Ataque Aberto

"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Assinando esta lista, você ajudará a pedir a prisão preventiva de Lula e Dilma


Assinando esta lista, você ajudará a pedir a prisão preventiva de Lula e Dilma:

por POLÍBIO BRAGA
Nas rede sociais, é desta forma que muita gente já enxerga a dupla do PT.

O advogado gaúcho Pedro Lagomarcino abriu convite para que os leitores que queiram, possam assinar e compartilhar com seus amigos, a petição que concluiu há pouco e que tem o tem como objetivo requerer a prisão preventiva, a condenação e a prisão definitiva de Lula e Dilma.

Trata-se de uma resposta aos sedizentes "400 intelectuais" que assinaram o manifesto pró Lula 2018.

Se você quiser ler as razões e assinar, entre no link a seguir.


CLIQUE AQUI para aderir e assinar. 
Petição dirigida a: EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ FEDERAL DA 13.ª VARA FEDERAL CRIMINAL DE CURITIBA - PR

EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ FEDERAL DA 13.ª VARA FEDERAL DE CURITIBA - PR
DR. SÉRGIO MORO
- MANIFESTO DOS CIDADÃOS BRASILEIROS DE BEM -

Os CIDADÃOS BRASILEIROS DE BEM signatários do presente manifesto, de posse de suas autonomias de vontades e no gozo e suas plenas faculdades mentais, opõem-se com frontal discordância dos sedizentes "mais de 400 intelectuais" que tiveram o despeito de criar um documento cheio de erros crassos de português, conforme noticiou o site Brasil 247 e replicado no site do PT, no link http://www.pt.org.br/intelectuais-lancam-manifesto-pela-candidatura-de-lula-em-2018/em razão dos seguintes fatos e motivos:
Primeiro - O governo Lula foi marcado pelo MENSALÃO, diga-se de passagem, o maior esquema de compra de votos de Deputados e Senadores já descoberto na história do Brasil. Diversos políticos, um tesoureiro do PT, banqueiros e empresários foram presos e condenados pela Justiça.
Por outro lado, o governo Dilma foi marcado pela operação LAVA-JATO, posteriormente chamada de PETROLÃO, termo que marcou o maior esquema de corrupção do planeta terra, a ponto de constranger o que ocorreu na Itália, quando o caso Tangentopolli (do italiano = cidade do suborno ou cidade da propina) e que acabou sendo chamada de Operação Mãos Limpas, brilhantemente conduzida pelo Magistrado Antonio Di Pietro.
Desvelou-se no PeTrolão que uma Organização Criminosa, travestida de ParTido político, notadamente capitaneada pelo PT, realizava pagamento de propinas para diversos emPreiTeiros e emPreiTeiras estreitamente ligadas com o governo Dilma, para realizar obras de infraestrutura no país e na Petrobrás (daí o termo PeTrolão), por meio de contratos ou superfaturados, ou de prestação de serviços, que jamais foram realizados.
Novamente, Deputados, Senadores, doleiros e, outro um tesoureiro do PT, tiveram participação efetiva para favorecer de forma inconstitucional e ilícita as emPreiTeiras e emPreiTeiros, grande parte já condenados pela Justiça.
Este esquema, implicou ainda, em repasses de milhões e milhões de reais para os mais diversos partidos políticos que apoiavam a reeleição de Dilma como Presidenta da República.
Para que os ilícitos ocorressem com sucesso e os recursos fossem desviados foi necessário a autoria, a participação e co-participação efetiva de diversos Diretores da Petrobrás, todos já condenados pela Justiça.
O ânimo que unia tais ilícitos tinha apenas um único fim: a manutenção do sistema de poder, pelo poder e, para o poder, custe o que custasse, numa verdadeira sangria dos cofres públicos.
A credibilidade do Brasil foi abalada nacional e internacionalmente, o Brasil já conta com uma dívida pública de mais de R$ 4 trilhões, segundo noticiado por diversos veículos, mais de 300 mil empresas fecharam no país, houve a extinção de mais de 12 milhões de postos de trabalho, o Brasil foi rebaixado várias vezes pelas mais conceituadas agências de investimentos e, não bastasse isso, apenas os "sedizentes" intelectuais posicionam-se em prol dos argumentos que tudo isso foi fruto da "mídia goslpista", ou "causado pela crise internacional", ou pela "crise hídrica de São Paulo".
Desconhecem, todavia, que dentre a "mídia golpista", por exemplo, se encontra a Carta Capital, revista conhecida por apoiar sem qualquer constrangimento os governos Dilma e Lula, como beneficiária de mais de R$ 43 milhões, os quais foram repassados somente no governo Dilma.
Fonte:
Defender o argumento que os fatos acima relatados em síntese e abaixo em detalhes foram obra da "mídia golpista" é caso de insanidade.
Tudo se encontra as claras aos olhos de todo povo brasileiro.
O Ministro do STF Gilmar Mendes, deveras estarrecido com os fatos, chegou ao ponto de afirmar, categoricamente que "o PT instalou no Brasil a cleptocracia (= governo de ladrões)" e que "este partido (referindo-se ao PT) tem dinheiro não declarado circulando por contas, o que lhe permite disputar eleições até 2038 (dois mil e trinta e oito)".
Fontes:
Segundo - A afirmação do Ministro Gilmar Mendes parece ter sido coroada com fatos anteriores praticados por Lula, as quais fazem o povo recordar da história infantil dos 40 ladrões, evidentemente, já sabendo "quem", no Brasil, a bem da verdade, pode ser considerado o verdadeiro Ali Babá, haja vista que a Polícia Federal encontrou, pasme Vossa Excelência, obras pertencentes ao patrimônio público, entre joias de ouro, obras de arte, quadros e até mesmo um crucifixo (conhecidíssima por estar no Palácio do Planalto), em um cofre particular de um banco privado, cofre este pertencente a Lula.
Tal fato, notadamente, se caracteriza na legislação penal como peculato, haja vista que quando praticou a ação, Lula era Presidente da república.
Senão vejamos o que dispõe o Código Penal:
Peculato
Art. 312 - Apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio:
Pena - reclusão, de dois a doze anos, e multa.
§ 1º - Aplica-se a mesma pena, se o funcionário público, embora não tendo a posse do dinheiro, valor ou bem, o subtrai, ou concorre para que seja subtraído, em proveito próprio ou alheio, valendo-se de facilidade que lhe proporciona a qualidade de funcionário.

Terceiro - Em razão de ter sido descoberto que Lula e Marisa Letícia foram beneficiados pela doação de um apartamento triplex, em Guarujá, bem como com um sítio em Atibaia, o qual possuía, inclusive, dois pedalinhos, cada qual, reportando-se aos nomes dos netos de Lula e Marisa Letícia.
Fontes:
Quarto - Em razão de Lula e Marisa Letícia serem manifestos beneficiários de um apartamento triplex, localizado em Guarujá e, de um sítio, localizado em Atibaia, a Polícia Federal desencadeou uma das incontáveis fases da operação Lava-Jato, exatamente, para apurar indícios da autoria de tais fatos.
Todavia, Dilma, sorrateiramente e abruptamente, enviou Bessias, travestido de verdadeiro capacho, com um "termo de posse já assinado", para entregar a nomeação de Lula como Ministro de Estado Chefe da Casa Civil, tanto para frustrar a condução coercitiva que a Polícia Federal iria realizar, bem como para que Lula fosse processado e julgado pelo STF, e não pela jurisdição afeta ao exemplar Magistrado a que nos dirigimos. Com isso, está manifestamente caracterizando o desvio de finalidade do referido ato administrativo de nomeação, bem como o abuso de poder de Dilma, a bem de safar seu pai político.
Quinto - Em razão de tais fatos, o STF anulou e proibiu a nomeação de Lula como Ministro de Estado Chefe da Casa Civil, a qual foi realizada por Dilma.
Não bastasse a proibição do STF da nomeação de Lula, constou na página 02, do dia 22-03-2016, no Diário Oficial da União o nome de Luiz Inácio Lula da Silva, como Ministro de Estado Chefe da Casa Civil, em manifesto ato atentatório à dignidade da Justiça.
Fonte:
Ao proceder desta forma, Lula e Dilma praticaram fatos ilícitos e no Código Penal definidos como crimes, a exemplo de advocacia administrativa, tráfico de influência, corrupção passiva, prevaricação, participação em organização criminosa e, na legislação extravagante, como improbidade administrativa.
Senão vejamos:
Na CRFB/88
Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência...

Na Lei nº. 8.429/92 (Lei de IMprobidade administrativa) c/c art. 37, da CRFB/88
Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições...
I - praticar ato visando fim proibido em lei ou regulamento ou diverso daquele previsto, na regra de competência;
II retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício;
Art. 21 A aplicação das sanções previstas nesta lei independe:
I - da efetiva ocorrência de dano ao patrimônio público, salvo quanto à pena de ressarcimento;

No Código Penal
Corrupção passiva
Art. 317. Solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda
que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem:
Pena: reclusão, de 2 (dois) a 12 (doze) anos, e multa.

Prevaricação
Art. 319. Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal.
Pena: detenção, de três meses a um ano, e multa.

Advocacia administrativa
Art. 321 Patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário: Pena detenção, de um a três meses, ou multa.
Parágrafo único - Se o interesse é ilegítimo:
Pena: detenção, de três meses a um ano, além da multa.

Tráfico de Influência
Art. 332. Solicitar, exigir, cobrar ou obter, para si ou para outrem, vantagem ou promessa de vantagem, a pretexto de influir em ato praticado por funcionário público no exercício da função:
Pena: reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa.
Parágrafo único - A pena é aumentada da metade, se o agente alega ou insinua que a vantagem é também destinada ao funcionário.

Na Lei nº. 12.850/13 (Lei de Organização Criminosa)
Art. 2º Promover, constituir, financiar ou integrar, pessoalmente ou por interposta pessoa, organização criminosa:
Pena: reclusão, de 3 (três) a 8 (oito) anos, e multa, sem prejuízo das penas correspondentes às demais infrações penais praticadas.
§ 1º Nas mesmas penas incorre quem impede ou, de qualquer forma, embaraça a investigação de infração penal que envolva organização criminosa.
§3º A pena é agravada para quem exerce o comando, individual ou coletivo, da organização criminosa, ainda que não pratique pessoalmente atos de execução.
§4º Apena é aumentada de 1/6 (um sexto) a 2/3 (dois terços):
[...]
II - se há concurso de funcionário público, valendo-se a organização criminosa dessa
condição para a prática de infração penal;
[...]
§5º Se houver indícios suficientes de que o funcionário público integra organização criminosa, PODERÁ O JUIZ DETERMINAR SEU AFASTAMENTO CAUTELAR DO CARGO, emprego ou função, sem prejuízo da remuneração, quando a medida se fizer necessária à investigação ou instrução processual.

Sexto - Neste contexto, Dilma perdia manifestamente força política e sua cassação, via processo de "impeachment", avançava com toda força no Congresso Nacional.
Todavia, para tentar conter tal fato, Dilma e o PT montaram um verdadeiro bunker, para Lula, no Hotel Royal Tulip em Brasília, a fim de que Lula seguisse fazendo às vezes de Ministro de Estado, mesmo sem possuir oficialmente poder, mas barganhando cargos em Ministérios, no alto e no 2º escalão do Poder Executivo, promovendo uma verdadeira festa do fisiologismo de 5ª categoria.
Nesta ocasião, o Hotel Royal Tulip se transformou um centro de reuniões de representantes eleitos do PT, Ministros de Estado e apadrinhados políticos, tanto de Dilma, quando de Lula.
Fontes:
Sétimo - É fato que Dilma Vana Rousseff foi condenada por CRIMES DE RESPONSABILIDADE e teve seu mandato CASSADO, pelo Senado Federal, através de processo de "impeachment", o qual, lamentável e bizarramente, não foi levado a efeito com a votação em conjunto das sanções de impedimento e inelegibilidade por 8 (oito) anos, conforme determina o art. 52, parágrafo único, da CRFB/88, através de uma verdadeira excrescência de Direito Constitucional, que implicou na violação da Constituição, graças aos esforços dos Senhores Renan Calheiros (á época Presidente do Senado Federal) e Ricardo Lewandowski (à época Ministro Presidente do STF e que presidiu o processo de "impeachment").

Oitavo - Com o devido respeito, Lula, nem de longe é acusado de furto famélico ou se trata de um simples "ladrão de galinhas". Verdade seja dita, possui sim "o nome mais sujo que pau de galinheiro" a ponto de já ser réu em 5 (cinco) ações criminais, conforme amplamente divulgado pela imprensa nacional e internacional, conforme se pode observar:

Nono - Em recentíssimo depoimento de Marcelo Odebrecht, este afirmou peremptoriamente que o "amigo" que consta nas planilhas e trocas de e-mail entre o grupo Odebrecht, para pagamento de propina, trata-se, exatamente, de Lula.
Décimo - Com a condenação decorrente de CRIMES DE RESPONSABILIDADE de Dilma Vana Rousseff, bem como todos os atos acima relatados, praticados via de regra, através do mesmo "modus operandi" entre Dilma e Lula, é manifesto que a ordem constitucional, aordem jurídica, o respeito e a estabilidade das instituições livres e do Estado Democrático de Direito correm sério risco, se tais personagens permanecerem livres, como se nada houvesse ocorrido, bem como a possibilidade fática e notadamente conhecida de estimularem invasões e atos de vandalismo, depredações de prédios públicos, bem como de propriedade privadas.
Não bastasse tudo isso, Lula e Dilma seguem estimulando e inflamando multidões, tanto na imprensa nacional, quando na imprensa internacional, fazendo que o Brasil, cada vez mais, perca a credibilidade diante de si mesmo e avance no descaminhos de si, a ponto de em suas colocar em xeque suas instituições livres, senão vejamos:
Décimo primeiro - deixar os maiores e piores exemplos do que representou o MENSALÃO (Lula) e o PETROLÃO (Dilma), em plena liberdade, é somar elementos, situações e condições, para que a Justiça não seja feita nunca, mesmo diante das provas mais robusta que há e que sobram nestes casos. Mais, é deixar o povo brasileiro completamente órfão de Justiça. Aliás, já basta a mas desastrosa estatística existente no STF de que mais de 96,5% dos processos envolvendo políticos e agentes públicos com foro privilegiado, se não são extintos pela prescrição, terminam sem nenhuma pena fixada aos réus, conforme se pode observar na seguinte matéria publicada pela Folha de São Paulo:
Décimo segundo - os signatários da presente petição concordam, acaso seja necessário comprovar a veracidade das assinaturas, que o site CitizenGO identifique e informe o IP do computador ou do smartphone que assinou a petição, ao Exmo. Sr. Juiz Federal Sérgio Moro.
Ante o exposto, diante dos argumentos acima expostos e dos fatos acima citados, os quais são tipificados como crimes, pela legislação em vigor, na medida em que é deveras necessário haver a garantia daordem pública, da ordem econômica, porconveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal,quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoriaas quais, destacamos, ao nosso entender, já possuem clareza solar, requeremos seja decretada, imediatamente, a prisão preventiva de LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, vulgo "Lula" (e outrora chamado de "barba"), bem como DILMA VANA ROUSSEFF (outrora chamada de "Wanda,EstelaLuizaMaria LúciaMarina ou,Patrícia"), por força do disposto no artigos 283; 311; 312 e 316, todos do Código de Processo Penal.
intimação do Ministério Público Federal, para tomar as providências legais cabíveis, especificamente, no sentido depropor as denúncias sobre os fatos acima detalhados, bem como acompanhar todas as fases das respectivas denúncias e ações criminais.
Por fim, após os respectivos processos,com direito ao contraditório e a ampla defesa, a procedência das ações criminaisa condenação e a prisão definitiva de LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, vulgo "Lula" (e outrora chamado de "barba"), bem como DILMA VANA ROUSSEFF (outrora chamada de "Wanda,EstelaLuizaMaria LúciaMarina ou,Patrícia") pelas práticas dos crimes acima descritos.
Porto Alegre, 09 de março de 2017.
Assinam os signatários, juntamente com o autor da manifestação.
 Dr. Pedro Lagomarcino
OAB/RS 63.784
Especialista em Direito da Propriedade Intelectual - Fadergs
Especialista em Gestão Estratégica da Inovação Tecnológica e Propriedade Intelectual - Cândido Mendes
Especialista em Gestão da Inovação e do Conhecimento - Esab
Professor de pós-graduação de Direito Constitucional
Professor de pós-graduação de Direito Empresarial
Professor de pós-graduação de Negociação Estratégica

domingo, 31 de dezembro de 2017

ABAIXO ASSINADO pela Insurreição Militar, Prisão do Alto Comando, Fechamento do STF, Congresso - NOVAS ELEIÇÕES


O Supremo Tribunal Federal cuspiu na cara do Povo Brasileiro curvando-se à vontade de um gângster de Alagoas, chefe de Polícia Secreta e que já tem 12 processos naquela "Instituição". Um marginal alcoólatra, chefe de Organização Criminosa, debocha da Nação mandando a Justiça "enfiar processo no cú". O atual Comandante do Exército, General "Vidas Boas", ironiza os Intervencionistas que pedem Socorrro às Forças Armadas e o atual Presidente do Brasil - Michel Temer - é outro canalha envolvido com todo esquema de Corrupção da Odebrecht. Não há saída para o Brasil "dentro da Lei". Não há que se esperar a Ordem de Intervenção de Oficiais Generais - eles obedecem aos marginais do poder, foram comprados por eles. O Brasil não tem tempo para aguardar pela Operação Lava Jato nem pelo resultado final do excelente trabalho do juiz Sérgio Moro. A Insurreição é justa e necessária. O Congresso precisa ser FECHADO, o PRESIDENTE DEPOSTO, o STF dissolvido  e NOVAS ELEIÇÕES CONVOCADAS! Ninguém está com "saudades do Regime Militar" - as pessoas estão com "saudade da JUSTIÇA". Só isso !

Se concorda, assine AQUI

terça-feira, 28 de março de 2017

"ZÉ GERALDO" - VAGABUNDO PETISTA DO PT DO PARÁ - DIZ AO DR.SÉRGIO MORO: "Quero Ver se Você é Homem"

PF abre mais uma fase da Lava Jato

PF abre mais uma fase da Lava Jato:



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Mandados foram expedidos por ordem do juiz federal Sérgio Moro


O ANTAGONISTA - Operação Paralelo

Operação Paralelo:

O nome da operação de hoje é Paralelo, diz o G1.

Doleiros se escondem no armário.



O ANTAGONISTA - LAVA JATO ESTÁ NAS RUAS


LAVA JATO ESTÁ NAS RUAS:

A Lava Jato está nas ruas.

Há um mandado de prisão a ser cumprido no Rio de Janeiro, expedido por Sergio Moro.

Por Alana Fonseca e Camila Bomfim, G1 PR e TV Globo, Curitiba

28/03/2017 07h07 Atualizado há menos de 1 minuto


A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta terça-feira (28), a 39ª fase da Operação Lava Jato. Há um mandado de prisão sendo cumprido na cidade do Rio de Janeiro; a ordem judicial foi expedidas pelo juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba.

Até a última atualização desta reportagem, não havia mais informações sobre a nova etapa.

38ª fase da Lava Jato

A fase anterior da Lava Jato, deflagrada no dia 23 de fevereiro e batizada de Blackout, apura o pagamento de US$ 40 milhões de propinas durante 10 anos. Jorge Luz e o filho dele Bruno Luz são suspeitos de facilitar o pagamento de propinas.

Ainda conforme a força-tarefa da Lava Jato, entre os beneficiários, há senadores e outros políticos, além de diretores e gerentes da Petrobras.

28 de Março de 1810: Nasce Alexandre Herculano, historiador, romancista e político liberal português, último presidente do Município de Belém, autor de "Eurico, o Presbítero", renovador da historiografia portuguesa.

28 de Março de 1810: Nasce Alexandre Herculano, historiador, romancista e político liberal português, último presidente do Município de Belém, autor de "Eurico, o Presbítero", renovador da historiografia portuguesa.:

Poeta, romancista, historiador e ensaísta português, Alexandre Herculano de Carvalho e Araújo nasceu a 28 de Março de 1810, em Lisboa, e morreu a 13 de Setembro de 1877, em Santarém.

A sua obra, em toda a extensão e diversidade, ostenta uma profunda coerência, obedecendo a um programa romântico-liberal que norteou não apenas o seu trabalho mas também a sua vida.

Nascido numa família modesta, estudou Humanidades na Congregação do Oratório, onde se iniciou também na leitura meditada da Bíblia, o que viria a marcar a sua mundividência. Impedido por dificuldades económicas e familiares de frequentar a Universidade, preparou-se para ingressar no funcionalismo, frequentando um curso prático de Comércio e estudando Diplomática na Torre do Tombo, onde aprendeu os rudimentos da investigação histórica. Por esta altura, com 18 anos, já se manifestava a sua vocação literária: aprendeu o francês e o alemão, fez leituras de românticos estrangeiros e iniciou-se nas tertúlias literárias da marquesa de Alorna, que viria a reconhecer como uma das suas mentoras. Em 1831, envolvido numa conspiração contra o regime miguelista, foi obrigado a exilar-se, primeiro em Inglaterra (Plymouth) e depois em França (Rennes).

No exílio, aperfeiçoou o estudo da história, familiarizando-se com as obras de historiadores como Thierry e Thiers, e leu os que viriam a ser os seus modelos literários: Chateaubriand, Lamennais, Klopstock e Walter Scott. Em 1832, participou no desembarque das tropas liberais em Mindelo e na defesa do Porto, onde foi nomeado segundo-bibliotecário e encarregue de organizar os arquivos da biblioteca. Entre 1834 e 1835, publicou importantes artigos de teorização literária na revista Repositório Literário, do Porto, (posteriormente compilados nos Opúsculos). Em 1836, por discordâncias com o governo setembrista, demitiu-se do seu cargo de bibliotecário e publicou o folheto A Voz do Profeta. Em Lisboa, dirigiu a mais importante revista literária do Romantismo português, O Panorama, para que contribuiria com diversos artigos, narrativas e traduções, nem sempre assinados. Em 1839, aceitou o convite de D. Fernando para dirigir as bibliotecas reais da Ajuda e das Necessidades, prosseguindo os seus trabalhos de investigação histórica, que viriam a concretizar-se nos quatro volumes da História de Portugal, publicados no decurso das duas décadas seguintes. Foi precisamente por essa altura que se envolveu numa polémica com o clero, ao questionar o milagre de Ourique, polémica que daria origem aos opúsculos Eu e o Clero e Solemnia Verba. Eleito deputado pelo Partido Cartista em 1840, demitiu-se no ano seguinte, desiludido com a actividade parlamentar.

Voltou à política em 1851, fundou o jornal O País, mas logo se desiludiu com a Regeneração, manifestando o seu desagrado pela concepção meramente material de progresso de Fontes Pereira de Melo. Em 1853, fundou o jornal O Português, e dois anos depois foi nomeado vice-presidente da Academia Real das Ciências e incumbido pelos seus consórcios da recolha dos documentos históricos anteriores ao século XV - tarefa que viria a traduzir-se na publicação dos Portugaliae Monumenta Historica, iniciada em 1856. Neste mesmo ano tornou-se um dos fundadores do partido progressista histórico e em 1857 atacou a Concordata com a Santa Sé. Em 1858, recusou a cátedra de História no Curso Superior de Letras. Entre 1860 e 1865, envolveu-se em nova polémica com o clero, quando, ao participar na redacção do primeiro Código Civil Português, defendeu o casamento civil. Em 1865, fruto das suas reflexões, saíram os Estudos sobre o Casamento Civil. Em 1867, desgostoso com a morte precoce de D. Pedro V, rei em quem depositava muitas esperanças, e desiludido com a vida pública, retirou-se para a sua quinta em Vale de Lobos (comprada com o produto da venda das suas obras), onde se dedicaria quase exclusivamente à vida rural, casando com D. Maria Hermínia Meira, sua namorada da juventude.

Apesar deste novo e voluntário exílio, continuou a trabalhar nos Portugaliae Monumenta Historica, interveio em 1871 contra o encerramento das Conferências do Casino, orientou em 1872 a publicação do primeiro volume dos Opúsculos e manteve correspondência com várias figuras da vida política e literária. Morreu de pneumonia aos 67 anos, originando manifestações nacionais de luto.

Alexandre Herculano. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012. 
wikipedia (imagem)
Alexandre Herculano
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Alexandre Herculano, por João Pedroso

Olhos nos olhos: Lula diante de Moro.

Olhos nos olhos: Lula diante de Moro.:
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Lula tentou tentou várias vezes nos tribunais interromper as investigações sobre ele em Curitiba. Perdeu todas. No próximo dia 5 de maio, estará diante do juiz Sérgio Moro. Penta-réu, o tiranete terá a primeira sentença neste processo. Coluna de Carlos Brickmann no Chumbo Grosso:

Lula pediu ao Supremo Tribunal Federal a interrupção das investigações sobre ele em Curitiba. Foi derrotado por unanimidade. Já pediu medidas semelhantes ao Tribunal Regional Federal de Curitiba, ao Superior Tribunal de Justiça, e perdeu. Ao que tudo indica, terá de sentar-se diante do juiz Sérgio Moro, em 5 de maio, pela primeira vez pessoalmente, e ser ouvido sobre o triplex do Guarujá. Lula é o último a depor: depois, virão as alegações finais dos advogados e Sérgio Moro dará a sentença.

Lula é réu em cinco processos, e este é o primeiro em que haverá sentença. Se condenado, poderá recorrer em liberdade. Mas, se o recurso for rejeitado, estará às portas da prisão. E inelegível, como ficha suja.

E tudo piora, para seu lado, com o depoimento de Marcelo Odebrecht. Diz o Príncipe dos Empreiteiros que pagou R$ 50 milhões pela Medida Provisória 470/2009, a MP dos Refis, editada pelo presidente Lula para beneficiar quem estava com os impostos atrasados. Diz também que Lula informou a sua sucessora, Dilma, que Antônio Palocci era o encarregado de ordenhar a Odebrecht. Diz ainda que Dilma trocou Palocci por Mantega. Tanto Lula quanto Dilma, portanto, sabiam de tudo. E gostaram.

Depois do depoimento de Marcelo Odebrecht, depois da delação de outros diretores da empresa, ficou claro que os fatos ocorreram. A questão agora é definir se configuram crime ou não. E punir os culpados.