"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

ACABOU: LULA VOLTA PARA LATA DE LIXO DA HISTÓRIA DO BRASIL.


Acabou, graças a Deus acabou: a partir de hoje o Brasil está livre de Lula - esse monte de lixo, esse representante da ralé, da mentira, da escumalha, da covardia e da prepotência, esse monstro de cinismo, arrogância e desfaçatez vai voltar para o lugar de onde jamais deveria ter saído - o lata de lixo da História Brasileira. 

ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA PETISTA desafia Barroso e divulga programa eleitoral de Lula na TV

1535763261786.jpgPT desafia Barroso e divulga programa eleitoral de Lula na TV:

Menos de uma hora depois do voto do ministro Luís Roberto Barroso, relator do processo sobre a ...


RESPOSTA PARA BOLSONARO NO TWITTER


Fachin vota pelo direito de Lula de participar da campanha eleitoral

Fachin vota pelo direito de Lula de participar da campanha eleitoral:



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BRASÍLIA — O ministro Edson Fachin votou pelo direito do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de participar da campanha eleitoral. Para ele, Lula é inelegível porque foi condenado em segunda instância. Mas como o Comitê de Direitos Humanos da ONU...


Brasil deve seguir decisão da ONU a favor de Lula, diz JUIZ PETISTA Luiz Edson Fachin

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O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luiz Edson Fachin, divergiu de seu colega, o relator do processo, Luís Roberto Barroso, e votou nesta sexta-feira (31) em favor da aprovação, em “caráter provisório”, da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República. A corte está reunida para decidir se Lula poderá concorrer ou se o afastará da disputa, ignorando, assim, determinação do Comitê de Direitos Humanos da ONU.


Anexos originais:

Advogados de Lula se abraçam

Advogados de Lula se abraçam:

Após o voto de Edson Fachin, a sessão é suspensa por 20 minutos.

Sorridentes, os advogados de Lula se abraçam no plenário do TSE.

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ANÁLISE COM FRIEZA.


(Por Walter Lirola Junior)

O pré-candidato Jair Bolsonaro pode ser perfeitamente definido como um fenômeno político extraordinário. Aclamado como mito por milhões de eleitores, o deputado tem sido alvo de críticas de 10 em cada dez veículos de comunicação e formadores de opinião. Jornalistas, artistas e políticos se desdobram para construir narrativas e críticas contra o parlamentar. Diante da dificuldade em apontar defeitos ou ilações, acabam apelando justamente contra suas qualidades.

Neste momento da corrida eleitoral, é perfeitamente cabível afirmar que o candidato, que desponta como favorito para as eleições de 2018, é o único candidato que se fez sozinho e sem contar com a estrutura de grandes partidos ou o apoio de grupos empresariais.

O que deixa seus rivais ainda mais enfurecidos é que Bolsonaro não tem nem marqueteiro, patrocinador ou militância de partido. O deputado é recebido por multidões em praticamente todos as regiões do país e saudado por milhares de pessoas, em manifestações genuínas e espontâneas de apoio à sua candidatura.

Tecnicamente, Bolsonaro reúne mais condições de governar o país que a maioria de seus adversários. Ainda que não fosse este fenômeno de popularidade, o deputado possui experiência na Câmara dos Deputados, está familiarizado com os problemas do país e possui boas relações com a maioria dos colegas. Aos 62 anos, o militar da reserva cumpre seu sexto mandato na Câmara dos Deputados sem ter enfrentado nenhuma denúncia de envolvimento em esquemas de corrupção ou recebimento de vantagens indevidas.

Seu histórico como parlamentar representa uma grande vantagem competitiva frente aos demais adversários. Bolsonaro é um bicho do Congresso e fala a mesma língua de seus pares, ao contrário dos alienígenas fabricados pela imprensa e por grupos econômicos que costuma descer de pára-quedas a cada eleição presidencial. Para governar um país como o Brasil, é mais recomendável que o candidato tenha experiência política do que popularidade. Bolsonaro reúne estas duas qualidades.

O pré-candidato costuma ser desafiado por jornalistas sobre seus conhecimentos sobre economia, como se os demais concorrentes fossem verdadeiros especialistas na área. Bolsonaro devolve e pergunta se ele precisa ser também o senhor da saúde, da educação e agricultura. Na verdade, um candidato precisa conhecer os problemas do país em linhas gerais e saber escolher os ministros responsáveis por cada área. É assim que funciona com os demais pré-candidatos, mas quando se trata de Bolsonaro, a imprensa sempre tenta exigir um pouco mais. Todos sabem que o "mito" pode convocar não apenas um ministro para cada pasta, como também uma equipe inteira de especialistas familiarizados com as questões mais urgentes para o país. Cabe ao presidente e sua equipe apontar as diretrizes, com base nas circunstâncias e desafios de cada área.

Sob o ponto de vista político, Bolsonaro é muito melhor qualificado que a maioria de seus adversários. Praticamente todos eles estão distantes de Brasília fazendo campanhas, enquanto Bolsonaro está lá há mais de 20 anos fazendo política e convivendo intensamente com os problemas reais do país. Sabe quem é quem no Congresso.

Esta peculiaridade é pouco observada pela população na hora de escolher seu candidato. A experiência com o presidente Michel Temer é um bom exemplo da importância da vivência política intensa como requisito fundamental para um bom governo. Apesar de suas baixos índices de popularidade, Temer conhece cada parlamentar pelo nome, sobrenome e histórico de vida. Esta característica o tem ajudado a aprovar medidas importantes para o país. Alienígenas como Collor, FHC, Lula e Dilma não tiveram a mesma facilidade de se comunicar com os bichos do Congresso. Os três últimos precisaram justamente de Temer para aprovar seus projetos de maior visibilidade.

Bolsonaro anda pelas ruas sem segurança, é saudado por muitos e raramente é desafiado por detratores, que temem sua língua afiada e capacidade de responder com extrema rapidez e eficácia as críticas de que é alvo.  Mesmo que vez por outra crie polêmicas, costuma ser fiel às suas convicções.

Assim como os demais pré-candidatos, Jair Bolsonaro é um brasileiro apto a disputar a Presidência dentro das regras democráticas em vigor no país. Em um ambiente de civilidade, maturidade e responsabilidade, Bolsonaro merece o respeito de cada brasileiro, sobretudo dos meios de comunicação.

Seria mais proveitoso para todos deixar de enxergá-lo com os olhos do fígado. Como político, Bolsonaro é mais digno de ser candidato que a maioria de seus eventuais adversários. O papel da imprensa neste caso seria prestar mais atenção em suas propostas e permitir que os brasileiros possam tirar suas próprias conclusões. Bolsonaro não é um criminoso condenado.

Por mais que isso não agrade aos políticos, ao sistema viciado e os grupos dominantes que sempre tiveram grande influência no processo sucessório do país, Bolsonaro conseguiu sozinho um feito inédito ao se projetar como um dos favoritos para vencer as eleições de 2018. É um mérito ter conseguido captar o sentimento de boa parte de uma nação. Não se trata de um feito singelo. Bolsonaro teve sensibilidade de perceber que podia representar os anseios de milhões de brasileiros. Sem marqueteiro, sem dinheiro e sem partido. Fez jus ao apelido de "Mito".

URGENTE: TSE NEGA REGISTRO DE CANDIDATURA DO PRESIDIÁRIO CONHECIDO COMO "LULA" QUE DESTRUIU O BRASIL.


Encerra-se neste momento mais um capítulo da História da Vergonha da Nação Brasileira perante o Mundo civilizado: o Tribunal Superior Eleitoral acaba de negar, baseado na Lei da Ficha Limpa, o registro do marginal, chefe de quadrilha e estelionatário Luís Inácio Lula da Silva. O presidiário, todos o sabem, vinha tentando, às custa de honorários trilhonários de seus advogados, obter o registro para concorrer como candidato nas eleições para Presidência da República no outubro próximo. 

Uma pequena decisão por parte de um “Tribunal” que não deveria nem mesmo existir; um gigantesco passo para uma nova Nação – O Brasil livra-se de um CÂNCER: Tribunal Superior Eleitoral NEGA registro de candidatura do Bandido e Chefe de Quadrilha que destruiu o país! Lula está fora da Eleição!

Milton Pires.

31 de agosto de 2018.

AO VIVO - 31/08/2018: TSE JULGA CANDIDATURA DE PRESIDIÁRIO VAGABUNDO PETISTA.

O que está acontecendo, neste momento, no TSE é uma Vergonha, uma Mancha e uma Humilhação em toda História do Direito Brasileiro: o Julgamento da Candidatura de Lula é o "Programa Mais Médicos" do Direito. (Milton Pires).

Dilma não pode ser esquecida

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Editorial do Estadão:

A campanha eleitoral já está há duas semanas nas ruas do País, mas quase nenhum candidato a presidente foi capaz de abordar aquele que deveria ser um dos principais assuntos desta eleição: o terrível legado dos governos lulopetistas, especialmente o de Dilma Rousseff.

Dilma sofreu impeachment em 12 de maio de 2016 e foi afastada em definitivo em agosto daquele ano. Desde então, o País luta para superar a imensa crise causada por sua incompetência e sua visão de mundo, consubstanciada na ideia segundo a qual “despesa corrente é vida” – frase símbolo do modo Dilma de pensar e que quase levou o País à ruína. 

Os números de sua passagem pela Presidência não permitem dúvida sobre o desastre: Dilma saiu pela porta dos fundos do Palácio do Planalto deixando atrás de si uma inflação de mais de 9%, uma taxa de juros próxima de 15% e desemprego de 10,9%, contra 6,5% em 2014, quando a petista foi reeleita. O número total de desempregados saltou de 6,4 milhões para 11 milhões nesse curto período, uma alta impressionante de mais de 70%. Tudo isso sob o pano de fundo de uma brutal recessão de 7,6% registrada entre a reeleição de Dilma e seu impeachment – lembrando que a petista recebeu a economia crescendo a uma taxa média de 4,64% ao ano nos quatro anos anteriores, durante o governo de seu criador, Lula da Silva. Nem é preciso grande exercício de imaginação para especular como estaria o País hoje se ela ainda estivesse a presidi-lo.

No entanto, nada disso parece fazer parte dos discursos dos principais candidatos ao Palácio do Planalto, que desde o começo da campanha deveriam ter usado o governo Dilma como exemplo óbvio do que não se pode fazer na Presidência.

Mesmo os presidenciáveis que integravam a oposição àquele tenebroso governo preferem ignorá-la, centrando fogo no atual governo, como se fosse este o responsável pelo descalabro em que o País vive. Pode-se fazer muitos reparos ao trabalho do presidente Temer, mas é preciso reconhecer que, a despeito das imensas dificuldades resultantes do turbulento processo de impeachment, seu governo estabilizou a inflação, reduziu a taxa de juros, realizou algumas importantes reformas necessárias para a retomada da atividade econômica e conferiu um mínimo de racionalidade ao processo político. Tudo isso em menos de dois anos. É um feito, sob qualquer aspecto.

Mesmo assim, é seu governo, e o não o de Dilma, que é tratado como “herança maldita” na campanha eleitoral. Consolidou-se o discurso segundo o qual Temer resume, em si, o que há de pior no País, desde a corrupção até a cassação de “direitos sociais”, passando pelo desemprego e pela lenta retomada econômica – e tudo isso se traduz em uma impopularidade da ordem de 70%, inédita na história nacional. Enquanto isso, Dilma Rousseff aparece como favorita para ganhar uma das vagas ao Senado por Minas Gerais. 

Não se chega a tal situação sem uma estratégia muito bem pensada. Quando conquistou a Presidência, em 2003, Lula da Silva tratou logo de qualificar o governo de seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso, de “herança maldita”, malgrado o óbvio fato de que, não fosse a estabilidade da economia proporcionada pela administração de FHC, a agenda social lulopetista, que tantos votos ainda rende ao demiurgo petista, não sairia do papel. Mas esse embuste funcionou perfeitamente – tanto que os candidatos tucanos à Presidência depois de FHC trataram de se desvincular do ex-presidente, pois temiam perder votos.

Sem que se faça nesta campanha a denúncia da verdadeira herança maldita com a qual o Brasil tem de conviver desde que o PT alcançou o poder, permite-se que alguns candidatos alcancem bom desempenho nas pesquisas eleitorais oferecendo ao País as mesmas ideias estapafúrdias que fizeram do governo de Dilma o mais desastroso de nossa história recente. Esquecer o que Dilma fez – sob o patrocínio entusiasmado de Lula da Silva, o mesmo que, agora, promete fazer o Brasil “ser feliz de novo” – é condenar o País a um futuro sinistro.

Cassandra

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 Coluna de Luiz Felipe Pondé, publicada pela FSP:


Haveria mesmo um vínculo necessário entre felicidade e ignorância? As pessoas mais felizes são as menos inteligentes? Ou isso seria apenas um discurso para disfarçar a incapacidade de algumas pessoas para a felicidade? E mais: seria a beleza "excessiva" numa mulher uma maldição para ela e para os homens à sua volta?

Não vou cair aqui na armadilha de definir felicidade nem beleza. Mantenha sua ansiedade sob controle quanto a essas definições. Existem definições que só servem às almas rasas e burocráticas. Como sabem muitos filósofos, mestres em definições, algumas coisas, quando definidas, ficam mais difíceis de serem compreendidas.

A intuição imediata, às vezes, é mais clara do que o esforço de dar nomes complicados para experiências "simples".

Voltemos ao que interessa: haveria mesmo um vínculo necessário entre felicidade e ignorância? E a beleza "excessiva" numa mulher seria uma maldição?

Indaguemos a tradição clássica. Você não tem clareza quanto ao que é a tradição clássica? Trata-se daquele conjunto de textos e autores que atravessam as época sendo melhores, mais profundos e mais relevantes do que a maioria dos outros. Sobrevivem a um monte de críticos que desaparecem, enquanto os clássicos permanecem. Italo Calvino (1923-1985), em seu "Por Que Ler os Clássicos", deixa isso bem claro.

Eu arriscaria dizer que poderíamos jogar no lixo grande parte do ruído causado por alguns textos e autores contemporâneos e colocar no lugar textos e autores antigos. Seria melhor os jovens lerem os trágicos do que lerem o mimimi generalizado de hoje.

Ouçamos Ésquilo (525/524 a.C-456/455 a.C) em "Agamémnon", primeira peça da sua trilogia "Oresteia".

Numa conversa entre o Corifeu (personagem líder do coro nas tragédias gregas) e Cassandra, uma bela escrava troiana recém-trazida a Argos pelo vitorioso Agamémnon, temos uma ideia da visão grega trágica acerca desses temas. "Não há dúvida que tens uma grande capacidade de sofrimento e uma alma corajosa!", diz Corifeu. Cassandra responde: "As pessoas felizes não ouvem palavras dessas...".

Cassandra é uma pitonisa (profetisa) nessa cena, isto é, ela conhece o futuro: Agamémnon será morto pela sua esposa, a rainha Clitemnestra. E Cassandra mesma será morta —não irei mais longe no enredo.

Ela sofre porque sabe disso tudo. Além do fato de ter sido feita escrava "sexual" devido à sua beleza, porque sua cidade foi derrotada na famosa guerra causada pela mulher mais bela da Grécia antiga, Helena de Troia, apesar de os sofistas Górgias (485 a.C-380 a.C) e Protágoras (490 a.C.-415 a.C.) negarem a culpa de Helena nessa guerra.

A questão de se a beleza "excessiva" numa mulher a destrói, assim como aos homens à sua volta, é consistente.

O Corifeu sabe da desgraça de Cassandra. De escrava do leito do rei Agamémnon a pitonisa de seu assassinato pela esposa, Cassandra responde ao Corifeu que as almas felizes não ouvem elogios acerca de sua capacidade de sofrimento e sua coragem.

O sofrimento de Cassandra começa pela derrota de sua cidade, Troia, arrastada a uma guerra causada pela bela Helena. Seu sofrimento avança por causa de sua condição de mulher jovem desejável. É coroado por seu saber acerca do que as pessoas normais não sabem, o saber acerca do futuro.

A resposta de Cassandra nos remete à ideia de que a felicidade é fruto da ausência de conhecimento prático da dor, causada seja por sua condição de escrava do leito, seja por sua condição de pitonisa.

A ideia de que a prática é a única forma de ter virtudes de fato aparece também em Aristóteles (384 a.C-322 a.C) em sua "Ética a Nicômaco".

O vínculo entre conhecimento excessivo e infelicidade está, portanto, posto por Ésquilo.

Não se trata de dizer que ser melancólico seja chique. Trata-se de saber que o conhecimento pode, sim, gerar uma prática da dor. A ignorância é uma forma de proteção contra essa prática.

Outra virtude de Cassandra, a coragem, é também irmã da dor. O que encanta o Corifeu é justamente sua postura altiva diante da desgraça. Sendo nós todos mortais, os gregos se encantavam por aqueles que enfrentavam o destino mortal sem medo. Esses merecem ser lembrados (uma heroína é exatamente uma pessoa que merece ser lembrada).

A beleza de Cassandra e Helena marcam o vínculo entre sofrimento e beleza. Qualquer mulher muito bonita sabe disso no silêncio de sua solidão.

Resumo da ópera: não se adquirem virtudes em workshops felizes de fim de semana. Fuja deles.

Sobre o Discurso do Ódio na Política.



Milton Pires.

A contrário daquele japonês de Akira Kurosawa, eu não “vivo com medo”; vivo com ódio – a minha será, pois, uma “Anatomia do Ódio”; não do medo.

Eu não disse ainda o que é “ódio” e nem porque eu “vivo com ele”, mas já despertei no leitor o psiquiatra e o padre adormecidos. O psiquiatra me declara “doente” e o padre um “pecador” que deveria perdoar seu inimigo.

Eles o fazem parecendo ignorar que “viver com ódio” não é o mesmo que viver “no ódio”, que este ódio pode ser de uma determinada dimensão, que pode ser uma particularidade da minha vida da qual nem eu nem ninguém consegue escapar – a minha vida política.

Eu não defini também, naquilo que escrevi acima, a história do meu “ódio” - eu não o apresentei como espontâneo nem reativo, eu não disse em que contexto social e cultural (além de evidentemente político) ele se insere.

Afirmo inicialmente que, ao contrário do que prega a tradição romântica ocidental, o “ódio não é o oposto do amor”. Não! Sustento que o ódio nada tem a ver com amor nem mesmo como definição de seu contrário.

Ódio é, eu enfatizo, a ausência do perdão e não originalmente um ato de volição, de uma vontade clara de agredir, perseguir ou ofender e é desta definição que partiremos para fazer aquilo que, erroneamente, pode ser compreendido pelo leitor como uma “apologia do ódio” - sobre fazer coisa assim digo ser ato típico dos espíritos pequenos e não desenvolvidos que, no seu sofrimento, precisam estimular o ódio dos outros para esquecer do seu. Quem odeia sofre – todo ódio é, pois, um tipo de paixão. Paixão foi, é e sempre será, em Filosofia, a impossibilidade da Razão.

Tudo que escrevi até agora tem valor do ponto de vista do indivíduo e decorre da definição que usei – ódio como ausência do perdão – que o ódio é, também e fundamentalmente, a ausência da felicidade pois, se é possível viver como eu vivo (com ódio), não é possível viver NO ódio.

Ditas estas coisas iniciamos agora um segundo questionamento – é válido isto que eu acabei de escrever quando aplicado à Política?

A Política, eu já o disse uma vez, nasce “oficialmente” em cerca de 431 A.C. quando Péricles fez seu famoso “Discurso em Homenagem aos Mortos na Guerra do Peloponeso”, discurso este que, tragicamente, me parece ter confundido para sempre a ideia de Política com Democracia – coisa que foi de grande valia para Política e uma tragédia para aquilo que tinha sido, até então, a Filosofia Política.

É, pois, no campo da Filosofia Política, naquilo que restou de toda Filosofia Política, que devo agora prosseguir nossa investigação.

Quando Catherine Colliot-Thélenè escreveu “Filosofia Política: Poder e Democracia” na “História da Filosofia” de Jean François Pradeaus, ela mostrou o perigo que se corre ao fazer das instituições democráticas dos países ocidentais um modelo perfeito e inquestionável de Democracia.

Catherine, assim eu o creio, mostrou que, ao tornarmos o discurso democrático uma espécie de soteriologia, uma doutrina de salvação, nós inquestionavelmente encerramos com o projeto da própria Filosofia Política – investigar a origem, a melhor forma, a justificativa da obediência civil e as consequências de e num determinado tipo de governo.

Se eu vivo numa sociedade democrática (e ao meu redor todos assim o dizem) não deveria haver espaço para o ódio na Política. Ai de mim, pois, que permiti que o conceito de “sociedade democrática” fosse privilégio de alguns que hoje me acusam de fazer o “discurso do ódio”.

Ontem eu escrevi que a pior, a mais dramática, irresponsável e terrível coisa que nós podemos fazer em público quando militantes Petistas, do PSOL e PC do B dizem que nós “temos ódio deles” é negar!

Nós não devemos negar nosso ódio não por uma questão de falta de caridade com o nosso inimigo, mas porque se odiar é sofrer, é nossa obrigação expor e registrar na História do Brasil o nosso sofrimento.

Como é que nós não temos ódio deles? Nós temos, sim! Temos e muito! Apropriando-se de uma determinada versão, de um determinado discurso sobre o que eles dizem ser democracia, eles destruíram nossas vidas profissionais, negócios, educação, segurança, saúde... roubaram o Brasil em trilhões e se definiram para sempre como nossos inimigos; não como nossos adversários.

O meu ódio, o nosso ódio político é, pois, um ódio legítimo. Ele não é a incapacidade de perdoar; ele é a deliberada vontade, a manifesta e declarada intenção, de não esquecer pois digo que se perdoar é deixar de odiar é, ainda e também, não esquecer.

Odeia todo aquele que não perdoa, mas quem perdoa não deixa de esquecer. Nós não podemos em hipótese alguma, neste momento, esquecer o que aconteceu no Brasil, do ponto de vista político, nas últimas décadas.

Se o preço a ser pago para termos uma História, se não podemos deixar de odiar porque no Brasil corremos o risco de tudo esquecer, nós devemos, sustento eu neste artigo, “odiar”.

A nossa tem que ser uma história do “discurso do ódio” do qual nos acusam para que ele possa, simplesmente, ser um discurso da nossa História. Um discurso diametralmente oposto ao “deles”.

Nós não lidamos com adversários políticos dentro de um processo democrático. Tratamos com forças que nos tem como inimigos.

Nossa situação é de guerra e a guerra não é, todos sabemos, um momento adequado para investigar as razões e a legitimidade do ódio de uma ou de ambas as partes em conflito pois a Política, certa vez o disse Mao Zedong inspirado por Carl von Clausewitz, é a guerra sem derramamento de sangue; a guerra é a política com derramamento de sangue.

Eu invoco, sim, a Guerra e o faço ainda em nome de uma “Teoria da Guerra Justa” que tem suas origens no pensamento de Cíero, Santo Agostinho, São Tomás de Aquino e Hugo Grotius.

Deus nos ajude, ao final de tudo, depois de escaparmos de nossos inimigos e mudarmos o nosso país, a escapar do nosso próprio ódio político pois este é, eu o garanto como um sobrevivente do século XX, capaz de engolir um povo inteiro como aquele ódio lá do início do texto, o ódio na vida do indivíduo que choca, que estarrece e perturba o padre e o psiquiatra.

É, desgraçadamente, o ódio a “paixão”, a única categoria do pensamento, que pode agora nos fazer diferentes e finalmente livres para construir um novo Brasil. Não seja ele algum dia a força capaz de nos tornar iguais aos nossos inimigos e, finalmente, nos destruir.

Possa um dia toda a nossa Nação ser capaz de perdoar mas de não esquecer e, se Deus Nosso Senhor assim o quiser, voltar a ser feliz.

Porto Alegre, 31 de agosto de 2018.

Ex-secretário de Saúde de Cabral, Sérgio Côrtes, volta a ser preso pela Lava Jato no RJ

Ex-secretário de Saúde de Cabral, Sérgio Côrtes, volta a ser preso pela Lava Jato no RJ:



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Imagem: Reprodução / TV Globo
O ex-secretário de Saúde do governo Sérgio Cabral, Sérgio Côrtes, voltou a ser preso, na manhã desta sexta-feira (31), pela Polícia Federal na operação Lava Jato no Rio de Janeiro. Ao todo, os agentes visam cumprir 20 mandados de prisão preventiva e um mandado de prisão temporária no Rio e em São Paulo. Desde o início da manhã, agentes da PF estão na casa do ex-secretário na Lagoa, na Zona Sul da capital fluminense. O empresário Miguel Iskin também foi preso nesta manhã.
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31 de Agosto de 1867: Morre o poeta francês Charles Baudelaire

31 de Agosto de 1867: Morre o poeta francês Charles Baudelaire:

Charles Pierre Baudelaire, poeta e escritor francês, nasceu em Paris a 9 de Abril de 1821 e morreu a 31 de Agosto 1867, nessa mesma cidade. Herdeiro do Romantismo , conseguiu exprimir a tragédia do destino humano e dar uma visão mística do universo. Durante os seus estudos no liceu tornou-se viciado em ópio e haxixe, contraindo ainda doenças venéreas que viriam, mais tarde, a ser a causa da sua morte. O pai era um homem de cultura e um amante de pintura, e levava-o, com apenas quatro ou cinco anos de idade, a apreciar a beleza das formas e das linhas. Pouco tempo depois, em 1827, perdeu o pai. Mas o que mais lhe atormentou a infância foi o facto de a mãe ter casado com o general Aupick, que o enviaria para uma viagem por mar até à Índia, promovida para o fazer esquecer a carreira das Letras. Pelo contrário, regressou cheio de imaginação e determinado a ser poeta. Desenvolveu também uma tendência para um estado de espírito de intensa melancolia e de natureza solitária. Com o capital herdado do pai, viveu como um típico dândi. Em 1844 juntou-se a Jeanne Duval, relação que lhe trouxe muita infelicidade, ao ponto de se sentir tentado a suicidar-se. Mesmo assim, Jeanne foi motivo de inspiração dos poemas eróticos de Charles Baudelaire. Baudelaire torna-se conhecido como crítico de artes plásticas em revistas onde formula a sua conceção daquilo que deve ser a arte moderna. Em 1847 escreve o seu único romance, autobiográfico, La Fanfarlo . Em 1852 descobre a escrita de Edgar Poe e decide traduzi-la. Ocupa-se deste escritor até 1865. Em Poe descobre pela primeira vez alguém com quem se identifica espiritualmente. As traduções e as críticas de arte aumentaram a sua reputação e levaram-no a publicar os primeiros poemas numa revista que era considerada o bastião conservador do Romantismo, o que motivou acusações de obscenidade. Na Primavera de 1857, saíram nove poemas em "La Revue Française" e três em"L'Artiste", e em Junho publica o seu primeiro livro, Les Fleurs du Mal , alvo de um escândalo na época, devido ao erotismo de algumas poesias. Esta obra valeu-lhe um processo judicial por ultraje à moral pública e às boas maneiras. Para pagar as despesas do tribunal colaborou em diversas revistas. Ainda em 1857 escreve Petits Poèmes en Prose . Em 1861 publicou a segunda edição alargada e engrandecida de Les Fleurs du Mal mas omitindo os poemas banidos, publicados na Bélgica. Uma terceira edição viria a ser publicada em 1966. Em 1862 Baudelaire tinha declarado falência e as dificuldades económicas levaram-no ao desespero. Para escapar aos credores fez uma viagem à Bélgica em 1864. Em Fevereiro de 1866, ainda na Bélgica, encontrava-se gravemente doente. Regressou a Paris e viria a falecer nos braços da mãe, em Agosto do ano seguinte. A existência literária de Baudelaire é marcada por dois sonetos: Correspondances e L'Albatros . No primeiro prenuncia o simbolismo e todas as sinestesias do imaginário moderno, descobrindo "misteriosas correspondências". L'Albatros representa a condição terrena do poeta, que não sabe viver nem acomodar-se na sua existência. Em 1868 é publicada a sua obra crítica, Art Romantique . Estes trabalhos de Baudelaire são a fonte da poesia moderna. Os seus escritos representam uma combinação perfeita entre ritmo e música. Foi perseguido por obscenidade e blasfémia e mesmo depois da sua morte continuou a ser identificado pela opinião pública como símbolo de depravação e vício. Rejeitou a posição dos românticos e voltou-se para o seu interior numa poesia introspectiva em busca de Deus, sem uma crença religiosa, procurando em qualquer manifestação da vida, como a cor de uma flor ou o olhar cerrado de uma prostituta, a sua verdade significante. Com Deus e com as pessoas, tem um movimento de atração e rebeldia, uma espécie de ressentimento contra o criador. Baudelaire é um crítico da condição humana do mundo moderno. E moderna, foi a sua recusa em admitir restrições à escolha dos temas para poesia. Escreveu em prosa as obras: Les Paradis Artificiels , Opium e Haschisch ; Petits Poèmes en Prose ; Curiosités Esthétiques ; Art Romantique ; Le Spleen de Paris , entre outras. Dos seus desencontros nasce o tédio infinito, o tema dominante em Le Spleen de Paris , que se torna desejo atormentador de viajar em busca de coisas novas. Chamada pelo amor iludido, surge insistente a imagem da morte, também ela odiada e galanteada como a personificação maior da pequena morte do amor. Teme a morte e deseja-a como a única libertação e o reencontro consigo mesmo. Depois do desaparecimento físico de Charles Baudelaire, as opiniões começaram a mudar e muitos poetas tornaram-se seguidores do movimento simbolista. No século XX tornou-se reconhecido como um grande poeta francês do século XIX, tendo contribuído para revolucionar a sensibilidade e a maneira de pensar da Europa Ocidental.


Charles Baudelaire. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.


wikipedia (Imagens)




File:Gustave Courbet 033.jpg
Retrato de Charles Baudelaire - Gustave Coubert


File:Étienne Carjat, Portrait of Charles Baudelaire, circa 1862.jpg
Charles Baudelaire em 1863





File:Fleurs du mal.jpg

Brown U. pulls 'gender dysphoria' study, worried that findings might 'invalidate the perspectives' of transgender community


Brown U. pulls 'gender dysphoria' study, worried that findings might 'invalidate the perspectives' of transgender community:

 Brown University has come under fire after censoring its own study on transgender youth, which found that social media and friends can influence teenagers to change their gender identity.
The university removed an article about the study from its website five days after it was published, following community complaints that the research was transphobic, the Daily Wire first reported.
In addition, the findings "might invalidate the perspectives of members of the transgender community," a university dean wrote.
The dean insisted, however, that it was still committed to “academic freedom,” noting that all studies should be "debated vigorously."
The study examined what it called “rapid-onset gender dysphoria,” when a teen suddenly begins identifying as transgender despite never previously never questioning their identity.
"In on-line forums, parents have been reporting that their children are experiencing what is described here as ‘rapid-onset gender dysphoria,' appearing for the first time during puberty or even after its completion."
- Lisa Littman
The transition often happens after teens use social media and watch online videos about transitioning to another gender.
“In on-line forums, parents have been reporting that their children are experiencing what is described here as ‘rapid-onset gender dysphoria,' appearing for the first time during puberty or even after its completion,” said Lisa Littman, an assistant professor in behavioral sciences at Brown and author of the study.
“The onset of gender dysphoria seemed to occur in the context of belonging to a peer group where one, multiple, or even all of the friends have become gender dysphoric and transgender-identified during the same timeframe,” she added.
"Parents describe a process of immersion in social media, such as ‘binge-watching' Youtube transition videos and excessive use of Tumblr, immediately preceding their child becoming gender dysphoric."
- Lisa Littman
The study, based on 256 surveys completed by parents, was published earlier this month in PLOS ONE, a peer-reviewed science journal, according to the Washington Free Beacon.
Parents said teens “exhibited an increase in social media/internet use prior to disclosure of a transgender identity,” which led to the conclusion that “friends and online sources could spread certain beliefs.”
The parents described "a process of immersion in social media," such as binge-watching "transition videos" and excessive use of social media, immediately preceding their child becoming gender dysphoric, the study claims.
"The spirit of free inquiry and scholarly debate is central to academic excellence ... At the same time, we believe firmly that it is also incumbent on public health researchers to listen to multiple perspectives and to recognize and articulate the limitations of their work."
- Bess Marcus, the dean of Brown's School of Public Health
The research goes on to suggest that teens could be influencing each other to promote certain behaviors through “peer contagion.”
In a statement posted online, Bess Marcus, dean of Brown's School of Public Health, said the university “has heard from Brown community members expressing concerns that the conclusions of the study could be used to discredit efforts to support transgender youth and invalidate the perspectives of members of the transgender community.”
“The University and School have always affirmed the importance of academic freedom and the value of rigorous debate informed by research," Marcus continued, noting that all studies “should be debated vigorously.”
“The spirit of free inquiry and scholarly debate is central to academic excellence,” she added. “At the same time, we believe firmly that it is also incumbent on public health researchers to listen to multiple perspectives and to recognize and articulate the limitations of their work.”

'Bolsonaro tem o hábito de agredir e ofender mulheres', diz campanha de Alckmin


'Bolsonaro tem o hábito de agredir e ofender mulheres', diz campanha de Alckmin: Na estreia da propaganda eleitoral no rádio, a campanha de Geraldo Alckmin (PSDB) dirá que seu rival Jair Bolsonaro (PSL) "tem o hábito de ofender e agredir mulheres".
Leia mais (08/31/2018 - 00h16)

COMENTÁRIO - Ah, mas o título da Notícia é sobre o Alckmin! É sobre o PSDB! Por que você está envolvendo PT, PC do B e PSOL nisso ??!!

RESPOSTA - Sim, mas quem é que disse a você que EU faço diferença entre eles? Quem faz a diferença é VOCÊ, não eu! 

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

VÍDEO IMPERDÍVEL - Priscila Ebara (PCO), candidata ao governo do Paraná, comete gafe ao vivo




VÍDEO - BOLSONARO GANHA NO PRIMEIRO TURNO ���� #CanalSandroRocha

Bolsonaro bate todo mundo no número de fãs na internet

Bolsonaro bate todo mundo no número de fãs na internet:

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Jair Bolsonaro lidera com folga o número de seguidores na internet, com 9,5 milhões.



De janeiro a agosto, Jair Bolsonaro obteve um crescimento
de 41% no número de seguidores nas redes sociais, somando 9,5 milhões.

João Amoedo, no mesmo período, apresentou crescimento de
301% – o maior entre os presidenciáveis -, alcançando 2,5 milhões de fãs.

Entre Amoedo e Bolsonaro, estão Lula (4,6


MANIFESTO DOS MÉDICOS BRASILEIROS EM APOIO A JAIR BOLSONARO.


MARGINAIS DO PSDB CRIAM PROPAGANDA POLÍTICA COM CRIANÇA LEVANDO TIRO PARA ATACAR BOLSONARO.

https://youtu.be/QgSU_-iA-pY

RALÉ DO PSDB ATACA BOLSONARO COM PROPAGANDA EM QUE CRIANÇA LEVA TIRO.






















Uma bala contra Bolsonaro:

A campanha de Geraldo Alckmin vai disparar a primeira bala contra Jair Bolsonaro...The post Uma bala contra Bolsonaro appeared first on O Antagonista.

Alckmin ataca Bolsonaro com propaganda em que bala quase atinge cabeça de criança

Alckmin ataca Bolsonaro com propaganda em que bala quase atinge cabeça de criança:

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SÃO PAULO - A campanha do candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, produziu um vídeo dramático para tentar atingir os eleitores de Jair Bolsonaro (PSL) na propaganda eleitoral, que começa nesta sexta-feira. Com o mote "Não é na bala que se...

MUITA SUJEIRA A VISTA

26/08/2018
Raphael Curvo

O socialismo fracassou porque, no transcorrer de sua evolução, encontrou pelo caminho uma tropa de pessoas desqualificadas para promovê-lo dentro do que inicialmente se propunha. A social democracia tinha objetivos válidos e que bem poderiam se organizar junto ao sistema de produção e economia de mercado. Acontece que a tropa se utilizou da política socialista com intuito único de chegar ao Poder e nele levar aos sonhos toda a massa desinformada do que seria esse sistema de governo. Fica o pensar de que o socialismo, que defende a igualdade de classe via o controle dos meios de produção pelo Estado, navegou por canais e córregos poluídos da imaginação política sem conseguir chegar ao mar do humanismo. Teríamos outro mundo se no passado, os pensadores e líderes dessa vertente ideológica, não mais cabível no mundo de hoje na sua original fundamentação, tivessem um lampejo do que acontece na China. O controle das normas é do Estado, mas o seu povo é livre para exercer os fundamentos da economia de mercado.
E nós brasileiros? O Brasil até hoje não encontrou seu rumo e busca da forma mais sórdida, através dos seus políticos, há exceções, achacar com o Estado sem qualquer preocupação com o futuro de toda a Nação. Tornaram-se, desde a proclamação da República, um bando de grupos interessados unicamente em se manter no Poder e dele desfrutar de regalias e elevação social com uso indiscriminado do dinheiro arrecadado pelos impostos cobrados da população. Exceção feita a Eurico Gaspar Dutra, Juscelino Kubitscheck de Oliveira e nos governos dos militares, nenhum outro pensou o Estado voltado para o desenvolvimento, fora do âmbito da politicagem. São fracas e quase imperceptíveis a memória de atitudes nesse sentido. Agora vivemos o escárnio da situação que, ao longo dos anos, veio sendo deteriorada pela visão única de deter o Poder e dele usufruir, com bandos e quadrilheiros. Essa é a situação que vive o Brasil hoje, uma escória política despreparada e bandida, desfavorecida de moral e ética, salvo raras exceções, situação que permite a insensatez de uma candidatura de presidiário que ainda faz uso dos meios de comunicação, comprometida com a chacota, para expor programa de governo e propaganda, quiçá, em horário gratuito dos partidos políticos. São chicanas que os togados da maior Corte permitem generosamente aos expoentes políticos, geralmente chefes de bandos. Lulla não é um condenado apenas pelo triplex, ele é condenado também pelos crimes de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Essa é a personalidade política que hoje domina o cenário eleitoral e a imprensa brasileira. Uma lástima.
A eleição que se aproxima é a mais importante para o Brasil em toda a sua história. É a eleição da “esquerda” x direita, do continuísmo representado pela esquerda e da mudança, representada pela direita. A bem da verdade seria a retomada do País das mãos de quadrilhas organizadas e alojadas nos partidos que, em sua maioria, tem esse viés “esquerdista”. A direita, tendo seu representante mais expressivo o candidato Jair Bolsonaro, tem o discurso da mudança naquilo que anda acontecendo no Brasil nos últimos anos tais como a corrupção, insegurança, desemprego em massa, fuga das empresas do mercado brasileiro gerando desempregos, desmoralização do Estado brasileiro e do Congresso Nacional que se transformou no governo petista em balcão de negociatas com o Executivo, obras inacabadas e politiqueiras, desmantelamento da justiça, verdadeira guerra civil nas maiores cidades do País, roubalheira e crimes contra o patrimônio da Nação de forma desenfreada, e por ai vai.
A “esquerda” é o discurso do continuísmo de tudo isso exposto e que a direita vai combater. O governo “socialista” instalado e encastelado no Poder há mais de 15 anos, sob comando do Foro São Paulo, promoveu uma gradual destruição do Estado brasileiro, seja na forma social, jurídica, política e econômica, com o objetivo de formar a “grande pátria”, a união de toda a América Central e do Sul, tornando um só “País”. O resultado foi a construção do bolivarianismo, uma excrescência mental, que tem a Venezuela, Cuba e Nicarágua como exemplos da desastrada aventura que tem levado milhões de pessoas à fome e miséria. Esta situação pode levar a América do Sul a uma nova guerra entre países ou internamente. Não subestimem isso, a possibilidade é real. Está mais do que na hora do brasileiro reagir e tomar a rédea do seu destino que não é isso que aí está. Fica aqui o alerta, mais uma vez, é preciso mudar o rumo político do Brasil e que o eleitor fique atento porque malandragens jurídicas estão a caminho. É muita sujeira a vista.

Pelegos demais: a farra dos sindicatos.

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 Editorial do Estadão:

A julgar pela grave denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o grupo político que passou a atuar no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) a partir de 2016 - “sob influência do PTB e do SD” -, o órgão foi tomado por uma “organização criminosa” disposta a “fazer negociações ilícitas de registros sindicais”. O grupo é acusado de “vender” registros sindicais para entidades dispostas a pagar propina para escapar da “burocracia existente” na Secretaria de Relações do Trabalho.

“Os elementos probatórios reunidos no inquérito indicaram que representantes das entidades sindicais ingressam no esquema criminoso em razão da burocracia existente na Secretaria de Relações do Trabalho, que dificulta - e muitas vezes impede - a obtenção de registro àqueles que se recusam a ofertar a contrapartida ilícita que lhes era exigida”, destacou a PGR.

Na denúncia de 91 páginas, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, detalha o funcionamento da suposta “organização criminosa”, dividida por ela em cinco “núcleos”, quatro dos quais são objeto da peça acusatória: “administrativo”, “sindical”, “político” e “captador”. No total, foram denunciadas 26 pessoas, incluindo o ex-ministro Helton Yomura, o presidente do PTB, Roberto Jefferson, os deputados federais Jovair Arantes (PTB-GO), Cristiane Brasil (PTB-RJ), Paulinho da Força (SD-SP), Wilson Santiago Filho (PTB-PB) e Nelson Marquezelli (PTB-SP) e outros. São acusados de integrar o chamado “núcleo político”, que seria o núcleo responsável por “indicar e manter os integrantes do núcleo administrativo (que aceleravam a tramitação dos processos de registro) em suas funções comissionadas” no MTE.

A denúncia foi oferecida ao Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro Edson Fachin, e baseou-se em provas colhidas no âmbito da Operação Registro Espúrio, além de informações e outras provas oferecidas por um ex-funcionário do MTE que celebrou um acordo de colaboração premiada com a PGR.

Hoje, o Brasil tem cerca de 17,2 mil sindicatos registrados, 70% representando interesses dos trabalhadores e os outros 30%, dos empregadores. São sindicatos demais, em número que desafia o bom senso. Só em 2006, durante o governo do ex-presidente Lula da Silva, o MTE autorizou o registro de 9.382 entidades sindicais, mais da metade do atual número. Ou seja, a farra dos sindicatos é um problema antigo e revela uma “cultura sindicalista” que, entre outras razões, parece destinada a absorver tantos recursos quanto possível, seja da União, seja dos trabalhadores.

Em 2016, antes, portanto, do início da vigência da Lei n.º 13.467/2017, que instituiu a chamada reforma trabalhista, os sindicatos de empregados e empregadores movimentaram, no total, cerca de R$ 3,5 bilhões. Desde novembro de 2017, quando a lei entrou em vigor, a arrecadação dos sindicatos vem caindo substancialmente com o fim do chamado imposto sindical, obrigando os sindicatos a adotar duros ajustes fiscais e a rever suas formas de atuação, antes amparadas por uma fonte inesgotável de recursos financeiros.

Foi esta torrente de dinheiro fácil que alimentou ao longo dos anos a proliferação dos sindicatos no País, muitos deles bem distantes da proteção dos interesses dos trabalhadores. Alguns foram transformados em apêndices de partidos políticos. Não foi por outra razão que o fim da contribuição sindical obrigatória - uma excrescência já no nome -, foi uma das inovações benfazejas trazidas pela Lei n.º 13.467/2017.

Em países como os Estados Unidos, França e Reino Unido, com grande tradição de lutas sindicais, há pouco mais do que uma centena de sindicatos. Na Argentina, são cerca de 90. Não é razoável supor que os números de categorias profissionais e interesses laborais a serem resguardados naqueles países são tão menores do que os que existem aqui. Caso seja recebida pelo STF, a denúncia oferecida pela PGR contra o grupo político acusado de delinquir no MTE poderá ajudar o País a entender a brutal discrepância.

DESESPERO DE BLOG VAGABUNDO PETISTA - O TSE vai atropelar a Constituição para tirar Lula da TV?

"Tijolaço", entre tantos outros, foi um dos Blogs Sujos pagos pelo PT que tentou destruir a reputação deste Editor em 2014.

O TSE vai atropelar a Constituição para tirar Lula da TV?:

Amanhã, começará outro circo de horrores do direito brasileiro. Não se vai discutir apenas o direito de Lula ser candidato, vedação absurda que jamais foi aplicada a quem tem recurso contra condenação tramitando e...

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TSE deve julgar pedido de candidatura de Lula em sessão extraordinária convocada para 6ª feira

TSE deve julgar pedido de candidatura de Lula em sessão extraordinária convocada para 6ª feira:

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Imagem: Reprodução / Redes Sociais
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deverá fazer uma sessão extraordinária na próxima sexta-feira (31), segundo o Broadcast Político apurou com dois integrantes do tribunal.
Mais informações »


30 de Agosto de 1797: Nasce a escritora britânica Mary Shelley, autora de "Frankenstein".

30 de Agosto de 1797: Nasce a escritora britânica Mary Shelley, autora de "Frankenstein".:

Mary Wollstonecraft Godwin nasceu a 30 de Agosto de 1797 em Londres e faleceu a 1 de Fevereiro de 1851. É geralmente lembrada por uma única obra de grande sucesso, intitulada "Frankenstein". Mary Shelley foi autora de contos, dramaturga, ensaísta, biógrafa e escritora de literatura de viagens. Ela também editou e promoveu os trabalhos do seu marido, o poeta romântico e filósofo Percy Bysshe Shelley.

Mary Shelley era filha de Mary Wollstonecraft, considerada uma das primeiras feministas e que, faleceu dez dias após o nascimento da filha. Ela ficou conhecida pela publicação das obras “A Reivindicação dos Direitos da Mulher (1792)” e “Os Erros da Mulher”. O pai de Mary Shelley, William Godwin, era jornalista, escritor e teórico anarquista. Publicou a obra “Uma Investigação Concernente à Justiça Política” (1793).

Mary publicou o seu primeiro poema aos dez anos de idade e aos dezasseis fugiu de casa para viver com Percy Bysshe Shelley, apenas cinco anos mais velho, mas já bastante famoso .Poeta romântico, Percy tinha casado em primeiras núpcias com Harriet Westbrook com quem tivera dois filhos. Após o suicídio de Harriet, Mary e Percy  casaram-se, em 1816 e Mary adoptou o sobrenome do seu marido passando a chamar-se Mary Wollstonecraft Shelley.
A fuga de ambos  levou-os a  encontrarem-se com Lord Byron em Genebra, com quem manteriam bastante contacto e que teria sido o responsável por instigar Mary a escrever a sua obra mais famosa. Mary e Percy Shelley, Claire Clairmont e Lord Byron estavam juntos na Suiça quando Byron propôs a Mary que escrevesse a mais terrível história que pudesse. Encorajada por Percy, um ano depois Mary publicaria a sua obra intitulada “Frankenstein, ou  O Moderno Prometeu”.
Mas, ao contrário do que muitos pensam, e do que se tornaram os filmes que, mais tarde, tentariam reproduzir a belíssima história de Mary Shelley, Frankenstein não é uma história de terror. Frankenstein fala da história de um cientista (Victor Frankenstein) que obcecado por tentar recriar a vida, fica horrorizado ao ver que cometera um erro. A dada altura da narrativa o cientista reflecte sobre a sua responsabilidade em relação ao que fizera e à criatura a quem dera  vida.
Os Shelleys deixam a Grã-Bretanha em 1818 e foram para a Itália, onde o segundo e o terceiro filhos do casal morreram antes do nascimento do seu último e único filho sobrevivente. Em 1822, Percy Shelley  afogou-se na baía de  Spezia, próximo de LivornoMary retornou a Inglaterra e dedicou-se a publicar as obras do seu marido, sem contudo deixar de escrever.
Algumas obras de Mary Shelley foram “Faulkner” (1937), “Mathilde” (publicada em 1959), “Lodore” (1835), “Valperga” (1823) e “O Último Homem” (1826), considerada pela crítica como sua melhor obra e que teve grande influência sobre a ficção científica. 
wikipedia (Imagens)

Arquivo: RothwellMaryShelley.jpg
Retrato de Mary Shelley - Richard Rothwell


Arquivo: Retrato de Percy Bysshe Shelley por Curran, 1819.jpg
 Percy Bysshe Shelley
Ficheiro:FrankensteinDraft.jpg
Manuscrito de  Frankenstein

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Filho de Bolsonaro exibe reportagem da Folha para rebater JN

Filho de Bolsonaro exibe reportagem da Folha para rebater JN:

Logo depois da nota do Jornal Nacional rebatendo Jair Bolsonaro sobre os "bilhões em publicidade oficial", o vereador Carlos Bolsonaro, filho do deputado, exibiu no Twitter uma reportagem da Folha de São Paulo publicada em 2015...

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JN divulga nota contestando Bolsonaro

A Globo tem toda razão em "desmentir" o Bolsonaro - ela não ganha BILHÕES do Governo Brasileiro; a Globo só EXISTE por causa do Governo Brasileiro. Se o Brasil fosse Governado por Trump ou Kin Jong-un a Globo faria acordo e ganharia TRILHÕES de qualquer um deles.

William Bonner fechou o JN lendo uma nota que contesta o que Jair Bolsonaro disse, na entrevista de ontem, sobre a Globo receber "bilhões" em dinheiro público...




COMUNOGAYS EM FÚRIA - Movimento LGBTI acusa Bolsonaro de mentir no JN e pede direito de resposta

Movimento LGBTI acusa Bolsonaro de mentir no JN e pede direito de resposta:

A Aliança Nacional LGBTI publicou nesta quarta-feira (29) nota oficial em que acusa o candidato a presidente pelo PSL, Jair Bolsonaro, de mentir em entrevista concedida ao Jornal Nacional nessa terça-feira (28).

A organização também informou que enviou ofício ao Tribunal Superior Eleitoral e ao Ministério Público Eleitoral (íntegra) solicitando as providências cabíveis, e enviou notificação à Rede Globo pedindo direito de resposta.

Segundo a nota, Bolsonaro mentiu nos seguintes momentos: 1) ao mostrar um livro de educação sexual para adolescentes, dizendo que se tratava de material didático para crianças; 2) ao falar na existência de um “kit gay”; e 3) ao dizer que foi realizado um seminário LGBT infantil no Congresso Nacional em 2009 [na verdade, o candidato disse “novembro de 2010”]. Mais do que a data do evento, eles contestam que o encontro promovido na Câmara tivesse como foco crianças trans ou homossexuais.

O grupo alega que o Ministério da Educação “já desmentiu Bolsonaro sobre a distribuição do livro” Aparelho Sexual e Cia. – Um Guia Inusitado Para Crianças Descoladas, exibido pelo candidato durante a sabatina”.

O ex-capitão do Exército disse na entrevista que o livro estava em um material que seria lançado para combater a homofobia e que “passou a ser conhecido como kit gay”.

A Aliança LGBTI afirma que nunca existiu o chamado kit gay. “O que existiu foram os materiais do ‘Projeto Escola sem Homofobia’, os quais foram suspensos pelo Ministério da Educação e nunca chegaram às escolas”.

A organização também refutou o evento que Bolsonaro disse ser o “9º Seminário LGBT Infantil”. “A verdade é que em maio de 2012 a Comissão de Direitos Humanos e Minorias e a Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados realizaram o 9º Seminário LGBT no Congresso Nacional – Respeito à Diversidade se Aprende na Infância: Sexualidade, Papéis de Gênero e Educação na Infância e na Adolescência”, afirma.

Na nota, o movimento explica que o “Projeto Escola sem Homofobia” é “um conjunto de recomendações elaborado para a orientação da revisão, formulação e implementação de políticas públicas que enfoquem a questão da homofobia nos processos gerenciais e técnicos do sistema educacional público brasileiro”; e a “incorporação e institucionalização de uma estratégia de comunicação para trabalhar as manifestações LGBTIfobia em contextos educativos e que repercuta nos valores culturais”.

A Aliança diz que não é correto referir-se à publicação do Ministério da Educação como “kit gay” e que o material se destinava “à formação dos/das professores(as) em geral, dando a eles subsídios para trabalharem os temas no ensino médio”.

“Tratava-se de um conjunto de instrumentos didático-pedagógicos que visavam à desconstrução de imagens estereotipadas sobre lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais e para o convívio democrático com a diferença”, completa.

Além disso, o movimento descreve o conteúdo do material que compunha o projeto e menciona a justificativa para a realização do “Projeto Escola sem Homofobia”.

O candidato a presidente não respondeu, até o momento, pedido de esclarecimento do Congresso em Foco.

O diretor presidente da Aliança Nacional LGBTI, Toni Reis, disse que a Câmara nunca realizou um seminário LGBTI infantil. “Nós nunca fizemos nenhum seminário para discutir a infância e LGBT. Em um dos seminários, proposto pelo deputado Jean Wyllys (Psol-RJ), foi discutida a questão da homofobia na escola, o que existe realmente. Então, ele [Bolsonaro] distorceu tudo”.

Volta da controvérsia

Em 2016, Bolsonaro já havia falado, em um vídeo, sobre o livro Aparelho Sexual e Cia. e o “Projeto Escola sem Homofobia”. À época, a revista Nova Escola publicou, também em vídeo, uma checagem de informação, apontando equívocos e apresentando correções. Assista ao vídeo abaixo:



Na ocasião, o Ministério da Educação também publicou uma nota de esclarecimento. Afirmou: “O Ministério da Educação informa que o livro em questão é uma publicação da editora Cia. das Letras e que a empresa responsável pelo título informa, em seu catálogo, que a obra já vendeu 1,5 milhão de exemplares em todo o mundo e foi publicada em 10 idiomas”.

Nesta quarta-feira (29), a Companhia das Letras, editora do livro mencionado, também se manifestou. Em nota oficial, negou que o livro tenha sido adotado pelo Ministério da Educação.

“Ao contrário do que afirmou erroneamente o candidato à Presidência em entrevista ao Jornal Nacional na noite de 28 de agosto, ele nunca foi comprado pelo MEC, como tampouco fez parte de nenhum suposto ‘kit gay’”, afirma.

Leia abaixo a íntegra da nota da editora:

“A editora Companhia das Letras reitera que confia no conteúdo do livro Aparelho sexual e Cia, uma obra que enfoca todos os aspectos da sexualidade, com sólida base pedagógica e rigor científico. Justamente por sua seriedade e pela importância do tema — cuja dificuldade de tratamento foi superada pela leveza na abordagem de assuntos como a paixão, as mudanças da puberdade, a contracepção, doenças sexualmente transmissíveis, pedofilia e incesto —, a obra foi publicada em 10 línguas, vendeu mais de 1,5 milhões de exemplares no mundo, e foi transformada em exposição, que ficou em cartaz duas vezes na Cité des Sciences et de l’Industrie, em Paris, e viajou por 7 anos pela Europa, sem que tivesse recebido qualquer acusação ou reprimenda. Ao contrário, virou um modelo de como informar os jovens sobre temas importantes e incontornáveis, a partir de um tratamento comprometido e cuidadoso.

Gostaríamos de lembrar que Aparelho sexual e Cia foi lançado pelo selo juvenil da editora em 2007, e no nosso catálogo era sugerido para o 6º, 7º, 8º e 9º anos do Ensino Fundamental, ou seja, para alunos de 11 a 15 anos. A indicação de cada escola é livre, a Companhia das Letras não tem nenhuma interferência sobre ela.

O conteúdo da obra nada tem de pornográfico, uma vez que, formar e informar as crianças sobre sexualidade com responsabilidade é, inclusive, preocupação manifestada pelo próprio Estado, por meio de sua Secretaria de Cultura do Ministério da Educação que criou, dentre os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), um específico à ‘Orientação Sexual’ para crianças, jovens e adolescentes. O livro conta ainda com uma seção chamada ‘Fique esperto’, que alerta os adolescentes para situações de abuso, explica o que é pedofilia — mostrando como tal ato é crime —, o que é incesto e até fornece o contato do Disque-denúncia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes e da Secretaria Especial dos Direitos Humanos.

Ao contrário do que afirmou erroneamente o candidato à Presidência em entrevista ao Jornal Nacional na noite de 28 de agosto, ele nunca foi comprado pelo MEC, como tampouco fez parte de nenhum suposto ‘kit gay’. O Ministério da Cultura comprou 28 exemplares em 2011, destinados a bibliotecas públicas.

Como o livro está esgotado, e o seu contrato, expirado, a editora está em contato com os proprietários para avaliação da possibilidade de disponibilizá-lo, novamente, para o público brasileiro.”

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