possui acidez suave, com notas de frutas frescas e especiarias. Acompanha pratos mexicanos, como tacos e burritos, além de massas com molho de tomate.

Em reação ao STF, Bolsonaro cogita renomear Ramagem e não deixar Weintraub depor

Em reação ao STF, Bolsonaro cogita renomear Ramagem e não deixar Weintraub depor:


Na reunião ministerial extraordinária que Jair Bolsonaro convocou para discutir como reagir à ação do STF de hoje, uma das medidas cogitadas é não deixar Abraham Weintraub depor à PF para explicar sua declaração defendendo a prisão de ministros do Supremo...

Outra é renomear Alexandre Ramagem como diretor-geral da PF. Tanto a ordem para que Weintraub deponha como o bloqueio à nomeação de Ramagem vieram do mesmo ministro do STF, Alexandre de Moraes.

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O Brasil à Beira do Golpe Militar

(Milton Pires) 

“Estratégia” é uma palavra que vem do grego - stratègós: de stratos (exército) e ago (liderança). Estratégia é, portanto, onde alguém “quer chegar”.

"Tática" também é uma palavra que vem do grego - taktiké ou téchne; arte de manobrar [tropas]) é qualquer elemento componente de uma estratégia, com a finalidade de se atingir a meta desejada num empreendimento qualquer.

Trocando em miúdos: Estratégia é o DESTINO; Tática é o CAMINHO que se usa para chegar a ele. 

A Estratégia de Jair Bolsonaro é o Poder Perpétuo, é a Ditadura. Ele NÃO é um democrata, não é “conservador”, nem “liberal”, nem “defensor da família”. Isso é tudo mentira. Ele é um Miliciano Evangélico que quer o Poder Total no Brasil. 

A Tática de Jair Bolsonaro é jogar Congresso e STF um contra o outro, dar cargos e dinheiro para militares dentro dos Ministérios, controlar toda Polícia Federal e trair, progressivamente, cada um de seus aliados até formar como  única base de sustentação, junto com o Exército, a legião de psicopatas cloroquinistas que o espera todos os dias pela manhã na saída do Palácio. 

A entropia, a anomia completa com Governadores (que de fato são ladrões) roubando tudo que podem durante a Epidemia de COVID19 e sendo PRESOS (com razão) um após o outro fará o resto do Brasil “uivar” por um Golpe Militar. 

Se ele NÃO fizer isso que eu acabei de escrever, será derrubado ou terá que renunciar. 

Renunciar ele NÃO vai em hipótese alguma e “aceitar o impeachment” quietinho,  um impeachment feito por duas Organizações Criminosas como o Congresso e o STF, muito menos!

Resta-lhe o Golpe Militar. 

Mais nada. Só isso. 

Porto Alegre, 27 de maio de 2020.

LEIAM ! Inquérito preocupava Bolsonaro por causa dos “10 a 12 deputados bolsonaristas” na mira da PF

Inquérito preocupava Bolsonaro por causa dos “10 a 12 deputados bolsonaristas” na mira da PF:


O inquérito das fake news que corre no STF e é conduzido por Alexandre de Moraes -- do qual partiu a censura imposta à Crusoé e a O Antagonista por causa da reportagem sobre o "amigo do amigo de meu pai" -- já era motivo de preocupação para Jair Bolsonaro...

Embora até hoje negue qualquer tentativa de interferência na Polícia Federal, tudo indica que Bolsonaro afastou o então diretor-geral da corporação, Maurício Valeixo, entre outras razões, porque o inquérito mirava “de 10 a 12 deputados bolsonaristas, mais empresários”, segundo informação de Merval Pereira, repercutida aqui por O Antagonista — em post exibido pelo próprio Bolsonaro diante da imprensa e de seus apoiadores na porta do Palácio da Alvorada.

Segundo Merval, a PF “estava a ponto de fazer busca e apreensão em seus endereços quando veio a quarentena”.

Leia também:Crusoé: jornalismo de verdade não é para agradar aos poderosos

Bolsonaro encaminhou o post de O Antagonista a Sergio Moro, por WhatsApp, reclamando da PF, e o resto é história: Valeixo foi exonerado, e Moro deixou o governo acusando o presidente de tentar interferir indevidamente na corporação.

Como noticiamos há pouco, oito deputados bolsonaristas foram alvos da operação da PF deflagrada nesta manhã.

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STJ pede apuração de suposto vazamento de operação contra Witzel

STJ pede apuração de suposto vazamento de operação contra Witzel:

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O ministro Benedito Gonçalves, do STJ, pediu ao MPF que apure o suposto vazamento de diligências da operação contra Wilson Witzel  realizada nesta terça-feira.

O ministro é o relator do inquérito que apura desvios na saúde no Rio de Janeiro e cumpriu uma série de mandados de busca e apreensão envolvendo o governador.

Segundo o ministro, caso seja confirmado o vazamento, será necessário responsabilizar penalmente o autor da conduta ilícita, como forma de não prejudicar a integridade das instituições.

OPERAÇÃO DA PF MIRA OITO DEPUTADOS BOLSONARISTAS

OPERAÇÃO DA PF MIRA OITO DEPUTADOS BOLSONARISTAS:


Oito deputados bolsonaristas também são alvos da operação da PF deflagrada nesta manhã, no âmbito do inquérito das fake news...

São eles: Bia Kicis (PSL-DF), Carla Zambelli (PSL-SP), Daniel Lúcio da Silveira (PSL-RJ), Filipe Barros (PSL-PR), Junio do Amaral (PSL-MG), Luiz Phillipe Orleans e Bragança (PSL-SP) e os deputados estaduais Douglas Garcia (PSL-SP) e Gil Diniz (PSL-SP).

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Alexandre de Moraes ordena buscas e apreensões nas residências de 29 pessoas

Alexandre de Moraes ordena buscas e apreensões nas residências de 29 pessoas:

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Deputado bolsonarista Douglas Garcia é alvo da PF

Deputado bolsonarista Douglas Garcia é alvo da PF:



O deputado estadual bolsonarista Douglas Garcia é alvo da PF, no inquérito de Alexandre de Moraes...

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Roberto Jefferson é alvo da PF

Roberto Jefferson é alvo da PF:



Roberto Jefferson é alvo de busca e apreensão no inquérito das Fake News.

A PF está em sua casa.

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PF na casa de Allan dos Santos, diz deputado bolsonarista

PF na casa de Allan dos Santos, diz deputado bolsonarista:



A PF está na casa no blogueiro bolsonarista Allan dos Santos, cumprindo mandados no inquérito das Fake News.

A notícia foi dada pelo deputado Junio Amaral.



Leia este conteúdo na integra em: PF na casa de Allan dos Santos, diz deputado bolsonarista

Mulher de Witzel recebia R$ 15 mil por mês

Mulher de Witzel recebia R$ 15 mil por mês:



Desde o ano passado, segundo O Globo, o escritório de advocacia da mulher de Wilson Witzel, Helena, recebia 15 mil reais mensais da empresa DPAD...

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A RAZÃO LIVRE.


Ao contrário do que diz Vagabundo Petista, não é necessária uma pandemia para as pessoas se lembrarem do estado

Ao contrário do que diz Lula, não é necessária uma pandemia para as pessoas se lembrarem do estado:

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Na semana passada, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou considerar algo positivo o surgimento do novo coronavírus, pois a pandemia estava fazendo as pessoas voltarem a ver valor no estado. 
Eis a transcrição de sua frase: "Ainda bem que a natureza, contra a vontade da humanidade, criou esse monstro chamado coronavírus. Porque esse monstro está permitindo que os cegos comecem a enxergar que apenas o Estado é capaz de dar solução a determinadas crises".
A real intenção de Lula era claramente opor estado e mercado — ou seja, estado e livre iniciativa.
A frase causou polêmica, mas a polêmica é desnecessária.
O ex-presidente não precisava do coronavírus para opor estado e livre iniciativa: esta oposição já está dada há muito tempo. O estado brasileiro, em seus três níveis, sempre exerceu um intenso e contínuo papel hostil ao setor produtivo, e com muito mais intensidade do que um vírus. 
No relatório Doing Business 2020, produzido pelo Banco Mundial, e que mede a facilidade de se fazer negócios em 190 países, o Brasil aparece na 124ª posição geral e nas seguintes posições específicas: 138ª na abertura de empresas, 170ª na obtenção de alvarás de construção, 98ª no acesso à energia elétrica, 133ª no registro de propriedades, 104ª no acesso a crédito, 61ª na proteção dos investidores minoritários, 184ª no pagamento de tributos, 108ª no comércio exterior, 58ª no cumprimento de contratos e 77ª na resolução de insolvências. 
E a Covid-19 nada tem a ver com esses números, medidos em 2019.
Nosso estado é uma fonte infinita de incertezas sobre a aplicabilidade das leis. Quem supostamente deveria garantir a segurança jurídica é exatamente aquele que muitas vezes atua contra. Todos os dias vemos decisões de instâncias inferiores contrariando precedentes vinculantes dos Tribunais Superiores. E, igualmente, vemos instâncias superiores anulando decisões mais racionais tomadas por instâncias inferiores. Pior ainda é quando os próprios Tribunais em Brasília dão mau exemplo, aplicando as leis e a Constituição Federal ao sabor do vento.
Isso é uma mina inesgotável de problemas e obstáculos para as empresas. Não à toa, somos o país dos advogados, contadores, despachantes e demais profissões dependentes da burocracia. Há quase 1,2 milhão de advogados inscritos na OAB, enquanto engenheiros civis são cerca de trezentos mil. 
Ou seja, apostamos quatro vezes mais em custos do que em investimentos. 
O Brasil é também um paraíso para os contadores, pois somos o país em que se gasta mais horas para calcular o valor dos tributos a recolher, 50% de tempo à frente do segundo colocado (Bolívia). 
Há cerca de 12 mil cartórios no país, que arrecadam R$ 15 bilhões por ano carimbando documentos muitas vezes desnecessários, como, por exemplo, provas que vivos precisam fazer para demonstrar que não são zumbis.
De 1988 a 2017, foram aprovados 5,4 milhões de dispositivos legislativos (769 por dia). Só em nível federal foram 15,96 por dia. Considerando os três entes federativos, tem-se uma média de 217 mil leis em cima de cada um de nós.
Nossos portos estatais, por causa da hiper-burocracia ali reinante, são os mais lentos do mundo. E são assim propositalmente, pois tamanha lentidão permite a venda de jeitinhos e favores para despachar ou desembarcar a mercadoria mais rapidamente.
O Brasil gasta 13,6% do PIB com pagamento de servidores ativos, com salários em média 87% superior aos semelhantes do regime celetista.
Dezoito estados brasileiros gastam com pessoal mais do que a lei permite, sendo que três desses gastam com servidores estaduais perto de 80% do que arrecadam. 
A maior parte dos municípios brasileiros depende de verbas externas complementares às suas arrecadações, sendo que quatro quintos da receita de sete em cada dez municípios advêm de transferências, o que não impediu as prefeituras de aumentar em 53%, em média, o número de servidores públicos municipais na última década.
Não fazem o dever de casa e depois marcham até Brasília com o pires na mão pedindo auxílios emergenciais. Que dinheiro público vai sobrar para ajudar na crise? Realmente, só pedindo para o Banco Central imprimir.
Enquanto a maioria dos países estuda formas de desonerar o setor produtivo para aliviar a economia, estamos no movimento oposto, cogitando a majoração da carga tributária. Estimativas indicam que o desemprego aumentará para 15,4% em junho, e que outros milhões de empregos estão suspensos ou tiveram reduções salariais de 25% a 75%. 
Sentadas na sombra, até agora nenhuma categoria executiva, legislativa ou judiciária, federal, estadual ou municipal, deu sua parcela de contribuição. Nem 25%, nem 2,5%, nem mesmo 0,1%. Os salários do funcionalismo público, pagos pelos impostos dos assalariados e desempregados, seguem impávidos.
Pior: algumas categorias estão conseguindo reajustes e outras pleiteando aumento.
Enraizado
Há uma dificuldade atávica no Brasil em perceber que o estado não é um fim em si mesmo. Ele, na mais benevolente das hipóteses, seria um meio custoso de proporcionar bem estar a algumas pessoas físicas e jurídicas. Essa incapacidade cognitiva, que atribui ao estado variados deveres e funções, acaba por enfraquecer aquela que poderia ser considerada a única atividade aceitável de um estado, a saber: reduzir riscos jurídicos, garantindo alguma previsibilidade de comportamento do judiciário.
Em existindo um estado, o melhor que ele pode fazer para ajudar o mercado é garantir o cumprimento de contratos, punindo a fraude e as quebras contratuais. 
Por outro lado, o estado precisa inteiramente do mercado: estão nas relações privadas os fatos geradores dos tributos que sustentam a máquina pública. Sem iniciativa privada produzindo, não há arrecadação para o estado. Não haveria estado.
Crises são inimigas de tudo: do planejamento, da racionalidade, da economia e até mesmo das liberdades individuais mais básicas garantidas na Constituição (a determinação de se fechar estabelecimentos e de proibir a livre circulação em estradas é flagrantemente inconstitucional). Para atravessar mais esta crise, é preciso olhar para frente, e não para o umbigo. Em vez de um "estado forte", mais do que nunca passa a ser necessário um estado que reduza seus confiscos e regulações anti-empreendedoriais, e que apenas dê liberdade a empreendedores e trabalhadores —os quais são ainda mais cruciais em épocas de crise.
Isso, sim, seria um estado justo e eficiente. E tal estado seria o oposto do estado atual, que chegou ao ponto de proibir as pessoas de trabalhar, empreender e produzir.
Mas não é esse estado que Lula e demais políticos parecem querer.

'O Lula era um ladrão e o Bolsonaro é um facínora', diz Lobão


-o-musico-lobao-faz-retrospectiva-sobre-'O Lula era um ladrão e o Bolsonaro é um facínora', diz Lobão: O cantor Lobão avaliou hoje que petistas e apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem similaridades grandes, principalmente no que chamou de "desonestidade intelectual".

"Lula e Bolsonaro são opostos, inconciliáveis e incompatíveis", diz Quadrúpede Búlgaro.

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Adicionar legenda

"Lula e Bolsonaro são opostos, inconciliáveis e incompatíveis", diz Dilma: A ex-presidente Dilma Rousseff (PT-MG) saiu em defesa de Lula e garantiu que ele e o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) "são opostos, inconciliáveis e incompatíveis" ao rebater editorial publicado pelo jornal "O Estado de S. Paulo".

Política, história e repetição.

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Fernand Braudel 
 Estado da Arte

A história não existe. Talvez essa frase possa soar demasiadamente superficial, até mesmo leviana, mas vamos tentar explicá-la. A história é o conjunto de fatos vivenciados pela humanidade, a experiência do homem no tempo. Os acontecimentos e suas relações, no entanto, não possuem sentido por si mesmos. Estão mais para um rabisco ininteligível do que para uma linha reta. É a História (e o historiador), enquanto área do conhecimento, a partir de teorias e métodos, que dá inteligibilidade ao passado, recortando suas partes. Da mesma forma, as ferramentas utilizadas para a abordagem do passado se modificam ao longo do tempo, redimensionando os modos de compreensão dos fatos pretéritos.

Apesar do passado sempre ter interessado e fascinado a humanidade, e as reflexões mais sistemáticas sobre história datarem, no Ocidente, da Grécia Antiga, com Heródoto e Tucídides, a História se constitui enquanto disciplina no século XIX, no contexto de consolidação dos Estados nacionais – embora o Estado-nação, como conhecemos, datar do século XVI, foi no Oitocentos que ocorreram os processos de independência, como na América Latina, e a unificação de países como Alemanha e Itália. Nota-se, portanto, que a construção da disciplina esteve intimamente ligada a processos políticos e ao interesse pelos fatos políticos. Assim, naturalmente, a História viria a ter um uso instrumental e pragmático em seus primórdios enquanto área do conhecimento moderno.

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A Guerra do Peloponeso
O processo da construção da História começa por volta do século XVIII, no âmbito do Iluminismo e das revoluções que dariam origem à Era Contemporânea. De acordo com o historiador alemão Reinhart Koselleck (1923-2006), os iluministas franceses transformaram a escatologia cristã, a ideia de que a existência e a história humana possuem um sentido intrínseco, a vida eterna, na salvação ou na danação, após o Juízo Final, em Filosofia da História, ou seja, a humanidade, pensada de maneira universal e abstrata, estaria destinada ao “progresso”, ao “esclarecimento”, sob a égide da razão. O Juízo Final daria lugar ao Tribunal da Razão ou Tribunal da História.

Apesar do caráter antirreligioso e anticlerical do Iluminismo francês (diferente dos Iluminismos britânico e americano), o binômio salvação/condenação foi apropriado, redimensionado e secularizado por ele. Assim como para o cristianismo a história humana seria uma marcha inexorável em direção à eternidade, dependendo do homem, com seu livre-arbítrio, ficar do lado “certo” ou “errado”, para o Iluminismo francês a humanidade seria conduzida por um sentido intrínseco que culminaria numa Era da Razão e, naturalmente, os que ficassem no caminho seriam atropelados por essa força inabalável da própria história.

Todo esse arcabouço filosófico serviria de base para a Revolução Francesa, o acontecimento político fundamental da História Contemporânea e da modernidade ocidental, que irradiaria sua influência, em diferentes graus, para todo o mundo. É nesse caldo filosófico, cultural e político que a História se estabelece enquanto disciplina autônoma e específica, com a pretensão de ser Ciência. Essa pretensão foi colocada em prática de maneira bastante ambiciosa. Os primeiros historiadores de ofício pretendiam não só reconstituir os fatos tais como aconteceram, acreditando numa verdade histórica, mas dar significado a eles. Assim, a ideia romana de história magistra vitae (mestra da vida), de certa forma resgatada pelo Renascimento e por Maquiavel, ganha status científico. Desse modo, a História serviria para narrar os fatos do passado, principalmente os nacionais, exaltando os grandes personagens e acontecimentos, e para guiar as ações do futuro. Daí a noção, até hoje muito difundida no senso-comum, de que a história “ensina” e serve para “evitar a repetição dos erros do passado”.



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Essa concepção de História (enquanto disciplina) e de história (enquanto desenrolar dos acontecimentos), influenciaria duas grandes escolas de pensamento surgidas no XIX: o positivismo, herdeiro direto do Iluminismo francês, e o marxismo, híbrido do Iluminismo francês, da filosofia alemã e da Escola Clássica de Economia. Tais escolas, que não se encerravam na História, mas constituíam abordagens sociológicas, filosóficas, econômicas e políticas, influenciaram todo o debate político e das Ciências Humanas dos períodos seguintes (tanto que estamos aqui em 2020 falando delas). O positivismo comteano aprofundou e especificou a noção iluminista de história, dividindo-a em fases, estabelecendo métodos para seu tratamento e, como não poderia deixar de ser, vislumbrando um destino para ela, que seria uma Era científico-positiva, regida pela razão e pela ciência, onde não haveria espaço para superstições, discordâncias e opiniões, apenas para a Verdade. O marxismo, por sua vez, tinha na luta de classes o motor da história, e na sociedade sem classes, sem a exploração do homem pelo homem, sua finalidade inexorável.

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Joseph Stálin
Na década de 1930, porém, essa hegemonia vai ser questionada, mais uma vez na França, pela Escola dos Annales. A partir de autores como Marc Bloch e Lucien Febvre, a disciplina História passa a considerar a história não mais como portadora de um sentido intrínseco e de uma abordagem universal, mas como uma série de objetos, que podem ser recortados de diferentes maneiras, a partir de perguntas específicas que o historiador faz ao passado. Assim, aquela pretensão ambiciosa do Iluminismo francês ficaria bem mais modesta. O historiador não é mais um reconstrutor do passado tal como ocorreu, muito menos um juiz da história, mas torna-se um investigador do passado, respondendo às questões que ele mesmo coloca. No entanto, o historiador partiria de questões do presente para interrogar o passado, de modo que o interesse pela Idade Média, por exemplo, que se confunde com esse processo de renovação da História enquanto disciplina, teria origem no contexto da Segunda Guerra Mundial, em que se pretendia entender a formação da Europa, suas identidades e conflitos, porém numa chave compreensiva, que buscava perceber regularidades, processos, mas não universalidades, tampouco fazer juízos de valor.

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Bloch e Febvre, da Escola dos Anais.
Num segundo momento da Escola dos Annales, com Fernand Braudel, as temporalidades vão entrar em pauta. A história não será mais dividida rigidamente em fases, como no positivismo e no marxismo, mas será percebida em diferentes ritmos e durações. Daí surgem as noções, utilizadas até hoje pelos historiadores, de longa duração (estruturas), média duração (conjunturas) e curta duração (fatos). A História também se dividiria em esferas (política, econômica, cultural, social), as quais o historiador pode investigar a interpendência entre elas ou dar preferência a uma delas para analisar seu objeto de estudo. Partindo dessa influência, várias escolas de pensamento, teorias e métodos surgiriam ao longo do século XX. Todas, porém, procurando compreender partes do passado, e não a história latu sensu. Ao mesmo tempo, a história magistra vitae é abandonada, dada a variedade de possibilidades de abordagem dos fatos históricos e a impossibilidade de se estabelecer um único sentido a eles.

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Fernand Braudel
Dessa forma, a História não considera mais que a história pode dar “lições” ou se repete de ciclos em ciclos. A História é, justamente, o estudo das especificidades no tempo. No entanto, isso não descarta a existência de continuidades, de semelhanças entre diversos processos, principalmente quando se trata de um mesmo país. Diante disso, num cenário como o atual, em que se vive, no mundo, uma pandemia, e, no Brasil, um governo (para dizer o mínimo) instável, as comparações e possíveis “lições” da história são bastante limitadas. Entretanto, não são raros os paralelos da pandemia atual com a gripe espanhola ou mesmo com a peste negra, nem as equiparações entre o atual governo e a ditadura militar ou os governos da Nova República que passaram por processos de impeachment.

O calor político e a preocupação com o cotidiano podem fazer com que se busque na história algum tipo de explicação, talvez até como um conforto psicológico; no entanto, isso pode levar a equívocos e superficialidades. Somente num futuro, mais ou menos distante, será possível colocar esses fatos em perspectiva, combiná-los com conjunturas e estruturas e ver algum significado neles. Ou melhor, diferentes significados, uma vez que a história permite respostas diversas, dependendo do que o historiador interroga ao passado. Assim, o que existe não é uma história linear, plenamente inteligível e com um sentido intrínseco, mas uma disciplina, a História, que possibilita múltiplas compreensões dos fatos vividos pela humanidade.

Caio César Vioto de Andrade é Doutorando em História e Cultura Política pela UNESP-Franca.

Não, Vagabundo Petista, monstro é o Estado.

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Marcos Torres para o Instituto Mises:

Na semana passada, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou considerar algo positivo o surgimento do novo coronavírus, pois a pandemia estava fazendo as pessoas voltarem a ver valor no estado. 

Eis a transcrição de sua frase: "Ainda bem que a natureza, contra a vontade da humanidade, criou esse monstro chamado coronavírus. Porque esse monstro está permitindo que os cegos comecem a enxergar que apenas o Estado é capaz de dar solução a determinadas crises".

A real intenção de Lula era claramente opor estado e mercado — ou seja, estado e livre iniciativa.

A frase causou polêmica, mas a polêmica é desnecessária.

O ex-presidente não precisava do coronavírus para opor estado e livre iniciativa: esta oposição já está dada há muito tempo. O estado brasileiro, em seus três níveis, sempre exerceu um intenso e contínuo papel hostil ao setor produtivo, e com muito mais intensidade do que um vírus. 

No relatório Doing Business 2020, produzido pelo Banco Mundial, e que mede a facilidade de se fazer negócios em 190 países, o Brasil aparece na 124ª posição geral e nas seguintes posições específicas: 138ª na abertura de empresas, 170ª na obtenção de alvarás de construção, 98ª no acesso à energia elétrica, 133ª no registro de propriedades, 104ª no acesso a crédito, 61ª na proteção dos investidores minoritários, 184ª no pagamento de tributos, 108ª no comércio exterior, 58ª no cumprimento de contratos e 77ª na resolução de insolvências. 

E a Covid-19 nada tem a ver com esses números, medidos em 2019.

Nosso estado é uma fonte infinita de incertezas sobre a aplicabilidade das leis. Quem supostamente deveria garantir a segurança jurídica é exatamente aquele que muitas vezes atua contra. Todos os dias vemos decisões de instâncias inferiores contrariando precedentes vinculantes dos Tribunais Superiores. E, igualmente, vemos instâncias superiores anulando decisões mais racionais tomadas por instâncias inferiores. Pior ainda é quando os próprios Tribunais em Brasília dão mau exemplo, aplicando as leis e a Constituição Federal ao sabor do vento.

Isso é uma mina inesgotável de problemas e obstáculos para as empresas. Não à toa, somos o país dos advogados, contadores, despachantes e demais profissões dependentes da burocracia. Há quase 1,2 milhão de advogados inscritos na OAB, enquanto engenheiros civis são cerca de trezentos mil. 

Ou seja, apostamos quatro vezes mais em custos do que em investimentos. 

O Brasil é também um paraíso para os contadores, pois somos o país em que se gasta mais horas para calcular o valor dos tributos a recolher, 50% de tempo à frente do segundo colocado (Bolívia). 

Há cerca de 12 mil cartórios no país, que arrecadam R$ 15 bilhões por ano carimbando documentos muitas vezes desnecessários, como, por exemplo, provas que vivos precisam fazer para demonstrar que não são zumbis.

De 1988 a 2017, foram aprovados 5,4 milhões de dispositivos legislativos (769 por dia). Só em nível federal foram 15,96 por dia. Considerando os três entes federativos, tem-se uma média de 217 mil leis em cima de cada um de nós.

Nossos portos estatais, por causa da hiper-burocracia ali reinante, são os mais lentos do mundo. E são assim propositalmente, pois tamanha lentidão permite a venda de jeitinhos e favores para despachar ou desembarcar a mercadoria mais rapidamente.

O Brasil gasta 13,6% do PIB com pagamento de servidores ativos, com salários em média 87% superior aos semelhantes do regime celetista.

Dezoito estados brasileiros gastam com pessoal mais do que a lei permite, sendo que três desses gastam com servidores estaduais perto de 80% do que arrecadam. 

A maior parte dos municípios brasileiros depende de verbas externas complementares às suas arrecadações, sendo que quatro quintos da receita de sete em cada dez municípios advêm de transferências, o que não impediu as prefeituras de aumentar em 53%, em média, o número de servidores públicos municipais na última década.

Não fazem o dever de casa e depois marcham até Brasília com o pires na mão pedindo auxílios emergenciais. Que dinheiro público vai sobrar para ajudar na crise? Realmente, só pedindo para o Banco Central imprimir.

Enquanto a maioria dos países estuda formas de desonerar o setor produtivo para aliviar a economia, estamos no movimento oposto, cogitando a majoração da carga tributária. Estimativas indicam que o desemprego aumentará para 15,4% em junho, e que outros milhões de empregos estão suspensos ou tiveram reduções salariais de 25% a 75%. 

Sentadas na sombra, até agora nenhuma categoria executiva, legislativa ou judiciária, federal, estadual ou municipal, deu sua parcela de contribuição. Nem 25%, nem 2,5%, nem mesmo 0,1%. Os salários do funcionalismo público, pagos pelos impostos dos assalariados e desempregados, seguem impávidos.

Pior: algumas categorias estão conseguindo reajustes e outras pleiteando aumento.

Enraizado

Há uma dificuldade atávica no Brasil em perceber que o estado não é um fim em si mesmo. Ele, na mais benevolente das hipóteses, seria um meio custoso de proporcionar bem estar a algumas pessoas físicas e jurídicas. Essa incapacidade cognitiva, que atribui ao estado variados deveres e funções, acaba por enfraquecer aquela que poderia ser considerada a única atividade aceitável de um estado, a saber: reduzir riscos jurídicos, garantindo alguma previsibilidade de comportamento do judiciário.

Em existindo um estado, o melhor que ele pode fazer para ajudar o mercado é garantir o cumprimento de contratos, punindo a fraude e as quebras contratuais. 

Por outro lado, o estado precisa inteiramente do mercado: estão nas relações privadas os fatos geradores dos tributos que sustentam a máquina pública. Sem iniciativa privada produzindo, não há arrecadação para o estado. Não haveria estado.

Crises são inimigas de tudo: do planejamento, da racionalidade, da economia e até mesmo das liberdades individuais mais básicas garantidas na Constituição (a determinação de se fechar estabelecimentos e de proibir a livre circulação em estradas é flagrantemente inconstitucional). Para atravessar mais esta crise, é preciso olhar para frente, e não para o umbigo. Em vez de um "estado forte", mais do que nunca passa a ser necessário um estado que reduza seus confiscos e regulações anti-empreendedoriais, e que apenas dê liberdade a empreendedores e trabalhadores —os quais são ainda mais cruciais em épocas de crise.

Isso, sim, seria um estado justo e eficiente. E tal estado seria o oposto do estado atual, que chegou ao ponto de proibir as pessoas de trabalhar, empreender e produzir.

Mas não é esse estado que Lula e demais políticos parecem querer.

Previsão Sul – Risco de geada

Previsão Sul – Risco de geada:



Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre previsão, temperatura mínima e máxima prevista, além de destaques relevantes dos últimos dias.

27 de Maio de 1905: Guerra Russo - Japonesa, o Japão derrota a Rússia na Batalha de Tsushima

27 de Maio de 1905: Guerra Russo - Japonesa, o Japão derrota a Rússia na Batalha de Tsushima:

No dia 27 de Maio de 1905, a frota de guerra japonesa derrota uma frota de guerra russa vinda do Báltico. A batalha naval desenrola-se ao largo das ilhas Tsushima, no braço de mar que separa a Coreia do Japão.
Era a primeira vez que um Estado do porte da Rússia se via derrotado por uma potência asiática. Esse facto sem precedentes iria relançar os movimentos anticolonialistas na Ásia, em particular nas Índias submetida aos britânicos, os quais imprudentemente encorajaram a agressão japonesa.
O conflito teve a sua origem na rivalidade entre a Rússia do czar Nicolau II e o Japão do imperador Mutsuhito. Ambos queriam erguer um império colonial para equipararem-se às grandes potências ocidentais. O seu alvo comum era a China.
A Rússia conquista a primeira vitória ao ocupar a província chinesa da Manchúria e a quase ilha de Liaotung a favor da Revolta dos Boxeurs. Ali instala uma sólida guarnição em Port-Arthur, na extremidade da quase-ilha. Contudo, a Inglaterra do rei Eduardo VII irrita-se com este expansionismo. Avisa o Japão que só não interviria na guerra se o Japão atacasse a Rússia. Assim, Port-Arthur é atacado sem prévia declaração de guerra na noite de 7 para 8 de Fevereiro de 1904 — os japoneses repetiriam a táctica contra os norte-americanos em Pearl Harbor, em Dezembro de 1941.
A armada do almirante Heihashiro Togo afunda sete navios russos quando ainda estavam ancorados, enquanto 8 mil soldados japoneses desembarcavam na Coreia, marchando em seguida em direcção a Seul. Em 2 de Janeiro de 1905, a guarnição russa de Port-Arthur capitula. Após a batalha de Mukden, o Exército russo teve de abandonar a Manchúria. O gosto amargo da derrota foi um dos factores na origem da ‘Revolução Sangrenta’ em São Petersburgo de domingo 22 de Janeiro de 1905. O núcleo da autocracia russa foi severamente atingido.
O Japão, se bem que já no limite de suas forças, praticamente tinha ganho a guerra quando a frota russa do Báltico chega às suas águas. Sob o comando do almirante Rojdestvenski, levou oito meses para contornar a África pelo Cabo da Boa Esperança e subir em direcção ao Extremo Oriente.
O almirante Heihashiro Togo corta-lhe a rota e destrói a sua armada ao cabo de uma batalha de dois dias.
Dos 45 navios russos, somente dois contratorpedeiros e um cruzador conseguem escapar do desastre e ganham o porto russo de Vladivostok. Seis outros pequenos barcos de guerra refugiam-se em portos neutros, onde são desarmados. Os demais foram afundados ou capturados pelos japoneses.
Perto de 5 mil russos são mortos e 6 mil feitos prisioneiros, entre os quais dois almirantes. Os japoneses só tiveram de lamentar a perda de 3 contratorpedeiros e 700 homens.
O czar não teve outra saída se não aceitar a mediação do presidente norte-americano Theodore Roosevelt. Ele abre em 5 de Setembro as negociações que conduziriam a uma paz humilhante para Moscovo e que foi assinada em Portsmouth, Estados Unidos.

 Fontes: Opera Mundi
 wikipedia (imagens)

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almirante Togo na ponte do Mikasa, no início da batalha de Tsushima, em 1905. A bandeira sendo içada é a letra "Z", que era uma instrução especial para a armada
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Mapa  que mostra as rotas de ambas as frotas.

terça-feira, 26 de maio de 2020

VERDADEIRAS Entidades Evangélicas (mesmo com Vagabundos do PSOL e PT no meio) pedem saída de MILICIANO Bolsonaro e respeito à ciência.

Entidades evangélicas progressistas pedem saída de Bolsonaro e respeito à ciência:


Um grupo de 34 entidades evangélicas divulgou um manifesto pedindo que o Tribunal Superior Eleitoral julgue a ação de cassação chapa Bolsonaro/Mourão por divulgação de notícias falsas durante as eleições de 2018. No mesmo documento, as entidades criticam o modo como o presidente tem conduzido a resposta do governo federal à pandemia de covid-19.

> Comunidade impede caravana bolsonarista no Paraná: “Vírus da irresponsabilidade”

Entre as entidades que assinam o manifesto, estão núcleos evangélicos ligados a partidos políticos e associações cristãs de vertente progressista. O título do documento é a citação bíblica de Provérbios 28:16: “O governante sem discernimento aumenta as opressões”.

Leia a íntegra da manifesto

Um Clamor de Fé pelo Brasil
Nós, de diversas Igrejas, organizações e movimentos de evangélicas e evangélicos pela democracia,

Convidamos você a assinar conosco esse manifesto que será enviado para os Ministros do TSE pedindo que:

– O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) assuma seu papel constitucional e proceda o imediato julgamento das Ações de Investigação Judicial no (TSE) e que pedem a cassação da chapa de Jair Bolsonaro e de Antônio Mourão em razão da disseminação de mentiras durante a campanha eleitoral; prática que tem se mantido durante o governo, sendo agora alimentada por dinheiro público, como tem sido demonstrado e noticiado. A preservação de vidas e da democracia exigem ação imediata. Não há motivos que justifiquem ainda mais a prorrogação desse julgamento. Para que a justiça seja feita, sob a égide do Estado de Direito e para o bem-estar social e da democracia.

Também manifestamos publicamente:

– Nosso luto e profunda solidariedade para com as famílias dos mais de 16 mil mortos que o Brasil identificou até recentemente em meio a pandemia do novo Coronavírus (Covid-19). É momento de “chorar com os que choram” (Rm 12:14-15)

– Nosso compromisso cotidiano em ações solidárias de apoio ao atendimento de necessidades específicas de pessoas e famílias que se encontram em situação de vulnerabilidade nesse contexto de grave crise. “A fé, por si só, se não for acompanhada de obras, está morta” (Tg 2:17).

– Nossa gratidão e solidariedade para com os profissionais de saúde que têm experimentado grande desgaste físico e emocional por estarem trabalhando no enfrentamento direto dessa situação. Nossa oração é para que Deus os guarde e que eles “mantenham a esperança”.

– Nosso reconhecimento e apoio a Universidades e Centros de Pesquisa, bem como seus pesquisadores e cientistas que têm se dedicado na busca das melhores respostas e análises para juntos superarmos esta realidade. O momento exige que as tomadas de decisão sejam fundamentadas “no conhecimento que vem do bom senso” (Pv 1:4).

– Nosso repúdio e indignação à forma antiética com que o presidente da República tem se comportado nesta grave situação do País, sem assumir a conduta exigida para uma pessoa que ocupa a liderança institucional executiva da nação. Ele tem dado provas de que não está à altura do cargo de Presidente da República. A gestão inadequada durante a pandemia atenta contra a vida humana ao invés de “praticar a justiça e compaixão pelos pobres” (Dn 4:27).

Diante disto, consideramos ser fundamental:

– Que as respostas dos governos sejam mais eficientes em relação ao devido atendimento às necessidades das pessoas. É essencial que prefeituras e governos estaduais atuem para garantir o cumprimento do isolamento social recomendado, e que o governo federal opere de forma coordenada e adequada na execução de seus compromissos e responsabilidades.

– Que igrejas e comunidades religiosas, compreendendo a gravidade e urgência do tempo presente, não promovam cultos públicos presenciais e considerem seriamente o uso de suas estruturas e pessoal para o desenvolvimento de ações que contribuam para o apoio a população e para o enfrentamento da pandemia. O momento exige responsabilidade e coragem a fim de preservar vidas.

– Que sigamos as recomendações e orientações de instituições de saúde e científicas. Reconhecemos a ciência como dom de Deus para cuidar da vida humana e toda a sua criação. A fé e a ciência são aliadas, caminham juntas e exaltam o poder divino.

– Que o poder público – executivo, legislativo e judiciário – atue de forma coordenada para promover uma economia justa e voltada para o benefício das pessoas, a partir dos mais empobrecidos. Não há nenhuma razoabilidade em se opor a crise na saúde à crise econômica. É falsa tal divisão. O momento é de grave crise na saúde pública e todos os esforços devem convergir para maior preservação possível de vidas. Não se pode minimizar uma situação de pandemia em favor de lucros. O foco precisa ser solidariedade e proteção social em prol da preservação da vida humana.

Convidamos irmãs e irmãos a se juntar nesse clamor de fé e ação pelo Brasil.

Uma iniciativa das seguintes organizações, igrejas, grupos e coletivos:

Aliança de Batistas do Brasil – Associação Projeto Videiras – AMSK Brasil – Coletivo Abrigo – Coletivo Cristãos Pela Justiça – Comunidade Cristã da Lapa – Comunidade Cristã na Zona Leste – Coletivo Memória e Utopia – Congrega – Comunidade Presbiteriana Videiras – Cristãos Contra o Fascismo – Direitos Humanos nos Passos de Jesus – Evangélicas pela Igualdade de Gênero – Evangélicos Trabalhistas – Evangélicos pela Justiça – Evangélicxs pela Diversidade – Fé e Afeto Cristão – Fórum Evangelho e Justiça – Frente Evangélica pela Legalização do Aborto – Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito – Grupo Fé & Política: Reflexões – Igreja Batista de Direitos Humanos – Igreja Batista Nazareth – Informativo Kerygma – Instituto Guarani de Responsabilidade Socioambiental – Igrejas Libertárias! – Miquéias Brasil – Missão Aliança – Movimento Evangélico Progressista – Movimento Negro Evangélico do Brasil – Nossa Igreja Brasileira – Núcleo de Evangélicas e Evangélicos do PT – Núcleo Evangélico 23 – Paz e Esperança Brasil – Primavera Ecumênica – PSOL/PR – Plataforma Intersecções – Rede Fale – Redenção Baixada – Vozes Maria
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Um dia, as pessoas de bom coração e que ACREDITAM verdadeiramente em Deus vão se lembrar da relação do PT com a CNBB da mesma maneira que hoje temos a relação de Bolsonaro com os Evangélicos. Lula e Bolsonaro são dois MONSTROS, são duas aberrações políticas que deveriam ser PROIBIDOS de se aproximar de Igrejas, Templos Católicos, Protestantes, Budistas, Espíritas ou de Umbanda. Estes dois ANIMAIS um dia vão estar dentro da mesma lata de lixo da história.

(Milton Pires)

Federação de policiais federais pede investigação sobre vazamento de operação

Federação de policiais federais pede investigação sobre vazamento de operação:

A Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) divulgou uma nota defendendo a apuração da possibilidade de vazamento de informações da Operação Placebo à deputada Carla Zambelli (PSL-SP), aliada de Bolsonaro. Na segunda-feira (25), a deputada falou que aconteceriam operações contra governadores em decorrência de desvios na compra de respiradores. Nesta terça-feira, a PF deflagrou uma investigação contra o governador Wilson Witzel (PSC-RJ).

> Witzel diz ser alvo de “ditadura de perseguição” coordenada por Bolsonaro

“É conhecido e notório o vínculo da parlamentar com a Associação de Delegados, desde quando era líder do movimento Nas Ruas .Esse laço se demonstra pela participação de Zambelli em eventos, vídeos e homenagens. A Fenapef defende a apuração, com responsabilidade e profundidade, sobre a possibilidade de que esse vínculo possa ter sido utilizado para a obtenção de alguma informação privilegiada”, diz a nota da Fenapef.

Leia a íntegra

A respeito da Operação Placebo e seus desdobramentos, a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) informa que:

1. A Fenapef apoia todo e qualquer esforço para apurar e combater a corrupção. Mesmo em tempos de pandemia, os policiais federais seguem fazendo seu trabalho de investigação.

2. A lisura das investigações e o sigilo das operações devem ser preservados em qualquer circunstância.

3. Sobre as suspeitas de que a deputada Carla Zambelli (PSL- SP) foi informada antecipadamente da Operação, é conhecido e notório o vínculo da parlamentar com a Associação de Delegados, desde quando era líder do movimento Nas Ruas .Esse laço se demonstra pela participação de Zambelli em eventos, vídeos e homenagens. A Fenapef defende a apuração, com responsabilidade e profundidade, sobre a possibilidade de que esse vínculo possa ter sido utilizado para a obtenção de alguma informação privilegiada.

4. A Operação Placebo é realizada pela equipe do SINQ (Serviço de Inquéritos) da DICOR (Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado) da Polícia Federal. O SINQ atua em inquéritos de tribunais superiores que tenham como alvos pessoas com foro nesses tribunais.

5. As buscas nos Palácios das Laranjeiras e da Guanabara foram autorizadas pelo Superior Tribunal de Justiça e têm como objetivo encontrar elementos de um possível esquema de corrupção envolvendo uma organização social contratada para a instalação de hospitais de campanha e servidores da cúpula da gestão do sistema de saúde do Estado do Rio de Janeiro, conforme informou a Polícia Federal.

Federação Nacional dos Policiais Federais
Brasília, 26 de maio de 2020



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"Flávio Bolsonaro deveria estar preso", diz Witzel em coletiva

VÍDEO - CADEIA - WITZEL, Zambelli e Minto

"Delegada" Carla Zambelli a Witzel: “É melhor o senhor começar a procurar bons advogados para que não vá para a cadeia”

Zambelli a Witzel: “É melhor o senhor começar a procurar bons advogados para que não vá para a cadeia”:



Carla Zambelli, na entrevista à CNN, mandou um recado a Wilson Witzel, alvo da Operação Placebo, deflagrada hoje pela PF...

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PF cumpre mandados de busca na residência oficial de Witzel no Rio

PF cumpre mandados de busca na residência oficial de Witzel no Rio:

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A Polícia Federal deflagrou nesta terça uma operação para cumprir mandados de busca na residência oficial do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel.

O Radar apurou que não há mandado de prisão contra o governador e que os mandados foram expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça a partir do inquérito que investiga as compras emergenciais do governo na pandemia.

Anexos:
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URGENTE: PF NA RESIDÊNCIA DE WITZEL

URGENTE: PF NA RESIDÊNCIA DE WITZEL:



A Polícia Federal faz uma operação no Palácio das Laranjeiras, residência oficial do governador Wilson Witzel...

Leia este conteúdo na integra em: URGENTE: PF NA RESIDÊNCIA DE WITZEL

Anexos:

A REABERTURA DO BRASIL.

Mesmo com mais de 23.000 mortes, mesmo com o Brasil LIDERANDO o número de mortos a cada 24 horas, mesmo com a proibição da entrada de brasileiros nos Estados Unidos, mesmo com um GENERAL no comando do Ministério da Saúde - coisa que não aconteceu nem mesmo durante o Regime Militar - o Brasil inteiro está saindo de casa e voltando a trabalhar! A Epidemia NÃO está sob controle! Dois fatos tem papel fundamental na "reabertura" - o primeiro fato é que Bolsonaro reuniu-se com Governadores para entregar cargos e dinheiro a eles e ao "Centrão"e o segundo é que o nosso país tem eterna necessidade de imitar a Europa e os Estados Unidos. Como na Europa e nos Estados Unidos os casos e as mortes estão diminuindo e as pessoas estão voltando ao trabalho, a chinelagem, a macacada brasileira, tem que fazer a mesma coisa. Só isso.

(Milton Pires)