"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

VAGABUNDOS PETISTAS FANÁTICOS e Partidários de Lula celebram Ano Novo em frente à prisão


Partidários do ex-presidente Lula celebram Ano Novo em frente à prisão:

Partidários do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba, chegaram à cidade para celebrar o Ano Novo nas imediações da sede da Polícia Federal, onde ele cumpre uma condenação de 12 anos e um mês de prisão.

Será a primeira vez que Lula, de 73 anos, passa o Ano Novo em sua cela especial, localizada no quarto andar da PF. O ex-presidente começou a cumprir a sua condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em abril.

Desde que foi preso, em 7 de abril, dezenas de partidários mantêm ativa uma vigília em frente à sede. Do pequeno terreno observa-se a janela do fundador do Partido dos Trabalhadores, e seus simpatizantes lhe dão em horas marcadas “bom dia”, cantam canções ou realizam reuniões no local.

A assessoria do PT na capital paranaense afirma que espera 1.500 pessoas para os toques de fim de ano.

A agenda contempla atividades culturais, saudações ao ex-presidente, um ato político e um ato religioso. A partir das 23h00, a militância, junto com alguns dirigentes como Gleisi Hoffmann, presidente do PT, aguardará a chegada do Ano Novo.

A data é especialmente simbólica para Lula, que em 1º de janeiro de 2003 se tornou o primeiro presidente de esquerda do Brasil, em um emocionante ato em Brasília diante de 200.000 seguidores.

Dezesseis anos depois, o Brasil deu uma guinada à direita e, na terça-feira (1), assumirá a presidência o capitão do Exército Jair Bolsonaro, admirador da ditadura militar que Lula combateu como líder sindical.

Durante a noite de Natal seus seguidores também se concentraram em frente à sede da PF em Curitiba para manifestar o seu apoio. “Esse Natal não poderei estar junto fisicamente com a minha família, meus filhos e netos. Mas não estou sozinho. Estou com vocês da vigília, que têm sido minha família”, escreveu o ex-presidente.

Lula, que responde a outros processos, se declara inocente em todos e denuncia uma conspiração para impedi-lo de voltar ao poder.

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CHINELATION TIMES: Policial sem autorização entra na Granja do Torto e expõe falha na segurança de Bolsonaro

O Brasil é um país tão vagabundo, tão corrupto e tão chinelão que não é capaz nem mesmo de controlar quem entra dentro de uma UPA ou um Hospital para MATAR um paciente, como é que vai fazer "segurança"de Bolsonaro? Não existe isso no Brasil. 

Exclusivo: Policial sem autorização entra na Granja do Torto e expõe falha na segurança de Bolsonaro:

O Antagonista obteve em primeira mão memorando interno da Polícia Federal que relata falha na segurança de Jair Bolsonaro, que assume a Presidência da República amanhã Segundo o documento, a falha ocorreu ontem durante reunião com integrantes da equipe do futuro governo.

“Um policial que não fazia parte da segurança do Presidente se identificou na entrada e conseguiu entrar na residência, sem autorização (…) sendo certo, que o policial ficou tentando tirar foto com o Presidente.”

Abordado pelo delegado Alexandre Ramagem, que coordena a segurança de Bolsonaro, o policial se identificou como o agente da PF Heitor Camargo de Oliveira Júnior, que estaria habilitado apenas para segurança de autoridades estrangeiras.

A conduta do agente foi considerada “grave”, motivando pedido de afastamento e abertura de processo disciplinar.

Leia este conteúdo na integra em: Exclusivo: Policial sem autorização entra na Granja do Torto e expõe falha na segurança de Bolsonaro

Presídios em alerta pela possibilidade de novas rebeliões

Presídios em alerta pela possibilidade de novas rebeliões:

Presídios no país estão em alerta pela possibilidade de rebeliões no início de 2019...Segundo apurou O Antagonista, o temor de novos massacres, como os ocorridos em janeiro de 2017, decorre da não concessão de indulto pelo presidente Michel Temer.

A preocupação das autoridades aumenta com declarações de Jair Bolsonaro de que nos próximos anos não haverá mais perdão natalino para os criminosos.

O DESFILE DE LULA.


Os Livros de janeiro 2019

Os Livros de janeiro 2019:





Georges Vigarello (Direcção)

História da Virilidade I

A virilitas romana, da qual a palavra virilidade deriva, funde as qualidades sexuais (do marido possante, procriador) com as qualidades psicológicas (do homem ponderado, vigoroso, corajoso e comedido), num ideal de força e vontade, segurança e maturidade, certeza e dominação, autoridade física e moral. Esta obra monumental reflete sobre a transformação do ideal viril nas sociedades ocidentais segundo as culturas e os tempos: os universos sociais, as subculturas, o ambiente urbano ou rural, guerreiro ou letrado. Uma questão deu origem ao presente estudo: a virilidade está em crise nas sociedades contemporâneas? Será ela própria um ideal anacrónico, fechado no passado ou estará a passar por mais um processo de metamorfose em busca de novas identidades? O primeiro de três volumes, dirigido por Georges Vigarello, diretor na École des Hautes Études en Sciences Sociales e autor de inúmeros trabalhos sobre as representações do corpo, descreve a formação do ideal viril na Grécia e na Roma Antiga e acompanha as suas variações durante a época medieval e a Renascença.

Orfeu Negro





Eça de Queiróz

As Farpas

Em 1881, Fialho de Almeida louvava As Farpas e o “humor cáustico dos dois cintilantes espíritos”. Escritas e publicadas por Eça de Queirós e Ramalho Ortigão ao longo dos anos de 1871 e 1872 em fascículos mensais de cem páginas, As Farpas foram sempre reeditadas em conjunto sem indicação das respectivas autorias. Destinadas, pelo autor de Os Maias, ao “leitor de bom senso”, estas “páginas irónicas, alegres, mordentes, justas”, pretendiam descobrir “através da penumbra confusa dos factos, alguns contornos do perfil do nosso tempo”. Os artigos reunidos nestes opúsculos de capa alaranjada, decorada com o diabo Asmodeus, constituem crónicas brilhantes sobre um país em crise que, segundo Eça, “perdeu a inteligência e a consciência moral”, onde “ninguém se respeita”, “não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos”, “ninguém crê na honestidade dos homens públicos”, “a classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia”, e “o povo está na miséria”. Esta edição publica, pela primeira vez, As Farpas integrais de Eça de Queiroz, separadas das escritas por Ramalho Ortigão.

Relógio D’Água





Charles Bukowsky

Os Cães Ladram Facas

A personalidade de Charles Bukowsky (1920-1994) foi marcada pela experiência de uma infância violenta e infeliz e o seu rosto pelas marcas profundas da acne, dando origem a um sentimento constante de rejeição. O poeta e romancista incarnou o mito do autor marginal, que desprezava as convenções sociais e se identificava com os loucos, alienados e alcoólicos, procurando, como salienta Valério Romão, seleccionador e prefaciador da presente antologia poética, “uma forma de estar no mundo sem o estar”. Na sua poesia, Bukowski recorre aos seus temas habituais; o sexo e a mulher, a infância e o álcool, os hipódromos e as apostas, a escrita e os outros escritores. O estilo, inspirado por Hemingway, é direto e recusa a complexificação geralmente associada à prática poética. A radical honestidade dos seus versos, nos quais não hesita em descrever-se nos termos menos lisonjeiros, contamina-os de uma profunda e impressiva humanidade: “demorei 15 anos a humanizar a poesia / mas vai ser preciso mais do que eu / para se humanizar a humanidade”. Tradução de Rosalina Marshall.

Alfaguara





John le Carré

A Rapariga do Tambor

“Tenho um caso de amor com a palestina, como no passado tive um caso de amor com os judeus”, referiu John le Carré a propósito deste seu romance de espionagem, publicado em 1983. O autor agradece na nota prévia aos inúmeros palestinos e israelitas que o ajudaram a escrever o livro. De facto, o escritor entrevistou membros dos dois lados do conflito do Médio Oriente (agentes da Mossad, Yasser Arafat) e visitou campos de refugiados em Beirute, materializando na obra uma preciosa apreensão do real e um profundo sentido de atmosfera. Inspirado, segundo se julga, em Vanessa Redgrave, narra a história de Charlie, uma atriz de teatro com convicções de extrema-esquerda e empenhada na causa de libertação da Palestina. Charlie aceita um contrato pra representar numa Ilha Grega sem imaginar que se trata de uma armadilha dos serviços secretos israelitas para capturar Khalil, um terrorista palestino. Obra admirável sobre os meandros labirínticos da espionagem internacional com uma narrativa constantemente intensificada pela suspeita, tem no centro uma trágica história de amor e de lealdades divididas.

Dom Quixote



João Seixas (Coordenação)

Projecções de Lisboa

Na introdução do presente livro, escreve João Seixas, coordenador do projecto: “As cidades são, por excelência, espaços de diálogo e de confronto perante lógicas múltiplas e papéis diversificados. Como notáveis acumulações de energia humana, como esteios da cultura e da política, tem sido sobretudo através das cidades que se têm desenvolvido muitas das mais pronunciadas e sempre incertas utopias, visões e projecções da humanidade”. A obra refete sobre as razões, os desejos, as condições, os processos de como e porquê, ao longo dos tempos se pensou e projectou a cidade de Lisboa. Sobre os seus momentos de transformação e as projecções utópicas e estratégicas para o seu desenvolvimento num período que decorre entra a Lisboa ainda medieval, mas já proto-imperial, e a atual Lisboa metapolitana, europeia e globalizada.

Caleidoscópio





Oliver Jeffers

Aqui Estamos Nós

Quando chegamos ao mundo podemos sentir-nos perdidos, pois tudo à nossa volta parece demasiado confuso. Aqui Estamos Nós funciona como guia prático para o compreendermos melhor, numa viagem maravilhosa à descoberta do planeta Terra. Este livro é um hino ao respeito pelo nosso lugar no mundo, que aborda temas como a gentileza, a consideração, a tolerância e a igualdade. Através de uma linguagem clara e direta e de ilustrações apelativas e emocionantes, Oliver Jeffers – um dos maiores autores de literatura infantil – desperta no leitor a absoluta necessidade de amar e respeitar todos os seres humanos e o planeta em que vivemos. Aqui Estamos Nós, vencedor do Prémio Design Book Awards 2018 para o melhor design de livro ilustrado para crianças, é um livro repleto de esperança e de mensagens essenciais. Afinal, isto é tudo o que temos.

Orfeu Negro

Brasil: burocracia gigantesca e perdulária.

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Editorial do Estadão:


O número de funcionários públicos na ativa, em todos os níveis de governo, aumentou muito mais do que a população; o salário médio desses servidores cresceu mais do que a remuneração média dos trabalhadores do setor privado; o pessoal empregado pela União, pelos Estados e pelos municípios se apropria de uma fatia maior de tudo o que o País produz.

Se essa evolução da burocracia pública em duas décadas – entre 1995 e 2016 –, aferida pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), tivesse sido acompanhada da correspondente expansão dos serviços públicos prestados à população, bem como de sua melhoria, certamente as condições de vida no País seriam melhores.

No entanto, indicadores sociais bem conhecidos – como os referentes ao desempenho do sistema público de ensino, à segurança da população, à qualidade dos serviços de saúde prestados por instituições públicas e à eficiência dos sistemas de transportes públicos – mostram que os ganhos para a sociedade, quando existem, são muito limitados. O contribuinte gasta cada vez mais para manter uma máquina administrativa que não lhe devolve, na mesma proporção, o adicional que dele retira na forma de tributo.

O Atlas do Estado Brasileiro, lançado há pouco pelo Ipea, com uma análise da evolução do quadro de pessoal das três esferas de governo, mostra que, entre 1995 e 2016, o número de funcionários públicos na ativa passou de 6,264 milhões em 1995 para 11,492 milhões em 2016. O aumento de 83,5% corresponde a mais do dobro da evolução da população brasileira no período, de cerca de 30%.

O trabalho do Ipea não contém dados para todo o período sobre o peso do funcionalismo na economia brasileira. Só há comparação para anos mais recentes. Mas essa comparação deixa claro que é crescente o custo do pessoal empregado pela União, pelos Estados e pelos municípios como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Em 2017, por exemplo, o pagamento de vencimentos para todo o funcionalismo público somou R$ 725 bilhões, com aumento real de 48% em dez anos e representando 10,7% do PIB. Em 2004, o custo da folha de pessoal ativo do setor público representava 9,7% do PIB. No Brasil, gasta-se proporcionalmente mais com o funcionalismo público do que em países desenvolvidos, sem que os serviços alcancem qualidade comparável à dos serviços recebidos pela população desses países.

Não estão incluídos no estudo do Ipea as aposentadorias e pensões custeadas pelas três esferas do governo. O drama, como o economista Raul Velloso classifica a situação das finanças públicas, para as contas governamentais, sobretudo nos Estados, não está no custo do pessoal ativo; o maior problema está nas aposentadorias, com destaque para as especiais, concedidas a professores e policiais. Por isso, o acréscimo do custo dos regimes previdenciários do setor público alteraria substancialmente diversos indicadores.

Há uma grande disparidade na evolução dos gastos com pessoal ativo dos diferentes níveis de governo. A expansão do número de funcionários públicos no período analisado se concentrou nos municípios. O total de funcionários municipais cresceu mais de 170% entre 1995 e 2016, passando de 2,4 milhões para 6,5 milhões. Já o de funcionários federais cresceu 25% (de 950 mil para 1,2 milhão) e de estaduais, 28% (de 2,9 milhões para 3,7 milhões), menos do que o crescimento da população. Parte do aumento do número de funcionários municipais se explica pela transferência para as prefeituras, por determinação constitucional ou legal, de serviços antes prestados pelos Estados ou pela União. Mas outra parte, bem maior, decorre do aumento indiscriminado do número de municípios entre 1985 e 2003.

Há disparidade também entre a remuneração média nos três níveis de governo. Ganham mais os servidores federais, com remuneração média de R$ 10,2 mil (sem incluir os militares), ante R$ 5 mil dos estaduais e R$ 3 mil dos municipais. Por Poder, ganham mais os funcionários do Judiciário, seguidos pelos servidores do Legislativo e do Executivo.

POLÍBIO BRAGA - PF está nas ruas para caçar terroristas que ameaçam matar Bolsonaro

PF está nas ruas para caçar terroristas que ameaçam matar Bolsonaro: A Polícia Federal e a Polícia Civil estão nas ruas para apanhar os terroristas que enfiaram uma bomba na igreja da Brazlândia e ameçam matar Bolsonaro no dia 1o.

São cumpridos mandados de busca e apreensão em Brasília, SP e Goiânia.

A PF ainda não falou em prisões, mas elas acontecerão.

Trata-se de um grupo que se intitula Maldição Ancestral.


31 de Dezembro de 1869: Nasce o pintor francês Henri Matisse

31 de Dezembro de 1869: Nasce o pintor francês Henri Matisse:

Pintor francês, Henri Matisse nasceu a 31 de Dezembro de 1869 no Norte de França. Abandonou os estudos de Direito para se dedicar à Pintura, tornando-se aluno de Gustave Moreau na Escola de Belas-Artes de Paris. Familiarizou-se com os pintores do pós-impressionismo, particularmente com Cézanne. O pontilhismo inspirou-lhe cores mais fortes e arrojadas e dessa técnica surgiu o fauvismo. Em Mulher com Chapéu (1905) as pinceladas são vigorosas e as cores abrangem áreas maiores. A cor passa a assumir um papel predominante na obra de Matisse. Em Bonheur de Vivre (1906) aborda um tema pastoril, clássico e sereno. Este quadro corresponde ao abandono definitivo do neo impressionismo. Em 1908 já adquirira uma reputação internacional, os seus quadros eram expostos na Alemanha. A exposição de Nova Iorque em 1913, apresentando a arte moderna aos americanos, incluía 13 trabalhos de Matisse. Neste período concebeu quadros que vieram a ser reconhecidos como as obras-primas do século XX. O seu estilo tornou-se muito versátil, incluindo trabalhos austeramente geométricos e exuberantemente decorativos. As viagens ao Norte de África, Itália, Espanha e Taiti acrescentaram cores mais ricas e imagens e padrões exóticos. Nos anos 40 instalou-se definitivamente na Riviera, onde produziu A Cortina Egípcia e Mesa de Jantar - Harmonia em Vermelho. Veio a falecer em Nice a 3 de Novembro de 1954. No fim da vida, a paixão pelo desenho e pela cor resultou nos guaches em recortes da série dos Nus Azuis (1952) e de Recordação da Oceânia (1953). O último trabalho traduziu-se na decoração da Capela do Rosário, perto de Nice, o que incluiu o projecto das janelas, dos murais e praticamente de todos os objectos interiores e exteriores.
Henri Matisse. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012.
Wikipedia(imagens)



File:Portrait of Henri Matisse 1933 May 20.jpg
Henri Matisse, 1933
Arquivo: Matisse-The-Sobremesa Harmonia-em-Vermelho-Henri-1908-fast.jpg
A Sobremesa (Harmonia em Vermelho)- Henri Matisse



File:La danse (I) by Matisse.jpg
A Dança, primeira versão, 1909
File:Matissedance.jpg




A Dança, segunda versão, 1910




A RELAÇÃO DO EDITOR COM O ESTADO.



Você é a favor da Pena de Morte no Brasil?

R - Deus me livre! Eu espero estar fora do Brasil antes disso ser aprovado!

Você é favor da liberação total do aborto no Brasil?

R - Nem pensar! Credo! Só de pensar nisso eu não durmo!

Você é favor da liberação das drogas no Brasil?

R - Só quando eu morar na China! Deus me livre disso!

Você é a favor da Eutanásia ?

R - Nem que a vaca tussa! Nem que o meu Cachorro Confúcio ponha uma coleira em mim e me leve para fazer cocô!

Você é favor de comprar arma e registrar e deixar o Estado saber que você tem arma?

R- Nem no dia em que o Sargento Garcia capturar o Zorro! Deus me livre!

Você é a favor de doação obrigatória de órgãos depois que a pessoa morre?

R - Só se for o órgão da Igreja! Eu não doaria nem os órgãos do meu cachorro de medo que o Estado Brasileiro mandasse matá-lo para ficar com eles.

Vocês sabem o que existe de comum entre TODAS estas questões que eu respondi? É o conceito que eu tenho do “Estado” Brasileiro. Ele é meu inimigo MORTAL. Eu não confio nele para NADA.

SE vocês confiam…Bom, aí é um direito de vocês...

CARTILHA ANTIGA


Em qualquer nação civilizada a alternância no poder é saudável ; políticos com diferentes visões de mundo convivem em harmonia respeitosa e seus partidos , para o bem das nações, dão continuidade a programas e políticas que visam distribuir benefícios a todos os compatriotas , independentemente da facção que propôs ou realizou a obra .
No Brasil , depois do período dos governos exercidos por presidentes militares, a salutar postura de dar continuidade ao trabalho realizado por governos anteriores foi deixada de lado. Nada do que foi feito de bom deve ser considerado ou exageradamente enaltecido.
Com a ascensão ao poder de políticos do Partido dos Trabalhadores , que se imaginam pertencer ao “campo progressista das ideias e proprietários das realizações benéficas”, a lastimável e impatriótica atitude foi exacerbada . Um cidadão atento poderá constatar que desde a promulgação e a vigência da “CONSTITUIÇÃO CIDADÃ “ de 1988, plena de direitos e minguada de deveres, os políticos pertencentes a essa grei partidária e simpatizantes afins da esquerda radical, manifestam-se sempre contrários a tudo que não for de sua autoria. Enchem a boca para falar de Democracia , porém não se conformam em deixar as sinecuras do poder.
Esse comportamento não é novo e consta de velho catecismo . Desde a Internacional Comunista ( Comintern ) , conhecida como Terceira Internacional, organização fundada por Lenin, em 1919, com o objetivo de unificar a atuação dos partidos Comunistas de todos os países, ordens gerais de atuação passaram a regular a “práxis marxista” em todo o mundo. Entretanto, a queda do muro de Berlim e o esfacelamento da URSS, em 1991, surpreenderam os adeptos latino-americanos, deixando-os órfãos diante de tantos e inesperados insucessos.
A criação do Foro de São Paulo, em 1990, patrocinada por LULA e o PT , que contou com a presença e a orientação de FIDEL CASTRO e outros líderes comunistas latino-americanos, pretendeu responder a esta inesperada acefalia doutrinária. A partir de então, o procedimento dos “socialistas de todas as tendências “, vem sendo regulado por essa Organização.
Agora, em mais um exemplo de intransigência política, através de documento e de declarações rotineiras e infelizes, o PT e seus aliados afirmam que não participarão da cerimônia do dia 01 de janeiro próximo, quando, pela vontade manifesta da maioria do povo brasileiro, JAIR BOLSONARO assumirá as rédeas do país governado, nestes últimos anos, por políticos simpáticos ou crentes fanáticos do CREDO MARXISTA.
Nunca , antes, na história desse país “, parafraseando o guru criminoso , condenado em segunda instância e preso em Curitiba, um presidente eleito democraticamente foi tão cobrado e atacado, sem respeito e consideração, antes de assumir o cargo. Insistentes comentários, arengas laudatórias cansativas de jornalistas , artistas, comunicadores e políticos contrários à eleição de BOLSONARO , diariamente, antes e após o pleito, foram e são repetidas na tentativa de identificá-lo com rótulos depreciativos de discutível natureza.
A “disciplinada” decisão manifestada pela ESQUERDA RADICAL mostra, uma vez mais, a inconsequente atitude dos “democratas de ocasião” que, em descompasso com a vontade da maioria da nação , agride o bom senso e as regras de civilidade política que deveriam balizar a postura de todos os partidos políticos compromissados com o regime democrático.
Sem eles no poder, não há Democracia! Com eles, acabam com ela!
Carlos Augusto Fernandes dos Santos-General Reformado- POA/RS-31/12/2018

SOBRE O REGISTRO E A POSSE DE ARMAS DE FOGO.


Quando uma pessoa compra uma arma no Brasil e registra, quando alguém faz todos os exames psicológicos e de habilidade, quando paga todas as taxas para ter direito ao PORTE de uma de fogo, não é o Estado Brasileiro que está confiando nela; é ELA que está confiando no Estado Brasileiro. 

Ela está informando ao Estado que comprou uma arma de fogo e dizendo que aceita ser julgada por ele  (Estado) se ela infelizmente tiver que fazer uso da arma. Comprar uma arma de fogo, registrar e pedir o porte dela é dizer ao Estado:

"Eu confio em você (Estado) e na Justiça Brasileira. Sei que vão ter discernimento, sensibilidade e bom senso se eu, que sou uma pessoa de bem, matar alguém em legítima defesa ou da minha família"

Eu JAMAIS vou fazer isso porque eu NÃO confio nem no Estado nem na Justiça Brasileira. Eu tenho é MEDO deles. Eles NÃO tem interesse NENHUM em defender a minha vida nem a da minha família e não dão a mínima se por acaso eu morrer. 

Ah, então você é paranóico...

SE eu fosse paranóico eu acreditaria que isso é "só comigo". Eu não disse isso. 

Ah, então você é bandido porque quem tem medo da Justiça é bandido.

Eu sei lá se você me acha bandido ou não. Azar o seu. Tem mais: a minha intenção é sair do Brasil e viver num país onde eu não vou mais, sequer, precisar me preocupar com a violência e com a compra de uma para me defender.

Ah, mas e se você nunca conseguir? O que você vai fazer?

Aí eu vou ficar aqui e vou arranjar uma arma para me defender sem JAMAIS deixar o Estado ter PROVA de que ela minha. 

Ah, é? Aí sim que o Estado vai tratar você como bandido!

Isso ele já faz! Eu tenho 48 anos de idade, sou médico, funcionário público, ex-militar, pai de dois filhos e durante toda minha vida fui tratado como LIXO, como verdadeiro MARGINAL, pelo Estado e pela Justiça do Brasil. 

Milton Pires.

Things To Do Today In London: New Year's Eve - Monday 31 December 2018


Things To Do Today In London: New Year's Eve - Monday 31 December 2018:

If you're looking for parties, clubbing, and lively ways to see in 2019, have a read of our New Year's Eve events guide. Below you'll find things to do during the daytime on 31 December.

For ways to countdown to midnight, click here

Have a read

Catch up on some of our 2018 highlights:

Things to do

ICE SKATING: Why not take a twirl on the ice at one of London's winter ice skating rinks? From Somerset House to Canary Wharf, and JW3 to Hampton Court Palace, there's an ice rink somewhere near you. Various prices, advance booking recommended.

AFTERNOON TEA: Treat yourself to one of these festive afternoon teas, offering a Christmas twist to regular afternoon tea at hotels, bars and restaurants around the capital. Christmas may be over but some of them are still running — a few finish today, while others run for another week or so.

WEEKEND WALKS: This week is practically one long weekend anyway, so grab your walking boots and head out on one of our weekend walk routes. See a part of London you haven't visited before, and best of all, it's free — unless you stop in a pub for a pint or two...

WINTER WONDERLAND: It's the last week of this year's Winter Wonderland in Hyde Park. Get stuck into the markets, food and drink stalls, giant ferris wheel, ice rink, ice kingdom, circus shows and more. 10am-10pm (although it may close early today)

PLANT HUNT: Get out in the fresh air and join South London Botanical Institute for a walk around Brockwell Park, spotting as many different species of plant and wildflower as possible. Brockwell Park, free (donations welcome), just turn up, 11am-1pm

SCULPTURE IN THE CITY: Tracey Emin and Sarah Lucas are among the artists whose work is on display at this year's Sculpture in the City, a trail of artworks dotted through the Square Mile. Join this guided walk to visit each of the artworks and hear a bit more about them. Liverpool Street station, £12/£9, book ahead, 11am

CHRISTMAS AT LONDON ZOO: The team behind Christmas at Kew have also brought their expertise to London Zoo this Christmas, for a festive light trail through the zoo. Most of the animals are tucked up in bed, but they're recreated in the form of light sculptures along the 1-mile trail. £19.50 adult/£13 child, book ahead, 4.45pm-8pm (until 6 January)

I'll have what she's having at the Prince Charles Cinema
WHEN HARRY MET SALLY: Head to the Prince Charles Cinema for a screening of 1989 rom-com When Harry Met Sally starring Meg Ryan and Billy Crystal and featuring that famous orgasm scene. I'll have what she's having. Prince Charles Cinema (Leicester Square), £11, book ahead, 6pm

COMEDY CARNIVAL: Pick from venues in Leicester Square and Clapham for Comedy Carnival's New Year's Eve shows. Tom Deacon and Bobby Mair are among the acts taking to the stage. Choose between just a show ticket, or a show + club ticket, to continue partying. Various prices, book ahead, from 7pm

SEE IN 2019: If you're looking for parties and places to countdown at midnight, here's our guide to New Year's Eve happenings.

Good cause of the day

There are many good causes worthy of support, but one that comes to the fore at this time of year is homelessness. If you've got a bit of cash spare, why not donate to a homeless charity to help someone less fortunate. Options include sponsoring a room at Centrepoint, providing a hostel welcome package at St Mungo's, or paying for a meal or a bed at Hackney Winter Night Shelter — just a handful of the many worthy charities and causes out there.

The Best Foreign Language Movies of 2018

The Best Foreign Language Movies of 2018:

This year, like every year, saw many great films from all around the world. Some reached the United States through festivals or an actual release while others still haven’t touched our shores in an official capacity. Staggered release schedules play havoc with availability and year-end lists, so far my purposes here I focus on films that first played the US in some capacity in 2018. Happily, there was no shortage of fantastic cinema to choose from.

One note, the Taiwanese gem Mon Mon Mon Monsters had its official US release this year via Shudder and is easily among the year’s best, but I included it in last year’s ranking after seeing it at festivals.

Keep reading for a look at the 18 best foreign language films of 2018.


18. The Night Comes for Us (Indonesia)



Night Comes For Us


Directed by Timo Tjahjanto
Timo Tjahjanto’s blistering epic about a bad guy gone good landed in the top spot for my Best Action Movies of 2018 list, so it seems only fitting it also secure a spot here. The story may be familiar and the dialogue may be generic, but the characters, style, and sweet, glorious action make it one of the year’s most entertaining and re-watchable films.

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17. One Cut of the Dead (Japan)



One Cut Of The Dead


Directed by Shin’ichirô Ueda
My #2 horror movie of the year also makes the cut here as in addition to bringing the flesh-eating goods this deliriously fun zom-com pulls the unexpected out of its tooth-marked ass in the form of something truly special. It’s funny, it’s gory, and it’s entertaining, but it’s also a whip-smart look at the art and business of indie film-making. I know, didn’t see that coming right? Its structure is genius as it reinvents itself in surprising ways that both embrace the genre elements and shift towards something altogether different.

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16. Sicilian Ghost Story (Italy)



Sicilian Ghost Story


Directed by Fabio Grassadonia & Antonio Piazza
There’s darkness in this world, and while the youth sees too much of it they don’t always understand. This tale is based loosely on the true story of a boy’s abduction, but it puts the focus on a pre-teen who falls for the boy before he disappears only to wonder why no one else seems to care. It’s a lyrical, fable-like coming of age tale pairing innocence and tragedy in beautiful yet painful unison.


15. November (Estonia)



November


Directed by Rainer Sarnet
Movies that choose to film black & white these days do so as both an immediate attention-grabber and sometimes as a way to focus the eyes on characters and images in a new light, and this beautifully crafted fairy tale from northern Europe succeeds on both counts. It’s a love story, of sorts, but it’s one with magic, creatures, and a dark sense of humor as absurd as it is silly. It’s a madly poetic concoction that’s also striking in its beauty, and it’s quite unlike anything else you’ve seen this year.


14. Under the Tree (Iceland)



Under The Tree


Directed by Hafsteinn Gunnar Sigurðsson
Tales about small things like interactions and conflicts that spin wildly out of control are often exhilarating in their structure when played for thrills and/or laughs — think Martin Scorsese’s brilliant After Hours (1985) — but there’s a different kind of weight when things grow more serious. This tale about feuding neighbors starts in the realm of the understandable but grows into something angry, violent, and irreversible. The fact that it’s also able to deliver a few laughs along the way is impressive too.


13. Let the Sunshine In (France)



Let The Sunshine In


Directed by Claire Denis
It’s always a welcome sight seeing a female lead in her 50s, and that’s doubly so when the woman is Juliette Binoche. Here she plays a divorced mother on the hunt for love with frequent stops for sex along the way. Writer/director Claire Denis crafts a film that never judges its protagonist and instead lets her be herself, for better or worse, on her own journey of self-discovery. There’s a plot here but it’s secondary to simply letting Binoche’s character enjoy the sunshine.


12. Roma (Mexico)



Roma


Directed by Alfonso Cuarón
A maid working for a middle-class family in Mexico City during the 70s is the focus of this intimate and very personal tale from writer/director Alfonso Cuarón, and while her story holds no surprises it’s a strongly relevant one all the same. Her experience is her own, but the year covered here speaks to the changing world around her as well. Cuarón shoots an attractive film capturing the place and the person at the center of it all — someone who doesn’t see herself that way at all.

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11. Angels Wear White (China)



Angels Wear White


Directed by Vivian Qu
There’s plenty of misery on this list, but few of the films are as relentlessly bleak and cynical as this soft-spoken but visibly angry drama. It concerns a teenager made privy to the abuse of two young girls and her struggle to find a voice that people will listen to in a world that values women as virgins or sexual objects — with nothing of note in between. The imagery is clear in the giant Marilyn Monroe statue, the white dress, and general behaviors of those around the seaside community, and we’re left struggling with our optimism. It’s a sad film that’s never merely exploitative, and that makes it hurt all the more.


10. The Guilty (Denmark)



The Guilty


Directed by Gustav Möller
Gimmick movies, even great ones, don’t typically make year-end lists, but this Danish thriller is such a near-perfect example of how to do this right that it basically forced its way onto the list. It’s essentially a single-location suspense flick focused on a single 911 operator dealing with a call from a woman who’s been abducted. It’s a smart, thrilling, and tight ride at only 85 minutes, and you’re riveted through to the very end.


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Statues in a Ruined Arcade (Giovanni Paolo Panini, c. 1725-1750)

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Statues in a Ruined ArcadeGiovanni Paolo Panini, c. 1725-1750:

Statues in a Ruined Arcade

Giovanni Paolo Panini, c. 1725-1750

Wisdom and Strength (Veronese, c. 1580)

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Wisdom and StrengthVeronese, c. 1580:

Wisdom and Strength

Veronese, c. 1580

The Finishing Touches (Victor Marais-Milton)

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The Finishing TouchesVictor Marais-Milton :

The Finishing Touches

Victor Marais-Milton 

O custo médico da Câmara

O custo médico da Câmara:

A Câmara dos Deputados gastou neste ano R$ 7,9 milhões para ressarcir despesas médicas de deputados, publica o Estadão.

“A direção da Casa Legislativa autorizou, por exemplo pagamento de despesas médicas do deputado federal Sabino Castelo Branco (PTB-AM) no valor de R$ 3,2 milhões. É praticamente o mesmo que o município de Candeias (MG), com 15 mil habitantes, recebeu da União em 2018 do Fundo Nacional de Saúde para custeio”.

Leia este conteúdo na integra em: O custo médico da Câmara

domingo, 30 de dezembro de 2018

VÍDEO - Lobão - Hino Nacional BRASILEIRO

General Heleno compara risco de liberar armas a imprudência no trânsito

General Heleno compara risco de liberar armas a imprudência no trânsito:

O general da reserva Augusto Heleno, futuro ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), comparou na tarde deste domingo, 30, o princípio da posse de armas de fogo à permissão de propriedade e condução de  automóveis, citando o elevado número de vítimas em acidentes de trânsito.

Heleno afirmou que “não tem conhecimento jurídico” para comentar a intenção do presidente da República eleito, Jair Bolsonaro (PSL), de mudar a norma em vigor por meio de decreto presidencial, facilitando a posse de armas a cidadãos sem antecedentes criminais. “Isso já foi diversas vezes anunciado pelo presidente. Já houve inclusive manifestação do juiz Sergio Moro (futuro ministro da Justiça) dizendo que ele acha viável que isso seja tratado em nível legal”, afirmou Heleno, durante entrevista no Palácio do Planalto.


“A posse da arma, desde que concedida a quem esteja habilitado legalmente. E essa habilitação legal virá por meio de algum instrumento, decreto, alguma lei, alguma coisa que regule quem terá direito à posse da arma – ela se assemelha à posse de um automóvel. Há cerca de 50.000 vítimas de acidente de automóvel e, se formos considerar isso, vamos proibir o pessoal de dirigir… Ninguém poderia sair de casa porque estaria correndo o risco de morrer porque o motorista é irresponsável.”

Sem citar estatísticas precisas, o general refutou o argumento de que a facilitação do acesso a armas de fogo poderá aumentar a criminalidade: “Os dados são muito polêmicos, em relação a outros países”.

Pelo Twitter, que tem usado como canal de divulgação de informações, Bolsonaro afirmou que pretende garantir a posse de arma de fogo aos cidadãos sem antecedentes criminais por decreto, assim como tornar o registro do armamento definitivo – atualmente é temporário, sendo necessária a renovação.

“Por decreto pretendemos garantir a posse de arma de fogo para o cidadão sem antecedentes criminais, bem como tornar seu registro definitivo”, prometeu Bolsonaro. “A expansão temporal será de intermediação do Executivo, entretanto outras formas de aperfeiçoamento dependem também do Congresso Nacional, cabendo o envolvimento de todos os interessados”, escreveu.

O futuro ministro, um dos principais conselheiros do presidente eleito, afirmou que a posse de armamentos é uma forma de defesa da população. “Essa história de posse e porte de arma já foi estabelecida pelo presidente como uma de suas promessas de campanha e a posse da arma é um atributo que muitos países concedem aos cidadãos para sua defesa, da família e da propriedade”, declarou Heleno.

PORTE DE ARMAS DE FOGO.


Ativismo Agendado

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Ativismo Agendado:

Artigo no Alerta Total – 
www.alertatotal.net

Por Renato Sant’Ana

Quase ao mesmo tempo eclodiram os dois escândalos: o assédio sexual dos agentes da ditadura cubana às médicas do Mais Médicos, e os abusos de João de Deus, o curandeiro de Abadiânia. A curiosidade é que, num e noutro caso, certas ativistas de redes sociais, de quem se esperariam manifestações, nada tenham dito até agora.

O jornalista Cláudio Humberto cutucou as celebridades de campanhas como "#EleNão", que atacaram o então candidato Jair Bolsonaro – praticamente as mesmas do "#MexeuComUmaMexeuComTodas" contra o ator José Mayer, acusado de assédio por uma figurinista. Nenhuma apareceu para solidarizar-se com as vítimas do curandeiro. "Várias delas inclusive aparecem nas redes sociais em poses cheias de ternura ao lado do homem acusado em mais de 500 casos de abuso sexual", diz o jornalista.

Ele destaca ainda que as celebridades Taís Araújo, Cleo Pires, Ciça Guimarães, Preta Gil e Daniella Mercury, entre outras ("rostos" do movimento, que é, sim, político), até agora não se pronunciaram. Apenas Xuxa declarou que se "enganou feio" com o curandeiro.

O escritor William Faulkner, Nobel de literatura em 1949, foi sempre contra o envolvimento político de escritores e artistas - com boa dose de razão, no mínimo. (Fique claro, envolver-se ou não é uma escolha pessoal que deve ser respeitada.) Mas é preciso dizer que os artistas, que tão bem interpretam emoções, tendem a caminhar aos tropeços no terreno da política, em que um bom desempenho depende da racionalidade.

Em pleno voo, contra o azul do céu, o albatroz é de uma beleza indizível, mas no chão é um animal sem graça, atrapalhado com as próprias pernas. Alguns artistas, que alcançam elevação sublime com sua arte, ao opinar sobre política e temas afins dizem muita besteira.

Nossas famosas parecem não ter consciência de que sua militância serve a uma agenda ideológica que nada tem a ver com sua arte nem com a real valorização do feminino. As que gritaram contra José Mayer, por exemplo, nada disseram quando Zé de Abreu (outro ator da Globo) cuspiu no rosto de uma mulher; nem quando Lula (desculpem a citação) chamou de "mulheres de grelo duro" a algumas militantes do PT.

Na onda do "#EleNão", tentando rotular Bolsonaro de machista e, logo, favorecendo outro candidato, elas embarcaram na ilusão de "defender a mulher" - uma armadilha ideológica em que caíram como patos. E agora se omitem no caso das médicas cubanas e no das vítimas de Abadiânia.

Como explicar essa indignação seletiva? Quem prepara essa agenda?

Existe pouco - se algo houver - de genuíno nas manifestações das articuladinhas. Guiadas por sentimentos, não por um pensamento elaborado (o que as torna manipuláveis), tudo o que fazem é usar a condição de celebridade e o fácil acesso à mídia para afirmar "convicções ideológicas" (como se fossem verdades inelutáveis) e para difundir crenças (como se constituíssem conhecimento).

E assim chegamos a um real, inquietante e inamovível paradoxo: se, por um lado, não se pode adjetivar de "democrática a conduta emotiva, reativa e com baixa ou nenhuma reflexão dessas ativistas, por outro é do regime democrático, sim, garantir-lhes liberdade para falar o que lhes dá na telha. E a quem pretende zelar pela democracia cabe criticar com fundamento, o que requer elaboração conceitual: nada de ser emotivo, reativo e irreflexivo.

Renato Sant'Ana é Psicólogo e Bacharel em Direito.

Eleger Bolsonaro foi bom, mas não basta.

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Escrevo a 48 horas da posse do novo presidente da República. Pela primeira vez, desde a eleição para a Constituinte de 1985, quando o país começou a ser redesenhado com mãos radicais, teremos um governo conservador e liberal. Foram 33 anos de consistente e persistente destruição dos fundamentos de uma nação respeitável. E perdemos o respeito, inclusive o respeito próprio. Passamos a debochar de nós mesmos e chegamos ao mais sincero e profundo autodesprezo. Produto de labor político ao longo de três décadas de hegemonia esquerdista em nosso país.

Tempos de tolerância e conivência com tudo que é mau e faz mal, e de intolerância e aversão a tudo que é do bem e faz bem! Tolerância com o desrespeito à lei, com a corrupção e com a criminalidade rueira. Tolerância com o professor que não ensina e com o estudante que não estuda. Tolerância com o aparelhamento político e partidário da máquina pública. Intolerância com a verdade, a virtude, o bem, ordem, a autoridade, a transcendência. É longa, muito longa a lista das vilanias e flagelos que não vieram com as drogas. Não, as drogas vieram com os flagelos e as vilanias.

É numerosa a multidão dos indignados, dos prejudicados e dos inconformados com a vitória de Jair Bolsonaro. Nosso presidente vai enfrentar forças que jogam duro na regra do jogo e muito mais duro fora da regra do jogo através do conjunto de organizações e organismos, nacionais e internacionais que atuam sincronicamente. É o que se poderia chamar de PT Corporation e inclui a mídia amiga interna e externa, associações, movimentos sociais, aparelhos de “direitos humanos” e “ambientalistas”, grandes fundações com interesses globalistas e assim por diante.

Serão lançadas sobre o novo presidente as flechas envenenadas pela injúria, pela difamação, pela mentira e trampolinagem. O governo será atacado interna e externamente. E é bom que estejamos atentos para que essa orquestração não nos confunda, não nos faça recuar no apoio e no prestígio que, com nosso voto, conferimos ao presidente e aos compromissos que firmou com a nação.

No entanto, o governo não será exitoso apenas se puser em prática o receituário conservador de defesa da família, da infância; do combate à corrupção, à criminalidade, à impunidade; da regência dos valores, enfim. Seu sucesso dependerá, igualmente, do receituário liberal, que enfrentará impopularidade, pois medidas saneadoras da desordem e do déficit fiscal são impopulares em qualquer país. Sem elas, porém, o Brasil não sai de uma crise que preserva seu curso e aponta para um horizonte assustador. Não podemos, neste momento decisivo, entregar o país ao discurso irresponsável dos que criminosamente o quebraram. Temos que fiscalizar nossos deputados e permanecermos firmes com aquele a quem confiamos nosso voto.

Por fim, que venha o primado da verdade, da transparência, dos erros reconhecidos sob as lentes da lei e da Justiça para todos.

Que Deus abençoe o Brasil, neste seu renascimento de 2019.

THE TRENCH



The Trench

Milton Pires

I’ve been there, I mean, at the
Front. Nothing much to say about it
but the filthy smell of rotten bodies,
the small dirty places of dead souls
waiting, praying for the end with the
eyes of the rats staring at you in a crazy
desperate way of fear, hungry and pain …

(Good soldiers without a country
they could have been, those bloody
little fellows we called “rats”)

You never come back from
the trenches..It is there, deep
inside you, haunting every
single moment of what has
left from your previous life…

Demons who used to wake
me up at night are now my
best friends...Eventually I
will share my fears with
them …

God forgive me. We are all
brothers in hell, now...

December, 2018.

OS POLITICAMENTE CORRETOS

         Resolvi escrever meu artigo derradeiro de 2018 (e que ano foi este?) sobre uma raça,ou classe, que cultua o comportamento “politicamente correto”.
         Inicialmente, para uma completa compreensão do termo, vou definir o que significa –para mim – o tipo “politicamente correto”:
         “É aquele (ou aquela) que – cinicamente – trata um assunto de forma diferente,sempre quando este (assunto) não lhe diz respeito diretamente. É o exemplo perfeito de HIPOCRISIA, que, segundo os dicionários, quer dizer falsidade; dissimulação.
         Explicado o que é o comportamento, passo a analisar onde este tipotão fácil de identificar, “prolifera” em maior quantidade.
         Na sua esmagadora maioria são esquerdopatas, desesperados por verem seu “chefe” preso, e sem perspectivas de mudança na situação. Fazem de conta, que se preocupam com ele, mas só participam de atos pagos. Do próprio bolso, jamais tiram algum pela “causa”...
         Mas, há também (e não são poucos), os representantes de uma mídia interesseira, parcial e ultra tendenciosa, que destila sua ideologia aos seus clientes, sem qualquer pudor. Aqui e/ou no exterior.
         Pretendo dedicar este artigo a esta classe, eis que ainda crê ser formadora de opinião, deixando de lado – pela total irrelevância no contexto geral – os dependente$ da esquerda e os fanáticos (que agem como se cegos fossem).
         Pois, esta mídia adora posar de “politicamente correta”. Mas, na primeira oportunidade que surja, envolvendo o carro chefe ou qualquer de seus funcionários, o tratamento muda e aí: faça o que digo, e não o que faço.
         Ela (a mídia) desmancha reputações sem dó, e jamais pede desculpas. E, se o faz, é de uma maneira tão diminuta que – às vezes – nem o ofendido fica sabendo. Tudo em nome do sucesso do “jornalismo investigativo”.
         Mas, o pior, é quando se coloca na defesa das minorias: trata como um “crime de guerra” eventual discriminação, porém ela é a grande discriminadora. Basta olhar seus quadros de funcionários.
         Inventa e divulga fatos como o tal “feminicídio”, que aplica a qualquer crime envolvendo mulheres, à revelia dos dispositivos do Código Penal.
         Também usa palavras/chavões, como “empoderamento da mulher”, “golpe militar”(referindo-se á 64), “classes sociais”, “comunidades”, assim como outras invençõesda esquerda mundial e/ou nacional.
         Preocupa-se diariamente com quem matou Marielle (e aí inclui o coitado do seu motorista, só pra disfarçar o interesse... olha a dissimulação aí, gente), mas trata com total desdém o “caso” do esfaqueador do Capitão Bolsonaro.
         Concede pompa aos ex-presidentes Dilma e Lula, mas trata o futuro presidente (eleito democraticamente) como um ser qualquer (não é mesmo, Globonews?), citando-o – sempre – apenas como Jair Bolsonaro.  Não que ele reclame, porém respeito é, e continua sendo, respeito.
         Cria manchetes mentirosas e é a maior fabricante de FAKE NEWS, que – com muitacara-de-pau – “diz” combater.
         Escala defensores de uma ideologia derrotada para comentar (o quê mesmo?) e entrevistar os vitoriosos, em clara tentativa de boicote á estes.      Enfim, os que usam (e abusam) do comportamento “politicamente correto” não passam de uns recalcados que “sonham” com o ontem e renegam o amanhã.
         Sem enxergar nada de positivo no que está por vir!
         Marcelo Aiquel – advogado (30/12/2018)

BBC- The 10 best culture podcasts of 2018

The 10 best culture podcasts of 2018: Picks from the worlds of film, books, art and design

NEJM Journal Watch Infectious Diseases Top Stories of 2018

NEJM Journal Watch Infectious Diseases
Top Stories of 2018: The editors present their choice of the most important articles from the year.


The National Early Warning Score Outperforms the qSOFA

The National Early Warning Score Outperforms the qSOFA: But whether the NEWS has bedside utility for predicting poor outcomes is not clear.




A Orgia Perpétua – Mario Vargas Llosa

A Orgia Perpétua – Mario Vargas Llosa:

Neste ensaio memorável, Vargas Llosa mescla memória e erudição para falar de um autor essencial para a arte do romance: Gustave Flaubert. Vargas Llosa não fala apenas “por que Madame Bovary remexeu camadas tão profundas do meu ser, por que me deu o que outras histórias não conseguiram me dar”, fala também das circunstâncias em que Flaubert o escreveu, de suas dificuldades para encontrar “a palavra justa” em cada frase, e de suas frequentes discussões e ideias sobre a literatura. A orgia perpétua é uma porta de entrada ao mundo flaubertiano, mas é também uma experiência emocionante sobre a força transformadora da ficção.

30 de Dezembro de 39: Nasce o Imperador Romano Tito Flávio

30 de Dezembro de 39: Nasce o Imperador Romano Tito Flávio:

Tribuno militar, nasceu a 30 de Dezembro do ano 39, filho primogénito de Vespasiano. Foi educado na corte de Nero e começou a sua carreira como tribuno militar na Germânia e a seguir na Bretanha. Mais tarde, depois de ter sido questor, é nomeado lugar-tenente do pai na Judeia, em 66.Em 69, o pai faz-se proclamar imperador pelos soldados. Tito termina a guerra da Judeia, conquistando Jerusalém de assalto, em 70. Os romanos penetraram na cidade e iniciaram um assalto frontal sobre o Templo. Segundo  Flávio Josefo (historiador judeu romano), Tito ordenara que o Templo não fosse destruído, porém, durante a batalha pela cidade, um soldado lançou uma tocha para o interior do Templo e este ardeu depressa. O cronista Sulpício Severo, no entanto, afirma que Tito ordenou a destruição do Templo. Fosse o que fosse, o Templo foi totalmente destruído e a cidade saqueada, após o que os soldados proclamaram-no Imperator no campo de batalha.
No ano seguinte, regressa a Roma e é associado ao Império. Pensou casar-se com a rainha Berenice, mas é obrigado a renunciar a essa ideia para não enfrentar a opinião pública desfavorável.
Vespasiano, seu pai, morre em 79 e Tito sucede-lhe como imperador, mas o seu império foi efémero, pois morre a 13 de Setembro de 81.
Foi durante o seu reinado que ocorreu a famosa erupção do Vesúvio que engoliu Pompeia, Herculano e Stabia. Tito deu o seu nome a terras e ao arco que celebra o seu triunfo.
Tito Flávio Vespasiano. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012. 
Wikipedia(imagens)





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File:Titus of Rome.jpg
Busto do Imperador Tito


Ficheiro:Detail from Arch of Titus.jpg
Triunfo de Tito, detalhe do Arco de Tito em Roma


Ficheiro:Colosseum in Rome, Italy - April 2007.jpg


A construção de Anfiteatro Flávio, conhecido habitualmente como o Coliseu de Roma, começou na década de 70 sob o reinado de Vespasiano e foi inaugurado sob o reinado de Tito nos anos 80.