"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

O AI-5 E A REAÇÃO DO ESTAMENTO BUROCRÁTICO ÀS DECLARAÇÕES DE EDUARDO BOLSONARO.


(Milton Pires) 

Hoje o Deputado Federal Eduardo Bolsonaro levantou a possibilidade do seu "papai" reeditar o Ato Institucional nº5 (originalmente promulgado pelo Regime Militar em 13 de dezembro de 1968) no caso da Esquerda começar a fazer no Brasil o que está fazendo no Chile. Em outras palavras: destruir o país.

A reação do Estamento Burocrático foi imediata. Por Estamento, eu lembro aqui, quero me referir não a uma classe social ou profissional, mas sim, mais bem, a um segmento cuja ambição, cuja meta no Brasil, é ser o “dono do Poder”, o “patrão”, a “autoridade”. Dane-se a ideologia, a Esquerda e a Direita...para o inferno com a Monarquia, com o Parlamento ou a República...o que importa é o PODER. 

Reuniram-se, na formação do Estamento original no Brasil, os políticos, funcionários públicos, profissionais liberais...Hoje, depois do Regime Petista, o Estamento é aquilo que Hannah Arendt chamou de “ralé”. 

O Estamento reagiu à fala de Eduardo de forma generalizada e difusa, viu-se ameaçado, falou em “retrocesso”, em “apologia ao crime”, em “ameaça à Democracia”. Querem processar o Deputado Surfistinha...são tubarões de praias rasas... 

Na manifestação do Estamento, na mentira divulgada pela ralé que hoje forma a maioria dos partidos políticos brasileiros, da Imprensa Vagabunda Petista, do STF e dessa coisa imunda apresentada como “sociedade civil como um todo”, parece que a população brasileira entraria em “desespero” se por acaso amanhã o Congresso e o STF fossem cercados pelos tanques do Exército.

Imaginem o sofrimento, o choro, as lágrimas das pessoas vendo os ministros do STF expulsos daquele covil e o Congresso Nacional livre das ratazanas, das centenas de vagabundos e vagabundas que vivem do dinheiro público! Meu Deus, seria um trauma para o cidadão comum, né ? É...pois é... 

A “Democracia” defendida pelo Estamento considera normal o que fez um integrante da ralé, da escumalha política (como o Senador Médico Humberto Costa) ao dizer que “Bolsonaro tinha seus dias contados”, ou as afirmações sobre “gente morta” e “banho de sangue”, de criaturas do nível moral (e ficha criminal) de Gleisi Hoffmann e Benedita da Silva, ou daquele cretino de 92...o tal Lindberg Farias...

Estes são exemplos da reação da Esquerda, mas não se engane, não...TODOS os partidos ficaram indignados com o "Dudu"...até o dele...essa "coisa" chamada PSL...

Sim, a indignação, o “escândalo” do Estamento é seletivo para defender a Esquerda, sim, mas muito mais ainda quando se trata DELE. Não interessa se são membros da “Direita” ou da “Esquerda”, nessa hora o discurso das “autoridades” é unívoco - afinal, é a “Democracia” Brasileira que está em jogo, não é? Aí é o "futuro do Estamento"; não da "Democracia" que eles usam quando precisam e depois esquecem...

Mas que “Democracia” é essa? Não sabem? Eu faço questão de lembrar a vocês – é a democracia (agora com d minúsculo) do Voto Obrigatório, do Décimo Terceiro do Bolsa Família, do Fundão Partidário com dinheiro público...das cotas na Universidade Pública paga por todos, do Bolsa Presidiário, a democracia do Gilmar Mendes que, enquanto o Brasil buscava no Google o significado da expressão "AI-5", soltava o casal de governadores estelionatários do Rio de Janeiro… 

É a democracia da lagosta e do uísque escocês para o STF..é a democracia em que você pode viver pelas ruas, se drogando e bebendo, transando com qualquer coisa viva até ter AIDS ..porque o SUS vai lhe dar absolutamente tudo de graça...É a democracia da “Lei do Abuso de Autoridade”, do fim da Prisão em Segunda Instância que vai soltar Lula e acabar com a Lava Jato…A democracia em que você cospe na cara do médico, espanca professor e mata policiais ... 

Essa, meu caro leitor, é a “Democracia” que o Estamento, indignado, escandalizado, horrorizado e constrangido como putas fazendo curso de noivas que ouviram a fala de Eduardo Bolsonaro, correu para defender...Essa é a “Democracia” que Tabata Amaral, que nasceu em 1993, quer poupar do “terror do AI-5”... 

Que nojo, meu Deus...que vontade de vomitar...É mais fácil Jean Wyllys engravidar Pabblo Vittar do que um Presidente da República que colocou Augusto Aras como PGR e Osmar Terra como Ministro da Cidadania promulgar algo parecido com AI-5 no Brasil de hoje… 

É mais fácil Olavo de Carvalho se casar com Marilena Chauí do que um Exército de Generais Psicanalistas que jogam vôlei de praia apoiar um Presidente que faça isso. 

Há quem pense, nessa altura do texto, que eu sou mais um “isentão” - termo criado pelo cafajeste, ex-filósofo e atual caçador de ursos da Virgínia, para designar quem não é Vagabundo Petista nem Retardado Mental Bolsonarista. 

Vamos a definição de quem sou eu – eu sou alguém que SÓ FAZ oposição ao Governo Bolsonaro. Ao PT, PSOL e PC do B  eu não faço oposição porque eu não reconheço sequer o direito deles existirem como “partidos políticos”. 

PT, PSOL e PC do B são organizações criminosas como as FARC, o ISIS, Hezbollah, Comando Vermelho ou PCC e, num país sério, já teriam sido extintos há muito tempo. 

Partidos comunistas, no Brasil pós-Regime Petista, seriam ilegais (caso o Brasil fosse um país sério) e isso é o que basta, penso eu, para responder a quem pensa que eu sou um “isentão”. 

Quanto a Jair Bolsonaro, o que cabe dizer dele é que ele apoia o filho que mente para se salvar da cadeia (Flávio Bolsonaro) e ataca o filho que diz a verdade sobre a necessidade do AI-5 (Eduardo) para defender o que ainda resta de ordem social no Brasil (vejam que eu escrevi ordem social, porque Democracia obviamente não existe mais). 

Sim, meus caros amigos, eu votei em Jair Bolsonaro com a esperança de que ele tivesse coragem e dignidade para, de fato, instaurar um AI-5 no Brasil, fechar o Congresso, o STF, extinguir os partidos do Foro de São Paulo e convocar uma nova Assembleia Constituinte…sonhei com uma “formatação da Democracia”, ou melhor, dessa imundície que alguns tem a audácia de chamar de “Democracia” no país. 

Achei que ele tivesse coragem para, finalmente, ser alguém capaz de desafiar o Estamento Burocrático tão bem definido por Raymundo Faoro nos “Donos do Poder”. Acreditei que as Forças Armadas seriam solidárias, que apoiariam o Presidente neste sonho que pelo jeito era só meu e de meia dúzia de intervencionistas... 

Me enganei….me enganei feio… 

Termino tranquilizando a Esquerda formada pelos Vagabundos Petistas, pederastas assassinos, lésbicas feminazis, traficantes, pedófilos, alcoolistas, assediadores morais, maconheiros e esquizofrênicos da Igreja Católica e da Universidade Brasileira, assim como a quadrilha que representa vocês dentro do Congresso: não vai haver AI-5 nenhum no Brasil, podem ficar tranquilos. 

Podem até mesmo começar os preparativos para trazer os cubanos e venezuelanos que estão nas ruas de Santiago para as ruas de São Paulo, Porto Alegre ou Rio de Janeiro...Eles podem destruir o Brasil, sim...não vai acontecer nada…Temos uma "Direita" que toda semana precisa pedir "desculpas" para Esquerda. O Dudu Surfistinha já se desculpou, 'tá tudo bem de novo...

Para haver AI-5, teríamos que ter um Golpe de Estado. Não temos mais Estado algum no Brasil e nem Exército para dar Golpe. 

Não vai ter Golpe de Estado...Não vai haver AI-5 nenhum… 

Porto Alegre, 31 de outubro de 2019.

Gilmar Mendes manda soltar Anthony e Rosinha Garotinho

Gilmar Mendes manda soltar Anthony e Rosinha Garotinho:

Em menos de dez horas, Gilmar Mendes deferiu liminar e mandou soltar Anthony e Rosinha Garotinho...

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CHEFE DE REINALDO AZEVEDO manda soltar o casal Garotinho

Gilmar Mendes manda soltar o casal Garotinho: O ministro Gilmar Mendes recrudesceu e mandou soltar, de novo, o casal Anthony e Rosinha Garotinho. É isto.

NORMALIDADE DEMOCRÁTICA.


FAZ PARTE DA DEMOCRACIA. É NORMAL DIZER ISSO.


NÃO É GRAVE - NÃO PRECISA CASSAR MANDATO, NÃO!


AÍ NÃO TEM COMISSÃO DE ÉTICA..AÍ NÃO É GRAVE.


AÍ NÃO ACONTECE NADA..AÍ É "MANIFESTAÇÃO DEMOCRÁTICA"



“Se ele falou isso, lamento”, diz o CORRUPTO COVARDE Jair Bolsonaro sobre declaração de filho


“Se ele falou isso, lamento”, diz Bolsonaro sobre declaração de filho:

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (31) que quem cogita a possibilidade de um novo novo AI-5 (Ato Institucional Número 5) no país “está sonhando”. A fala do presidente foi um comentário sobre a declaração de seu filho Eduardo Bolsonaro, deputado federal pelo PSL de São Paulo. Durante uma entrevista à jornalista Leda Nagle, veiculada no YouTube, o deputado disse que, se houver uma radicalização da esquerda, “a gente vai precisar ter uma resposta e uma resposta pode ser via um novo AI-5, pode ser via uma legislação aprovada através de um plebiscito como ocorreu na Itália, alguma resposta vai ter que ser dada”.

O presidente disse desconhecer as declarações do filho, mas afirmou que lamenta caso Eduardo tenha dito algo nesse sentido. “Ele é independente, tem 35 anos. Se ele falou isso, que eu não estou sabendo, lamento”, disse Jair Bolsonaro.

Eduardo deu a declaração ao falar sobre os protesto de rua em outros países da América Latina.

Repercussão

O presidente do Senado, David Alcolumbre (DEM-AP), que também preside o Congresso Nacional, emitiu nota sobre a fala do deputado Eduardo Bolsonaro. Alcolumbre disse que a democracia “é intocável sob o ponto de vista civilizatório”. “Não há espaço para que se fale em retrocesso autoritário. O fortalecimento das instituições é a prova irrefutável de que o Brasil é, hoje, uma democracia forte e que exige respeito.”

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), também em nota, lembrou que o parlamentar, ao tomar posse, jurou respeitar a Constituição de 1988. Maia destacou ainda que a Carta Magna tem instrumentos para punir quaisquer grupos ou cidadãos que atentem contra seus princípios. “A apologia reiterada a instrumentos da ditadura é passível de punição pelas ferramentas que detêm as instituições democráticas brasileiras. Ninguém está imune a isso. O Brasil jamais regressará aos anos de chumbo.”

A Frente Nacional dos Prefeitos (FNP) também se manifestou sobre o assunto. “Defender o Estado Democrático de Direito é dever de todos os brasileiros, especialmente por aqueles eleitos pelo voto direto. Por isso, é indispensável que a Comissão de Ética da Câmara dos Deputados, a casa do povo, tome urgentemente as providências cabíveis”, diz a frente.

O diretório nacional do PSL também publicou nota sobre a declaração do deputado Eduardo Bolsonaro. O partido disse que repudia “qualquer manifestação antidemocrática que, de alguma forma, considere a reedição de atos autoritários”.

Sobre o AI-5

Publicado dia 13 de dezembro de 1968, durante o governo de Costa e Silva, o Ato Institucional n° 5 (AI-5) é considerado o mais duro dos atos do período militar (1964-1985). O dispositivo autorizava o presidente da República a decretar o recesso do Congresso Nacional, das assembleias legislativas e das câmaras de vereadores, cassar mandatos de parlamentares e suspender direitos políticos dos cidadãos. Após a publicação do ato, o presidente Costa e Silva fechou o Congresso Nacional por tempo indeterminado. Segundo registro da Câmara dos Deputados, o Congresso só voltou a funcionar dez meses depois. A justificativa era assegurar a ordem e a tranquilidade no país.

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“Ele é independente”, diz o COVARDE Jair Bolsonaro sobre fala de filho sobre AI-5

“Ele é independente”, diz Bolsonaro sobre fala de filho sobre AI-5:

O presidente Jair Bolsonaro comentou nesta quinta-feira (31) sobre a fala de seu filho, o líder do PSL na Câmara dos Deputados, Eduardo Bolsonaro (PSL). “Ele é independente, tem 35 anos.  Se ele falou isso, que não estou sabendo, lamento, lamento muito”

O terceiro filho do presidente Jair Bolsonaro disse  que se a “esquerda radicalizar” será posto em prática o regime de restrições democráticas vivenciado na Ditadura Militar conhecido como Ato Institucional número 5.

Bolsonaro nega que haja possibilidade de isso acontecer:

“O AI-5 já existiu no passado, não existe mais. Quem quer que seja que fale em AI-5 está sonhando. Está sonhando! Não quero nem que dê notícia nesse sentido aí”.

A declaração do presidente foi ao chegar no Palácio da Alvorada na tarde desta quinta-feira. Ele voltou de uma viagem de dez dias a países asiáticos.

O  terceiro filho do presidente Jair Bolsonaro fez o comentário durante entrevista para a apresentadora Leda Nagle.

“Vai chegar um momento em que a situação vai ser igual a do final dos anos 60 no Brasil, quando sequestravam aeronaves, quando executavam-se e sequestravam-se grandes autoridades, cônsules, embaixadores, execução de policiais, de militares. Se a esquerda radicalizar a esse ponto, a gente via precisar ter uma resposta. E a resposta, ela pode ser via um novo AI-5, via uma legislação aprovada através de um plebiscito, como aconteceu na Itália. Alguma resposta vai ter que ser dada”, defendeu.

> Eduardo Bolsonaro acena com a volta de ditadura se Brasil repetir o Chile



Catarse

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COVARDE como sempre, Bolsonaro diz que pediu a Eduardo para se desculpar

Bolsonaro diz que pediu a Eduardo para se desculpar:

Em entrevista a José Luiz Datena, Jair Bolsonaro disse que pediu a Eduardo Bolsonaro que se desculpasse pela declaração em favor de um novo AI-5...

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Eduardo Bolsonaro sugere um novo AI5 como ‘resposta’ à ‘esquerda’

VÍDEO - 'Se a esquerda radicalizar, resposta pode ser via um novo AI-5', diz Edu...

Vagabundos Terroristas do PSOL vão ao Conselho de Ética da Câmara e ao STF contra Surfista filho de Bolsonaro.

PSOL vai ao Conselho de Ética da Câmara e ao STF por declarações de Eduardo:

O PSOL vai apresentar representação no Conselho de Ética da Câmara e notícia-crime ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelas declarações do filho do presidente Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que falou da possibilidade de se instituir um ‘novo AI-5’ se a esquerda radicalizar.

Segundo o partido da oposição, o Código de Ética estabelece que são deveres fundamentais do deputado respeitar e cumprir a Constituição, as leis e as normas internas da Casa e do Congresso Nacional. “Dessa forma, a declaração de Eduardo Bolsonaro configura ato incompatível com o decoro parlamentar”, disse o PSOL, em nota.

Na notícia-crime ao Supremo Tribunal Federal, o PSOL vai argumentar que o deputado fez apologia da ditadura militar e incidiu no tipo penal de “incitação ao crime” e apologia de crime ou criminoso.

“Ele quer fechar o Congresso Nacional. Ele quer violar o Estado de Direito. Está pregando uma ditadura”, afirmou Ivan Valente, líder do PSOL na Câmara.

“Ele quer um (Napoleão) Bonaparte, um ditador. Para ele, esse nome é o Jair Bolsonaro. A sociedade brasileira não vai ficar calada. Vamos reagir nas ruas, no Parlamento e em todas as esferas”, disse Valente.

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Eduardo Bolsonaro: 'Se a esquerda radicalizar, resposta pode ser via um novo AI-5'



Eduardo Bolsonaro: 'Se a esquerda radicalizar, resposta pode ser via um novo AI-5': O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, afirmou que caso haja uma radicalização da esquerda a resposta pode ser via "um novo AI-5", que afronta a Constituição de 1988. A declaração foi dada em entrevista à...


Partidos reagem e já estudam entrar no STF contra Eduardo Bolsonaro após fala sobre 'novo AI-5'


Partidos reagem e já estudam entrar no STF contra Eduardo Bolsonaro após fala sobre 'novo AI-5': Partidos de esquerda (PSOL, PT, PcdoB, PDT e PSB) vão entrar com uma representação criminal no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o deputado Eduardo Bolsonaro (SP) após o filho do presidente declarar em entrevista que, se a esquerda...

SOBRE LEÃO E HIENAS...


Luiz Sérgio Silveira Costa

- No O Globo de hoje (30/10), na reportagem “Bolsonaro recua e pede desculpas ao Supremo”, sobre o vídeo do leão e as hienas, lá pelas tantas, a reportagem diz que “.. Ontem, o ministro Marco Aurélio considerou deplorável e rasteira a publicação do vídeo” e disse, mais adiante que “...Nesses tempos estranhos tudo é possível, até mesmo essa cortina de fumaça. Tática rasteira no que enxovalha a instituição básica da República, guarda da Constituição, o Supremo” E a reportagem cita que em entrevista à rádio CBN, Marco foi mais explicito ao citar: “Qual é o descontentamento com o Supremo? Não acredito que haja descontentamento com o Supremo E as decisões do Supremo são para serem cumpridas...”.

Ora, ministro, VExa dá uma de Pedro Bó, mas sabe muito bem que:

- O Supremo é guarda da Constituição no papel, mas não na prática. Uma prova? Aqui vai: quando, ao impichar Dilma manteve seus direitos políticos, numa vergonhosa manobra de Lewandowski, então PRESIDENTE DO SUPREMO, que descumpriu a Constituição, fatiando um artigo infatiável (desculpem o neologismo...)! dela. Quê guardião é esse, logo o guardião-mor da CF, o presidente do Tribunal?

- Não é possível que o ministro Marco Aurélio não veja o descontentamento com o Supremo! Não vê o Supremo sendo acossado com papéis higiênicos lançados pelo povo? Não vê gritos e bandeiras em frente ao prédio? Não vê o túnel construído para evitar contato com o público? Não vê notícias de aeroportos escondidos para que as Excelências não sofram constrangimentos do público? Desafio-o a caminhar pelas ruas e restaurantes sem seguranças, para ver o que é bom para a tosse!!

- Não é possível que o ministro não veja e leia os vários posts nas redes sociais, contra o Tribunal!

É, ministro, os tempos são mesmo estranhos, tempos em que o Supremo é enxovalhado pelo povo brasileiro, e só VExa não vê....

- O decano, Celso de Mello, indignado, disse que o filmete foi “um atrevimento sem limites”. E o que foi, ministro, o que Lewandowski fez ao fatiar o artigo da CF no impeachment de Dilma? Não, lá não ouvimos a sua indignação, o seu “foi um atrevimento sem limites”. Por quê?

E, em WhasApp, de um suposto coronel do EB, muito bem escrito, lá está outro episódio de inação de Celso de Mello, quando Toffoli determinou a abertura de um inquérito, sem a denúncia do MPF, e sem designar o réu e prazo de conclusão, cujo objetivo era amedrontar aqueles que criticarem ou atacarem ministros do STF. Mello calou-se, e fez jus ao firme parágrafo final do coronel, “Como é inquestionável o preparo jurídico do ministro resta-me reconhecer e lamentar, o seu deplorável senso de JUSTIÇA”. Acho que sabe o que é Justiça, mas é corporativista, e, pior, fraco, se cala, não tem coragem de enfrentar os seus pares, mesmo sabendo-os errados em face da lei, como agora, com Toffoli, e lá, com Lewandowski, só mostrando as garras contra os externos ao Tribunal....

- Bonner fez cara de mau, mas miou, na vergonha que a Globo passou, por, em desconfiar, embarcar numa canoa furada com o porteiro do condomínio, e lançar uma aleivosia no JN, de que Bolsonaro tivesse envolvimento no assassinato de Marielle. Até as pedras cansadas do cais sabem que Domingos Brazão foi o idealizador da morte dela – acusando o vereador Marcelo Siciliano sem provas – e que Ronnie Lessa atirou (13 disparos) e Élcio Vieira de Queiroz conduziu o carro, um Chevrolet Cobalt. Foi uma clara demonstração de açodamento, de falta de cuidado, de tentar aproveitar um suposta oportunidade de agredir o Presidente, coisa, normalmente, de amadores, que não é o caso da Globo, de macacos – ou hienas -, velhos -, e de espertalhões conhecidos, que mudam de ideologia de acordo com as necessidades de mais riquezas... e de jornalistas que se abaixam aos seus patrões, e salários, e acabam mostrando o traseiro...

Bolsonaro reagiu, foi duro, com razão, a razão dos inocentes.

Como disse o antropólogo e escritor, Roberto DaMatta, no mesmo dia, hoje, na sua crônica “Sobre Realezas e Togas”, em que critica, acidamente, o Supremo na sua insegurança diante da prisão em segunda instância...“....

"Brancos nobilitados por nomeação ou eleição podem ser criminosos, mas (tendo bons advogados) estão isentos de condenação, exceto até o Dia do Juízo Final...Aqui, o rito legal é uma racionalização de cunho político- ideológico para adiar e inocentar, anulando montanhas de fatos. Não sei, confesso, como conseguimos abolir a escravidão!

Não tenho dúvida de que esse ordálio* do Supremo é mais um rito de passagem a confirmar que o crime efetivamente compensa para os que estão drasticamente separados de nós outros, os cidadãos plebeus. Pensando bem, há mais pompa e circunstância na realeza populista brasileira do que na assumida nobreza do Japão!"

E, finaliza, com um petardo:

“Consolo-me com Montaigne, quando dizia que `no mais alto trono do mundo, o homem senta-se com o traseiro”.

* fui ao dicionário: é juízo de Deus, Juízo divino. É bem característico de alguns ministros, que se consideram santidades, mas são – e muito – impuros e materialistas!"

- Uma constatação: esse nome Queiroz não cheira bem na atual fase política – e policial – brasileira. -

Outra Constatação: Ô Bolsonaro, pô!! Vê se se manda desse condomínio fajuto! Já que o cargo de presidente lhe dá tudo, transporte, comida, cozinheiros, garçons, motoristas, seguranças, médicos, dentistas, fisioterapeutas, hospitais, funcionários, palácios, auxiliares,,,, aproveite para juntar todo o seu salário mensal, o cartão corporativo**, e vender as duas casas nesse condomínio de porão, tipo País Baixo, mas sem diques, abaixo do nível da rua, que sempre alaga com chuvas fortes, com suas casas desalinhadas, acesso estreito, sem paisagismo, com dificuldade de estacionar e um porteiro irresponsável, e compra algo melhor. Manda o Queiroz vender e comprar outra casa, que ele é bom de rolo.........

** outra coisa que precisa acabar no Brasil!

Rio de janeiro, 30 de outubro de 2019

O jornalismo de desinformação da Rede Globo

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 João Cesar de Melo no Instituto Liberal

A Globo sabia desde o começo que Jair Bolsonaro estava em Brasília no dia em que o porteiro falou que o então deputado havia autorizado a entrada no condomínio do suspeito de ter matado Marielle.

Como ela procedeu?

Deu destaque ao depoimento que não se sustenta, colocando em letras miúdas que Bolsonaro estava em Brasília.

Isso não é apelação para se ter audiência. O que a Globo fez é o bê-a-bá da cartilha de desinformação da esquerda.

O maior grupo de mídia do Brasil criou uma manchete bombástica ciente de que ela se tornaria a própria notícia e se perpetuaria na retórica petista.

Diante de cada acusação contra seus representantes, o militante de esquerda tira do bolso o print da reportagem e grita: “e o envolvimento de Bolsonaro no assassinato de Marielle?”.

É dessa forma que o debate político é mantido no chão o tempo todo, que a esquerda desvia a atenção dos seus crimes e que as reformas liberais não conseguem espaço para serem esclarecidas e aprovadas.

Não por acaso…

A reportagem do Jornal Nacional veio poucos dias depois de Marcos Valério acusar Lula de ser o mandante do assassinato de Celso Daniel – coincidindo com o teor de outros depoimentos, incluindo de familiares do ex-prefeito petista; e se “esqueceu” de mencionar que Domingos Frazão, suspeito de ter assassinado Marielle, fez campanha para Dilma Rousseff ao lado de Eduardo Cunha.

Ninguém na grande imprensa quis se aprofundar sobre a tentativa de assassinato de Jair Bolsonaro, um ano atrás;

Nenhum dos grandes jornais se empenha em esclarecer a importância das reformas que o atual governo tenta aprovar;

O jornalismo liderado pela Globo mostra-se indiferente à queda no número de assassinatos no país e ao gigantesco aumento no volume de apreensões de drogas;

Não tem um único jornalista investigativo da imprensa tradicional querendo descobrir como o petróleo produzido na Venezuela veio parar nas praias brasileiras;

Não se vê ninguém da “classe artística” ou da academia se mobilizando contra as decisões absurdas do STF;

A onda de violência promovida por militantes de esquerda no Chile foi reportada como manifestações populares.

Eu adoraria falar dos livros que leio e das propostas liberais que estão sendo apresentadas, mas as circunstâncias no Brasil são sempre tão assustadoras que eu me sinto obrigado mesmo é a falar sobre o jornalismo de desinformação da Globo e da Folha, sobre Lula, sobre o Foro de São Paulo, etc.

31 de Outubro de 1984: A primeira-ministra indiana, Indira Gandhi, é assassinada, em Nova Deli.

31 de Outubro de 1984: A primeira-ministra indiana, Indira Gandhi, é assassinada, em Nova Deli.:

Indira Priyadarshini Gandhi, filha de Jawaharlal Nehru, nasceu a 19 de novembro de 1917, em Allahabad, na Índia. Formou-se na escola de Visva-Bharati e, posteriormente, na Universidade de Cambridge. Em 1929, com 12 anos, Indira fundou o Vanar Sena, organização das crianças no Congresso Indiano. Após a morte da sua mãe, em 1936, Indira estreitou a sua ligação com o pai, tendo em 1938 ingressado como deputada no Congresso.Em 1955, Indira foi eleita para o Comité de Trabalho Nacional e tornou-se presidente do Partido do Congresso entre 1959 e 1960. Durante este período, ela superintendeu o colapso do governo comunista, sob a orientação de Kerala. Em 1964, foi eleita para o parlamento e veio a assumir, mais tarde, o cargo de ministra da Informação e das Comunicações sob presidência do sucessor de Nehru - Lal Bahadur Shastri.

Após a morte de Shastri, em 1966, Indira Gandhi foi eleita primeira-ministra pelo Partido do Congresso e conduziu o seu partido a quatro vitórias consecutivas nas eleições gerais, embora sem uma maioria absoluta. Em 1969, reafirmando a orientação socialista do seu partido, Indira conseguiu o apoio do eleitorado popular no golpe de força contra a tendência conservadora do Congresso por ocasião da eleição presidencial de V. V. Giri (candidato de Gandhi). A cisão entre as várias alas do Congresso, originou uma volta radical na política interna que incluiu a nacionalização dos bancos e das companhias seguradoras.

Em 1971, tendo como temática para a campanha das eleições nacionais o slogan "Erradicar a pobreza", Indira, dado o extremo subdesenvolvimento da Índia, viu a sua imagem projetada a líder nacional e o esbatimento da oposição conservadora dentro do seu próprio partido. O desejo de reforçar a coesão nacional, consolidando ao mesmo tempo a autoridade internacional indiana, afirmou-se através do apoio vitorioso que Indira deu à insurreição do Bengala Paquistanês em dezembro de 1971, dando origem ao Estado de Bangladesh. O tratado de amizade assinado em agosto desse ano com a U. R. S. S. não a impediu de se posicionar como figura dominante da política de não alinhamento dos países do Terceiro Mundo.Internamente, depois dos êxitos nacionais, Indira teve grandes dificuldades em prosseguir a modernização do país. Em 1973, após a descida global nos preços do petróleo e a consequente crise económica, os partidos da oposição geraram uma vaga nacional de contestação contra a inflacção galopante e a corrupção. Em 12 de junho de 1975, Indira Gandhi foi considerada culpada de práticas fraudulentas nas eleições pelo Supremo Tribunal de Allabahad. No dia 25 do mesmo mês, fundamentando-se na constituição indiana, Indira decretou o estado de emergência. Como consequência, a constituição e os direitos vigentes foram suspensos, os líderes da oposição presos, os meios de comunicação censurados, o poder judicial reduzido e 110 mil ativistas políticos detidos. Um programa de reformas económicas e sociais foi estabelecido pela primeira-ministra durante este período. O filho de Indira, Sanjay Gandhi estabeleceu o Congresso da Juventude que instituiu o programa de esterilização forçada, com o objetivo de combater o excesso de demografia no país. O estado de emergência foi levantado em março de 1977 e as eleições para a Assembleia Nacional foram marcadas.

Após a derrota nas eleições de 1977, Indira Gandhi regressou ao poder em 1980 com o seu novo partido: O Congresso I (Indira). Nesse ano, o seu filho Sanjay, o preferido de Indira para a sucessão, morreu num acidente de aviação.

Indira Gandhi continuou a combater vigorosamente as múltiplas reinvindicações nacionalistas dos povos da União Indiana, especialmente as dos Sikhs do Penjabe. No último período (1980-1984) o exercício do poder como primeira-ministra foi marcado pela centralização e pela personalização. Em 1980, Indira desmantelou Akali Dal, o partido Sikh e sediou o governo em Penjabe. Esta medida originou uma escalada de violência tal que a 4 de junho de 1984 Indira ordenou ao exército indiano que erradicasse a resistência militar Sikh, sediada no Templo Dourado. Esta operação designada pelo nome de código "Estrela Azul" resultou na morte de um grande número de pessoas e na alienação permanente da comunidade Sikh. Apesar da operação "Estrela Azul" ter consolidado a popularidade de Indira entre a comunidade Hindu, alguns militares revoltaram-se contra o massacre dos civis Sikhs.

O ressentimento da etnia Sikh culminou com o assassinato de Indira Gandhi, a 31 de outubro de 1984, em Nova Deli, por um elemento Sikh da sua guarda pessoal.Após a morte de Gandhi, sucedeu-lhe de imediato o seu outro filho Rajiv no lugar de primeiro-ministro.


Indira Gandhi. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
wikipédia (Imagens)

Arquivo: Indira Gandhi 1966.jpg
Indira Gandhi em 1966

File:Nehru family.jpg
A Família Nehru (Indira é a quarta a contar da esquerda para a direita, na fila superior)

Ficheiro:Gandhi and Indira 1924.jpg
Gandhi jejuando, foto da década de 1920, a criança ao lado é Indira Gandhi


Arquivo: Jacqueline Kennedy e Indira Gandhi.jpg
Indira Gandhi com Jacqueline Kennedy , em Nova Delhi, 1962

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

STJ nega liberdade aos ex-governadores Rosinha e Garotinho

STJ nega liberdade aos ex-governadores Rosinha e Garotinho:

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Leopoldo de Arruda Raposo negou hoje (30) pedido de liberdade aos ex-governadores do Rio de Janeiro Anthony Garotinho e Rosinha Matheus. Eles foram presos na manhã desta quarta-feira por determinação da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça. O ministro rejeitou um pedido de habeas corpus protocolado defesa do casal.

Ontem (29), o colegiado do TJRJ derrubou uma liminar que havia concedido habeas corpus a Garotinho e Rosinha, que são acusados de fraudes em contratos celebrados entre a prefeitura de Campos dos Goytacazes, no norte fluminense, e a construtora Odebrecht para a construção de casas populares, durante os dois mandatos de Rosinha como prefeita da cidade, entre 2009 e 2016.

A defesa sustenta que ordem de prisão é ilegal e arbitrária, “pautada apenas em suposições e conjecturas genéricas sobre fatos extemporâneos, que supostamente teriam ocorrido entre os anos 2008 e 2014”.

Garotinho foi governador do estado do Rio de Janeiro entre os anos de 1999 e 2002. Sua esposa, Rosinha, governou o estado de 2003 a 2006.

Brasília - Anthony Garotinho, acompanhado de sua esposa, Rosinha, esteve na Câmara esta tarde. (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Anthony Garotinho, acompanhado de sua esposa, Rosinha, na Câmara dos Deputados  – Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil/
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Brazil justice minister calls for investigation into testimony linking Bolsonaro to murder case

Brazil justice minister calls for investigation into testimony linking Bolsonaro to murder case: Brazil's Justice Minister Sergio Moro said on Wednesday that he has asked the top public prosecutor to investigate a statement by a Rio de Janeiro doorman that links President Jair Bolsonaro to suspects in the murder of a councilwoman.


Bolsonaro threatens Brazil's Globo TV over 'villainous' report linking him to murder case

Bolsonaro threatens Brazil's Globo TV over 'villainous' report linking him to murder case: President Jair Bolsonaro threatened on Wednesday to cancel the license of Brazil's largest TV network, Globo, accusing it of "villainous journalism" after a report connecting him with a former police officer accused of killing a Rio de Janeiro city councilwoman last year.


Brazil leader Bolsonaro lashes out at media over report alleging ties to left-wing activist’s killing

Brazil leader Bolsonaro lashes out at media over report alleging ties to left-wing activist’s killing:

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Brazilian President Jair Bolsonaro launched into a fiery tirade against the media Wednesday over a report on his alleged ties to the murder of Marielle Franco, a prominent left-wing activist who was shot execution-style early last year.


Anexos originais:


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URGENTE: Após depoimento de porteiro, Moro pede a Aras que PGR investigue caso Marielle com apoio da Polícia Federal

URGENTE: Após depoimento de porteiro, Moro pede a Aras que PGR investigue caso Marielle com apoio da Polícia Federal:

Sergio Moro enviou há pouco ofício ao procurador-geral da República, Augusto Aras, pedindo instauração de inquérito para apuração pelo Ministério Público Federal, em conjunto com a Polícia Federal, dos fatos revelados ontem em reportagem do Jornal Nacional sobre o caso Marielle Franco...

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MALDADE COM A HIENA.


Sobrevivente do caso Marielle revelou à polícia briga de vereadora e Carlos Bolsonaro

Sobrevivente do caso Marielle revelou à polícia briga de vereadora e Carlos Bolsonaro:

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Fernanda Chaves, a assessora que acompanhava Marielle Franco na noite do assassinato e sobreviveu, contou à polícia, em março do ano passado, que a vereadora tivera uma briga pública com Carlos Bolsonaro no começo de seu mandato, em 2017.O...


Carlos Bolsonaro divulga áudio que, segundo ele, é de registros do condomínio

Carlos Bolsonaro divulga áudio que, segundo ele, é de registros do condomínio:

Carlos Bolsonaro postou no Twitter um vídeo com aqueles que, segundo ele, são os registros de entrada do Condomínio Vivendas da Barra, onde Jair Bolsonaro tem casa...

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Polícia prende novamente ex-governadores Rosinha e Garotinho

Polícia prende novamente ex-governadores Rosinha e Garotinho:

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A Polícia Civil cumpriu hoje (30) mandados de prisão contra os ex-governadores do Rio de Janeiro Anthony Garotinho e Rosinha Matheus. A decisão de prender os políticos foi tomada pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, que derrubou a liminar que concedia habeas corpus ao casal.

General do Exército cogita “intervenção cirúrgica” no país

General do Exército cogita “intervenção cirúrgica” no país:

(Texto de Luiz Eduardo Rocha Paiva, General da Reserva do Exército Brasileiro)
A turbulência política na América Latina, principalmente no Chile, Venezuela, Bolívia e Equador dá motivo a justificadas preocupações.
Não está claro o que pode estar por trás desses acontecimentos. Seria uma ação orquestrada por movimentos internacionalistas da esquerda socialista marxista, um deles o Foro de São Paulo?
Tudo indica que sim.
O Brasil não é igual à nenhum desses países. Aqui, sempre houve um Poder Moderador com tremenda autoridade moral.
Não somos como lá, nem acolá. Entenderam, PT, PCdoB, PSol e outros? Então, tenham em mente que:
1. Embora não o seja de direito, o Exército Brasileiro ainda é, de fato, o “Poder Moderador”.
2. Ele jamais permitirá que inimigos internos, tal qual grupos radicais e partidos revolucionários destruam a União, promovam uma guerra civil e implantem um regime socialista liberticida nos moldes bolivarianos.
3. Se os Poderes da União, por si próprios, criarem um cenário de anomia e insegurança jurídica, pela perda de autoridade moral e funcional, em virtude de decisões politicamente irresponsáveis, o Exército irá restabelecer a paz social e impedir uma guerra civil. Nesse caso, seria legítimo atuar no limite da legalidade, ainda que fosse questionado por alguns segmentos da sociedade.
4. Considerem-se inseridas no alerta do item 3. além daqueles partidos, as lideranças corruptas nos três Poderes da União.
Omissão, inércia no EB? Isso seria trair o compromisso maior do soldado: “dedicar-me inteiramente ao serviço da Pátria, cuja honra, integridade e instituições, defenderei, com o sacrifício da própria vida”.
Diante de situações que possam comprometer terrivelmente o futuro da nação, chefes militares se veem diante de um dilema e de um desafio moral. Disciplina ou lealdade? Em absoluto!
Nesses casos, não há dilema, pois a maior demonstração de disciplina é a lealdade à Pátria, conforme o compromisso que o soldado com ela assumiu ao entrar para o seu serviço.
O compromisso é com a Pátria e não com indivíduos, grupos ou partidos de qualquer natureza.
Se lideranças poderosas usam a lei para se proteger em suas ações criminosas e lograr interesses extremamente danosos para a nação; e se a sociedade constata que o arcabouço jurídico não permite coibir esses abusos, será condição de vida ou morte, para o país, promover uma ” intervenção cirúrgica” na própria lei, a fim de extirpar os “tumores que estejam contaminando a lei”.
Só assim, a sua legitimidade será restaurada, isto é, neutralizando os que a desonravam.
O Brasil tem dois inimigos internos – o socialismo marxista gramscista e a liderança patrimonialista corrupta. Ambos são tumores em estado adiantado e poderão levar o país a vivenciar o caos político e social de nossos irmãos latino-americanos.
Ou o “organismo nacional” reage por si próprio ou o Exército terá que exercer, pacificamente, o Poder Moderador.
Ou ainda, como última opção, embora mais grave e menos desejável, liderar aquela “equipe cirúrgica” , a fim de defender a paz social, impedir a guerra civil, garantir o prosseguimento da Lava Jato contra a corrupção, restabelecer a lei, a ordem e garantir o rumo do país a uma verdadeira democracia.
Nossa democracia não existirá enquanto a lei proteger os seus inimigos, sejam os que querem destruí-la, sejam os que abusam do poder político para usurpar os recursos nacionais para si próprios.



STF, um caso de teratologia.

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José Nêumanne, Estadão:

O vulgo acha que cabe ao primeiro psicanalista, o austríaco Sigmund Freud, o dom de poder entender qualquer ação humana. Para explicar, mas nunca justificar, as duas sessões da semana passada em que o Supremo Tribunal Federal (STF) adiou sua decisão sobre a extinção da jurisprudência da eventualidade da prisão para condenados em segunda instância, talvez seja necessário recorrer à teratologia. Ou seja, ao estudo médico das anomalias de origem fetal. Homo sum: humani nil a me alienum puto (Sou humano, nada do que é humano me é estranho), escreveu o poeta romano Públio Terêncio, no século 2 a. C.

Qualquer ser humano com quociente de inteligência (QI) de mais de 30 só se conformará com o que viu no julgamento do plenário sobre culpa, inocência, prisão e impunidade se aceitar o conformismo do verso clássico. Que consolo lhe poderá restar se se dispuser a entender por que um tema de exclusivo interesse de bandidos milionários (com fortuna amealhada no furto indecente do fruto do empenho e do engenho de milhões de trabalhadores pobres) ou de cidadãos remediados da classe média tem sido repetido de forma tão insistente como esse? Que remédio curará a náusea causada pelo espetáculo abjeto de bajulação e autolatria perpetrado pelo mais antigo dos máximos julgadores, o decano Celso de Mello, e o presidente da mais autoindulgente das Cortes, Dias Toffoli?

O chamado pretório excelso nem sempre atuou de molde a justificar a pomposa nobreza dessa denominação. Mas nunca antes na história dela – como diria o patrono da indicação da maioria deles (três dele e três do poste), o multicondenado Lula – negou sua pompa de forma tão absoluta. A celebração de bodas de zinco do nada excelso chefe do bando, ao que saiba a plebe ignara, que lhes paga salários, mas não frui benefícios, é inusitada. Mas lógica. O procurador indicado pelo advogado Saulo Ramos e nomeado por Sarney é do mesmo estofo do advogadinho que só serviu a petistas.

Toffoli, reprovado duas vezes em concursos públicos para a magistratura de primeiro grau, teve seus anos de serviço prestados aos autores do maior assalto ao erário da História da Republica. A saga foi celebrada no livro Democracia e Sistema de Justiça, coordenado pelo colega Alexandre de Moraes e pelo advogado-geral da União de Bolsonaro, André Luiz de Almeida Mendonça. O primeiro, lançado no serviço público por Kassab e Alckmin e nomeado para o mais alto posto por Temer, goza com seu primeiro chefe na gestão pública, o ex-prefeito de São Paulo, de conceito similar à descrição de Mello pelo ex-ministro da Justiça da Nova República no livro Código da Vida, com expressão escatológica.

O outro coordenador tem ótimas razões para louvar sempre que possível o padrinho secreto, graças a quem escalou do mínimo ao máximo degraus da Advocacia-Geral (AGU): tem sido aquinhoado com prenúncios para lá de promissores pelo presidente da República. Eleito para combater o Partido dos Trabalhadores (PT), o capitão Bolsonaro define-o sempre que pode como “mais supremável do que Sergio Moro”, por ser “terrivelmente evangélico”, a ocupar justamente o lugar de Celso de Mello quando se aposentar do STF, em novembro de 2020.

O homenageado suspendeu a primeira sessão da votação para prestigiar com alguns autores de textos e os dois organizadores o “beijem minha mão”. Vovó Nanita diria que são da mesma laia. E com toda a razão. Moraes relata o infame inquérito de Toffoli para calar a boca (alô, alô, Cármen Lúcia) de cidadãos que erguerem a voz contra ministros da Casa, seus parentes e aderentes. E assinou a decisão de censurar a revista Crusoé. A futura promoção de Mendonça à máxima judicatura foi precedida por decisões monocráticas de Toffoli e Gilmar livrando o primogênito de Jair e as esposas deles mesmos dos rigores da lei.

Na sessão posterior à louvação, Rosa Weber foi autorizada por Toffoli a exaurir a paciência de colegas e ouvintes com um voto mal escrito e precariamente lido, negando suas três intervenções anteriores ao esconder na gaveta do toucador sua falsa obediência à colegialidade. Esse decisivo voto impõe a metamorfose da jurisprudência em publicação periódica na quinta tentativa em dez anos, uma a cada dois. Os eventuais autores do cartapácio cometeram a impropriedade de introduzir entre citações enxundiosas de declarações internacionais de direitos humanos versos primorosos do poema À espera dos bárbaros, da lavra do alexandrino de origem grega Constantino Kaváfis, que dizem o oposto do que ela queria afirmar. Não é de estranhar. Afinal, madame violou o vernáculo ao atribuir à expressão constitucional “considerar culpado” sinonimia de “ser preso”.

Lewandowski cometeu este erro e mais dois no voto em que limitou o combate à corrupção, prioridade para o povo, a mero anseio de “setor politicamente motivado”. Disse ainda ser intocável a Constituição que ele mesmo rasurou ao permitir a Dilma exercer cargo público pós-impeachment, escarrando na função de evitar o truque de Renan Calheiros e Kátia Abreu. Não se entenda como correção a derrota de Dilma na eleição para senador em Minas, pois cabe ao cidadão escolher ou rejeitar, mas não corrigir falhas de quem acha que se acerca de Deus quem fica longe do povo. Ao contrário.

Ao sair da função do alto picadeiro, por ele dirigida, Toffoli insinuou que, em face do eventual empate de cinco a cinco, não decidirá por sua convicção “garantista” de impunidade, mas fiel ao dever de presidente e pacificador. Nunca antes a expressão “voto de Minerva”, referente à deusa romana da justiça, da sabedoria e da indústria, terá sido tão imprópria se a usar para transferir ao Superior Tribunal de Justiça a função que podia ter sido da segunda instância ou da última, no STF. Nem o rei Salomão recorreria a algo que não consta sequer do Código de Hamurabi.

A maior crise de todos os tempos da última semana

A maior crise de todos os tempos da última semana:

Era para ser um vídeo de um homem indignado, certamente foi o que imaginou Bolsonaro ao acordar na madrugada Saudita para transmitir a live de ontem a noite.

Bolsonaro desferiu fortes ataques a Wilson Witzel, governador do Rio de Janeiro e pretenso candidato a presidencia em 2022 e ao grupo Globo. A ameaça sobre a renovação da concessão do grupo lembrou um estranho dejà vu dos tempos do PT. Até a Polícia Federal levou puxão de orelha do Presidente, ao cobrar resultado para a investigação do ataque com faca que sofreu durante a campanha.

Não é sequer razoável imaginar que o Presidente Bolsonaro tenha algo a ver com o assassinato de Marielle Franco ou qualquer outro crime, mas a reação do Presidente deve ter deixado felizes aqueles que o queriam tirar do sério. Políticos irritados e acuados erram mais. Foi essa a imagem que Bolsonaro passou para o mundo político.

O cerco no judiciário não é desprezível. O filho Flávio é investigado no caso das rachadinhas da Alerj com Fabrício Queiroz, inquéritos diversos fazem menções frequentes a ligações da família Bolsonaro com milicianos, os processos no TSE que tratam do envio em massa de mensagens na campanha e das contas do partido do presidente – o que já garante no mínimo dor de cabeça adicional para o fim do mandato de Bolsonaro, em 3 ou 7 anos.

Nos últimos dias vimos vazamentos de áudios de Fabricio Queiroz, vazamentos de inquéritos e uma tentativa de deslocamento do eixo do debate, que sai da aprovada reforma da previdência — ela pode ter garantido alguma trégua — para a linha que apresentou o Jornal Nacional.

O risco político por mais um tempo ficará nesta agenda desconhecida e mais ligada ao judiciário, já que no Congresso Nacional não percebemos riscos de uma contra-agenda econômica enquanto Rodrigo Maia (DEM-RJ) for o presidente da Câmara dos Deputados e Davi Alcolumbre (DEM-AP) do Senado Federal.

No meio desses ruídos, no entanto, é provável que aumente o custo marginal para reunir 308 votos a favor de alguma proposta do governo, não ao ponto de inviabilizar a agenda econômica. Um sinal disso é o bom andamento da tramitação do PL do Saneamento na Câmara.

Questões jurídicas

O que temos visto nos últimos dias são manifestações diferentes de problemas já conhecidos — Queiroz e relação com milicianos — e que surgem após a aprovação da Previdência e fora de um momento importante no plenário do Legislativo.

Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal, também passa um papel ainda mais importante depois de ter sido consultado pelo Ministério Público do RJ sobre se deveria enviar a citação ao presidente à Corte depois do depoimento, devido ao foro privilegiado de Bolsonaro.

Ainda há poucas certezas da natureza jurídica da consulta. Mas um problema já foi identificado: em tese, o MP estadual não poderia ter se dirigido diretamente ao STF. O recomendado seria fazê-lo por meio da PGR, que avaliaria previamente a necessidade da consulta, ou até mesmo por meio do judiciário local. Esse detalhe pode ser usado para justificar uma rejeição, sem análise, por parte do STF de uma provocação formal.

A atitude das promotoras foi considerada irresponsável em Brasília e foi lida como uma tentativa de “by-pass” em Augusto Aras, indicado por Bolsonaro. É esperado tanto do presidente do STF, quanto do PGR um comportamento de cautela e preservação do ocupante do cargo de presidente. Principalmente, pelo fato de a menção em um inquérito nessas condições não poder ser lido como um indício, por falta de contexto.

Leia também: 
– Bolsonaro tem reação indignada ao ser citado em investigação sobre Marielle e aciona Moro
– Nome de Bolsonaro é citado em caso Marielle e faz STF entrar em cena

De acordo com os fatos conhecidos até agora, o depoimento do porteiro — afirmando que o próprio Bolsonaro teria autorizado a entrada do suspeito no condomínio horas antes do assassinato — foi desmentido pela presença do então deputado em duas votações na Câmara no mesmo dia.

No Brasil definitivamente não se morre de tédio.

Quer saber o que esperar da política nos próximos meses? Insira seu e-mail abaixo e receba, com exclusividade, o Barômetro do Poder – um resumo das projeções dos principais analistas políticos do país:

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UM PSICOPATA COMO HITLER E A SITUAÇÃO ATUAL DO BRASIL.


“Ah, então quer dizer que a gente deve colocar as pessoas do PT, PSOL e PC do B na Câmara de Gás como em Auschwitz”

Não! Não quer dizer isso, não! Quer dizer que temos que fechar o Congresso e o STF e determinar a EXTINÇÃO, a ILEGALIDADE do PT, PSOL e PC do B antes que a gente se torne a Venezuela. Só isso.

30 de Outubro de 1938: Pânico após a transmissão radiofónica da "Guerra dos mundos", por Orson Welles

30 de Outubro de 1938: Pânico após a transmissão radiofónica da "Guerra dos mundos", por Orson Welles:

Parecia uma noite normal naquele 30 de Outubro de 1938, até que a rede de rádio CBS (Columbia Broadcasting System) interrompeu a sua programação musical para noticiar uma suposta invasão de marcianos. A "notícia em edição extraordinária", na verdade, era o começo de uma peça de teatro radiofónico, que não só ajudou a CBS a bater a emissora concorrente (NBC), como também desencadeou pânico em várias cidades norte-americanas. "A invasão dos marcianos" durou apenas uma hora, mas marcou definitivamente a história da rádio.
Dramatizando o livro de ficção científica A Guerra dos Mundos, do escritor inglês Herbert George Wells, o programa relatou a chegada de centenas de marcianos a bordo de naves extraterrestres à cidade de Grover's Mill, no estado de Nova Jersey. Os méritos da genial adaptação, produção e direcção da peça eram do então jovem e quase desconhecido actor e realizador de cinema norte-americano Orson Welles. O jornal Daily News resumiu na manchete do dia seguinte a reacção ao programa: "Guerra falsa no rádio espalha terror pelos Estados Unidos".
Pânico colectivo
A dramatização, transmitida nas vésperas do Halloween em forma de programa jornalístico, tinha todas as características do rádio jornalismo da época, às quais os ouvintes estavam acostumados. Reportagens externas, entrevistas com testemunhas que estariam a vivenciar o acontecimento, opiniões de peritos e autoridades, efeitos sonoros, sons ambientes, gritos, a emoção dos supostos repórteres e comentaristas. Tudo dava a impressão de o facto estar a ser transmitido ao vivo. Era o 17º programa da série semanal de adaptações radiofónicas realizadas no Radio teatro Mercury por Orson Welles.
A CBS calculou, na época, que o programa foi ouvido por cerca de seis milhões de pessoas, das quais metade o sintonizou quando já havia começado, perdendo a introdução que informava tratar-se do  teatro radiofónico semanal. Pelo menos 1,2 milhão de pessoas acreditou ser um facto real. Dessas, meio milhão teve certeza de que o perigo era iminente, entrando em pânico, sobrecarregando linhas telefónicas, com aglomerações nas ruas e congestionamentos causados por ouvintes apavorados tentando fugir do perigo.
O medo paralisou três cidades e houve pânico principalmente em localidades próximas a Nova Jersey, de onde a CBS emitia e onde Welles ambientou sua história. Houve fuga em massa e reacções desesperadas de moradores também em Newark e Nova Iorque. A peça radiofónica, de autoria de Howard Koch, com a colaboração de Paul Stewart e baseada na obra de Wells (1866-1946), ficou conhecida também como "rádio do pânico".



Precursor da ficção científica moderna
O guião fora reescrito pelo próprio Welles (1915-1985). Na peça, ele fazia o papel de professor da Universidade de Princeton, que liderava a resistência à invasão marciana. Orson Welles combinou elementos específicos do teatro radiofónico com os dos noticiários da época (a realidade convertida em relato).
Herbert George Wells, por sua vez, foi um dos precursores da literatura de ficção científica. O livro A Guerra dos Mundos, publicado em 1898, era uma das suas obras mais conhecidas, tendo Londres como cenário. Ele escreveu num estilo bastante jornalístico e actualizado para a sua época. A transmissão de A Guerra dos Mundos foi também um alerta para o próprio meio de comunicação "rádio".
Ficou evidente que a sua influência era tão forte a ponto de poder causar reacções imprevisíveis nos ouvintes. A invasão dos marcianos não só tornou Orson Welles mundialmente famoso como é, segundo cientistas de comunicação, "o programa que mais marcou a história dos média no século XX".
Fontes: DW
wikipedia (Imagens) 

Ficheiro:Orson Welles 1937.jpg
Orson Welles

terça-feira, 29 de outubro de 2019

Eduardo Bolsonaro diz que 'a história vai se repetir' se Brasil tiver protestos como no Chile

Eduardo Bolsonaro diz que 'a história vai se repetir' se Brasil tiver protestos como no Chile: O líder do PSL na Câmara, Eduardo Bolsonaro (SP), defendeu nesta terça-feira (29) o uso da repressão policial caso o Brasil registre protestos como os que estão acontecendo no Chile por melhorias sociais e contra o alto custo de vida no país.
Leia mais (10/29/2019 - 21h56)

Deputados do PSOL pedem investigação de Bolsonaro no caso Marielle

Deputados do PSOL pedem investigação de Bolsonaro no caso Marielle: BRASÍLIA — Deputados do PSOL disseram ao GLOBO nesta terça-feira que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, tem o dever de incluir na investigação sobre o assassinato de Marielle Franco o nome do presidente da República, Jair...

Bolsonaro ataca Globo e Witzel e nega envolvimento no caso Marielle

Bolsonaro ataca Globo e Witzel e nega envolvimento no caso Marielle: O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), respondeu nesta terça (29) à reportagem da TV Globo que divulgou uma menção ao seu nome na investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), do Rio de Janeiro, e do motorista dela, Anderson Gomes, ocorrido em março de 2018.
Leia mais (10/29/2019 - 22h54)

Bolsonaro: “Porteiro mentiu, foi induzido a falso testemunho ou assinou sem ler”

Bolsonaro: “Porteiro mentiu, foi induzido a falso testemunho ou assinou sem ler”:

Na live pelo Facebook, Jair Bolsonaro também disse que, no dia 14 de março de 2018, data da morte de Marielle Franco, ele registrou presença na Câmara às 17h41 e às 19h36...

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Após reportagem que o liga a morte de Marielle, Bolsonaro faz live exaltado

Após reportagem que o liga a morte de Marielle, Bolsonaro faz live exaltado:

Após reportagem da TV Globo, que diz que o porteiro do condomínio do presidente da República, Jair Bolsonaro, disse em depoimento à polícia que o assassino da vereadora Marielle Franco teria ido no dia do crime para o condomínio do presidente, o mandatário entrou ao vivo no Facebook e de forma muito exaltada deixou em dúvida a concessão da emissora que terá que ser renovada em 2022, relembrou que seus filhos e parentes são investigados pela justiça e afirmou que quer ver o delegado que conduz o caso da vereadora e olhar no olho dele, além de ter o desejo de federalizar as investigações da morte de Marielle.

A live, que chegou a ter mais de 100 mil espectadores ao mesmo tempo, aconteceu menos de trinta minutos depois da Rede Globo exibir uma extensa reportagem, em que, apesar de relatar o depoimento do porteiro, deixou claro que Jair Bolsonaro estava em Brasília neste dia. A matéria ouviu ainda o advogado de Bolsonaro, que afirmou que ele é inocente. O presidente afirmou que esta é uma tentativa de deixar em dúvida a sua inocência no caso, que segundo ele, tem sua investigação contaminada.

“Será que a Globo quer criar uma narrativa de que eu tenho que me afastar ou que o povo tem que ir pra rua?”, perguntou o presidente. Um pouco antes, no Plenário da Câmara, o filho Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) havia afirmado que caso ocorram no Brasil manifestações semelhantes às do Chile, com uma radicalização da esquerda, “a história irá se repetir”. Essa fala do líder do PSL na Câmara foi interpretada por membros da oposição como uma clara ameaça de golpe militar caso ocorram manifestações.

Ainda durante a transmissão ao vivo, o presidente relembrou que existem diversas investigações contra seus filhos e parentes. Segundo ele, tudo isso é uma perseguição para o atingir. Por acreditar que a investigação do caso Marielle está enviesada, Jair Bolsonaro disse que deseja federaliza-la, mas que não o fará.

Bolsonaro disse ainda que ao voltar para o Brasil, deseja se encontrar pessoalmente com o delegado que investiga o caso, olhar no olho dele e conversar.

Muitos ataques ao grupo Globo foram feitos durante a transmissão. “Vocês, TV Globo, o tempo todo infernizam a minha vida, porra!”, gritou Bolsonaro. “TV Globo, você não tem juízo? Parem de trair o Brasil!”, disse.

O presidente relembrou ainda, por mais de uma vez, que a concessão da emissora vence em 2022, e que não irá “perseguir ninguém”, porém, deixou em dúvida a renovação. “Vocês vão renovar a concessão em 2022”, relembrou o presidente. “Se o processo não tiver limpo não vai ter renovação”, afirmou.

Jair Bolsonaro havia publicado na última segunda-feira (28) um vídeo em que comparava a emissora, o STF, partidos de oposição, outros veículos de imprensa e órgãos como a CNBB a hienas. No vídeo, que foi apagado pouco tempo depois, Bolsonaro se comparou a um leão que precisa da proteção dos conservadores.

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VÍDEO - BOLSONARO EM CRISE HISTÉRICA POR CAUSA DE MARIELLE E DE VAGABUNDOS DO PSOL DENTRO DA REDE GLOBO.




UM AVISO SOBRE A LIBERDADE DE LULA

Lula vai sair da cadeia e vai fazer a maior campanha, a maior carreata e a maior ressurreição de um Partido Político falido e acabado (como é o PT) desde que Adolf Hitler foi libertado do Presídio Militar de Landsberg em 1923..
(Milton Pires)

Porto Alegre, 29 de outubro de 2019.

Sem informar critérios, ministro do Turismo diz que praias estão aptas ao banho

Sem informar critérios, ministro do Turismo diz que praias estão aptas ao banho: O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, declarou na tarde desta sexta-feira (25) que as praias do Nordeste que já foram limpas das manchas de óleo estão aptas a receber turistas. Ele não soube, porém, informar quais critérios técnicos utilizou para embasar a afirmação.
Leia mais (10/25/2019 - 17h25)

Ministro diz que maioria das praias de PE está apta para banho

Ministro diz que maioria das praias de PE está apta para banho:

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, disse que a maioria das praias de Pernambuco está apta para banho, apesar do avanço da mancha de óleo pelo Estado. A afirmação foi dada por ele após visitar praia afetadas pelo poluente em Ipojuca, na Grande Recife. O ministro ainda prometeu R$ 200 milhões em linha de crédito para capital de giro para pequenos e médios empresários que se sentirem prejudicados.

“Menos de 10% das praias de Pernambuco foram impactadas pelo óleo, com total condição de receber os turistas. Mesmo nas praias impactadas, existe, sim, a possibilidade de turismo”, disse. No Estado, são 10 cidades atingidas pela substância até o momento. Segundo o Ibama, ligado ao Ministério do Meio Ambiente, há 228 localidades onde houve registro do material.

Questionado sobre os critérios técnicos para afirmar sobre a balneabilidade de praias, o titular da pasta foi evasivo e disse seguir recomendação de órgãos oficiais. “O Ministério da Saúde e a Secretaria Estadual de Saúde, os órgãos mais indicados para dizer isto: que as praias que não têm aparentemente óleo estão limpas, estão aptas para o banho”, afirmou Antônio.

Ele ainda negou morosidade do governo na limpeza das praias e prometeu unir esforços do poder público e da sociedade civil para minimizar os efeitos do problema.

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