Ataque Aberto

"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

domingo, 18 de fevereiro de 2018

VERSÃO SEM PHOTOSHOP DE MÁRCIA TIBURI TEM CRISE HISTÉRICA NA GOEBBELS NEWS COM INTERVENÇÃO NO RJ




NADA é mais perigoso para SEGURANÇA de um cidadão brasileiro do que a opinião de um "especialista" em SEGURANÇA no Brasil.

Neste sábado, a Globo News criou a narrativa de que estaria chamando “uma especialista” para falar da intervenção federal no Rio.

A atuação da professora Jacqueline Muniz – do Departamento de Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense (UFF) – teatralizou uma indignação diante da intervenção, o que chegou até a impressionar alguns direitistas.

Mas a Internet já descobriu o passado de extrema esquerda da tal “especialista em segurança pública”, como mostra a imagem do Socialista de IPhone:

Vale lembrar que dona Jacqueline esteve no governo Benedita da Silva (PT) no Rio, quando a violência explodiu.

Ou seja, é apenas uma militante de extrema esquerda que apoia intervenções federais feitas a pedido de governos petistas, mas que proibi-las se forem feitas por governos não petistas.

Está desmascarada!


Um "especialista" em segurança no Brasil é alguém que entrega um livro do Paulo Freira para um cara que tem um AR-15 na mão.

Brazilian inmates riot, take hostages in Rio de Janeiro prison


Brazilian inmates riot, take hostages in Rio de Janeiro prison: SAO PAULO (Reuters) - Inmates of a heavily overcrowded prison in metropolitan Rio de Janeiro took prison guards hostage during a riot that had not been controlled by Sunday night, authorities said.

POLÍBIO BRAGA - Gravidade da insegurança pública no Rio pode exigir estado de sítio

Gravidade da insegurança pública no Rio pode exigir estado de sítio:

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A situação da insegurança pública do Rio de Janeiro parece muito mais grave do que fazem supor as declarações das autoridades federais e estaduais, que já são grabves.

Mencionando diálogo em off com uma general, o jornalista
Vinicius Torres Freire, colunista da Folha de S. Paulo, sinaliza neste domingo que o próximo passo da intervenção militar no Rio pode ser a decretação de
estado de CONTINUE LENDO

Rebelião no Rio: a intervenção dos presos

Rebelião no Rio: a intervenção dos presos:

A Polícia Militar foi chamada para ajudar a conter uma rebelião no presídio Milton Dias em Japeri, na Baixada Fluminense, informa o G1.

“Pelo menos um agente penitenciário foi feito refém por homens armados no interior do presídio.

Os agentes foram abordados durante contagem dos presos, por detentos com dois revólveres e uma pistola.”

A PM enviou para o local o Bope e todos os batalhões da Baixada. A orientação é que nenhum policial entre na unidade. O Grupo de Intervenção Tática (GIT), da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), foi chamado no Complexo de Gericinó e se desloca para o presídio Milton Dias, que, segundo o CNJ, tem capacidade para 884 detentos e mantinha em janeiro 2.027.

A rebelião ocorre no dia em que a Seap informou que antecipou ‘medidas de controle’ para evitar reações de população carcerária à intervenção federal no Rio.

É a intervenção dos presos.

Alerta máximo em 54 presídios
Sistema prisional do Rio opera 96% acima da capacidade
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UMA DAS PESSOAS MAIS IMPORTANTES DO BRASIL. LÍDER do PCC, Gegê do Mangue, é assassinado no Ceará

Maior líder solto do PCC, Gegê do Mangue é assassinado no Ceará:

Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, maior liderança do Primeiro Comando da Capital (PCC) nas ruas, foi assassinado em uma suposta emboscada na reserva indígena de Aquiraz, a 30 quilômetros de Fortaleza, no Ceará. Com Gegê, também foi encontrado morto Fabiano Alves de Souza, o Paca. O Ministério Público de São Paulo suspeita que o crime tenha sido motivado por disputas internas da facção.

As mortes teriam ocorrido na madrugada de sexta-feira, e os corpos foram encontrados na manhã seguinte. Testemunhas relataram à polícia cearense que um helicóptero pousou na região e logo depois foram ouvidos uma sequência de disparos. Investigadores paulistas acreditam que tenha sido montada uma emboscada contra Gegê e Paca.

Os corpos só foram identificados horas depois, mas a mensagem se espalhou rapidamente pelo sistema prisional paulista dando conta da morte de Gegê.

Duas hipóteses principais estão sendo consideradas para o caso. A primeira, apontada por integrantes do Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, é que a morte de Gegê tenha ocorrido em represália ao assassinato Edilson Borges Nogueira, o Biroska, que aconteceu em 5 dezembro na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau. Ele possuía funções na Sintonia Final, cúpula da facção, e foi morto a golpes de estilete.

Outra possibilidade é que, na rua, Gegê estava ganhando mais poder do que os líderes presos do PCC desejavam. “Acredito que o Gegê tenha crescido demais e agiram para cortar essa liderança. Na rua, era o membro mais forte que o PCC tinha”, disse o procurador de Justiça do MP paulista Márcio Sérgio Christino, que atuou em investigações contra o PCC na década de 1990 e nos anos 2000.

Ele é autor do livro Laços de Sangue, a história secreta do PCC, e diz que ações como essa permeiam a história da facção. “Quando isso acontece, a parte vencedora já tem tudo preparado. A morte não é o início de algum plano, é o final, a sua concretização”, disse.

Paradeiro

Acreditava-se que Gegê estava comandando negócios do PCC atuando fora do país, principalmente na Bolívia e no Paraguai. “Essa é a hipótese mais provável. Ele não estava no Ceará, mas foi levado para lá”, disse Christino. Em fevereiro do ano passado, a Justiça expediu alvará de soltura em favor de Simone em razão da demora no julgamento de um caso de assassinato.

No mês seguinte, ele seria condenado a 47 anos, e desde então era considerado foragido. Ele respondia a pelo menos 11 processos por homicídio, formação de quadrilha e tráfico de drogas, entre outros crimes.

A soltura do acusado havia sido obtida porque em nenhum dos outros processos a que responde houve decreto anterior de prisão provisória. Antes da decisão no processo de Presidente Venceslau a defesa de Gegê já havia conseguido reverter no Supremo Tribunal Federal (STF) a prisão relativa a outra acusação de homicídio, que foi cometido em 2004 na favela do Sapé, no Rio Pequeno, zona oeste de São Paulo. Ele, em parceria com Abel Pacheco de Andrade, o Vida Loka, são acusados de ordenar, por celular, um duplo homicídio.

Governo determina envio de policiais e Força Nacional ao Ceará


Governo determina envio de policiais e Força Nacional ao Ceará:

O presidente Michel Temer determinou, neste domingo, 18, o envio de uma força-tarefa policial ao Estado do Ceará para “dar apoio técnico às forças de segurança estaduais nas ações de combate ao crime organizado”. O grupo será composto por 36 homens, sendo 26 da Polícia Federal e 10 da Força Nacional de Segurança Pública, e será chefiado pelo almirante Alexandre Mota, secretário-adjunto da Secretaria Nacional de Segurança Pública. A ideia é que a força atue como um reforço às operações conjuntas de inteligência que já atuam no Estado.

A ação no Ceará é uma resposta à onda de violência enfrentada no Estado. A população cearense tem presenciado uma guerra entre facções criminosas após uma chacina que deixou mais de uma dezena de mortos no fim de janeiro. Também no estado foi encontrado, na manhã deste domingo, o corpo de Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, maior liderança do Primeiro Comando da Capital (PCC) O ministro da Justiça e Segurança Pública, Torquato Jardim, embarcará o grupo às 22h deste domingo, 18, na Base Aérea de Brasília com destino a Fortaleza.

Temer também convocou uma reunião, para segunda-feira, dos conselhos de Defesa Nacional e da República para discutir a questão da intervenção federal no Rio de Janeiro. A reunião, que começará às 10 horas, terá a participação dos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria-Geral), Torquato Jardim (Justiça), Raul Jungmann (Defesa), Carlos Marun (Secretaria de Governo), Aloysio Nunes (Relações Exteriores), Henrique Meirelles (Fazenda), Dyogo Oliveira (Planejamento) e Sergio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional), e os comandantes da Marinha, Eduardo Bacelar, da Aeronáutica, Nivaldo Luiz Rossatto e do Exército, Eduardo Villas Bôas. A reunião dos conselhos, ambos consultivos, é uma determinação constitucional depois que um estado de intervenção é decretado.


Intervenção federal

Em função da crise de segurança no Rio de Janeiro, na última sexta-feira, 16, o governo emedebista decretou uma intervenção federal no estado fluminense, com duração até o fim deste ano. É a primeira do tipo desde a promulgação da Constituição Federal, há 30 anos. O general Braga Netto ficará no comando das polícias Civil e Militar, no lugar do governador do Estado, Luiz Fernando Pezão. A medida ainda terá de ser aprovada pelo Congresso, mas já está em vigor.

Presos fazem rebelião em cadeia de Japeri, na Baixada Fluminense


Primeiro Teste do General Braga Neto como Comandante da Segurança no RJ começa neste momento com rebelião em Japeri.

Presos fazem rebelião em cadeia de Japeri, na Baixada Fluminense: Presos da Penitenciária Milton Dias Moreira, em Japeri, na Baixada Fluminense, iniciaram uma rebelião na unidade no início da noite deste domingo. Pelo menos quatro agentes penitenciários, um deles chefe de segurança da cadeia, são feitos reféns...

The Uprising (Honoré Daumier, c. 1848-1852)

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The UprisingHonoré Daumier, c. 1848-1852:

The Uprising

Honoré Daumier, c. 1848-1852

EDITORIAL DO JORNAL "O GLOBO" - Decisão inevitável para restaurar o Estado de Direito

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A intervenção federal na segurança fluminense foi forçada pelo quadro criado a partir da crise financeira do estado, com a perda de comando sobre as polícias e o esvaziamento do poder do governador Luiz Fernando Pezão, também atingido por estilhaços da explosão do seu grupo político, envolvido em corrupção, parte dele encarcerada, a começar pelo chefe, Sérgio Cabral.

As ocorrências no carnaval foram o ápice neste processo, e era mesmo imperioso decretar a intervenção na área de segurança do estado, historicamente problemática, com infiltrações visíveis do crime organizado. O caso do batalhão da PM de São Gonçalo, vizinho a Niterói, associado a traficantes da área, é emblemático. Policiais recebiam propina para não reprimir a venda de drogas em favelas do município. PMs chegavam a trabalhar em bocas de fumo, além de emprestar armas para os bandidos.

Neste sentido, portanto, a crise financeira veio apenas agravar o que já acontecia. O aprofundamento da degradação do aparelho de segurança ao menos dá a chance de, com esta intervenção, ser preparado o terreno para a regeneração do aparato policial.

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, tivera conversas reservadas no âmbito estadual sobre uma “intervenção branca” na Secretaria de Segurança. Uma forma de o Executivo federal assumir a área, sem a necessidade de, como estabelece a Constituição, suspender-se a tramitação no Congresso da reforma da Previdência. Mas o governador Pezão precisaria pedir esta ajuda.

Não o fez, e só agora aquiesceu, e a uma intervenção formal, diante do avanço do crime, com tiroteios constantes em comunidades e fora delas, fazendo vítimas inocentes, várias crianças entre elas.

A situação de descontrole observada nas ruas terminou deixando em segundo plano a questão da reforma previdenciária, embora ela possa ser votada, numa suspensão momentânea do decreto de intervenção apenas para isso, como mencionou o próprio presidente Temer no pronunciamento que fez na solenidade de assinatura do decreto.

Na verdade, a degradação da segurança no estado não aconteceu de uma hora para outra. Os números vinham se deteriorando pelo menos desde 2015, quando à inoperância administrativa das autoridades de segurança se somou a grave crise financeira que tomou conta do Rio, formando um cenário propício para o aumento da criminalidade.

Segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP), em 2015 foram registrados em todo o estado 4.200 homicídios dolosos (com intenção de matar), do que resultou uma taxa de 25,4 assassinatos por cem mil habitantes. No ano seguinte, já eram 5.042 (aumento de 20%), com taxa de 30,3. Em 2017, quando praticamente todos os indicadores de violência explodiram, o número pulou para 5.332, significando crescimento de 5,8% em relação ao ano anterior.

Essa escalada aconteceu também em outros tipos de crimes. Ainda de acordo com o ISP, os roubos de veículos passaram de 41.696, em 2016, para 54.367, em 2017, um aumento de 30,4%; os roubos de celulares, de 19.549 para 24.387, um crescimento de 24,7% no mesmo período; os roubos em coletivo, de 13.731 para 15.283, uma elevação de 11,3%; os roubos a caixas eletrônicos, de 51 para 60, um aumento de 17,6%, e os sequestros relâmpago, de 69 para 99, uma disparada de 43,5%.

Os números oficiais refletem a agonia vivida diariamente pelos cariocas nas ruas. Nos últimos meses, casos chocantes se sucederam, sem que as autoridades de segurança dessem respostas convincentes para essas tragédias. No dia 30 de junho do ano passado, a gestante Claudineia dos Santos Melo foi atingida por uma bala perdida na Favela do Lixão, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Durante um mês, o bebê Arthur, ferido gravemente dentro da barriga da mãe, lutou pela vida no Hospital Adão Pereira Nunes, mas morreu no dia 30 de julho, comovendo a cidade. Apesar do ineditismo do fato e da comoção que causou, nada mudou na segurança pública do Rio. E outros casos semelhantes não demorariam para acontecer.

Nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro, a Linha Amarela, uma das principais vias expressas do Rio, foi totalmente fechada por causa de tiroteios. Cenas de mães com crianças correndo para se proteger de tiros, motoristas desnorteados dando marcha a ré em seus veículos e policiais empunhando armas pesadas em meio aos carros foram postadas nas redes sociais e correram mundo, golpeando ainda mais a imagem do Rio às vésperas da maior festa popular da cidade. No dia 6, um novo tiroteio interditou, de uma só vez, a Avenida Brasil e as linhas Vermelha e Amarela, impondo mais uma dolorosa rotina aos cariocas.

No carnaval, quando a cidade estava abarrotada de turistas, e mais de 6 milhões de foliões saíram às ruas, o desfile a que se assistiu infelizmente foi o da barbárie. Arrastões tomaram a orla de Ipanema; cariocas e visitantes foram assaltados e, em alguns casos, covardemente agredidos, diante de uma polícia incapaz de impor algum respeito à criminalidade. O próprio governador Pezão admitiu que houve falhas no planejamento da segurança para o carnaval. Ora, como é possível não se preparar para um evento que acontece todos os anos? No fundo, não deixa de ser um retrato do descontrole por que passa a segurança fluminense.

Na intervenção — a primeira realizada sob a Constituição de 88 —, o comandante militar do Leste, general Braga Netto, tem a vantagem de já ter atuado em ações articuladas no Rio, de curto prazo, destacando-se o trabalho de segurança na Olimpíada de 2016. Conduziu, também, uma operação semelhante no Espírito Santo. Com os poderes de interventor, terá oportunidade de remover gargalos que impedem uma efetiva coordenação entre as Forças Armadas e as polícias fluminenses. Em ações tópicas anteriores, houve até sabotagem na área de informações para desacreditar as forças federais.

Não há uma solução instantânea para a crise de segurança no Rio, parte de um problema que é nacional. Portanto, a intervenção em si é apenas um meio para conter e reverter a debacle. E restaurar o estado de direito, o que é fundamental. Serão necessárias ações efetivas na cidade, no estado e nas fronteiras, numa intensidade ainda não vista. A intervenção irá até 31 de dezembro. Mas talvez seja pouco.

Prioridade da intervenção: combater corrupção policial

Prioridade da intervenção: combater corrupção policial:

“Não podemos fazer intervenção só do lado de fora, nas ruas; precisamos intervir também dentro das polícias.”

Foi o que disse uma das autoridades federais em reunião na sede do governo do Rio sobre a missão das Forças Armadas no estado, segundo O Globo.

De acordo com a fonte do jornal, Michel Temer e o general interventor Walter Braga Netto deixaram claro que o combate à corrupção se tornou uma prioridade.

Agora é preciso aplicar um modelo de ação que permita a “limpeza” nas polícias Militar e Civil fluminenses.

“Existe a possibilidade de o presidente assinar um decreto suplementar nos próximos dias, detalhando o poder de atuação de Braga Netto. Isso é uma reivindicação de oficiais, que querem garantir carta branca para o general tomar todas as decisões que julgar necessárias.

Fontes do Planalto disseram que, para Temer, está claro que é preciso reestruturar as polícias do Rio. No entanto, o governo vem tendo muito cuidado ao tratar do tema, para não causar reações dentro das corporações.”

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Gleisi Hoffmann ataca o juiz Moro com baixaria e acaba humilhada pela senadora Ana Amélia; veja vídeo

Gleisi Hoffmann ataca o juiz Moro com baixaria e acaba humilhada pela senadora Ana Amélia; veja vídeo:

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Imagem: Produção Ilustrativa / Gazeta Social
A senadora Gleisi Hoffmann subiu à tribuna do Senado para atacar o Judiciário brasileiro, e em especial o juiz Sérgio Moro, por uma decisão do Judiciário americano. A senadora Ana Amélia, no entanto, não permitiu que a senadora ré atacasse livremente o juiz, lembrando que os prejuízos da estatal vêm da gestão irresponsável e perdulária e da corrupção do PT. 


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ALERTA TOTAL - Decreto de Temer é tão capenga que até um juiz federal pode anular

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Decreto de Temer é tão capenga que até um juiz federal pode anular:

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Béja

Todos queremos a paz. Ninguém suporta mais viver nesta guerra intestina e fratricida, no Rio de Janeiro e no país inteiro. A violência urbana ultrapassou todos os limites. Idem, a corrupção, violência silenciosa que também rouba a segurança, a saúde e a vida do povo brasileiro, sem confronto, sem tiroteio, sem que corruptores e corrompidos percam a vida e praticada nos gabinetes palacianos.

A intervenção no Estado do Rio de Janeiro que Temer decretou era necessária. Retardou muito, mas chegou. Mas chegou com decreto juridicamente capenga. Tão falho, mas tão falho que corre o iminente risco dele ser anulado pelo Judiciário. Antes das breves considerações sobre as falhas que contém o decreto, indaga-se se a tal intervenção vai resolver ou piorar a situação. Sim, piorar, porque até aqui o Estado faliu, o mal venceu o bem, e as organizações criminosas não acenam para uma rendição. Pelo contrário, poderá ocorrer banho de sangue com enfrentamentos permanentes ou intermitentes.

Nos casos previstos na Constituição Federal (CF), a União intervém nos Estados e os Estados em seus  Municípios. O caput (cabeça) do artigo 34 da CF é claríssimo quando diz "A União não intervirá nos Estados nem no Distrito Federal, exceto para:". E segue o elenco dos motivos da intervenção. Portanto, a intervenção é no Estado. Estado por inteiro. Estado Federado. Estado uno. Estado como pessoa jurídica de Direito Público Interno.

O próprio decreto de Temer, no artigo primeiro diz "Fica decretada a intervenção federal no Estado do Rio de Janeiro até 31 de Dezembro de 2018". A Constituição não autoriza "intervenção setorial", como esta baixada por Temer, que decretou a intervenção da União apenas na Segurança Pública do Estado do Rio, mantido Pezão como governador, apesar de o decreto ter nomeado interventor, o general de Exército Walter Souza Braga Netto. É a primeira falha jurídica do decreto, suficiente para que o Judiciário venha anulá-lo.

Que situação esdrúxula!: o general comanda e manda nas polícias civil, militar, no Corpo de Bombeiros do Estado do Rio e nos militares das Forças Armadas convocadas para cumprirem a intervenção. E Pezão, governador do Estado do Rio, continua a comandar e mandar também. Mas em que, onde e quando?.

Antes de baixar o decreto de intervenção, Temer não ouviu o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional. E a CF obriga a oitiva prévia de ambos os Conselhos: "Compete ao Conselho da República pronunciar-se sobre: I - intervenção federal, estado de defesa e estado de sítio" (CF, artigo 90, I). "Compete ao Conselho de Defesa Nacional opinar sobre a decretação do estado de defesa, do estado de sítio e da intervenção federal" (CF, artigo 91, parágrafo 1º, nº II). São pressupostos insuperáveis. São exigências que a CF obriga sejam cumpridas e que Temer descumpriu. E com isso, comprometeu a constitucionalidade do decreto de intervenção. Eis a segunda falha jurídica, também suficiente para que o Judiciário anule o decreto.

Temer, em pronunciamento público e oficial à Nação, declarou que pode "suspender" os efeitos do decreto de intervenção a fim de possibilitar que o parlamento vote a Emenda Constitucional da Previdência Social e, em seguida, restabelecer o decreto de intervenção. Esse põe-e-tira, essa "cessação temporária" é incompatível com a importância e seriedade do fim a que se destina o decreto.  É brincar com a agonia do povo brasileiro, com a população do Rio de Janeiro.

Sabemos que a Administração pode até revogar seus próprios atos. É um poder discricionário que envolve conveniência e oportunidade. Mas revogar ou suspender, temporariamente, ato que decreta a intervenção da União para socorrer Estado cuja população vive uma tragédia em matéria de segurança pública, que agoniza, em que morrem centenas de policiais e milhares de cidadãos e onde o mal venceu o bem, tanto é gesto incontestável de imoralidade administrativa, gesto de impiedade, gesto de cinismo e completo desprezo pela dor e sofrimento humanos. Eis a terceira falha (patifaria) que ronda o decreto de intervenção, também suficiente para que o Judiciário o anule.

Me enviou o advogado carioca João Amaury Belem a petição de um colega nosso, também advogado aqui do Rio (doutor Carlos Alexandre Klomfahs) do Mandado de Segurança Coletivo (no STF, nº 35534) em que o referido causídico pede ao STF que o decreto seja declarado inconstitucional. Penso que não terá êxito. Mandado de Segurança Coletivo somente pode ser impetrado por pessoa jurídica, que não é o caso do mencionado advogado, que impetrou o Mandado de Segurança em nome próprio.

O instrumento apropriado, para cassar judicialmente o decreto e forçar Temer a baixar outro, sem imperfeições, seria a Ação Popular, mesmo caminho que um grupo de advogados trabalhistas, também aqui no Rio, seguiu e usou para impedir a posse de Cristiane Brasil como ministra do Trabalho.

Os atos administrativos --- todos ---, seja do presidente da República ou de qualquer outro agente público, ainda que de pequeno município brasileiro, quando colidem com a Constituição Federal e desprezam a liturgia que as leis impõem para que sejam baixados, são eles alvos da velha Ação Popular, de 1965, sancionada por Castelo Branco. Até um juiz federal de primeira instância pode anulá-lo. 

Jorge Béja é Advogado.

18 de Fevereiro de 1564: Morre o artista italiano Miguel Ângelo, pintor, escultor, arquitecto, figura maior do Humanismo


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18 de Fevereiro de 1564: Morre o artista italiano Miguel Ângelo, pintor, escultor, arquitecto, figura maior do Humanismo:

Escultor, pintor, arquitecto e poeta, Michelangelo Buonarroti, conhecido também por Miguel Ângelo, nasceu a 6 de Março de 1475 e iniciou-se na pintura aos 13 anos, como aprendiz de Ghirlandaio, fazendo-se notar pela firmeza e força do seu traço. Trabalhou depois numa oficina de escultura patrocinada por Lourenço de Medicis, vindo a frequentar a sua casa e o círculo intelectual de que se fazia rodear. A sua estadia em Roma, de 1496 a 1501, é essencialmente marcada pela primeira obra-prima, Pietà (1500?), um dos trabalhos mais acabados do artista.

Em 1501 regressa a Florença onde, na primavera desse ano, é já acolhido como artista consagrado. Nessa data inicia um dos seus mais famosos trabalhos a estátua de David, que termina em 1504. Outras obras terminadas durante a sua estadia em Florença são a Virgem de Bruges (1506) e A Sagrada Família. O papa Júlio II reclama os serviços do escultor para Roma em 1505, mas é o pintor que durante três anos de trabalho intenso vai decorar os tectos da Capela Sistina. O pintor, mas igualmente o arquitecto, que adopta uma nova estrutura para a organização de toda a obra. A força das figuras vem de uma eficaz utilização das sombras e da cor que emprestam a todo o conjunto uma solene simplicidade eminentemente clássica. Esta obra exprime exemplarmente as tendências neoplatónicas de que se tinha impregnado na corte dos Medicis. O tecto é terminado em 1512 e a reputação de Michelangelo estava confirmada. Era considerado o maior artista desde a época clássica.Voltou depois ao projecto, iniciado anteriormente, do túmulo de Júlio II, que nunca chegou a ser realizado tal como tinha sido concebido. Para esse projecto executou Moisés e os Escravos. O papa Leão X encomendou-lhe o modelo de uma nova fachada para a Igreja de S. Lourenço de Florença, que não foi possível levar até ao fim. De 1536 a 1541, de novo em Roma, executou o fresco O Juízo Final, um trabalho que se distingue dos frescos anteriores pelo tom geral de pessimismo e de angústia que vai caracterizar igualmente os trabalhos da Capela Paulina.
Muito provavelmente trabalhava na estátua Pietà Rondanini antes de falecer, com oitenta anos, a 18 de Fevereiro de 1564. Esta obra, complexa na expressão dos sentimentos, atinge quase a abstração, do ponto de vista formal. O estilo de Michelangelo influenciou grandemente as gerações posteriores de artistas italianos. A sua celebridade está patente no facto de, ainda em vida, ter sido objeto de duas biografias.
Michelangelo Buonarroti. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
wikipedia (Imagens)


Retrato de Michelangelo Buonarroti - Jacopino del Conte



Ficheiro:Atto di nascita Michelangelo.jpg
Fac-símile da certidão de batismo de Michelangelo. O original se encontra na Casa Buonarroti, em Florença




Miguel Ângelo: O Juízo Final, Capela Sistina

sábado, 17 de fevereiro de 2018

A TODOS MEUS IRMÃOS EM ARMAS.


escrito por 
Coronel CARLOS ALBERTO BASTOS MOREIRA

Não se iludam com aplausos de intervenção de EB. Nós não fomos feitos para isso, a não ser para policiarmos áreas em que já destruimos o inimigo praticamente de maneira total, pelo emprego total de nossas armas e poder de fogo. Não temos o perfil de patrulhar ações pontuais, em área completamente sob o poder do inimigo. Estão nos colocando (e a nosso potencial humano combatente) numa situação de fragilidade perante a lei do politicamente correto, Qualquer militar que atira, que matar, certamente vai começar tendo sua arma recolhida, para exame balístico. Isso não existe para nós na guerra, nossa destinação.
Somos totalmente diversos de uma destinação da honrosa policia, por principios de emprego. O policial atira se a voz de prisão não for respeitada....Exercito é feito para atirar primeiro e quem não quiser morrer que se renda. Totalmente diferente. Ou não funciona e só desmoraliza. Policia é muito mais capaz de atuar nesses eventos pontuais de desordem. Nós somo profissionais do aniquilamento, embora muitos que já se tornaram "vôvôs" tenham perdido a noção desse conceito. Temo muito por nossos rapazes, soldados, demais graduados e oficiais.... largados numa arena e tendo um braço amarrado ....Não se esqueçam ou por isso me critiquem : nós somos profissionais do aniquilamento do inimigo e só somos aptos a patrulhar áreas onde nosso potencial já se fez totalmente sentido. Não somos policia. Policia é coisa especializada. Nos somos o Caos. A guerra. 
Temo a desmoralização... as armas recolhidas para balistica pelos " direitos humanos, etc, etc... Temo o tenente preso e abandonado pelos chefes( como já aconteceu no Alemão )...temo a proximidade de conversas com o inimigo. temo mais um escândalo.
C2-50 Manual de Campanha da Cavalaria .... art....paragrafo ..... " é terminantemente PROIBIDO entabular conversações com o inimigo. Qualquer tentativa deste, nesse sentido, deve ser repelida pelas armas "..
Vai dar para fazer sem que a " justiça" (que está em posição de emboscada) não condene o guerreiro que seguiu o regulamento..???..
Eu não consentiria a menos que houvesse Lei Marcial e estado de Guerra.
Eu gosto de soldados...
E quando uma mãe manda seu filho para servir ao Exercito, ela até sabe que ele pode morrer em alguma guerra. Mas jamais se conformará se ele for preso por atirar em vagabundo.

A SOLUÇÃO DE Kim Jong-un PARA O RIO DE JANEIRO


ADMINISTRADORA DE PUTEIRO PARA POLÍTICOS DO MENSALÃO, JEANY MARY CORNER, TENTA ROUBAR CARNE EM RESTAURANTE.

DOIDA POR RABADA
CAFETINA DE PUTAS PARA POLÍTICOS DO MENSALÃO FLAGRADA FURTANDO COMIDA
CAFETINA DO MENSALÃO PEGA ROUBANDO CARNE CONGELADA EM BAR

Publicado: 17 de fevereiro de 2018 às 00:00 - Atualizado às 00:25   

A poderosa ex-cafetina do Mensalão Jeany Mary Corner, guardiã de alguns dos segredos mais bem guardados da República, foi flagrada furtando rabada congelada em um bar da 313 Sul, em Brasília. O dono não registrou ocorrência. Pivô do escândalo que derrubou o ex-ministro Antonio Palocci, Jeany Mary fornecia prostitutas para autoridades, durante o governo Lula (PT), cobrando até R$10 mil por programa. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Em 2013, Jeany Mary chegou a ser presa sob a acusação de comandar uma rede de prostituição de luxo, na capital.

O bar estava cheio e Jane fingiu que ia ao toalete. Subiu a escada e desviou para a cozinha, pegou a carne congelada e pôs na bolsa.

Quando o proprietário tomou-lhe a rabada, Jeany Mary Corner ainda fez ironia: “Pensei que fosse um filé...”

Gleisi divulga montagem de foto com Moro como se fosse real e vira piada na internet

Gleisi divulga montagem de foto com Moro como se fosse real e vira piada na internet:

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Imagem: Produção Ilustrativa / Política na Rede
A senadora ré e presidente do PT Gleisi Hoffmann usou suas contas em redes sociais para divulgar uma montagem com uma foto do juiz Sérgio Moro. A senadora publicou uma montagem com um fundo que mostrava os logotipos de diversas empresas atrás de uma conhecida foto do juiz, com o seguinte lamento: "Afe, muitos interesses por trás! Menos os do povo!!!". A senadora foi prontamente desmentida por internautas, virou piada na internet, e apagou a postagem de 'fake news'. 
Mais informações »


Gleisi divulga fotomontagem de Moro como se fosse real, para atingir reputação do juiz

Gleisi divulga fotomontagem de Moro como se fosse real, para atingir reputação do juiz:

Depois de “confundir” faixa de torcedor europeu com homenagem a Lula e verso musical “Vai dar PT” (perda total) como tributo ao governo petista da Bahia, Gleisi Hoffmann divulgou uma fotomontagem de Sergio Moro, como se fosse imagem real, para tentar atingir a reputação do juiz.

“Afe, muitos interesses por trás! Menos os do povo!!!”, escreveu Gleisi no Twitter, ao compartilhar uma imagem de Moro à frente de um quadro de patrocinadores de evento e também a versão ampliada de uma parte do quadro, na qual se veem a logomarca do PSDB e a da Rede Globo.





Um cidadão então divulgou a foto original do juiz no evento em questão, com o crédito do fotógrafo Fabio Rodrigues Pozzebom, da Agência Brasil, na qual o quadro de patrocinadores não existe, como qualquer um pode comprovar em uma pesquisa rápida nos sites de busca.

“Eu conto, vocês contam ou ela já sabe?”, ironizou Thiago, o cidadão que denunciou a farsa.

Eu conto, vcs contam ou ela já sabe? pic.twitter.com/PcUC7Uiuho
— Thiago da Pacificação | ¯_(ツ)_/¯ (@thienques) February 17, 2018
“Afe”, o desespero tem dessas coisas.

Gleisi deu PT.

Forza, Gleisi!

(* A senadora apagou o tuíte logo após a publicação desta nota. Mas O Antagonista tinha o print.)

Gleisi confunde faixa de torcedor europeu com homenagem a Lula
O PT deu PT
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Após intervenção federal, bandidos explodem agência bancária no Rio

Após intervenção federal, bandidos explodem agência bancária no Rio: Crime ocorreu na madrugada do sábado e ninguém chegou a ser preso


From history, with love… 14 objects to get you in the mood for Valentine’s Day



From history, with love… 14 objects to get you in the mood for Valentine’s Day:

From Rodin’s masterpiece The Kiss to more secret signs of courtship and love of all kinds, let history and art sweep you off your feet this 14 February. Kissing might be a symbol of love in many parts of the world today, but that’s not always been the case – and even today it’s not a universal sign of romantic love. Read on to find out more…

1. Auguste Rodin’s The Kiss

Auguste Rodin (1840–1917), The Kiss. Plaster, after 1898. S. 174. © Musée Rodin. Photo: Adam Rzepka.
Now one of the most famous kisses in the world, Rodin never actually intended for this sculptural masterpiece to be a romantic one. The couple represents Paolo and Francesca from Renaissance poet Dante Alighieri’s epic poem Divine Comedy – a pair of tragic lovers Dante meets in his travels through hell. The cursed couple were murdered by Francesca’s husband (Paolo’s brother) after he discovered the lovers together. This sculpture depicts them lost in reckless passion at the very moment of their untimely demise. Keen-eyed readers may have noticed that this isn’t from the British Museum collection. However, you’ll be able to see this work at the Museum alongside other Rodin masterpieces on loan from Musée Rodin in our major Rodin exhibition opening in April.

2. Paolo and Francesca by Dante Gabriel Rossetti

Dante Gabriel Rossetti (1828–1882), study of Paolo and Francesca da Rimini. Graphite, c. 1855.
Rodin wasn’t the only artist captivated by this tragic story – Paolo and Francesca also appear in this graphite drawing by Pre-Raphaelite Dante Gabriel Rossetti, again locked in loving embrace. Rossetti’s interest in Dante Alighieri was predestined: his father had been so fascinated by the poet that he named his son after him!

3. Torii Kiyonaga’s kissing lovers

Torii Kiyonaga (1752–1815), Sode no maki (Handscroll for the Sleeve). Woodblock print, c. 1785.
While on the subject of loving embraces, this detail of two lovers kissing is from a woodblock print by Japanese artist Torii Kiyonaga made about 1785. The print is part of a set perhaps originally intended to be mounted together as a handscroll. An example of shunga – Japanese erotic art – the set describes the full gamut of sexual intercourse: from the anticipation, to the moments of high passion, right through to the slumber that follows.

4. Persian miniature depicting lovers in a garden

Lovers painted in the style of Abd Allah. Ink, opaque watercolour and gold on paper, Bukhara, c. 1560–1570.
‘A heart without love is a body without a soul. A soul lives forever because of love.’ So wrote the Persian poet, scholar and mystic, Jami (1414–1492), on love – of all subjects, perhaps the most universal to humanity. In Persianate culture, the theme of love has permeated literature, art and music for thousands of years. This 16th-century painting in ink, watercolour and gold depicts two lovers in a garden.

5. Indian miniature depicting Krishna and Radha

Artists often depicted romantic moments in Indian miniature paintings, proving that no love is too small to warrant celebration. Like the Persian artwork above, this beautiful miniature from 19th-century India depicts two figures in a green-filled landscape. This time, however, the pair represent the Hindu gods Krishna and Radha, accompanied by a female musician and a cow.

6. A relief depicting the king and queen of Assyria reclining in a garden

Assyrian relief of a banqueting scene. North Palace, Nineveh, Iraq. 645–635 BC.
From gods to royalty – this Assyrian relief shows a romantic scene between a besotted king and his queen. It may depict Queen Libbali-Sharrat sitting opposite her husband King Ashurbanipal (668–c. 630 BC). This rare example of an Assyrian relief featuring a female figure depicts the couple under a grape vine surrounded by a lush garden. Maids fan the royal couple, while servants play music and bring food. Try to spot the subtle reminders of past wars, including a severed head! (Generally not recommended as a Valentine’s Day gift today.)

7. Etruscan painting of two men, as reproduced in a 19th-century copy on canvas

Detail from a wall-painting from the Tomba delle Bighe (Tomb of the Chariots), Tarquinia, reproduced in a 19th-century copy.
Ancient Greek and Roman attitudes to sex and sexuality were in many ways very different to the modern era. People were sexually active – and girls married – at an earlier age. Sexual relationships between males were accepted within certain boundaries, but the modern term homosexual had no Greek or Latin equivalent. This scene is from a wall-painting in an ancient Etruscan tomb of about 490–480 BC known as the Tomb of the Chariots, in Tarquinia, Italy. This detail was part of a much larger scene, copied on to canvas in a 19th-century reproduction, most of which is now lost. The surviving remains of the original wall-paintings from the tomb are now in the Museo Nazionale di Tarquinia. The Etruscans were greatly influenced by the contemporary Greeks but they had their own distinctive character, which in turn influenced the neighbouring Italian peoples, including the Romans.

8. Ancient Egyptian relief of a mother and child

Limestone relief carving of a woman suckling a child. Late 18th Dynasty, about 1350–1330 BC, El-Amarna, Egypt.
A parent’s love for their child is another enduring during theme through history. This limestone relief made nearly 2,500 years ago depicts a mother nursing her child: the intimacy and informality of this scene is rare in ancient Egypt, and may have been a preparatory sketch for a wall carving. The family unit and procreation of children was highly regarded in Egyptian society, enabling the life cycle to continue and thus allowing the dead to live on in memory.

9. Medal of Leonello d’Este

Medal of Leonello d’Este, designed and modelled by Pisanello (1395–1455). Italy, 1444.
What would love be without the quintessential serenade? The relationship between love and music is a long-standing one, as demonstrated in this rare 15th-century medal from Italy. On it, Leonello, the soon to be son-in-law of the King of Aragon, is taught to sing a song of love by Cupid in preparation for his wedding in 1444. The lion represents Leonello himself – a play on his name. Music was very much valued at the d’Este court in Ferrara, which may have served as inspiration for the imagery.

10. Medieval lovers’ brooch

Lovers’ brooch. Made in France or England, 13th century.
Tokens of love have always been big business. This medieval gold brooch, set with rubies and sapphires, was a gift intended to be passed between lovers. The back of the brooch carries an inscription in Old French for the benefit of the wearer: ‘Io sui ici en lui dami: Amo’ (I am here in place of the friend I love). Items of jewellery with sentimental inscriptions like this were often exchanged between wealthy lovers in the medieval period.

11. Navajo blanket

Blanket made by Navajo, Southwest Peoples. Arizona, c. 1855.
But what about when love can’t be expressed openly? Many cultures through history have eschewed open displays or proclamations of love. These blankets made by Navajo Peoples of North America were used across the Great Plains to shelter lovers from indiscreet eyes during courtship. They were valued items and are represented in picture writing by Plains Indians of the 19th century.

12. East African kangas

‘The Mangoes are ready’. Kanga made in Dar es Salaam, Tanzania, c. 2002.
‘I don’t’ say much, but I have a lot in my heart’. Kanga made in Mombasa, Kenya, 2003.
Today many millions of east African women wear pairs of kangas over their everyday dresses – but they are much more important than simply items of clothing. In Swahili society it is not always easy for women to say out loud what they feel, and so they use kangas to speak on their behalf. Kangas allow women to communicate among themselves, as well as with men, to express a wide range of feelings and concerns, many of which are in the context of intimate social, courting and conjugal relationships.

13. Gold pendant of Cupid and Psyche

Gold pendant set with a shell cameo of Cupid and Psyche, made by John Brogden (c. 1796–1884). Cameo made c. 1826–1875 in Italy and setting made c. 1870 in England.
How could we have an article about Valentine’s Day without including one of the most famous symbols of love? This gold pendant is set with a shell cameo of Cupid and Psyche and decorated with ivy-leaf ornament. Sold by London jewellers firm of John Brogden, this intricate ornament might have been intended as a wedding gift, making references to love (Cupid and Psyche) and fidelity (the ivy).

14. Terracotta depicting Psyche and Eros

Terracotta busts of Eros and Psyche embracing, from the interior of a vessel. Centuripe, Sicily, c. 200–100 BC.
Psyche also takes centre stage in this terracotta made in Sicily over 2,000 years ago. Psyche (Soul) was a princess so beautiful that people mistook her for the goddess of love Aphrodite. Enraged by jealousy, Aphrodite ordered her son Eros (sexual desire) to shoot Psyche with an arrow charged with a spell to make the princess fall in love with a hideous beast. In typical Greek myth fashion, this plan backfires for Aphrodite, as Eros falls for Psyche instead. Here Psyche turns to gaze at her lover, their lips about to meet.



If all that talk of love has left you wanting more, check out Lloyd de Beer’s blog post on even more objects featuring love, sex and desire.

Editorial do Estadão: Situação intolerável



Editorial do Estadão: Situação intolerável:

O ditador venezuelano Nicolás Maduro foi às redes sociais para festejar “o melhor carnaval dos últimos anos” na Venezuela. Não havia maneira melhor de escarnecer do sofrimento dos milhões de habitantes de um país que está em acelerado processo de destruição. Tamanho grau de descolamento da realidade é coerente com a transformação da Venezuela em Estado pária. A esta altura, Maduro só encontra solidariedade entre liberticidas como são os casos do PT e dos ditos “movimentos sociais” que orbitam o partido de Lula da Silva, todos engajados na defesa do regime bolivariano. No mundo civilizado, em que a democracia é um valor, não um meio para capturar o poder, tornou-se intolerável a coexistência com Maduro e seus sequazes, razão pela qual o governo venezuelano foi oficialmente desconvidado para a próxima Cúpula das Américas, em abril.

Essa reação diplomática é o caminho mais adequado para demonstrar ao mundo e especialmente à Venezuela que a escalada de sua crise não pode mais ser vista como um assunto interno dos venezuelanos. A imensa massa de cidadãos em fuga da Venezuela para os países vizinhos, como Brasil, Colômbia e Equador, é a prova de que o problema já deixou há muito tempo de ser local.

Além disso, informações recentemente divulgadas pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos, vinculada à Organização dos Estados Americanos, mostram que cerca de 80% dos venezuelanos vivem na pobreza e que mais da metade está na pobreza extrema. Não é por outra razão que tantos venezuelanos estão deixando o país ─ fala-se de um êxodo de 1,2 milhão nos últimos dois anos ─ e que mães estão abandonando os filhos porque não conseguem alimentá-los, conforme reportagem do jornal The Washington Post. Esse quadro dramático obriga a comunidade internacional a exigir que o governo da Venezuela aceite, sem mais delongas, as muitas ofertas de cooperação para mitigar a penúria de seu povo.

É a emergência humanitária que agora deve nortear as atitudes dos governos da região em relação ao regime de Maduro. Não cabe mais esperar que o ditador, por si só, compreenda a situação insustentável de seu país, pois isso não vai acontecer ─ e a celebração de Maduro no carnaval, diante de tanto padecimento, é uma afrontosa prova disso. É preciso, portanto, que o mundo pressione o ditador, pela via das sanções diplomáticas e econômicas, para mostrar que a tolerância com a aventura bolivariana, que tanto mal causou e ainda causa ao continente, acabou.

Como parte dessa pressão, fez bem o Grupo de Lima, do qual fazem parte Brasil, Argentina, Colômbia, México, Paraguai, Peru e Canadá, entre outros, ao “expressar seu mais firme rechaço” à antecipação da eleição presidencial na Venezuela para 22 de abril. O que poderia parecer uma medida democrática ─ afinal, para os chavistas, as urnas a tudo legitimam ─ nada mais é do que uma nova manobra de Maduro para conservar o poder, pois, como lembrou a nota do Grupo de Lima, “não pode haver eleições livres e justas com presos políticos, sem a plena participação dos partidos políticos e líderes presos ou inabilitados arbitrariamente, com uma autoridade eleitoral controlada pelo governo, sem a participação de milhões de venezuelanos no exterior impossibilitados de votar e convocadas originalmente pela Assembleia Constituinte, órgão carente de legitimidade e legalidade”.

Como se observa, a margem de condescendência com a qual a ditadura chavista sempre contou na América Latina estreitou-se consideravelmente. Restou a Maduro apoiar-se em gente como João Pedro Stédile, o chefão do MST, que chamou as terríveis notícias sobre a Venezuela de “mentiras e manipulações da grande imprensa” e convocou “todos os militantes, de todos os movimentos populares e partidos de esquerda” a “defender o povo da Venezuela e o processo bolivariano”. Para Stédile e para seus seguidores, os milhares de venezuelanos famintos que se amontoam na fronteira à espera de uma chance de fugir daquele pesadelo simplesmente não existem.

A presidente do PT e seus 23 milhões de reais em propina

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O futuro já pareceu bem mais róseo para Gleisi Hoffmann. Hoje ré em um processo e acusada em três investigações de receber um total de 23 milhões de reais em propina, a senadora e atual presidente do PT deve ser a primeira parlamentar no exercício do mandato a ser julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no escândalo de corrupção na Petrobras. Calcula-se que uma de suas ações deva entrar na pauta do tribunal ainda neste semestre. Nela, Gleisi e o marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, respondem por corrupção e lavagem de dinheiro, acusados de serem os destinatários de 1 milhão de reais desviados dos cofres da estatal (o delator Antônio Carlos Pieruccini contou à polícia como fazia chegar às mãos da senadora os pacotes de dinheiro). Dado que o Supremo é a última instância da Justiça, a parlamentar, se condenada, se tornará inelegível — proibida, portanto, de disputar eleições. Dependendo da pena, ainda pode ser presa. Mas não é só. Se as coisas não estão boas para Gleisi nesse processo, tampouco parecem melhores nas outras investigações.



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VEJA teve acesso a depoimentos inéditos colhidos pela Procuradoria- Geral da República no caso do chamado “quadrilhão do PT”. Em setembro de 2016, Gleisi foi denunciada na ação por participação em organização criminosa. Um dos depoentes, o advogado Marcelo Maran, revelou que, por muitos anos, o dinheiro desviado dos cofres públicos financiou, além das campanhas eleitorais da senadora, o seu conforto e o da sua família. Despesas comezinhas, como gasolina, conta de luz, telefone, condomínio, brinquedos para seus filhos e pequenos luxos — como motorista particular —, em vez de serem pagas com os rendimentos da senadora e de seu marido, saíam de uma conta-propina abastecida, na ponta, pelo dinheiro do contribuinte. Marcelo Maran, que firmou um acordo de delação com a Justiça, confessou ter sido responsável por controlar, por quase seis anos, a conta-propina que bancava as despesas do casal.

A polícia já havia descoberto que Paulo Bernardo, quando era ministro do Planejamento, no governo Lula, tratou de planejar também a vida financeira da família. A Consist, uma empresa de São Paulo, foi escolhida para administrar a lista de funcionários públicos, pensionistas e aposentados endividados que recorriam aos empréstimos consignados (cujas parcelas vêm descontadas automaticamente na folha de pagamento). Quem recorria aos créditos pagava uma taxa de administração — o lucro da empresa. A taxa cobrada dos funcionários e aposentados, porém, era superfaturada. Parte do excedente ia para o PT e outra parte para figurões do partido, incluindo Gleisi e seu marido. Para receber sua parcela da propina, o casal usava o escritório de advocacia de Guilherme Gonçalves, chefe do delator Marcelo Maran. Segundo ele, no início, o dinheiro vindo da Consist foi usado apenas para financiar a campanha de Gleisi ao Senado. Depois da eleição, no entanto, como a propina continuava jorrando, Maran recebeu nova orientação: “Guilherme determinou que todas as despesas relacionadas a Paulo Bernardo Silva e Gleisi fossem pagas com valores do fundo Consist”, contou o advogado. A ordem foi seguida à risca. A propina que começou a pingar “pela causa” passou a ser usada “em causa própria”.

As investigações da Operação Lava-Jato descobriram que o casal recebeu 7 milhões de reais do esquema de corrupção da Consist. O dinheiro bancava praticamente todas as despesas cotidianas da família. Se um eletrodoméstico na residência do casal quebrava, o “fundo Consist” resolvia. De consertos de liquidificador a taxas de IPVA, portanto, tudo era quitado com dinheiro de propina. Em seu depoimento, Maran apresentou planilhas nas quais detalha os gastos da família. Gleisi e Paulo Bernardo receberam entre 150 000 e 200 000 reais por mês em dinheiro sujo, de 2010 a junho de 2015, quando a Lava-Jato desmantelou o esquema. “O que saía do fundo com mais frequência era o combustível do carro”, lembra Maran.

O fundo Consist foi gestado pelo ex-ministro Paulo Bernardo. Mas a grande fonte de renda da família era o prestígio político da senadora — influente no PT e, sobretudo, próxima do ex-­presidente Lula. A parlamentar é acusada de receber propina não apenas da Consist e da Petrobras, mas também da Odebrecht (5 milhões) e da JBS (10 milhões). A força-tarefa ainda tenta rastrear o caminho dessa fortuna. “Gleisi foi uma das mais beneficiadas nos esquemas ilícitos mantidos pela organização criminosa na Petrobras, no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e junto à Odebrecht e à J&F (controladora da JBS)”, escreveu o então procurador-geral Rodrigo Janot na denúncia feita ao STF.

A senadora já estava havia nove meses na lista de réus da Lava-Jato no STF quando foi eleita presidente do PT, em junho de 2017. Não era uma unanimidade nem entre os petistas, mas o apoio de Lula foi decisivo. No plano inicial, o PT presidido por ela se abraçaria ao ex-presidente, e vice-versa. No ano passado, logo depois da condenação de Lula em primeira instância, Gleisi desafiou a Justiça: “Vamos fazer uma denúncia internacional. Não vamos reconhecer (a condenação)”. Eleita com 3,1 milhões de votos em 2010, ela aparecia em oitavo lugar no último levantamento feito pelo Instituto Paraná Pesquisas, em dezembro. Mas veio a condenação de Lula em segunda instância, e com ela uma certeza: para a senadora, estavam sepultadas as chances de tentar a reeleição ao Senado.

Gleisi, então, passou a traçar cenários alternativos para o futuro. Nas suas elucubrações, calculou que poderia tentar uma vaga na Câmara Federal — para a qual seriam necessários cerca de 100 000 votos. A opção a deixaria mais distante de conquistar o governo do Paraná, seu sonho. Em compensação, garantiria o precioso foro privilegiado, que a manteria longe da caneta infalível do juiz Sergio Moro. Não que as lentes cor-de-rosa com que a senadora vinha enxergando o mundo não tivessem certo lastro estatístico. Passados quatro anos da Lava-Jato, o STF ainda não julgou ninguém, embora o caso já tenha produzido 147 inquéritos e 21 denúncias contra mais de 100 políticos.

Quis o destino, porém, que, depois de três anos de tramitação, seu processo finalmente aterrissasse na mesa do ministro Celso de Mello. Revisor da Lava-Jato na 2ª Turma, ele agora só precisa terminar de redigir seu voto para anunciar a data do julgamento de Gleisi — que, a esta altura, já desconfia: tem cada vez menos motivos para continuar otimista. Procurada, a senadora disse que não recebeu recursos de ninguém para custear suas despesas pessoais ou de sua família.

Publicado em VEJA de 21 de fevereiro de 2018, edição nº 2570

"Como é possível enfrentar a sério o crime se temos leis, um sistema Judiciário e agentes do Estado que protegem ativamente os criminosos?"

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General Braga Neto, o interventor.

Artigo de J. R. Guzzo

As Forças Armadas, com o Exército à frente, são a organização mais respeitada do Brasil. Dão de 10 a 0 no Supremo Tribunal Federal, no Ministério Público, nos juízes que ganham o “auxílio-moradia”, na mídia e no Congresso Nacional. Ganham de longe de qualquer organização civil ─ sindicatos, empresas estatais ou privadas, confederações disso ou daquilo, clubes de futebol, OABs e similares. É melhor nem falar, então, da Igreja Católica e das CNBBs da vida ─ e muito menos desses lúgubres “movimentos sociais”, entidades de “minorias” e outros parasitas que vivem às custas do Tesouro Nacional. Enfim, as Forças Armadas têm mais prestigio que qualquer outra coisa organizada que exista neste país. Militar não rouba. Militar não falta ao serviço. Militar não é nomeado por político. É exatamente por essas razões ─ por ter nome limpo na praça, e valer mais aos olhos do público do que todos os três poderes juntos ─ que o Exército foi chamado para defender um Rio de Janeiro invadido, tomado e governado na prática por um exército de ocupação de criminosos. Mas é só por isso, e por nada mais: o governo chamou os militares, porque esta é a única maneira de tentar mostrar à população que está “fazendo alguma coisa” contra a derrota humilhante que lhe foi imposta pelos bandidos. O Exército não pode derrotar o crime no Rio de Janeiro. Nenhum exército foi feito para isso, em nenhum lugar do mundo. Pode haver algum alívio durante um certo tempo, mas depois a tropa tem de sair ─ e aí o crime volta a mandar, porque é o crime, e não o governo e sua polícia, quem manda no Rio de Janeiro.

O governo Michel Temer, no caso, é culpado por empulhação ─ mas só por empulhação. Pela situação do crime no Brasil, com seus 60.000 assassinatos por ano, recordes de roubos, estupros e violência em massa, e a entrega da segunda maior cidade do país à bandidagem, as responsabilidades vão muito além. A culpa pelo desastre, na verdade, é conjunta ─ o que não quer dizer, de jeito nenhum, que ela é dos cidadãos. Ela é de todos os que têm algum meio concreto de influir na questão e não fazem o seu dever. Como é possível enfrentar a sério o crime se temos leis, um sistema Judiciário e agentes do Estado que protegem ativamente os criminosos? Afinal, do jeito em que está a ordem pública no Brasil, eles têm praticamente o direito de cometer crimes. A maior parte da mídia mantém uma postura de hostilidade aberta à polícia ─ nada parece excitar tanto o fervor do noticiário do que as denúncias contra a “violência policial”. Obedece, ao mesmo tempo, a mandamentos de simpatia e compreensão perante os criminosos, sempre tratados apenas como “suspeitos”, vítimas da situação “social” e portadores prioritários de direitos. A maior parte dos 800.000 advogados do país é contra qualquer alteração que torne menos escandalosa a proteção e garantias fornecidas ao crime pelas leis atualmente em vigor. Policiais são assassinados em meio à mais completa indiferença ─ policial bom é policial morto, parecem pensar governo, oposição e quem está no meio dos dois. Os bispos, as ONGs, as entidades de defesa dos direitos humanos, as variadas “anistias” internacionais que andam por aí, as classes intelectuais, procuradores, juízes, políticos e mais uma manada de gente boa são terminantemente contra a repressão ao crime. Punição, segundo eles, “não resolve”. Sua proposta é esperarmos até o Brasil atingir o nível educacional, cultural e social da Noruega ─ aí sim, o problema estará resolvido.

A jornalista Dora Kramer, na sua coluna da última edição de VEJA, escreveu o que está para ser dito há muito tempo e ninguém diz: a cidade do Rio de Janeiro vive, hoje em dia, como se estivesse ocupada por uma tropa de invasão nazista. Nem mais nem menos. Um invasor do país tem de ser combatido com guerra, e não com decretos, criação de “ministérios de segurança” e a intervenção de um Exército que é mandado à frente de combate com as mãos amarradas. Não tem estratégia clara. Não tem missão definida. Não tem a proteção da lei. Não tem o direito de usar suas armas dentro da finalidade para a qual elas foram projetadas e construídas. Não tem meios adequados sequer para proteger os seus próprios soldados ─ muito menos, então, para atacar o inimigo. Enquanto for assim, o Rio continuará entregue aos invasores.

Horário de verão “deixou de se justificar pelo setor elétrico”

Horário de verão “deixou de se justificar pelo setor elétrico”:

O horário de verão termina neste fim de semana.

E pode não voltar.

O Ministério de Minas e Energia encaminhou uma nota técnica para a Casa Civil na qual sinaliza, segundo O Globo, que o horário de verão “deixou de se justificar pelo setor elétrico” e pede para “que o assunto seja submetido a superior consideração do Excelentíssimo Senhor Presidente da República, objetivando a competente tomada de decisão” quanto à avaliação da pertinência da manutenção desta política de governo.

Ela vem deixando de ser eficaz para economizar energia por causa da mudança no perfil do consumo dos brasileiros.

“Muita gente deixou de ter um horário tradicional de trabalho, chegando em casa mais tarde. Outro fator importante, segundo o MME, é a intensificação do uso de equipamentos como o ar-condicionado. De acordo com a pasta, o melhor aproveitamento da iluminação natural reduz o consumo e a demanda energética enquanto que o aumento da temperatura intensifica a utilização de equipamentos de condicionamento de ar, aumentando o consumo.

‘Estes efeitos devem ser avaliados conjuntamente e, para os estados do Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil foi constatada neutralidade dos impactos do horário de verão do ponto de vista do sistema elétrico’, informou.”



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