Ataque Aberto

"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

ACABOU ! É O FIM DE DILMA ROUSSEFF


Acabou!  Dilma Roussef sai da Política e entra, a partir de agora, para Lata de Lixo da História. (Milton Pires)


Brasília, 29 de agosto de 2016 às 23:47h

Um Verdadeiro Discurso de Stalin ou de Fidel Castro



Dilma Rousseff interrompe as frases, pausa o pensamento e  muda a linha de raciocínio. Depois, volta e começa a repetir tudo ...Isso vai esgotando a audiência, as pessoas vão cansando, e o PT vai ganhando tempo e material para o documentário. Em resumo: ela não diz coisa com coisa. Chico Buarque foi embora porque não aguentou isso. Lula porque, aparentemente, a PF andou pelo Senado. Isso vai longe: é uma tática de todo orador comunista. Stalin fazia isso. Mao Zedong e Fidel também.

Um Fim de Carreira Trágico para Chico Buarque de Hollanda

Tragédia é chegar aos 70 anos e, depois de toda vida de sucesso, terminar assim, ao lado de um lixo como Dilma Rousseff. Pobre Chico...Com todo dinheiro público que recebeu: Pobre Chico...

Quem escuta Dilma?

Quem escuta Dilma?:

Maria do Rosário, intrusa, não sai do celular.

Lindbergh de papo com Henrique Fontana.

Lula foi embora. Chico Buarque também.

Quem escuta Dilma?

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Dilma: "Não tomo remédios"

Dilma: "Não tomo remédios":

Dilma Roussef fez questão de explicar que não toma remédios. "Não fico traumatizada com esse processo."

Bom para você, Dilma. O país está traumatizado.

NOTA DO EDITOR - É verdade: até porque, se "tomasse remédios", não haveria "processo"

A VIDA IMITANDO A "ARTE"


Acima: Senadoras Comunistas Gleisi "Barbie" Hoffmann e, segundo Dilma Rousseff , "Valeska" Grazziotin.

Abaixo: Os atores americanos Shawn e Marlon Wayans na comédia "White Chicks" (no Brasil, "As Branquelas") de 2004

colaboração de uma querida amiga na Austrália, Anelisa Chequer, MD

DILMA - A "HISTORIADORA"

Disse a "professora" Dilma que "o golpe foi criado na França no 18 do Brumário por Luís Bonaparte"

NOTA DO EDITOR DO ATAQUE ABERTO

"18 do Brumário" - correspondente a 9 de novembro de 1799 - NAPOLEÃO Bonaparte inicia a Ditadura na França.

Luís Bonaparte - Paris, 20 de abril de 1808 – Chislehurst, 9 de janeiro de 1873) ficou conhecido como Napoleão III.

O comentário da Dilma faz o Editor concluir que estamos, portanto, no 29 do "Dilmário" (calendário próprio da Dilma)

É VERDADE - ATÉ O TUCANALDO AZEVEDO TEM RAZÃO

Discurso de Dilma serve para consolidar votos… contra ela!:

Senadores da base aliada e da oposição avaliaram, nos bastidores, que o discurso de Dilma Rousseff foi repetitivo e não deve mudar nenhum voto na Casa. Diante dessa análise, os petistas apostam suas últimas fichas no ex-presidente Lula, que, ao lado do ex-ministro Jaques Wagner, é considerado o principal articulador político dentro do partido.
A dupla não voltou do almoço para o plenário e passou parte da tarde em reuniões com senadores e assessores. Aliados do presidente interino, Michel Temer, dizem ter confirmado pelo menos 60 votos pelo impeachment. Os defensores de Dilma, por sua vez, garantem ter 21.
Pois é… Ainda faltariam 7… Se Dilma já entrou derrotada, é claro que sua fala não mudou voto nenhum. Afinal, no discurso, ela prometeu que, se voltar ao poder, fará tudo igual, já que não admitiu erro nenhum e atribuiu todos os problemas de seu governo a seus adversários.

Dilma Rousseff of Brazil Says She Won’t Be Silenced in Impeachment Trial

Dilma Rousseff of Brazil Says She Won’t Be Silenced in Impeachment Trial:

BRASÍLIA — Brazil’s suspended president, Dilma Rousseff, took the stand on Monday at her impeachment trial in the Senate, delivering a last-ditch defense to prevent her final removal from office.
“Don’t expect from me the obliging silence of cowards,” Ms. Rousseff, 68, said in a withering attack on her opponents at the start of her testimony.
She argued that she was innocent of the charges against her — that she manipulated the federal budget to mask the extent of Brazil’s economic problems — and described herself as the victim of a conspiracy to oust her.
The vote on whether to convict Ms. Rousseff, who was suspended from office in May, is expected as early as Tuesday or Wednesday. Her opponents need two-thirds of the 81-member Senate, or 54 votes, to convict her.
If she loses the vote, as is widely expected, Michel Temer, the interim president and former vice president, will be president until the end of the current term in 2018.
As Ms. Rousseff began testifying, she compared her plight to those of other Brazilian presidents hounded by their opponents, including João Goulart, a leftist toppled in a military coup in 1964 that opened the way for a 21-year dictatorship.
In her testimony, Ms. Rousseff also compared the impeachment effort to the suffering she endured in her youth, when agents from the dictatorship arrested her for her involvement in an urban guerrilla group. She was repeatedly tortured while she was imprisoned in the early 1970s.
Ms. Rousseff said that the impeachment proceedings amounted to a new type of coup, evoking the rupturing of Brazilian democracy in the 1960s.
Responding to that assertion, Senator Ana Amélia Lemos, an opponent of Ms. Rousseff’s, expressed respect for her personal history. But Ms. Lemos also insisted that Ms. Rousseff had broken the law by manipulating the budget to conceal mounting economic problems.
“We’re not here to judge your biography, but rather the actions practiced in your government,” Ms. Lemos said.
Ms. Rousseff contended that she had done nothing illegal. She was accompanied in the Senate by leftist supporters, including Luiz Inácio Lula da Silva, her predecessor as president, and Francisco Buarque de Hollanda, the musician and novelist known professionally as Chico Buarque.
“If the political contract with the people is broken, then any contract can be broken,” Ms. Rousseff said, arguing that her ouster would heighten the risks of investing in a country where presidents can be toppled with ease.
Of the four Brazilian presidents elected to office since democracy was reestablished in the 1980s, she is the second to face impeachment. In 1992, Fernando Collor de Mello resigned before the Senate could convict him on corruption charges.
Mr. Collor de Mello resurrected his political career and is among the senators now trying Ms. Rousseff, despite being under investigation over claims of pocketing huge bribes in the colossal graft scandal around the national oil company, Petrobras.
Ms. Rousseff alluded to the fact that she remains rare among major Brazilian political figures: she has not been accused of illegally enriching herself, in contrast to a broad array of legislators seeking her ouster.
“This process,” she said, “has been marked from start to finish by a blatant misappropriation of power.”

A LIÇÃO DO DEPOIMENTO DE DILMA ROUSSEFF

O depoimento de Dilma é uma mistura de comédia com filme de terror e caso psiquiátrico. É uma vergonha, para toda Nação, que uma pessoa deste nível tenha chegado ao cargo de Presidente da República - é essa a lição que o Brasil deve tirar.