Ataque Aberto

"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

25 de Novembro de 2020 - Morre um dos Maiores Artistas da História: Diego Armando Maradona.

 


Murió Diego Maradona: se suspendió el partido de Boca con Inter por la Copa Libertadores

Murió Diego Maradona: se suspendió el partido de Boca con Inter por la Copa Libertadores:

por-la-muerte-de-diego___hDd3s-J1Q_1200x

Se canceló por ahora el choque de ida de los octavos de final que se iba a jugar en Brasil.
Anexos:

Murió Diego Maradona: "Fui y soy muy feliz; el fútbol me dio más de lo que hubiese imaginado", dijo en su última entrevista con Clarín

Murió Diego Maradona: "Fui y soy muy feliz; el fútbol me dio más de lo que hubiese imaginado", dijo en su última entrevista con Clarín:

diego-armando-maradona-hablo-con___Zty8x

En su 60° cumpleaños, Maradona respondió en exclusiva a las preguntas de Clarín. El coronavirus, la dura realidad del país, su vaticinio en la Libertadores y Messi.
Anexos:

Filósofo Oficial do Regime Fascista pede Renúncia do Líder do Regime Nacional Evangélico.

Olavo de Carvalho pede renúncia de Bolsonaro:


Olavo de Carvalho pediu a renúncia de Jair Bolsonaro...

Leia este conteúdo na integra em: Olavo de Carvalho pede renúncia de Bolsonaro

Políbio Braga diz que Osmar Terra piora e respira com ajuda de aparelhos

Osmar Terra piora e respira com ajuda de aparelhos:  Agravou-se bastante o estado de saúde do deputado Osmar Terra. O hospital São Lucas, Porto Alegre, confirmou que ele está na UTI e respira com a ajuda de aparelhos.

Líder Fascista no comando da PF

Bolsonaro no comando da PF:


Jair Bolsonaro chutou Sergio Moro porque queria controlar a PF.

É o que vai ocorrer...

Leia este conteúdo na integra em: Bolsonaro no comando da PF

Vagabundos Petistas negociam com candidato bolsonarista à presidência da Câmara

PT negocia com candidato bolsonarista à presidência da Câmara:


O bolsonarismo e o lulismo podem se juntar mais uma vez na disputa pelo comando do Congresso Nacional...

Leia este conteúdo na integra em: PT negocia com candidato bolsonarista à presidência da Câmara

Regime Nacional Evangélico não gasta recursos aprovados para pandemia, diz jornal

Governo Bolsonaro não gasta recursos aprovados para pandemia, diz jornal:

O Governo Federal não gastou todo o dinheiro destinado para contratar médicos, reestruturar hospitais, comprar testes de Covid-19 para presídios e fomentar agricultura familiar para doação de alimentos, diz o jornal Folha de S.Paulo.

Segundo a reportagem, que utiliza informações que constam nos relatórios da Câmara, a consultoria de Orçamento da casa listou pelo menos dez ações da gestão do presidente Jair Bolsonaro que não avançaram, apesar da abertura imediata de créditos extraordinários liberados por meio de medidas provisórias.

O maior gasto durante esse período de 8 meses de pandemia foi com o auxílio emergencial, na soma de R$ 275,4 bilhões. Porém, em outras frentes, o governo não utilizou todo o dinheiro destinado para mitigar os efeitos da crise da saúde.

Em maio, uma MP destinou dinheiro para o Ministério da Saúde para a contratação de 5 mil profissionais por tempo determinado, que deveriam atuar em áreas mais impactadas pela pandemia. No entanto, o relatório mais recente da Câmara, com dados até o dia 20 de novembro, mostra que apenas 4,6% do dinheiro foi efetivamente gasto. A pasta foi autorizada a gastar R$ 338,2 milhões, mas o valor utilizado não chegou a R$ 16 milhões.

No texto da medida provisória, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que os gastos se restringiriam ao período de calamidade pública. O texto deixou de ser apreciado pelo Congresso e perdeu a eficácia em setembro. O Ministério da Saúde disse, em nota, que as contratações de profissionais foram feitas a partir de demandas de Estados e municípios, sem especificar o número de contratações e a verba gasta.

Ainda segundo a reportagem, também foram destinados R$ 70 milhões, em abril, para a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, para a reestruturação de prédios dos hospitais universitários para a abertura de novos leitos na pandemia, bem como para a compra de equipamentos médicos, mas até agora apenas R$ 17,1 milhões foram usados.

De acordo com a estatal, “para a liberação e o empenho dos recursos, é avaliado previamente se a destinação dos itens a serem adquiridos será efetivamente para o combate à pandemia. Processos de compras tramitam na EBSERH”, disse em nota.

Quanto às verbas destinadas aos presídios, foram autorizados R$ 17,2 milhões para a compra de testes rápidos, a estruturação de hospitais de campanha, a aquisição de aparelhos de saúde e serviços de telemedicina. Mas apenas R$ 2,4 mil foram efetivamente pagos, via Fundo Penitenciário Nacional (Funpen). Segundo os relatórios da Câmara, as verbas são oriundas de uma MP de maio.

O Depen (Departamento Penitenciário Nacional) disse, em nota, que uma primeira MP, no valor de R$ 49 milhões, permitiu a compra de equipamentos de proteção individual e testes para os presídios, e que uma segunda MP, que determinou gastos ínfimos pelo órgão do Ministério da Justiça, “foi baseada em planejamento inicial abrangente, considerando o cenário não conhecido sobre o avanço da doença no sistema prisional”.

O Ministério da Cidadania não conseguiu gastar nada dos R$ 86,3 milhões autorizados em setembro para construir cisternas no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, que vistam ampliar o acesso a água potável.

A pasta também não utilizou toda a verba destinada para financiar a doação de comida a família em insegurança alimentar. Estão empenhados R$ 497,3 milhões, mas o valor efetivamente pago soma apenas R$ 172,2 milhões do total.

O Itamaraty também possui crédito de R$ 50 milhões para custear serviços de assistência a brasileiros no exterior durante a pandemia, mas gastou apenas R$ 11,5 milhões. O Ministério do Turismo possui R$ 5 bilhões para financiar o setor, mas disse, em nota, que usou apenas metade dos recursos.

A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), vinculada ao Ministério da Saúde, já possui autorizados R$ 641,3 milhões para o processamento final e absorção de tecnologia da vacina, mas até agora foram pagos apenas R$ 5,7 milhões.

O post Governo Bolsonaro não gasta recursos aprovados para pandemia, diz jornal apareceu primeiro em ISTOÉ Independente.

O Centrão é antidemocrático

reforma-administrativa-congresso-660x372


Sebastião Pereira da Paixão Jr. para a Gazeta do Povo:


Esqueça FHC. Esqueça Lula. Esqueça Bolsonaro. Poderia citar mais alguns mortos-vivos, mas esqueça-os também. Quem manda no Brasil é o Centrão, um grupo político numeroso, amorfo e movediço que, em vez do protagonismo e da liderança, prefere determinadas posições de retaguarda, regadas por generosas fatias do orçamento público. Fogem da luz, pois preferem as sombras.

Não traduz nenhuma novidade dizer que o sistema partidário brasileiro é uma colcha de retalhos. Objetivamente, o resultado parcial das eleições municipais exala sintomas e patologias. De todas, uma é por demais ilustrativa: os maiores partidos brasileiros em número de prefeituras – MDB, PP e PSD – são agremiações que não tiveram candidatos à Presidência da República nos últimos pleitos. Ou seja, são agremiações que vivem no pântano do fisiologismo político, subjugando, por sua maioria parlamentar, os projetos vencedores de poder.

Sem cortinas, o Centrão representa flagrante subversão da democracia, aniquilando a autonomia da governabilidade com consequente relativização do voto popular. Isso porque o povo pode escolher, mas, se o escolhido não se ajoelhar ao Centrão, irá capitular por deliberada asfixia parlamentar. E o interesse público, onde fica? Esqueça. Para essa turma o que importa são apenas os negócios da política de balcão. Sobram cifras no enterro da dignidade democrática.

Infelizmente, nosso sistema partidário é moral e institucionalmente falido; salvo raríssimas exceções, não há ideal, não há princípios, não há ética política. A questão é: o que fazer para rompermos a teia viscosa do fisiologismo doentio?

Ora, primeiramente, é imperativo admitir que as velhas soluções não funcionam mais; a sociedade exige novas e melhores respostas. Logo, de nada adianta bradar por mudanças e, contraditoriamente, insistir com hábitos que levam aos lugares de sempre. A realidade política requer posturas e incidências inovadoras que, com criatividade e talento, elevem a institucionalidade do poder, rompendo com o oportunismo antidemocrático do Centrão.

Para tanto, precisamos de lideranças políticas dignas e honestas que tenham a coragem e a habilidade necessárias para enfrentar o sistema posto. No campo aberto das soluções eficazes, é necessário explorar, com inteligência, as redes sociais para a geração de ondas cívicas transformadoras sobre o Congresso Nacional, impondo a votação vertical de pautas inadiáveis ao progresso do Brasil. Afinal, quando o povo quer, a classe política vota.

O desafio está em criar um virtuoso movimento dinâmico sobre o parlamento, quebrando a inércia legislativa que deixa o barco andar até onde possível for. Sim, o Congresso trabalha pouco e mal, gastando tempo e recursos em discussões laterais que não atacam a essência dos problemas nacionais. A democracia contemporânea exige obrigatória responsividade legislativa, por meio de um corpo político proativo, sério e dedicado a superar os entraves mesquinhos que condenam o Brasil ao baixo desenvolvimento econômico e à alta desigualdade social.

Ao contrário do radicalismo estúpido ou do extremismo cego, a democracia autêntica exige a superioridade da razão pensante e do ímpeto intemerato que vence o medo para levar luzes onde reina a escuridão. Temos de ter viva consciência de que, apesar de todas as deficiências do sistema democrático, nada – absolutamente nada – compensa aventuras outras que não sejam pautadas pelo regime das liberdades constitucionais, pelo livre debate das ideias e pelo respeito às diferenças humanas na vida em sociedade.

Democracia, antes de perfeição, é possibilidade. Enquanto houver decência cívica, sempre será possível o surgir da ação democrática que promova o bem a todos, com diálogo, equilíbrio e entendimento político. O Brasil, definitivamente, merece mais, pois não há nação que resista tanto a tão pouco.

Sebastião Ventura Pereira da Paixão Jr. é advogado e conselheiro do Instituto Millenium.

Precisamos falar sobre Boulos

Boulos.png


Rodrigo Constantino para a Gazeta:


E os comunistas sempre souberam explorar isso. Mas uma coisa se repete com regularidade lunática: os seduzidos são invariavelmente do "andar de cima", são ricos, são "artistas". Em Esquerda Caviar expliquei melhor o fenômeno. Lula era o queridinho dos "intelectuais" e da elite do setor público. Deu no que deu.

Não obstante, aprendemos com a história que poucos aprendem com a história. E por isso que Guilherme Boulos, um Lula reeditado, está no segundo turno para disputar o comando da capital mais importante do país. E com chances concretas! Segundo as pesquisas, a diferença dele para o primeiro colocado caiu para dez pontos percentuais apenas. Boulos teria 45% das intenções de votos válidos.

E quem faz um esforço comovente para ajuda-lo? Ora, justamente a elite, em especial aquela do jornalismo, onde o PSOL tem bem mais representatividade do que no Congresso. Nossa imprensa é incapaz de sequer chama-lo de radical, de extrema esquerda. Tentam pinta-lo como um moderado esquerdista, o que é uma piada.

E eis de onde vem a sua grana de campanha, segundo reportagem da Folha de SP:
Até agora, a candidatura de Boulos registrou R$ 5,3 milhões arrecadados para a campanha. A maior parte, R$ 3,7 milhões, vem do fundo eleitoral —dinheiro público a que os partidos têm direito em ano de eleição— e representa 70% do total que a candidatura tem para gastar.

Já no topo da arrecadação para a campanha de Boulos registrada em nome de pessoas físicas estão o cantor e compositor Caetano Veloso e a empresária Paula Lavigne, sua esposa, que doaram R$ 100 mil cada um ao candidato do PSOL.

O dinheiro arrecadado com a live feita por eles está sendo dividido entre Boulos e Manuela D'Ávila (PC do B), que concorre à Prefeitura de Porto Alegre.

“O que doamos [como pessoa física] foi o referente ao que eu e Caetano receberíamos pelo nosso trabalho na live”, diz Paula Lavigne. “A doação de quem comprou o ingresso para assistir a live é outra e aparecerá no nome de cada um que comprou como financiamento coletivo.”

Em seguida, a terceira maior doação para a campanha do PSOL é de Marília Furtado de Andrade, herdeira de Gabriel Donato de Andrade, um dos fundadores da empreiteira Andrade Gutierrez. Ela doou R$ 80 mil.

Marília é mãe de Petra Costa, a cineasta que concorreu ao Oscar de melhor documentário com “Democracia em Vertigem”, que trata do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Marília aparece no filme em imagens de acervo da cineasta. Procurada, Petra não retornou o contato da reportagem.
Qual a surpresa? O comunismo sempre foi bancado por herdeiros culpados e entediados e artistas alienados e "sonháticos". Nunca foi apoiado pelo povo, que diz representar. É verdade que os tucanos mereciam uma boa lição nas urnas, mas o custo é alto demais. O povo paulista é refém dos tucanos, pois a alternativa, em vez de te trancar em casa, é invadir sua casa!

Boulos foi num programa de "entrevistas" nesta segunda e disse: "Tentar me imputar de forma negativa, como foi feito, a pecha de radical ou extremista só expressa o momento sombrio que a gente está vivendo no país. Eu luto há 20 anos para que as pessoas tenham um teto; isso é radicalismo?". A tática só cola com bobalhões mesmo. É o velho monopólio das virtudes, deixando de lado o debate que realmente importa: aquele sobre os meios. Ele "luta" por moradia num esquema corrupto com violência e invasões. Ou seja, trata-se de um comuna ultrarradical. Mas nossa mídia finge que não sabe de nada disso...

A capital São Paulo poderá ter como prefeito um incendiário que promove quebra-quebra em nome da revolução comunista, uma espécie de sans-cullotte tupiniquim, um jacobino que incita ódio, um defensor de ditaduras como a cubana e a venezuelana. E nossos "jornalistas" não conseguem chamar esse sujeito de radical!

Polícia prende funcionária do Carrefour que filmou espancamento de João Alberto

Polícia prende funcionária do Carrefour que filmou espancamento de João Alberto:


A Polícia Civil prendeu Adriana Alves Dutra, funcionária do Carrefour que gravou, do celular, o espancamento de João Alberto Silveira Freitas em Porto Alegre...

Leia este conteúdo na integra em: Polícia prende funcionária do Carrefour que filmou espancamento de João Alberto

Embaixada chinesa reage a tuíte de Eduardo: ‘cessem as calúnias ou vão arcar com as consequências’

Embaixada chinesa reage a tuíte de Eduardo: ‘cessem as calúnias ou vão arcar com as consequências’:


A embaixada da China no Brasil acaba de soltar comunicado em que repudia o tuíte em que Eduardo Bolsonaro acusa o gigante asiático de usar a tecnologia 5G para espionagem. Depois do estrago feito, o deputado apagou a postagem...

Leia este conteúdo na integra em: Embaixada chinesa reage a tuíte de Eduardo: ‘cessem as calúnias ou vão arcar com as consequências’

Mais de 170 mil já morreram por Covid-19 no Brasil

Mais de 170 mil já morreram por Covid-19 no Brasil:


Dados das secretarias estaduais de saúde apontam que o Brasil já tem 170.179 mortos por Covid-19. De ontem para hoje, foram registrados novos 638 óbitos...


Leia este conteúdo na integra em: Mais de 170 mil já morreram por Covid-19 no Brasil

Previsão Sul – Pancadas de chuva em parte do RS

Previsão Sul – Pancadas de chuva em parte do RS:

Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre previsão, temperatura mínima e máxima prevista, além de destaques relevantes dos últimos dias.

25 de Novembro de 1936: É assinado o Pacto Anti-Komintern, entre a Alemanha de Hitler e o Japão

25 de Novembro de 1936: É assinado o Pacto Anti-Komintern, entre a Alemanha de Hitler e o Japão:

 

O Pacto Anti - komintern,  acordo concluído primeiro entre a Alemanha e o Japão em 25 de Novembro de 1936 e mais tarde entre Alemanha, Japão e Itália em Novembro de 1937, dirigia-se directa e ostensivamente contra a Internacional Comunista (Komintern) e por implicação, especificamente contra a União Soviética.

Os tratados foram pedidos por Adolf Hitler, que na ocasião invectivava publicamente contra o bolchevismo e estava interessado no sucesso do Japão na guerra que se abria contra a China. Os japoneses estavam irritados com o Pacto de Não-agressão sino-soviético de Agosto de 1936 e a subsequnte venda de aviões militares e munições soviéticos à China.

Ao assinar o Pacto Anti-komintern, o ministro dos Negócios Estrangeiros alemão, Joachim Ribbentrop disse aos correspondentes da imprensa que a Alemanha e o Japão tinham-se unido para defender a civilização ocidental. À primeira vista, o pacto parecia não ser mais que um artifício de propaganda pelo qual esses países obteriam o apoio mundial, explorando a aversão dos governantes ocidentais pelo comunismo e a desconfiança da Internacional Comunista.

Entretanto, no tratado havia também um protocolo secreto especialmente dirigido contra a União Soviética. No caso de um ataque não provocado da URSS contra a Alemanha ou o Japão, as duas nações concordavam em consultar-se a respeito das medidas a tomar “para salvaguardar os seus interesses comuns” e aceitaram “não adoptar medidas que pudessem tender a facilitar a situação soviética.” Estipulava-se igualmente que nenhuma das duas nações firmaria quaisquer tratados com a URSS contrários ao espírito do acordo, sem consentimento mútuo.

Não tardaria muito até que a Alemanha rompesse o acordo e acusasse o Japão de não observá-lo. Porém o pacto servia  certos objectivos de propaganda entre o crédulo mundo e juntava pela primeira vez as três nações agressoras.

Em 23 de Agosto de 1939, o Japão, dizendo-se ultrajado pelo Pacto de Não-Agressão Molotov-Ribbentrop, renunciou ao Pacto Anti -komintern. Todavia, acedeu mais tarde em assinar novo Pacto  em 27 de Setembro de 1940, que estabelecia que a Alemanha, a Itália e o Japão “ prestariam assistência  mútua com  meios militares, económicos e políticos” caso algum deles fosse atacado por uma potência não envolvida na Guerra Europeia ou no conflito sino-japonês, ou seja, União Soviética ou os Estados Unidos.

Fontes: Opera Mundi

wikipedia (imagens) 

kOjMUjYo1wBjL73nD0ZGkYevch-VIpzz588NjHTf

O Embaixador japonês Kintomo Mushakoji e o ministro alemão Joachim von Ribbentrop na assinatura do pacto
uejkhzxJdolqA4tJuKwJ-TUKsrYtubXCYPG1sdDr

terça-feira, 24 de novembro de 2020

Dois a Dois

 

Dois a Dois


(Milton Pires)


...Porque toda prostituta é

um anjo que ao invés de abrir

as asas, abre as pernas e salva

o homem do Inferno da crença

de que existe um dinheiro capaz

de pagar um ato assim, de que

existe amor com preço num

mundo sem fim, numa história

em que a própria vida é a morte

vendida a prazo, breve instante de

orgasmo que se perde no silêncio

daquilo que sempre foi antes, durante

e depois...amor de graça ou amor

vendido, amor de verdade…


Só nós dois..”


Novembro de 2020.

Da Clemência – Sêneca

Da Clemência – Sêneca:

Baixar-Livro-da-Clemencia-Seneca-Em-Epub

a Clemência, também traduzido como Tratado sobre a Clemência, é um ensaio de originalmente três volumes dos quais apenas o primeiro e parte do segundo sobreviveram. Foi escrito em 55-56 dC por Sêneca, dedicado ao imperador Nero no seu primeiro (ou segundo) ano de reinado. No De Clementia Sêneca desenvolve suas reflexões sobre o poder do estado e sobre a diferença entre o tirano e o bom rei. Traça a imagem de um governante que reina, como representante dos deuses. Explica que o poder absoluto pode ser legitimado e justificado pela prática da clemência, mantendo assim a ordem e organizando um consenso entre os homens. Ao ser clemente, ao ser virtuoso, o imperador se torna útil ao bem público, se porta segundo à Natureza, se conforma ao Lógos, à Fortuna. Na obra vemos como a clemência deve ser exercitada principalmente por aqueles que podem socialmente exercer poder sobre outros: príncipes, professores, militares, pais, considerando que o dano causado por um erro de julgamento por estes, quando afetados por alguma paixão, será profundamente danoso para quem recebe a punição e para quem a ordena. Para o príncipe, a prática da clemência, além de evitar a formação de oposições, de legitimar seu poder e de lhe garantir direito de sucessão, fornece estabilidade e segurança no poder. Enquanto o tirano, o mau imperador é perseguido e vive sem tranquilidade, o rei-filosofo, o bom e clemente imperador vive em paz, pois conta com o amor e não com o temor dos súditos.

Charge do Amarildo

Charge do Amarildo:

Blog25-26.jpg?quality=70&strip=info&w=64

Humor
Anexos:

Sócio oculto de Allan dos Santos é dono da empresa que faz o Pátria Voluntária, de Michelle Bolsonaro

Sócio oculto de Allan dos Santos é dono da empresa que faz o Pátria Voluntária, de Michelle Bolsonaro:


Bruno Ayres, apontado pela Polícia Federal como sócio oculto de Allan dos Santos, é dono da empresa Ayr Ayres Serviços de Informação, cujo nome fantasia é V2V.Net, uma provedora de tecnologia para sites de voluntariado.

No mercado há cerca de 20 anos, a V2V tem vários clientes corporativos e estatais, como Caixa e BB, além do próprio governo federal - sendo a empresa responsável pela plataforma tecnológica do programa Pátria Voluntária, comandado por Michelle Bolsonaro...

Leia este conteúdo na integra em: Sócio oculto de Allan dos Santos é dono da empresa que faz o Pátria Voluntária, de Michelle Bolsonaro

Anexos:

Previsão Sul – Baixa umidade relativa do ar

Previsão Sul – Baixa umidade relativa do ar:

Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre previsão, temperatura mínima e máxima prevista, além de destaques relevantes dos últimos dias.

24 de Novembro de 1859: Charles Darwin publica 'A Origem das Espécies'


3h

 O livro sobre  A Origem das Espécies, obra científica  do naturalista britânico Charles Darwin, é publicado em Inglaterra no dia 24 de Novembro de 1859. A teoria de Darwin defendia que organismos vivos evoluem através de um processo a que chamou de “selecção natural”. Nela, organismos com variações genéticas que se adaptam ao seu meio ambiente tendem a propagar mais descendentes que organismos da mesma espécie aos quais faltam as variações, influenciando, por conseguinte a estrutura genética em geral das espécies. 

Darwin, que foi influenciado pelo trabalho do naturalista francês Jean-Baptiste de Lamarck e do economista inglês Thomas Malthus, constatou grande parte das evidências a favor da sua teoria durante a longa expedição de pesquisas a bordo do HMS Beagle nos anos 1830, que durou perto de cinco anos. Visitando lugares diferentes como as Ilhas Galápagos e a Nova Zelândia, Darwin adquiriu um conhecimento muito próximo da flora, fauna e geologia de muitas terras.

A ideia da evolução orgânica não era nova. Tinha sido aventada antes, entre outros, pelo avô de Darwin, Erasmus Darwin, um insigne cientista inglês e por Lamarck, que no começo do século XIX desenhou o primeiro diagrama evolucionário – uma cadeia que levava de organismo unicelulares ao homem. No entanto, só com Darwin que a ciência apresentou uma explicação prática do fenómeno da evolução. 

Darwin havia formulado a sua teoria da selecção natural em 1844, contudo mostrou-se cauteloso em revelar as suas teses ao grande público porque contradizia flagrantemente a versão bíblica da criação. Em 1858, com Darwin ainda em silêncio acerca das suas descobertas, o naturalista britânico Alfred Russel Wallace publicou por sua conta um artigo que resumia a essência da sua teoria. Darwin e Wallace pronunciaram uma conferência conjunta diante da Sociedade Linnean de Londres em Julho de 1858. Darwin resolveu então preparar a sua obra para publicação. 

Trazida à luz em 24 de Novembro de 1859, a primeira edição de  A Origem das Espécies  esgotou-se rapidamente. A maioria dos cientistas abraçou de imediato a sua teoria, visto que resolvia inúmeros quebra-cabeças da ciência biológica. Contudo, os cristãos ortodoxos condenaram o trabalho como uma heresia. A controvérsia quanto às  ideias de Darwin aprofundou-se com a publicação de uma série de livros sobre plantas e animais, em particular “A descendência do Homem e selecção em relação ao sexo” e “A expressão da emoção em homens e animais” nos quais expõe a evidência da evolução do homem.

À época da morte de Darwin em 1882, a sua teoria da evolução já era universalmente aceite. Em homenagem ao conjunto do seu trabalho científico, foi enterrado na Abadia de Westminster ao lado de reis, rainhas e outras ilustres figuras da história britânica. Subsequentes desenvolvimentos na genética e na biologia molecular levaram a algumas mudanças no entendimento da teoria evolucionista, porém as ideias de Darwin permanecem até hoje como essenciais no campo da biologia. 

Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)


4CESkasK5O85JxtpOz94oA8YatYnsVcXpq4S9VMY


Capa do livro A Origem das Espécies, de 1859
HIRh-ZyBcFbCtnbdijsRPKHi8-lcqZG8LjlmVfNv

Árvore de evolução de Darwin

f3kTYcRjybGgwwPwC1gnhNgU0HXADpXFU-GoiAuw

Retrato de Charles Darwin - John Collier

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Líder Fascista culpa estados por 6 milhões de testes encalhados

Bolsonaro culpa estados por 6 milhões de testes encalhados:


Jair Bolsonaro culpou estados e municípios pelos 6,8 milhões de testes para Covid-19 encalhados no Ministério da Saúde...

Leia este conteúdo na integra em: Bolsonaro culpa estados por 6 milhões de testes encalhados

Anexos:

Vagabundo Petista virtual

Lula virtual:


O avanço da pandemia fez Lula desistir dos planos de participar de algumas agendas presenciais...

Leia este conteúdo na integra em: Lula virtual

Com Covid-19, Osmar Terra faz exames e fisioterapia

Com Covid-19, Osmar Terra faz exames e fisioterapia:


O deputado federal Osmar Terra (MDB), que testou positivo para Covid-19, deu entrada no Hospital São Lucas, da PUC do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre...

Leia este conteúdo na integra em: Com Covid-19, Osmar Terra faz exames e fisioterapia

Osmar Terra no hospital

Osmar Terra no hospital:


Osmar Terra, neste domingo, foi internado em um hospital de Porto Alegre...

Leia este conteúdo na integra em: Osmar Terra no hospital

O Brasil é o findo mundo

O Brasil é o findo mundo:

O Brasil está acabando. É a prova concreta, factual, do tempo que se encerra, do mundo que finda. O Brasil é o findo mundo. Os sinais estão aí, para quem os quiser ver. Só́ não veem os que não querem, os que optaram pela cegueira voluntária, os conformados, as mulas ideológicas da esquerda e da direita e os sádicos. Os tarados pela desgraça.

O Brasil é o findo mundo

O Brasil está acabando. É a prova concreta, factual, do tempo que se encerra, do mundo que finda. O Brasil é o findo mundo. Os sinais estão aí, para quem os quiser ver. Só́ não veem os que não querem, os que optaram pela cegueira voluntária, os conformados, as mulas ideológicas da esquerda e da direita e os sádicos. Os tarados pela desgraça.

Nos filmes de catástrofe sobre um mundo chegando ao fim, as geleiras desabam, revoadas de pássaros estouram das árvores, ondas gigantes invadem as cidades no litoral, o vento arranca os telhados das casas, pessoas fogem em desespero e carros se arrebentam uns contra os outros no trânsito, em sua fuga inútil do apocalipse irreversível.

Aqui no Brasil dos extremos, o fim do mundo se anuncia de outras formas. Na truculência orgulhosa, na violência gratuita, em nossa facilidade colossal para agredir o que nos parece estar “do lado de lá”.

Na desaparição dos livros, na extinção das livrarias, no horror das massas pela leitura, na falência dos museus, casas de cultura, bibliotecas e outros guetos da vida inteligente que resiste, apanhando de todos os lados, o país avisa que passou da hora.

Na ignorância em suas inúmeras formas, o Brasil nos assegura que já deu o que tinha que dar. No dedo podre dos eleitores, capazes de eleger os radicais mais imbecis à esquerda e à direita e ignorar o resto. Na ausência de projetos reais para corrigirmos tantos erros e no desinteresse por tudo que exija um instante de reflexão.

Ao pularmos de um avião acreditando na sensação de que estamos voando, quando na verdade estamos caindo — e se não puxarmos logo a cordinha do paraquedas vamos nos arrebentar ali embaixo —, assinamos uma declaração pública de que o Brasil está em queda livre.

Em nossa incapacidade para o afeto, na preguiça de pensar, na recusa do contraditório, no elogio da burrice, na conivência deprimida com o abuso, o Brasil agoniza seus limites.

Na demonização do meio-termo que transforma todo adepto do caminho do meio em alguém que está “em cima do muro”. Na intolerância, na violência descarada, pública, endêmica. Na crença ingênua de que vender revólveres a uma população mal-educada vai combater o crime. Em tudo o país grita “é o fim”.

O Brasil está acabando, sobretudo, em nossa incompetência para compreender que a questão não é mais se vai acabar ou não: é no que vamos fazer para recomeçá-lo em cima do que aí está. A questão é encontrarmos um jeito de reconstruir o findo mundo.

Recomecemos, pois.

Oumayagashi, from the series “One Hundred Famous Views of Edo...

Oumayagashi, from the series “One Hundred Famous Views of Edo...:
b6c6db03b3007d2d68700c7adf2995a42a716305



Oumayagashi, from the series “One Hundred Famous Views of Edo (Meisho Edo hyakkei)”

Utagawa Hiroshige, 1857 Color Woodblock Print; Oban

Takashima Ohisa Kitagawa Utamaro, c. 1795  Color Woodblock...

Takashima Ohisa Kitagawa Utamaro, c. 1795  Color Woodblock...:
9ecf859d0ab5144a8f2afe17aee30e3510511c21



Takashima Ohisa

Kitagawa Utamaro, c. 1795  Color Woodblock Print; Oban

Bolsonaro leva Brasil para isolamento

Bolsonaro leva Brasil para isolamento:

Desde que deixou o seu lado “paz e amor”, Jair Bolsonaro está sem freio. Agora, o presidente tem deixado o país em situação delicada perante o mundo.
Após a demora em reconhecer a vitória do democrata Joe Biden nas eleições americanas, o que causa um desconforto com um dos nossos maiores parceiros comerciais do país, Bolsonaro resolveu contra-atacar nações que criticam as políticas ambientais do Brasil, principalmente, na Amazônia.
O presidente prometeu divulgar uma lista de países que compram madeira ilegal em território nacional.
No entanto, alertado sobre os problemas diplomáticos que isso causaria, Bolsonaro voltou atrás e culpou apenas as empresas que se utilizam dessa forma ilegal de negócio. 
Vale lembrar que foi por causa da Amazônia que o presidente chegou ameaçar Joe Biden com “pólvora”.
Afinal, o quanto a relação do Brasil com outras nações está comprometida por causa das atitudes de Bolsonaro?
O país vive o seu pior momento diplomático? 
Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com o embaixador Rubens Barbosa, presidente do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior, e com o professor de Relações Internacionais da Business School São Paulo e coordenador de RI das faculdades Rio Branco, Sidney Leite.

Cansei de ler livros que explicam como chegamos a este atoleiro. Só me interessa sair dele.

tile-3422238_1920-660x372.jpg


Paulo Polzonoff Jr., via Gazeta do Povo:


Meu Kindle está entupido de livros que explicam como chegamos a este atoleiro. Mark Lilla, por exemplo, fala do reacionarismo e de seu apelo à nostalgia e às glórias falsas do passado. Oquei. John Gray parece um diabo-da-Tasmânia, demolindo igualmente o darwinismo e o cristianismo em seu “Cachorros de Palha”.

Em “The Righteous Mind”, Jonathan Haidt fala um monte de abobrinha para chegar à mesma conclusão que minha avó já proclamava nos natais da família: todo mundo acha que tem razão em tudo. Em “Espiritualidade para Corajosos”, Pondé aponta para a falência espiritual do Ocidente e põe a culpa na nossa herança cultural riponga.

Chesterton vai além em “O Que Há de Errado Com o Mundo”, livro que bem poderia ser resumido em uma palavrinha: tudo. Isso sem falar em Caplan, em Rothbard, e em todos os livros que falam da decadência da democracia, da ascensão do autoritarismo e até na tirania dos especialistas.

Mundão véio sem porteira

Acho que, depois de tudo o que li nos últimos dois anos, a imagem está bem clara para mim. Chegamos a este estado de coisas a que dou o nome pouco criativo de “atoleiro” por causa do Iluminismo e da Revolução Industrial e do marxismo e do cientificismo eugenista (apud Jeffrey Tucker) e de Foucault & Marcuse e da ameaça existencial das bombas atômicas. Ah, sem falar na macabra tecnologia das redes sociais.

Ótimo. Maravilha. Agradeço a esses e tantos outros escritores vivos ou mortos que tive o questionável prazer de ler e até traduzir por me explicarem por que a realidade é assim e por que fico deprimido se ligo a TV ou abro o celular para acompanhar o noticiário. Mas agora quero mais e, se pudesse, pediria que todos esses gênios que sabem ligar os pontos como ninguém se dedicassem a descobrir uma saída deste labirinto em que nos encontramos.

Gostaria de pedir que eles ou algum outro escritor que agorinha mesmo está fazendo fichamento para escrever mais um livro explicando a semelhança entre o jacobinismo e as milícias digitais me dessem um pouco de esperança. Pode ser até esperança falsa. Não ligo. Que me dissessem que o mundo vai, aos trancos e barrancos, continuar sendo o mundão véio sem porteira da minha infância – cheio de mistérios e fascínio.

Pilha de escombros

Onde estão os livros, à esquerda ou direita, provando por a + b que o tal de mundo moderno, apesar de todos os inegáveis defeitos, ainda é bem melhor do que o mundo antigo, quando se morria por causa de um abcesso, havia execuções públicas e, bom, a vida estava longe de ser divertida como é hoje? Onde estão as longas e até tediosas exposições sobre o incrível sucesso do homem e da Humanidade – contra todas as probabilidades?

As perguntas são evidentemente retóricas. Sei que há vários livros que mostram o sucesso do homem enquanto espécie. “O Otimista Racional”, de Matt Ridley, por exemplo, é um que me vem à mente. Isso sem falar nas milhares de biografias, romances e até poemas que são, em si, um atestado de nossa incrível capacidade criativa e das virtudes da nossa busca por redenção. É nesses livros que vale a pena buscar sabedoria. Sabedoria, não conhecimento. São eles que nos dão alguma esperança. Esperança de verdade, não promessas vazias.

Mas esses livros raramente encontram espaço na prosa pessimista, digo, sadofatalista dos analistas contemporâneos, que devem achar divertido e até prazeroso disseminar a desesperança entre os homens. De minha parte, que é uma parte minúscula, mas é minha e ninguém tasca, simplesmente cansei dessa obsessão por descobrir qual caminho nos trouxe à suposta ruína.

Já está na hora de usar essa pilha de escombros para erguer algo de admirável.