Ataque Aberto

"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

domingo, 9 de maio de 2021

Líder do Regime Fascista promete divulgar vídeo com ministros defendendo cloroquina

Bolsonaro promete divulgar vídeo com ministros defendendo cloroquina:

Dois dias depois de o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fugir de perguntas sobre o uso da hidroxicloroquina contra a Covid-19 durante depoimento na CPI da Pandemia do Senado, o presidente Jair Bolsonaro dobrou a aposta no remédio, que é comprovadamente ineficaz contra a doença.

Em conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada na manhã deste sábado, transmitida ao vivo na sua página do Facebook, ele prometeu divulgar um vídeo nesta semana em que seus ministros farão a defesa do remédio e dirão que o tomaram contra o novo coronavírus.

Depois de reforçar seus ataques aos governadores que adotaram medidas de restrição contra a pandemia, Bolsonaro comentou que “a CPI tá um vexame, só se fala em cloroquina”. “Mas o cara que é contra, não dá alternativa. Eu tenho certeza que alguém aqui tomou hidroxicloroquina aqui. Alguém tomou?”, questionou. A maioria dos simpatizantes levantou a mão e confirmou.

“Ontem [sexta-feira], retornando de Rondônia, no avião tinha alguns ministros, a gente vai fazer um vídeo na semana, dos 22 ministros todos aqueles que tomaram hidroxicloroquina vão falar ‘eu tomei’. É a alternativa no momento “Ah, não tem comprovação científica. Mas não tem cientificamente dizendo o contrário também”, declarou o presidente.

Resta saber se Queiroga, que tanto evitou o tema na CPI, vai se dobrar aos caprichos do chefe.

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Vagabundo Petista tenta montar agenda internacional com China e Rússia

Lula tenta montar agenda internacional com China e Rússia:

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Ao buscar contato com embaixadores em Brasília nesta semana, Lula tenta montar uma agenda internacional.

Seu objetivo é ser recebido por Xi Jinping e Vladimir Putin. O petista quer criar uma agenda de defesa da vacina para ter o que dizer na campanha.

Se for recebido pelos “velhos amigos”, Lula fará um verdadeiro carnaval em torno das agendas. Com Bolsonaro provocando a China dia sim, outro também, fica mais fácil para o petista.

Política do efêmero, efêmero da política.

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António Rocha Martins para o Observador:


Nestes tempos adversos à evocação da memória, de segregação e até apagamento do passado, o “bom” e o “mau” carecem de resposta fundada. Os antigos viam os valores como estruturas objetivas e segundo uma ordem de procedência. Hoje, nas sociedades contemporâneas, eles não passam de estruturas subjetivas dependentes da cultura. O universal como horizonte, como aquilo que é comum a todos, de direito ou como possibilidade real, parece caducado ou mera projeção ilusória, insuscetível de efetividade. Nos debates na esfera pública perpassa uma experiência difusa de desintegração, uma fragilização extrema de argumentos, uma fragilidade essencial de convicções. A ambiguidade e a indeterminação vão crescendo sem medida, numa espécie de commixtio generum indiferenciante.

O paradoxo da situação é que as fronteiras representam cada vez mais barreiras enclausurantes e ameaças de segregação, e não ocasiões de proximidade como mais facilmente se preveria. Mostra-se pertinente o diagnóstico feito por Byung-Chul Han, filósofo de origem sul-coreana, radicado na Alemanha. Verifica-se na sociedade um processo de “ex-propriação” do humano, de expulsão de todas as diferenças, de rasura normalizadora, que vai amalgamando e desfazendo a irredutibilidade dos indivíduos. Esta tentativa de expulsão vinha de há muito no pensamento do século XX. O próprio Freud inventaria-a, num texto de 1919 sobre as ‘ofensas’ ao narcisismo. Mas o acontecimento do digital prolongou e intensificou esse nivelamento social e psicológico até à coincidência, que a pandemia tornou ainda mais visível. O que temos, agora, é uma sociedade sem sociabilidade, marcada pela solidão e pelo cansaço, polarizada pela absolutização do igual. O nome “transparência” é apenas mais um eufemismo para descrever o vazio ontológico dominante.

Reina, então, uma espécie de niilismo pessimista, desmobilizador da vontade («para quê?», repete-se). Terreno fácil para o surgimento de crenças fatalistas e deterministas, profecias e projeções de iminentes crises, perigos espirais descendentes e difusos.

Hoje, quem visa o poder, estabelece valores. A luta pelos valores é assim uma luta escondida pelo poder. Mas uma razão estratégica ocupada simplesmente com a administração eficaz do poder transforma todos os valores em soluções imediatas (ideológicas) para os problemas da vida. Lembre-se que sob a cobertura do maior dos bens, já se cometeram os maiores males. É que os valores não podem ser tomados globalmente, a não ser por quem vive permanentemente ao espelho do imediatismo. Utilizando o exemplo dado por um filósofo, imagine-se que viajamos de comboio. A paisagem mais próxima desfila muito depressa, a mais distante passa mais devagar e a que emerge no horizonte não se move. Entre a atualidade mais próxima e a geografia mais remota, há movimentos de longo fôlego, deslocações tectónicas da transumância da humanidade, longos tempos de derivas culturais. Ou seja, há evoluções rápidas, mas também de grande duração e de velocidade fraca. Os valores são assim. Não resultam de uma necessidade externa. Se erigirmos a atualidade como critério supremo, resta-nos o ruído veemente do efémero, conferindo permanência àquilo que não passa de vibração fortuita.

Em termos históricos, sabemos que a democracia representa uma vitória sobre os totalitarismos. Mais, a filosofia democrática não pretende instaurar nem o bem nem mesmo a justiça, vive da permanente crítica de si num debate tão aberto quanto possível. A democracia desconfia de todos os poderes, limitando-os, opondo-se-lhes. Só a democracia pode conter o crescimento das ideologias.

Evocando a memória, vale a pena lembrar a lição dos primeiríssimos politólogos. A democracia pode degenerar em tirania, ao promover um discurso pragmático e eficaz, a partir de regras simples, de acolhimento fácil. Escreve Tucídides acerca de Péricles: «Quando os via [Atenienses] confiantes e cheios de arrogância não justificada, com uma palavra incutia-lhes medo mas, por outro lado, se estavam em pânico, restaurava-lhes a confiança. E assim Atenas de nome uma democracia, era na realidade governada pelo seu cidadão mais importante. Os sucessores de Péricles, uma vez que eram mais iguais uns aos outros, mas cada um tentava tornar-se no cidadão mais importante, mudaram a conduta dos negócios da cidade e entregaram-na à populaça e seus caprichos» (História da Guerra do Peloponeso, II, 65-9).

Também Platão e Aristóteles advertem contra os impulsos de diástole da maioria, falando aquele pela boca e pela vida de Sócrates, que não anuía sem se interrogar e sem interrogar os outros. A partir de então, o que sempre estará em causa é a possibilitação da vida social de modo a que não possa ser arbitrariamente anulada ou deformada. Impor-se-á o reconhecimento do valor da norma e da lei enquanto vínculo e fator de igualdade. A democracia não tem garantia de perenidade. Precisamos de valores de longa duração e não adormecer sobre ilusões. O efémero cansa, desgasta, corrói o laço social. Pode ser indolor e menos violento que as tiranias, mas, impercetível, impalpável, intangível, alastra e corrompe as vontades, impedindo a formação de uma “negatividade”, a oposição frontal. A política do efémero é o efémero da política.

O dever e o direito de saber como a pandemia começou

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Leonardo Coutinho para a Gazeta do Povo:


A explicação original para o início da pandemia de Covid-19 está na ponta da língua de todo mundo. Um vírus originário de morcegos rompeu a barreira entre espécies ou porque alguém havia comido um desses mamíferos alados que estava contaminado, ou porque o vírus havia chegado aos seres humanos por um intermediário – provavelmente um dos vários animais silvestres que são vendidos como alimento em mercados tradicionais como o de Wuhan – onde o primeiro caso da doença foi oficialmente identificado.

Mais de um ano depois e com um rastro de quase 3,3 milhões de mortos no mundo, a origem do vírus SARS-CoV-2 ainda é uma incógnita. É um tabu.

No início do ano, uma comissão de cientistas, sob o guarda-chuva da Organização Mundial da Saúde passou um mês na China em busca de respostas. A única coisa que encontraram, como era de se esperar, um governo pouco colaborativo e muita opacidade nas informações. O relatório mostra que pouco ou absolutamente nada foi descoberto sobre a origem do vírus. Reforça a história original que o SARS-CoV-2 encontrou uma ponte entre espécies, mas não faz a menor ideia de que ponte foi esta.

Os cientistas reviraram 80.000 amostras de animais selvagens que foram capturados em todas as províncias do país na tentativa de encontrar apenas um que tivesse o mesmíssimo vírus que infectou o mundo. O resultado: nenhum deu positivo. Não estavam infectados ou tinham os anticorpos. A afirmação está contida no relatório da OMS para quem quiser verificar.

O mesmíssimo relatório é categórico em afirmar que o SARS-CoV-2 já circulava por Wuhan pelo menos um mês antes. Ou seja, a história do mercado de carnes de animais silvestres foi uma perda de tempo enorme. Depois que o mercado foi fechado, quase mil amostras de carcaças de animais vendidos ali foram analisadas em busca de evidências do vírus. Nenhuma delas deu positivo.

Se até agora não há um fiapo de pista do vírus na natureza, qual é a razão para tanta celeuma quando a hipótese de que a epidemia possa sim ser resultado de um “vazamento” de um laboratório é colocada em questão? O relatório da OMS descartou a hipótese. Mas como pode ter descartado sem nem mesmo ter investigado a possibilidade? Não se faz ciência assim.

Um grupo de 26 cientistas divulgou no fim de abril uma carta na qual eles reivindicam uma investigação científica e forense completa sobre todas as origens possíveis do vírus. O documento absolutamente negligenciado no debate sobre a necessidade de conhecer a verdade. Aqui abro um parêntesis. Não se trata apenas de responsabilizar e punir (caso tenham ocorrido falhas), mas de prevenção. A humanidade está diante de uma tragédia e para não melindrar os chineses vamos fazer de conta que nada de errado pode ter acontecido nas instalações do Instituto de Virologia de Wuhan (IVW).

Um dos pontos da carta faz referência ao IVW. Os cientistas perguntam como a hipótese do vazamento do vírus é refutada se não foi investigada, embora seja conhecido que a instituição de pesquisa estava realizando experimentos potencialmente perigosos com coronavírus de morcegos. Justamente aquele que geneticamente é o mais parecido com o que se transformou na peste de Covid-19.

Os cientistas chineses estavam explorando o chamado “ganho de função” ao vírus original. Entre as novas habilidades estava a de poder infectar os pulmões de ratos geneticamente modificados para reproduzir as mesmas características das células respiratórias humanas.

Nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro causou furor ao dizer que o SARS-CoV-2 é um vírus novo e que, portanto, "ninguém sabe se nasceu em um laboratório, ou se nasceu por algum ser humano que ingeriu algum animal inadequado".

Alguém é capaz de provar, valendo-se de todas as informações disponíveis até o presente momento que a frase acima, dita pelo presidente tem alguma imprecisão? Não se trata de gostar ou não do que Bolsonaro diz ou da forma como ele fala. Mas o que ele disse não está errado não. Não custa relembrar, mas até hoje não existem respostas para o início da pandemia.

A busca incansável pela origem do SARS-CoV-2 – goste ou não a China dos resultados – deve ser algo perseguido não só por cientistas, governos e imprensa. É dever e direito da humanidade.

A despeito da insatisfação dos xerimbabos de Pequim com os fatos. O presidente Bolsonaro erra a mão. Depois de uma afirmação 100% amparada nos fatos, ele coloca aquela pitada a mais que deixa o assunto salgado. Segundo ele, “os militares sabem o que é guerra química, bacteriológica e radiológica. Será que não estamos enfrentando uma nova guerra”.

Suspeitar que o vírus vazou de um laboratório chinês não é nenhum absurdo. Tampouco é leviano considerar que o regime negligenciou o alerta, tratando-se de uma ditadura habitualmente opaca no trato das informações e que, até hoje, atrapalha as investigações sobre o início do da pandemia. Mas supor que foi um ataque premeditado pode ser aquele passo além que muitas vezes o governo brasileiro parece não ter entendido que só dá munição para o inimigo.

E por que inimigo? Em resposta ao presidente, estamos sim enfrentando uma “nova guerra” (assunto já tratado por esta coluna em duas oportunidades). Mas não é mais o tipo de guerra tão bem estudada e ensinada por Carl von Clausewitz.

O conceito evoluiu de tal maneira que muitas vezes a batalha se dá de maneira tão sutil que nem mesmo nos damos conta que ela está ocorrendo. E o que hoje se torna mais claro sobre as vulnerabilidades do Brasil em defender os seus interesses é resultado de um processo de corrosão calculado, em que cada passo é dado segundo um pensamento estratégico que não se baseia nos modos convencionais de guerra.

E se engana quem pensa que a China se melindra de fato. Quem observa minimamente o rolo compressor que o Partido Comunista Chinês pilota no Brasil, vê que cada oportunidade de se vitimizar é momento de avançar uma casa no tabuleiro.

Para reforçar o papel de vítimas, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China disse que o “vírus é o inimigo comum da Humanidade. A tarefa urgente de agora é todos os países se juntarem em uma cooperação antiepidemia e em um esforço para uma vitória antecipada e completa sobre a pandemia. Nós nos opomos firmemente a qualquer tentativa de politizar e estigmatizar o vírus.”

A frase reproduzida acima está publicada em vários jornais do Brasil, mas o link que deixarei aqui é propositalmente do jornal O Globo, o maior do Brasil. A razão é muito simples. Em junho do ano passado Li Yang, o cônsul-geral da China no Rio de Janeiro, usou o mesmo jornal para dizer que a Covid-19 foi criada nos Estados Unidos, mais especificamente em um laboratório do Exército localizado a uma hora de distância da Casa Branca.

O artigo de Li, publicado pelo jornal carioca, é a mais pura peça de propaganda e desinformação. Trata de um fechamento do laboratório militar entre julho 2019 e março de 2020, como sendo resultado de “um vazamento” de um vírus letal que provocou uma explosão de casos de “pneumonia desconhecida”. Ninguém soube disso porque o governo Trump havia “censurado a imprensa”. O diplomata chinês anda tão à vontade no Brasil que já acha que o mundo inteiro é uma grande China. E pelo jeito que as coisas vão indo...

Um Supremo que virou partido

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 J. R. Guzzo para a Oeste:


Uma das ficções mais prodigiosas da política brasileira de hoje, e que está presente em cada gesto, palavra ou pensamento da mídia, das classes intelectuais e de quem mais acredita que há “instituições democráticas” de verdade em funcionamento no Brasil atual, sustenta o seguinte: o Supremo Tribunal Federal é a entidade que cuida da prestação de justiça no país, garante que a Constituição Federal e as leis sejam cumpridas e faz disso aqui uma nação civilizada, diferente das ditaduras, países governados por gângsteres e repúblicas bananeiras que existem por este mundo afora. É bonito. Ao mesmo tempo, é tão falso como um relógio suíço fabricado em Pedro Juan Caballero.

O STF, de acordo com essa miragem, é uma força imparcial; pode agradar a uns e desagradar a outros, como acontece com os verdadeiros tribunais de Justiça do planeta, mas não tem lado. Pode errar neste ou naquele caso, como é próprio das organizações humanas, mas também pode acertar. Toma decisões que são disparates integrais, é verdade, mas cada disparate é independente do outro; não têm nada em comum entre si, não vão sempre na mesma direção e não chegam a formar uma tendência. Seus juízes, segundo o credo vigente em nossa elite, não têm nenhum interesse político, ideológico ou pessoal nas sentenças que assinam; jamais, aliás, dão qualquer opinião política. Não interferem em nada que seja atribuição óbvia dos outros dois poderes, Legislativo e Executivo. Não mantêm relações de amizade com advogados, empresários ou políticos — nem acham que possa haver alguma coisa de errado quando julgam causas patrocinadas por escritórios de advocacia nos quais trabalham pessoas de sua família. Não conversam com jornalistas, não dão entrevistas e não mantêm assessorias de imprensa. Em suma: parecem, por fora e pelo jeito da toga, com os magistrados supremos dos países que deram certo no resto do mundo.

Nenhuma das afirmações feitas ao longo do parágrafo anterior tem a mais remota relação com a realidade. De todas essas fantasias, porém, nenhuma chega perto, em matéria de credulidade em estágio terminal, de algo que é dado como verdade científica pelo Brasil considerado “bem-pensante”. Segundo esse teorema, é impossível que os onze ministros do STF atual, algum dia ou em algum caso, tomem qualquer decisão em obediência ou por fidelidade à orientação do presidente da República que lhes deu o cargo. Isso não, indignam-se os vigilantes das instituições — digam o que quiserem, mas, na hora de dar um despacho, ninguém no Supremo sequer se lembra de quem o indicou para a função. Estamos, aí, diante da imaginação em estado puro. Acreditar nisso é o equivalente a dizer que os cinco evangelistas eram três — Esaó e Jacu.

No caso, os ministros do STF que temos no momento formam um partido político de “A” a “Z” — partido que até tem as suas alas, rivalidades e facções internas, mas é partido, sim, na cabeça, corpo e membros. É muito simples. O STF, na vida real, é um grupo de pessoas que agem na mesma direção de forma intencional, clara e constante. Têm os mesmos objetivos gerais. Dividem os mesmos interesses. É assim que se comporta um partido — e é assim que se comporta o Supremo. No caso do STF atual, a atividade em comum é a linha ideológica, política e partidária que se vê no PT, nos seus satélites no Congresso e em tudo aquilo que, de forma geral, se identifica com a chamada “esquerda”. O tribunal, em suas sentenças, atende de forma quase automática a tudo o que lhe pedem o Psol, as “organizações sociais” e o universo contido no “campo progressista”. Decide, também de maneira praticamente sistemática, contra o governo. Anula leis e outras decisões do Poder Legislativo quando a esquerda, derrotada no plenário e no resto da ação parlamentar, pede que suas derrotas sejam convertidas em vitórias; diz quem ganha o jogo num campeonato disputado o tempo todo no tapetão. Prende um deputado e um jornalista, militantes de direita, por terem dito e escrito coisas que desagradaram os ministros. Conduz há quase dois anos um inquérito inteiramente ilegal contra adversários políticos. Tem um candidato à Presidência da República nas eleições de 2022 — o ex-presidente Lula. Falta alguma coisa?

Dos onze ministros atuais do STF, sete foram indicados por Lula e Dilma Rousseff: Ricardo Lewandowski, Antonio Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Rosa Weber, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux. A ficção, em seu modo mais extremado, pede que você acredite no seguinte: o fato de três deles terem sido colocados nos seus cargos por Lula e outros quatro por Dilma não tem nada a ver com nada. Sim, estão lá por causa deles, mas na hora de darem uma liminar esquecem quem os nomeou e decidem puramente de acordo “com os autos”, segundo manda a lei. Chegam, até mesmo, ao extremo de se convencer — e convencer uma multidão de advogados criminais, professores de ciência política e jornalistas — que estão lá pelos próprios méritos como juristas. A militância política e partidária de cada um deles pode ser vista em público, por meio de suas decisões. De qualquer forma, seu histórico é o que é. Lewandowski é ligado a Lula desde os tempos de São Bernardo. Toffoli foi advogado privado do PT e advogado-geral da União durante seu governo. Fachin foi advogado do MST e trabalhou na campanha eleitoral de Dilma; ainda há pouco, disse que a última eleição presidencial teria sido mais justa se Lula, que na ocasião estava na cadeia, estivesse entre os candidatos. Luís Roberto Barroso foi advogado do terrorista italiano Cesare Battisti, herói do PT e da esquerda brasileiro-europeia. Enfim: um dos quatro que não foram nomeados por Lula-Dilma é, justamente, o ministro Gilmar Mendes — o construtor número 1 da destruição da Lava Jato e autor principal da candidatura Lula. Dizer mais o que, depois disso?

O STF anula as quatro ações penais que Lula tinha nas costas, inclusive a que o condenou em terceira e última instância pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro — condenação assinada por nove juízes diferentes, um depois do outro. Declara legalmente “suspeito” o magistrado que comandou a maior operação anticorrupção da história do Brasil. Transformou-se numa vara penal para absolver acusados de ladroagem e para perseguir “a direita”. Proíbe a construção de uma estrada de ferro entre Mato Grosso e Pará. Dá ordens para que o Exército, ou ministros de Estado, ou o presidente da República, “se expliquem” em tantos dias e horas — chega até a ameaçar de prisão, só para ameaçar, os que são convocados para dar as explicações. Impede que entre em vigor uma lei aprovada legitimamente pelo Congresso que estabelece o voto impresso e auditável nas eleições de 2022. Manda o governo federal entregar vacinas que não fabrica nem controla. Em seu último surto, suspendeu todas as operações de reintegração de posse, legalmente decididas na Justiça, enquanto durar “a pandemia” — negando com isso a aplicação da lei em sua manifestação mais elementar. Nem Lula e Dilma, que foram eleitos para os seus cargos, conseguiram sequer uma parcela de tudo o que o STF tem imposto ao Brasil.

A sociedade brasileira tem uma extraordinária capacidade de dizer mentiras para si mesma. Está fazendo isso, mais uma vez, ao considerar que o STF é um tribunal de Justiça.

O visionário Milton Friedman e a economia chinesa

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 Rainer Zitelmann para o Instituto Independiente:


En octubre de 1976 se anunció que el Premio Nobel de Economía de ese año sería otorgado al economista estadounidense Milton Friedman. Casi exactamente un mes antes de aquel anuncio, Mao Zedong había fallecido. Apenas cuatro años después de su muerte, Friedman visitó China por primera vez. A su regreso, afirmó que China tenía el potencial de replicar el rápido crecimiento económico observado después de la Segunda Guerra Mundial en países como Japón o Alemania. Por aquel entonces, Friedman era quizá el único que veía factible una evolución tan positiva del futuro económico de China.

Es importante recordar que, en 1980, el 88% de la población china todavía vivía en una situación de pobreza extrema. Apenas cuatro décadas después, esa misma tasa ha caído a menos del 1%. Nunca antes en la historia se produjo una reducción tan intensa de la pobreza en un periodo temporal tan corto. Entender cómo fue posible semejante progreso es uno de los grandes retos de nuestro tiempo y nuestra respuesta a esta trascendente pregunta depende, en gran medida, del papel del mercado y el estado en la economía china.

En 1980, el próspero futuro que acabó exhibiendo China distaba mucho de ser evidente. Friedman se sorprendió porque, durante su visita, comprobó que las obras de Friedrich Hayek no solo habían sido traducidas al chino, sino que eran bastante populares. Por ejemplo, había muchos artículos sobre Hayek en las principales revistas de economía chinas. De igual modo, Friedman se complació al descubrir que algunos economistas chinos ya poseían copias de la edición japonesa de su libro Libertad de elegir, que había sido publicado en el país nipón unos pocos años antes. De hecho, fue conocedor de que ya se estaba preparando una traducción al chino de dicha obra. Según explica en sus memorias, es evidente que Friedman se debatía entre la gran esperanza que albergaba y el lógico escepticismo que le hacía dudar sobre la capacidad de adaptación del régimen comunista. En un informe de 1980 escribió que las reformas económicas de China avanzaban en la dirección correcta, pero añadió que “solo el tiempo nos dirá si se llevan a cabo finalmente y cuáles serán sus efectos”. En aquel momento, estaba convencido de que China experimentaría cierto progreso a corto plazo, aunque mantenía sus dudas sobre las perspectivas de la aplicación de reformas de calado en el más largo plazo.

Friedman visitó China por segunda vez en 1988, de la mano del Instituto Cato estadounidense, un centro de pensamiento de referencia en el mundo libertario que organizó una conferencia en Shanghái. Aquel era un evento extraordinario en sí mismo. Friedman pronunció un discurso durante el encuentro y no ocultó el hecho de que la transición de la economía planificada al sistema de mercado traería muchos beneficios, pero también implicaría costos considerables. Friedman comentó que, en su opinión, los líderes chinos estaban “seriamente comprometidos con el esfuerzo de transición” y recalcó que “el pueblo chino será el principal beneficiario de su eventual éxito, aunque no el único, porque si este empeño funciona bien, todas las personas del mundo se beneficiarán”. Aquellas palabras fueron casi proféticas. Después de todo, de no ser por el rápido crecimiento de la economía china, la economía mundial no hubiera experimentado un crecimiento tan positivo en las últimas tres décadas. China es ahora el motor de crecimiento que añade más velocidad al ritmo de expansión la economía mundial, pero Friedman identificó el potencial del país asiático ya en 1988.

La postura optimista de Friedman se vio alentada por una conversación que tuvo con el entonces secretario general del Partido Comunista, Zhao Ziyang, a quien describió como un político con una “comprensión realista de lo que significa liberalizar el mercado”. En su autobiografía, Friedman escribe que su conversación de dos horas con Zhao Ziyang le causó una impresión muy positiva: “mostró una comprensión sofisticada de la situación económica y de cómo funciona el mercado. E, igualmente importante, reconoció que se necesitaban cambios importantes – y demostró estar abierto a ellos”.

Cuando visitó Shenzhen, Friedman quedó impresionado por el hecho de que esta pequeña ciudad portuaria que apenas tenía 6.000 habitantes en 1982 se convirtió en una ciudad vibrante, con 500.000 habitantes, en apenas ocho años. Shenzhen fue la primera zona económica especial de China y aplicó los principios de la economía de mercado de forma mucho más fiel que algunos países de Europa o incluso algunas normas vigentes en Estados Unidos. Cuando visité Shenzhen en 2018 y 2019, para dar una conferencia en su universidad, me impresionó enormemente ver que ya se ha convertido en una metrópoli global, con 12,5 millones de habitantes y un increíble espíritu emprendedor.

En 1993, Friedman visitó China por tercera vez. Las impresiones de Friedman fueron más escépticas en esta ocasión que en 1988. Aunque pudo volver a reunirse con el secretario general del Partido Comunista, Jiang Zemin, el intercambio de puntos de vista fue más unilateral. Friedman solo pudo hablar durante diez minutos, mientras que Jiang Zemin monopolizó la conversación y habló durante un total de 45 minutos. Friedman manifestó entonces sus dudas sobre la capacidad de China para seguir recorriendo el camino que emprendió al reconocer el derecho a la propiedad privada e introducir los principios del libre mercado.

Actualmente, en Occidente existe un evidente malentendido a la hora de evaluar qué factores han contribuido en mayor medida al enorme éxito económico cosechado por China. Mucha gente cree que China ha descubierto una ”tercera vía”, un camino entre el socialismo y el capitalismo. Algunos incluso creen que el increíble éxito chino solo ha sido posible porque el estado ha conservado una influencia fuerte sobre la economía.

En 2018, viajé a Beijing y conocí a Zhang Weiying, un economista chino que se reconoce seguidor de Hayek y Friedman. Weiying se mostró totalmente en desacuerdo con la interpretación predominante en Occidente y enfatizó repetidamente que la única razón por la que el estado sigue desempeñando un papel tan importante en la China moderna es la historia reciente del país, puesto que bajo gobierno de Mao el control de lo público abarcaba casi el 100% de la economía. Weiying me señaló, no obstante, que el éxito económico de China durante las últimas cuatro décadas se basa enteramente en el hecho de que ese enorme peso del estado se ha reducido gradual y progresivamente.

Durante nuestra conversación, Zhang Weiying enfatizó repetidamente que “el ascenso económico de China no se debe al estado, sino que se produce pesar del estado”. Sin duda, Milton Friedman se habría mostrado de acuerdo. Podemos decir que el brillante economista fue uno de los primeros en predecir con precisión el futuro de China. Hoy, como lo confirma un documento de trabajo del Foro Económico Mundial, el sector privado ya es la fuerza impulsora de la producción económica en China: “la combinación 60/70/80/90 se utiliza con frecuencia para describir la contribución del sector privado a la economía china. Ya aporta el 60% del PIB de China, genera el 70% de la innovación, sostiene el 80% del empleo urbano y crea el 90% de los nuevos puestos de trabajo. El sector privado también es responsable del 70% de la inversión y del 90% de las exportaciones”.Friedman, por supuesto, fue crítico con el hecho de que China no introdujese libertades políticas y civiles a la altura de las nuevas libertades económicas. En Chile, vio de primera mano cómo las reformas de libre mercado ayudaron a poner fin a la dictadura militar del país. Sin duda, esperaba que la mayor libertad económica también condujera a una mayor libertad política en China. Sin embargo, a pesar de sus esperanzas, se mantuvo escéptico, y con razón, como sabemos hoy. En cualquier caso, de acuerdo con las enseñanzas de Friedman, el milagro de la economía china confirma que lograr una mayor prosperidad para la gente solo es posible expandiendo los derechos de propiedad privada y promoviendo el libre mercado.

Quando o movimento LGBT passa a odiar uma trans

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 Ana Paula Henkel para a Oeste:


Você não precisa ser uma atleta de alta performance ou um fanático por esportes olímpicos para perceber que o decatlo não é chamado de esporte dos atletas de ferro à toa. Ser uma medalhista olímpica é uma honra. Ser um medalhista de ouro olímpico em decatlo é entrar para sempre no hall dos deuses do Olimpo.

Bruce Jenner começou sua carreira atlética na Newton High School, em Connecticut, onde praticou futebol americano, basquete e atletismo. De forma independente, começou a praticar esqui aquático. Tornou-se campeão da Costa Leste em 1966. Depois, novamente em 1969 e 1971. Jenner ingressou no Graceland College (Lamoni, Iowa), em 1969, com uma bolsa de estudos em razão de seu desempenho no futebol. Porém, uma lesão no joelho o restringiu ao basquete e ao atletismo. Ele se destacou no atletismo e, aos 22 anos, conquistou um lugar na equipe norte-americana de decatlo para os Jogos Olímpicos de 1972, em Munique, na Alemanha. Ficou em décimo lugar. Mais tarde, em entrevistas, confessou que a recordação de ver o vencedor no pódio foi marcante. No avião, de volta para casa, jurou voltar para conquistar a medalha de ouro. Aquela sensação o consumiu por mais quatro anos.

Jenner chegou aos Jogos de Montreal, em 1976, no auge da Guerra Fria, praticamente como um desconhecido. O jovem norte-americano de sorriso fácil rapidamente chamou a atenção da lenda soviética Nikolai Avilov, que lutava para manter o título de campeão olímpico. Durante a corrida dos 100 metros, Jenner quebrou o seu recorde pessoal. Depois, repetiu o feito nas quatro competições seguintes: salto em distância, arremesso de peso, salto em altura e a corrida de 400 metros.

Parte do sonho americano é tornar-se um herói, entrar no panteão dos mitos que jamais serão esquecidos. E Bruce Jenner fez a sua parte. Logo após o ouro olímpico em 1976, foi idolatrado nos quatro cantos da América. Tornou-se comentarista esportivo, escreveu uma autobiografia, rodou o país com discursos motivacionais, seu rosto estava estampado em todos os lugares, de linha de roupas a caixas de cereais matinais. Bruce was the man.

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A nova geração de norte-americanos conhece Jenner em razão de sua presença no império dos reality shows. Graças ao casamento, em 1991, com Kris Jenner, a mãe de Kim Kardashian, e de suas irmãs Khloé e Kourtney, Bruce era o patriarca mais famoso do showbiz. Depois de alguns anos exibindo visível transformação física em frente às câmeras, Bruce Jenner anunciou, em abril de 2015, que se identificava como mulher e, dois meses depois, revelou que queria ser chamada de Caitlyn Jenner.

Imediatamente, Caitlyn virou a grande heroína da comunidade LGBT e das manchetes que dão destaque à ideologia de gênero. Ela assinou um contrato para ter na TV seu próprio reality show, I Am Cait, que documentava sua transição e durou duas temporadas. A mudança pública para uma identidade de gênero feminina tornou-se o grande orgulho de um movimento cultural que busca aumentar a visibilidade dos transgêneros. Caitlyn Jenner, mais uma vez, foi amplamente elogiada, idolatrada e colocada no hall dos deuses do Olimpo.

Não por muito tempo.

O que parecia ser a história perfeita de superação, do início ao fim, em vários aspectos, encontrou nesta semana um obstáculo olímpico e dificílimo de ser superado. Caitlyn Jenner é republicana e anunciou que concorrerá ao governo da Califórnia. Gavin Newson, o atual governador democrata, terá seu nome na cédula de julho no processo de recall, depois de protocolado o abaixo-assinado com mais de 2 milhões de assinaturas de eleitores californianos pedindo sua remoção do cargo no meio do mandato. Newson teve uma atuação desastrosa no comando do Estado durante a pandemia, com lockdowns eternos, ordens executivas inconstitucionais, recordes de desempregados e de pedidos de falência de empresas.

Caitlyn Jenner iniciou sua campanha de maneira controversa para a comunidade que a colocou em uma redoma de vidro, declarando publicamente que é contra meninos biológicos que são transexuais competirem com meninas. Foi além. Acrescentou que é preciso proteger o esporte feminino nas escolas e a integridade das atletas porque “simplesmente é uma questão de justiça“. Bum!

Para aqueles que ainda possuem um mínimo de bom senso, o que Caitlyn disse não passa do óbvio por razões… óbvias. Aplausos de pé. Não existe ideologia na biologia humana. Simples assim. Já para os ativistas trans que a endeusaram, Caitlyn tornou-se uma aberração, uma pessoa horrível. “Caitlyn Jenner é uma figura estranha”, disse a apresentadora da MSNBC Joy Reid. “Ela apoiou Donald Trump, e ele era, você sabe, um presidente antitrans. Agora ela está se candidatando a governadora e declarou que também é contra a prática de esportes pelas meninas trans”.

Embora Reid e outros tenham elogiado repetidamente Jenner como preeminente porta-voz dos transexuais, agora que a ex-atleta está concorrendo como republicana ao governo da Califórnia, o amor e a admiração evaporaram. Jenner passou a ser atacada diariamente com palavras impublicáveis. A velha mídia hoje não passa de uma sucursal da assessoria de imprensa do Partido Democrata. A turma do “menos ódio e mais amor” não passa de um bando de hipócritas disfarçados de justiceiros sociais. O ódio nunca foi sobre o que é falado, mas sobre quem está falando.

E Caitlyn? Jenner sabe que a identidade social de cada indivíduo deve ser respeitada, e que a identidade biológica no esporte também. Bruce continua no Olimpo num passado glorioso, e Caitlyn continua com sua coragem olímpica de fazer o que tem de ser feito.

Previsão Sul - Tempo instável no leste de SC

Previsão Sul - Tempo instável no leste de SC:

Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre previsão, temperatura mínima e máxima prevista, além de destaques relevantes dos últimos dias.

09 de Maio: Dia da Europa

09 de Maio: Dia da Europa:

 Todos os anos, no Dia da Europa, comemorado a 9 de maio, festeja-se a paz e a unidade do continente europeu. Esta data assinala o aniversário da histórica «Declaração Schuman». Num discurso proferido em Paris, em 1950, Robert Schuman, o então Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, expôs a sua visão de uma nova forma de cooperação política na Europa, que tornaria impensável a eclosão de uma guerra entre países europeus.

A sua visão passava pela criação de uma instituição europeia encarregada de gerir em comum a produção do carvão e do aço. Menos de um ano mais tarde, era assinado um tratado que criava uma entidade com essas funções. Considera-se que a União Europeia atual teve início com a proposta de Schuman.

As instituições da UE comemoram o Dia da Europa

Para comemorar o Dia da Europa, as instituições europeias abrem as portas ao público em maio, em Bruxelas, Luxemburgo e Estrasburgo. As representações da UE na Europa e as delegações da UE no resto do mundo organizam diversas atividades e eventos para todas as idades.
 
A Declaração Schuman 

A Declaração Schuman foi proferida pelo ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Robert Schuman, a 9 de maio de 1950. Nela se propunha a criação da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA) com vista a instituir um mercado comum do carvão e do aço entre os países fundadores. 
A CECA (membros fundadores: França, República Federal da Alemanha, Itália, Países Baixos, Bélgica e Luxemburgo) foi a primeira de uma série de instituições europeias supranacionais que deram origem à atual União Europeia.

Contexto histórico

Em 1950, cinco anos depois do fim da Segunda Guerra Mundial, as nações europeias continuavam a braços com a devastação causada pelo conflito.
Os governos europeus, determinados a evitar que se repetisse uma guerra tão terrível, chegaram à conclusão de que a colocação em comum da produção de carvão e de aço iria tornar a guerra entre a França e Alemanha, países historicamente rivais, «não só impensável mas materialmente impossível» (Declaração Schuman).
Pensou-se, e com razão, que a fusão dos interesses económicos contribuiria para melhorar o nível de vida e constituiria o primeiro passo para uma Europa mais unida. A adesão à CECA foi, assim, aberta a outros países.

Citações

  • «A paz mundial não poderá ser salvaguardada sem esforços criativos que estejam à altura dos perigos que a ameaçam.»
  • «A Europa não se fará de uma só vez, nem de acordo com um plano único. Far-se-á através de realizações concretas que criarão, antes de mais, uma solidariedade de facto.»
  • «A colocação em comum da produção de carvão e de aço (...) mudará o destino das regiões durante muito tempo condenadas ao fabrico de armas de guerra, das quais foram as principais vítimas.»                  
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sábado, 8 de maio de 2021

O que a CPI da Covid quer de Ludhmila Hajjar

O que a CPI da Covid quer de Ludhmila Hajjar:

Uma nova participação na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid deve reforçar a tese de que o governo escolhe os ministros da Saúde baseado em critérios subjetivos, e não técnicos.

A médica Ludhmila Hajjar, que foi cotada para assumir o Ministério da Saúde em março deste ano, deve ser convocada para ser ouvida na CPI.

Em conversa com a coluna, o Senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) afirmou que sua equipe protocolou um pedido para que Ludhmila Hajjar  seja ouvida.

De acordo com o senador, o objetivo é descobrir quais foram os temas das reuniões que Ludhmila teve com interlocutores do governo quando era cotada para comandar a Saúde no lugar de Eduardo Pazuello. Ao rejeitar o cargo de ministra, Ludhmila alegou “divergência técnica” com a equipe.

“Ela apresentou um encaminhamento técnico da pasta e isso foi rejeitado. É interessante saber quem eram os interlocutores porque era uma reunião para contratação da nova ministra da Saúde no meio da maior crise da Saúde da história e me parece que o debate foi sobre armas e aborto com figuras totalmente fora do eixo técnico”, explica Alessandro Vieira.

Segundo o senador, a participação de Ludhmila é interessante porque “soma mais uma pecinha no quebra-cabeça que vai montar a cara do Bolsonaro”.

Como a coluna mostrou, a comissão já tomou depoimento dos ex-ministros da Saúde Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich. Ouvir Ludhmila Hajjar pode trazer a visão de alguém que quase entrou no comando da pasta, mas desistiu de fazer parte da equipe em meio à maior pandemia dos últimos tempos. Um desafio ainda mais louvável na carreira de qualquer médico que cumpre a promessa de salvar vidas. Por que então ela teria desistido?

 

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Unimed compra hospital e avança no interior de São Paulo

Unimed compra hospital e avança no interior de São Paulo:

A Unimed Ribeirão Preto saiu vencedora na disputa pela compra do Hospital São Paulo, na cidade do interior paulista, e fechou a aquisição da unidade nesta semana. Uma fonte do setor diz que a operação já foi aprovada pelo Conselho de Administração e pela Assembleia da Unimed.

Apesar do assédio e de propostas de grupos verticalizados e hospitalares, os sócios do Hospital São Paulo optaram por fechar o negócio com a Unimed.

Para interlocutores da operação, o acordo foi um duro golpe para a Hapvida (dona da São Francisco) e para a Hospital Care (dona do São Lucas), que concorrem diretamente com a Unimed na região.

Maior estudo evolutivo de coronavírus confirma origem de morcegos para humanos

Maior estudo evolutivo de coronavírus confirma origem de morcegos para humanos:


O maior estudo evolutivo de coronavírus, realizado na Universidade da Carolina do Norte em Charlotte (UNCC), confirmou a origem do Sars-CoV-2 a partir de um coronavírus de morcegos...

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Saúde retira do ar documento que orientava médicos sobre uso da cloroquina

Saúde retira do ar documento que orientava médicos sobre uso da cloroquina:


Em meio aos questionamentos na CPI da Covid sobre o uso da cloroquina, o Ministério da Saúde tirou do ar um documento que servia como base de orientação para a prescrição do remédio, que não tem eficácia contra a doença...

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Previsão Sul - Ar frio atua em parte da Região

Previsão Sul - Ar frio atua em parte da Região:

Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre previsão, temperatura mínima e máxima prevista, além de destaques relevantes dos últimos dias.

08 de Maio de 1945: A Segunda Guerra Mundial termina oficialmente na Europa.

08 de Maio de 1945: A Segunda Guerra Mundial termina oficialmente na Europa.:

 A Segunda Guerra Mundial termina oficialmente na Europa no dia 8 de Maio de 1945, às 23h01, no dia seguinte à capitulação da Alemanha nazi, assinada na véspera em Reims (nordeste da França).


O resultado final da guerra começou a desenhar-se em Estalinegrado em Fevereiro de 1943 quando o Exército Vermelho quebrou a espinha dorsal da Wehrmacht, dando início a uma gigantesca contra-ofensiva. E o quadro consolidou-se quando as tropas anglo-americanas desembarcaram na Normandia em Junho de 1944, abrindo uma poderosa frente ocidental.

Quando as tropas soviéticas já se encontravam em Berlim, Hitler, isolado no seu bunker, suicidou-se a 30 de Abril. Coube ao seu sucessor, o almirante Doenitz, determinar a cessação dos combates contra os soviéticos e os anglo-americanos.

Karl Doenitz envia o general Alfred Jodl, chefe do Estado Maior da Wehrmacht, a Reims, França, ao quartel-general das forças aliadas do general Dwight Eisenhower, a SHAEF (Supreme Headquarters Allied Expeditionary Force), instalado, desde Fevereiro de 1945, no grande edifício de tijolos vermelhos da Escola Profissional de Reims. O estabelecimento tem na actualidade  o nome de Liceu Roosevelt e a sala de capitulação transformou-se num museu público.


O general Alfred Jodl assina em 7 de Maio de 1945, às 02h41 da madrugada, a capitulação incondicional da Alemanha. Alguns meses mais tarde, ele seria denunciado ao Tribunal de Nuremberga e condenado à morte por ter dado ordens contrárias ao direito internacional, ou seja, mandado executar reféns e prisioneiros de guerra. Seria enforcado em 16 de Outubro de 1946.

Do lado dos vencedores, a acta de capitulação foi assinada pelo general Walter Bedell-Smith, chefe do Estado-Maior do general Eisenhower e pelo general soviético Ivan Susloparov. O general francês François Sevez, adjunto do general Juin e chefe do Estado Maior da França Livre foi convidado a assinar no final da cerimónia na qualidade de simples testemunha.

Na ausência de um oficial general alemão de hierarquia igual à sua, o general Eisenhower preferiu aguardar no seu posto de comando. Porém, coube a ele o anúncio radiofónico da vitória, às 03h39 da madrugada, na sala da assinatura. A cessação dos combates foi fixada para o dia seguinte, 8 de Maio, às 23h01, tempo suficiente para que as ordens necessárias pudessem ser comunicadas a todas as unidades. No entanto, centenas de tropas alemãs resistiriam além dessa data, nomeadamente na praça-forte de Saint-Nazaire.

Para Estaline, contudo, não era suficiente que a capitulação tivesse sido assinada em Reims, na zona ocupada pelas forças anglo-americanas. Era necessário também que fosse ratificada em Berlim, no coração do III Reich, acessoriamente na zona de ocupação soviética.

Esta formalidade teve lugar em 8 de Maio de 1945, às 15h00, no quartel general das forças soviéticas do marechal Zhukov, no bairro de Karlshorst.

As três Forças Armadas alemãs foram representadas pelo general-brigadeiro Hans Juergen Stumpff, comandante-em-chefe da Luftwaffe, o marechal Wilhelm Keitel, chefe do Estado-Maior da Wehrmacht e o almirante Hans Georg Von Friedeburg, da Kriegsmarine.

Após este acto de capitulação os chefes de Estado e de governo aliados puderam anunciar, praticamente ao mesmo tempo, em emissões radiofónicas a cessação oficial das hostilidades na Europa. Nos Estados Unidos, o anúncio da vitória coube ao presidente Harry Truman, visto que o  seu predecessor Roosevelt falecera havia menos de um mês em 12 de Abril de 1945.

A guerra não terminava com a capitulação da Alemanha nazi. O Japão do imperador Hiroito, aliado de Hitler no Eixo, dava sequência a um desesperado combate contra as tropas norte-americanas no sudeste do Pacífico. Duas explosões atómicas sobre Hiroshima e Nagasaki, em 6 e 8 de Agosto de 1945, levaram o Império do Sol Nascente à capitulação.

E foi somente com esta capitulação do Japão em 2 de Setembro de 1945, quatro meses depois daquela da Alemanha, que a Segunda Guerra Mundial teve verdadeiramente fim.

Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)

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Instrumento de rendição alemã assinado em Reims em 7 de Maio de 1945
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Primeira página do The Montreal Daily Star anunciando a rendição alemã


quinta-feira, 6 de maio de 2021

Covid: Brasil registra 2.791 mortes em 24 horas, diz consórcio

Covid: Brasil registra 2.791 mortes em 24 horas, diz consórcio:


consórcio de veículos de imprensa que acompanha os dados da Covid junto às secretarias estaduais de Saúde registrou 2.791 mortes em razão da doença no Brasil nas últimas 24 horas...

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Dr. Bolsonaro tentou empurrar cloroquina goela abaixo do Brasil

Dr. Bolsonaro tentou empurrar cloroquina goela abaixo do Brasil:


No Papo Antagonista, Claudio Dantas e Mario Sabino comentaram as declarações de Nelson Teich na CPI da Covid sobre a pressão exercida por Jair Bolsonaro para que o uso da cloroquina fosse liberado sem critérios...

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Anexos:
Dr.-Bolsonaro-tentou-empurrar-cloroquina-goela-abaixo-do-Brasil.mp4

Previsão Sul - Chuva frequente em SC

Previsão Sul - Chuva frequente em SC:

Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre previsão, temperatura mínima e máxima prevista, além de destaques relevantes dos últimos dias.

06 de Maio de 1856: Nasce o médico austríaco Sigmund Freud, fundador da psicanálise

por Carla Brito via Estórias da História

Neurologista austríaco, nasceu a 6 de Maio de 1856, em Freiberg, Morávia (atual República Checa), e morreu a 23 de Setembro de 1939, em Londres. Freud fundou a Psicanálise e esta teoria teve um grande efeito na psicologia e na psiquiatria. Publicou, em colaboração com Josef Breuer, Estudos sobre a Histeria (1895); obra que contém a apresentação pioneira do método psicanalítico da livre associação. Desenvolveu teorias que dizem respeito a uma camada profunda da nossa mente: o inconsciente e a forma como este influencia as ações dos homens. As principais obras de Freud são: A Interpretação dos Sonhos (1899), Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade (1905), O Inconsciente (1915), Introdução à Psicanálise (1916-1917), Psicologia das Massas e Análise do Ego (1923), Psicanálise e Teoria da Libido (1923), Neurose e Psicose (1924). No livro A interpretação dos Sonhos, Freud analisa a grande complexidade simbólica subjacente à formação dos sonhos. Em 1905 aparece o seu estudo mais controverso, no qual Freud apresenta a teoria que afirma que a repressão da sexualidade infantil está na origem de neuroses em adulto (de que o complexo de Édipo é um exemplo). Formulou os conceitos de «id», «ego» e «superego». As suas teorias levaram a uma maior aproximação ao tema da sexualidade. A partir dele, os comportamentos antissociais são compreendidos como um resultado, em muitos casos, de forças inconscientes.
Sigmund Freud. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012.
wikipedia (Imagens)



Sigmund Freud, por Max Halberstadt, em 1922


Freud e a sua filha Anna em 1913

Freud e outros psicanalistas:esquerda para a direita sentados , Freud, Sàndor Ferenczi e Hanns Sachs (de pé) Otto Rank, Karl Abraham, Max Eitingon e Ernest Jones -1922



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quarta-feira, 5 de maio de 2021

Covid: Brasil registra 3.025 mortes em 24 horas, diz consórcio

Covid: Brasil registra 3.025 mortes em 24 horas, diz consórcio:


consórcio de veículos de imprensa que acompanha os dados da Covid junto às secretarias estaduais de Saúde registrou 3.025 mortes em razão da doença no Brasil nas últimas 24 horas...

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Previsão Sul - Tempo nublado e com chuva frequente no RS

Previsão Sul - Tempo nublado e com chuva frequente no RS:

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05 de Maio de 1821: Napoleão Bonaparte morre, na Ilha de Santa Helena

05 de Maio de 1821: Napoleão Bonaparte morre, na Ilha de Santa Helena:

 Ao vencerem Napoleão Bonaparte na batalha de Leipzig, as nações que lutaram contra o célebre general esperavam enterrar de vez as promessas liberais que fomentaram a chegada deste militar ao poder. Após a derrota de Napoleão houve o cuidado de isolar o imperador francês na ilha de Elba. A precaução aparentemente exagerada acabou por justificar-se quando Napoleão fugiu  e voltou a França no chamado “Governo de Cem Dias”.

Tentando reassumir o poder, Napoleão Bonaparte acabou  novamente derrotado na Batalha de Waterloo. Desta vez, preocupados em não cometer o mesmo equívoco, as forças que o venceram decidiram isolá-lo na ilha de Santa Helena, situada no Atlântico Sul. A grande preocupação da época era anular a figura de Napoleão sem que para isso fosse necessário matá-lo. Isso porque a morte pela espada poderia conferir ao antigo imperador a condição de mártir do ideário liberal.
Passados seis anos de isolamento em Santa Helena, Napoleão Bonaparte acabou por falecer de uma complicação gástrica não muito bem conhecida na época, a 05 de Maio de 1821. Com o passar do tempo,sugeriu-se que o estadista sofresse de algum tipo de cancro. No entanto, outros ainda debatiam sobre a possibilidade de Napoleão ter morrido por envenenamento.
Na segunda metade do século XX,  vários cientistas mostraram-se interessados em descobrir de que modo o  imperador francês havia morrido. Na década de 1960, uma junta de cientistas britânicos conseguiu detectar a presença de arsénio no organismo de Napoleão ao analisar os  fios do seu cabelo. Sendo um tipo de veneno muito comum na época, diversas pessoas logo concluíram que os inimigos de Napoleão prepararam a sua morte pela ingestão da substância tóxica.
Passado algum tempo, algumas pesquisas colocaram em dúvida que o envenenamento tivesse ocorrido tendo em vista que diversos remédios dessa época integravam o mesmo elemento na sua composição. Em tempos mais recentes, a teoria de que Napoleão tivesse falecido devido a um cancro acabou por ser  comprovada pelas roupas do general. Com o passar do tempo, o tumor estomacal diminuiu o seu apetite e, consequentemente, provocou  o seu emagrecimento.
De acordo com a publicação LiveScience, um estudo, liderado pelo pesquisador Robert Genta, comparou 50 imagens actuais de úlceras benignas e 50 cancros gástricos com as duas lesões de Napoleão descritas na autópsia original, uma grande, no estômago, e uma menor, que atravessou a parede estomacal e chegou até o fígado.Napoleão teve um caso severo de cancro que se espalhou para outros órgãos. Mesmo que tivesse sido tratado nos dias actuais, ele não teria muito mais do que um ano de vida.
Fontes: http://www.medicalnewstoday.com
www.historiadomundo.com
www.estadao.com.brasil
wikipedia (Imagens)
Ficheiro:Steuben - Mort de Napoleon.jpg

Morte de Napoleão em Santa Helena - Carl Von Steuben


File:Napoleon sur son lit de mort Horace Vernet 1826.jpg

Napoleão no seu leito de morte - Horace Vernet

terça-feira, 4 de maio de 2021

Subnotificação de casos de Covid oculta até 30% das mortes, diz estudo

Subnotificação de casos de Covid oculta até 30% das mortes, diz estudo:


A subnotificação dos casos graves da Covid e das mortes em decorrência da doença está ocultando até 30% dos óbitos que não constam nos relatórios oficiais. É o que aponta um estudo da iniciativa Vital Strategies, com base no Sivep-Gripe, principal banco de dados nacional de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)...

Leia este conteúdo na integra em: Subnotificação de casos de Covid oculta até 30% das mortes, diz estudo

12 HORAS


12 horas. 

(Milton Pires)


Quando eu cheguei o sol
ainda não havia nascido e
eu não conseguia gravar
o nome de ninguém por
causa das máscaras, gorros
e aventais...todos me eram
iguais...uns morrendo outros
gritando correndo e pedindo
ajuda para intubação que
começava quando eu entrei...

Eu não tive tempo de almoçar,
de sentar, de pensar..eu não consegui,
sequer, gravar o nome dos pacientes antes
que me trouxessem o atestado de óbito,
antes que alguém me dissesse que tinha
“faltado alguma coisa” na prescrição, que
a sedação estava acabando, que havia gente
“dessaturando”, “parando”...e assim foi
meu dia, e assim foi o dia que veio
depois e depois..e depois…

No último plantão um colega me
disse que tinha um filho que não
conhecia ainda… “Ela” só tinha
contado hoje…

Eu também não conhecia ela,
nem o filho dele, meu irmão na
guerra...

Nem mais a mim mesmo
eu conseguia conhecer tal
meu cansaço, meu desespero..

quando eu saí já era noite….
uma noite sem fim…

Maio de 21.

Vagabundo Petista dá início a série de encontros políticos em Brasília e discute aliança no RJ com Freixo para 2022

<span class="ssssschl">Lula</span> dá início a série de encontros políticos em Brasília e discute aliança no RJ com Freixo para 2022:

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Ministros Fascistas orientam senadores governistas sobre perguntas a fazer na CPI

Ministros de <span class="ssssschl">Bolsonaro</span> orientam senadores governistas sobre perguntas a fazer na CPI:

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Ministros do governo estão orientando senadores aliados de Jair Bolsonaro a atuar na CPI da Pandemia.Alguns senadores estão recebendo listas de perguntas que devem fazer para os depoentes, tanto com o objetivo de atacar a testemunha, quanto para...

"Burguesia está atordoada e não sabe o que fazer, diz Líder de Movimento Terrorsita.

"Burguesia está atordoada e não sabe o que fazer com <span class="ssssschl">Bolsonaro</span>", afirma Stédile:
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Líder do MST afirma que a classe dominante "está atordoada, confusa e dividida, entre uma direita burra, que ainda aposta tudo no Bolsonaro, e uma direita gourmet, que está envergonhada dele e ainda não criou coragem para tirá-lo"

CPI da Covid: confira os documentos e depoimentos que vão nortear investigação sobre o Regime Fascista no Brasil.

CPI da Covid: confira os documentos e depoimentos que vão nortear investigação sobre o governo <span class="ssssschl">Bolsonaro</span>:

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BRASÍLIA — A CPI da Covid foi instalada no final de abril para investigar ações e possíveis omissões do governo Bolsonaro no combate à pandemia do coronavírus e também o repasse de verbas da União para estados e municípios. Em seu plano de trabalho,...

CPI ENFRAQUECERÁ LÍDER DO REGIME FASCISTA SEM DERRUBÁ-LO

“CPI enfraquecerá <span class="ssssschl">Bolsonaro</span> sem derrubá-lo”:


“A CPI da Covid enfraquecerá Bolsonaro sem derrubá-lo”, diz Josias de Souza.

“Os inimigos do capitão estão eufóricos. Mas o que vem por aí é um cenário perigoso: um presidente sem juízo e sem projeto, mas com uma pandemia, uma ruína econômica e quase dois anos de mandato pela frente...

Leia este conteúdo na integra em: “CPI enfraquecerá Bolsonaro sem derrubá-lo”