Ataque Aberto

"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Máscara é último tabu a cair, diz Líder Fascista sobre prevenção da Covid

Máscara é último tabu a cair, diz Bolsonaro sobre prevenção da Covid:

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) referiu-se nesta quinta-feira (26) ao uso de máscaras e disse que este é este é "o último tabu a cair" em relação às medidas para evitar a propagação do coronavírus. Leia mais (11/26/2020 - 20h04)

Líder Fascista agora nega que tenha chamado Covid de gripezinha

Bolsonaro agora nega que tenha chamado Covid de gripezinha:

Em sua live de hoje, Jair Bolsonaro disse que a "grande mídia" o acusou de chamar de gripezinha "a questão do Covid". Segundo ele, é tudo mentira...

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Anexos:
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Itamaraty reage a embaixada da China: “Tom e conteúdo ofensivo e desrespeitoso”

Itamaraty reage a embaixada da China: “Tom e conteúdo ofensivo e desrespeitoso”:

Rodrigo Freitas/O Antagonista

O Itamaraty decidiu responder o comunicado divulgado pela embaixada da China no Brasil, após o deputado federal Eduardo Bolsonaro acusar o país asiático de "espionagem" por meio da tecnologia 5G nesta semana...

 

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O resgate de Tocqueville

12h



Rodrigo Constantino para a Oeste:

Enquanto a eleição presidencial norte-americana segue sendo questionada judicialmente pelos republicanos, a nação continua dividida, e Joe Biden fez um discurso em prol da união. As palavras são positivas, mas os atos, nem tanto. Afinal, seu Partido Democrata tem sido responsável por segregar o povo, demonizar os adversários e eleitores de Trump, e nem sequer consegue condenar abertamente movimentos radicais e violentos como Antifa e Black Lives Matter.

Além disso, a política de identidade tem jogado mais lenha na fogueira da divisão, o ataque ao legado dos “pais fundadores” é frequente e ideias socialistas vão ganhando força dentro da base democrata. O partido que hoje tem Bernie Sanders, Kamala Harris, Alexandra Ocasio-Cortez e Ilhan Omar seria irreconhecível para um JFK, católico, anticomunista e defensor de menos impostos. O tecido social da América está esgarçado, e Trump é bem mais sintoma do que causa.

Nesse contexto, talvez seja útil resgatar a análise daquele que foi o observador mais arguto das peculiaridades norte-americanas que fizeram dos Estados Unidos uma grande potência democrática. Alexis de Tocqueville foi conhecer in loco a realidade do país e se encantou com muitas características excepcionais, que criavam certo abismo em relação à realidade europeia, em especial àquela francesa, de seu país natal.

Tocqueville escreveu seu clássico A Democracia na América buscando contribuir para a preservação da liberdade na França durante a conturbada transição da aristocracia para a democracia. Apesar do tempo transcorrido, o livro continua atual e válido em vários aspectos. Tocqueville reconhece a importância do caráter nacional norte-americano para a liberdade existente no país, e dá crédito aos religiosos puritanos pela moldagem desse caráter.

Entre as observações que fez sobre o país, consta a extraordinária capacidade das associações voluntárias no dia a dia da vida norte-americana, como uma força social muito mais potente e extensiva que o Estado. Se os franceses se voltavam para o Estado, e os ingleses para a aristocracia, os norte-americanos formavam livres associações uns com os outros quando precisavam de alguma coisa.

Os norte-americanos praticavam o autogoverno, em síntese. Não dependiam do governo, mas se organizavam para alcançar os próprios objetivos. Ele concluiu que a lei da associação é a primeira lei da democracia: “Entre as leis que governam as sociedades humanas, há uma que parece ser mais precisa e clara do que todas as outras. Se os homens devem continuar a civilizar-se ou tornar-se civilizados, a arte de associação deve crescer e melhorar, na mesma proporção em que aumentam as condições de igualdade”.

A igualdade de que falava Tocqueville não tem nenhum elo com a igualdade pregada pela esquerda democrata hoje, voltada para resultados iguais, independentemente do mérito ou valor gerado. Tocqueville deixou isso bem claro numa passagem conhecida: “Democracia e socialismo não têm nada em comum além de uma palavra: igualdade. Mas note a diferença: enquanto a democracia procura a igualdade na liberdade, o socialismo procura igualdade na restrição e na servidão”.

Os norte-americanos imaginam, segundo observou Tocqueville, que está em seu próprio interesse fazer contribuições para o bem-estar comum e o bem público. O futuro deles e de seus filhos se beneficia disso. O bem público está assim associado ao próprio interesse de cada um, ao dever moral de quem se sente parte de um todo. Não é preciso falar em altruísmo, pois a própria busca da satisfação dos interesses particulares já leva um povo mais avançado culturalmente a cuidar dos bens comuns. O norte-americano sente que a coisa pública é sua também, é de todos.

Tocqueville explica melhor seu ponto sobre o respeito do cidadão às leis: “Ele obedece à sociedade não porque seja inferior aos que a dirigem ou menos capaz de governar a si mesmo do que outro homem; ele obedece à sociedade porque a união com seus semelhantes lhe parece útil e porque sabe que essa união não pode existir sem um poder de controle”.

Mas essa postura, para Tocqueville, era derivada de valores e costumes que a religião ajudava a preservar. A importância que Tocqueville deu ao fator religioso, especialmente o protestante, no sucesso relativo dos Estados Unidos foi enorme. Conforme resume Michael Novak em seu The Universal Hunger for Liberty, seriam basicamente cinco os aspectos mundanos da utilidade religiosa: restrição aos vícios e ganhos na paz social; ideias fixas, estáveis e gerais sobre as dinâmicas da vida; o foco na questão de igualdade perante a lei; uma nova concepção de moralidade como uma relação pessoal com Deus, e, portanto, um motivo para agir de forma correta mesmo quando ninguém está observando; e, por meio da elevada honra dedicada ao laço do matrimônio, uma regulação tranquila das regras no casamento e em casa. Uma rede de confiança inspirada pela fidelidade, alimentada dentro do lar familiar e criando filhos felizes, isso aumentaria as chances de sucesso de um governo republicano.

Para Tocqueville, a religião vê na liberdade civil um nobre exercício das faculdades do homem. Ela vê no mundo político um campo liberado pelo Criador para os esforços do intelecto. A liberdade, por sua vez, vê na religião a companheira de suas lutas e seus triunfos. Considera a religião como salvaguarda dos costumes e os costumes como garantia das leis e de sua própria durabilidade.

A aristocracia artificial, a nobreza por nascimento, era algo incompatível com a realidade democrática norte-americana, e Tocqueville celebrava isso. O “homem comum” tinha um valor bem superior ao que ele notava na Europa, e o ceticismo para com a classe governante era um antídoto contra tiranias. Tocqueville certamente demonstraria preocupação com a “tirania dos especialistas” na era moderna, com a arrogância dos “homens da ciência” que desejam agir como “engenheiros sociais”. Ele constatou: “O império moral da maioria se baseia na ideia de que há mais esclarecimento e sabedoria em muitos homens reunidos do que em um só, mais sabedoria no número do que na escolha dos legisladores. Esta é a teoria da igualdade aplicada ao intelecto”.

O que fez da América uma grande potência livre vem sendo abandonado faz tempo, em especial pela esquerda democrata. Obama, em seus discursos, diminuía a importância do empreendedor na criação de riqueza, apelando para um coletivismo incompatível com a meritocracia individual. A tentativa de apagar o passado e rejeitar as tradições herdadas é outra postura antagônica àquilo que Tocqueville enxergava como crucial para a manutenção do tecido social. O desprezo pelo cristianismo, tão comum em meios “progressistas”, representa um perigoso afastamento dos pilares norte-americanos.

Em suma, seria ótimo se os democratas realmente desejassem maior união. Mas para tanto seria necessário abandonar boa parte da retórica atual, eivada de um sentimento de arrogância elitista e ressentimento tóxico contra os “deploráveis”. Os democratas teriam também de depositar maior confiança no cidadão, no indivíduo, e menos no papel estatal como locomotiva do progresso e da “justiça social”. Tais crenças parecem bem mais próximas da mentalidade francesa aristocrática dos tempos de Tocqueville do que com aquilo que fez da América um caso excepcional de sucesso. Os democratas precisam resgatar Tocqueville se querem mesmo resgatar a América!

Maradona, meu primeiro vilão no futebol

Maradona, meu primeiro vilão no futebol:

O argentino deixou momentos inesquecíveis nos gramados, um legado preciso ao futebol-arte: naquele mesmo jogo em que revelou ao mundo la mano de Dios, fez também o gol de construção individual mais incrível da história das Copas, saindo de seu próprio campo e driblando mais de meio time inglês. O anti-herói vingava as Malvinas e virava lenda hermana.

Maradona, meu primeiro vilão no futebol

Morreu Diego Armando Maradona. E, como li em alguma declaração de homenagem, não interessa o que você fez da sua vida. Me interessa o que você fez na minha. E nesta, Maradona foi, de certa forma, um primeiro antagonista. O super-herói de carne e osso que eu tive quando me dei por gente foi Zico, contemporâneo do argentino no futebol. Ambos lideraram, principalmente na primeira metade dos anos 80, a principal rivalidade sul-americana no futebol.

Talvez por isso, a competição de Maradona, para mim, nunca foi realmente em nível de Pelé, mas com o Galinho de Quintino. Dieguito era o vilão.

E não dá para esquecer que, naquele jogo em 82, quando a seleção brasileira sambou na cara dos argentinos, o baixinho deles tirou o volante Batista da Copa com um pontapé na coxa. Coisa de vilão, mesmo. No jogo seguinte, sem o ótimo marcador, contundido, o timaço do Telê ficou mais desprotegido. E os melhores do mundo perderam para a Itália de Paolo Rossi.

Quatro anos depois, quando fez o antiético e antológico gol com a mão, Maradona levantaria a Taça Fifa no mesmo ano em que o meu favorito Zico errava um pênalti fatal depois de quase um ano tentando a recuperação de uma gravíssima agressão sofrida no joelho pelo carniceiro Márcio Nunes, do Bangu.

O argentino deixou momentos inesquecíveis nos gramados, um legado preciso ao futebol-arte: naquele mesmo jogo em que revelou ao mundo la mano de Dios, fez também o gol de construção individual mais incrível da história das Copas, saindo de seu próprio campo e driblando mais de meio time inglês. O anti-herói vingava as Malvinas e virava lenda hermana.

Outra prova de sua grandeza foi ter sido a estrela maior no Napoli daqueles anos 80 (com a grande colaboração dos brasileiros Careca e Alemão) que conquistou dois inéditos títulos italianos e uma Copa da Uefa (o equivalente hoje à Liga Europa, o segundo torneio mais importante do continente).

O extracampo terrível de Maradona já corria solto nessa época, mas só interferiu de fato em sua carreira, na década seguinte, quando ele foi pego no antidoping duas vezes, uma por uso de cocaína, pelo Napoli, e outro na Copa de 1994, pela Argentina. A partir de então, a decadência em campo veio junto com a dependência química.

Teve ainda uma carreira como treinador, a qual não pode ser considerada apenas discreta porque teve no currículo o comando da seleção argentina na Copa de 2010, na África do Sul, em uma campanha razoável (eliminada nas quartas-de-final pela Alemanha, numa derrota por 4 a 0).

Com posição política sempre ligada à esquerda, Diego tatuou a figura de Che Guevara no braço e Fidel Castro na panturrilha. Curiosamente, o craque morreu no mesmo dia em que, quatro anos atrás, foi-se o comandante cubano.

Se o histórico que Diego Armando Maradona deixa fora dos campos é bastante polêmico, não há apreciador do esporte mais popular do mundo que possa negar sua contribuição fantástica à plástica nas quatro linhas.

Na minha infância, ele era o vilão da rixa com o super-herói Zico. Mas só tinha esse papel por eu ver, com as retinas de criança, o que era capaz de produzir aquele corpo compactado com uma perna esquerda mágica.

El Pibe de Oro, El Diez, Dieguito. Descanse em paz, no Olimpo do futebol.

Previsão Sul – Frente fria chega ao RS

Previsão Sul – Frente fria chega ao RS:

Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre previsão, temperatura mínima e máxima prevista, além de destaques relevantes dos últimos dias.

26 de Novembro de 1504: Morre Isabel I de Castela, "A Católica"


 1
3h

 Rainha de Castela, Isabel nasceu a 22 de Abril de 1451 em Madrigal de las Altas Torres, Ávila. Foi responsável no seu reinado por uma política que favoreceu os descobrimentos e a expansão territorial, bases da formação do império espanhol. Filha de João II de Castela e de Isabel de Portugal, quando tinha três anos, o seu meio-irmão Henrique IV ascendeu ao trono e ela foi posta sob sua custódia. 

Henrique IV reconheceu-a como herdeira do trono de Castela  pelo pacto dos Toros de Guisando, contra as pretensões de Joana, a Beltraneja, filha do próprio Henrique IV. Assumiu o trono, após uma guerra civil contra Joana, decorrida depois da morte de Henrique. Casou-se com o seu primo em segundo-grau, o príncipe Fernando de Aragão e, devido ao seu parentesco próximo, tiveram de pedir permissão ao Papa. Com a morte de João II de Aragão, Fernando, marido da rainha, assumiu o trono aragonês, unindo-se assim os dois reinos. É conhecida como Isabel, a Católica, título que lhe foi concedido a ela e ao marido pelo papa Alexandre VI mediante a bula Si convenit no dia 19 de Dezembro de 1496. 
A expansão territorial de Castela sob o mando dos Reis Católicos, iniciou-se com a anexação do arquipélago das Canárias e terminou (1492), com a conquista de Granada, último reino muçulmano da península ibérica. O evento mais marcante do seu reinado foi a descoberta da América por Cristóvão Colombo, no qual participou activamente do financiamento da viagem e, depois, da evangelização e implantação da igreja nas novas terras.
O seu reinado também  favoreceu a pecuária ovina em Castela e o comércio de lã, centralizou e fiscalizou as operações mercantis com as Índias e saneou a moeda castelhana. Politicamente  fortaleceu as instituições reais, aumentou o controle sobre as ordens militares, a fazenda real, as Cortes, a justiça. No campo religioso e cultural, efectuou uma extensa  reforma do clero, com a ajuda do cardeal Francisco Jiménez de Cisneros, e terminou o processo de unificação religiosa, com a expulsão dos judeus não-convertidos (1492) e a imposição do cristianismo à população árabe. Para fiscalizar o cumprimento dessas medidas, fortaleceu o tribunal da Inquisição. Isabel criou  uma escola palaciana, que elaborou a primeira Gramática castelhana (1492). Morreu em Medina do Campo, Valladolid, a 26 de Novembro de 1504. No seu testamento, reflexo de uma concepção patrimonial do reino, não legou os direitos sucessórios a Fernando, mas à filha Joana a Louca, mãe do futuro imperador Carlos V (I da Espanha), que deu início a uma nova dinastia espanhola, a dinastia dos Habsburgos.
wikipedia (Imagens)

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Possível imagem de Isabel, a Católica
Ficheiro:Isabeldecastilla.jpg

Arquivo: Losreyescatolicos.jpg

Fernando e Isabel com os seus súbditos - Autor desconhecido
Ficheiro:Emanuel Gottlieb Leutze - Columbus Before the Queen.JPG

Cristóvão Colombo apresenta-se a Isabel I de Castela - Emanuel Gottlieb Leutze

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Mano Negra - Santa Maradona (Larchuma Football Club) (Official Music Video)

25 de Novembro de 2020 - Morre um dos Maiores Artistas da História: Diego Armando Maradona.

 


Murió Diego Maradona: se suspendió el partido de Boca con Inter por la Copa Libertadores

Murió Diego Maradona: se suspendió el partido de Boca con Inter por la Copa Libertadores:

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Se canceló por ahora el choque de ida de los octavos de final que se iba a jugar en Brasil.
Anexos:

Murió Diego Maradona: "Fui y soy muy feliz; el fútbol me dio más de lo que hubiese imaginado", dijo en su última entrevista con Clarín

Murió Diego Maradona: "Fui y soy muy feliz; el fútbol me dio más de lo que hubiese imaginado", dijo en su última entrevista con Clarín:

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En su 60° cumpleaños, Maradona respondió en exclusiva a las preguntas de Clarín. El coronavirus, la dura realidad del país, su vaticinio en la Libertadores y Messi.
Anexos:

Filósofo Oficial do Regime Fascista pede Renúncia do Líder do Regime Nacional Evangélico.

Olavo de Carvalho pede renúncia de Bolsonaro:


Olavo de Carvalho pediu a renúncia de Jair Bolsonaro...

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Políbio Braga diz que Osmar Terra piora e respira com ajuda de aparelhos

Osmar Terra piora e respira com ajuda de aparelhos:  Agravou-se bastante o estado de saúde do deputado Osmar Terra. O hospital São Lucas, Porto Alegre, confirmou que ele está na UTI e respira com a ajuda de aparelhos.

Líder Fascista no comando da PF

Bolsonaro no comando da PF:


Jair Bolsonaro chutou Sergio Moro porque queria controlar a PF.

É o que vai ocorrer...

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Vagabundos Petistas negociam com candidato bolsonarista à presidência da Câmara

PT negocia com candidato bolsonarista à presidência da Câmara:


O bolsonarismo e o lulismo podem se juntar mais uma vez na disputa pelo comando do Congresso Nacional...

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Regime Nacional Evangélico não gasta recursos aprovados para pandemia, diz jornal

Governo Bolsonaro não gasta recursos aprovados para pandemia, diz jornal:

O Governo Federal não gastou todo o dinheiro destinado para contratar médicos, reestruturar hospitais, comprar testes de Covid-19 para presídios e fomentar agricultura familiar para doação de alimentos, diz o jornal Folha de S.Paulo.

Segundo a reportagem, que utiliza informações que constam nos relatórios da Câmara, a consultoria de Orçamento da casa listou pelo menos dez ações da gestão do presidente Jair Bolsonaro que não avançaram, apesar da abertura imediata de créditos extraordinários liberados por meio de medidas provisórias.

O maior gasto durante esse período de 8 meses de pandemia foi com o auxílio emergencial, na soma de R$ 275,4 bilhões. Porém, em outras frentes, o governo não utilizou todo o dinheiro destinado para mitigar os efeitos da crise da saúde.

Em maio, uma MP destinou dinheiro para o Ministério da Saúde para a contratação de 5 mil profissionais por tempo determinado, que deveriam atuar em áreas mais impactadas pela pandemia. No entanto, o relatório mais recente da Câmara, com dados até o dia 20 de novembro, mostra que apenas 4,6% do dinheiro foi efetivamente gasto. A pasta foi autorizada a gastar R$ 338,2 milhões, mas o valor utilizado não chegou a R$ 16 milhões.

No texto da medida provisória, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que os gastos se restringiriam ao período de calamidade pública. O texto deixou de ser apreciado pelo Congresso e perdeu a eficácia em setembro. O Ministério da Saúde disse, em nota, que as contratações de profissionais foram feitas a partir de demandas de Estados e municípios, sem especificar o número de contratações e a verba gasta.

Ainda segundo a reportagem, também foram destinados R$ 70 milhões, em abril, para a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, para a reestruturação de prédios dos hospitais universitários para a abertura de novos leitos na pandemia, bem como para a compra de equipamentos médicos, mas até agora apenas R$ 17,1 milhões foram usados.

De acordo com a estatal, “para a liberação e o empenho dos recursos, é avaliado previamente se a destinação dos itens a serem adquiridos será efetivamente para o combate à pandemia. Processos de compras tramitam na EBSERH”, disse em nota.

Quanto às verbas destinadas aos presídios, foram autorizados R$ 17,2 milhões para a compra de testes rápidos, a estruturação de hospitais de campanha, a aquisição de aparelhos de saúde e serviços de telemedicina. Mas apenas R$ 2,4 mil foram efetivamente pagos, via Fundo Penitenciário Nacional (Funpen). Segundo os relatórios da Câmara, as verbas são oriundas de uma MP de maio.

O Depen (Departamento Penitenciário Nacional) disse, em nota, que uma primeira MP, no valor de R$ 49 milhões, permitiu a compra de equipamentos de proteção individual e testes para os presídios, e que uma segunda MP, que determinou gastos ínfimos pelo órgão do Ministério da Justiça, “foi baseada em planejamento inicial abrangente, considerando o cenário não conhecido sobre o avanço da doença no sistema prisional”.

O Ministério da Cidadania não conseguiu gastar nada dos R$ 86,3 milhões autorizados em setembro para construir cisternas no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, que vistam ampliar o acesso a água potável.

A pasta também não utilizou toda a verba destinada para financiar a doação de comida a família em insegurança alimentar. Estão empenhados R$ 497,3 milhões, mas o valor efetivamente pago soma apenas R$ 172,2 milhões do total.

O Itamaraty também possui crédito de R$ 50 milhões para custear serviços de assistência a brasileiros no exterior durante a pandemia, mas gastou apenas R$ 11,5 milhões. O Ministério do Turismo possui R$ 5 bilhões para financiar o setor, mas disse, em nota, que usou apenas metade dos recursos.

A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), vinculada ao Ministério da Saúde, já possui autorizados R$ 641,3 milhões para o processamento final e absorção de tecnologia da vacina, mas até agora foram pagos apenas R$ 5,7 milhões.

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O Centrão é antidemocrático

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Sebastião Pereira da Paixão Jr. para a Gazeta do Povo:


Esqueça FHC. Esqueça Lula. Esqueça Bolsonaro. Poderia citar mais alguns mortos-vivos, mas esqueça-os também. Quem manda no Brasil é o Centrão, um grupo político numeroso, amorfo e movediço que, em vez do protagonismo e da liderança, prefere determinadas posições de retaguarda, regadas por generosas fatias do orçamento público. Fogem da luz, pois preferem as sombras.

Não traduz nenhuma novidade dizer que o sistema partidário brasileiro é uma colcha de retalhos. Objetivamente, o resultado parcial das eleições municipais exala sintomas e patologias. De todas, uma é por demais ilustrativa: os maiores partidos brasileiros em número de prefeituras – MDB, PP e PSD – são agremiações que não tiveram candidatos à Presidência da República nos últimos pleitos. Ou seja, são agremiações que vivem no pântano do fisiologismo político, subjugando, por sua maioria parlamentar, os projetos vencedores de poder.

Sem cortinas, o Centrão representa flagrante subversão da democracia, aniquilando a autonomia da governabilidade com consequente relativização do voto popular. Isso porque o povo pode escolher, mas, se o escolhido não se ajoelhar ao Centrão, irá capitular por deliberada asfixia parlamentar. E o interesse público, onde fica? Esqueça. Para essa turma o que importa são apenas os negócios da política de balcão. Sobram cifras no enterro da dignidade democrática.

Infelizmente, nosso sistema partidário é moral e institucionalmente falido; salvo raríssimas exceções, não há ideal, não há princípios, não há ética política. A questão é: o que fazer para rompermos a teia viscosa do fisiologismo doentio?

Ora, primeiramente, é imperativo admitir que as velhas soluções não funcionam mais; a sociedade exige novas e melhores respostas. Logo, de nada adianta bradar por mudanças e, contraditoriamente, insistir com hábitos que levam aos lugares de sempre. A realidade política requer posturas e incidências inovadoras que, com criatividade e talento, elevem a institucionalidade do poder, rompendo com o oportunismo antidemocrático do Centrão.

Para tanto, precisamos de lideranças políticas dignas e honestas que tenham a coragem e a habilidade necessárias para enfrentar o sistema posto. No campo aberto das soluções eficazes, é necessário explorar, com inteligência, as redes sociais para a geração de ondas cívicas transformadoras sobre o Congresso Nacional, impondo a votação vertical de pautas inadiáveis ao progresso do Brasil. Afinal, quando o povo quer, a classe política vota.

O desafio está em criar um virtuoso movimento dinâmico sobre o parlamento, quebrando a inércia legislativa que deixa o barco andar até onde possível for. Sim, o Congresso trabalha pouco e mal, gastando tempo e recursos em discussões laterais que não atacam a essência dos problemas nacionais. A democracia contemporânea exige obrigatória responsividade legislativa, por meio de um corpo político proativo, sério e dedicado a superar os entraves mesquinhos que condenam o Brasil ao baixo desenvolvimento econômico e à alta desigualdade social.

Ao contrário do radicalismo estúpido ou do extremismo cego, a democracia autêntica exige a superioridade da razão pensante e do ímpeto intemerato que vence o medo para levar luzes onde reina a escuridão. Temos de ter viva consciência de que, apesar de todas as deficiências do sistema democrático, nada – absolutamente nada – compensa aventuras outras que não sejam pautadas pelo regime das liberdades constitucionais, pelo livre debate das ideias e pelo respeito às diferenças humanas na vida em sociedade.

Democracia, antes de perfeição, é possibilidade. Enquanto houver decência cívica, sempre será possível o surgir da ação democrática que promova o bem a todos, com diálogo, equilíbrio e entendimento político. O Brasil, definitivamente, merece mais, pois não há nação que resista tanto a tão pouco.

Sebastião Ventura Pereira da Paixão Jr. é advogado e conselheiro do Instituto Millenium.

Precisamos falar sobre Boulos

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Rodrigo Constantino para a Gazeta:


E os comunistas sempre souberam explorar isso. Mas uma coisa se repete com regularidade lunática: os seduzidos são invariavelmente do "andar de cima", são ricos, são "artistas". Em Esquerda Caviar expliquei melhor o fenômeno. Lula era o queridinho dos "intelectuais" e da elite do setor público. Deu no que deu.

Não obstante, aprendemos com a história que poucos aprendem com a história. E por isso que Guilherme Boulos, um Lula reeditado, está no segundo turno para disputar o comando da capital mais importante do país. E com chances concretas! Segundo as pesquisas, a diferença dele para o primeiro colocado caiu para dez pontos percentuais apenas. Boulos teria 45% das intenções de votos válidos.

E quem faz um esforço comovente para ajuda-lo? Ora, justamente a elite, em especial aquela do jornalismo, onde o PSOL tem bem mais representatividade do que no Congresso. Nossa imprensa é incapaz de sequer chama-lo de radical, de extrema esquerda. Tentam pinta-lo como um moderado esquerdista, o que é uma piada.

E eis de onde vem a sua grana de campanha, segundo reportagem da Folha de SP:
Até agora, a candidatura de Boulos registrou R$ 5,3 milhões arrecadados para a campanha. A maior parte, R$ 3,7 milhões, vem do fundo eleitoral —dinheiro público a que os partidos têm direito em ano de eleição— e representa 70% do total que a candidatura tem para gastar.

Já no topo da arrecadação para a campanha de Boulos registrada em nome de pessoas físicas estão o cantor e compositor Caetano Veloso e a empresária Paula Lavigne, sua esposa, que doaram R$ 100 mil cada um ao candidato do PSOL.

O dinheiro arrecadado com a live feita por eles está sendo dividido entre Boulos e Manuela D'Ávila (PC do B), que concorre à Prefeitura de Porto Alegre.

“O que doamos [como pessoa física] foi o referente ao que eu e Caetano receberíamos pelo nosso trabalho na live”, diz Paula Lavigne. “A doação de quem comprou o ingresso para assistir a live é outra e aparecerá no nome de cada um que comprou como financiamento coletivo.”

Em seguida, a terceira maior doação para a campanha do PSOL é de Marília Furtado de Andrade, herdeira de Gabriel Donato de Andrade, um dos fundadores da empreiteira Andrade Gutierrez. Ela doou R$ 80 mil.

Marília é mãe de Petra Costa, a cineasta que concorreu ao Oscar de melhor documentário com “Democracia em Vertigem”, que trata do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Marília aparece no filme em imagens de acervo da cineasta. Procurada, Petra não retornou o contato da reportagem.
Qual a surpresa? O comunismo sempre foi bancado por herdeiros culpados e entediados e artistas alienados e "sonháticos". Nunca foi apoiado pelo povo, que diz representar. É verdade que os tucanos mereciam uma boa lição nas urnas, mas o custo é alto demais. O povo paulista é refém dos tucanos, pois a alternativa, em vez de te trancar em casa, é invadir sua casa!

Boulos foi num programa de "entrevistas" nesta segunda e disse: "Tentar me imputar de forma negativa, como foi feito, a pecha de radical ou extremista só expressa o momento sombrio que a gente está vivendo no país. Eu luto há 20 anos para que as pessoas tenham um teto; isso é radicalismo?". A tática só cola com bobalhões mesmo. É o velho monopólio das virtudes, deixando de lado o debate que realmente importa: aquele sobre os meios. Ele "luta" por moradia num esquema corrupto com violência e invasões. Ou seja, trata-se de um comuna ultrarradical. Mas nossa mídia finge que não sabe de nada disso...

A capital São Paulo poderá ter como prefeito um incendiário que promove quebra-quebra em nome da revolução comunista, uma espécie de sans-cullotte tupiniquim, um jacobino que incita ódio, um defensor de ditaduras como a cubana e a venezuelana. E nossos "jornalistas" não conseguem chamar esse sujeito de radical!

Polícia prende funcionária do Carrefour que filmou espancamento de João Alberto

Polícia prende funcionária do Carrefour que filmou espancamento de João Alberto:


A Polícia Civil prendeu Adriana Alves Dutra, funcionária do Carrefour que gravou, do celular, o espancamento de João Alberto Silveira Freitas em Porto Alegre...

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Embaixada chinesa reage a tuíte de Eduardo: ‘cessem as calúnias ou vão arcar com as consequências’

Embaixada chinesa reage a tuíte de Eduardo: ‘cessem as calúnias ou vão arcar com as consequências’:


A embaixada da China no Brasil acaba de soltar comunicado em que repudia o tuíte em que Eduardo Bolsonaro acusa o gigante asiático de usar a tecnologia 5G para espionagem. Depois do estrago feito, o deputado apagou a postagem...

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Mais de 170 mil já morreram por Covid-19 no Brasil

Mais de 170 mil já morreram por Covid-19 no Brasil:


Dados das secretarias estaduais de saúde apontam que o Brasil já tem 170.179 mortos por Covid-19. De ontem para hoje, foram registrados novos 638 óbitos...


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Previsão Sul – Pancadas de chuva em parte do RS

Previsão Sul – Pancadas de chuva em parte do RS:

Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre previsão, temperatura mínima e máxima prevista, além de destaques relevantes dos últimos dias.

25 de Novembro de 1936: É assinado o Pacto Anti-Komintern, entre a Alemanha de Hitler e o Japão

25 de Novembro de 1936: É assinado o Pacto Anti-Komintern, entre a Alemanha de Hitler e o Japão:

 

O Pacto Anti - komintern,  acordo concluído primeiro entre a Alemanha e o Japão em 25 de Novembro de 1936 e mais tarde entre Alemanha, Japão e Itália em Novembro de 1937, dirigia-se directa e ostensivamente contra a Internacional Comunista (Komintern) e por implicação, especificamente contra a União Soviética.

Os tratados foram pedidos por Adolf Hitler, que na ocasião invectivava publicamente contra o bolchevismo e estava interessado no sucesso do Japão na guerra que se abria contra a China. Os japoneses estavam irritados com o Pacto de Não-agressão sino-soviético de Agosto de 1936 e a subsequnte venda de aviões militares e munições soviéticos à China.

Ao assinar o Pacto Anti-komintern, o ministro dos Negócios Estrangeiros alemão, Joachim Ribbentrop disse aos correspondentes da imprensa que a Alemanha e o Japão tinham-se unido para defender a civilização ocidental. À primeira vista, o pacto parecia não ser mais que um artifício de propaganda pelo qual esses países obteriam o apoio mundial, explorando a aversão dos governantes ocidentais pelo comunismo e a desconfiança da Internacional Comunista.

Entretanto, no tratado havia também um protocolo secreto especialmente dirigido contra a União Soviética. No caso de um ataque não provocado da URSS contra a Alemanha ou o Japão, as duas nações concordavam em consultar-se a respeito das medidas a tomar “para salvaguardar os seus interesses comuns” e aceitaram “não adoptar medidas que pudessem tender a facilitar a situação soviética.” Estipulava-se igualmente que nenhuma das duas nações firmaria quaisquer tratados com a URSS contrários ao espírito do acordo, sem consentimento mútuo.

Não tardaria muito até que a Alemanha rompesse o acordo e acusasse o Japão de não observá-lo. Porém o pacto servia  certos objectivos de propaganda entre o crédulo mundo e juntava pela primeira vez as três nações agressoras.

Em 23 de Agosto de 1939, o Japão, dizendo-se ultrajado pelo Pacto de Não-Agressão Molotov-Ribbentrop, renunciou ao Pacto Anti -komintern. Todavia, acedeu mais tarde em assinar novo Pacto  em 27 de Setembro de 1940, que estabelecia que a Alemanha, a Itália e o Japão “ prestariam assistência  mútua com  meios militares, económicos e políticos” caso algum deles fosse atacado por uma potência não envolvida na Guerra Europeia ou no conflito sino-japonês, ou seja, União Soviética ou os Estados Unidos.

Fontes: Opera Mundi

wikipedia (imagens) 

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O Embaixador japonês Kintomo Mushakoji e o ministro alemão Joachim von Ribbentrop na assinatura do pacto
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terça-feira, 24 de novembro de 2020

Dois a Dois

 

Dois a Dois


(Milton Pires)


...Porque toda prostituta é

um anjo que ao invés de abrir

as asas, abre as pernas e salva

o homem do Inferno da crença

de que existe um dinheiro capaz

de pagar um ato assim, de que

existe amor com preço num

mundo sem fim, numa história

em que a própria vida é a morte

vendida a prazo, breve instante de

orgasmo que se perde no silêncio

daquilo que sempre foi antes, durante

e depois...amor de graça ou amor

vendido, amor de verdade…


Só nós dois..”


Novembro de 2020.

Da Clemência – Sêneca

Da Clemência – Sêneca:

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a Clemência, também traduzido como Tratado sobre a Clemência, é um ensaio de originalmente três volumes dos quais apenas o primeiro e parte do segundo sobreviveram. Foi escrito em 55-56 dC por Sêneca, dedicado ao imperador Nero no seu primeiro (ou segundo) ano de reinado. No De Clementia Sêneca desenvolve suas reflexões sobre o poder do estado e sobre a diferença entre o tirano e o bom rei. Traça a imagem de um governante que reina, como representante dos deuses. Explica que o poder absoluto pode ser legitimado e justificado pela prática da clemência, mantendo assim a ordem e organizando um consenso entre os homens. Ao ser clemente, ao ser virtuoso, o imperador se torna útil ao bem público, se porta segundo à Natureza, se conforma ao Lógos, à Fortuna. Na obra vemos como a clemência deve ser exercitada principalmente por aqueles que podem socialmente exercer poder sobre outros: príncipes, professores, militares, pais, considerando que o dano causado por um erro de julgamento por estes, quando afetados por alguma paixão, será profundamente danoso para quem recebe a punição e para quem a ordena. Para o príncipe, a prática da clemência, além de evitar a formação de oposições, de legitimar seu poder e de lhe garantir direito de sucessão, fornece estabilidade e segurança no poder. Enquanto o tirano, o mau imperador é perseguido e vive sem tranquilidade, o rei-filosofo, o bom e clemente imperador vive em paz, pois conta com o amor e não com o temor dos súditos.

Charge do Amarildo

Charge do Amarildo:

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Humor
Anexos:

Sócio oculto de Allan dos Santos é dono da empresa que faz o Pátria Voluntária, de Michelle Bolsonaro

Sócio oculto de Allan dos Santos é dono da empresa que faz o Pátria Voluntária, de Michelle Bolsonaro:


Bruno Ayres, apontado pela Polícia Federal como sócio oculto de Allan dos Santos, é dono da empresa Ayr Ayres Serviços de Informação, cujo nome fantasia é V2V.Net, uma provedora de tecnologia para sites de voluntariado.

No mercado há cerca de 20 anos, a V2V tem vários clientes corporativos e estatais, como Caixa e BB, além do próprio governo federal - sendo a empresa responsável pela plataforma tecnológica do programa Pátria Voluntária, comandado por Michelle Bolsonaro...

Leia este conteúdo na integra em: Sócio oculto de Allan dos Santos é dono da empresa que faz o Pátria Voluntária, de Michelle Bolsonaro

Anexos:

Previsão Sul – Baixa umidade relativa do ar

Previsão Sul – Baixa umidade relativa do ar:

Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre previsão, temperatura mínima e máxima prevista, além de destaques relevantes dos últimos dias.

24 de Novembro de 1859: Charles Darwin publica 'A Origem das Espécies'


3h

 O livro sobre  A Origem das Espécies, obra científica  do naturalista britânico Charles Darwin, é publicado em Inglaterra no dia 24 de Novembro de 1859. A teoria de Darwin defendia que organismos vivos evoluem através de um processo a que chamou de “selecção natural”. Nela, organismos com variações genéticas que se adaptam ao seu meio ambiente tendem a propagar mais descendentes que organismos da mesma espécie aos quais faltam as variações, influenciando, por conseguinte a estrutura genética em geral das espécies. 

Darwin, que foi influenciado pelo trabalho do naturalista francês Jean-Baptiste de Lamarck e do economista inglês Thomas Malthus, constatou grande parte das evidências a favor da sua teoria durante a longa expedição de pesquisas a bordo do HMS Beagle nos anos 1830, que durou perto de cinco anos. Visitando lugares diferentes como as Ilhas Galápagos e a Nova Zelândia, Darwin adquiriu um conhecimento muito próximo da flora, fauna e geologia de muitas terras.

A ideia da evolução orgânica não era nova. Tinha sido aventada antes, entre outros, pelo avô de Darwin, Erasmus Darwin, um insigne cientista inglês e por Lamarck, que no começo do século XIX desenhou o primeiro diagrama evolucionário – uma cadeia que levava de organismo unicelulares ao homem. No entanto, só com Darwin que a ciência apresentou uma explicação prática do fenómeno da evolução. 

Darwin havia formulado a sua teoria da selecção natural em 1844, contudo mostrou-se cauteloso em revelar as suas teses ao grande público porque contradizia flagrantemente a versão bíblica da criação. Em 1858, com Darwin ainda em silêncio acerca das suas descobertas, o naturalista britânico Alfred Russel Wallace publicou por sua conta um artigo que resumia a essência da sua teoria. Darwin e Wallace pronunciaram uma conferência conjunta diante da Sociedade Linnean de Londres em Julho de 1858. Darwin resolveu então preparar a sua obra para publicação. 

Trazida à luz em 24 de Novembro de 1859, a primeira edição de  A Origem das Espécies  esgotou-se rapidamente. A maioria dos cientistas abraçou de imediato a sua teoria, visto que resolvia inúmeros quebra-cabeças da ciência biológica. Contudo, os cristãos ortodoxos condenaram o trabalho como uma heresia. A controvérsia quanto às  ideias de Darwin aprofundou-se com a publicação de uma série de livros sobre plantas e animais, em particular “A descendência do Homem e selecção em relação ao sexo” e “A expressão da emoção em homens e animais” nos quais expõe a evidência da evolução do homem.

À época da morte de Darwin em 1882, a sua teoria da evolução já era universalmente aceite. Em homenagem ao conjunto do seu trabalho científico, foi enterrado na Abadia de Westminster ao lado de reis, rainhas e outras ilustres figuras da história britânica. Subsequentes desenvolvimentos na genética e na biologia molecular levaram a algumas mudanças no entendimento da teoria evolucionista, porém as ideias de Darwin permanecem até hoje como essenciais no campo da biologia. 

Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)


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Capa do livro A Origem das Espécies, de 1859
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Árvore de evolução de Darwin

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Retrato de Charles Darwin - John Collier