Ataque Aberto

"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

terça-feira, 2 de março de 2021

Covid-19: Brasil registra 1.641 mortes em 24 horas, recorde desde o início da pandemia

Covid-19: Brasil registra 1.641 mortes em 24 horas, recorde desde o início da pandemia:


O Brasil registrou nas últimas 24 horas 1.641 mortes por Covid-19 —recorde desde o início da pandemia— e 59.925 novos casos, informou o painel do Conass, o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde, nesta terça-feira (2)...

Leia este conteúdo na integra em: Covid-19: Brasil registra 1.641 mortes em 24 horas, recorde desde o início da pandemia

Covid-19: no Sírio-Libanês, 28 pacientes na fila da UTI

Covid-19: no Sírio-Libanês, 28 pacientes na fila da UTI:

Eliária Andrade

O Sírio-Libanês, em São Paulo, contabilizava na noite de domingo uma fila de 28 pessoas para internação da UTI de Covid do hospital.

É a maior fila desde o início da pandemia. A fila vem crescendo.

Na noite de quinta-feira, por exemplo, a lista de espera contava com 22 pacientes.

FACULDADE DE MEDICINA DA UnB responde ao CRM-DF.



A Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília vem a público manifestar sua profunda preocupação com a divulgação da nota pública do Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) contra as medidas adotadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para diminuir o trágico impacto da pandemia de Covid-19 na população. 

No presente momento, a transmissão de SARS-CoV-2 apresenta curva ascendente, tanto no DF quanto nos municípios da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal (RIDE), com a ocupação de praticamente a totalidade dos leitos de UTI disponíveis. A situação é crítica e, como tal, exige intervenção imediata e categórica para diminuir o risco de perda de vidas pela falta de atenção adequada aos casos mais graves de Covid-19 e de evitar mortes por outros agravos prevenindo o colapso do sistema de saúde.

O processo de vacinação da população mais vulnerável à doença grave encontra-se em andamento, no entanto, a escassez atual de vacinas demandará um período prolongado de vários meses, antes de que essa meta seja adequadamente atingida. 

A adesão às medidas de distanciamento físico, higienização frequente das mãos, uso de máscaras e de evitar aglomerações é fundamental para o enfrentamento da pandemia, porém, isso não é suficiente para reverter o cenário crítico atual na rede de atenção à saúde do DF. 

As medidas de restrição preconizadas no decreto do GDF são baseadas em evidências sólidas obtidas em estudos científicos bem desenhados e executados em diversos locais do mundo. Estas medidas reduzem a transmissão do vírus e que podem apresentar impacto positivo sobre o comportamento da epidemia, contando com a adesão da população. 

Assim, surpreende-nos sobremaneira a afirmação do CRM-DF ao argumentar contra uma medida destinada a evitar a morte das pessoas afetadas pela doença, em prol de interesses de natureza econômica e alheios ao seu dever de zelar pelo bom exercício da profissão médica. A atitude do CRM-DF tristemente contribui para reduzir a adesão às medidas e certamente terão um preço em vidas ceifadas pela doença. 

Portanto, a Câmara de Representantes da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília reitera o apoio às medidas de restrição adotadas pelo GDF e manifesta o seu compromisso com a implementação de políticas em saúde pública baseadas em evidências científicas para que o Sistema Único de Saúde possa garantir que todas e todos tenhamos oportunidade e acesso ao cuidado necessário, evitando perda de vidas por Covid-19. 

Brasília, 01 de março de 2021

'Não há uma dúvida científica sobre a efetividade do lockdown, mas sim i...

Advogado aciona STF para liberar cocaína no tratamento da Covid

Advogado aciona STF para liberar cocaína no tratamento da Covid:


Depois que a cloroquina foi descartada pelas maiores autoridades científicas para combater a Covid-19, tem gente agora que quer liberar tratamento com cocaína. Pior: "gás de cocaína" (seja lá o que for isso), conforme pedido apresentado ao STF. Parece piada, mas não é...

Na ação, protocolada ontem na Corte, o advogado de Manaus Alcio Luiz Pessoa, representante de uma tal Escola de Humanismo Científico, diz que a cocaína e a maconha são drogas “artesanais” e, por isso, deveriam ser liberadas.

Leia este conteúdo na integra em: Advogado aciona STF para liberar cocaína no tratamento da Covid

Muita ideologia e baixo impacto científico. Como melhorar a pesquisa em Ciências Humanas?

50
11h



Reportagem de Gabriel Sestrem para a Gazeta do Povo:

O investimento de recursos públicos para pesquisa científica nas áreas categorizados como Ciências Humanas – a exemplo de Filosofia, Artes, Sociologia, História, Educação, Literatura e Comunicação – vive uma “crise de legitimidade” perante parte da opinião pública.

De um lado, nota-se a importância dessas áreas de conhecimento e sua indiscutível contribuição para a compreensão do mundo e do funcionamento da sociedade; o entendimento das organizações e expressões políticas e o desenvolvimento das ideias de democracia, liberdade e justiça; a comunicação social e as várias formas de expressão; e a transmissão do conhecimento humano por meio do desenvolvimento dos métodos de ensino, por exemplo. Na outra ponta, entretanto, há uma preocupação legítima do “cidadão comum”, que não tem visto os recursos públicos alocados nas áreas de Humanidades trazerem soluções aos problemas da sociedade.

“O debate sobre quais são os retornos reais que a pesquisa científica em Humanidades traz para a população não é uma exclusividade do Brasil – é um fenômeno detectado em vários países e há uma literatura específica a respeito. A impressão que se tem é que enquanto a sociedade foi para um lado, a universidade foi para o outro. Existe um descompasso entre as Ciências Humanas e a sociedade em geral”, aponta um pesquisador e professor universitário de História ouvido pela reportagem, que preferiu permanecer no anonimato por medo de ser perseguido.

Essa preocupação mais acentuada com o retorno do investimento nas áreas de Humanidades pode se agravar em momentos de instabilidade econômica, mas também em períodos em que o aporte de recursos públicos nos saberes humanísticos passa por aumentos mais acentuados.

No Brasil, o Ministério da Educação (MEC) é um dos fomentadores de recursos públicos em pesquisa científica ao lado do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Como mostrado pela Gazeta do Povo, o investimento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), agência vinculada ao MEC, na área de Ciências Humanas tem aumentado nos últimos anos – em 2020 a área foi a que teve o maior orçamento dentre todas, com valores próximos a R$ 400 milhões.

Modelo adotado por cursos de Humanas se esgotou, aponta pesquisador

De acordo com o professor de História, os cursos de Ciências Humanas, sob o pretexto de tornar os alunos mais conscientes socialmente e por abarcarem extensamente em demandas identitárias ligadas a movimentos sociais e a minorias, acabam dando poucos mecanismos para os alunos evoluírem socialmente. O reflexo disso, segundo ele, é que as pesquisas científicas na área se tornaram inviáveis.

“Quando o aluno sai da bolha universitária e vai para fora descobre que a sociedade não tem interesse naquilo que ele está falando. Esses temas recebem muito financiamento, além de terem ampla aceitação do meio acadêmico. Mas esse interesse está descolado do interesse da sociedade, só diz respeito àquela bolha”, declara.

O pesquisador explica que esse direcionamento dentro dos cursos de Humanidades teve início nos anos 50, período em que a área passou a focar em aspectos do multiculturalismo e a ensinar aos alunos que todas as manifestações culturais teriam o mesmo valor, independentemente do seu conteúdo - o infanticídio nas culturas dos índios, por exemplo, teria de ser respeitado. “A direção do pós-guerra para as Ciências Humanas é o relativismo cultural e uma grande valorização das outras culturas. E aí se evoluiu rapidamente para um processo de culpabilização: não basta valorizar a cultura do outro, é preciso culpabilizar quem oprimiu a cultura do outro. Isso vem crescendo na área de década pra década, e as duas últimas gerações já nasceram dentro dessa perspectiva”.

O professor afirma que esse direcionamento focado no multiculturalismo foi importante em um primeiro momento, sobretudo nas décadas de 70 e 80, mas o modelo se esgotou e, junto dele, passou a haver um esgotamento do impacto das Ciências Humanas, que se tornaram porta-vozes dessa perspectiva de mundo.

Baixo alcance de pesquisas em Ciências Humanas e ideologização política reduzem impacto científico

Pedro Caldeira, professor na Universidade Federal do Triângulo Mineiro, pesquisador de áreas como tecnologia educacional, alfabetização e literacia e diretor do Núcleo de Educação do grupo Docentes Pela Liberdade (DPL), explica que são poucas as pesquisas nas Ciências Humanas com impacto científico internacional. Um estudo tem impacto científico quando é publicado em revistas acadêmicas renomadas e citado com frequência em pesquisas de alto nível, pelo fato de seu conteúdo ajudar a compreender fenômenos ou trazer soluções para problemas concretos.

“Há basicamente dois tipos de critérios para se perceber se a pesquisa científica gera ou não retorno para um país: o quantitativo, isto é, a quantidade de publicações em revistas científicas, e o qualitativo, ou seja, o impacto da pesquisa feita no país segundo um ou outro indicador estabelecido internacionalmente. No Brasil publica-se muito, mas esse indicador de quantidade é enganador, uma vez que o que é publicado fica em repositórios em geral nacionais e que não são lidos ou mesmo referenciados por pesquisadores nacionais ou de outros países”, aponta Caldeira.

“Daí a necessidade de se analisar o retorno da pesquisa nacional em termos de impacto: a qualidade da produção nas Ciências Humanas é, em geral, tão baixa que na comparação com outros países com níveis elevados de produção científica, o Brasil ocupa as últimas posições”.

Caldeira afirma que pesquisas produzidas no Brasil relacionadas às Ciências Humanas muitas vezes não se configuram, de fato, como científicas. “Encaixa-se mais em um conceito como ‘narrativa típica da pós-verdade’ ou é pura ‘ideologia aplicada’”.

Para exemplificar, o pesquisador cita como a alfabetização é encarada como objeto da pesquisa científica no Brasil e nos países desenvolvidos. Segundo ele, entre 20 e 30 anos atrás, países como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e França tinham problemas em termos de alfabetização muito semelhantes aos do Brasil. “O que fez o Brasil: apesar de ter acesso à pesquisa nessa área tão boa como em qualquer outro país, os ‘especialistas’ e decisores políticos decidiram enveredar por um caminho baseado em narrativas e não em evidências científicas. Como resultado, não apenas não conseguiram resolver o problema como o agravaram. O que fizeram outros países: constituíram comissões de especialistas que procuraram por evidências, que curiosamente passaram sempre pelo mesmo tipo de soluções, e que tinham em consideração como o cérebro humano processa a leitura”, observa.

O professor de História endossa a visão de Pedro Caldeira e aponta que a orientação acadêmica sob o foco das demandas sociais e da ideologização política prejudica não somente a pesquisa, mas também as perspectivas de inserção no mercado de trabalho por parte dos alunos, o que implica diretamente na redução das desigualdades sociais.

Segundo ele, há uma virada que precisa ser dada dentro das universidades, mais especificamente nas áreas de Humanidades, que é fundamental para que os alunos tenham perspectivas de inserção social quando saírem das universidades, além de potencializar a função das pesquisas.

“Não podemos sistematicamente formar alunos que odeiam o capitalismo. Tenho uma aluna de doutorado que tem um canal de vídeos sobre Gastronomia e História, outra que trabalha com moda aliada à História. Tentamos criar possibilidades, mas para criá-las de fato, a universidade tem que parar de ‘satanizar’ o capitalismo, senão não consigo colocar para meus alunos que desde cedo eles precisam saber como vão fazer funcionar o conhecimento que estão tendo dentro da universidade. E isso tem a ver com combater a desigualdade”, declara.

Desconexão entre universidade e necessidades populares

O professor e pesquisador Guilherme Wood afirma que o impacto gerado pelas Ciências Humanas está diretamente ligado à forma como cada país se organiza quanto à produção científica em suas universidades. O pesquisador, que atualmente reside na Áustria, diz que no Brasil, mesmo nas áreas de Ciências Exatas e Biológicas, é muito mais difícil que os resultados de pesquisas se revertam de forma prática para a sociedade.

“A Áustria, sem a dinâmica de translação de conhecimento básico de pesquisas aplicadas e desenvolvimento tecnológico e de transformação desse conhecimento e desenvolvimento em produtos concretos, estaria perdida há muito tempo. Não só a Áustria, mas a Europa em geral. Os países mais desenvolvidos usam melhor seu capital intelectual, que é revertido em inovação tecnológica”.

Wood aponta que nas universidades brasileiras a prestação de contas costuma ser feita apenas à sociedade civil organizada, que são partidos políticos, ONGs e outras formas de organização formal minoritárias, que possuem interesses que divergem muito dos interesses populares. Segundo ele, isso ocasiona uma desconexão com as necessidades amplas e não há mecanismos para gerar uma prestação de contas de acordo com os interesses populares.

Caminhos para a pesquisa científica em Ciências Humanas no Brasil

Na avaliação de Caldeira, há quatro possíveis caminhos para que a pesquisa científica nas áreas de Ciências Humanas gerem mais impacto, contribuam mais para o desenvolvimento do país e proporcionem maior retorno para os recursos públicos aplicados: a) a definição de áreas prioritárias de investimento; b) a identificação de problemas que pertencem claramente ao objeto dessas Ciências e a correspondente abertura de editais para a submissão de projetos que visem a resolução desses problemas; c) alteração dos critérios de avaliação de programas de pós-graduação e de pesquisadores; d) uso de métricas internacionais que comprovaram ter boas capacidades na avaliação da qualidade da pesquisa produzida.

“A concepção de uma solução para o problema da avaliação da pesquisa e dos pesquisadores não se revelou até hoje adequada. Assim, passar a usar essas métricas internacionais é uma alternativa. Essa foi a direção seguida por muitos países quando quiseram elevar o impacto e a relevância da pesquisa neles produzida. Se outros conseguiram, por que nós não?”, avalia.

Por outro lado, Wood aponta que a auditabilidade, isto é, a verificação da responsabilidade dos agentes dentro das universidades, é imprescindível para que as Ciências Humanas tenham maior valor prático.

“Quando a universidade está encapsulada em si mesma e vive em um mundo à parte sem prestar contas a ninguém, o produto do trabalho realizado dentro da instituição não vai ter qualquer impacto na sociedade. Pode ser que seja completamente irrelevante porque está desconectado do resto da vida social”, afirma.

Já o professor de História cita que os cursos de Ciências Humanas como um todo precisam ser repensados para formar pessoas atentas aos interesses concretos da sociedade, e isso impactará diretamente na melhoria da pesquisa científica da área. Ele explica que, ao contrário do que se observa atualmente na Capes, por exemplo, os recursos precisam ser melhor aplicados e isso, inevitavelmente, passa pela redução do investimento na área.

“É possível melhorar o grau de qualidade dos cursos de Humanas, mas para isso é preciso mostrar serviço e atender melhor os interesses sociais", diz. O pesquisador defende que a saída inevitável para a readequação da área não é o aumento de aportes, e sim a redução, para utilizar melhor os recursos públicos a partir de um plano prévio.

“Mas o que vemos é que o investimento em bolsas de pesquisa de Humanidades está aumentando. Isso significa falta de planejamento. Não planejamos nossas pós-graduações a partir de um cenário de empregabilidade. Nunca ninguém quis falar nisso. Era certo que as pessoas teriam um emprego público ou encontrariam emprego em ONGs. Agora a realidade é diferente. Temos que fazer um planejamento de médio e longo prazo se quisermos fazer ciências de qualidade. Não adianta só injetar dinheiro – se não se sabe para que formamos e pesquisamos, não sabemos como formar e pesquisar”, destaca.

O que é democracia?

O que é democracia?:


Até 10 de fevereiro nas 100 maiores cidades de 34 estados americanos 122 leis ou ajustes de leis já se tinham qualificado para ir a voto, versando somente sobre o direito de propor, de aprovar e de reprovar leis neste ano de 2021.

Tem havido um ressurgimento nas iniciativas de legislação popular no país inteiro desde 2016. Em 2020 164 leis de inciativa popular regulamentando o direito de propor leis de iniciativa popular, referendos e eleições de recall de políticos e funcionários eleitos em nível local ou estadual foram processadas em 33 estados. Só 17 de alcance estadual foram aprovadas em nove desses estados, o que mostra que não é fácil passar leis, mesmo tendo elas partido do povo. Em 2019 foram 229 em 34 estados, com 16 deles aprovando 38 dessas propostas.

A democracia americana, do povo e para o povo, está em permanente reforma pelo povo. Leis ou alterações de leis envolvendo impostos ou normas de financiamento de gastos públicos, já é regra geral ha muito tempo, só diretamente aprovadas pelo povo. Outros temas entram e saem das listas vedadas à aprovação direta pelos legisladores. Quóruns e quantidades de assinaturas requeridas são alterados nos ajustes recorrentes como esses 122 que já estão na fila aberta este ano.

Cada vez mais é a praxe dos legislativos estaduais e municipais, para evitar o trabalho de tomar decisões que depois serão desafiadas em referendos, limitar-se a “propor” alterações ou leis novas legislative iniciated para serem levadas às cédulas das próximas eleições do calendário junto com as popular iniciated, que o povo aprovará ou não em voto direto. Em consonância com as novas facilidades de comunicação, o país caminha na direção de consolidar cada vez mais o modelo que põe o poder de decisão, na maior medida possível, diretamente nas mãos do povo.

Um dos modelos mais recorrentes de decisão no voto (ballot measure) são os bond issues ou autorizações para contratação de dívida pública. Enquanto no Brasil entramos na enésima tentativa inútil de conter a gastança da privilegiatura com expedientes como essa PEC de Emergência, com o povo relegado a assistir de longe o que as “excelências” decidirão fazer com o dinheiro dele (e enquanto for só deles é claro que a decisão será invariavelmente a de enfiá-lo no próprio bolso), lá cada investimento ou obra pública que não seja federal – e quase nenhuma é porque obras são coisas construídas sobre o solo e o solo está nos estados e municípios onde as pessoas moram – é orçada, tem seu custo dividido apenas por quem vai ser diretamente beneficiado por ela, e é oferecida a esses eleitores para um “Sim” ou um “Não” na próxima eleição do calendário.

Uma estrada, uma avenida, uma nova reserva florestal, um novo prédio escolar, novos carros de alguma policia local, aumentos de salário para determinados funcionários, cada inciativa dessas será paga somente pelos beneficiários dela mediante um aumento temporário de algum imposto local, um pedágio ou a criação de uma taxa especificamente criada para essa finalidade que é aprovada ou não em votações diretas somente por quem vai ser afetado pelo investimento financiado e que se extingue quando a última prestação é paga.

Tudo isso é viabilizado pelo sistema de voto distrital puro no qual, começando por unidades básicas correspondentes aos bairros, cada município, cada estado e, no final, a nação toda, é dividida em distritos ou na soma de distritos eleitorais com um numero aproximado de eleitores igual para cada tipo de eleição e cada candidato só pode concorrer pelos votos de um distrito. Uma vez definidos os distritos são inscritos no mapa real de cada cidade, cada estado e finalmente do país, e só podem ser alterados em função das informações do censo nacional feito a cada 10 anos. Assim, cada representante eleito, em cada instância de governo, sabe o nome e o endereço de todos os seus representados, que podem cassar-lhe o mandato por recall a qualquer momento. Graças a esse sistema, também, é que se pode definir os eleitores autorizados a votar em cada lei de iniciativa popular, cada obra ou cada gasto público.

Espaço zero para corrupção, portanto, o que explica porque os Estados Unidos se tornaram “N” vezes mais ricos que qualquer outro país do mundo (agora mesmo estão dando US$ 1400 por mês de “esmola” aos “miseráveis” que ganham menos de US$ 75 mil por ano…) desde que adotaram esse sistema que vêm refinando de eleição em eleição ha aproximadamente 120 anos.

Fazer, alterar ou revogar leis, na democracia americana, não é mais, ha muito tempo, uma tarefa exclusiva dos legisladores. Os legislativos por lá não passam, hoje, de ateliês de acabamento técnico da legislação que é, toda ela, de lei em lei, aprovada diretamente pelo povo. Tenha a iniciativa de propor cada uma partido de um cidadão qualquer ou do próprio legislativo local, tudo vai sempre parar numa cédula eleitoral, para decisão direta de quem vai ter de cumprir aquela lei ou pagar aquela conta.

O primeiro passo para o Brasil tornar-se uma democracia é ter a humildade de dispor-se a aprender o que é democracia. A identificação dela, grosso modo, é fácil e ajuda a por um fim na confusão reinante entre nós: há democracia onde o povo manda no governo; não há democracia onde o governo manda no povo. As ferramentas que proporcionam o exercício dessa soberania do povo estão em permanente evolução mas decorrem, todas, da principal delas, que é a conquista do poder dele, povo, ditar a lei. Consequentemente, o primeiro dever ético de todo jornalista é mostrar como ela funciona onde existe aos seus leitores. Do contrário continuaremos eternamente como as petecas do joguinho sujo travado entre as diversas instâncias da privilegiatura que usurparam esse poder do povo brasileiro.

Médico agredido por Psicopatas Fascistas após alertar conhecidos sobre os riscos da Covid-19

Médico relata agressão após alertar conhecidos sobre os riscos da Covid-19:

16078824655fd656e178370_1607882465_3x2_r

Médico é espancado por Fascistas no Paraná após defender lockdown

Médico é espancado no Paraná após defender lockdown:


O médico infectologista José Eduardo Panini afirmou, por meio das redes sociais, ter sido agredido após defender o lockdown no estado do Paraná. Ele relatou ter recebido “chutes e socos” na última sexta-feira (26), em Toledo, no interior do estado...

Leia este conteúdo na integra em: Médico é espancado no Paraná após defender lockdown

Anexos:

Participação e informação para evitar o colapso

Participação e informação para evitar o colapso:

A atual situação do Brasil na pandemia de Covid-19 em termos de contágio, mortes e saturação dos sistemas de saúde (público e privado) já era difícil, e se tornou extremamente grave desde o início deste ano. Vimos a tragédia humanitária que se desenrolou em Manaus, vemos Araraquara (interior de São Paulo) em situação crítica, o perfil dos doentes tem mudado e agora inclui um número assustador de pessoas de 30 a 50 anos, mesmo sem comorbidades – quando o risco maior estava entre os maiores de 60 anos. Ao lado de tudo isso, vemos ou medidas restritivas que não são efetivas ou a ausência delas – quando não a ativa oposição da parte de alguns grupos.

Dados do Observatório Covid-19, da Fiocruz, mostram que 17 capitais do país sofrem uma piora sensível nas taxas de ocupação de leitos de UTI para adultos no SUS (Sistema Único de Saúde). Porto Velho, por exemplo, estava com 100% da capacidade esgotada no momento em que este texto era escrito. Em 12 Estados, a taxa de ocupação de tais leitos está em pelo menos 80%, o que é igualmente crítico. Para a rede privada, espera-se um cenário de colapso dentro das próximas semanas.

Tal quadro torna inevitável que se pergunte como se chegou a isso no Brasil. De um país que foi sinônimo de excelência em programas de vacinação, estamos hoje no triste quadro de ver que a imunização ainda não passou de 3% da população – e ainda se trata da 1ª dose: para a segunda dose, há grande incerteza quanto ao momento em que estará disponível. Paralelo a isso, governos estaduais e municipais têm se visto à deriva, sem coordenação nacional, e isso só faz aumentar a incerteza quanto à eficácia de medidas que venham a adotar por iniciativas próprias. Está em estudo em São Paulo a adoção de uma fase ainda mais dura para a circulação de pessoas e o funcionamento de empresas – uma “fase roxa”. Atualmente, a mais restritiva no Estado é a fase vermelha, na qual apenas atividades consideradas essenciais são autorizadas, como farmácias, supermercados e postos de combustível. Também já está em vigor um “toque de restrição”, voltado principalmente a coibir aglomerações nas ruas, que vigora das 23h às 5h até o próximo dia 14.

Mas são notórios os eventos clandestinos, em São Paulo e em outros Estados, que reúnem pequenas multidões – aglomeradas, sem máscara ou qualquer outra forma de proteção. Fiscalização e multas são impostas, mas as organizações desses eventos se dão por grupos em redes sociais, e coibi-las se torna um desafio. O aumento no número de casos visto desde janeiro se dá em decorrência, em não pequena proporção, das aglomerações ocorridas nas festas de fim de ano, no Carnaval e em outras ocasiões.

Um passo essencial na mudança desse quadro é a contínua informação e educação da população. Não há tratamento precoce e não há remédio contra a Covid-19, e mesmo a vacina está chegando em ritmo extremamente lento à população brasileira – isso precisa estar claro para as pessoas. O que temos à disposição continua a ser distanciamento social, higienização frequente das mãos e uso de máscara. Tais são as medidas que têm se mostrado efetivas, e que funcionaram em países que estão adiantados na vacinação e começando a sair das restrições mais duras. São elas que nos preservarão até o momento em que a vacinação tiver progredido.

Se faz necessário em não menor grau a abertura para que a iniciativa privada possa participar do processo de imunização – o que não será uma novidade na história brasileira. Menos burocracia e mais agilidade nas certificações de novos imunizantes também farão o processo de vacinação ganhar velocidade. Isso de forma alguma implica em negligenciar etapas ou adotar critérios frouxos, mas sim em tornar mais eficiente o processo como um todo.

Medidas duras, como lockdown e restrições mais fortes, têm seu papel. Mas a participação ativa da sociedade é fundamental. Após um ano de restrições, as pessoas podem estar saturadas, além de expostas a dificuldades econômicas graves. Mas talvez já tenhamos passado do momento de encarar o fato de que estamos diante da única alternativa. No ponto em que o Brasil se encontra, o colapso iminente da saúde pode levar a outros – em serviços funerários, logística e, no limite, mesmo à segurança. A pior crise sanitária em mais de um século está em seu momento mais agudo, e é agora que precisamos de um esforço unificado em torno das medidas de prevenção, em nome do fim da pandemia e da retomada da vida normal.

Bolsonaro ‘está matando’ os brasileiros na pandemia, diz (com toda razão) Eduardo Leite

Bolsonaro ‘está matando’ os brasileiros na pandemia, diz Eduardo Leite:

Em uma entrevista no fim da tarde desta segunda, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, bateu pesado em Jair Bolsonaro e sua postura de afronta aos governadores no Palácio do Planalto.

Para Leite, o presidente insiste “na divisão, no conflito, no confronto”, o que o torna diretamente responsável por boicotar o combate à pandemia de coronavírus. “Infelizmente, o presidente insiste na divisão, no conflito, no confronto, quando temos um inimigo em comum que é o vírus, e poderíamos ter usado isso como fator de união nacional. É com a vacina que conseguiremos parar o vírus. Infelizmente, o presidente lançou dúvidas sobre a vacina, está demorando para adquirir”, disse Leite. “É uma irresponsabilidade e que torna, sem dúvida nenhuma, o presidente o grande responsável pela crise sanitária e pelas mortes que nós estamos observando no Brasil hoje”, seguiu o tucano.

O fechamento das cidades, na visão do governador tucano, é a única forma de reduzir a transmissão do vírus e conter o colapso total dos sistemas de saúde. “É uma irresponsabilidade e que torna, sem dúvida nenhuma, o presidente o grande responsável pela crise sanitária e pelas mortes que nós estamos observando no Brasil hoje”, disse

Ao escolher boicotar o trabalho feito nos estados, Bolsonaro, na visão do governador tucano, mostra “desumanidade e desprezo pela vida”.

“É difícil entender a mente do presidente, mais difícil ainda entender o seu coração, porque é questão de desumanidade, de desprezo pela vida, isso choca quando a gente vê isso no presidente da nação”, disse o tucano nesta segunda.

Citando passagens bíblicas, ao gosto do presidente, Leite lembrou um dos dez mandamentos: “não matarás”.

Para o tucano, “não adianta” Bolsonaro evocar Deus e colocá-lo acima de todos, porque Deus coloca a vida em primeiro lugar. “Se é para obedecer um mandamento divino, lembre-se que está entre esses mandamentos não matar e um líder, na posição como a do presidente da República, que despreza os cuidados sanitários e provoca confusão na sua gente, na sua população, simplesmente buscando talvez um proveito político ou se desfazer de algum prejuízo político que possa causar as medidas que têm que ser tomadas, infelizmente está matando, está matando. É isso que está acontecendo no país nesse momento”, disse.

Previsão Sul - Pancadas de chuva na Região

Previsão Sul - Pancadas de chuva na Região:

Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre previsão, temperatura mínima e máxima prevista, além de destaques relevantes dos últimos dias.

02 de Março de 1965: Estreia do filme:" Música no Coração"

02 de Março de 1965: Estreia do filme:" Música no Coração":

 Originalmente intitulado The Sound of Music, data de 1965 e foi realizado por Robert Wise. Tornou-se num dos mais famosos filmes musicais de sempre, contando com Julie Andrews, Christopher Plummer e Eleanor Parker nos principais papéis. A ação desenrola-se na bela cidade de Salzburgo, numa Áustria anexada por Adolf Hitler às vésperas da Segunda Guerra Mundial. Andrews interpreta o papel de Maria, uma jovem noviça com talentos musicais e pouca predisposição para a religião, que é contratada para tomar conta dos problemáticos sete filhos do Capitão Von Trapp (Plummer), um viúvo austero e dedicado anti-nazi. Aos poucos, Maria foi conquistando o coração das crianças e até do próprio capitão com quem acaba por casar. Contudo, quando a guerra estala e devido às posições políticas do Capitão, a família Von Trapp é obrigada a refugiar-se no antigo convento. Uma das cenas mais brilhantes do filme é exatamente aquela em que se escondem de um batalhão nazi e conseguem fugir para a Suíça com a própria ajuda da Madre Superiora (A veterana atriz Peggy Wood, nomeada para o Óscar de Melhor Atriz Secundária) e das restantes freiras. Apesar de ter sido uma adaptação da peça da Broadway, o filme tornou-se um estrondoso sucesso à escala mundial, muito devido à mensagem de esperança veiculada e à espontaneidade e versatilidade da sua partitura musical com canções inesquecíveis como The Sound Of MusicClimb Every MountainHow Do You Solve a Problem Like MariaDo, Re, Mi, Edelweiss e My Favourite Things. O filme venceria cinco Óscares: Melhor Filme, Melhor Realizador, Melhor Som, Melhor Montagem e Melhor Banda Sonora. A atriz Julie Andrews, apesar de nomeada, perderia o galardão de Melhor Atriz para Julie Christie.

Fontes: Infopédia
wikipédia (imagens)

1968_-_Boyd_Theater_Ad_-_25_Feb_MC_-_All






Portrait photo of Julie Andrews smiling



segunda-feira, 1 de março de 2021

UMA NOTA QUE VAI ENTRAR PARA HISTÓRIA DA VERGONHA NA MEDICINA BRASILEIRA.

 


Nem mesmo os franceses que colaboraram com Hitler foram capazes de se ABAIXAR tanto quanto os médicos brasileiros para o Governo Federal 
(seja ele de Esquerda ou de Direita)

Com UTIs lotadas, Conselho de Medicina do DF se posiciona contra lockdown

Com UTIs lotadas, Conselho de Medicina do DF se posiciona contra lockdown:

Enquanto a rede pública do Distrito Federal tem 97% de seus leitos de UTI ocupados, o Conselho Regional de Medicina resolveu se manifestar contra…as medidas restritivas adotadas pelo governo local.

Em nota publicada nesta segunda-feira, o CRM-DF se posicionou de maneira contrária ao lockdown como medida para controle de transmissão do coronavírus — o que contraria toda a literatura científica e médica mundial.

Na última sexta-feira, o governador Ibaneis Rocha decretou um para tentar evitar um colapso no sistema de saúde do Distrito Federal. Mesmo assim, acabou, logo em seguida, flexibilizando os decretos e permitindo que uma série de estabelecimentos permaneça funcionando.

Mas na avaliação da entidade médica, “tal medida já se mostrou ineficaz, atentatória contra os direitos fundamentais da Carta Magna e condenada até mesmo pela OMS”.  Segundo o CRM-DF,  “a restrição ainda maior causa aumento da incidência de transtornos mentais, abuso de álcool e drogas e agravamento das demais doenças crônicas”.

O que o CRM-DF não publicou em sua nota é que o enviado especial da OMS citado, David Nabarro, de fato destacou, em uma entrevista, os impactos econômicos e sociais negativos dos lockdownsMas disse, em seguida, que a medida é justificada em momentos de crise. Como ainda parece ser o caso agora no Brasil, um ano depois do primeiro caso. 

WhatsApp-Image-2021-03-01-at-16.31.29.jp

<span class="hidden">–</span>CRM/Instagram/Reprodução
Continua após a publicidade
Anexos:

Covid: Brasil nunca fez o mínimo de isolamento social para deter o vírus

Covid: Brasil nunca fez o mínimo de isolamento social para deter o vírus:

Em meio ao recrudescimento da pandemia da Covid-19 em todo o país, governadores têm defendido que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, fixe regras para uma política de isolamento social nacional como forma de conter o avanço do novo coronavírus.

Embora a política seja recomendada pelas autoridades de saúde e adotadas pela maioria dos governantes dos países mais comprometidos no combate à doença, o isolamento social no Brasil nunca atingiu o mínimo necessário defendido pelos infectologistas para conter o vírus.

Na última sexta-feira, 26, a taxa média nacional estava em 31,1%, segundo levantamento diário da plataforma Inloco, que utiliza dados de celulares para monitorar a adesão da população ao isolamento social — muito abaixo do indicador de 70% apontado pelos especialistas como o mínimo para provocar algum efeito na contenção da transmissão.

Pior: o Brasil nunca alcançou esse índice de 70% desde que o isolamento social passou a ser adotado por estados e municípios, em março do ano passado. A maior taxa alcançada ocorreu no dia 23 daquele mês, quando ela chegou a 62,2%.

Neste ano, a taxa só passou de 50% aos domingos – quando normalmente há menos pessoas circulando nas ruas porque é um dia de descanso para a grande maioria dos trabalhadores. Mesmo assim, no último domingo, 28, ela ficou em 46,6%.

 

Continua após a publicidade

Conselho Regional de Medicina do DF se manifesta contra “lockdown”

Conselho Regional de Medicina do DF se manifesta contra “lockdown”:


O Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal divulgou, nesta segunda-feira (1º), uma nota em que critica o "lockdown" como medida para combater o coronavírus....

Leia este conteúdo na integra em: Conselho Regional de Medicina do DF se manifesta contra “lockdown”

EXCLUSIVO: FLÁVIO BOLSONARO COMPRA MANSÃO EM BRASÍLIA

EXCLUSIVO: FLÁVIO BOLSONARO COMPRA MANSÃO EM BRASÍLIA:


O senador Flávio Bolsonaro, que semana passada conseguiu anular no STJ as quebras de sigilo bancário e fiscal do inquérito da rachadinha, acaba de comprar uma mansão de quase R$ 6 milhões em Brasília.

O imóvel de luxo fica no Setor de Mansões Dom Bosco, no Lago Sul, bairro nobre da capital, e vinha sendo anunciado com destaque em sites de imobiliárias locais: "A melhor vista de Brasília da suíte máster"...

Leia este conteúdo na integra em: EXCLUSIVO: FLÁVIO BOLSONARO COMPRA MANSÃO EM BRASÍLIA

Anexos:
CASA-PARA-VENDA-SMDB-CONDOMINIO-OURO-BRANCO.mp4

Covid: Secretários de Saúde defendem toque de recolher em todo o País

Covid: Secretários de Saúde defendem toque de recolher em todo o País:

istoe_facebook.png

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) defende a adoção imediata de lockdown nos Estados em que a ocupação dos leitos de Covid-19 tenha alcançado mais de 85%. Em comunicado divulgado no início da tarde desta segunda-feira, 1º, o Conass também defendeu a adoção de um toque de recolher nacional, das 20h às 6h, em todo o País, inclusive nos finais de semana, e a suspensão do funcionamento das escolas. Na carta, os gestores dizem que o Brasil enfrenta o pior momento da epidemia e criticam a falta “de uma condução nacional unificada e coerente” para a crise.

Os secretários de saúde pedem o recrudescimento das medidas de distanciamento social em todo o País, levando-se em conta “a situação epidemiológica e a capacidade de atendimento de cada região, avaliadas semanalmente a partir de critérios técnicos.” No caso dos estados onde a ocupação dos leitos de covid-19 ultrapasse 85%, os secretários pedem a adoção do nível máximo de restrição.

“O recrudescimento da epidemia em diversos estados leva ao colapso de suas redes assistenciais públicas e privadas e ao risco iminente de se propagar a todas as regiões do Brasil”, escreveram os secretários. “Infelizmente, a baixa cobertura vacinal e a lentidão na oferta de vacinas ainda não permitem que esse quadro possa ser revertido em curto prazo. O atual cenário de crise sanitária vivida pelo País agrava o estado de emergência nacional e exige medidas adequadas para a sua superação.”

No comunicado, os gestores citam a proibição de eventos presenciais, como shows, cerimônias religiosas e eventos esportivos, a suspensão das atividades presenciais de educação no País, a adoção de trabalho remoto sempre que possível, a instituição de barreiras sanitárias nacionais e internacionais (considerando até o fechamento de aeroportos e a suspensão do transporte interestadual), a adoção de medidas para a redução da superlotação dos transportes, além do toque de recolher nacional.

“Entendemos que o conjunto de medidas propostas somente poderá ser executado pelos governadores e prefeitos se for estabelecido um ‘pacto nacional pela vida’, que reúna todos os poderes, a sociedade civil, representantes da indústria e do comércio, das grandes instituições religiosas e acadêmicas do País, mediante explícita autorização e determinação legislativa do Congresso Nacional.”

A carta é assinada pelo presidente do conselho, Carlos Lula.

O post Covid: Secretários de Saúde defendem toque de recolher em todo o País apareceu primeiro em ISTOÉ Independente.

Where did COVID come from? Five mysteries that remain

Where did COVID come from? Five mysteries that remain:

d41586-021-00502-4_18901700.jpg

Nature, Published online: 26 February 2021; doi:10.1038/d41586-021-00502-4

In the wake of the World Health Organization’s investigation, there are still key questions about when, where and how the pandemic began.

Vagabundo Petista diz que "Lava Jato se Transformou em Quadrilha" e que "Moro era o Chefe"

<span class="ssssschl">Lula</span> diz que Lava Jato se transformou em quadrilha e que Moro era o chefe:


O ex-presidiário Lula voltou a atacar os procuradores da força-tarefa da Lava Jato e o ex-juiz Sergio Moro...

Leia este conteúdo na integra em: Lula diz que Lava Jato se transformou em quadrilha e que Moro era o chefe

Charge do Amarildo

Charge do Amarildo:

Blog25.jpg?quality=70&strip=info&w=680&h

Humor
Anexos:

A lenta vingança do Vagabundo Petista contra Moro e os procuradores da Lava-Jato

A lenta vingança de Lula contra Moro e os procuradores da Lava-Jato:

Depois de passar anos a fio sofrendo com as revelações da Lava-Jato sobre a roubalheira no seu governo e no de sua sucessora Dilma Rousseff, Lula experimenta agora uma inusitada vingança.

Com ajuda dos hackers que roubaram mensagens de Sergio Moro e dos procuradores da força-tarefa, agora é o petista quem alimenta o noticiário lentamente de mensagens constrangedoras dos investigadores. Ninguém desviou dinheiro da Petrobras nem ganhou reformas de empreiteiros de presente, claro, mas a natureza dos diálogos dos investigadores também produz constrangimentos.

Quem acompanha de perto a operação montada pelo advogado Cristiano Zanin, desde que o STF liberou as mensagens da Vaza-Jato, diz que muito dinheiro e esforço tem sido colocado na análise das mensagens, com perícia exaustiva e longos turnos de garimpo nos arquivos dos hackers.

Governo da Bahia prorroga restrição total de atividades não essenciais

Governo da Bahia prorroga restrição total de atividades não essenciais:


O governador da Bahia, Rui Costa, anunciou neste domingo que vai prorrogar por mais 48 horas a restrição total das atividades não essenciais.

Ele também decidiu estender até o próximo domingo o toque...

Leia este conteúdo na integra em: Governo da Bahia prorroga restrição total de atividades não essenciais

Cidade catarinense "convoca" médicos após mortes em fila por UTI

Cidade catarinense convoca médicos após mortes em fila por UTI:


A prefeitura de Xanxerê, em Santa Catarina, anunciou neste domingo novos decretos após o colapso no sistema de saúde do município.

Além da permanência do fechamento de...

Leia este conteúdo na integra em: Cidade catarinense convoca médicos após mortes em fila por UTI

Prefeito de Xanxerê assina decreto requisitando serviços de profissionais de saúde da rede privada no enfrentamento da Covid-19

Publicado em 28/02/2021 às 18:06 - Atualizado em 28/02/2021 às 18:06



Créditos: Assessoria de ImprensaBaixar Imagem

Será publicado nesta segunda-feira (01) o decreto nº 133/2021 que requisita os serviços de profissionais médicos, fisioterapeutas e psicólogos que atuam em clínicas, consultórios e similares no município de Xanxerê para atender no enfrentamento da pandemia de Covid-19 no Ambulatório de Campanha da Secretaria Municipal de Saúde e no Hospital Regional São Paulo.

Cada profissional deverá prestar pelo menos 06 horas ininterruptas semanais, integrando a escala de trabalho do estabelecimento de saúde ao qual for designado pela Secretaria Municipal de Saúde.

A requisição administrativa está fundamentada no estado de calamidade pública e garantirá a indenização posterior ao particular, utilizando como base referencial a Tabela Sistema Único de Saúde (SUS).

O decreto serve como convocação para que os profissionais requisitados façam imediato contato com a Secretaria Municipal de Saúde, a qual irá inserir os profissionais em escala de trabalho do Ambulatório Municipal ou os designará ao Hospital Regional São Paulo.

Dentro de 48 horas após a publicação do decreto a Secretaria Municipal de Saúde realizará a convocação pessoal dos profissionais que não atenderam à requisição, aplicando as sanções cabíveis em caso de desobediência.

A administração municipal e o Hospital Regional São Paulo fornecerão material de trabalho, equipamentos de proteção e alimentação aos profissionais requisitados quando necessário, bem como vacinas contra Covid-19 aos profissionais requisitados ainda não vacinados, de acordo com a disponibilidade.

A requisição de serviços de profissionais da saúde não implicará a formação de vínculo estatutário ou empregatício com a Administração Pública, tampouco com o Hospital Regional São Paulo.

Não entram na convocação os profissionais de saúde maiores de 65 anos, aqueles que prestam serviços à empresa Doctor Home e aqueles que atuam na escala regular de plantão presencial e sobreaviso do Hospital Regional São Paulo.

REQUISIÇÃO DE MATERIAIS

A Secretaria Municipal de Saúde fica autorizada a requisitar torpedos de oxigênio, máscaras cirúrgicas, máscaras de proteção, luvas de procedimento, aventais hospitalares, antissépticos para higienização, bem como outros equipamentos e bens, móveis e imóveis de pessoas naturais ou jurídicas para o enfrentamento da pandemia da Covid-19, autorizando o recolhimento nas sedes ou locais de armazenamento dos fabricantes, distribuidores e varejistas.

MEDIDAS

O não atendimento à requisição acarretará na imediata suspensão do alvará de funcionamento do estabelecimento, consultório, clínica ou estabelecimento similar e consequente paralisação das atividades do profissional pelo prazo de até 15 dias, além das sanções cíveis e criminais cabíveis à espécie.

COMENTÁRIO DO EDITOR: Não adianta "convocar médico" sem ter leito de UTI. Não adianta ter leito de UTI sem ter médico. Não adianta ter médico, ter leito de UTI e NINGUÉM ficar em casa. Será que precisa ser um gênio para entender isso?

Momento mais grave da pandemia: Líder Fascista se reúne com Lira, Pacheco e ministros

Momento mais grave da pandemia: Bolsonaro se reúne com Lira, Pacheco e ministros:


Jair Bolsonaro fez uma reunião há pouco no Palácio da Alvorada para tratar do grave momento da pandemia da Covid-19...

Leia este conteúdo na integra em: Momento mais grave da pandemia: Bolsonaro se reúne com Lira, Pacheco e ministros

Anexos:

Previsão Sul - Chuva a qualquer hora em Florianópolis

Previsão Sul - Chuva a qualquer hora em Florianópolis:

Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre previsão, temperatura mínima e máxima prevista, além de destaques relevantes dos últimos dias.

01 de Março de 1565: Estácio de Sá funda a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro

1h

por Carla Brito via Estórias da História

A região que ocupa actualmente a cidade do Rio de Janeiro foi descoberta em Janeiro de 1502 por uma expedição portuguesa comandada por Gaspar de Lemos, que acreditou ter chegado à desembocadura de um grande rio, assim, baptizou a baía com o nome de Rio de Janeiro. Contudo, foram os franceses que primeiro se estabeleceram na região e competiam com os portugueses no comércio madeireiro. Os franceses trouxeram colonos para habitar e explorar o lugar, em 1555, pretendiam fundar uma colónia – a França Antártica – e uma cidade – Henriville . Como resposta às intenções dos franceses que pretendiam ficar a título definitivo no local, no dia 1 de Março de 1565, Estácio de Sá funda a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, na várzea existente entre os morros do Pão de Açúcar e Cara de Cão. Foi a segunda cidade fundada no Brasil, depois de Salvador.

Devido à posição estratégica da cidade na Baía de Guanabara, desenvolveu-se ali uma zona portuária e comercial (madeira, pesca e cana-de-açúcar), desta forma, a população também aumentou. Em 1660, a população da cidade contava com 6000 índios, 750 portugueses e 100 negros.

No fim do século XVII e início do século XVIII, a descoberta de metais, especialmente ouro, em Minas Gerais, fez com que o Rio de Janeiro se transformasse numa ponte entre as minas e a Europa.

No final do século XVIII, a cidade foi abalada por uma crise económica, as minas já não produziam tanto e havia outros países sul-americanos que competiam com o Brasil na produção de cana-de-açúcar. Contudo, o cultivo do café e a chegada da família real, em 1808, deram um novo alento à economia da cidade. Nessa época, a realeza construiu igrejas e palácios. Na segunda metade do século XIX, a instalação de vias férreas trouxe um novo impulso à produção agrícola e de café, começavam a aparecer as primeiras indústrias no centro da cidade, a iluminação a gás e circulavam transportes com tracção animal.

A cidade havia crescido bastante, no final do século XIX, contava com 800.000 habitantes e os problemas sanitários, de emprego, habitacionais e as constantes epidemias de varíola, tuberculose e febre amarela castigavam a então capital do Brasil. Em 1903, Francisco Pereira Passos tornou-se prefeito da cidade. Durante a sua administração foram criadas avenidas e parques e também um novo porto, casas sem condições adequadas de higiene foram demolidas levando a população pobre a viver nos subúrbios.

O Rio de Janeiro foi a capital do Brasil de 1763 a 1960, quando o governo foi transferido para Brasília.
Fontes: http://www.infoescola.com/
wikipedia (imagens)



Gravura que representa a fundação da cidade do Rio de Janeiro por Estácio de Sá, em 1565


Mapa da baía de Guanabara em 1555

"Partida de Estácio de Sá" (Benedito Calixto(1853-1927) mostra o padre Manuel da Nóbrega a benzer a esquadra que vai combater os franceses na baía de Guanabara