"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

INFORMAÇÕES IMPORTANTES SOBRE O GAB

Gab has spent the past 48 hours proudly working with the DOJ and FBI to bring justice to an alleged terrorist. Because of the data we provided, they now have plenty of evidence for their case. In the midst of this Gab has been no-platformed by essential internet infrastructure providers at every level. We are the most censored, smeared, and no-platformed startup in history, which means we are a threat to the media and to the Silicon Valley Oligarchy. 

Gab isn’t going anywhere. 

It doesn’t matter what you write. It doesn’t matter what the sophist talking heads say on TV. It doesn’t matter what verified nobodies say on Twitter. We have plenty of options, resources, and support. We will exercise every possible avenue to keep Gab online and defend free speech and individual liberty for all people. 

You have all just made Gab a nationally recognized brand as the home of free speech online at a time when Silicon Valley is stifling political speech they disagree with to interfere in a US election. 

The internet is not reality. TV is not reality. 80% of normal everyday people agree with Gab and support free expression and liberty. The online outrage mob and mainstream media spin machine are the minority opinion. People are waking up, so please keep pointing the finger at a social network instead of pointing the finger at the alleged shooter who holds sole responsibility for his actions. 

No-platform us all you want. Ban us all you want. Smear us all you want. 

You can’t stop an idea. 

As we transition to a new hosting provider Gab will be inaccessible for a period of time. We are working around the clock to get Gab.com back online. Thank you and remember to speak freely. 

Andrew Torba, CEO Gab.com

MANIFESTO DE UM ALUNO UNIVERSITÁRIO QUE NÃO QUER SER DA ESQUERDA

Autor desconhecido

É isso mesmo o que vc leu. Sou aluno de uma universidade pública federal de um Curso de Humanas. Você não sabe o que é isso aqui dentro. Vejo algumas matérias de intolerância, mas nada se compara.

Aqui tem frase feminista que diz: morte aos machos. Aqui o laicismo é só pra religião cristã, pq as outras religiões e seitas são, inclusive, incentivadas pelos professores.

Se alguém questionar algo, é o racista e intolerante. Aqui vc tem que fingir que é a favor do PT, caso contrário eles não sentam com vc no refeitório, não pegam o mesmo elevador, ficam lhe xingando, perseguem, falam absurdamente que vc é algum "Ista" só e puramente pq vc não concorda com eles.

Me diga, cidadão, isso é liberdade de pensamento?

Tem mais, ele fazem sexo ali na sua frente. Usam o termo hétero como xingamento. Você será um homofóbico se não concordar com eles.

E os professores. Ah esses são os melhores. Falam do Karl Marx como se ele fosse o Batman. O socialismo é ótimo, não para eles, com carrões, apartamento em área nobre e filhos estudando no repressor Estados Unidos.

O pior é o que vou relatar agora, que foi o que me motivou a escrever esse manifesto. Os alunos criaram um filtro para o Facebook, no qual eles colocam uma foto e abaixo tem escrito "desaparecido". Eles dizem que é pra simular como será os perfis se a ditadura voltar. Pois, segundo eles, muitos vão sumir.

Eu achei isso tão absurdo e cheguei a conclusão de que quem quer a ditadura são eles.

Você já percebeu que quem mais fala da ditadura é a esquerda? Eles tem um fetiche por esse assunto. Parece até que querem viver isso. Parece que eles têm um desejo de ser herói, mas aquele herói martirizado. Não percebem que estamos em outro tempo. Eles não frequentam as aulas.

Ganham discussão no grito. Se montam um debate, todos os presentes concordam entre si. Se vc ousar, sugerir pensar algo diferente. Tá frito, amigo.

Querem dar aula de história sobre o Facismo. Daí quando vc fala que o Facismo surgiu com a esquerda eles gritam, esbravejam, mas nada de argumento.

Não leem nem o nome do ônibus, decoram o número.

Eles têm um desejo de ser diferente. 3 meses depois que entra um aluno na faculdade, ele já se veste, fala, se comporta igual aos outros. Cópias que repetem o mesmo discurso.

Falam que sofrem repressão. Daí quando vc vai analisar o caso, na verdade ele transgrediu uma regra civil, foi punido e acha que ainda sofreu abuso.

Isso que vi são, apenas, 6 meses de universidade.

Precisamos urgentemente fazer com essa repressão e doutrinação acabe. Ou vai continuar sendo uma máquina de zumbis repetidores de jargões e que funcionam a base de maconha.

Não posso assinar. Queria poder dizer isso abertamente, mas vivemos numa ditadura de pensamento esquerdista.

*Socorro!*

TERRORISTA ITALIANO Cesare Battisti reaparece e chama Bolsonaro de "fanfarrão"


Battisti reaparece e chama Bolsonaro de "fanfarrão":

O terrorista italiano Cesare Battisti reapareceu. Ele disse que tinha apenas viajado de Cananéia par SP.

Battisti falou para a RAI, Itália, e disse que as declarações de Bolsonaro sobre sua extradição não passam de "fanfarronice".

Há controvérsia.

Por decisão do STF, cabe ao presidente decidir se extradita ou não o terrorista.

E o novo presidente já decidiu que irá mandá-lo de volta para a Itália.

Escola sem partido vai a votação hoje na Câmara. Só “doutrinadores” serão punidos, diz relator


Escola sem partido vai a votação hoje na Câmara. Só “doutrinadores” serão punidos, diz relator:

Escola. “O professor não é um deus. Ele não é um senhor absoluto. Quando ele senta na sua cátedra, ele não é o senhor absoluto, ainda que seja no tema que ele é o especialista”, diz o relator do projeto
A comissão que analisa o conjunto de projetos que ficou conhecido como “Escola Sem Partido” e “Lei da Mordaça” (Projeto de Lei 7180/2014) se reúne nesta quarta-feira (31) para tentar votar o parecer do deputado Flavinho (PSC-SP), que apresentou nova versão do texto na noite de ontem (terça, 30). A matéria seria votada em comissão especial nesta quarta-feira (31), como este site adiantou ontem, mas parlamentares do colegiado decidiram transferir a discussão para a próxima semana depois de algum tumulto nos corredores da Câmara.


Leia a íntegra do parecer

Em entrevista ao Congresso em Foco (vídeo abaixo), o relator minimizou as mudanças, que afirma serem poucas e pontuais. A principal mudança, afirmou, é o tamanho do cartaz que deverá ser afixado nas escolas, com seis “deveres do professor”.

“O professor não é um deus. Ele não é um senhor absoluto. Quando ele senta na sua cátedra, ele não é o senhor absoluto, ainda que seja no tema que ele é o especialista”, afirmou o deputado.

O novo texto também prevê maior alcance da lei e proibição a determinados termos (leia mais abaixo). Também estabelece que “valores de ordem familiar” têm precedência sobre a educação escolar em relação à educação moral, sexual e religiosa.

Veja o vídeo:





O projeto é considerado pelo Ministério da Educação (MEC) como uma maneira de intimidar professores e também é considerado inócuo, pela dificuldade de fiscalização e resultados. Perguntado, o relator afirmou desconhecer a posição do atual ministro da Educação, Rossieli Soares. O ministro afirmou na tarde de hoje que o Brasil não precisa do Escola Sem Partido.

Em entrevista à Agência Brasil, o ministro afirmou acreditar que não se pode ter partidarização na escola, mas que não é necessária uma lei para isso. “Já é proibido utilizar estruturas públicas, por exemplo, para propaganda política. A discussão da liberdade de cátedra do professor tem que continuar existindo, respeitando as regras que temos. Já existe uma série de leis [sobre isso]”, afirmou Rossieli Soares

Cartaz

O cartaz determina que os deveres do professor incluem não fazer “propaganda político-partidária” e apresentar questões políticas e socioeconômicas “de forma justa”, com “as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito” (leia a íntegra mais abaixo”.

“Até então o cartaz grande, que seria afixado nas escolas. A gente diminuiu para uma folha A4, tamanho padrão, pelo custo e pela praticidade, para não gerar custos elevados para as escolas”, afirmou o deputado em seu gabinete no início da tarde de hoje.

Um dos exemplos citados pelo relator é a ditadura militar no Brasil, entre 1964 e 1984. Ele defende que, ao tratarem do tema nas escolas, também seja apresentada a versão daqueles que afirmam que não houve ditadura no país.

“Aquele professor vai tratar da questão da ditadura na sala de aula e ele tem de dizer o que pensam aqueles que são contrários e aqueles que pensam que realmente concordam que foi um momento importante, vamos dizer assim, como alguns de extrema-direita dizem. Se o professor tem o equilíbrio ético de apresentar aos alunos essas duas vertentes, não tem nenhum problema falar sobre ditadura na escola”, disse o deputado.

Em 2014, a Comissão Nacional da Verdade reconheceu que pelo menos 434 pessoas foram mortas ou desapareceram durante a ditadura militar no país.

O projeto tramita de forma conclusiva na Câmara dos Deputados, ou seja, se for aprovado, poderá ir direto para o Senado sem que o Plenário precise apreciar o texto. Contudo, há a possibilidade de requerimento, assinado por no mínimo 51 deputados, para que o texto vá a Plenário da Casa

Mudanças

O novo relatório, apresentado na noite de ontem (veja a íntegra do novo substitutivo) e apresenta regras diferentes para escolas públicas e privadas. Segundo o texto, as mudanças seriam aplicadas em dois anos.

Estão mantidas proibições a professores das escolas públicas e privadas da educação básica, como promover suas opiniões, concepções, preferências ideológicas, religiosas, morais, políticas e partidárias. Também foi mantida a proibição aos termo “ideologia de gênero”, do termo “gênero” ou “orientação sexual”.

O novo texto também dá maior alcance à lei. Na versão anterior, a lei seria aplicada aos livros didáticos e paradidáticos; às avaliações para o ingresso no ensino superior; às provas de concurso para o ingresso na carreira de professor; e às instituições de ensino superior, respeitada a autonomia didático-científica das universidades. Agora, o novo texto prevê aplicação também às políticas e planos educacionais; aos conteúdos curriculares; e aos projetos pedagógicos das escolas. Se aprovada, a lei passará a valer para todo material didático, e não só aos livros.

Os professores terão ainda que respeitar o direito dos pais dos alunos a que seus filhos recebam educação religiosas e moral de acordo com suas próprias convicções.

As escolas religiosas terão regras diferentes. As escolas particulares de orientação confessional e ideologia específicas poderão veicular e promover os conteúdos de cunho religioso, moral e ideológico autorizados contratualmente pelos pais ou responsáveis pelos estudantes.

>> Câmara acelera discussão do projeto “escola sem partido”. Comissão vota parecer nesta quarta

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Sectarismo e intolerância na universidade pública

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Qual é o problema de vocês? Quem lhes disse que a nação está interessada em custear uma universidade para ser transformada em feudo esquerdista, de onde a divergência é expulsa a gritos e atos de selvageria intolerante? De onde lhes vem essa pretensa superioridade moral quando os frutos mais amargos da história são colhidos nas suas bibliografias? Querem uma universidade para a esquerda, criem uma. Querem duas, criem duas, criem três, criem quantas quiserem. Mas não usurpem o que pertence a todos! A universidade tem autonomia para que o pluralismo seja possível; não para que seja impedido!
Desculpem-me os demais leitores, mas eu precisava mandar a mensagem acima às universidades públicas. Há muitos anos, notadamente na área de Humanas, elas foram tomadas de assalto pelo pensamento esquerdista. Tornaram-se, no Brasil, versão acabada do que Antonio Gramsci denominava “intelectuais coletivos” – grandes centros de formação e difusão do pensamento do partido.

É patrimônio nacional, custeado pela sociedade, escandalosamente usado para serviço político e ideológico tão explícito quanto desonesto, onde se ocultam autores liberais e conservadores, relegados ao mais empoeirado ostracismo.

Os males se consolidam ao longo dos anos porque protegidos com o inexpugnável escudo da autonomia universitária. Toda divergência é castigada sob o manto sagrado dessa autonomia! Ela é invocada para encobrir abusos e para que, atrás de seus muros, a verdade seja torturada. Dirão que a verdade merece porque ela mesma é coisa de fascista, que a história dos crimes praticados em nome das ideias que defendem também é fascista, que o combate à corrupção é fascista, que o enfrentamento à criminalidade é fascista, que os ideais de liberdade econômica e empreendedorismo são fascistas. Só a esquerda não é fascista, nesse vocabulário bronco de militante chapado.

A água do batismo da universidade é a cristalina abertura ao universo do conhecimento. Nobilíssimo atributo! Ela tem autonomia para que isso seja possível. Não para que seja impedido!

Vê-la convertida em mera caixa de ressonância desses chavões vulgares que a esquerda produz e embala não os faz sofrer? Não os sensibiliza pensar em tudo que ela deixa de promover enquanto mentes jovens vão sendo zelosamente calafetadas e lacradas, inibidas de buscar a verdade? Dezenas de campi universitários, nos estertores da campanha de Fernando Haddad, dito o Poste, registraram consequências disso.

No sprint final da disputa pelo voto, de modo simultâneo e coordenado, universidades públicas de nove estados sediaram agitados eventos “antifascistas”, artimanha com que, combatendo Bolsonaro, ajudavam Haddad. Os juízes entenderam os atos pelo que de fato eram: propaganda eleitoral em órgãos públicos. E trataram de sustá-los, mas a ministra Cármen Lúcia determinou a suspensão das medidas.

Disse ela: que as ações dos TREs e da Polícia Federal "impediam a manifestação livre de ideias e divulgação do pensamento nos ambientes universitários”. Foi secundada por Dias Toffoli, presidente do STF, para quem o Supremo "sempre defendeu a autonomia e a independência das universidades brasileiras, bem como o livre exercício do pensar, da expressão e da manifestação pacífica".

Assim, as palavras são usadas para consagrar como nobre o uso vicioso do espaço universitário e dar por são, legítimo e plural, o que é rasgadamente enfermo, ilegítimo e sectário. Pelas mãos do STF, converte-se o ambiente acadêmico em casamata portadora de uma dignidade negada pela prática. Quem duvida, assista aqui cenas dessa “plural liberdade de manifestação e expressão”. São sempre os mesmos, contra os mesmos, fazendo o mesmo, em toda parte.

Será que os ministros do STF, vendo estas cenas tão comuns, dirão que elas correspondem a um bem merecedor das palavras que lhe dedicam?

A esquerda diante de Bolsonaro

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Artigo de Álvaro Vargas Llosa, publicado pelo Instituto Independiente, trata de dois caminhos que restam à esquerda:


Ante la humillación que significa la derrota del Partido de los Trabajadores a manos del líder de un partido que tenía un solo escaño en el Congreso, figura marginal contra el cual casi el mundo entero alertó por sus dichos misóginos, homofóbicos y militaristas del pasado, la izquierda latinoamericana tiene dos opciones.

Una es cobijarse bajo el manto protector de las excusas y pretextos, es decir hablar de Bolsonaro como si se tratara de una catástrofe natural semejante al deslizamiento de tierra que arrasa un pueblo porque sí (“es el auge de la extrema derecha en todo el mundo, es el retorno del fascismo, es un epifenómeno de Trump”); la otra es asumir la principalísima responsabilidad que le cabe a la izquierda, y especialmente a la encarnada por el Partido de los Trabajadores y Lula da Silva, en haber llevado a los brasileños al estado de ánimo, a la condición psicológica, que convirtió a Bolsonaro en una opción de triunfo. No hablo del Bolsonaro que gobernará, pues no sabemos todavía si desmentirá los temores preventivos con una gestión encuadrada en los límites republicanos o si desbordará el marco democrático (lo que, por lo demás, no sería nada fácil en el Brasil de hoy, con algunas instituciones fortalecidas e incluso envalentonadas tras la crisis de los últimos años y una ciudadanía muy rebelde). Me refiero al Bolsonaro de la campaña y de los antecedentes preocupantes.

Lula y el PT auspiciaron y sirvieron de anfitriones en 1990, tras la caída del Muro de Berlín y los éxitos de Reagan y Thatcher, a un esfuerzo por relanzar a la izquierda conocido como el Foro de Sao Paulo. El resultado no fue un deslinde de la izquierda razonable con respecto a la otra izquierda, sino la confusión. Los totalitarios, empezando por Cuba, jugaron un papel protagónico al lado de los socialdemócratas, y los marxistas reconvertidos, como el propio PT, siguieron postulando cosas que evidenciaban una pésima lectura de la realidad frente a la cual, se suponía, querían reaccionar.

No sólo eso. En los años posteriores, la izquierda democrática apañó los peores aspectos del populismo autoritario de la otra izquierda, y nadie fue, a partir de 2003, una celestina más solícita del chavismo y el castrismo que el propio Lula (lo que no sólo implicó asuntos políticos sino también el mundo de los negocios). En casa, Lula no practicaba las mismas barbaridades, pero sí otras, que la bonanza de los commodities y su carisma permitieron disimular un largo tiempo. Las dos más graves: la confusión total de las esferas del Estado y los negocios privados (es decir la negación de lo que se supone es la izquierda antielitista) y un asistencialismo redistributivo que no partía de la abundancia productiva sino del artificio político. El resultado fue una corrupción descomunal de la que el partido símbolo de la izquierda latinoamericana fue al gran baluarte (aun si muchos otros partidos participaron también) y, a partir de 2014, una crisis económica de la que el país todavía no se recupera.

La bancarrota moral y la bancarrota económica son el balance del Foro de Sao Paulo. Que tarde o temprano vendría el péndulo hacia el otro extremo (digo bien “extremo” y no “lado”) era lo más probable. Por eso, ante el triunfo, hoy, de un líder que logró un solo escaño en los comicios de 2014 y había ofendido con sus palabras a mujeres, negros y homosexuales, y menospreciado la democracia, la izquierda tiene dos opciones: esconder la cabeza en la tierra o asumir su enorme responsabilidad iniciando el camino contrario al moribundo Foro de Sao Paulo.

Witzel já procura por atiradores de elite para “abater” bandidos de fuzil


OPINIÃO DO DO EDITOR DO ATAQUE ABERTO: NÃO existe, na História da Humanidade, em nenhuma época ou lugar, uma POLÍCIA que tenha dado “voz de prisão” ou que tenha “revistado” ou visto “documentos” de alguém que está com um Fuzil 762, AR-15, M-16 ou AK-47 nas mãos! É um DELÍRIO acreditar que se possa “prender” estas pessoas...Estes não são criminosos; são INIMIGOS.A única coisa que a polícia brasileira pode fazer com eles (se conseguir e se tiver sorte) é MATAR. É um ABSURDO falar em “abate livre” de criminosos ou de “assassinato”. Um policial, num enfrentamento com este tipo de gente, tem que rezar para SAIR VIVO.

Witzel já procura por atiradores de elite para “abater” bandidos de fuzil:


Imagem: Rede Globo | Reprodução
Governador eleito pelo Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), já solicitou às tropas das polícias fluminenses um levantamento com um número de snipers (atiradores especializados) à disposição do estado para trabalhar no “abate de criminosos que estejam portando armas restritas à partir de primeiro de janeiro”.

Em entrevista à GloboNews nesta quarta-feira (30), Witzel afirmou que este número já foi pedido ao Bope (Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar) e à Core (Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil).

O novo governador disse que incentivará policiais a atirarem caso vejam suspeitos portando fuzis.

Nas palavras de Witzel, “a lei foi feita para ser interpretada e, por isso, o estado vai defender judicialmente os policiais que matarem traficantes com fuzis”.

Ainda segundo o ex-juiz federal:
“Prefiro defender um policial no tribunal do que ir ao funeral dele. Atirou, matou, está correto”, afirmou.
O juiz ressaltou, contudo, que se a Justiça entender que eles devem ser expulsos, eles serão.

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Um Contrato com o Brasil

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Ana Paula do Vôlei, via Estadão

Muitos brasileiros, em parte induzidos pela parte militante da imprensa engajada, acreditam que Bill Clinton foi um grande presidente. É verdade que seu governo obteve conquistas importantes, mas esta é só uma parte da história. Uma dos capítulos mais importantes deste enredo costuma ser convenientemente omitido, mas é hora de revisitar esta história neste momento que vive o Brasil.

A América tem um presidencialismo que reserva um papel especial ao Congresso, um poder que influencia diretamente no sucesso ou fracasso de qualquer governo. Com o legislativo hostil ao presidente, suas chances de conseguir o que quer ficam bastante reduzidas e é por isso que muitos presidentes bem sucedidos são, antes de tudo, excelentes articuladores políticos ou, ao menos, sabem falar com o Congresso em troca de uma agenda positiva para sua gestão e para o país. E esta é a principal característica dos oito anos do mais famoso predador sexual que já passou pela Casa Branca.

Tão importante quanto Bill Clinton naquele período foi Newton (“Newt”) Leroy Gingrich, o historiador e congressista Republicano que presidiu a Câmara a partir de 1995, ano em que foi escolhido Homem do Ano pela Revista Time. O Partido Republicano recuperou o controle da Câmara depois de 40 anos nas eleições de 1994, segundo ano do mandato de Bill Clinton, e Newt Gingrich deixou claro que não estava lá a passeio desde o primeiro dia no cargo mais importante do legislativo. Sem sua atuação como líder da oposição, é impossível imaginar que o ex-governador de Arkansas teria conseguido os notáveis resultados econômicos que até hoje se vangloria.

Na eleição de 1994, Gingrich redigiu, com Dick Arney e a ajuda da The Heritage Foundation, o célebre “Contrato com a América”, um conjunto de compromissos oferecidos pelos candidatos Republicanos ao Congresso naquela eleição como contraponto aos arroubos expansionistas de gastos de Clinton e, evidentemente, de praticamente qualquer presidente de esquerda ou progressista. O histórico documento prometia aos eleitores que, se houvesse uma maioria republicana no ano seguinte, seus representantes iriam baixar impostos, controlar os gastos públicos, equilibrar o orçamento governamental, fomentar o empreendedorismo e reformar os perdulários e ineficientes programas sociais dos Democratas. Deu certo.

O “Contrato com a América” foi um compromisso explícito dos futuros congressistas com uma pauta de estado e não apenas partidária. Mesmo com um presidente do partido adversário, os legisladores comandados por Newt Gingrich ofereciam à nação um plano que não tinha como objetivo minar o governo Clinton ou obstruir suas pautas, mas contribuir com medidas de responsabilidade fiscal para o saneamento das contas públicas e o impulsionamento da economia, o que acabaria, como acabou, beneficiando o próprio Bill Clinton politicamente. O que falou mais alto foi o interesse do país e a luta para continuar o período de desenvolvimento iniciado por Ronald Reagan na década anterior e que acabou levando a 25 anos de bonança. Com uma pauta republicana, mas apartidária ao mesmo tempo, todo mundo venceu.

Lembro deste episódio ao ver as reações de muitos oposicionistas derrotados nas eleições do último domingo vociferando contra o presidente eleito e, ao que tudo indica, apostando no “quanto pior, melhor”. O pais dos 60 mil assassinatos por ano, 60 milhões de inadimplentes e dos quase 15 milhões de desempregados que se dane. Em nome da verdade, é o que vemos aqui na América também em relação ao governo Trump, que enfrenta uma oposição igualmente terrorista e que não pensa duas vezes em jogar o país no caos para avançar sua própria agenda. Tempos estranhos onde o narcisismo partidário sufoca num piscar de olhos os anseios da população .

A vitória de Jair Bolsonaro foi maiúscula, acachapante, inquestionável. O Brasil escolheu dar uma chance para o ex-capitão e todo brasileiro, tendo votado nele ou não, deveria pensar no país antes de bancar o homem-bomba e colocar suas fichas na obstrução e na oposição destrutiva, mesquinha e suicida. Quem pagará essa conta serão os mais vulneráveis da sociedade que não merecem ser joguetes na mão de políticos oportunistas e insensíveis. Alguém precisa pensar no país. Por que não todos nós?

O que define uma democracia não é haver governo, já que ditaduras também têm. Uma democracia não só permite como precisa de oposição, mas uma oposição patriota, propositiva e que tenha o interesse da população como seu norte moral e guia de ação. Quando o governo errar, que seja cobrado por seus erros, quando for omisso que seja lembrado, mas quando acertar que seja apoiado não por ele mas pelo país. Quando se critica tudo, nada acaba sendo criticado.

A eleição mais polarizada dos últimos tempos ficou para trás. Agora é hora de um “Contrato com o Brasil” de todos os lados, tanto dos verde e amarelos quanto dos vermelhos, em nome da população e de uma nação que não suporta mais tanta violência, corrupção e desemprego. Jogar contra o governo, neste momento, é penalizar quem menos pode se defender. É dar as costas para a vontade popular claramente expressa nas urnas. Temos que nos fazer um convite sincero à trégua. Temos que tentar agregar, com vigília constante nas críticas justas e pertinentes e com respeito e esperança nos acertos. O relógio não está a nosso favor.

O PT perdeu a primeira eleição presidencial desde 2002, mas fez a maior bancada do Congresso e continua uma força política inegável, especialmente na chamada “classe falante” formada por jornalistas, acadêmicos, artistas, sindicalistas e parte do funcionalismo público. Espero que sejam, assim como todos nós, signatários deste contrato em nome do país. Assim como aconteceu na América nos anos 90, todos ganham. Inclusive a oposição.

O TERRORISTA CESARE BATTISTI SUMIU DA CIDADE ONDE MORAVA


O TERRORISTA CESARE BATTISTI SUMIU DA CIDADE ONDE MORAVA:

O terrorista italiano Cesare Battisti sumiu de Cananéia, no litoral de São Paulo, onde morava. Foi visto pela última vez pouco antes da eleição de Jair Bolsonaro, que prometeu extraditá-lo...

Leia este conteúdo na integra em: O TERRORISTA CESARE BATTISTI SUMIU DA CIDADE ONDE MORAVA

POLÍBIO BRAGA - Roger Waters usou até crianças para confrontar Bolsonaro no seu show de Porto Alegre


O jornalista Políbio Braga traz matéria sobre show do Roger Waiter, o líder do "Pink Fraude" - o inglês petista apresentou-se ontem em Porto Alegre. 

Roger Waters usou até crianças para confrontar Bolsonaro no seu show de Porto Alegre:

Em Porto Alegre, ontem a noite, Waters usou crianças do projeto Ouviravida para fazer doutrinação ideológica, repetindo o mesmo mantra usado na segunda-feira por colégios de Porto Alegre, e cunhados por líderes do Psol, PT e PCdoB contra o governo eleito democraticamente no domingo.  O show usou as crianças fez com que elas vestissem camisetas com a mensagem política ultra-esquerdista  "Resist" (ao lado, foto enviada ao editor por um leitor desta página. 

 Na última apresentação da passagem pelo Brasil, com a turnê "Us+Them", o cantor Roger Waters manteve em Porto Alegre, ontem a noite, o tom de protesto e apresentou clássicos da banda icônica do rock progressivo para uma multidão de 44 mil fãs.

O telão com nomes de líderes políticos mundiais apontados como neofascistas pelo músico apareceu em Porto Alegre novamente, no intervalo que divida a apresentação. O nome do agora presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, apareceu com uma tarja de censurado.

E recebeu fortes vaias do público.

terça-feira, 30 de outubro de 2018

VÍDEO URGENTE - AVISO PARA MARGINAIS: PRESIDENTE DA REPÚBLICA MANDA FILMAR VAGABUNDOS PETISTAS NAS ESCOLAS, SIM!

POLÍBIO BRAGA - Colégios aparelhados

POLÍBIO BRAGA - Os colégios dos padres, o Psol e a "resistência ao fascismo"

Os colégios dos padres, o Psol e a "resistência ao fascismo": Os camisas negras dizem que vão "resistir ao fascismo", mas são massas de manobra de professores e direções lulopetistas.

Por mais que as direções neguem envolvimento, o fato é que os colégios Rosário, Anchieta, Santa Inês e Aplicação, todos de Porto Alegre, estão envolvidos diretamente nos protestos que o Psol realiza hoje em várias capitais (em Porto Alegrem, 18h, Esquina Democrática) contra o  governo eleito de Jair Bolsonaro.

Em todos esses colégios, alunos tangidos por professores e direções lulopetistas, foram para os pátios para gritar "Seremos resistência", a consigna das chamadas Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo, lideradas por Guilherme Boulos, do Psol.

O movimento objetiva atacar Bolsonaro, mas também defende a libertação do prisioneiro por corrupção e lavagem de dinheiro Lula da Silva.

CLIQUE AQUI para ler o manifesto das duas Frentes.

Em Porto Alegre, o site do Sinpro, Sindicato dos Professores de Ensino Privado, que é lulopetista, informou que as manifestações foram mesmo organizadas e convocadas para funcionar em rede. CLIQUE AQUI para ler a notícia do site do Sinpro.

O site Sul21, alinhado com o lulopetismo, conta de que modo os lulopetistas agiram de modo orgânico para ocupar os pátios e gritar palavras de ordem contra Bolsonaro. CLIQUE AQUI para ler.

POLÍBIO BRAGA - Pais de alunos organizam-se para impedir partidarização do Colégio Rosário

Pais de alunos organizam-se para impedir partidarização do Colégio Rosário: Pelo menos um grupo de 140 pais já se organizaram por WhatsApp para exigir que a direção do Colégio Rosário, Porto Alegre, evite o partidarismo dentro e fora das salas de aula.

Desde segunda-feira, confrontos entre alunos que apoiam e se opõem ao presidente eleito Jair Bolsonaro trocam insultos e empurrões, conforme o editor tem mostrado em fotos e vídeos.

A informação foi passada esta tarde por um pai de aluno, entrevistado na Band pelo jornalista Diego Casagrande.

Esta manhã, os advogados Adão Paiani e Paula Cassol, esta também do MBL, foram interpelar a direção do Colégio Rosário. Depois de um chá de banco de 40 minutos, foram recebidas pela vice-diretora, por um irmão marista e pelo advogado da casa. Eles garantiram a abertura de uma investigação interna para verificar a denúncia de que professores estiveram envolvidos na manifestação dos alunos lulopetistas.

SOLUÇÕES PARA O APARELHAMENTO DA ESQUERDA NA EDUCAÇÃO.




DOUTRINAÇÃO EM ESCOLAS E UNIVERSIDADES PÚBLICAS E PARTICULARES CIVIS - AS ATITUDES QUE EU TOMARIA. (O QUE ESTÁ ESCRITO AQUI NÃO VALE PARA COLÉGIO MILITAR).

Milton Pires.

1. PÚBLICAS

A. Todos os dias eu vou para escola / universidade e vou fumar maconha, enfiar crucifixos na bunda, cantar o Hino da Internacional Socialista, vou usar camiseta do Jean Wyllys e do Mao Zedong e do Lula e vou assistir aulas completamente nu.

R – Eu vou algemar você, prender, levar para uma Delegacia e arrebentar você de PORRADA e depois você vai para um PRESÍDIO.

B – Todos os dias eu vou para escola / universidade cantar o Hino da Infantaria, usar trajes da Maçonaria, da TFP, da Ku Klux Klan, do General Mourão, do Bolsonaro e camiseta do coronel Brilhante Ustra.

R - Eu vou algemar você, prender, levar para uma Delegacia e arrebentar você de PORRADA e depois você vai para um PRESÍDIO.

PRIVADAS

A. Todos os dias eu vou para escola / universidade e vou fumar maconha, enfiar crucifixos na bunda, cantar o Hino da Internacional Socialista, vou usar camiseta do Jean Wyllys e do Mao Zedong e do Lula e vou assistir aulas completamente nu.

R – Eu não sei o que fazer, não tenho formação em Psiquiatria, Pedagogia e Direito para discutir isso. Isso não é problema meu nem do Poder Público.

B – Todos os dias eu vou para escola / universidade cantar o Hino da Infantaria, usar trajes da Maçonaria, da TFP, da Ku Klux Klan, do General Mourão, do Bolsonaro e camiseta do coronel Brilhante Ustra.

R – Eu não sei o que fazer, não tenho formação em Psiquiatria, Pedagogia e Direito para discutir isso. Isso não é problema meu nem do Poder Público.

Porto Alegre, 30 de outubro de 2018.


OPINIÃO DO EDITOR SOBRE AQUILO QUE MARGINAIS COMUNISTAS FIZERAM COM CRIANÇAS DO COLÉGIO ROSÁRIO.


Considerando-me um verdadeiro CONSERVADOR, não é sem “nojo”, não é sem um certo sentimento de “culpa” que vou me posicionar sobre a nojeira, sobre a barbaridade, que fizeram contra as crianças do Colégio Rosário (em Porto Alegre), É uma posição LIBERAL e, ao meu ver, demasiadamente hipócrita, mas infelizmente é essa que me cabe, NESTE MOMENTO, sustentar. Num futuro distante, muito distante, eu escreveria coisa diferente, mas agora é o seguinte:

O Colégio Rosário, em Porto Alegre, é uma instituição PARTICULAR. Não cabe sustentar, contra ele NESTE MOMENTO, uma luta de desinfestação, de desintoxicação ideológica contra os marginais, contra os Vagabundos Petistas, do PSOL e PC do B que são professores lá dentro. A opinião pública e a população de Porto Alegre tem que ter a CERTEZA ABSOLUTA de que dentro da REDE PÚBLICA isso é considerado CRIME. Se o fato tivesse acontecido dentro de um Colégio Público, sustento que os professores deveriam ter sido PRESOS.


Agora DENTRO DA UFRGS??? AÍ É MUITO SIMPLES: VOCÊS ESTÃO PRESOS!!! TODOS VOCÊS, ALUNOS E PROFESSORES, ESTÃO PRESOS...


Milton Pires


POLÍBIO BRAGA - Entrevista, Jerônimo Goergen, deputado PP do RS - Estas ações promovidas pelo Colégio Rosário são contra o Brasil

rosario.jpgEntrevista, Jerônimo Goergen, deputado PP do RS - Estas ações promovidas pelo Colégio Rosário são contra o Brasil:

ENTREVISTA

Jerônio Goergen, deputado Federal do PP do RS

O senhor soube da manifestação esquerdopata realizada por centenas de alunos do Colégio Rosário, dos Maristas, dentro da escola e com o apoio direto da direção ?
Sim. É um completo absurdo. São atos contra o Brasil. O movimento a que se referem os alunos, claramente instruídos, é do movimento "Seremos Resistência", do Guilherme Boulos,  do Guilherme Boulos, do Psol, e se dirige contra o presidente eleito há apenas 14 horas, Jair Bolsonaro.

É um movimento organizado.
Sim. Em Porto Alegre, também o Bom Conselho e o Santa Inês fizeram manifestações orquestradas. Outras denúncias estão chegando.

Dá para tolerar este tipo de coisa ?
Eu estou apurando todas as circunstâncias. São atos políticos intoleráveis nas escolas privadas e públicas. Nestas escolas privadas, pagas muitas vezes com dificuldades pelos pais, em fez de ensinarem, promovem estes atos inaceitáveis.

O que fazer ?
Tenho um projeto, o "Escola sem Partidos", na Câmara. Vou forçar para que seja votado. Mas, além disto, vou propor que as escolas não se perfilem ao lado de profissionais que pregam o desrespeito à lei e à ordem. Isto tem que parar.




“Lula poderia estar é numa prisão comum mesmo”

“Lula poderia estar é numa prisão comum mesmo”:

O general Hamilton Mourão disse à BBC Brasil que Lula não deve ser transferido para um presídio comum...

Leia este conteúdo na integra em: “Lula poderia estar é numa prisão comum mesmo”

30 de Outubro de 1938: Pânico após a transmissão radiofónica da "Guerra dos mundos", por Orson Welles

30 de Outubro de 1938: Pânico após a transmissão radiofónica da "Guerra dos mundos", por Orson Welles:

Parecia uma noite normal naquele 30 de Outubro de 1938, até que a rede de rádio CBS (Columbia Broadcasting System) interrompeu a sua programação musical para noticiar uma suposta invasão de marcianos. A "notícia em edição extraordinária", na verdade, era o começo de uma peça de teatro radiofónico, que não só ajudou a CBS a bater a emissora concorrente (NBC), como também desencadeou pânico em várias cidades norte-americanas. "A invasão dos marcianos" durou apenas uma hora, mas marcou definitivamente a história da rádio.
Dramatizando o livro de ficção científica A Guerra dos Mundos, do escritor inglês Herbert George Wells, o programa relatou a chegada de centenas de marcianos a bordo de naves extraterrestres à cidade de Grover's Mill, no estado de Nova Jersey. Os méritos da genial adaptação, produção e direcção da peça eram do então jovem e quase desconhecido actor e realizador de cinema norte-americano Orson Welles. O jornal Daily News resumiu na manchete do dia seguinte a reacção ao programa: "Guerra falsa no rádio espalha terror pelos Estados Unidos".
Pânico colectivo
A dramatização, transmitida nas vésperas do Halloween em forma de programa jornalístico, tinha todas as características do rádio jornalismo da época, às quais os ouvintes estavam acostumados. Reportagens externas, entrevistas com testemunhas que estariam a vivenciar o acontecimento, opiniões de peritos e autoridades, efeitos sonoros, sons ambientes, gritos, a emoção dos supostos repórteres e comentaristas. Tudo dava a impressão de o facto estar a ser transmitido ao vivo. Era o 17º programa da série semanal de adaptações radiofónicas realizadas no Radio teatro Mercury por Orson Welles.
A CBS calculou, na época, que o programa foi ouvido por cerca de seis milhões de pessoas, das quais metade o sintonizou quando já havia começado, perdendo a introdução que informava tratar-se do  teatro radiofónico semanal. Pelo menos 1,2 milhão de pessoas acreditou ser um facto real. Dessas, meio milhão teve certeza de que o perigo era iminente, entrando em pânico, sobrecarregando linhas telefónicas, com aglomerações nas ruas e congestionamentos causados por ouvintes apavorados tentando fugir do perigo.
O medo paralisou três cidades e houve pânico principalmente em localidades próximas a Nova Jersey, de onde a CBS emitia e onde Welles ambientou sua história. Houve fuga em massa e reacções desesperadas de moradores também em Newark e Nova Iorque. A peça radiofónica, de autoria de Howard Koch, com a colaboração de Paul Stewart e baseada na obra de Wells (1866-1946), ficou conhecida também como "rádio do pânico".



Precursor da ficção científica moderna
O guião fora reescrito pelo próprio Welles (1915-1985). Na peça, ele fazia o papel de professor da Universidade de Princeton, que liderava a resistência à invasão marciana. Orson Welles combinou elementos específicos do teatro radiofónico com os dos noticiários da época (a realidade convertida em relato).
Herbert George Wells, por sua vez, foi um dos precursores da literatura de ficção científica. O livro A Guerra dos Mundos, publicado em 1898, era uma das suas obras mais conhecidas, tendo Londres como cenário. Ele escreveu num estilo bastante jornalístico e actualizado para a sua época. A transmissão de A Guerra dos Mundos foi também um alerta para o próprio meio de comunicação "rádio".
Ficou evidente que a sua influência era tão forte a ponto de poder causar reacções imprevisíveis nos ouvintes. A invasão dos marcianos não só tornou Orson Welles mundialmente famoso como é, segundo cientistas de comunicação, "o programa que mais marcou a história dos média no século XX".
Fontes: DW
wikipedia (Imagens) 



Ficheiro:Orson Welles 1937.jpg
Orson Welles




VÍDEO - VAGABUNDOS PETISTAS DENTRO DE COLÉGIO PARTICULAR DE PORTO ALEGRE USAM CRIANÇAS CONTRA NOVO PRESIDENTE DO BRASIL.

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

No fundo do poço

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Coluna de J. R. Guzzo na edição impressa de Veja


Quatro anos atrás, apenas quatro anos atrás, o ex-­presidente Lula estava no topo do mundo — ou, pelo menos, acreditava que não havia ninguém acima dele no resto do planeta. Tinha sido presidente da República, eleito e reeleito, por oito anos seguidos. Nesse período, por uma razão ou outra, convenceu os grandes colossos do pensamento político brasileiro e internacional de que seu governo havia sido um fabuloso sucesso, e de que ele, pessoalmente, era um novo Stupor Mundi, o “Espanto do Mundo” neste despertar do século XXI. “He’s the man”,disse dele Barack Obama — ele é “o cara”. Outros altos lordes da cena mundial, do secretário-geral da ONU ao Santo Padre o Papa, lhe prestavam homenagem. Economistas, sociólogos e filósofos acreditavam que Lula conseguira “avanços sociais” inéditos para o Brasil — uma combinação rara de distribuição de renda, eliminação da pobreza e progresso econômico. Tinha eleito sua sucessora Dilma Rousseff, uma nulidade da qual ninguém jamais ouvira falar — e, mais ainda, conseguira o quase milagre da sua reeleição, em 2014. Tinha sobrevivido a pelo menos um escândalo gigante, o da corrupção em massa de parlamentares do mensalão. Tinha descoberto o pré-sal e ia fazer o Brasil entrar na Opep. Tinha construído um estádio bilionário para o Sport Club Corinthians Paulista.

Neste domingo, ao se encerrar a apuração do segundo turno da eleição presidencial de 2018, Lula estava na lona — ou, se quiserem, continuava na sua viagem rumo ao fundo do poço, que ele iniciou dois ou três anos atrás e imaginou que fosse capaz de interromper com uma vitória eleitoral milagrosa. Seu candidato, Fernando Haddad, foi derrotado por um adversário que até seis meses atrás não existia na política brasileira. Confirmou-se, no segundo turno, o que foi anunciado no primeiro: Lula, hoje, é uma garantia de derrota para tudo o que aparece ligado ao seu nome. Quer ganhar uma eleição? Mostre ao eleitorado, como fez Jair Bolsonaro, que você é 100% contra Lula. Seu partido virou picadinho. Sua reputação continua em ruínas, e só afundou mais com a ação arruaceira do PT para tumultuar o pleito. Pior que tudo, Lula sai das eleições no mesmo lugar onde estava quando entrou nelas: na cadeia, cumprindo há sete meses uma pena de doze anos por corrupção e lavagem de dinheiro. Após mais de trinta anos no centro das decisões, pode estar a caminho de ser eliminado como uma força ativa na vida política do Brasil.

O que aconteceu com Lula e com o PT em tão pouco tempo? É extraordinariamente pesado para Lula, depois de usar um maciço sistema de forças, pressões e dinheiro para convencer o público de que é um “preso político” condenado sem “provas”, receber a sentença que ele recebeu do eleitorado brasileiro: não, não queremos mais que você seja presidente; queremos, isto sim, que você continue na cadeia. Está na cara que em algum momento, entre as alturas de 2014 e o desastre da eleição de 2018, alguma coisa deu horrivelmente errado. O que foi? Na verdade, muitas coisas deram errado — ou, mais exatamente, quase nada mais deu certo desde o momento em que, já no segundo governo Dilma, a Justiça brasileira começou a investigar de verdade a corrupção no governo. A Operação Lava-Jato foi um terremoto em câmera lenta. Continua até hoje a mandar gente para a penitenciária, mas no início praticamente ninguém acreditava que aquilo fosse dar em alguma coisa. Nunca tinha dado. Por que iria dar agora?

Pior que estar errado é continuar errando, e nisso Lula tem se mostrado insuperável ao longo de seus anos de desmanche. Não é tão complicado assim entender o porquê. Um dos problemas do ex-presidente é essa coisa de dizerem o tempo todo que ele é um gênio da política, um cérebro com capacidade sobrenatural para sair ganhando de qualquer desastre em que se mete. Falam assim os devotos, os admiradores liberais, a mídia, o mundo e os adversários. A complicação é que o ex-presidente acredita nisso tudo. Parece não compreender que, quando os entendidos em política anunciam que Lula é capaz de voar, quem tem de acreditar é a plateia, não ele. Mas Lula acredita — e, como não voa, só pode mesmo acabar despencando no chão. Talvez ninguém tenha resumido a situação tão bem quanto o senador eleito Cid Gomes, do Ceará, ao ser confrontado com um pelotão de fiéis que gritavam “Lula, Lula”, logo após o naufrágio no primeiro turno. “O Lula está na cadeia, babaca”. Acontece que a Lava-Jato e o trabalho do juiz Sergio Moro, mais o Ministério Público, a Polícia Federal e o TRF-4 de Porto Alegre, acabaram, sim, dando em muita coisa — na verdade, jamais uma ação do Judiciário brasileiro deu em tanta coisa. Eventualmente, com o tempo, mostraram que o rei estava nu, ao provar que nos governos de Lula e de Dilma a prática da corrupção superou a roubalheira de qualquer outra época, talvez em qualquer lugar do mundo. Lula esteve entre os que não acreditaram que a terra começava a tremer. Estava errado.

Sua principal conquista, hoje, se resume a sair um dia da prisão — pouca coisa para quem já esteve na primeiríssima classe da vida. O fato é que o ex-presidente não soube reagir quando começou a sofrer derrotas, e a melhor demonstração disso é que não quis, em nenhum momento, admitir que tinha sido derrotado em alguma coisa. Em vez disso, e de pensar com seriedade nas causas de seus problemas, resolveu embarcar num cruzeiro de ilusões. Problema? Que problema? No primeiro tombo complicado, no episódio do Mensalão, começou dizendo que tinha sido “apunhalado pelas costas” e que o povo merecia “desculpas” — mas, um minuto depois de ver que ia escapar do desastre a preço de custo, voltou atrás e passou a jurar que não havia acontecido nada de errado, imaginem só que absurdo. Daí em diante, nunca mais acertou o passo. Como se livrou do primeiro desastre, achou que iria se livrar de todos — só que, na vida real, não estava se livrando de nada. Estava apenas aumentando o tamanho do buraco em que tinha se enfiado.

A sequência é bem conhecida. Lula errou horrendamente quando escolheu Dilma para guardar sua cadeira de presidente por quatro anos. Errou de novo quando ela não quis sair e inventou de ser reeleita; em vez de exigir que o “poste” fosse embora para que ele próprio se lançasse candidato à Presidência, como planejava, fez de conta que estava tudo bem. Seguiu-se, daí, a maior calamidade que Lula e o PT poderiam esperar — Dilma foi um desastre ainda pior depois da reeleição, e tanto ele como o partido ficaram olhando, sem fazer nada, enquanto a grande “gerente” mandava tudo para o espaço. Quando o povo foi para a rua, em multidões cada vez maiores, Lula e o PT decidiram que não estava acontecendo nada; era só um bando de “coxinhas” fazendo barulho no domingão. Quando perceberam, enfim, que aquilo tudo estava simplesmente levando ao impeachment de Dilma, perderam de novo. Lula tentou ser ministro — foi barrado pela Justiça, que a essa altura já estava roncando à sua volta. Mudou-se para Brasília, imaginando que tinha poder para virar a votação no Congresso a favor de Dilma. A sucessora acabou deposta por quase três quartos dos votos.

Não passou pela cabeça de Lula nem pela dos dirigentes do PT, a essa altura, que a situação toda estava indo para o saco. Ao contrário: acharam que a grande ideia era “ir para cima” e balançar ainda mais o barco. Inventou-se a lenda do golpe — não colou. Partiram para uma briga com a opinião pública, do tipo “ou eu ou ele”, entre Lula e Sergio Moro, o “juizinho do interior” — deu Moro, disparado. Em vez de montar uma defesa jurídica profissional, técnica e voltada para a eficácia, Lula decidiu transformar seu processo numa “causa política”, sonhando que “a população” fosse bloquear o trabalho normal da Justiça e salvar o seu couro — apesar de todas as provas de que “a população”, já fazia muito tempo, estava pouco ligando para o que lhe acontecia. Ficou apostando em safar-se com trapaças jurídicas miúdas, ou com traficâncias no submundo dos tribunais superiores, ou com acertos secretos na “segunda turma” do STF — capaz, no imaginário petista, de salvar da cadeia não só Lula, mas quem Lula mandasse ser salvo. Não deu em nada. Com ele já trancado em sua cela em Curitiba, montou-se a fantasia de um acampamento gigante em torno da prisão, que ali ficaria “até Lula ser solto”. No seu momento de maior esplendor, o cerco reuniu 500 pessoas. Chegou a ficar com setenta. Há muito tempo não existe mais. A “convulsão social” com “derramamento de sangue” prometida pelo alto-comando do PT jamais apareceu. “A ONU” mandou soltar Lula, anunciou-se através do mundo. Ninguém ligou — possivelmente nem a ONU.

A última tentativa de virar o jogo, com a campanha eleitoral, teve o seu desfecho neste domingo, com o resultado que se sabe. Como em quase tudo o que tem acontecido com Lula e o PT no passado recente, foi uma sucessão de erros, cegueira e ilusões. Começou com a alucinação de que Lula, preso e condenado em duas instâncias a doze anos de xadrez, seria o candidato do partido. Daí em diante só piorou. Em nenhum momento o ex-presidente tentou entender por que, afinal de contas, tanta gente estava querendo votar em Jair Bolsonaro. Nem ele nem o seu sistema de apoio se interessaram em pensar um pouco nas propostas do adversário — e muito menos em propor alguma alternativa a elas. Ficaram repetindo, do começo ao fim, a mesma lista de acusações a Bolsonaro, apesar do evidente pouco-caso da maioria do eleitorado em relação a todas elas — homofobia, racismo, fascismo, elogio à tortura, desprezo à mulher, defesa do porte de armas, intenção de criar uma ditadura no Brasil. Deram a impressão de não ter percebido que nada disso tirou um voto sequer do concorrente. Nem mesmo notaram a realidade básica de que não podiam tratar como “inimigo”, ou “ameaça”, um candidato que não era nem inimigo nem ameaça para os 50 milhões de brasileiros que votaram nele no primeiro turno. Onde está o “gênio político” que não prestou atenção a nenhuma dessas coisas?

Lula e o PT tiveram uma ilusão fatal, também, com a sua celebradíssima capacidade de “transferir votos” e de transformar “postes” em governantes vitoriosos. Há transferência a favor, claro, mas hoje em dia o problema é que Lula, ao mesmo tempo, transfere voto contra para os seus candidatos; ganha um, perde dois. Já transferiu com sucesso votos para Dilma e para o próprio Fernando Haddad, presenteado com a prefeitura de São Paulo. Mas aí era outro Lula. Já há dois anos, na última vez que se pôde medir seu condão de transferir votos, não transferiu nada — não funcionou, aliás, com o mesmo Haddad, que perdeu a prefeitura no primeiro turno para um adversário que nunca tinha disputado uma eleição na vida. O PT, nas eleições municipais de 2016, foi moído nas urnas. Lula, a essa altura, era um Lula a caminho da cadeia; já não conseguia eleger postes, como não elegeu agora. A ficha demorou a cair. A votação do primeiro turno avisou: “Fora, Lula”. E qual a primeira coisa que Haddad fez logo depois de ter ouvido esse recado? Foi visitar Lula na cadeia.

Houve uma tentativa aparentemente desesperada, aí, para virar a casaca — mas já era tarde demais. Os cérebros estratégicos do partido acharam melhor, no segundo turno, que Haddad se transformasse num personagem de fic­ção, inexistente até a véspera. Queriam que ele aparecesse, de repente, como um sujeito que não tinha nada a ver com Lula. Tiraram o nome do ex-presidente da campanha, e sumiram as máscaras com o rosto de Lula sobrepondo-se ao de Haddad. O vermelho foi suprimido da paleta de cores do PT — tudo ficou subitamente verde-amarelo. O programa do candidato foi mudado: apagaram alguns dos pontos mais claramente suicidas e instruíram o até então Lula-Haddad-Lula-Haddad-Lula-Haddad a fazer uma cara de Fernando Henrique. Perda de tempo. Galinha que anda com pato, como ensina o dito popular, acaba morrendo afogada. Haddad andou tanto com Lula que acabou entrando na água com ele. Entrou vestido de verde-amarelo, mas a roupa a essa altura não adiantava mais nada. Também não adiantou fingir que era Haddad.

Em seu desabamento progressivo, Lula, com a ajuda empolgada do PT, quis representar o papel de mártir. Péssima ideia. Brasileiro, no fundo, não gosta de gente que está na cadeia. Não acha que as penitenciárias estejam cheias de injustiçados. Acha o contrário — que há muita gente culpada do lado de fora. Para a maioria do eleitorado, Lula não é vítima, nem preso político. É só um político ladrão que foi condenado — como deveriam ser nove entre dez dos que continuam soltos. Não é um julgamento sereno, mas é assim que a massa pensa e continuará pensando, e vai apenas perder seu tempo quem quiser convencê-la do contrário. Revela muito da decomposição política de Lula e do PT o fato de terem achado que uma cela de cadeia é um lugar capaz de despertar admiração no povo ou de servir como centro de comando de uma campanha eleitoral.

A vida é cheia de surpresas, como acaba de mostrar a eleição de Bolsonaro, e coisas que nunca aconteceram antes sempre podem acontecer um dia. Lula e seu complexo de forças, mais a quase totalidade dos que se dedicam a explicar o que ocorre na política brasileira, precisariam recomeçar do zero para ter alguma chance de entender, algum dia, o que está havendo com o Brasil de 2018 — e o que pode vir pela frente. Há várias maneiras de fazer isso, mas uma delas, certamente, é admitir que existe neste país uma imensa quantidade de gente inconformada com quase tudo o que o poder público lhe serviu nos últimos trinta anos, de José Sarney a Michel Temer. Os políticos perderam o controle das ruas — e para a esquerda, que sempre imaginou que a rua estaria do seu lado, a perda é uma calamidade ainda maior. O fato real é que Lula e seu partido não têm mais nada a ver com a massa, como não tinham nas manifestações de 2015 e 2016. Quem leva gente à praça pública, hoje, é o presidente eleito Jair Bolsonaro. Enquanto essa realidade não for encarada com firmeza, ele continuará sem competição verdadeira.

O nosso Brasil voltou

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Momento histórico que ficará marcado para sempre no HD do meu coração. Eram 19 horas de ontem, 28 de outubro, quando a tela da TV mostrou o resultado da pesquisa de boca de urna. Com uma diferença de 10 pontos percentuais, a nação escolhera Jair Bolsonaro para presidir a República a partir de 1º de janeiro. Dei um grito que assustou minha mulher. Afinal, o evento excedia as forças normais da natureza. Milagre!

Pense comigo. O presidente eleito não dispôs de uma única emissora de TV ou de rádio, de um único jornal de grande influência, de qualquer ambiente acadêmico formal, de mínimos recursos financeiros. Seu partido PSL e sua coligação com o PRTB eram politicamente insignificantes. Ao mesmo tempo, tinha contra si o poderoso PT e seus insondáveis recursos financeiros. Sofreu ataques permanentes, não raro várias vezes a cada turno, dos pesos-pesados da comunicação social - TV Globo, Globo News, jornal O Globo, Folha, ZH, Veja, Época, e verdadeira multidão de artistas, atores e celebridades do mundo cultural. Beneficiando seu adversário, somavam esforços contra ele a CUT, as legiões dos movimentos sociais, e mais a UNE, a CNBB e o gigantesco e endinheirado universo das ONGs.

Atribuíam a Bolsonaro as piores intenções contra os negros, mas a maioria dos negros votou nele. Diziam-no machista, inimigo das mulheres, mas as mulheres deram mais votos a ele do que a seu adversário almofadinha. Acusavam-no de ser homofóbico, mas uma quarta parte dos homossexuais preferiu votar nele. Por quê? Porque ele, sabidamente, é contra o homossexualismo militante, que quer promover-se inclusive nas salas de aula com instrumentos pedagógicos como os da ideologia de gênero e do kit gay. Quem pode ser favorável a isso, além de seu adversário, para contrapropaganda?

Na festa de ontem à noite, no Parcão, aqui em Porto Alegre, enquanto comemorava com a multidão, entre abraços, lágrimas e fotos, infinitas fotos, senti que se cumpria uma tarefa que assumi em 1985, quando entrei em contato pessoal com as primeiras expressões políticas do petismo que iniciava suas ações no país.

Percebi que se tratava de uma legenda para a qual, na expressão posterior de José Dirceu, o importante era o partido (ou seja, não a nação, não o Estado, não o Brasil) e que esse partido tinha um braço sobre a mesa do jogo e um braço sob a mesa do jogo. Essa combinação, levada ao poder, teria um efeito desastroso. A realidade me deu razão.

Estas primeiras horas já estão mostrando como será o PT na oposição. Continuarão perseguindo apenas o bem do partido. Não reconheceram a derrota e vem aí o “Fora Bolsonaro!”, expressão do velho golpismo, que o petismo dedica a quem senta na cadeira que ambiciona. Alguns colunistas, hoje, amargando o gosto do insucesso, advertiam que a vitória não era um “cheque em branco” ao vencedor. Suponho que andaram lendo a Constituição e descobriram que o país tem instituições, tem leis e regras. Um dia talvez descubram que Dilma sofreu impeachment, que Lula está preso, e que o país ficou como está justamente por haver dado sucessivas vitórias a quem confundiu cada sucesso eleitoral com um cheque em branco. Foram os valores preenchidos nesse cheque que quebraram o país.

FROM USA TO BRAZIL


Corrupção, Constituinte ou “Pacificação”.



Milton Pires

Coisas há que devem ser escritas antes de uma eleição. Coisas há que não devem. Há, ainda, aquelas coisas que devem, imediatamente, ser escritas depois de uma eleição e é sobre estas últimas que vou discorrer agora num, digamos assim, “exercício de imaginação”. 

Ontem fui às urnas. Ontem eu e milhões de brasileiros fomos às urnas. Há porém, no meu caso, algumas peculiaridades. Eu fui às urnas votar num capitão e num general para presidente e vice-presidente do Brasil porque eles e os demais militares não atenderam meus pedidos para que houvesse uma Intervenção Militar no país. 

Não me arrependo de ter pedido, de ter implorado, por uma Intervenção Militar. A mim me foi dito que os militares, desta vez, chegariam ao poder através das urnas e, de fato, foi isso que aconteceu. Hoje o Brasil se acordou, graças a Deus, com um capitão na Presidência da República e um General como vice. 

Por que eu pedi por uma Intervenção Militar? Porque minha intenção não era, jamais foi ou será, a de derrotar o PT. Minha ideia sempre foi, eu nunca o neguei, a de destruir o PT. Afirmei e continuo afirmando a necessidade de extinguir o PT e de prender ou, se necessário, matar seus integrantes. 

Meu psiquiatra na Band News, o “Dr.Tio Rei”, diz que eu quero “negar a existência do outro”...rsss.. mas isso acontece com frequência quando alguém (do PT) liga para sua casa afirmando que vai matar você e sua família. 

Márcia Tiburi (pelo jeito outra colega de profissão minha..rss) me chama de fascista. Alguns leitores que chegaram até esta linha devem pensar (inclusive os que votaram em Bolsonaro) que psiquiatricamente estou doente. Digo que estes últimos não deixam de ter razão, não, e que, em certo sentido, “é saudável adoecer no Brasil do Regime Petista”. 

Estes “psiquiatras” todos alegam, com toda propriedade, que foi possível derrubar Dilma Rousseff, prender Lula e eleger Bolsonaro sem Intervenção Militar – e é verdade! 

Tudo “deu certo” até aqui, doutores: os tanques ficaram nas suas bases, não foi preciso fechar o Congresso, o STF … não foi preciso acionar “um cabo e um soldado” (como disse Eduardo Bolsonaro citando a frase que originalmente é de Jânio Quadros) 

Vamos ao que interessa: o leitor, mesmo aquele que, como eu, votou em Bolsonaro, não tem nada a ver com a minha vontade de “prender ou matar petistas” - isso é problema meu, da minha psiquiatra, da polícia, da justiça e dos petistas, não é??

É...é verdade, eu concordo, mas ainda assim há um “problema”, um pequeno “probleminha”: Bolsonaro tem que governar o Brasil a partir de janeiro e aí não é mais “problema meu” - é problema nosso, é problema de todo Brasil. 

A questão, digo, as questões, são as seguintes: 

1. A administração pública, aquilo que sobrou das instituições brasileiras, está perfeitamente formatado, programado, azeitado e lubrificado para não funcionar, para se corromper até a “alma”.

2. Bolsonaro NÃO é um homem corrupto – se fosse, o PT não precisaria tentar matá-lo.

3. A Constituição Brasileira de 1988 mais parece a ata de alguma reunião de maconheiros de centro acadêmico. Dá nojo de ler determinadas partes que foram criadas exatamente para proteger a existência da Organização Criminosa que liquidou o Brasil.

4. O PT não é um Partido; é uma Organização Criminosa. Ele JAMAIS governou o Brasil democraticamente. Ele, PT, chegou ao Governo democraticamente, mas o Governo em si mesmo foi uma Ditadura da Corrupção. A oposição que o PT fará contra Jair Bolsonaro não será “oposição” - será a tentativa do Crime Organizado de derrubá-lo do Governo Federal. 

Isto posto, vem agora as questões centrais deste artigo que são as seguintes: quem foi que disse que nós, eleitores de Bolsonaro, o colocamos no Governo para “pacificar” o Brasil? Quem foi que disse que é possível “pacificar” Brasil?

Esquecida a minha posição pessoal expressa acima, descontada essa minha “vontade fascista” de prender ou matar petistas, quantos foram os eleitores de Bolsonaro que, sem admitir em si mesmos esta tal “tentação autoritária”, esta minha “doença psiquiátrica”, esperam, imploram por uma solução de força??

Em outras palavras: aquilo que nós, eleitores de Bolsonaro e Mourão, esperamos do Governo deles é passível de ser alcançado dentro do “respeito” pela Constituição e pela Democracia?

Meus caros amigos, o Supremo Tribunal Federal é nosso inimigo! A Universidade Federal Brasileira inteira é nossa inimiga, a CNBB, a OAB, a Imprensa toda, os Sindicatos, o PCC o Comando Vermelho, os presidiários...os “conselhos” de praticamente todas as classes profissionais...uma parte importante (e com muito poder) entre os policiais, médicos e professores do Brasil nos odeia...Todos eles, tudo isso…é o PT! É o PT, o PSOL e o PC do B !!

Nós vencemos democraticamente. Nós vamos conseguir governar democraticamente? Antes de sair dizendo que vamos “pacificar” o Brasil não é melhor discutir se é possível “pacificar o Brasil??

Eu só consigo ver três caminhos: 

O primeiro é a convocação emergencial de uma Assembléia Constituinte que cale a boca de cretinos que fazem programas como “Pingo na Coisa” ou “É dos Is” - esse tipo de gente, com a Constituição de 1988 (e suas emendas) debaixo do braço, admite transar com crianças e cachorros, rezar para o diabo ou dirigir sob efeito de heroína, “se isso estiver escrito na constituição”. 

O segundo caminho é a Polícia do Exército algemar Toffoli, Rosa Weber, Jungmann, Dodge e seus colegas, fechar o Congresso, convocar uma nova Constituinte e uma nova eleição. Esse é o caminho que eu, quando implorava por Intervenção, queria seguir. 

O terceiro caminho, o da Globo News e de toda ralé, de toda corja que domina a imprensa brasileira, é o da “pacificação” e quando eles falam em “pacificação” entenda-se ACEITAR OS CAMINHOS DA CORRUPÇÃO – coisa que Bolsonaro, se fosse fazer, já teria feito para evitar a tentativa de assassinato que sofreu. 

Como disse aquele monstro alienígena que invadiu a Terra e se enrolou no pescoço do cientista maluco de “Independence Day” para se comunicar com o Presidente Americano - “PEACE? NO PEACE”

Porto Alegre, 29 de outubro de 2018.