"O maior inimigo da autoridade é o desprezo e a maneira mais segura de solapá-la é o riso." (Hannah Arendt 1906-1975)

domingo, 28 de fevereiro de 2021

Resposta deste Editor ao Líder Fascista sobre a Situação da Saúde no Brasil.




“Caos que se viu em Manaus pode se repetir em diversas cidades do Brasil”

“Caos que se viu em Manaus pode se repetir em diversas cidades do Brasil”:


O infectologista Júlio Croda, ex-diretor do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, disse ao Valor que o país vive o pior momento da pandemia e que não...

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Anexos:

Covid-19: Brasil registra 721 mortes em 24 horas, diz Saúde

Covid-19: Brasil registra 721 mortes em 24 horas, diz Saúde:


O Brasil registrou nas últimas 24 horas 721 mortes por Covid-19 e 34.027 novos casos, informou o Ministério da Saúde neste domingo...

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Entidades Médicas desmentem Líder Fascista e fazem apelo para que População USE Máscara.


As 45 Sociedades médicas que assinam esse manifesto, fazem um apelo à população brasileira e sociedade civil, reforçando a importância imprescindível do uso de máscaras, além do cumprimento de outras ações para contenção da pandemia da Covid-19, como o distanciamento físico, não compartilhamento de objetos de uso pessoal e a higienização das mãos.

Máscaras são instrumentos eficazes para a redução da transmissão de vírus respiratórios e são preconizadas na atual pandemia para uso, não apenas por profissionais da saúde no cuidado de indivíduos com suspeita ou diagnóstico de COVID-19, mas por todos. O uso correto da máscara é a ação pessoal com efeito coletivo fundamental para diminuir a circulação do vírus da COVID-19 que assola o país neste momento.

No dia 25 de fevereiro de 2021 atingimos a marca de mais de 250 mil mortes por COVID19 no Brasil, sendo 1582 mortes em um único dia, uma morte por minuto. Os hospitais da rede pública e privada de muitos municípios do Brasil encontram-se com a ocupação quase máxima, podendo levar ao risco, a vida daqueles que necessitem de assistência médica hospitalar por qualquer doença. A vacinação ainda caminha em passos lentos e de forma descontínua retardando seus efeitos benéficos.

É urgente que as medidas efetivas para diminuir a transmissão da doença sejam assumidas pela população como compromisso social para diminuir a possibilidade do surgimento de novas variantes do vírus e o colapso total dos serviços de saúde de todo país.

Acreditamos que é de suma importância este posicionamento público, de entidades competentes, em orientar a população com informações seguras e baseadas na ciência, de forma clara e convergente. Direcionamentos contrários desconstroem, confundem e agravam a situação do país.

Assinam esse manifesto:
1.Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
2.Associação Alagoana de Doenças do Tórax
3.Associação Amazonense de Pneumologia e Cirurgia Torácica
4.Associação Brasileira de Alergia e Imunologia
5.Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação
6.Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
7.Associação Brasiliense de Medicina da Família e Comunidade
8.Associação Catarinense de Pneumologia e Tisiologia
9.Associação de Medicina Intensiva Brasileira
10.Associação de Medicina Intensiva do DF
11.Associação de Pneumologia e Cirurgia Torácica do Rio Grande do Norte
12.Associação Maranhense de Pneumologia e Cirurgia Torácica
13.Associação Médica de Brasilia
14.Associação Paraense de Pneumologia e Tisiologia
15.Associação Paranaense de Pneumologia e Tisiologia
16.Associação Paulista de Medicina de Família e Comunidade
17.Associação Pernambucana de Pneumologia e Tisiologia
18.Faculdade de Medicina de Botucatu / Unesp
19.Sociedade Brasileira de Anestesiologia
20.Sociedade Brasileira de Cardiologia
21.Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica
22.Sociedade Brasileira de Dermatologia
23.Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
24.Sociedade Brasileira de Hepatologia
25.Sociedade Brasileira de Infectologia
26.Sociedade Brasileira de Nefrologia
27.Sociedade Brasileira de Patologia
28.Sociedade Brasileira de Patologia Clínica / Medicina Laboratorial
29.Sociedade Brasileira de Pediatria
30.Sociedade Brasileira de Reumatologia
31.Sociedade Brasileira de Trombose e Hemostasia
32.Sociedade Brasileira para a Qualidade do Cuidado e Segurança do Paciente
33.Sociedade Brasiliense de Doenças Torácicas
34.Sociedade Brasiliense de Reumatologia
35.Sociedade Cearense de Pneumologia e Tisiologia
36.Sociedade de Pneumologia da Bahia
37.Sociedade de Pneumologia do Espírito Santo
38.Sociedade de Pneumologia e Tisiologia do Mato Grosso
39.Sociedade de Pneumologia e Tisiologia do Rio de Janeiro
40.Sociedade de Pneumologia e Tisiologia do Rio Grande do Sul
41.Sociedade Goiana de Pneumologia e Tisiologia
42.Sociedade Mineira de Pneumologia e Tisiologia
43.Sociedade Paraibana de Tisiologia e Pneumologia
44.Sociedade Paulista de Infectologia
45.Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia
46.Sociedade Paulista de Reumatologia

DF tem 97% dos leitos de UTI ocupados

DF tem 97% dos leitos de UTI ocupados:


O Distrito Federal tem apenas cinco leitos de UTI disponíveis para pacientes com Covid-19.

Segundo a Secretaria de Saúde...

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Após fala de Bolsonaro, entidades médicas lançam manifesto pelo uso de máscara

Após fala de Bolsonaro, entidades médicas lançam manifesto pelo uso de máscara:


Em meio ao pior momento da pandemia, 46 entidades médicas lançaram neste domingo um manifesto para reforçar a necessidade do uso de máscaras no combate à Covid-19.

A nota foi divulgada três dias depois de Jair Bolsonaro...

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Ocupação de leitos de UTI em cidades gaúchas chega a 126%

Ocupação de leitos de UTI em cidades gaúchas chega a 126%:


Além de Porto Alegre, pelo menos outras três regiões do Rio Grande do Sul têm mais de 100% de esgotamento dos leitos em UTI.

De acordo com o painel de monitoramento do...

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Infectados com nova variante de Covid têm carga viral dez vezes maior

Infectados com nova variante de Covid têm carga viral dez vezes maior:

As pessoas infectadas com a nova variante do coronavírus identificada em Manaus têm uma carga viral dez vezes maior no organismo, em relação às outras mutações. A quantidade de vírus está diretamente relacionada à transmissão da doença. Não há trabalhos, no entanto, que associem o grande volume a um nível maior de gravidade.

Conduzida pela Fiocruz, a pesquisa analisou 250 códigos genéticos do coronavírus durante quase um ano. A amostragem cobriu o primeiro pico da doença, em abril, e o segundo, no final do ano passado e início de 2021.

A nova variante já foi identificada em 18 estados brasileiros. Os pesquisadores apontaram também que a falta do uso de máscaras e de distanciamento social também aceleraram a transmissão da nova cepa.

S.O.S. Acre

S.O.S. Acre:

O Acre enfrenta três crises simultâneas: as enchentes, a pandemia da Covid-19 e o surto de dengue. Os alagamentos atingiram cerca de 120 mil pessoas. A ocupação dos leitos de UTI da rede pública alcançou 96,2% na última sexta-feira, 26. Na capital Rio Branco foram notificados 4.109 casos suspeitos de dengue nas seis primeiras semanas de 2021 (no mesmo período, em 2020, foram 541 casos suspeitos). Além da tríplice crise, os acreanos lidam com a delicada questão da imigração: cerca de 500 imigrantes estão abrigados em escolas conforme dados da Secretaria Estadual de Assistência Social, Direitos Humanos e Políticas para Mulheres.

O governo federal esboçou alguma ação, mas ficou aquém das expectativas. A procuradora de Rio Branco Raquel Eline afirmou: “registro a gratidão pela mobilização social em todo o país para mandar ajuda e recursos para o Acre em contraste com as tímidas medidas anunciadas pelo Presidente em sua visita na última quarta-feira: entrega de 21 mil doses de vacina (que é o suficiente pra imunizar 10.500 pessoas, numa população de mais de 800 mil habitantes) e recursos no valor de R$800 mil”.

Estados da região Norte do Brasil estão particularmente desorientados nestes meses pandêmicos. O Amapá enfrentou um dos maiores apagões da história; o Amazonas luta com o colapso do sistema de saúde e a dramática falta de cilindros de oxigênio nos hospitais. Agora, após as cheias dos rios, o Acre sofre esse conjunto de catástrofes. Em todos os casos, mobilizações extraoficiais foram decisivas para mitigar o sofrimento das pessoas. A gravidade da crise exige que as fontes de assistência social e humanitária atuem rápido. O Ministério Público do Estado do Acre criou a campanha “S.O.S. Acre” e arrecadou mais de 600 mil reais em uma semana. O programa de voluntariado Transforma Brasil arrecadou 80 mil reais em dois dias em campanha similar. Outras agências humanitárias como a Visão Mundial dão atenção especial à situação de crianças e adolescentes. Desse modo, algum alívio imediato chega ao povo do Acre. As maiores necessidades são colchões, mantimentos e itens de primeira necessidade para famílias desabrigadas, e equipamento de proteção individual para equipes de socorristas.

A pronta mobilização da sociedade civil oblitera as vozes de desesperança. A vida e a história se escrevem para frente. Como disse o poeta acreano Océlio de Medeiros: “Águas rolando são a nossa vida/que é como um rio correndo noite e dia/e nunca volta ao ponto de partida”.

* Davi Lago é pesquisador do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação São Paulo

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Covid-19: Brasil registra 1.275 mortes em 24 horas, diz consórcio

Covid-19: Brasil registra 1.275 mortes em 24 horas, diz consórcio:


O consórcio de veículos de imprensa que acompanha os dados da Covid-19 junto às secretarias estaduais de Saúde registrou 1.275 mortes em razão da doença no Brasil nas últimas...

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“É um drama que nenhum médico gostaria de enfrentar na vida”

“É um drama que nenhum médico gostaria de enfrentar na vida”:


Porto Alegre, como mostramos, ultrapassou neste sábado a marca de 100% dos leitos de UTI ocupados.

A diretora-presidente do Clínicas, Nadine Clausell, disse ao G1 que os...

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Covid-19: São Paulo registra recorde de internações

Covid-19: São Paulo registra recorde de internações:


O estado de São Paulo registrou neste sábado o recorde de 15.517 internações por Covid-19. Desse total, 7.011 pacientes estão internados em leitos de UTI.

O recorde anterior foi registrado...

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Líder do Regime Fascista sobre falta de leitos: “A saúde no Brasil sempre teve problemas”

Bolsonaro, sobre falta de leitos: “A saúde no Brasil sempre teve problemas”:

Em meio ao pior momento da pandemia, Jair Bolsonaro minimizou a falta de leitos no país e afirmou neste domingo que “a saúde no Brasil sempre teve seus problemas”.

A falta de UTIs era um...

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Previsão Sul - Domingo de chuva extrema no litoral do PR e SC

Previsão Sul - Domingo de chuva extrema no litoral do PR e SC:

Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre previsão, temperatura mínima e máxima prevista, além de destaques relevantes dos últimos dias.

28 de Fevereiro de 1933: Bertolt Brecht foge da Alemanha

28 de Fevereiro de 1933: Bertolt Brecht foge da Alemanha:

 No dia em que o escritor Bertolt Brecht deixou a Alemanha, em 28 de Fevereiro de 1933, a notícia nem sequer saiu no jornal. Ele não anunciara que iria deixar o país, e o tema das manchetes do dia era outro: o incêndio do Reichstag, na véspera.

A polícia responsabilizou a esquerda e logo apresentou o suposto autor do incêndio. Os nazis aproveitaram para prender um grande número de sindicalistas, socialistas e comunistas, que foram enviados aos primeiros campos de concentração, improvisados para esse fim.
Como nenhum outro intelectual, Brecht previra a catástrofe iminente, o que aconteceria se os nazis assumissem o poder na Alemanha. A sua Lied vom SA-Mann (Canção do homem da SA) deixa transparecer toda a sua clarividência.
Nela, ele descreve como a depressão no final da década de 1920, as batalhas de rua e as eternas crises de governo culminariam nas barbáries do Terceiro Reich.
Não demorou muito e começou o êxodo dos intelectuais alemães. Nem todos, porém, quiseram ou puderam fugir a tempo, como o detentor do Prémio Nobel da Paz Carl von Ossietzky, que foi levado para um campo de concentração e morreu em consequência das torturas.
Outros, como o escritor Erich Kästner, retiraram-se da vida pública e assim sobreviveram ao "reino de mil anos" que Hitler pretendia instituir. A história, contudo, lembra-se mais dos que quiseram e conseguiram escapar: Albert Einstein, os escritores Lion Feuchtwanger, Thomas Mann, Erich Maria Remarque, os músicos Kleiber, Busch, Klemperer e muitos outros.
Brecht foi um dos primeiros a deixar o país, por saber o que o aguardava quando o partido de Hitler começasse a colocar em prática as suas ameaças. Num poema, ele expôs as razões da sua perseguição: "Quando me forçaram ao exílio, os jornais publicaram que foi por um poema que fiz, ridicularizando o soldado da Primeira Guerra Mundial. Agora, quando eles preparam uma nova guerra mundial, decididos a superar as monstruosidades da última, é quando se persegue ou se mata gente como eu, por delatar os seus atentados".
A poesia a que Brecht se refere, que teria inspirado o ódio dos nazis, é Legende vom toten Soldaten (Lenda do soldado morto), um poema pacifista que se refere à Primeira Guerra Mundial.
Como faltassem soldados ao exército do Império Alemão, decidiu-se desenterrar um soldado que morrera, vesti-lo com um novo uniforme e arranjá-lo para que passasse pelo exame médico e fosse mandado de volta à frente de combate. Sob os aplausos do clero e dos representantes do grande capital, o defunto foi enviado ao campo de batalha para morrer como herói.
Os nazis não odiavam apenas o poeta Bertolt Brecht, odiavam também o seu pacifismo e o facto de ele ser comunista.
Brecht decidiu fugir assim que soube do incêndio do prédio do Reichstag. Um dia depois, na manhã de 28 de Fevereiro de 1933, deixava Berlim em direcção a Praga. Da capital da então Checoslováquia foi a Viena, de lá até à Suíça e a seguir para a Dinamarca, onde se radicou durante alguns anos. Viveu ainda na Finlândia e nos Estados Unidos da América.
Fontes: DW
wikipedia (imagem)


File:Bundesarchiv Bild 183-W0409-300, Bertolt Brecht.jpg

Bertolt Brecht em 1954




sábado, 27 de fevereiro de 2021

Colpaso das UTIs mostra que o tsunami da Covid já chegou

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Fernando Reinach, em artigo publicado pelo Estadão:


O colapso das UTIs que se espalha pelo Brasil era previsível. Um mês atrás foi descoberto que o desastre em Manaus estava associado a uma nova variante brasileira do Sars-CoV-2. Na mesma semana foi demonstrado que as novas variantes se espalham rapidamente e prejudicam a eficácia de algumas vacinas. Não foi difícil concluir que um tsunami de internações e mortes se aproximava (O Tsunami se Aproxima, Estadão / 30 de janeiro de 2021). Como sempre, nada foi feito, e o tsunami chegou.

Quando as novas variantes chegam a uma cidade, casos e internações sobem rapidamente e levam ao colapso do sistema de saúde. Araraquara é um bom exemplo. Se isso ocorrer simultaneamente em muitas cidades, o número de mortes por dia no País pode subir rapidamente para 3 mil ou 4 mil. Mas o mais provável é que essa onda de contaminação se espalhe gradativamente, com cidades ainda livres das variantes, outras no pico, outras com ele já superado.

Pelos próximos meses não podemos contar com os efeitos da vacinação, ainda lenta. E pior, não sabemos como a principal vacina que estamos utilizando, a Coronavac, se comporta frente às novas variantes do Sars-CoV-2 (nem o estudo de fase 3 dessa vacina foi publicado). Corremos o risco de a Coronavac ter sua eficácia diminuída perante as novas variantes, como se constatou para nossa segunda arma, a vacina da Oxford/AstraZeneca. O que sabemos é que mesmo vacinas de alta eficácia como as da Pfizer e Moderna perdem eficácia perante as novas variantes. Sobram a prevenção e, no limite, o lockdown.

O mundo já percebeu que só terão sucesso os países que vacinarem rápido a população, com vacinas de alta eficácia. Além disso precisam desenvolver e produzir rapidamente novas versões das vacinas. Pfizer e Moderna determinaram a eficácia das suas contra as variantes de Sars-CoV-2 e já estão testando novas versões. É pouco provável que Fiocruz e Butantan estejam à altura desse desafio. Sem dúvida este é o momento de diversificar o suprimento de vacinas e começar a elaborar um plano B com vacinas mais eficazes.

Enquanto a situação é de desespero no Brasil, um grupo de cientistas de EUA e Israel publicou o primeiro estudo sobre o efeito da vacinação em massa. Os resultados não podiam ser melhores. Israel já aplicou 90 doses de vacina da Pfizer para cada 100 habitantes - 53% da população já recebeu pelo menos uma dose e 37% já recebeu as duas. No início da vacinação os cientistas selecionaram 596.618 pessoas já vacinadas e compararam o aparecimento da doença nesse grupo com o aparecimento em outro grupo, também de 596.618 pessoas, ainda não vacinado. As pessoas foram escolhidas de modo que cada pessoa do grupo vacinado tivesse correspondente no grupo não vacinado. Assim se um homem de 56 anos, obeso e fumante era incluído no de vacinados, outro homem de 56 anos, obeso e fumante, era incluído no grupo controle.

Como a amostra é enorme, quase 1,2 milhão de pessoas, mais informações podem ser obtidas do que num estudo de fase 3. Entre os muitos resultados, o que me parece mais importante é o seguinte: a vacina reduziu o risco de infecção pelo coronavírus em 92%, reduziu o risco de casos com sintomas em 94%, reduziu o risco de hospitalização em 87%, o de casos graves em 92% e o de morte em 84%. Ou seja, a vacina vai fazer a doença desaparecer de Israel em poucos meses. E o mais importante: a Pfizer já deve ter pronto um reforço (uma terceira dose) capaz de proteger contra novas variantes. Israel não é o Brasil, mas enquanto muitos países caminham para solucionar o problema, nossos governantes parecem nos levar no caminho inverso.

*BIÓLOGO, PHD EM BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR PELA CORNELL UNIVERSITY E AUTOR DE A CHEGADA DO NOVO CORONAVÍRUS NO BRASIL; FOLHA DE LÓTUS, ESCORREGADOR DE MOSQUITO; E A LONGA MARCHA DOS GRILOS CANIBAIS

A urgência da CPI da pandemia

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Editorial do Estadão:


Sobre a mesa de trabalho do presidente do Congresso, o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), está o pedido de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as ações e omissões do governo federal na condução da crise sanitária provocada pelo novo coronavírus. O pedido é assinado por 31 senadores de 11 partidos. É do mais alto interesse público que esta CPI seja instalada imediatamente.

Pululam razões para que o Poder Legislativo exerça uma de suas principais prerrogativas constitucionais, a de fiscalizar o Poder Executivo. De longe, uma CPI é um dos instrumentos mais graves do sistema de freios e contrapesos, mas gravíssima é a tragédia que se abateu sobre o País.

Não é remota a possibilidade de que as atuações do presidente Jair Bolsonaro e do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, tenham sido determinantes para transformar o que seria uma profunda crise sanitária neste horror inominável. Um inquérito parlamentar para apurar responsabilidades, pois, é mandatório.

Já são mais de 250 mil vítimas fatais da peste. E não há nada que permita ao mais otimista dos brasileiros sonhar com dias melhores no futuro próximo. Ao contrário. É duro constatar que, a ser mantido o comportamento desidioso da dupla Bolsonaro e Pazuello, a Nação está mais próxima de prantear 300 mil vidas perdidas para o novo coronavírus em poucas semanas do que de ver o arrefecimento da crise no País.

No mesmo dia em que foi registrado o maior número de mortes por covid-19 em 24 horas no Brasil desde o início da pandemia – 1.582 óbitos, no dia 25 passado –, Bolsonaro foi às redes sociais não para lamentar os mortos, mas para desencorajar o uso de máscaras pela população.

Em sua irremediável impostura, o presidente aludiu a supostos “efeitos colaterais” das máscaras que teriam sido “evidenciados” por um “estudo” cujos autores não conseguiu sequer nominar. De quebra, voltou a criticar as medidas de distanciamento social adotadas nos Estados para evitar o iminente colapso do sistema de saúde. Assim, o presidente da República, em vez de usar seu poder de comunicação para convocar seus compatriotas a se acautelarem em relação ao coronavírus, faz pouco-caso dos doentes e mortos e incentiva de forma irresponsável a burla das medidas mais eficazes para frear o espalhamento do vírus.

É evidente que este tipo de comportamento irresponsável é apenas uma das tantas razões que ensejam a criação da CPI da Pandemia sem mais delongas. Quanto mais rápido os parlamentares investigarem condutas de autoridades federais que colaboram para o agravamento da crise, mais rápido elas serão cessadas. E muitas vidas certamente serão salvas.

O ministro da Saúde, por sua vez, parece ter acordado de um transe e só agora percebeu a gravidade da crise que, por dever de ofício, teria de administrar. “O avanço da doença pode surpreender. Não está centrado apenas no Norte e no Nordeste”, deu-se conta o ministro, até hoje incapaz de mensurar a extensão da pandemia e, por isso, de apresentar um plano coerente e factível para enfrentá-la.

Tão claudicante é a vacinação no País, e tão desleixada é a ação do governo federal para reverter este quadro, que foi preciso que o senador Rodrigo Pacheco assumisse a mediação de uma nova rodada de conversas entre as farmacêuticas Pfizer e Janssen e o Ministério da Saúde para que o Brasil pudesse sonhar em ter mais vacinas. Ora, só o fato de o presidente do Congresso ter de fazer o que caberia ao intendente Pazuello é razão mais do que evidente da premência de uma CPI da Pandemia.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), não vê necessidade de uma CPI no momento porque, segundo disse, não é hora de “discutir quem é culpado disso ou daquilo”. De fato, a grande prioridade nacional é vacinar todos os brasileiros e impedir o colapso do sistema de saúde. Ambas as providências, contudo, dependem de um Ministério da Saúde que esteja interessado na saúde dos cidadãos, e não nos objetivos eleitorais do presidente da República. Assim, uma CPI que chame às falas os responsáveis pelo desastre sanitário pode funcionar como lenitivo para o patológico descaso do governo Bolsonaro com a vida de seus governados.

Com todas as letras, eu acuso: Bolsonaro é um homicida

Com todas as letras, eu acuso: Bolsonaro é um homicida:

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Homicida é assim definido na língua nacional: adjetivo de dois gêneros; que acarreta ou pode acarretar a morte de muitas pessoas.

Ao incentivar aglomerações; guerrear contra isolamento social; espalhar notícias falsas sobre o uso de máscaras e, por fim, demonizar as vacinas, o presidente da República age como um verdadeiro homicida, e já deveria estar preso, preventivamente, por risco à ordem pública, ou, no mínimo, impedido de continuar sua cruzada suicida, seja através do impeachment ou seja por ordem judicial. O que não dá mais, definitivamente!, é permitir que esse lunático continue o livre exercício da apologia ao suicídio, que é o que ele faz há exatamente um ano no Brasil.

A conduta do verdugo do Planalto deixou de ser omissão há muito tempo. Bolsonaro investe, dia sim, dia também, na morte dos brasileiros. Por que o faz, já não importa. Se por ideologia ou ignorância; por psicopatia ou demência; por satisfação ou vingança; ou simples projeto de poder, tanto faz, como tanto fez. O fato é que, diante de 1.5 mil mortes e 50 mil novos casos a cada 24 horas, manter este bárbaro no Poder é assinar a sentença de morte de mais milhares de pessoas, já que as projeções não são nada animadoras. Ao contrário; são assustadoras.

Eu já clamei – não uma, não duas, mas dezenas de vezes – aos demais Poderes constituídos, para que deem um basta na conduta genocida deste marqueteiro da morte. Cerca de 20% ou 30% da população não só praticam, em maior ou menor grau, as atrocidades que o devoto da cloroquina prega, como reverberam tais sandices nas redes sociais e círculos íntimos. É uma espécie de ciclo da morte, onde um ensina, vários praticam, e outros replicam, disseminando a doença, o colapso hospitalar e os óbitos, indiscriminadamente, por todo o País. Já deu, pô!

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Especialistas defendem medidas mais rígidas; parte pede até lockdown para conter vírus

Especialistas defendem medidas mais rígidas; parte pede até lockdown para conter vírus:

Leia sobre: https://bit.ly/2ZZm2Zf
População também pode contribuir evitando aglomerações e empresários, flexibilizando horários de entrada e saída de funcionários; gestores municipais também devem rever transporte público para evitar superlotação

Covid-19: Brasil registra 1.386 mortes em 24 horas, diz Saúde

Covid-19: Brasil registra 1.386 mortes em 24 horas, diz Saúde:


O Brasil registrou nas últimas 24 horas 1.386 mortes por Covid-19 e 61.602 novos casos, informou o Ministério da Saúde neste sábado...

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A HORA DA VERDADE PARA RALÉ DA POLÍTICA.

Há quase 27 anos eu sou médico. Há 27 anos qualquer político corrupto de qualquer partido, qualquer vagabundo petista "líder comunitário" de vila, qualquer vereadorzinho, de esquerda ou direita. pintou e bordou comigo e com a Medicina no Brasil. Essa gente perseguiu, “denunciou”, demitiu e assediou moralmente tanto a mim quanto a MILHARES de médicos do país - agora chegou a hora deles fazerem isso com a COVID19. Vamos ver como vão se sair. Essa eu quero assistir! Vamos ver como se saem os Vagabundos Petistas e os Psicopatas Fascistas Clorokillers do Bolsonaro!
 (Milton Pires)

'Ficou implorando leito', diz filha de homem com Covid que morreu esperando vaga de UTI em Canoas

'Ficou implorando leito', diz filha de homem com Covid que morreu esperando vaga de UTI em Canoas:
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Nei Carlos Trindade Júnior, o Chiquinho, tinha 45 anos. Sem leitos de UTI disponíveis, transferência para outro município foi impossibilitada após piora no estado de saúde do paciente, informou a prefeitura. Nei Carlos, conhecido como Chiquinho, presidia liga de futebol sete em Canoas Acervo pessoal Dez dias separaram o aparecimento dos primeiros sintomas e a morte de Nei Carlos Trindade Júnior, de 45 anos, por Covid-19, na terça-feira (23). Morador de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre, Chiquinho, como era conhecido, não resistiu às complicações enquanto esperava por uma vaga de UTI. Segundo uma das filhas, Larissa, o pai ficou na fila de espera por uma vaga de UTI até morrer. "Ficou cinco dias lúcido e implorando o leito", lamentou. A G1, a Secretaria Estadual da Saúde (SES) informou que "o Sistema de Gerenciamento de Internações (Gerint) processa as solicitações e indica os locais para que sejam feitas as internações em hospitais de referência regionais que tenham estrutura e capacidade instaladas para receber pacientes em estado grave". Sobre o paciente de Canoas disse que não tem "como apurar casos individuais". Leia nota abaixo. A prefeitura de Canoas lamentou o morte e afirmou que "o paciente recebeu todo o suporte no atendimento". Leia nota completa abaixo. O caso é mais um observado na semana em que a pandemia avançou no Rio Grande do Sul, com a ocupação dos leitos críticos se aproximando da capacidade máxima. Até às 16h07 desta sexta-feira (26), o índice de lotação das UTIs do estado era de 93,4%. Já em Canoas, a taxa era de 96,5% e 38 pacientes aguardavam um leito de UTI Covid. Casado e pai de quatro filhos, sendo um já falecido, Chiquinho era presidente da Liga Canoense Futebol Sete, entidade que organiza torneios esportivos e ações beneficentes na cidade. Impossibilitado de realizar os campeonatos, em razão da pandemia, o comerciante abriu uma tele-entrega de churrasco e bebidas para garantir a renda da família. Busca por atendimento De acordo com Larissa, os sintomas do pai começaram leves, no dia 14 de fevereiro, quando ele apresentou dor de garganta e tosse fraca. O quadro evoluiu na madrugada seguinte, quando o comerciante passou a ter febre. "Na terça-feira de manhã [dia 16], a gente levou numa clínica particular. Ele já estava muito mal. Ele fez os primeiros procedimentos na clínica, tomou medicação, voltou para casa. Eles pediram para fazer o teste e levá-lo ao hospital", relatou Larissa. No dia seguinte, familiares levaram Chiquinho para uma unidade de pronto atendimento em Canoas. Como a UPA estava lotada, ele não foi atendido. No dia 18, já com falta de ar, ele voltou ao local e conseguiu ser internado. A situação do paciente foi se agravando com o passar dos dias. Os níveis de oxigênio no organismo de Chiquinho baixaram e ele precisou respirar com ajuda de aparelhos. O comerciante aguardou por vagas nos hospitais Universitário e Nossa Senhora das Graças, ambos em Canoas, que não tinham mais leitos de UTI disponíveis. De acordo com a Prefeitura de Canoas, o pedido por uma vaga foi feito no dia 19 e a reserva aconteceu três dias depois. "Eu tenho áudios dele dizendo 'por favor, me tirem daqui! Eu preciso sair daqui, tem gente morrendo! Eu não consigo respirar"', relatou a filha. Transferência sem sucesso Na segunda (22), a família foi chamada para recolher os pertences do pai, que seria transferido para uma vaga de UTI em Garibaldi, na Serra, a 99 km de Canoas. "Ele se agitou, ficou muito nervoso. Ele sabia que a família não tinha condições de ir até Garibaldi", contou. A transferência, no entanto, foi frustrada, em razão da gravidade do estado de saúde de Chiquinho. Segundo Larissa, médicos afirmaram que seria muito arriscado deixar o paciente numa ambulância correndo o risco de sofrer uma parada cardíaca durante o trajeto. Na terça (23), após a piora no quadro, Chiquinho sofreu três paradas cardíacas e morreu. "Havia registro de instabilidade clínica para o transporte do paciente, o que impossibilitou a transferência", explicou a prefeitura. "Ele lutou até o último momento", disse Larissa. Chiquinho abriu uma churrascaria durante a pandemia Acervo pessoal Reflexão e revolta Lamentando a morte do pai, Larissa alertou para os riscos do coronavírus e lembrou dos cuidados tomados por Chiquinho durante a pandemia. "As pessoas precisam ser conscientes. Ele sempre se cuidou, ele era uma pessoa que dizia 'bota a máscara, lava a mão'. E ele foi a pessoa que pegou e não resistiu", lembrou. A filha ainda reclamou das dificuldades para conseguir o atendimento para o pai. "Sem condições, um leito em Garibaldi, tendo dois hospitais em Canoas. Não tem como aceitar uma coisa dessas", protestou. Nota da Prefeitura de Canoas "O paciente Nei Carlos Trindade Júnior deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento Guajuviras, em Canoas, no dia 18/02, com quadro de Covid-19. No dia 19/02, foi inserida solicitação no sistema de regulação para transferência para leito de UTI. Foi captada vaga na rede hospitalar de Canoas e, conforme evolução da solicitação, em 22/02, foi reservada vaga no Hospital Nossa Senhora das Graças. Na tarde do dia 23/02, havia registro de instabilidade clínica para o transporte do paciente, o que impossibilitou a transferência. Importante ressaltar que o agravamento rápido e repentino dos quadros é uma característica da Covid-19 e que para ser transferido o paciente precisa antes estar estabilizado. A direção técnica informa que o paciente recebeu todo o suporte no atendimento, primeiramente sendo encaminhado à Sala Amarela e, após, no dia 22/02, à Sala Vermelha (casos gravíssimos), devido ao agravamento dos sintomas e quadro clínico instável. Conforme registro da equipe médica, ele apresentava comorbidade e obesidade grau 3. De acordo com informação registrada, o paciente veio à óbito às 19h30. A Secretaria Municipal da Saúde de Canoas lamenta profundamente a perda de mais um canoense para a Covid-19 e se solidariza com a família, amigos e comunidade". Nota da SES Diante do agravamento da pandemia de Covid-19 no RS e da rapidez com que evolui o quadro clínico dos pacientes, gerando maior necessidade de internação clínica e de UTI, a Secretaria da Saúde (SES) informa que, por meio do Departamento de Regulação Estadual (DRE), está atenta às necessidades de atendimento da população gaúcha, realizando todos os esforços para efetuar as transferências de todos os pacientes que precisarem de vagas para atendimento intensivo e de urgência. As transferências são executadas em conjunto com os municípios, pronto-atendimentos e com hospitais que não dispõem de leitos de UTI. O Sistema de Gerenciamento de Internações (Gerint) processa as solicitações e indica os locais para que sejam feitas as internações em hospitais de referência regionais que tenham estrutura e capacidade instaladas para receber pacientes em estado grave. Infelizmente, neste momento, com o agravamento brutal da pandemia e o consequente aumento da fila de espera por leitos de UTI, não temos como apurar casos individuais. VÍDEOS: Profissionais da saúde falam sobre rotina de atendimentos

Líder do Regime Fascista diz que Governador que "fechar seu Estado" bancará o Auxílio Emergencial.

<span class="ssssschl">Bolsonaro</span> diz que governador que ‘fechar seu Estado’ bancará auxílio emergencial:

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Em meio ao aumento dos números da pandemia da covid-19 no País, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta, 26, que o governador que adotar medidas de restrição por conta da crise sanitária deverá bancar novas rodadas do auxílio emergencial. A fala ocorre no momento em que governantes locais estudam e adotam medidas de fechamento para combater a disseminação do vírus, que matou mais de 251 mil brasileiros desde o início da pandemia.

“O auxílio emergencial vem por mais alguns meses e daqui para frente o governador que fechar seu Estado, o governador que destrói emprego, ele é que deve bancar o auxílio emergencial. Não pode continuar fazendo política e jogar para o colo do presidente da República essa responsabilidade”, declarou Bolsonaro durante visita às obras de duplicação da BR-222, em Caucaia (CE).

Durante live semanal nesta quinta, 25, Bolsonaro disse que a proposta estudada pelo governo é pagar o auxílio a partir de março, por quatro meses e no valor de R$ 250. O pagamento da nova rodada do benefício, segundo ele, é “para ver se a economia pega de vez, pega para valer”. Contrário a medidas de restrição e incomodado com a pressão em cima do governo federal, Bolsonaro tem sugerido que a população cobre de prefeitos e governadores o pagamento do auxílio.

“A pandemia nos atrapalhou bastante, mas nós venceremos este mal, pode ter certeza”, disse no evento. “O que o povo mais pede e eu tenho visto, em especial no Ceará, é (para) trabalhar. Essa politicalha do ‘fica em casa a economia a gente vê depois’ não deu certo e não vai dar certo”, acrescentou.

Nesta tarde, o presidente visitou obras da duplicação de trecho da BR-222 e o anel viário de Fortaleza. O trecho em duplicação liga o município de Caucaia ao Porto de Pecém. De acordo com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, até março o governo deve entregar seis quilômetros da duplicação. Outros seis quilômetros devem ser entregues até junho.

No evento, Bolsonaro agradeceu o apoio da população para sua eleição em 2018 e enalteceu as entregas do governo. “Nós sabíamos que não seria fácil, mas os inimigos podem ter certeza de uma coisa: nós não nos entregaremos. Estamos aqui hoje apresentando uma parte do serviço feito pelo nosso ministro Tarcísio, da Infraestrutura. Como vocês podem notar, é um serviço de qualidade, coisa que nunca teve aqui no Ceará”, disse.

Bolsonaro também realizou nesta tarde, junto do presidente da Caixa Econômica, Pedro Guimarães, a entrega de três unidades habitacionais. Mais cedo, o chefe do Executivo acompanhado de ministros esteve no município de Tianguá (CE), onde assinou ordem de serviço para a retomada de três obras rodoviárias. O presidente deve retornar a Brasília nesta noite com previsão de chegada às 20h30.

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Bolsonaro reafirma que é “imbrochável”. Ou seja, vai continuar f* o Brasil

<span class="ssssschl">Bolsonaro</span> reafirma que é “imbrochável”. Ou seja, vai continuar f* o Brasil:

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Em mais um de seus costumeiros shows de ignorância, negacionismo e grosseria pura, Jair Bolsonaro, o verdugo do Planalto, naquele linguajar de cafetão bêbado em bordel decadente, prometeu continuar “fodendo” o Brasil (na minha interpretação pessoal, é claro).

Na verdade, o amigão do Queiroz disse que, “apesar de ser atacado 24 horas por dia”, o que, como de costume, é mentira, pois ele não é atacado, mas sim criticado, não irá desistir, pois o povo é muito mais importante: “não vão me fazer desistir, porque sou imbrochável”.

No dia em que o País completou um ano de pandemia do novo coronavírus, com recorde de novos casos e de mortes, sem vacinas, seringas e agulhas suficientes sequer para os grupos de risco, o devoto da cloroquina voltou a glorificar a si mesmo e sua estupidez.

O pai do senador das rachadinhas ameaçou os estados que entrarem em “lockdown” de não pagar o novo auxílio emergencial que está em discussão no Congresso. Como? O dinheiro é dele ou da sociedade? Quem esse psicopata pensa que é? Ora, vá te catar, ô bilontra!

O marido da receptora de cheques de miliciano (Michelle Bolsonaro), não está satisfeito com o número diário de óbitos; ele quer mais. Muito mais! Quer o povo na rua, de preferência sem máscaras e de peito aberto, afinal ninguém é marica. Se morrer, morreu. E daí?

A Pfizer é a fabricante do Viagra, medicamento mais vendido no mundo para disfunção erétil, popularmente chamada de “brochada”. É também a fabricante da vacina mais eficiente contra a Covid-19. Pena que o maníaco do tratamento precoce é apenas “imbrochável”.

Bom mesmo seria se fosse “imburrável, imgenocida e imnegacionista”, e tratasse de comprar vacinas, ao invés de Viagra. Talvez, assim, deixasse de pensar – e de falar! – tanta besteira, e começasse a governar o País. De imbrochável nos “fodendo”, já estamos com o saco cheio.

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OMS diz que Brasil vive ‘tragédia’ com nova onda de Covid

OMS diz que Brasil vive ‘tragédia’ com nova onda de Covid:

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SÃO PAULO, 27 FEV (ANSA) – O diretor-executivo de emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS), Mike Ryan, afirmou nesta sexta-feira (27) que o Brasil enfrenta “uma tragédia” causada por “uma nova onda” da pandemia do coronavírus Sars-CoV-2.

“Infelizmente, é uma tragédia que o Brasil esteja enfrentando isso de novo e é difícil. Esta deve ser a quarta onda que o país volta a enfrentar”, disse durante coletiva de imprensa.

Ryan elogiou o sistema de saúde pública brasileiro e as ações dos estados para conter a disseminação da Covid-19, mas ressaltou que é necessário o controle da transmissão em todo o país.

“O Brasil é muito capaz e tem muitas instituições científicas e de saúde pública fantásticas. Acredito que o país sabe o que fazer e muitos estados estão tentando aplicar as melhores medidas. Não é simples. Não é fácil, pois não existe uma parte do país que não tenha sido seriamente afetada pela pandemia”, acrescentou.

De acordo com Ryan, o aumento nos dados no Brasil serve de lição para o mundo e comprova que a pandemia não acabou. “Não acabou para ninguém e qualquer relaxamento é perigoso”.

A declaração foi dada no mesmo dia em que o presidente Jair Bolsonaro fez duras críticas aos estados que estão impondo medidas mais restritivas para evitar a propagação do vírus Sars-CoV-2.

“Esses que fecham tudo e destroem empregos estão na contramão daquilo que seu povo quer. Não me critiquem, vão para o meio do povo mesmo depois das eleições”, disse Bolsonaro à uma aglomeração na cidade de Tinguá (CE).

Ontem (26), o Brasil completou um ano do primeiro caso registrado no país, atingindo quase 253 mil mortes e mais de 10,4 milhões de casos, segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). (ANSA)

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Quadro de Van Gogh vai a leilão após 100 anos sem ser visto em público

Quadro de Van Gogh vai a leilão após 100 anos sem ser visto em público:

Um quadro de Vincent Van Gogh (1853-1890), batizado de Street Scene in Montmartre (Cena de rua em Montmartre), será leiloado pela casa Sotheby’s em março por um valor estimado em 8 milhões de euros (em torno de 50 milhões de reais). A obra ganhou visibilidade por seu caráter quase inédito: há um século não era exposta em público, guardada pela mesma família de colecionadores.

A pintura datada de 1887 mostra detalhes do famoso bairro parisiense onde o artista holandês viveu com o irmão Theo, entre 1886 e 1887, três anos antes de Van Gogh morrer em um controverso suicídio — algumas teorias sugerem que o pintor teria sido assassinado. O badalado Montmartre surge no quadro com características  rurais que pouco remetem à atual realidade urbana da região onde estão pontos turísticos como Moulin Rouge e a basílica de Sacré-Coeur.

Antes da venda, o quadro será exposto na casa de leilão em Paris, Amsterdã e Hong Kong.

“O tsunami chegou”

“O tsunami chegou”:


“O colapso das UTIs que se espalha pelo Brasil era previsível”, diz Fernando Reinach.

“Um mês atrás foi descoberto que o desastre em Manaus estava associado a uma nova variante brasileira do Sars-CoV-2...

Leia este conteúdo na integra em: “O tsunami chegou”

“Teremos uma megaepidemia de Norte a Sul”, diz, com toda razão, Henrique Mandetta

“Teremos uma megaepidemia de Norte a Sul”, diz Mandetta:


"Teremos 60, 90 dias extremamente duros, uma megaepidemia de Norte a Sul", disse Luiz Henrique Mandetta...

Leia este conteúdo na integra em: “Teremos uma megaepidemia de Norte a Sul”, diz Mandetta

Mussolini e a Ascensão do Fascismo – Donald Sassoon

Mussolini e a Ascensão do Fascismo – Donald Sassoon:

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Benito Mussolini bem que tentou passar à história a ideia de que tomou o poder à força na Itália. De fato, não foi nada disso. Mussolini foi nomeado primeiro ministro pelo rei Vítor Emanuel III em 31 de outubro de 1922. Mas o que faz o líder de um partido minoritário e impopular, sem uma base nacional e desprovido do apoio dos militares chegar ao comando do governo italiano e permanecer por mais de 20 anos? Para o historiador Donald Sassoon, este é o ponto chave para se entender o surgimento e a ascensão do fascismo na Itália e a entrada deste país na Segunda Guerra Mundial.

“Unidos pela saúde, contra o colapso”

26/02/2021 - 17h24min Atualizada 
em 26/02/2021 - 18h46min

Criado na quarta-feira (24), um movimento contra o colapso na saúde e que reúne dezenas de profissionais da linha de frente do combate ao coronavírus, alerta para o risco de uma catástrofe humanitária sem precedentes se não houver conscientização das pessoas para a gravidade da situação.

Integrado por médicos que atuam em hospitais públicos e privados, dirigentes de hospitais, pesquisadores e profissionais de alguma forma ligados à área de saúde, o grupo troca ideias pelo WhatsApp e lançou nesta sexta-feira (26) um manifesto dizendo a que veio: mostrar a realidade sem filtros para impedir que mais pessoas morram por falta de atendimento.

“Estamos à beira da maior catástrofe humanitária da nossa história. As notícias convencionais e as redes sociais não conseguem mostrar o que está acontecendo de fato nas UTIs, Emergências e em todos os estabelecimentos de saúde espalhados pelo Rio Grande do Sul”, diz um trecho do manifesto.
Um dos cards que será usado na campanhaReprodução

Iniciativa do publicitário Eduardo Corrêa da Silva, e de seu sócio Alessandro Irigoyen da Costa, donos da CCM Group, empresa que organiza congressos médicos, o grupo ganhou a adesão de médicos dos principais hospitais do Brasil. A marca, na cor verde, remete tanto a mãos unidas quanto ao pulmão, órgão mais afetado pelo coronavírus.

— Embora nossa empresa viva de eventos presenciais, nós e a maioria de nossos clientes estamos com muito receio que o Rio Grande do Sul se torne um novo Amazonas — disse Corrêa à coluna, antes de o governador Eduardo Leite adotar as restrições máximas anunciadas na quinta-feira (25).

Nas trocas de mensagens, transparece a preocupação com a apatia da sociedade diante dos números que atestam o colapso no sistema de saúde. Por isso, o grupo decidiu promover campanhas nas redes sociais usando mensagens fortes, inspiradas nas cenas impressas em carteiras de cigarro, para desestimular as aglomerações.

“Criamos esse grupo para mobilizar, apresentar a realidade como ela é, levar a você informação verdadeira, com credibilidade e tocar cada um dos brasileiros para que ajude a evitar uma tragédia ainda maior tomando as medidas de proteção, evitando aglomerações e protegendo a si e a quem se ama. É hora de irmos além dos números”, continua o documento.

Entre os médicos, cresce a ideia de divulgar imagens a que a imprensa não tem acesso, do interior das emergências e das UTIs — preservando a identidade dos pacientes, naturalmente — para dar a verdadeira dimensão da tragédia. Um cinegrafista de São Paulo foi contratado para produzir imagens que retratem a realidade “da porta para dentro”.

Os primeiros cards já aprovados são dirigidos aos jovens, público que, por se considerar fora do grupo de risco, resiste em adotar os protocolos de segurança sanitária. De diferentes hospitais, os médicos relatam o crescimento das internações de jovens em ambulatórios e UTIs. No Hospital Moinhos de Vento, 35% dos pacientes em UTI têm entre 30 e 60 anos, mas em diferentes instituições há relatos de pacientes bem mais jovens internados em estado grave.

“Enquanto não houver uma grande expansão da vacinação, qualquer pessoa pode morrer, sem chance de tratamento, porque simplesmente não vai ter onde ser tratada. Isso afeta a todos que precisem de hospitalização e não apenas quem tem Covid-19. Vamos mostrar um pouco dessa realidade”, reforça o manifesto.

Estes são alguns das dezenas de profissionais que já assinaram o documento, estão André Fay, Stephen Stefani, Lucia Pellanda, Fabiano Ramos, Jaderson Costa, Rogerio Rocca, Leandro Zimermann, João Gabbardo e Erno Harzheim.
Confira a íntegra do manifesto:

“Somos médicos, lideranças da saúde e profissionais de diversas áreas, atentos e preocupados com o que acontece nesse momento em nosso país, especialmente no nosso estado, Rio Grande do Sul. Estamos à beira da maior catástrofe humanitária da nossa história.

As notícias convencionais e as redes sociais não conseguem mostrar o que está acontecendo de fato nas UTIs, Emergências e em todos os estabelecimentos de saúde espalhados pelo RS.

Por isso criamos esse grupo para mobilizar, apresentar a realidade como ela é, levar a você informação verdadeira, com credibilidade e tocar cada um dos brasileiros para que ajude a evitar uma tragédia ainda maior tomando as medidas de proteção, evitando aglomerações e protegendo a si e a quem se ama. É hora de irmos além dos números.

Enquanto não houver uma grande expansão da vacinação, qualquer pessoa pode morrer, sem chance de tratamento, porque simplesmente não vai ter onde ser tratada. Isso afeta a todos que precisem de hospitalização e não apenas quem tem COVID-19. Vamos mostrar um pouco dessa realidade.

Cada um de nós deve se tornar um protagonista da virada, cuidando-se, usando máscara, não participando de nenhuma aglomeração e ficando tão distanciado socialmente quanto possível. Esse manifesto é um chamado a este protagonismo e uma mobilização para uma luta que é de todos nós! Convidamos você a participar: Unidos pela a Saúde, Contra o Colapso!"

Previsão Sul - Chuva volumosa no litoral do PR e SC

Previsão Sul - Chuva volumosa no litoral do PR e SC:

Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre previsão, temperatura mínima e máxima prevista, além de destaques relevantes dos últimos dias.

27 de Fevereiro de 380: O Imperador Teodósio promulga o Édito de Tessalónica ordenando que o cristianismo seja a religião oficial do Estado Romano.

5h

por Carla Brito
 via Estórias da História

Depois da renúncia ao "paganismo" por parte do estado imperial romano em 379, foi promulgado o Édito de Tessalónica a 27 de Fevereiro de 380, pelo qual todos os súbditos do imperador de Roma se deveriam "reunir na fé transmitida aos Romanos pelo apóstolo Pedro". O referido édito também conhecido como Cunctos Populos ou De Fide Catolica foi promulgado Teodósio, imperador com o qual a Igreja assume-se como único credo oficial do Império e detentora do primado moral. A Igreja, agora numa relação mais estreita com o Estado, lançava-se na sua organização e consolidação territorial. Desde Constantino, todavia, que aquela nova organização monoteísta, legalmente reconhecida, começara a empreender esforços de gestão das comunidades crescentes de cristãos.


A organização da Igreja romano-cristã partiu da cidade, isto é, da fixação de comunidades cristãs em núcleos urbanos, os quais gradualmente passaram a ser a base da organização eclesiástica, pois muitas cidades se tornaram sedes de bispado - daí o termo sé, do latim sedes, "cadeira", o mesmo que cathedra, de onde deriva o sinónimo de sé, "catedral". Cada bispo torna-se assim, aclamado pelo povo e confirmado pelos seus congéneres de comunidades próximas, líder da sua comunidade, não apenas espiritual mas também, cada vez mais, temporalmente. Mas os esforços de estruturação da Igreja romano-cristã já tinham começado no século III, um século violento e sangrento, sem dúvida, mas intelectualmente notável no Cristianismo e com comunidades cada vez mais ativas e maiores a exigirem enquadramento e organização eclesiástica.

A partir de começos do século III, surgem os concílios provinciais, isto é, reuniões de bispos de uma região com objetivo de defesa da ortodoxia cristã. O primeiro concílio universal, ou ecuménico, reunindo bispos de todo o Império, foi o de Niceia, em 325, convocado pelo imperador Constantino, importante para a organização da Igreja, pois criou os fundamentos da organização das províncias eclesiásticas, metropolitas, lideradas por arcebispos, das quais as mais antigas, como Antioquia, Alexandria, como também Constantinopla, Jerusalém e a própria Roma passarão a patriarcados. O bispo de Roma, patriarca, primaz da nova Cristandade, só receberá o título de papa a partir do século V. Roma, a mais importante metrópole do Ocidente, ganha o título de Sede Apostólica, primaz do Ocidente, já que no Oriente apenas lhe reconheciam supremacia honorífica e não disciplinar ou em termos de doutrina.
A Igreja após Constantino entrou numa era de expansão, conseguindo interditar o paganismo e passando ela própria a perseguir, de certo modo, os pagãos. Igreja e estado confundem-se cada vez mais, com o segundo a tornar-se um braço secular de apoio à primeira, principalmente na repressão e aniquilamento de heresias e de hereges, como sucedeu com o Arianismo, por exemplo. O Cristianismo tendia a tornar-se num fator de coesão e unidade do Império em desagregação, pelo que as divisões no seio da religião oficial, patentes nas lutas entre a ortodoxia e as heresias (heterodoxia), não poderiam ser toleradas pela tutela imperial. O culto cristão tornou-se público, o que fez com que se erigissem novos templos ou se adaptassem anteriores estruturas, como as basílicas, que agora passam a ter um fim religioso e não apenas administrativo ou judicial. Os cristãos passam a ter uma relação com a realidade político-social maior, participando em atos públicos e até integrando o exército. Também a cristianização dos povos "bárbaros" e do Norte de África, onde surgiriam comunidades cristãs ativas e intelectualmente brilhantes (Hippona, Cartago...), reforçou a autoridade e prestígio da Igreja de Roma, enquanto que as comunidades orientais, de matriz grega (o Ocidente era mais latino...) se destacavam mais no plano teológico, no que foram fermento de muitas heresias, em contrapartida (Arianismo, Monofisismo, Nestorianismo, etc...). No Oriente, vários grupos cristãos não gregos, como os povos siríacos, os Arménios ou os Coptas de África, enveredaram, por exemplo, pela condenada heresia monofisita (Cristo apenas tinha uma natureza, a humana, e não duas, a divina e a humana), o que abalou a unidade da Igreja romano-cristã, minada também pela divisão no Império Romano entre o Oriente e o Ocidente, com duas "capitais", Constantinopla e Roma, respetivamente. As rivalidades entre os patriarcados orientais e destes em relação a Constantinopla, a par do viveiro de heresias e da multiplicação de experiências monástico-eremíticas, tornaram a Igreja Romano-Cristã do Oriente muito mais dividida e em afastamento e confronto face ao Ocidente, palco de polémicas entre a erudita Alexandria e a cosmopolita Constantinopla, por exemplo.
Roma, todavia, gozava da sua antiguidade e estatuto imperial, da sua vetusta urbanidade, a Urbe, caput mundi, apesar de empobrecida, insegura e ameaçada constantemente, além de crescentemente anárquica. Graças ao Cristianismo, a queda do império foi adiada, mas não por muito tempo, já que aquela adveio em 476. Todavia, a Igreja Romano-Cristã não desapareceu, consolidou-se e expandiu-se, não apenas na cristianização dos povos germânicos que pulverizaram o antigo império como também através da expansão do monaquismo no Ocidente. O Império do Oriente prosseguiu a sua marcha de vida, mantendo o respeito por Roma e pela tradição. O estatuto dos papas tal fazia perseverar, insuflando autoridade e organização numa cidade, Roma, caída nas garras dos saques e devastações dos germânicos. A organização episcopal, a construção de inúmeras igrejas, o crescimento das antigas dioceses e o aparecimento de inúmeras novas, o fermento espiritual e intelectual mantiveram o prestígio de Roma, mais afastada das querelas e disputas teológicas que varriam o Oriente.
Fontes: Infopédia
wikipedia (imagens)








Santo Ambrósio e o Imperador Teodósio - Anthony van Dyck

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

No dia com mais mortes, Líder Fascista insiste no negacionismo

No dia com mais mortes, Bolsonaro insiste no negacionismo:

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https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,com-avanco-da-covid-hospitais-privados-de-elite-em-sp-registram-taxa-de-ocupacao-superior-a-90,70003628169

O Eldorado Expresso informa os assuntos que vão pautar o dia.
De segunda a sexta, Carolina Ercolin e Haisem Abaki apresentam um resumo dinâmico do noticiário com destaques exclusivos direto da redação do Estadão.

Saiba mais

https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,em-tom-de-alerta-pazuello-cita-nova-etapa-da-pandemia-mas-ignora-risco-de-aglomeracoes,70003628292

https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,chegada-de-novas-doses-faz-capitais-retomarem-ou-ampliarem-publico-da-vacinacao-contra-covid-19,70003628587

https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/camara-adia-para-6a-feira-votacao-da-pec-da-blindagem/

https://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,titulo-brasileiro-deve-dar-condicoes-para-ceni-fazer-mudancas-no-flamengo,70003628829

https://cultura.estadao.com.br/noticias/musica,a-mediocridade-sempre-volta-diz-ivan-lins-que-faz-show-em-sao-paulo,70003628076

General Fascista culpa "Novas Cepas" pela Piora do Cenário.

<span class="ssssschl">Pazuello</span> diz que pandemia estava em "situação de estabilidade" e culpa novas cepas por piora no cenário:
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O general afirmou que, em novembro, o número de casos diários e mortes pela Covid-19 estava estável e que esperava manter a situação com a chegada da vacina. No entanto, segundo ele, o Brasil passa agora por uma "nova etapa", devido às novas mutações

Saída Proposta para General da "Asfixia de Manaus" cria confusão entre o Exército e o Líder Fascista.

Saída proposta para <span class="ssssschl">Pazuello</span> opõe Bolsonaro ao Exército:

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O presidente Jair Bolsonaro estuda o que considera uma saída honrosa para tirar o ministro Eduardo Pazuello da Saúde: promovê-lo a um grau hierárquico hoje inexistente no Exército. Leia mais (02/26/2021 - 13h29)

O COLAPSO FINAL DO SUS DURANTE A COVID19


 

'Estou enxergando o pico do Everest. Estamos apavorados', diz secretária da Saúde do RS

'Estou enxergando o pico do Everest. Estamos apavorados', diz secretária da Saúde do RS: Arita Bergmann alertou para esgotamento da capacidade das UTIs no estado. Manifestação foi feita durante reunião do governo com prefeitos. Estado acionou o último nível do Plano de Contingência Hospitalar, criado no início da pandemia. 'Estou enxergando o pico do Everest. Estamos apavorados', diz secretária da Saúde do RS A secretária da Saúde do Rio Grande do Sul, Arita Bergmann, alertou para o risco de esgotamento da capacidade do sistema de saúde do estado no combate ao coronavírus. A manifestação foi feita, nesta quinta-feira (25), durante a reunião do governador Eduardo Leite com prefeitos para tratar do sistema de cogestão - que autoriza os municípios a adotar medidas mais brandas em relação às bandeiras impostas pelo estado. A titular da pasta afirmou enxergar "o pico do Everest", em menção à situação da pandemia no RS. "Eu já estou enxergando o pico do Everest. Estamos aqui apavorados", afirmou. Governo do RS suspende sistema de cogestão por nove dias; medida entra em vigor no sábado A secretária da Saúde apresentou a evolução da ocupação de leitos clínicos e de UTI nas últimas semanas. No dia 24 de janeiro, o RS tinha 2.383 pessoas internadas com Covid-19. Já nesta quinta, o número era de 4.925 pacientes em hospitais, uma alta de 206% em pouco mais de um mês. No caso dos leitos críticos, os hospitais operam com 91,8% da capacidade máxima. “Esta é maior taxa de ocupação até agora, uma situação de extrema gravidade, e será necessária a utilização de espaços disponíveis em cada instituição da rede hospitalar do estado”, explicou o diretor do Departamento de Regulação Estadual, Eduardo Elsade. Segundo Arita Bergmann, se o ritmo atual for mantido, o RS pode ficar sem leitos para atender a demanda. "Não haverá leitos, especialmente de UTI, para atender a demanda, que é crescente. Crescente a ponto de nos deixar com uma lista de espera", explicou. Último nível do plano hospitalar A secretária da Saúde informou ainda que o estado acionou o último nível do Plano de Contingência Hospitalar e solicitou aos hospitais o uso de todos os espaços possíveis para receber pacientes, diante da dificuldade de criar novos leitos de UTI. Além da suspensão imediata das cirurgias eletivas (com exceção das cirurgias de urgência ou que representem risco para o paciente), deverão ser instalados leitos emergenciais em salas de recuperação e em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) intermediárias. Junto à ocupação dessas áreas a serem disponibilizadas, deverão também ser acionadas as equipes técnicas desses setores, especialmente as equipes médicas e de enfermagem. “A partir de agora, os hospitais gaúchos, entre públicos e privados, têm o compromisso de disponibilizar toda a sua estrutura para atendimento de casos de Covid-19, porque estamos na fase mais crítica, que precisa de atitudes mais drásticas”, explicou a secretária da Saúde, Arita Bergmann. Eduardo Leite citou projeções do governo, que apontavam a necessidade de 7 mil vagas críticas para atender a todos. "É absolutamente inviável", avaliou o governador. O Plano de Contingência Hospitalar foi elaborado no início da pandemia e já teve novas versões que acompanharam o avanço da doença. O plano é estruturado em quatro fases e cada uma das etapas sinaliza as ações e a forma como a SES deve organizar os serviços hospitalares e a movimentação da rede para acesso dos pacientes aos serviços. Vacinação Eduardo Leite falou da aquisição de vacinas por parte do governo estadual e das prefeituras. Segundo o governador, uma reunião já foi agendada com a Pfizer para negociar a compra de doses. Além disso, o RS estaria se juntando a outros estados para adquirir o imunizante russo, Sputnik V. "Estamos buscando todas as frentes que forem possíveis", declarou. VÍDEOS: relatos sobre atendimento de pacientes com Covid no RS

Sistema de saúde de cidades da Região Metropolitana de Porto Alegre está no limite operacional

Sistema de saúde de cidades da Região Metropolitana de Porto Alegre está no limite operacional:
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Hospitais de cidades como São Leopoldo e Sapiranga ultrapassam 100% da capacidade de atendimento em UTI. Outros municípios operam próximo ao esgotamento de recursos. Hospitais da Região Metropolitana de Porto Alegre estão à beira do colapso O sistema de saúde de cidades da Região Metropolitana de Porto Alegre está no limite de operação. De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde (SES), algumas delas, como São Leopoldo (162,5%) e Sapiranga (147,1%), já estão operando com mais de 100% da capacidade de atendimento em unidades de terapia intensiva de seus hospitais. Gravataí e Alvorada estão com 100% da capacidade tomada, e Viamão, com 96,7%, se aproxima do esgotamento da capacidade. Em Novo Hamburgo, cuja taxa de ocupação é de 90%, o centro Covid faz, em média, 150 atendimentos por dia desde a semana passada. É quase o dobro do que registrava no pico da doença em 2020. Para tentar frear o avanço dos casos, a prefeitura decidiu tornar mais rigorosa a aplicação de multas para pessoas que descumprirem os decretos. Quem for flagrado sem máscaras, por exemplo, terá de pagar R$ 2 mil. Os parques vão ser fechados, medida que já foi adotada no ano passado. "Eu defendo que deva haver medidas restritivas nesse período, em torno de 10 dias, no mínimo, para que a gente posso reverter o quadro. O cenário não é o melhor. Nós estamos vivendo um cenário muito difícil por causa da Covid, e não adianta também tomarmos medidas restritivas apenas no município, porque isso não resolveria o problema. Nós precisamos de medidas restritivas regionais ou estaduais. A situação é grave e nós precisamos cessar essa contaminação, esse contágio, que está acontecendo”, afirma prefeita Fátima Daudt. Alvorada não tem unidade de pronto atendimento (UPA). Os casos suspeitos e confirmados de Covid-19 são tratados em um Centro de Saúde. Havendo necessidade de internação, o paciente é encaminhado para um leito clínico no Hospital de Alvorada, mantido pelo Instituto de Cardiologia. Todos as 31 vagas estão ocupados. Em caso de agravamento, os pacientes precisam ser encaminhados para hospitais de Porto Alegre, Cachoeirinha ou Viamão. Esta última tem 30 pacientes em leitos de UTI, e outros seis pacientes, que estão em enfermarias, aguardam vaga. Canoas está com quase 95% da capacidade de atendimento em UTI lotada Reprodução/RBS TV Canoas no limite Em Canoas, a ocupação geral dos hospitais se aproxima dos 95%. A prefeitura anunciou que irá aumentar a capacidade de atendimento nas UPAs. Mas não é só isso. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, o perfil das internações em UTI é de pacientes mais jovens e sem comorbidades. Entre os que estão entubados, cerca de 40% tem entre 25 e 40 anos. “Nós estamos ampliando mais uma UPA já nos próximos dias para dar um apoio, um suporte para as duas UPAs que nós temos em Canoas e que estão com uma procura bastante alta", diz o secretário Maicon Lemos. Canoas mais do que dobrou a quantidade de leitos de UTI disponíveis. Mesmo assim, na tarde desta quinta (25), 24 pessoas precisavam de internação, mas não havia leito. O secretário afirma que mais 15 vagas ainda serão abertas. "Esse é o limite operacional que nós conseguimos. Esse quantitativo é o limite possível nesse cenário de pandemia, considerando que faltam profissionais de saúde e isso é um dificultador em todos os municípios", sublinha Lemos. O Hospital Universitário abriu mais 10 leitos de enfermaria nesta quinta. Outros 10 haviam sido abertos no fim de semana. Ao todo, a cidade tem 119 leitos clínicos exclusivos para o atendimento de pacientes com Covid-19. Até domingo, outros 45 serão abertos no Hospital Nossa Senhora das Graças. Serra Os hospitais de Caxias do Sul também estão em colapso. Os hospitais Geral, da Unimed e Virvi Ramos têm 120% da ocupação, o Pompéia, 95%, e o do Círculo, 80%. O Hospital de Canela também está com 100%. Nesta tarde, três pacientes com sintomas entre leve e grave estavam alocados em macas esperando por leitos, e a instituição não tem como ampliar a capacidade das UTI. Em Vacaria, o Hospital Nossa Senhora da Oliveira estava com 100% da ocupação. Em Farroupilha, o Hospital Beneficente São Carlos tinha 80% dos leitos de UTI ocupados, mas 130% da capacidade dos leitos clínicos. O Hospital Tacchini, em Bento Gonçalves, tinha 93,3% da ocupação da enfermaria tomada, mas não informou em relação às 45 vagas de UTI. E, em Garibaldi, o Hospital Beneficente São Pedro tinha todos os leitos Covid e não Covid ocupados por pacientes. O Hospital Beneficente Nossa Senhora de Fátima, em Flores da Cunha, e o Hospital Nova Petrópolis, que não têm UTI, estavam com a capacidade hospitalar superlotada. Assim como os pacientes do Hospital Beneficente São João Bosco, de São Marcos, e do Hospital Beneficente São José, em Antônio Prado, que precisam ser removidos para Caxias caso tenham a situação agravada. Vídeos: RBS Notícias Initial plugin text