Ataque Aberto

"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

PARA MULHERADA QUE SEGUE O BLOG - TEXTO GENIAL DE UMA MULHER DE VERDADE.


por Mayara Cristine Barboza

18 h

Eu gostaria de lançar um desafio à Daniela Mercury, Anitta, Letícia Spiller, Marília Mendonça e as outras "celebridades" que estão contribuindo "TANTO" para um Brasil melhor fazendo seus desafios da hashtag.

O meu desafio é simples, desafio as lindonas à entrarem na comunidade e buscar os traficantes que aterrorizam a sociedade.

Desafio as maravilhosas à irem atrás dos bandidos que rasparam a cabeça de uma mulher com sua filhinha aos prantos no colo. 

Desafio às fofas à se colocarem no lugar da policial Juliana, mulher, negra, lésbica e pobre, assassinada com requintes de crueldade à mando de UMA traficante. 

Desafio às gostosonas empoderadas à visitarem o Champinha e ficarem um tempinho sozinhas com ele.

Desafio as graciosas à se colocarem no lugar da Ana Hickmann e sua cunhada e depois ver seu cunhado indiciado por promotor de Direitos Humanos por ter salvo suas vidas. 

Desafio as poderosas à capturar os executores das policiais militares, mulheres, negras, mães, Fabiana Aparecida de Souza e Alda Rafael Castilho. 

Desafio as engajadas nas causas sociais à adotarem os menores que esfaquearam um ciclista, médico, na Lagoa Rodrigo de Freitas. 

Desafio as poderosas à lançar hashtag para que o governo do Estado do RJ pague os atrasados e o 13° do servidor público. 

Desafio as justiceiras à cobrar do MST as terras alheias ocupadas e punir aqueles que esquartejaram animais vivos. 

Desafio as glamourosas à abrirem mão de seus carros blindados e seguranças e caírem nos braços do povo se arriscando à levar uma facada de um "fã" perturbado. 

Desafio às politizadas à no próximo show de vcs, colocarem a Bandeira do Brasil nas costas e dizerem a frase "minha bandeira jamais será vermelha" como prova do seu patriotismo. E por fim, desafio às lacradoras a revelarem seu candidato, já que pra bater no candidato do povo são tão corajosas.

O desafio está lançado.


COMENTÁRIO DO EDITOR: 

Grande Mayara! Um beijão pra você e para toda mulherada DE VERDADE do Brasil! 

MP

Os Pingos Nos Is: Entrevista exclusiva com Jair Bolsonaro no Hospital

INVESTIGAÇÃO SOBRE ATENTADO DE BOLSONARO JÁ ACERTADA PARA "NÃO TERMINAR EM NADA"

Brasil  24.09.18 14:28

Por Claudio Dantas

Responsável pelas investigações do atentado a Jair Bolsonaro, o delegado Rodrigo Morais Fernandes chefiou por dois anos a Assessoria de Integração das Inteligências da Secretaria de Defesa Social (Segurança Pública) do governo de Fernando Pimentel.

Há dois anos, virou alvo da imprensa ao ser enviado por Pimentel para assistir ao Super Bowl, na Califórnia (EUA). Na ocasião, o governo alegou que Fernandes coordenava em Minas Gerais a comissão das Olimpíadas Rio-2016.

Morais também foi por alguns meses diretor de Inteligência da Secretaria Extraordinária para Grandes Eventos, criada no governo Dilma. Há três meses, foi condecorado por Pimentel com a Medalha Alferes Tiradentes.


Segundo currículo disponível no site do Ministério da Justiça, Morais entrou para a PF em 2002. Dentre outras funções, foi chefe do Setor de Inteligência da PF em São Paulo e da Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente e Patrimônio Histórico de Minas Gerais.

Hoje é delegado regional de Investigação e Combate ao Crime Organizado da PF em MG.

Formado em Direito pela Faculdade Milton Campos, tem pós-graduação em Direito Público pela Gama Filho e outra pós em Inteligência de Estado e de Segurança Pública pela Universidade Newton Paiva.

Antes da PF, foi advogado da Associação dos Funcionários Fiscais do Estado de Minas Gerais.

Resposta aos Donos da História no Manifesto “Democracia Sim”


A chegada da "Democracia Sim"


Milton Pires

Ajuda-me em primeiro lugar, oh Musa, a cantar os grandes feitos da minha psiquiatra para que eu possa escrever sob influência das Graças e não das Fúrias. São elas, as Fúrias, que me empurram em direção às lembranças, horrores e desafetos, às mágoas que porventura possam me impedir de enxergar a floresta, uma vez que esteja eu enfeitiçado pela árvore do nojo e da raiva.

Escrevo como um pobre discípulo de Esculápio que tenta ridiculamente imitar o estilo dos grandes poetas nas inesquecíveis epopéias do processo civilizatório.

Não tenho alternativa! A mim me toca a tarefa autoimposta de responder ao “melhor do que existe no Brasil” em termos de “arte” e de “cultura” - essa “elite”, esta “nata” da nossa sociedade comuno-tupiniquim, que elaborou o texto de “Democracia Sim” e que só tinha, até agora, a hashtag #LeiRouanetNao como resposta.

Meu trabalho há de ser gigantesco porque não escrevo somente contra quem tem uma ideia de “democracia”, “autorismo” e “processo civilizatório” diferente da minha e dos demais brasileiros – escrevo contra quem tem a ÚNICA ideia e o discurso ÚNICO a ser validado como “verdadeiro” na grande mídia sobre a História Recente do Brasil.

A “democracia” daqueles que assinam o Manifesto não começa no discurso de Péricles em Homenagem aos Mortos na Guerra do Peloponeso; ela nasce no Regime de Terror da França de 1793.

Autoritarismo não se encontra na Tomada do Palácio de Inverno em 1917, nos filhos (ainda crianças) do Czar fuzilados por ordem de Lenin, no Grande Salto Adiante de 1958, nem na chegada do Khmer Vermelho em 1975; ele só vem com a Marcha da Família, com o AI-5 e o Impeachment de Dilma Rousseff. A “ameaça ao processo civilizatório” não se encontrava no Aeroporto de Guararapes em 1966, no assassinato de Mário Kozel Filho, no sequestro de Charles Elbrick, na degola do soldado Valdeci em Porto Alegre, nem na morte do cinegrafista Santiago Andrade – é a possibilidade de eleger Jair Bolsonaro que vai destruir toda “democracia” que só começou no Brasil depois de 1985.

A falta de caridade, o descaso por toda dor e sofrimento, a própria sequência histórica do Pecado Original e da Queda do Paraíso não está na Crucificação; ela só nasce quando Chico Buarque é preso pelo DOPS e Marielle Franco é assassinada.

“Exaura”, como dizem os juízes brasileiros em suas sentenças, de tudo aquilo que li em “Democracia Sim” um único sentimento, uma única mensagem – são aqueles que assinam e aqueles que concordam com o que está ali que tem o “direito” de dizer ao demais brasileiros qual é o verdadeiro “sentido da História” - Ah, meu Deus, que orgulho Hegel teria deles!

O texto não é uma “defesa da Democracia”; é um aviso para todos os leitores de que “Democracia” é aquilo que será definido ali!

O respeito pelas “diferenças”, a defesa da “diversidade”, vem de gente que chama Pelotas de “cidade exportadora de veados” e pede que “mulheres do grelo duro” façam a defesa do Partido em Brasília. A repulsão, o nojo do racismo, vem daqueles que visitam a África e dizem: “nossa...isso aqui é tão limpinho que nem parece a África!”

A refutação do nazismo, o desprezo pelo fascismo daqueles que assinam “Democracia Sim” está nos abaixo assinados em apoio à Fome da Venezuela, nas manifestações de apreço pelas crianças que trabalham nas minas da Coreia do Norte e no Delírio Religioso do Iran. A preocupação contra a “erosão das instituições democráticas” e o “colapso do sistema político” não está no Mensalão, no Petrolão e no Eletrolão…ela não se faz presente no aparelhamento político do STF, das Universidades, Sindicatos e Igrejas. Ela não explode naquele junho de 2013 que nada mais era do que uma tentativa frustrada de acelerar a “venezuelização” do Brasil. Não, nada disso! Ela só começa depois que Bolsonaro briga com Maria do Rosário e o General Mourão fala em “aproximações sucessivas”.

O respeito pelos refugiados e a luta contra “xenofobia” está presente na deportação dos boxeadores cubanos Guillermo Rigondeaux e Erislandy Lara que foram entregues por Tarso Genro ao Regime de Fidel Castro durante os Jogos Panamericanos do Rio de Janeiro em 2007.

A “desconstrução da herança humanista” não está nas letras de Mc Carol e Jojô Todinho, ela não vem com o Kit Gay nas escolas nem com criança tocando homem nu em São Paulo – ela só vem com as escolas militares, com o fim do Estatuto do Desarmamento e do Ministério da “Cultura”.

A pluralidade, o respeito pela diferença e pelo espaço público ficou clara na maneira como foram tratados os médicos exonerados, professores espancados e policiais brasileiros mortos.

Os hospitais destruídos, as escolas caindo, as delegacias lotadas de presos, mais de 60.000 assassinatos por ano, doentes morrendo nas UPAS e alunos agredindo professores: tudo isso é a expressão máxima da noção de “democracia” de quem assina o manifesto.

No manifesto da “Democracia Sim”, a melhor comparação com Jair Bolsonaro vem da lembrança de um alcoolista com traços esquizofrênicos que renunciou à Presidência em função das “forças ocultas” ou de um playboy nordestino viciado em cocaína, que confiscou as economias dos brasileiros e fazia rituais de magia negra em Brasília (segundo a puta que foi sua esposa) – esse foi derrubado por causa da um automóvel “Elba”.

Quando publicou “A Rebelião das Massas” em 1929, José Ortega y Gasset disse que “dentro de pouco tempo se ouvirá um grito formidável que se elevará do planeta como uivos de inumeráveis cães, até as estrelas, pedindo alguém e algo que mande, que imponha uma tarefa ou obrigação.”

No momento em que escrevo o Brasil inteiro “uiva desesperadamente” e já não acredita nem obedece mais àqueles que assinaram “Democracia Sim”.

Porto Alegre, 24 de setembro de 2018.

URGENTE - Bispo COMUNISTA ameaça de punição padre NÃO COMUNISTA que declarou apoio a Bolsonaro


Bispo ameaça de punição padre que declarou apoio a Bolsonaro:

O padre com meio milhão de seguidores que declarou apoio a Jair Bolsonaro recebeu uma carta de seu bispo, dom Washington Cruz, com ameaça de punição.

“É absolutamente proibido fazer campanha eleitoral para qualquer candidato e, quem o fizer, receberá a devida pena canônica”, diz trecho do comunicado enviado ao padre Cleidimar Moreira na semana passada (veja ao lado).

No mesmo documento, o superior aproveita para pedir ao religioso que não venda bebidas alcoólicas nas festas da paróquia comandada por ele.

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Ciro: “No Sul é muito forte o discurso nazista”


Ciro: “No Sul é muito forte o discurso nazista”:

Em ato de campanha em João Câmara (RN) na noite de sábado, Ciro Gomes voltou a atacar Jair Bolsonaro e emendou dizendo que no Sul “é muito forte o discurso nazista”.

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Anexos originais:
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POLÍBIO BRAGA - Depois de queixas na PF e no MPF, Paulo Argollo renuncia e mantém candidatura no Simers

Depois de queixas na PF e no MPF, Paulo Argollo renuncia e mantém candidatura no Simers:

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Em meio a feroz disputa sucessória no poderoso Sindicato Médico do RS, o presidente da entidade, Paulo Argollo Mendes, renunciou neste domingo ao cargo. Já assumiu a vice-presidente, Maria Rita de Assis Brasil. O ex-presidente protocolou pedidos de providência contra seus adversários na disputa, protocolando queixas no Ministério Público e na Polícia Federal. Ele se mantém na disputa através  da chapa 1. Em carta de renúncia, o ex-presidente alega que a sua gestão contrariou "corajosa, sistemática e obstinadamente interesses políticos e econômicos" e que, por isso, "não é de surpreender que procurem atingir e fragilizar esse trabalho". Afirma que denúncias contra eles, publicadas no site VideVersus, foi feita em cima de "gravações montadas e toda sorte de artimanhas sórdidas para tentar provocar a dúvida". Argollo fala na carta, ainda, sobre sua trajetória - lembra que, quando iniciou na entidade, o sindicato contava com 30 médicos e 20 funcionários, e hoje possui 160 médicos e 140 colaboradores. Lembra também da ampliação do número de associados, que passou de 2 mil em 1998 para 16 mil em 2018. "Neste momento de tanta desinformação, estou convicto que o melhor a fazer (...) é me distanciar da direção da entidade. Me afasto com profunda tristeza, mas movido pela coerência, fiel aos mesmos ideais que me trouxeram até aqui."   

URGENTE: Mulher angolana usada por VAGABUNDOS PETISTAS em boato de falso 'áudio de Bolsonaro' faz esclarecimento e pede ajuda aos brasileiros; veja vídeo

URGENTE: Mulher angolana usada em boato de falso 'áudio de Bolsonaro' faz esclarecimento e pede ajuda aos brasileiros; veja vídeo:

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Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
A jovem angolana Conceição Sebastião Negra viu sua fotografia ser utilizada em uma notícia falsa que divulgava um áudio fabricado para simular uma fala do candidato Jair Bolsonaro. Ao lado de sua tia, Zenilda Garcia Bonito, a jovem divulgou um vídeo desmentindo o boato e explicando que não é enfermeira no hospital Albert Einstein, nunca sequer esteve no Brasil, e muito menos foi vítima de qualquer xingamento por parte do candidato. 


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24 de Setembro de 1541: Morre Paracelso, mestre da medicina filosófica

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24 de Setembro de 1541: Morre Paracelso, mestre da medicina filosófica:

Paracelso é o pseudónimo de Phillipus Aureolus Theophrastus Bombastus von Hohenheimnasceu. Nasceu em Einsiedeln, na Suiça  a 17 de Dezembro de 1493  e faleceu em Salzburgo a  24 de Setembro de 1541. Foi médico, alquimista, físico e astrólogo. A ele também é creditada a criação do nome do elemento zinco, designando-o zincum.
No início do século XVI, a medicina era considerada ultrapassada. Nesta época só se conhecia o tratamento de doenças através de ervas, plantas e substâncias extraídas de animais. Não se imaginava que a cura para alguns males estava nos recursos minerais, foi aí que Paracelso desempenhou o seu papel de médico e alquimista. É dele a frase: “Todas as substâncias são venenos, não existe nada que não seja veneno. Somente a dose correcta diferencia o veneno do remédio.” A partir desta frase já se nota a habilidade do médico alquimista em estipular doses precisas de medicamento para a cura de doenças.

Paracelso revelou que os elementos químicos como o zinco, ferro, manganês, poderiam estar presentes no nosso corpo. Ao contrário do que se pensava na época, os minerais existiam na forma orgânica e não somente na forma inorgânica (fora do organismo). Foi a partir daí que o alquimista propôs uma interacção dos minerais e metais com o bem estar do homem, e um de seus estudos envolvia a cura da sífilis com mercúrio.

Numa época que a sífilis atingiu inúmeras pessoas na Europa, os estudos de Paracelso aparecem como um milagre. Este médico, pela primeira vez na história, usou algo que era vegetal, nem animal para tratamento médico. A sífilis curada pelo metal mercúrio foi uma amostra desta inovação e foi considerada a mais importante descoberta de Paracelso.
Paracelso foi um astrólogo, assim como muitos dos físicos europeus da época. A Astrologia foi uma parte muito importante da Medicina de Paracelso. Num dos seus livros, ele reservou várias secções para explicar o uso de talismãs astrológicos na cura de doenças. Paracelso criou e produziu talismãs para várias enfermidades.


A parte essencial de sua obra foi publicada “post-mortem’”. As suas descobertas propriamente científicas aparecem mescladas com dissertações filosóficas e exposições de teorias sociais. Para conhecer a fundo e compreender a medicina da sua época, alguém teria de ser a um só tempo cientista, médico e um erudito perfeitamente informado sobre as ciências ocultas.
Na opinião de Paracelso, o médico não deveria contentar-se  em ser apenas um técnico do corpo, mas também um filósofo.
Algumas das regras de Paracelso diziam que, primeiramente, é preciso melhorar a saúde .Para tanto há que  respirar, fundo e ritmicamente, com a maior frequência possível, enchendo bem os pulmões, ao ar livre ou assomando a uma janela. Beber diariamente  dois litros de água, comer muitas frutas, mastigar os alimentos de modo o mais perfeito possível, evitar o álcool e os remédios, a menos que estejam submetidos a tratamento devido à causa grave- Tomar banho diariamente é um hábito que se deve à própria dignidade. Para complementar, afastar por completo do estado de ânimo, por mais motivos que existam, toda a ideia de pessimismo, rancor, ódio, tédio, tristeza, vingança e ressentimento.

domingo, 23 de setembro de 2018

"PORQUE O “SISTEMA” NÃO CONSEGUE DERRUBAR BOLSONARO. ​

Um texto que separa a velha da nova política.

"PORQUE O “SISTEMA” NÃO CONSEGUE DERRUBAR BOLSONARO.
Estamos presenciando um fenómeno eleitoral no Brasil. Quer você goste ou não da pessoa que está no epicentro deste furacão, o fato é incontestável!
Acompanhamos, atônitos, um candidato a presidente sendo recebido e ovacionado por multidões eufóricas em qualquer lugar deste país que ele chegue. E o mais incrível é o coro quase unânime e uníssono: “Eu vim de graça”!
O cara não precisa fazer esforço nem gastos para arrebanhar multidões frenéticas em busca de um “self” ou somente para demostrar sua disposição de votar nele.
Aí, vem o mais inacreditável ainda: Tudo isso, e muito mais, ocorrendo contra todo um sistema político e ideológico que vem comandando o Brasil há cerca de trinta anos!
Autoridades políticas rançosas e bolorentas, grande mídia encaixada no esquema, intelectuais e artistas adeptos e parasitas de verbas públicas, Universidades aparelhadas que não estão lá para ensinar e dialogar com as diversidades de ideias e sim para impor somente as suas...
Toda esta máquina enferrujada e pejada de corrupção, burocracia e fome de poder, com todos seus recursos lícitos e ilícitos, tentando, pelo menos, frear a ascensão do seu único concreto adversário.
Uns embasbacados, outros incrédulos, muitos irados, todos perplexos com a total impotência de seus ardis e ataques orquestrados contra um só homem, um reles deputado federal sem expressão nacional pregressa e sem apoio ou conluios espúrios com o “sistema”!
Será mesmo? Ele é tão perfeito assim? O que este homem tem de extraordinário e anormal?
A resposta é simples e clara: Nada!

E é exatamente este seu cacife. Ele é uma pessoa comum, com seus defeitos que cada um de nós carrega; com sua vontade de ver um país com menos corrupção, menos “esculhambação”, menos desinformação e menos bombardeamento da família etc.
O que seus adversários ainda não entenderam é que a questão não é o Bolsonaro; o problema é com eles! O povo não está votando propriamente no Bolsonaro. O povo está “desvotando”, isto é, rejeitando, repugnando (no cearês: “Ripunando”) os demais!
Não é questão de escolher o mais culto, o mais “preparado”, o mais isso ou mais aquilo... É repulsa mesmo!

Contra o Sistema corrupto, apátrida e diabólico que nos encharca, empanzina e causa náuseas.
O brasileiro não escolheu Bolsonaro; ele simplesmente está no lugar certo e no momento exato. A maioria, mesmo inconscientemente, está votando em si mesmo. Apenas se achegou a um porta-voz que ia passando e dizendo muito daquilo que você e eu queríamos dizer. Aquilo que estava engasgado há tempos.
Grande parte do Brasil está vomitando sobre os candidatos do Sistema todo o nojo desta classe política que nos deixou empanzinados de mentira, roubalheira, insegurança e medo.
E quanto mais batem no “porta-voz”, mais batem na honra de quem quer falar e reclamar pela boca dele. Colocam dez notícias pejorativas por hora contra ele, mas ao mesmo tempo, cada notícia de corrupção; cada vídeo de um assalto; cada latrocínio; cada dinheiro na cueca; cada escárnio contra a fé; cada doutrinação de imoralidade infantil; cada nome de blasfêmia... Torna-se uma propaganda gratuita deste perseguido “Porta-voz”!
Dizem que se conselho fosse bom não se dava, se vendia. Então vou vender um, “fiado”, pros políticos do Sistema: Deixem de bater no povo através do seu Porta-voz. Tentem se reinventar; a maioria já está enfastiada desta mesma conversa fiada que vocês estão oferecendo.
O brasileiro já desistiu de um inexistente “salvador da pátria”. Está resolvendo salvá-la numa união popular poderosa e voluntariosa jamais vista em nossa história! Se “todo poder emana do povo”, basta só mais alguns acordarem pra esta união. Hoje está se entendendo a força que o povo tem. Sem comando de nenhum populista aproveitador, mas aproveitando-se de um ser “normal” que resolveu dar a cara à tapa... E a boca ao povo!"

Rdo Bastos.

SOBRE A ELEIÇÃO DE OUTUBRO.


SOBRE OS MÉDICOS BRASILEIROS PETISTAS.


VÍDEO: Funkeira BOBALHONA "Anitta" adere a campanha e é #EleNao (CONTRA B17)



Eu pensava que ela era só puta; agora 
tô vendo que também é "filha" dela.

AGORA É TARDE - Bolsonaro reitera que eleição pode ter fraude nas urnas eletrônicas


Agora é tarde, Capitão: quando eu IMPLOREI para que houvesse uma Intervenção Militar no Brasil que fechasse o Congresso, PRENDESSE os Ministros do STF e convocasse novas eleições: não quiseram e o megalômano narcisista que está na Virgínia matando ursos disse que todo intervencionista é louco ou filho da puta - Agora não tem mais volta: vamos até o fim com as urnas e com a eleição na qual o senhor mesmo e os militares decidiram confiar. (Milton Pires) 

SALVARBrasil 23.09.18 17:24.

Em representação protocolada no TSE, Jair Bolsonaro reitera a possibilidade de fraude nas urnas eletrônicas, registra o Estadão.
Para o candidato, há “diversos motivos” para acreditar que o PT tem a intenção de alterar o pleito. As afirmações foram feitas dentro do pedido do PT para retirar do ar um vídeo de Bolsonaro sobre as urnas. A defesa do candidato do PSL argumenta que a segurança das urnas não “constitui uma unanimidade”. “Cabe frisar, de início, que a possibilidade de crítica às instituições do Estado constitui parte da liberdade de expressão e do próprio Estado Democrático de Direito”.

23 de Setembro de 1862: Bismarck é nomeado governante da Prússia e inicia a unificação alemã

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Bismarck, Roon (centro) e Moltke (direita), os três líderes da Prússia

23 de Setembro de 1862: Bismarck é nomeado governante da Prússia e inicia a unificação alemã:

No dia 23 de Setembro de 1862, o rei da Prússia, Guilherme I, afrontado por uma grave crise política, nomeia chefe do seu governo um homem de pulso, o conde Otto von Bismarck.
Os jornais liberais de Berlim só lhe davam poucos meses no poder. No entanto, iria governar o conjunto da Alemanha durante 28 anos e mudar a correlação de forças na cena europeia.
Principal Estado da Alemanha do Norte, a Prússia tinha aprovado uma constituição e formado um regime relativamente liberal em 1848, sob o reinado de Frederico-Guilherme IV da dinastia Hohenzollem. Afectado de demência em 1858, teve de confiar a regência ao seu irmão mais novo, Frederico Guilherme, já com 60 anos, quem destitui o presidente do Conselho, Otto von Manteuffel, e tenta pôr fim às intrigas que paralisavam a acção governamental.
Pretendia também reforçar o seu exército, cuja inoperância ficara demonstrada aquando das crises europeias de 1848, 1852 e 1859. A partir dos anos 1860, o regente prepara, apoiado pelo chefe do Estado-Maior Helmut von Moltke e pelo ministro da Guerra Albert von Roon, uma nova lei militar. Tratava-se de poder mobilizar 500 mil homens em caso de guerra em vez de apenas 150 mil.
Em 2 de Janeiro de 1861, com a morte do seu irmão, o regente sobe ao trono com o nome de Guilherme I. Empenha-se no seu projecto de lei militar porém encontra ferrenha oposição dos liberais que forçam a convocação de eleições legislativas para Março de  1862. Os liberais denunciavam o custo do projecto – 4 milhões de thalers suplementares por ano – o que punha em risco o desenvolvimento económico e privava a indústria de preciosa mão-de-obra.
O rei ameaça abdicar. Von Roon  assusta-se com a perspectiva de que isto levaria ao trono o seu filho, que tinha a reputação de ser um liberal convicto. O ministro sugere então ao soberano o nome de Bismarck. O rei traz à baila o temperamento ardente do indicado e as suas convicções.  Bismarck passou anos acreditando poder ascender ao governo como Ministro das Relações Exteriores e mesmo como chefe de governo com o apoio de seu amigo von Roon. Todavia, o rei afastava a ideia por incompatibilidade de carácter com o impetuoso personagem.
Em 16 de Setembro de 1862, Bismarck recebe em Paris do seu ministro do Exterior Bernstorff um telegrama cifrado informando que o rei esperava-o com urgência em Berlim. Na manhã de 22 de Setembro é introduzido no gabinete do monarca no castelo de Babelsberg, perto de Potsdam. 
O rei  mostra-lhe o acto de abdicação sobre a mesa e  diz-lhe : “Não quero mais reinar se não puder fazê-lo assumindo a responsabilidade diante de Deus, segundo minha consciência e diante de meus súbditos. Não encontro nenhum ministro disposto a dirigir o meu governo. Eis porque resolvi abdicar”.
A que Bismarck responde: “Desde Maio manifestei-me pronto – Vossa Majestade sabe – a assumir a responsabilidade do poder”.
- O senhor está disposto a sustentar os projectos militares sem modificá-los ? 
- Sim, Majestade.
- Sob que condições ?
- Nenhuma.
- É meu dever, então, prosseguir em minha luta com o senhor. Por conseguinte, não abdico.
O conde Otto von Bismarck, 47 anos, é nomeado ministro de Estado e ministro-presidente, outrora intitulado chefe de governo.
Até à morte em 1888, Guilherme I iria manter a sua confiança malgrado a incompatibilidade de génio e as acaloradas discussões entre os dois. Uma semana após a nomeação, em 30 de Setembro de 1862, Bismarck manifestaria publicamente a sua férrea vontade de unificar a Alemanha em torno da Prússia. Ao assistir a uma sessão parlamentar, pediu cortesmente a palavra para em seguida exclamar: “A Alemanha não está interessada no liberalismo da Prússia e sim na sua força (...) Após os tratados de Viena, as nossas fronteiras não se mostram favoráveis ao desenvolvimento do nosso Estado. Não serão os discursos e os votos da maioria que irão resolver as grandes questões de nossa época, como em 1848 chegamos a acreditar. Essas questões serão resolvidas sim a ferro e fogo”.

As palavras tiveram enorme repercussão e indicavam que o país caminharia para a militarização e a guerra. Bismarck percebe que tinha ido longe demais e, às pressas, vai ao encontro do rei. Após uma acesa discussão, a primeira de uma longa série, o monarca  deixa-se convencer pelos argumentos do seu ministro, que ganha carta branca para conduzir os seus projectos : reforma militar, guerra contra a Áustria e depois contra a França, acompanhadas do cumprimento de um sonho, a unificação da Alemanha em torno da monarquia prussiana.
Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)
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Otto von Bismarck

Clareza filosófica

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Clareza filosófica:

Em um quarto escuro, com pouca iluminação, é difícil enxergar o que ele contém, se é que é possível. Se você acende uma luz nele, o torna claro e torna mais fácil ver o que ele contém. Se você guarda algo em um recipiente opaco, também é difícil ver o que ele contém, se é que é possível. Se você guarda a mesma coisa em um recipiente transparente, isso torna fácil vê-la nesse recipiente. A clareza e transparência dos pensamentos (entendidos aqui como o conteúdo de frases indicativas) são concebidas por meio dessa analogia com a clareza e transparência visuais. Trata-se de uma analgia porque os pensamentos não são objetos da visão. Não faz sentido dizer de um pensamento que ele está bem ou mal iluminado por uma luz física, ou que está contido em um recipiente físico transparente.

Mas o que, nos pensamentos, corresponderia à iluminação e transparência físicas? Pensamentos claros ou transparentes são aqueles que seus elementos e estrutura são facilmente identificáveis. E o que torna esses elementos e estrutura facilmente identificáveis é a expressão do pensamento, aquilo que o torna publicamente manifesto, tal como a fala ou a escrita, e o contexto em que o pensamento é expresso. A escolha de palavras e estruturas sintáticas, portanto, determina a clareza e transparência da expressão do pensamento. E essa escolha é guiada por vários critérios, sempre relativos ao público visado, ao contexto de enunciação, etc. Essa relatividade da clareza e transparência em relação ao contexto implica que uma expressão pode ser mais clara e transparente em certos contextos e menos clara e transparente em outros. Por exemplo: se os interlocutores dominam o simbolismo de um sistema de lógica formal, então eles podem usá-lo para expressar claramente a estrutura dos pensamentos. Mas o uso de tal simbolismo seria um empecilho para a clareza e transparência, se um dos interlocutores não o dominasse.

Os critérios da clareza, além de serem relativos ao contexto e ao público visado, não são algorítmicos, não têm aplicação mecânica. Mas há algumas diretrizes gerais que se pode formular para se tornar mais claro o que é a clareza. No nível do vocabulário, da escolha de palavras, a clareza é tanto maior quanto mais evitarmos palavras ambíguas, ou seja, palavras com mais de um significado. Evitar totalmente a ambiguidade é quase impossível, porque é muito raro que uma palavra não tenha mais de um significado. Além disso, o dano que a ambiguidade causa à clareza depende do contexto. Por maior que seja a quantidade de significados que uma palavra tenha, há contextos em que é claro com qual significado ela está sendo usada. Todavia, há contextos em que não é claro com qual dos seus possíveis significados uma palavra está sendo usada. Por isso, aquele que quer ser claro deve prestar atenção na ambiguidade das palavras e desambiguá-las sempre que perceber a probabilidade de mal-entendido por causa da ambiguidade. A ambiguidade não atinge apenas palavras, mas também frases completas. Muitas vezes a ambiguidade de uma frase se deve à sua estrutura. O uso cuidadoso de vírgulas e pontos às vezes é o que basta para tornar a estrutura da frase mais clara.[1] Frases muito longas tendem a tornar sua estrutura pouco clara (Kant é famoso pelo hábito de escrever frases gigantescas). Outra diretriz importante, já exemplificada pelo caso do simbolismo lógico, consiste em escolher o vocabulário mais conhecido pelo público visado. Alguns acreditam que uma maneira de embelezar um texto consiste em buscar no dicionário sinônimos pouco usados (tal como "missiva", que é sinônimo de "carta"), mas o que acabam por fazer é tornar o texto semelhante a uma fala do personagem de Jô Soares baseado no modo excessivamente empolado e um tanto arcaico de Jânio Quadros falar. Filosofia não é (embora não seja incompatível com) poesia. É claro que o ideal é escrever um texto belo e claro. Entretanto, entre beleza e clareza, em filosofia, a clareza tem prioridade. Por isso, é sempre melhor usar as palavras mais conhecidas pelo público visado.[2] Se for imprescindível usar um termo que o público visado desconhece, então deve-se explicar o significado desse termo. Essa explicação, claro, deve ser feita por meio do uso de palavras conhecidas pelo público visado, caso contrário se explicará o obscuro por meio do pouco claro.

A clareza e transparência dos pensamentos também devem ser buscadas na expressão de raciocínios. De nada adianta indicar claramente a conclusão de um raciocínio, se suas premissas não estão claramente indicadas. Isso torna difícil identificar a justificação oferecida para essa conclusão e, portanto, torna difícil avaliar criticamente essa justificação.

Pensamentos claramente expressos são mais facilmente apreendidos e isso facilita a comunicação e a avaliação crítica desses pensamentos. Se um pensamento não é claramente expresso, então isso torna difícil identificá-lo e, portanto, difícil avaliá-lo criticamente. A falta de preocupação com a clareza, por isso, envolve uma falta de preocupação em facilitar a comunicação e a avaliação crítica dos pensamentos expressos. É claro que a intenção que uma pessoa tem de ser clara não garante, por si só, que ela seja bem sucedida. Mas, pelas razões já apresentadas, pior que querer ser claro e não conseguir é não ter preocupação com a clareza. Não ter preocupação com a clareza é contribuir com o obscurantismo.

Até aqui algo sobre a clareza foi implicitamente admitido: ela admite graus, ou seja, pode-se ser mais ou menos claro, mais ou menos obscuro. Existe uma falácia muito difundida sobre a clareza que é um caso especial de uma falácia sobre propriedades que admitem graus em geral: dado que não podemos atingir o grau máximo da clareza, pois sempre resta algum grau de obscuridade, então a busca por clareza é uma tarefa fútil. Esse raciocínio seria tão sensato quanto este: dado que não podemos atingir o grau máximo de racionalidade, pois resta sempre algum grau de irracionalidade, então a busca por racionalidade é fútil. Como se um elevado grau de racionalidade, embora não o máximo, pudesse ser pior que grau nenhum! Uma tal tese implausível está, no mínimo, carente de um bom argumento. Argumento? Mas procurar argumentos para teses não é procurar racionalidade?
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[1] Há uma piada bem conhecida sobre a ambiguidade estrutural de uma frase. Soldados perguntaram por telégrafo ao seu superior o que deveriam fazer com um prisioneiro que vigiavam: "Soltar? Ou matar?" O superior então responde: "Soltar não matar". Os soldados mataram o prisioneiro, porque interpretaram a frase assim: "Soltar não, matar". Mas o que o superior quis dizer foi: "Soltar, não matar".

[2] Nos texto desse blog eu procuro evitar ao máximo usar termos técnicos, porque o público visado inclui pessoas interessadas em filosofia que tenham pouco conhecimento sobre o assunto.

O fim do Facebook?

O fim do Facebook?: O Facebook ganha biliões de dólares. Como? Vendendo o que nós colocamos lá de graça. Evidentemente, isto é pura exploração económica. Veja-se este artigo no New York Times.
Quem quiser experimentar o concorrente do Facebook, que partilha com os utentes os seus lucros pode exprimentar o Tsu. O primeiro sinal de que o Tsu é coisa séria é que o Facebook bloqueia qualquer ligação para o Tsu. Evidentemente, o Tsu é gratuito.

Todos os filmes originais Netflix, classificados do pior ao melhor

Todos os filmes originais Netflix, classificados do pior ao melhor:



Todos os filmes originais Netflix, classificados do pior ao melhor


A Netflix está investindo cada vez mais pesado na produção de filmes exclusivos. Mais de uma centena deles já foram lançados, e estão disponíveis na plataforma do serviço de streaming. A Bula avaliou todas as produções originais e as reuniu em uma lista, organizada do pior ao melhor filme. O ranking levou em conta as notas atribuídas aos títulos no IMDb, uma das maiores plataformas de cinema do mundo. Alguns destaques são: “Para Todos os Garotos que já Amei” (2018), de Susan Johnson; “Os Meyerowitz: Família Não se Escolhe” (2017), de Noah Baumbach; e “First They Killed My Father” (2017), de Angelina Jolie. É importante lembrar que a lista não tem intenção de ser universal ou definitiva, apenas representa as avaliações recebidas pelos filmes na plataforma pesquisada.

108 — Vende-se Esta Casa (2018), Matt Angel e Suzanne Coote

107 — Mercy (2016), Chris Sparling

106 — Death Note (2017), Adam Wingard

105 — O Último Capítulo (2016), Oz Perkins

104 — Siga Pela 10 (2017), Chester Tam

103 — The Ridiculous 6 (2015), Frank Coraci

102 — Coin Heist (2017), Emily Hagins

101 — Lá Vêm os Pais (2018), Robert Smigel

100 — Próxima Parada: Apocalipse (2018), David M. Rosenthal

99 — Clinical (2017), Alistair Legrand

98 — Rebirth(2016), Karl Mueller

97 — Sandy Wexler (2017), Steven Brill

96 — Gostos e Cores (2018), Myriam Aziza

95 — Dude: A Vida é Assim (2018), Olivia Milch

94 — #REALITYHIGH (2017), Fernando Lebrija

93 — Ibiza: Tudo Pelo DJ (2018), Alex Richanbach

92 — Pai do Ano (2018), Tyler Spindel

91 — Dia da Namorada (2017), Michael Paul Stephenson

90 — Clinical (2017), Alistair Legrand

89 — Handsome: Um Filme de Mistério Netflix (2017), Jeff Garlin

88 — XOXO (2016), Christopher Louie

87 — Game Over, Man! (2018), Kyle Newacheck

86 — A Mulher Mais Assassinada do Mundo (2018),  Franck Ribière

85 — Mute (2018), Duncan Jones

84 — Naked (2017), Michael Tiddes

83 — Step Sisters (2018), Charles Stone III

82 — Blockbuster (2018), July Hygreck

81 — Minha Primeira Caçada (2018), Jody Hill

80 — O Pacote (2018), Jake Szymanski

79 — The Cloverfield Paradox (2018), Julius Onah

78 — Natal em El Camino (2017), David E. Talbert

77 — O Príncipe do Natal (2017), Alex Zamm

76 — Cartão de Natal (2017),  Ernie Barbarash

75 — Feliz Aniversário de Casamento (2018), Jared Stern

74 — Pequeno Demônio (2017), Eli Craig

73 — Fé de Etarras (2017), Borja Cobeaga

72 — Brahman Naman (2016), Qaushiq Mukherjee

71 — Zerando a Vida (2016), Steven Brill

70 — Tau (2018), Federico D’Alessandro

69 — Pequenos Delitos (2017), E.L. Katz

68 — The After Party (2018), Ian Edelman

67 — Mascots (2016), Christopher Guest

66 — Extinction (2018), Ben Young

65 — O Caminho da Fé (2018), Joshua Marston

64 — 6 Balões (2018), Marja-Lewis Ryan

63 — Doce Argumento (2018), Ben Shelton

62 — Special Correspondents (2016), Ricky Gervais

61 — O Rei da Polca (2017), Maya Forbes

60 — A História Real de Um Assassino Falso (2016), Jeff Wadlow

59 — Amador (2018),  Ryan Koo

58 — Barry (2016), Vikram Gandhi

57 — War Machine (2017), David Michôd

56 — iBoy (2017), Adam Randall

55 — O Matador (2017), Marcelo Galvão

54 — Deidra & Laney Rob a Train (2017), Sydney Freeland

53 — Burning Sands (2017), Gerard McMurray

52 — Roxanne Roxanne (2017), Michael Larnell

51 — Tal Pai, Tal Filha (2018), Lauren Miller Rogen

50 — A Mulher Mais Odiada dos Estados Unidos (2017), Tommy O’Haver

49 — Apostando Tudo (2017), Joe Swanberg

48 — Perdoai as Nossas Dívidas (2018),  Antonio Morabito

47 — O Anjo de Mossab (2018),  Ariel Vromen

46 — Pee-wee’s Big Holiday (2016),  John Lee

45 — Gente de Bem (2018), Nicole Holofcener

44 — Shimmer Lake (2017), Oren Uziel

43 — A Barraca do Beijo (2018), Vince Marcello

42 — Sierra Burgess Is a Loser (2018), Ian Samuels

41 — Minha Primeira Luta (2018), Olivia Newman

40 — The Outsider (2018), Martin Zandvliet

39 — Perfeita para Você (2018), Stephanie Laing

38 — Sand Castle (2017), Fernando Coimbra

37 — The Discovery (2017), Charlie McDowell

36 — Spectral (2016), Nic Mathieu

35 — Cargo (2017), Ben Howling, Yolanda Ramke

34 — 1922 (2017), Zak Hilditch

33 — A Babá (2017), McG

32 — Alex Strangelove (2018), Craig Johnson

31 — Quando Nos Conhecemos (2018), Ari Sandel

30 — Eu Não Sou um Homem Fácil (2018), Eléonore Pourriat

29 — Benji (2018), Brandon Camp

28 — Wheelman (2017), Jeremy Rush

27 — ARQ (2016),Tony Elliott

26 — Bright (2017), David Ayer

25 — Felicidade Por um Fio (2018), Haifaa Al-Mansour

24 — Tramps (2016), Adam Leon

23 — A Incrível Jessica James (2017), Jim Strouse

22 — O Plano Imperfeito (2018), Claire Scanlon

21 — Jogo Perigoso (2017), Mike Flanagan

20 — Tallulah (2016),  Sian Heder

19 — Blame! (2017), Hiroyuki Seshita

18 — Calibre (2018), Matt Palmer

17 — Next Gen (2018), Kevin R. Adams e Joe Ksander

16 — 7 Años (2016),  Roger Gual

15 — Imperial Dreams (2014), Malik Vitthal

14 — Fútil e Inútil (2018), David Wain

13 — I Don’t Feel at Home in This World Anymore (2017), Macon Blair

12 — O Mínimo para Viver (2017), Marti Noxon

11 — Nossas Noites(2017), Ritesh Batra
10 — Os Meyerowitz: Família Não se Escolhe (2017), Noah Baumbach


Os Meyerowitz: Família Não se Escolhe (2017), Noah Baumbach


A comédia dramática reúne no elenco grandes nomes do humor, como Ben Stiller e Adam Sandler. Ambientada em Nova York, ela conta a história de Harold Meyerowitz, um escultor aposentado casado com Maureen e pai de Matthew e Danny. Um dia, o patriarca descobre que uma exposição está sendo organizada em homenagem às suas obras. Contudo, ele adoece, e a família precisa superar problemas do passado para ajudá-lo.
9 — Contando os Segundos (2016), Priyadarshan


Contando os Segundos (2016), Priyadarshan


O drama é dirigido pelo aclamado diretor indiano Priyadarshan. Ele conta as tensões vividas por um grupo de sete pacientes desconhecidos, que esperam o resultado de seus testes de HIV em uma clínica. A cada instante eles ficam mais apreensivos, e a sala de espera se torna um campo de batalha contra as emoções.
8 — Quem Tem Carma Nunca Alcança (2017), Nikhil Bhat


Quem Tem Carma Nunca Alcança (2017), Nikhil Bhat


O filme indiano de comédia conta a história de Brij Mohan, um homem que fingiu sua própria morte para escapar de uma vida monótona. No entanto, a brilhante ideia não dá tão certo, e ele acaba condenado à morte pelo próprio assassinato. Agora, sob o risco de morrer de verdade, por um crime que nunca aconteceu, ele corre contra o tempo para resolver a situação.
7 — First They Killed My Father (2017), Angelina Jolie


First They Killed My Father (2017), Angelina Jolie


Baseada em uma história real, a trama é ambientada no Camboja, em 1975, quando o regime comunista do Khmer Vermelho assume o controle da capital do país, Phnom Penh. A pequena Loung Ung e sua família são levadas a um campo de trabalho forçado e precisam conviver com a fome, a violência e os horrores do local. O filme foi indicado para representar o Camboja no Oscar, em 2018, na categoria de melhor filme estrangeiro.
6 — Pérolas no Mar (2018), Rene Liu


Pérolas no Mar (2018), Rene Liu


O filme de drama chinês conta a história de dois desconhecidos: Jian e Xiao, que se encontram por acaso em um trem e criam um forte vínculo. Dez anos depois, eles se reencontram e refletem sobre o amor que sentem um pelo outro. O título marcou a estreia da atriz e dançarina Rene Liu como cineasta, e foi um sucesso de bilheteria.
5 — Amor Por Metro Quadrado (2018), Love per Square Foot


Amor Por Metro Quadrado (2018), Love per Square Foot


Sanjay e Karina nunca conseguiram juntar dinheiro para comprar suas próprias casas. Dispostos a terem um lar próprio, eles, então, se juntam em um improvável casamento por conveniência. A dupla só não esperava que viver sob o mesmo teto pudesse mudar as suas vidas por completo, criando um elo afetivo difícil de ser desfeito.
4 — Jadotville (2016), Richie Smyth


Jadotville (2016), Richie Smyth


O filme de ação é baseado no evento conhecido como “cerco de Jadotville”, ocorrido em setembro de 1961, durante a intervenção das Nações Unidas na Crise do Congo, África Central. À ocasião, tropas irlandesas foram cercadas por soldados da Frente Nacional de Libertação do Congo na cidade de Jadotville e, em seguida, abandonados por seus superiores. A classificação indicativa do filme é de 18 anos.
3 — Okja (2017), Joon-ho Bong


Okja (2017), Joon-ho Bong


A CEO de uma poderosa empresa informa ao mundo que uma nova espécie animal foi descoberta no Chile, o “super porco”. Para apresentá-lo ao mundo, a empresa envia 26 dos animais para diferentes países, onde devem permanecer por 10 anos. Quando o fim do período se aproxima, a jovem Mija, que convive com Okja, o super porco criada pelo avô, decide lutar para ficar ao lado do animal.
2 — Para Todos os Garotos que já Amei (2018), Susan Johnson


Para Todos os Garotos que já Amei (2018), Susan Johnson


Lara Jean possui uma extensa e imaginária vida amorosa. Ela escreve cartas secretas para todos os garotos pelos quais se apaixona em segredo. Um dia, todas as cartas são misteriosamente enviadas aos destinatários, revelando os amores platônicos que Lara viveu, e deixando a garota em uma difícil situação.
1 — Na Própria Pele: O Caso de Stefano Cucchi (2018), Alessio Cremonini


Na Própria Pele: O Caso de Stefano Cucchi (2018), Alessio Cremonini


Baseado em fatos reais, o filme conta a história de Stefano Cucchi, que foi detido por posse de drogas na Itália. Sob custódia da polícia, ele é morto misteriosamente. A tragédia, então, inicia um dos casos judiciais mais polêmicos da história do país, que movimenta a imprensa e todos os setores da sociedade.