"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

domingo, 1 de janeiro de 2017

IMPRENSA GAÚCHA VAGABUNDA PETISTA DIZ QUE "ERRO DE GPS" FEZ PROFESSORA ENTRAR EM "COMUNIDADE CONFLAGRADA" POR UM "PROBLEMA SOCIAL" COMO O TRÁFICO

A Empresa de Comunicação que frauda o CARF no RS chama professora gaúcha que foi passar Revellion com familiares de "turista" e apresenta traficantes assassinos como membros da "comunidade" 

- Marginais da RBS apresentam o fato como "erro de GPS"

Turista gaúcha é morta ao entrar por engano em comunidade do norte da Ilha, em Florianópolis

Vítima estava no banco do passageiro do veículo conduzido pelo marido

Por: Ânderson Silva
01/01/2017 - 09h50min | Atualizada em 01/01/2017 - 12h29min
Turista gaúcha é morta ao entrar por engano em comunidade do norte da Ilha, em Florianópolis Léo Cardoso/Agencia RBS
Carro onde estava Daniela com o disparo que a atingiuFoto: Léo Cardoso / Agencia RBS 
Uma turista do Rio Grande do Sul foi morta com um tiro ao entrar por engano em uma rua da comunidade do Papaquara, no norte da Ilha, em Florianópolis, na madrugada deste domingo. Daniela Scotto de Oliveira Soares, 38 anos, era a passageira do carro dirigido pelo marido. Ela é natural de Porto Alegre, mas atualmente morava em Sapucaia do Sul, na região Metropolitana da Capital gaúcha.
Pelo testemunho do marido da vítima, eles estavam na casa de parentes no bairro Vargem Grande. Ao ir embora, acionaram o aplicativo Waze, que os indicou um caminho pela Servidão Braulina Machado. Neste ponto, segundo a PM, Daniela teria visto um rapaz armado e comentou com os familiares dentro do veículo. Instantes depois, o tiro entrou pelo lado do passageiro.
Dentro do carro estavam Daniela, o marido, os sogros e o sobrinho dela, de sete anos. O disparou não feriu os outros ocupantes do carro. Ela foi atingida na cabeça.
Foto: Reprodução / Facebook
Ao ser atingida, ela caiu no colo do marido. A família ainda tentou levá-la até aUnidade de Pronto Atendimento (UPA) do norte da Ilha, mas Daniela morreu no local. Ninguém foi preso. De acordo com a PM, o local onde ocorreu a morte da turista é conhecido dos policiais por ser uma área de risco. A Delegacia de Homicídios da Capital vai investigar o caso.
Daniela era professora da yoga na cidade onde morava. Ela estava em Florianópolis desde a última quinta-feira, quando veio passar o final de ano com familiares no Bairro Estreito, e iria embora nesta segunda-feira.

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