Ataque Aberto

"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Os preferidos do Lixo Fascista para o STF.

Os preferidos de Bolsonaro:


Gilmar Mendes e Dias Toffoli, que foram avisados pessoalmente por Jair Bolsonaro sobre a escolha de Kassio Nunes Marques para o STF, “reafirmaram ontem a diferentes interlocutores que o piauiense não era o nome preferido deles”, diz a Época.

O que importa é que os preferidos de Jair Bolsonaro são Gilmar Mendes e Dias Toffoli.
Leia este conteúdo na integra em: Os preferidos de Bolsonaro

Gênero neutro da Esquerda Vagabunda do Brasil: o totalitarismo progressista perdeu a graça.

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Paulo Polzonoff Jr. para a Gazeta:


Aconteceu. Dois anos depois de eu ter entrevistado o escritor Sérgio Rodrigues e o Eduardo Calbucci sobre a então novidade estranha e impraticável da então chamada “linguagem não-binária”, hoje conhecida simplesmente como gênero neutro, essa forma extremista de se posicionar ideologicamente começa a ganhar força. Já tem até colégio ensinando a meninade a escrever assim.

Em 2018, lembro bem de ter escrito a matéria em meio à tradução de “A Era Progressista”, de Murray Rothbard. A cada página, eu ia entendendo um pouquinho como o progressismo, não necessariamente tão associado ao marxismo como hoje em dia, foi ganhando forma. Sempre dando mais e mais poder ao Estado e sempre impondo a vontade de um grupo sobre o outro, em nome de reparações de todos os tipos. A ideologia de gênero é assim uma espécie de Everest do progressismo.

Logo depois de ter escrito a matéria em português simples, tive a ideia de reforçar o ridículo da tal linguagem não-binária “traduzindo” o texto. Aquela era a época em que as referências ao gênero eram trocadas por “x” e, em alguns casos, por “e” ou “u”. Ingenuamente, eu acreditava que qualquer pessoa com um mínimo de bom senso veria aquela aberração textual pelo que ela realmente era: uma aberração.

Eu só não contava com o acirramento das questões ideológicas envolvendo os gêneros. Ou não-gêneros. Ou generes. Já não sei mais – e quem sabe? Afirmar-se transexual ou não-binário ou qualquer dessas designações deixou de ser uma questão médica, isto é, de disforia de gênero, e passou a ser um posicionamento político-religioso. Político porque o transgênero, ao negar o gênero, se posiciona contra o que ele considera essencialmente uma relação de opressão. Religioso porque o mesmo transgênero se reafirma como um ser superior à Criação e capaz de escolher se é homem, mulher ou nada disso.

A pressão dos transgêneros, a mais ruidosa das minorais, uma vez que a disforia de gênero afeta uma porção insignificante da população e o restante não passa da explosiva combinação entre rebeldia e arrogância tipicamente adolescentes, chegou agora aos departamentos de recursos humanos das grandes empresas. E, não demora, deve contaminar outros setores suscetíveis a esse tipo de moda perversa, como a publicidade.

Daí a contaminar a língua como um todo é um pulo. E, sim, reconheço que pareço exagerado e um tanto quanto amedrontado ao prever isso. Sei que em Quixeramobim a “revolução trans” ainda levará um tempo para chegar. Mas não quero cometer o mesmo erro que cometi há dois anos, quando apostei no bom senso – e perdi. Há, de fato, um movimento (não sei se orquestrado) que pretende acabar com a ideia do homem e mulher naturais – com poucas consequências na prática, mas simbolicamente destruidoras.

E tudo isso com a anuência, ou no mínimo displicência, de todos nós que um dia sonhamos em lutar contra as manifestações de totalitarismo que aprendemos nas aulas de história. Porque é disso que se trata a ideologia de gênero: totalitarismo progressista disfarçado de tolerância, diversidade e outras palavras vazias do tipo. Mas, ah, se eu estivesse na Berlim de 1933, jamais teria compactuado com aquilo. Ah, se eu fosse um chinês teria me rebelado e acabado sozinho com a carnificina da Revolução Cultural maoísta. Ah, se eu fosse um soviético, dava uma rasteira em Stalin se ele viesse em minha direção.

É sempre muito fácil se imaginar herói de tragédias que ocorreram em outro tempo que não o nosso.

A linguagem é a maior tecnologia já criada pelo ser humano. Graças a ela, somos capazes de expressar nossos pensamentos para além do nosso tempo e de compreender ideias de épocas que há muito viraram ruínas. Querer controlar a linguagem dessa forma acintosa nada mais é do que querer confinar o pensamento alheio à estupidez pré-determinada por um grupo.

O que consola e dá esperança é que tal empreendimento, apesar do escarcéu com que se anuncia e do temor que causa, jamais deu certo. A liberdade sempre terá seus rincões de resistência. Nem que seja em Quixeramobim, com cordelistas munidos de rimas pobres que narram pelejas entre homens-homens ou mulheres-mulheres. E todos inequivocamente livres-livres.

Release the Lumpen! A esquerda revolucionária e a explosão da criminalidade.

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 Flavio Gordon para a Gazeta do Povo:

Em O Combate das Trevas. A esquerda brasileira: das ilusões perdidas à luta armada, de 1987, o historiador comunista Jacob Gorender comenta que, dentre as ideias mais influentes na esquerda brasileira nos anos 1964-1968, ascendia ao primeiro plano uma revisão da ortodoxia marxista-leninista quanto ao protagonismo na revolução. Com o avanço das revoluções cubana e argelina, bem como da Guerra do Vietnã e da Revolução Cultural na China, fixava-se na mente dos esquerdistas de todo o mundo a imagem do campesinato como substituto do proletariado na condição de classe revolucionária essencial.

Nas palavras do autor: “Foi possivelmente em Os Condenados da Terra, publicado em 1961 e última obra de Frantz Fanon, que a tese da superioridade revolucionária dos camponeses ganhou exposição mais taxativa. Nos países colonizados – afirmava Fanon, médico negro da Martinica identificado com a revolução argelina –, o proletariado urbano constitui pequena camada e pertence ao rol dos privilegiados. Os camponeses são a imensa maioria, nenhum privilégio lhes concede o colonizador, nada têm a perder. Daí serem eles a única força realmente revolucionária”.

Ao lado do campesinato, continuava Gorender, outro segmento social surgiu à época como alternativa: os marginais, o lumpemproletariado. “Marx não confiava no lumpen, nos trabalhadores degradados pelo vício e pelo crime” – escreve o comunista baiano. “Porém nos países atrasados e oprimidos, as circunstâncias são diferentes. O marginal, seja cafetão ou prostituta, pode ser arrancado da colaboração com a polícia e convertido em revolucionário”.

Os efeitos dessa reorientação teórica e prática da cosmovisão comunista são bem conhecidos no Brasil, país em que, nos anos 1960, o encontro entre presos políticos de extrema-esquerda e criminosos comuns deu origem às grandes facções criminosas que há décadas infernizam as nossas grandes cidades. Desde então, temos visto manifestações recorrentes dessa aliança mórbida entre esquerda e banditismo – ilustradas, por exemplo, pelo lema hélio-oiticicano “seja marginal, seja herói”, pela sugestão de um conhecido jornalista de “dar voz aos bandidos”, ou pela, digamos, filósofa – candidata petista ao governo do Rio – que se declarou “a favor do assalto”.

Por vezes, a discrição vai para as cucuias, e algum ultraesquerdista mais afoito – e menos dotado intelectualmente – dá com a língua nos dentes, explanando a visão dos pares sobre a função revolucionária da criminalidade. Foi, por exemplo, o caso do blogueiro petista Eduardo Guimarães, que postou em suas redes sociais: “A revolução está chegando, mas não será daquele tipo em que o povo se arma e marcha tal qual exército para cima dos opressores. A revolução se dará através da explosão da criminalidade. Será uma revolução de guerrilha. A justiça será feita nos semáforos, em cada esquina [sic]”. Ou de Anderson França, colunista da Folha de S.Paulo, que, em seu perfil no Facebook, propôs uma espécie de frente ampla reunindo a militância de esquerda e o Comando Vermelho: “Pense comigo que: A PM arrega pro crime [sic], mas bate em militante. Imagine o dia em que a militância fechar com o crime, APENAS PENSE [sic], a força do aço dos menino [sic], a disposição dos manifestante [sic]. CVRL e esquerda junto [sic]. Aliás, né? A História já conta. Eu fechava lindo nessa frente. LINDO [sic]”.

Não é obra do acaso, portanto, que a criminalidade aumente sempre ali onde partidos, movimentos ou agentes de extrema-esquerda conquistem posições de poder e influência na sociedade. Basta ver, por exemplo, o que ora se passa nos EUA, nos estados e cidades dominados pela ideologia desarmamentista e antipolícia. Na América Latina, em especial, o fenômeno foi demasiado evidente. O caso da Venezuela é paradigmático. Com o chavismo no poder, os números de homicídios só fizeram aumentar de maneira exponencial, atingindo, já com Nicolás Maduro, sucessor de Chávez, impressionantes 92 homicídios para cada 100 mil habitantes.

O sociólogo venezuelano Roberto Briceño-León, que estuda a criminalidade no seu país há mais de 20 anos e integra o Observatório Venezuelano da Violência, pesquisou a fundo as causas do fenômeno. Em artigo indispensável sobre o tema, que deveria nos servir de lição – a nós, que ficamos década e meia submetidos ao regime dos parceiros de Chávez, período em que a criminalidade também disparou por aqui –, Briceño-León concluiu que a explosão de crimes violentos durante a vigência do regime chavista era, antes que obra do acaso, resultado de cálculo político e ação sistemática.

O sociólogo mostra que, no ano de 1998, durante a campanha eleitoral, 4.550 homicídios haviam sido cometidos em todo o país. Em 2004, após seis anos de governo Chávez, esse número quase triplicara, passando a 13.288 homicídios. A taxa de homicídios por cem mil habitantes, que em 1998 era de 19,5, saltou para 51 no ano de 2003 – um crescimento, sem dúvida, muito fora do padrão. Se, de um lado, a crise política impulsionava a violência, de outro – eis o ponto crucial do artigo – o governo chavista impedia o seu controle e repressão.

Nas palavras do autor: “Há políticas que favorecem a violência. Uma delas tem sido o descrédito sistemático ao qual foi submetida a polícia e que levou tanto para uma campanha de agressões e desqualificações verbais, como as medidas de desarmamento dos funcionários. No ano de 2002, a emissora de televisão do governo transmitiu sistemática e repetidamente a promoção do filme venezuelano intitulado Disparem para matar, como sempre fazem os canais de tevê quando estão preparando a audiência para uma estreia. Nas cenas escolhidas do filme para os comerciais, apresentava-se um oficial de polícia ordenando morbidamente a repressão em um bairro pobre; depois mostrava-se o crime cometido por um funcionário da polícia num rincão escuro; após um som estrepitoso do disparo, escutava-se o grito raivoso e longo da mãe da vítima que acusava os policiais: ‘Assassinos!’. Antes e depois da propaganda, agregavam-se frases políticas contra a oposição política ao governo”.

“Isso não parece ser casualidade” – continua Briceño-León. “Em diversas oportunidades o presidente da república tem se dedicado a contradizer uma velha crença popular venezuelana. Por décadas, ensinou-se às crianças venezuelanas que ‘a violência é a arma dos que não têm razão’. A expressão tem sido difundida como um valor destinado a desestimular a maneira violenta de resolução de conflitos entre os grupos de menores de idade nas escolas e vizinhanças, embora também entre as pessoas adultas, sobretudo na passagem da vida rural para a vida urbana. Tem sido surpreendente observar como, nos longos discursos de várias horas por todas as rádios e todos os canais de tevê, o presidente tem falado várias vezes que tal afirmação ‘não é verdade’, sugerindo que a violência pode ser usada e procurando mudar uma ideia que ele sabe fortemente arraigada na população”.

O prognóstico do autor: “Num contexto de violência política como a que descrevemos, a violência delinquencial, a violência das gangues e da polícia tenderão a se intensificar de modo notável, pois os indivíduos violentos encontrarão um espaço de fácil atuação e isso é o que já está acontecendo nestes últimos anos”.

Em resumo: a esquerda tende e ver a criminalidade positivamente, como força revolucionária. Daí que, onde chegue ao poder, os índices de criminalidade subam vertiginosamente, como ocorreu na Venezuela e no Brasil na última década. E como tem ocorrido nos EUA. Não é acidente. Como confessa o blogueiro petista: a “explosão de criminalidade” faz parte dos planos da esquerda revolucionária.

Jair Mussolini quer colocar no STF um Advogado que já foi alvo de 33 representações no CNJ

Kassio Marques já foi alvo de 33 representações no CNJ:



Cotado para ocupar a vaga de Celso de Mello no STF, Kassio Marques já foi alvo de 33 representações no Conselho Nacional de Justiça...

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Fachin nega pedido de Vagabundo Petista para suspender processo do triplex

Fachin nega pedido de Lula para suspender processo do triplex:



Edson Fachin negou um novo habeas corpus apresentado ao Supremo pela defesa de Lula que buscava suspender o andamento, no Superior Tribunal de Justiça (STJ), do processo do triplex...

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“É petista de carteirinha”

“É petista de carteirinha”:



Os bolsonaristas tentam fritar Kassio Marques enviando mensagens de WhatsApp ao próprio Jair Bolsonaro...

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01 de Outubro de 1949: Mao Tse Tung proclama a República Popular da China.

01 de Outubro de 1949: Mao Tse Tung proclama a República Popular da China.:

 Há exactos 71 anos, no dia 1 de Outubro de 1949, reuniram-se na Praça Tiananmen  meio milhão de pessoas para ouvir da boca do líder da Revolução Chinesa, Mao Tsé-Tung (ou Mao Zedong), a proclamação solene da fundação da República Popular da China.

Anteriormente, de 21 a 30 de Setembro de 1949, realizara-se a I Sessão Plenária da Conferência Consultiva do Povo Chinês, e nela participaram representantes dos diversos partidos, grupos e círculos sociais e democratas sem filiação partidária. Naquela ocasião foi elaborado o Programa Comum, que desempenhou a função da Constituição Provisória, e elegeu-se o Conselho de Governo da República Popular da China, com Mao Tsé-Tung como presidente e Zhou Enlai como primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores.

A proclamação foi o clímax da guerra entre as forças guerrilheiras de Mao e as tropas do líder nacionalista Chiang Kai-Shek, que estava a ser apoiado com dinheiro e armas pelo governo norte-americano de Harry Truman. A perda da China, a maior nação da Ásia e a maior população da Terra, significou para os desígnios dos Estados Unidos do pós-guerra um contundente golpe.

Um episódio que marca a história da Revolução Chinesa foi a chamada Longa Marcha (Outubro de 1934 - Outubro de 1935), façanha épica do movimento maoísta a pavimentar mais tarde a vitória contra o movimento Kuomintang de Chiang Kai-Shek. Combatendo, ao mesmo tempo em que se retirava, o Exército Vermelho - cuja base social era o campesinato, sob o comando militar de Chu Teh - conseguiu protagonizar momentos extraordinários quando, por exemplo, atravessou o caudaloso rio Wu em jangadas de bambu, derrubando as defesas inimigas na outra margem. Ou, ainda, a incrível passagem pela ponte pênsil estendida sobre o rio Datong, quando um punhado de homens armados de granadas, equilibrando-se como podiam, transpuseram-na, asseguraram a sua posse, permitindo que a marcha seguisse em frente.

Estima-se que o Exército Vermelho, nesta retirada, chegou próximo das fronteiras do Tibete, percorrendo 10 mil quilómetros a pé pelo interior da China em busca de um refúgio permanente. No trajecto, dizimados pela fome, pela doença, pelos combates e escaramuças, apenas uns 8 ou 9 mil guerrilheiros, dos 80 mil que partiram de Kiangsi, sobreviveram. Alcançaram Yenam, a capital da província de Shensi, no remoto noroeste do país, em farrapos, meio mortos-vivos. A região semidesértica junto à Mongólia interior estava protegida pela Muralha da China, servindo como um santuário ideal, distanciada o bastante para manter os maoístas a salvo dos ataques do Kuomintang.

Durante a longa guerra, Mao definiu as famosas regras essenciais da guerrilha, entre as quais se destacam: íntima ligação entre a população e os guerrilheiros, retirada diante do inimigo superior em força.

A Revolução tornou a China independente, abriu caminho para a construção do socialismo, enfrentou complexos e angustiantes problemas económicos e sociais e retomou o processo de unificação do país. Traduziu-se, por outro lado, num salto civilizacional para o povo chinês. O triunfo da Revolução em 1 de Outubro de 1949 teve por cenário uma China retrógrada, uma das sociedades mais pobres e atrasadas do mundo de então, semi - feudal, semi - colonial, dependente e submissa às potências imperialistas. 

Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)


Mao Tsé-Tung proclama a criação da República Popular da China em 1949



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Sobreviventes da Longa Marcha

Previsão Sul – Nova frente fria avança sobre o RS

Previsão Sul – Nova frente fria avança sobre o RS:



Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre previsão, temperatura mínima e máxima prevista, além de destaques relevantes dos últimos dias.

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

VERGONHA ALHEIA

(Milton Pires)

Tenho amigos que me viram lutar contra a mais nojenta, corrupta e assassina máquina política da História do Brasil – o PT. O PT é a soma de todos os traficantes, pederastas, putas, sapatas, estelionatários, corruptos, maconheiros, alcoolistas, ladrões...de tudo que pode ser possível imaginar fedendo e rastejando na Sociedade Brasileira – é a RALÉ, é a chegada do Crime Organizado na Política. O PT não tem “ligação com o crime Organizado”, o PT é o CRIME ORGANIZADO!

Estes amigos me viram lutar como um tigre contra estes vagabundos, viram meu nome no lixo, minha família ameaçada, minha carreira como médico em Porto Alegre destroçada.

Muitos me ajudaram e acreditaram em mim, viram o caos que se tornou minha vida na cidade mais vagabunda, no maior antro de corrupção e fanatismo, no maior covil de comunistas do Brasil – Portoalegrado, a Pyongyang dos Pampas, a capital do Rio Grande do Cu, um estado que se tornou um “celeiro de todos os veados e veadas, de todas as sapatas bombachudas comunistas, de todas as feminazis, de todos os médicos comunistas maconheiros e corruptos...deste país, de todos os rincões e querências do Rio Grande!...Mas bah, tchê...Uiii, meu Deus...cheguei até a me arrepiar toda...Ainnnn...

Hoje, quando eu os vejo apoiando, sofrendo e defendendo este bandido, esse miliciano fascista do RJ, este fanático corrupto e genocida chamado Jair Bolsonaro, eu me sinto como um cara que sabe que seu melhor amigo tem uma esposa que é puta, todo mundo sabe que ela o trai, que debocha dele, que o engana, que gasta seu dinheiro dando pra outro cara...e ele continua acreditando nela...que coisa incrível: o que eu sinto em relação a vocês chama-se, em Psicologia, de vergonha alheia…

Não adianta provar por A+B...por 2+2 = 4...vocês NÃO querem saber, não é? Não querem ver o que está acontecendo...Hoje foi noticiado que o “Mito” de vocês foi tratar pessoalmente com Toffoli e Gilmar Mendes a nomeação de mais um juiz bandido, um advogado de carreia, um cara que é “contra prisão em segunda instância”, um cara que tem mulher trabalhando para um Vagabundo qualquer do PP, para ser futuro Ministro do STF...mas não adianta: vocês NÃO querem saber...e continuam acreditando no “Mito”…

Não há nada a fazer…só lamentar.

Porto Alegre, 30 de setembro de 2020.

Encontro na casa de Gilmar selou indicação de Kassio Marques ao Supremo

Encontro na casa de Gilmar selou indicação de Kassio Marques ao Supremo:

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Uma reunião na casa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, na noite de terça-feira, 29, selou a escolha do desembargador Kassio Nunes Marques para ocupar a cadeira de Celso de Mello na Corte. Na tentativa de se aproximar do STF e da classe política, o presidente Jair Bolsonaro pediu ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que fizesse a intermediação para o encontro.

Alcolumbre ligou, então, para Gilmar, que logo providenciou uma reunião em sua casa. O ministro Dias Toffoli, que deixou a presidência do Supremo no último dia 10, também foi convidado para a conversa. Com Kassio Nunes Marques a tiracolo, Bolsonaro fez elogios à Corte e afirmou estar confiante na independência e harmonia entre os Poderes.

Ex-vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 1.ª Região, Kassio teve a indicação aprovada pelos magistrados do STF, que foram surpreendidos com a escolha. O decano Celso de Mello vai se aposentar no próximo dia 13 e, até pouco tempo atrás, Kassio era cotado não para essa vaga, mas para ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A conversa na casa de Gilmar durou duas horas, das 19h às 21h, e ocorreu em clima descontraído. Toffoli e Gilmar são os dois principais integrantes da ala crítica à Lava Jato no Supremo e têm uma relação próxima com Bolsonaro. Os dois sempre aconselharam o presidente a baixar o tom quando protestos contra a Corte faziam barulho na Praça dos Três Poderes.

Assessores do presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, não souberam informar se o ministro foi informado por Bolsonaro da escolha.

O favoritismo de Kassio na corrida ao Supremo pegou boa parte do governo de surpresa na manhã desta quarta-feira, 30. O Estadão apurou que o seu bom trânsito, tanto no Congresso quanto no Judiciário, pesaram a favor da indicação. O desembargador já tinha bom relacionamento com Gilmar e com Toffoli.

Outro ponto a favor foi o fato de ele ser do Piauí. A possível indicação de Kassio é um gesto de Bolsonaro ao Nordeste, região da qual o presidente busca se aproximar, já de olho nas eleições de 2022.

Nas redes sociais, o senador Ciro Nogueira (PI), presidente do Progressistas, comemorou o favoritismo do conterrâneo.

Segundo integrantes do governo, o nome do desembargador surgiu e se apresentou como uma solução para os problemas de Bolsonaro, que tinha como opções os ministros da Secretaria-Geral, Jorge Oliveira, e da Justiça, André Mendonça.

A avaliação é a de que os dois ministros ocupam cargos-chave e a indicação de qualquer um deles implicaria em uma obrigatória mexida no governo. Oliveira está também no comando da Subchefia de Assuntos Jurídicos (SAJ), órgão responsável pelos atos jurídicos do presidente, e para o qual Bolsonaro não abre mão de uma pessoa de confiança.

Oliveira poderá ser indicado para uma segunda vaga no STF, no ano que vem. Até lá o escolhido por Bolsonaro para a Corte terá a tarefa de criar um ambiente menos hostil ao ministro da Secretaria-Geral, criticado por não ter um currículo jurídico robusto.

Bolsonaro já havia dito a auxiliares que queria para o Supremo um ministro com idade de até 50 anos – Kassio tem 48 -, e com bom relacionamento no Judiciário e no Congresso. O mandato de ministro do STF é vitalício e a aposentadoria compulsória ocorre somente aos 75 anos. O presidente estava atrás de um nome de confiança, que contemplasse seus interesses e ficasse por muito tempo à frente da Corte.

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Toffoli participou de reunião de Bolsonaro e Kassio na casa de Gilmar

Toffoli participou de reunião de Bolsonaro e Kassio na casa de Gilmar:



O Estadão dá mais detalhes sobre a reunião de Jair Bolsonaro e Kassio Marques na casa de Gilmar Mendes —que selou o convite ao desembargador do TRF-1 para substituir Celso de Mello no STF— nesta terça (29) à noite...

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Kassio Marques votou para livrar Jirau de prejuízo de R$ 2 bilhões

Kassio Marques votou para livrar Jirau de prejuízo de R$ 2 bilhões:



Cotado por Jair Bolsonaro para assumir a vaga de Celso de Mello no STF, o desembargador Kassio Nunes Marques votou, em 2015, para livrar a Energia Sustentável do Brasil (ESBR), concessionária da hidrelétrica de Jirau, de um pagamento de R$ 2 bilhões...

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Mulher de Kassio Marques está lotada em gabinete de senador do PP

Mulher de Kassio Marques está lotada em gabinete de senador do PP:



Maria do Socorro Marques, mulher do desembargador Kassio Marques, está lotada no gabinete do senador Elmano Férrer, que acaba de trocar o Podemos pelo Progressistas (PP), de Ciro Nogueira...

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Quem levou o nome de Kassio Marques a Bolsonaro

Quem levou o nome de Kassio Marques a Bolsonaro:



O Antagonista apurou que o nome de Kassio Marques foi colocado na mesa de Jair Bolsonaro por Frederick Wassef...

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Para Kassio Marques, prisão em 2ª instância não pode ser automática

Para Kassio Marques, prisão em 2ª instância não pode ser automática:



Numa entrevista em 2018, o desembargador Kassio Marques, cotado para assumir a vaga de Celso de Mello no STF, disse que a prisão em segunda instância era "possível", mas não "automática"...

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Neutres, vão à merde!

Neutres, vão à merde!:



A lacrosfera, por falta do
que fazer e muito provavelmente sem a capacidade intelectual para criar algo de
bom e produtivo para o país e para si, agora aparece com essa aberração chamada
de "gênero ne...continue "lende"

O PT É UMA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA DISFARÇADA DE PARTIDO POLÍTICO.

 


GRAÇAS A DEUS Ministério da Justiça tira posição contra uso medicinal da maconha

Ministério da Justiça tira posição contra uso medicinal da maconha:  O ministério da Justiça, comandado por André Mendonça, enviou aos e-mails de deputados federais uma moção de repúdio ao projeto que legaliza o cultivo da Cannabis no Brasil para uso medicinal.


COMUNISTA Joe Biden ameaça o Brasil com sanções econômicas por desmatamento

Joe Biden ameaça o Brasil com sanções econômicas por desmatamento:

O candidato a presidência pelo partido democrata, Joe Biden [fotografo] Gage Skidmore /Flickr [/fotografo]

O candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, Joe Biden, ameaçou o Brasil com sanções econômicas por conta do desmatamento e das queimadas em suas florestas. “Parem de destruir a floresta. E, se vocês não pararem, irão enfrentar consequências econômicas significativas” disse Biden, durante o primeiro debate presidencial contra o presidente republicano Donald Trump, realizado ontem à noite.

Biden atacou Trump por não pressionar o governo brasileiro a diminuir sua destruição florestal.”Está tudo desmoronando. As florestas no Brasil estão desmoronando, e muito mais gás carbônico está sendo lançado lá que nos Estados Unidos”, disse o candidato. O democrata também anunciou que, se eleito, pode contribuir com até US$ 20 bilhões (ou R$ 112,6 bilhões) no combate às queimadas – este dinheiro, disse, seria enviado em cooperação com outras nações.

Ao tratar da causa ambiental, Biden disse que caso seja eleito deve retornar o país ao Acordo de Paris, tratado de compromisso a metas ambientais firmado pela ONU e que os EUA optaram por sair durante a gestão Trump.

O debate entre os dois candidatos foi considerado caótico e pouco produtivo por analistas políticos locais. Trump buscou interromper o debate em diversos momentos, atravessando não apenas Joe Biden como também o próprio moderador do debate, o apresentador da Fox News Chris Wallace. Em momentos mais tensos do debate, Joe Biden disse que era difícil discutir ideias com este “palhaço”, referindo-se a Trump, e ainda questionou: “Você não vai calar a boca, cara?”

Ex-senador e ex-vice-presidente durante os dois mandatos de Barack Obama (2008-2016), Joe Biden é, em todas as pesquisas, o favorito à corrida pela Casa Branca em 2021  – ele têm vantagem não apenas em grupos e estados onde seu partido tem histórica vantagem, mas entre grupos que deram apoio aos republicanos em 2016.

O candidato democrata segue para as eleições, agendadas para o dia 3 de novembro, com vantagem próxima a dez pontos sobre Trump. Ainda estão previstos outros dois debates presidenciais nos Estados Unidos durante o mês de outubro.

> Justiça do Rio de Janeiro suspende revogaço de Salles

> Vídeo: a experiência de registrar durante dez dias a destruição do Pantanal



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PF e MPF fazem buscas contra o governador de Santa Catarina

PF e MPF fazem buscas contra o governador de Santa Catarina:

Carlos Moisés, governador de Santa Catarina. [fotografo]Julio Cavalheiro/Secom[/fotografo]

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou, a pedido do Ministério Público Federal (MPF), mandados de busca e apreensão contra o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL), e outros dois ex-integrantes do governo estadual.

As medidas, determinadas pelo ministro Benedito Gonçalves, são cumpridas pelo MPF em conjunto com a Polícia Federal nesta quarta-feira (30). O governador também é alvo de processo de impeachment na Assembleia Legislativa.

Segundo a Procuradoria-Geral da República, o objetivo da operação é subsidiar o inquérito que apura fraudes na compra de respiradores para enfrentamento da pandemia da covid-19 no estado. O contrato sob suspeita movimentou R$ 33 milhões.

O caso tramita sob sigilo e, por isso, neste momento, não serão divulgados os nomes dos demais alvos das buscas, bem como a íntegra das peças que compõem o inquérito, informa o Ministério Público.

Os investigadores buscam provas da relação entre o governador, sua equipe e empresários que venderam 200 respiradores ao estado de Santa Catarina.

A subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo afirma que as buscas são necessárias para aprofundar as investigações e para verificar se a ordem de pagamento antecipado partiu do governador Carlos Moisés. O MPF considera que há elementos que demonstram a existência de um esquema criminoso de desvio de dinheiro público.

Além disso, os investigadores apuram se houve lavagem de dinheiro decorrente da prática do crime antecedente contra a administração pública, mediante ocultação e distanciamento da origem dos recursos públicos desviados da compra de respiradores.

Em nota, a PGR disse que os crimes comprometem a credibilidade do governo do estado de Santa Catarina. “Além do mais, não se está a tratar de caso relacionado a criminalidade corriqueira, mas sim de fatos praticados em contexto de suposta criminalidade organizada, sofisticada e estruturada com os mais altos aparatos de poder, contando com a articulação de agentes com poder econômico, elevado conhecimento jurídico, forte influência política e, inclusive, a autoridade máxima do Poder Executivo catarinense”, afirma a Procuradoria-Geral.

>Barroso modifica rito de impeachment de governador de Santa Catarina

>Assembleia de Santa Catarina dá continuidade a impeachment do governador Carlos Moisés



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Governador de Santa Catarina é alvo de busca e apreensão em investigação de compra de respiradores

Governador de Santa Catarina é alvo de busca e apreensão em investigação de compra de respiradores:

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“Não pegou ainda? Vai pegar, vai pegar”, diz LIXO FASCISTA, sobre Covid-19

“Não pegou ainda? Vai pegar, vai pegar”, diz Bolsonaro, sobre Covid-19:


Jair Bolsonaro tem questionado quem vai se reunir com ele usando máscara...“Por que você está usando isso?”, perguntou o presidente a um parlamentar recentemente.

A Covid-19 já matou mais de 143 mil pessoas no país.

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A importância de se manter firme nos princípios: Mises e seu crescente legado.

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 Homenagem de Gary North aos 139 anos de Ludwig von Mises:

Um indivíduo que sistematicamente discipline sua vida em torno do objetivo de aprimorar as vidas daqueles que o rodeiam irá deixar um legado. Este legado pode ser positivo ou negativo.

Existem aqueles que estão apenas em busca de poder e que, por isso, irão tentar influenciar a vida de outras pessoas por meio do engano e da adulação. Seu objetivo é mudar corações, mentes e o comportamento daqueles que o cercam. Seu legado tende a ser negativo.

Mas há também aqueles que se esforçam ao máximo para transformar as vidas de terceiros de uma forma positiva. Eles invariavelmente seguem um estilo de vida específico, o qual governa suas ideias e seu comportamento. Eles sistematicamente tentam estruturar suas próprias vidas de tal maneira que eles próprios se tornam demonstrações empíricas da própria visão de mundo que defendem. 

Qualquer pessoa que tenha como o objetivo de sua vida mudar as opiniões de outras pessoas tem de estar comprometida com dois princípios: fazer sempre aquilo que defende e apoiar (de qualquer maneira possível) causas que estejam de acordo com o que defendem. 

Em primeiro lugar, é preciso ter em mente que a maioria das pessoas não quer mudar sua opinião em relação a nada. Mudar uma única opinião significa que o indivíduo tem de mudar suas opiniões a respeito de vários tópicos. Aquela velha regra é válida: "Você não pode mudar apenas uma coisa". Portanto, há um alto custo ao se repensar aquelas opiniões que você mais aprecia e valoriza. Pessoas tendem a evitar empreitadas que envolvam altos custos.

Quando alguém é confrontado com uma nova opinião, se esta opinião está relacionada a como as pessoas devem agir, uma das primeiras autodefesas que o ouvinte irá levantar é esta: "A pessoa que está recomendando esta nova ideia vive consistentemente em termos desta ideia?" 

Se é algo óbvio para o ouvinte que esta pessoa não faz o que diz defender, então fica claro que o próprio defensor da ideia não leva a sério a verdade e a efetividade daquilo que ele diz defender. Isto dá ao ouvinte uma maneira fácil de escapar da conversa. A ideia defendida não vingará.

Ludwig von Mises

Meu único encontro pessoal com Mises ocorreu no segundo semestre de 1971. Eu havia sido contratado pela Foundation for Economic Education. Naquela data, eu havia sido convidado para uma cerimônia especial. F.A. Harper havia editado uma segunda coleção de ensaios honrando Mises. O primeiro livro de ensaios havia sido editado pela esposa de Hans Sennholz, Mary Sennholz, e foi publicado em 1956. 

A cerimônia ocorreu em um hotel em Nova York. Após a cerimônia, tive a oportunidade de conversar com Mises sobre vários assuntos, inclusive sua ligação com o sociólogo alemão Max Weber. Weber havia se referido ao ensaio de Mises, O cálculo econômico sob o socialismo, em uma nota de rodapé em um livro que Weber não chegou a completar. Ele morreu em 1920. Mises me disse que ele havia enviado seu ensaio para Weber.

Mises deixou um legado que, desde sua morte em 1973, vem crescendo continuamente. Ele foi um daqueles raros homens que teve duas fases em sua carreira. A primeira fase, que começou em 1912 e terminou após a publicação da Teoria Geral (1936) de John Maynard Keynes, estabeleceu sua reputação de grande teórico econômico. Seu livro de 1912 sobre moeda e sistema bancário, seu livro de 1922 sobre o socialismo, e seus vários artigos sobre tópicos específicos de teoria econômica o comprovaram um grande teórico. 

Mas sua inflexível oposição a todas as formas de moeda fiduciária estatal de curso forçado garantiu a ele a reputação de um Neandertal do século XIX em um mundo de moedas estatais de curso forçado, o qual começou com a abolição do padrão-ouro clássico no início da Primeira Guerra Mundial, em 1914. Sua hostilidade ao socialismo também contribuiu para seu status de pária. Ele estava vigorosamente resistindo a tudo aquilo que os círculos acadêmicos consideravam ser a onda do futuro. Acadêmicos sempre querem seguir modismos. Mises não era assim.

O triunfo do keynesianismo após 1936, em conjunto com a erupção da Segunda Guerra Mundial em 1939, trouxe um eclipse à carreira de Mises. Na primeira metade da década de 1930, a influência do nazismo na Áustria crescia sombriamente. Sendo um liberal da velha guarda e um judeu, Mises sabia que seus dias estavam contados. Ele temia que os nazistas tomassem o controle da Áustria, e ele estava correto. Sendo um economista defensor do livre mercado — conhecido pela esquerda como o mais implacável oponente do intervencionismo econômico — e um judeu, ele não teria sobrevivido na Áustria.

Sentindo que tais eventos eram apenas uma questão de tempo, Mises aceitou um cargo em Genebra e para lá se mudou em 1934, aceitando um dramático corte salarial. Sua noiva o acompanhou e lá se casaram, não sem antes ele tê-la avisado que, embora escrevesse bastante sobre o assunto, ele nunca teria muito dinheiro.

Mises ficou em Genebra por seis anos, obrigado a deixar para trás sua adorada Viena e tendo de ver, impotente, a civilização sendo despedaçada. Quando os nazistas anexaram a Áustria em 1938, eles saquearam seu apartamento em Viena e roubaram todos os seus livros e monografias. Ele passou a viver uma existência nômade, sem ter a mínima ideia de qual seria seu próximo emprego. E foi assim que ele viveu o auge de sua vida: já estava com 57 anos e era praticamente um sem-teto.

Mas nada disso abalou Mises. Ele seguia concentrado em seu trabalho. Durante seus seis anos em Genebra, ele continuou se dedicando à pesquisa econômica e às escritas. O resultado foi sua até então obra magna, um enorme tratado de economia chamado Nationalökonomie (o precursor de Ação Humana). Em 1940, ele completou o livro, o qual foi publicado por uma pequena editora e com edição extremamente limitada. Mas quão intensa poderia ser, naquela época, a demanda por um livro sobre liberdade econômica escrito em alemão? Certamente não seria nenhum bestseller. E Mises certamente sabia disso enquanto o escrevia. Mas escreveu assim mesmo.

No entanto, em vez de celebrações e noite de autógrafos, Mises naquele ano se deparou com outro evento que mudaria (novamente) sua vida. Ele foi avisado por seus patrocinadores em Genebra que havia um problema. Vários judeus estavam se refugiando na Suíça. Ele foi alertado de que deveria procurar outro lar. Os Estados Unidos eram o novo porto seguro.

Mises então começou a escrever cartas pedindo por posições universitárias nos EUA, mas tente imaginar o que isso significava. Ele só falava alemão. Suas habilidades em inglês se resumiam à leitura. Ele teria de aprender o idioma ao ponto de se tornar exímio o bastante para poder dar aulas. Ele havia perdido todos os seus arquivos, monografias e livros. Ele não tinha nenhum dinheiro. E ele não conhecia ninguém influente nos EUA.

E havia um sério problema ideológico também nos EUA. O país estava completamente dominado e fascinado pela economia keynesiana. A profissão de economista havia sofrido um vendaval. Praticamente não mais existiam economistas pró-livre mercado nos EUA, e não havia nenhum acadêmico defendendo esta causa. No final, Mises se mudou para os EUA sem ter nenhuma garantia de nada. E já estava com quase 60 anos.

Quando ele chegou aos EUA em 1940 como um judeu refugiado, ele era praticamente um desconhecido no país. Ele não tinha nenhum cargo assalariado de professor. Ele já tinha 59 anos. Ele jamais havia estado nos EUA. Mas ele teve uma grande sorte: havia um jornalista nos EUA que não apenas conhecia sua obra, como também havia se tornado um defensor dela em suas colunas de jornal. Seu nome era Henry Hazlitt. Foi Hazlitt quem estimulou alguns empreendedores, como Lawrence Fertig, a fazer doações recorrentes a Mises.

Mises então passou a depender exclusivamente das doações destes poucos amigos e de alguns artigos que eram ocasionalmente encomendados por algumas revistas especializadas, a pedido destes amigos.

Durante os 30 anos seguintes, Mises foi uma voz solitária e sem recursos em defesa do livre mercado, lutando contra a vastidão keynesiana que dominava a paisagem mundial. Ele criou um seminário na New York University (NYU) para estudantes universitários, o qual durou 25 anos. Murray Rothbard era um dos frequentadores assíduos, embora apenas como ouvinte. Mises nunca recebeu salário da universidade, a qual o relegou ao status de professor visitante. Ele recebia ajuda de doadores. No entanto, não há hoje nenhum professor do departamento de economia da NYU que seja lembrado. Todos foram pessoas sem importância e não deixaram nenhum legado.

A publicação de seu livro Ação Humana, pela Yale University Press em 1949, começou a estabelecer sua reputação nos EUA. O livro vendeu muito mais do que havia sido inicialmente previsto. Este livro foi o primeiro a conter uma teoria abrangente e integrada da economia de livre mercado. Até então, nada remotamente parecido havia sido publicado. Foram muito poucas as pessoas que se deram conta disso em 1949, mas qualquer um que já tenha estudado a história do pensamento econômico sabe que é neste livro que se encontra a primeira aplicação abrangente da teoria econômica para toda uma economia de mercado. A análise é integrada em termos da defesa econômica austríaca da teoria do valor subjetivo e do individualismo metodológico.

Ele continuou escrevendo após 1949. Seus livros foram vendidos pela Foundation for Economic Education (FEE), a qual fez com que ele ganhasse a atenção de leitores que defendiam o livre mercado. Seus artigos começaram a aparecer na revista publicada pela FEE, The Freeman. A revista não era de ampla circulação nos meios acadêmicos, mas era bastante lida pela direita.

Eu comprei uma cópia de Ação Humana em 1960. Naquela época, eu já estava a par da importância de Mises para a história do pensamento econômico, mas, em minha universidade, eu provavelmente era o único estudante que o conhecia. 

Mises sempre foi um obstinado em sua dedicação aos princípios do livre mercado. Provavelmente mais do que qualquer outro grande intelectual do século XX, ele era conhecido entre seus pares como alguém inflexível, que não fazia concessões àquilo em que acreditava. Pelos economistas da Escola de Chicago ele foi chamado de ideólogo. E eles estavam certos. Por causa de sua consistência na aplicação do princípio do não-intervencionismo em cada setor da economia e, acima de tudo, por causa de sua oposição a bancos centrais e à manipulação estatal da moeda, os economistas o consideravam excêntrico. "Excêntrico", para eles, era sinônimo de "rigorosamente consistente".

Assim como os nazistas, os soviéticos também sabiam quem era Mises. Após a queda do nazismo, os soviéticos confiscaram as obras de Mises então em posse dos nazistas e as enviaram a Moscou. Suas obras roubadas ficaram em Moscou e nunca foram descobertas por nenhum economista ocidental até a década de 1980. O que foi uma grande ironia: economistas ocidentais não sabiam quem era Mises, mas os economistas soviéticos sim. Isto se tornou ainda mais verdadeiro em meados da década de 1980, quando a economia soviética começou a se desintegrar, exatamente como Mises havia previsto que aconteceria.

A grande vantagem de Mises sobre praticamente todos os seus colegas era esta: ele escrevia claramente. Todos os outros economistas, além de escreverem da maneira convoluta e repleta de jargões, enchem seus escritos de equações. Mises não utilizava equações e nem recorria a jargões. Ele escrevia seus parágrafos utilizando sentenças que eram desenvolvidas de maneira sucessiva. Você pode começar pela primeira página de qualquer um de seus livros e, se prestar atenção, chegará ao fim sem se tornar confuso em momento algum.

Isto era uma grande vantagem, pois as pessoas comuns que se interessavam por economia conseguiam seguir sua lógica. Sua reputação se espalhou no final de década de 1950 e por toda a década de 1960 por causa de seus artigos na The Freeman. Esta revista chegou a ter uma circulação de 40 mil exemplares em alguns anos. Não eram muitos os economistas que conseguiam, naquela época, atingir um público tão amplo e tão variado.

Mises realmente se manteve firme aos seus princípios durante todo o seu tempo de vida. Ele se manteve firme de maneira tão tenaz e obstinada que, por décadas, ele não teve influência alguma sobre a comunidade acadêmica. Todos os economistas o desprezavam ou ignoravam. Porém, após sua morte em 1973, sua influência começou a crescer. Em 1974, seu discípulo F.A. Hayek ganhou o Prêmio Nobel de Economia. Pouco a pouco, a reputação de Mises foi se espraiando. 

Hoje, há vários Institutos Mises ao redor do mundo — todos surgidos voluntária e espontaneamente, sem nenhum financiamento centralizado —, e seu nome é atualmente mais conhecido do que o de quase todos os outros economistas de sua geração, tanto os de antes da Primeira Guerra Mundial quanto os de depois da Segunda Guerra Mundial. O cidadão comum certamente não está familiarizado com os nomes da maioria dos economistas da primeira metade do século XX, e certamente é incapaz de ler e compreender as obras de praticamente qualquer economista da segunda metade.

Portanto, exatamente porque Mises nunca se mostrou disposto a fazer concessões, especialmente na área de metodologia, seu legado tem sido muito maior do que o da maioria de seus finados colegas. O legado de Mises só cresce; o deles, praticamente não existe.

Conclusão

Mises deve ser julgado não somente como um pensador extraordinariamente brilhante, mas também como um ser humano extraordinariamente corajoso. Ele acima de tudo sempre se manteve inarredavelmente apegado à verdade de suas convicções, sem se importar com o resto, e sempre preparado e disposto a atuar sozinho, sem uma única ajuda, na defesa da verdade. Ele jamais se importou um buscar fama pessoal, posições de prestígio ou ganhos financeiros, pois isso significaria ter de sacrificar seus princípios. 

Durante toda a sua vida, ele foi marginalizado e ignorado pelo establishment intelectual, pois a verdade de suas visões e a sinceridade e o poder com que as defendia e desenvolvia estraçalhava todo o emaranhado de mentiras e falácias sobre o qual a maioria dos intelectuais de sua época — bem como os de hoje — construiu suas carreiras profissionais.

Seus seminários, assim como seus escritos, eram caracterizados pelo mais alto nível de erudição e sabedoria, e sempre mantendo o mais profundo respeito pelas ideias. Mises jamais se interessou pela motivação pessoal ou pelo caráter de um autor, e sim por uma só questão: saber se as ideias daquela pessoa eram verdadeiras ou falsas. 

Da mesma forma, sua postura e comportamento pessoal sempre foram altamente respeitosos, reservados e fonte de amigável encorajamento. Ele constantemente se esforçava para extrair de seus alunos o que neles havia de melhor, para ressaltar suas melhores qualidades.

O mundo vive hoje mais uma era de planejamento econômico, e estamos vendo os economistas se dividirem em dois lados. A esmagadora maioria se limita a dizer exatamente aquilo que os regimes querem ouvir. Afastar-se muito da ideologia dominante é um risco que poucos estão dispostos a correr. As recompensas materiais são quase nulas, e há muito a perder.

Ser um economista íntegro significa não se furtar a dizer coisas que as pessoas não querem ouvir; significa, principalmente, dizer coisas que o regime não quer ouvir. Para ser um bom economista, é necessário bem mais do que apenas conhecimento técnico. É necessário ter coragem moral. E, no mercado atual, tal atitude está ainda mais escassa do que a lógica econômica.

Assim como Mises necessitou da ajuda de Hazlitt e Fertig, economistas com coragem moral necessitam de apoiadores e de instituições que os suportem e deem voz a eles. Este é um fardo que tem de ser encarado. Como o próprio Mises dizia, a única maneira de se combater ideias ruins é com ideias boas. E, no final, ninguém estará a salvo se a civilização for destruída em consequência do predomínio das ideias ruins.

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30 de Setembro de 1791: A Ópera "A Flauta Mágica", de Mozart, estreia com sucesso em Viena

30 de Setembro de 1791: A Ópera "A Flauta Mágica", de Mozart, estreia com sucesso em Viena:

 No dia  30 de Setembro de 1791, num teatro do subúrbio de Viena, uma ovação triunfal acolhe A Flauta Mágica (Die Zauberflöte), uma ópera plena de fantasia e no idioma alemão, acessível ao público popular.

Contudo, o compositor, Wolfgang Amadeus Mozart, não teve tempo de saborear o sucesso. Doente, extremamente debilitado, morre no seu leito dois meses mais tarde, aos 35 anos.
Repetidas vezes, Mozart compusera obras em língua alemã, que nunca tiveram maior destaque. Algumas delas, inspiradas na mitologia, pareceram fracas e convencionais, outras mais destacadas, como “O Rapto do Serralho” (1782), apoiavam-se unicamente sobre a fibra cómica.
Durante o grande período de criação de óperas que iam de Idomeneu (1781), Rei de Creta (1781) a Cosi fan tutte (1790), Mozart  apoia-se quase que somente em libretos italianos, notadamente aqueles de Lorenzo Da Ponte, compondo partituras dentro do espírito das obras italianas que gozavam, então, de ampla predileção entre o público.
Génio combativo, ele resolveu enfrentar o gosto popular. Transmitiu o seu desejo de mudar de género musical a um director de grupo teatral, Emmanuel Schikaneder, com quem estava ligado por forte amizade. O director, que se apresentava em cenas da periferia de Viena, pede-lhe então a composição de uma ópera em alemão. Mozart mostra-se imediatamente sensível à ideia.
Com A Flauta Mágica, ópera em alemão que alterna palavras e música, é quebrada por fim a concha em que se encerrava o mundo italiano dos salões vienenses e das cortes reais.
Em A Flauta Mágica, ópera carregada de fantasia e mistério, o príncipe Tamino, o caçador de pássaros Papageno e a Rainha da Noite disputam as preferências do público numa encenação repleta de efeitos especiais.
O libreto desta obra feérica, redigido por Schikaneder, está cheio de alusões à franco-maçonaria, uma ordem de iniciação maçónica nascida algumas décadas antes na Inglaterra e à qual pertencia Mozart.

A Flauta Mágica é um verdadeiro percurso iniciático. Há cenas em que se assiste aos padres reunidos como numa loja maçónica.
Valendo-se do concurso de Schikaneder, autor do libreto, e de um outro maçom conhecido pelo nome de Gieseke, Mozart fez alternar cenas cómicas e cenas sérias, o que confere à sua obra um clima mágico e que incorpora também um conteúdo filosófico.

A música de A Flauta Mágica ressoa directamente no espírito dos ouvintes. Excertos vertiginosos, como o da  Rainha da Noite, são sucedidos por passagens narrativas como a ária do caçador de pássaros Papageno, e de cantigas “uma mulher, apenas uma menina”.
Marchas solenes, estrondo de trovões, mas também duetos com repetição de palavras e ainda de instrumentos inesperados como a charamela ou o carrilhão juntam-se à diversidade do conjunto. Não há lugar a enfado no curso daquelas duas horas e tanto de divertimento musical e de espetáculo cénico.

Flauta Mágica seria levada à cena mais de 100 vezes no ano que se seguiu. Infelizmente, o seu genial compositor não teve tempo de desfrutar do enorme êxito da peça visto que faleceu em 5 de Dezembro de1791, pouco tempo depois da primeira apresentação, quando concluía o Requiem, a sua derradeira obra-prima.
O público moderno pôde assistir à A Flauta Mágica, belamente filmada pelo cineasta sueco Ingmar Bergman, e a vida de seu autor, romanceada por Milos Forman, no premiadíssimo filme Amadeus.

 Fontes: Opera Mundi
 wikipedia (imagens)


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Wolfgang Amadeus Mozart
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 Papageno