"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Cardiologista Oficial do Partido dá Razão à Folha de SP, Humilha mais Ainda Médica de 31 anos e Explica Por Que Fez o que PT Mandou

Kalil Filho_ética médica
“Quando afrontam a ética, quebram o juramento de Hipócrates proclamado ao receberem o título de doutor e compartilham publicamente segredos e sentimentos a eles confiados, os médicos violam um dos princípios mais sagrados da profissão, o sigilo médico. Essa situação ocorreu recentemente com a divulgação pelas redes sociais de exames e dados clínicos não autorizados, além de comentários desairosos sobre pacientes públicos. O caso revela um dos lados perversos do comportamento humano, reprovável e absolutamente inadmissível para quem se apresenta como médico”, diz o médico Roberto Kalil Filho, diretor do Sírio-Libanês, que defendeu a demissão da médica Gabriela Munhoz, apontada como responsável pelo vazamento dos dados de Marisa Letícia, ex-primeira-dama.
Em artigo publicado neste domingo, o médico Roberto Kalil Filho, diretor do Sírio-Libanês, explica por que defendeu a demissão da médica Gabriela Munhoz, apontada como responsável pelo vazamento dos dados de Marisa Letícia, ex-primeira-dama (saiba mais aqui).
Abaixo, o artigo de Kalil:
Afronta à dignidade humana
Por Roberto Kalil Filho
Infelizmente, são comuns no Brasil, e em especial na rede pública, queixas de médicos e de outros profissionais de saúde sobre jornadas extenuantes de trabalho, afastamento da família, salários incompatíveis com uma vida digna e muito aquém do esforço, da dedicação e da responsabilidade exigidos pela carreira.
Fora isso, também são vítimas de violência por parte de pacientes ou acompanhantes que responsabilizam os médicos por todas as consequências produzidas pela doença.
Tais situações, evidentemente, comprometem a saúde física e mental desses profissionais e geram o desalento que os afasta de seus pacientes, o que acaba por punir justamente os mais necessitados, aqueles que já vivem nos limites da dignidade humana.
No entanto, quando afrontam a ética, quebram o juramento de Hipócrates proclamado ao receberem o título de doutor e compartilham publicamente segredos e sentimentos a eles confiados, os médicos violam um dos princípios mais sagrados da profissão, o sigilo médico.
Essa situação ocorreu recentemente com a divulgação pelas redes sociais de exames e dados clínicos não autorizados, além de comentários desairosos sobre pacientes públicos. O caso revela um dos lados perversos do comportamento humano, reprovável e absolutamente inadmissível para quem se apresenta como médico.
Pior ainda é testemunhar esses profissionais serem movidos por sentimentos menores e ideologias político-partidárias, fazendo apologia à morte, como lamentavelmente observamos na última semana.
O texto da jornalista Cláudia Collucci publicado na Folha na quinta (2/2) acerta no ponto nevrálgico sobre o tema: atitudes como essa merecem punição. Impossível tolerar que pacientes corram o risco de virar motivo de escárnio entre médicos inescrupulosos.
As direções de hospitais e unidades de saúde precisam ser firmes e punir esse tipo de comportamento antiético de forma exemplar, eliminando das instituições elementos que profanam o princípio do sigilo e do respeito devido a qualquer ser humano.
Também têm obrigação de denunciar imediatamente aos conselhos profissionais esses desvios, para a aplicação de sanções pertinentes.
O juramento de Hipócrates é claro: o médico deve guardar absoluto respeito pelo ser humano e atuar sempre em seu benefício. Jamais utilizará seus conhecimentos para causar sofrimento físico ou moral, para o extermínio do ser humano ou para permitir e acobertar tentativa contra sua dignidade e integridade.
Os cidadãos, quando buscam um serviço de saúde, principalmente quando precisam ser internados, seja em enfermaria ou na terapia intensiva, normalmente chegam fragilizados, não somente pela doença mas também pelo temor em relação ao que os espera.
Hospital, receio da dor e do imponderável, medicações desconhecidas, dor imposta por exames invasivos, cirurgias, agulhas, tubos e sondas são possibilidades tenebrosas que ninguém em sã consciência aceita calidamente.
As incertezas são muitas na fase de hospitalização; por isso a atitude dos profissionais de saúde tem o papel de resgatar a vida e dar dignidade à existência.
É urgente que os gestores da área da saúde pública ou privada desenvolvam estratégias robustas para envolver os médicos não somente nas políticas internas de humanização das instituições mas também no respeito ético para com seus pacientes. A dignidade humana deve ser inviolável.
ROBERTO KALIL FILHO, cardiologista, é professor titular da Faculdade de Medicina da USP e diretor de cardiologia do Hospital Sírio Libanês
Brasil 247

RESPOSTA DO ATAQUE ABERTO


Excelente texto! Não há problema algum na sua opinião, doutor, só que agora, o senhor VAI TER QUE PROVAR EM JUÍZO que as imagens da tomografia feita em São Bernardo do Campo foram colocadas na internet pela Dra. Gabriela, cuja vida profissional o senhor (querendo ou não) ajudou a imprensa brasileira a destruir. NÃO INTERESSA o que diz o Código de Ética Médica, nem o Conselho Federal de Medicina, nem o Papa, nem a Cláudia Collucci, nem Donald Trump:

Serão obrigados a PROVAR, em juízo, que as imagens da TC de Marisa Letícia partiram EXATAMENTE dos médicos Gabriela Munhoz e Richam Faissal Ellakki...Tem mais: o Richam é acusado pela imprensa do Brasil de ensinar como matar, como assassinar uma paciente...Também precisam provar que HAVIA, de forma inquestionável, relação profissional entre estes dois médicos e a paciente Marisa Letícia.


Boa sorte, vocês vão precisar...rssss

12 comentários:

  1. Veja esse vídeos e veja a sacanagem que fizeram com os médicos. https://youtu.be/X53xUzX5eh8.
    A fonte da tomografia.https://youtu.be/1Q550PcDNsA

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  2. Esse aí já está vendido pro CAPETA !!! Não nos preocupemos porque sua alma já está no INFERNO JUNTO com a quadrilha petralha !!!

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  3. Esses médicos são, em maioria, arrogantes, acham-se donos dá verdade porque acreditam ser infinitamente conhecedores dá verdade. Ledo engano, ainda vão pagar muita indenização antes de se tornarem gente de vdd. O mundo ensina aqueles que os pais passaram mão na cabeça a vida inteira. Vão sempre chegar a frente de um magistrado que possivelmente os vera omo qualquer bosta n'água, sem privilégios, justamente por ser apenas um médico, igual a outro qualquer cidadão ... Não serão considerados um político ou um milhonarios, apenas um ser que cometeu erro médico ou violador dá ética, mas que tem boa condição de de pagar uma boa indenização.

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    1. Daí quando você estiver doente, vai se tratar com um veterinário! Já que todos os médicos não servem para você. Mania de achar que todo médico tem que se fuder porque acha que é playboyzinho. Bem cabeça de mortadela a sua!

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  4. Cardiologista Oficial do Partido.
    Essa é mesmo interessante.
    Só podia sair isso.

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  5. O Dr. Kalil não é do programa Bem Estar dá Rede Globo? Interessante e no mínimo intrigante tudo isso acontecendo e ele a serviço de uma rede de comunicação poderosa.

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  6. Pergunto a o Sr Kalil, onde esta a ética médica quando um medico recusa a atender um paciente? Onde esta a etica médica quando um paciente em estado critico fica horas esperando por um atendimento? Me fala da etica médica, quanto a diferenciação daqueles que tem planos de saúde e os que não tem. Se for por tudo isso na lista, muitos médicos deixariam de clinicar. Respeito com o ser humano sim, sem distinção de classe social.

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